sábado, 9 de fevereiro de 2013

O câncer de pulmão é a mais temível complicação associada ao cigarro!



DOENÇA DO CIGARRO

CÂNCER DE PULMÃO




Riad Younes é chefe do grupo de cirurgia torácica do Hospital do Câncer de São Paulo e do Hospital Sírio-Libanês de São Paulo.


O câncer de pulmão é a mais temível complicação associada ao cigarro. Em 90% dos casos, é uma doença que acomete os fumantes e, em apenas 10%, pessoas que nunca fumaram. No início do século XX, quando a epidemia do cigarro ainda não tinha se disseminado, era uma enfermidade raríssima. Atualmente, é o câncer que mais mata homens e mulheres, já que elas também são suscetíveis desde que se tornaram dependentes dessa droga nefasta.
A fumaça do cigarro contém mais de quatro mil substâncias nocivas ao organismo. Entra pelos brônquios e se distribui no interior do pulmão até alcançar os alvéolos onde fica presa a sujeira que carrega e não há o que a tire dali. Por isso, o pulmão de um fumante adquire esse aspecto negro que pode ser visto na imagens 1A e 1B, ao contrário do pulmão do jovem ou do adulto não fumante, que é rosado. Dos brônquios impregnados pelo tabaco é possível retirar pedaços de grafite com a pinça durante a cirurgia. Eles parecem pontas de lápis que fazem barulho quando jogadas numa bacia cirúrgica de metal.
No entanto, o pior de tudo não é a dificuldade para respirar nem o aspecto físico do pulmão. No cigarro, há substâncias cancerígenas que, no decorrser dos anos, provocam o aparecimento de tumores malignos especialmente nos pulmões.
     
DOENÇA ASSINTOMÁTICA

Drauzio – Quais os principais sintomas do câncer no pulmão?

Riad Younes – Não há sintomas específicos que caracterizem o câncer de pulmão nos fumantes. Em geral, são semelhantes aos sintomas que eles costumam apresentar durante a vida: tosse, catarro, falta de ar e, às vezes, sangramentos. É óbvio que vale a pena procurar um médico para controle, se a falta de ar tornar-se mais intensa, surgirem dores torácicas, a tosse persistir e mudarem as características das secreções, apesar de esses episódios não serem necessariamente sinais de câncer de pulmão. Diante desses sintomas, também o não fumante deve investigar a causa do problema, embora o risco de câncer seja muito mais raro em pessoas que não fumam.
Drauzio – O fato de não haver sintomas específicos para o câncer de pulmão talvez explique por que os diagnósticos são feitos tão tardiamente se comparados com o de outros tumores. O fumante habitualmente tosse e, se tem uma gripe ou resfriado, tosse mais do que as outras pessoas. Como descobrir que esse sintoma merece cuidados especiais? 
Riad Younes – A dica é procurar o médico se o sintoma mudou de características por duas ou três semanas consecutivas. Todo mundo fica rouco de vez em quando. Entretanto, se a rouquidão demorar duas ou três semanas para desaparecer e a tosse continuar diferente, chegou a hora de tomar uma providência e procurar assistência médica.
Infelizmente, a casuística recentemente atualizada do Hospital do Câncer mostra que dois terços dos pacientes que procuram o médico pela primeira vez estão com a doença avançada localmente ou ela já se espalhou pelo corpo. Isso comprova que o diagnóstico de câncer de pulmão costuma ocorrer tardiamente.

Drauzio – Especialmente por isso a doença é tão mortal, não é mesmo?
Riad Younes – Ela é a doença que mais mata homens e mulheres, porque os pacientes procuram ajuda quando resta pouco que fazer.
MÉTODO DE DIAGNÓSTICO
Drauzio – Quando você recebe alguém e suspeita que seja
 um caso de câncer de pulmão, que conduta adota?

Riad Younes – Inicialmente, fazemos exames rápidos para auxiliar o diagnóstico. Um simples raios X de pulmão pode revelar a existência de tumores pequenos, com 1cm/1,5cm. Se o exame físico do doente ou a radiografia sugerirem alguma alteração, pedimos uma tomografia, exame que oferece imagens mais detalhadas da área sob suspeita. A seguir, é fundamental fazer uma broncoscopia, exame semelhante à endoscopia gástrica. O médico introduz um tubo bem fino para olhar se há alguma lesão que lembre câncer na traqueia ou nos brônquios do paciente.
Drauzio – Embora a imagem 2 esteja pouco nítida, dá para
perceber uma elevação na parede do brônquio.

Riad Younes – Essa é a imagem de um tumor que está ocupando a parte interna do brônquio, como se uma verruga tivesse crescido dentro dele. Introduzindo o broncoscópio, o médico retira um fragmento desse tecido que cresceu e manda examinar.
Não há como diagnosticar câncer sem biopsia. Mesmo que o paciente seja fumante, a radiografia e a tomografia indiquem alterações com cara de câncer, mas sem a biópsia ninguém está autorizado a dizer para o paciente que ele tem câncer.

Drauzio – O que deve ser observado na imagem 3?
Riad Younes – Nessa imagem aparece um tumor que ocupa parte da entrada de um brônquio. Se essa tumoração crescer um pouco mais, vai bloquear a passagem de ar e uma área do pulmão deixará de recebê-lo. Como consequência, o doente respira com mais dificuldade e tem falta de ar.
A mancha preta que se pode ver na tomografia apresentada na imagem 4 é resultado do ar contido nos dois pulmões. No pulmão direito, a bola grande e irregular que cresce em todas as direções é um tumor que lembra um câncer. Sem biópsia, porém, isso não passa de mera suposição.

Drauzio  Os pulmões têm uma superfície de ventilação
 muito grande. Se fossem esticados, cobririam uma quadra de tênis. Por isso, um tumor pequeno não interfere no funcionamento pulmonar. Quando o fumante tem a sorte de eliminar sangue na secreção, porque um vaso foi rompido por esse tumor, se assusta e vai ao médico. Caso contrário, o tumor pode crescer silenciosamente durante anos sem apresentar um único sintoma, não é?

Riad Younes – O tumor que aparece na tomografia está no paciente há no mínimo 5 ou 6 anos. É óbvio que ele não sentiu nada durante esse período, se não teria procurado um médico. Esse é um dos grandes problemas do câncer do pulmão. O primeiro sintoma demora muito para se manifestar e, às vezes, quando o faz, já espalhou metástases.
Drauzio – Você poderia explicar a imagem 5? 

Riad Younes – É o pulmão preto de um fumante que infelizmente precisou ser retirado inteiro para extirpar o câncer com segurança. A mancha esbranquiçada indica que se trata de um tumor grande, pois além de ocupar espaço no pulmão, está invadindo os brônquios e o pulmão normal a ponto de atrapalhar a função pulmonar.
Drauzio  A pessoa vive bem sem um dos pulmões?
Riad Younes – Depende do estrago que o cigarro provocou. Se formos obrigados a retirar um pulmão daqueles 10% de não fumantes que podem contrair a doença, verificaremos que eles retomam as atividades normais com algumas pequenas limitações. Está claro que não serão atletas olímpicos, mas voltarão a nadar, andar, correr, etc. No dia a dia, é quase imperceptível a perda de um pulmão, se o outro estiver saudável.
O grande problema ocorre com fumantes que perdem um pulmão. Em geral, o que sobrou também está afetado pelos danos do cigarro e a oxigenação fica seriamente comprometida.

Drauzio – A imagem 6 é de um caso bastante avançado.
 Quase a metade do pulmão está tomada pelo tumor, não é?

Riad Younes – É um caso grave. O tumor já atravessou o pulmão e penetrou na musculatura. A faixa amarela na parte superior indica que um pedaço de músculo aderiu ao tumor e isso dói bastante. A cirurgia não pôde limitar-se em retirar o tumor. Para maior segurança, foi necessário tirar também um pedaço das costelas e dos músculos ao redor do pulmão doente.
PRÉ-REQUISITOS PARA A CIRURGIA
Drauzio – Na grande maioria dos casos, quando ocorre o diagnóstico, os tumores já não são operáveis. Em que casos a cirurgia é indicada e quais são os resultados?
Riad Younes – Quanto menor for o tumor, melhor. Portanto, quanto mais precoce o diagnóstico, menor a probabilidade de o tumor ter-se espalhado pelo resto do corpo. Se medir 1cm, 1,5cm, conseguimos operar com margem de segurança bastante ampla e a possibilidade de células tumorais terem-se soltado e espalhado pelos outros órgãos é pequena. Por isso, estamos curando mais pessoas atualmente.
Esse é um fato importante. A cura de câncer de pulmão, se o tumor for pequeno, ultrapassa 80% dos casos ou 90%, conforme o tipo do tumor. Infelizmente é raro pegar a doença nessa fase.

Drauzio  As cirurgias de pulmão, chamadas toracotomias, evoluíram muito nos últimos 20 ou 30 anos. Antigamente, o índice de mortalidade beirava os 10%, ou seja, em cada dez pessoas operadas, uma morria no pós-operatório que era longo e complicado. Que realidade vai encontrar quem precisa ser operado hoje em dia? 
Riad Younes – A situação mudou muito nos últimos dez ou quinze anos. Para começar, a incisão para abrir o tórax do paciente está cada vez menor e, em média, não ultrapassa a um palmo ou à largura da mão. E tem mais: agora existem instrumentos mais delicados para trabalhar dentro do peito com mais eficiência e são feitos cortes menores, o que diminui a agressividade da intervenção. Em muitos casos, não cortamos mais as fibras musculares, simplesmente as separamos e, terminada a cirurgia, os músculos voltam para sua posição original. Isso significa que o doente pode voltar logo à atividade, porque não há pontos que possam arrebentar.
Além disso, os anestésicos também evoluíram muito e conseguimos controle transoperatório eficaz para os pacientes fumantes ou com problemas cardíacos. A evolução nos últimos 15 anos foi tamanha, que estamos operando pessoas cada vez mais idosas com sucesso. Hoje, as taxas de mortalidade caíram para 1% ou 2% e continuam diminuindo mais ainda.
Alguns casos muito específicos admitem a cirurgia por videotoracoscopia. Do mesmo modo que na cirurgia da vesícula, são feitos três buraquinhos para retirar nódulos pequenos ou realizar outros procedimentos menores dentro do pulmão. É um método cirúrgico que agiliza o pós-operatório e a recuperação do doente.

Drauzio – Em média, quanto tempo dura a internação hospitalar depois da cirurgia?
Riad Younes – Depende do tipo de cirurgia e de sua extensão. Nas cirurgias de pulmão, o pós-operatório tem a função importante de fazer com que o pedaço de pulmão remanescente expanda e ocupe o máximo espaço possível dentro da caixa torácica. Para tanto, o doente precisa fazer exercícios respiratórios e fisioterapia.
Em média, ele permanece no hospital de três a cinco dias, tempo suficiente para a cicatrização e retirada do excesso de líquido e de ar que possa comprometer o espaço para a expansão pulmonar plena depois da cirurgia.
Se for necessário retirar o pulmão inteiro, o que é raro atualmente, o paciente volta antes para casa, porque não há o que expandir.

Drauzio – A dor no pós-operatório era um problema sério, porque eram feitas incisões imensas para abrir o tórax e a respiração não permitia deixar a região imóvel. Quais os progressos nessa área?
Riad Younes – A dor do corte no tórax é muito intensa. Alias, não conheço nenhuma outra cirurgia que doa tanto. Cada vez que a pessoa respira, dói. Como respiramos 15, 20 vezes por minuto, dói o tempo todo. Felizmente, houve grandes avanços que permitiram minorar o sofrimento desses doentes. Primeiro, a agressividade cirúrgica diminuiu, já que machucamos menos o paciente. Segundo, os remédios para controle da dor evoluíram muito. Terceiro, os anestesistas acrescentaram uma arma poderosíssima no pós-operatório imediato. Colocaram um cateter bem fino na coluna e realizam a anestesia peridural, a mesma que a mulher usa na hora do parto. Os remédios injetados o tempo todo por esse cateter anestesiam a faixa operada, e só ela, e diminuem a necessidade de tomá-los por via oral ou na veia. Essa analgesia é controlada pelo próprio paciente. Quando ele sente dor, aperta um botãozinho e recebe o medicamento que é liberado por uma máquina. Ainda há desconforto no pós-operatório, mas no dia seguinte da operação a pessoa já consegue caminhar pelos corredores do hospital.
TRATAMENTO PARA OS CASOS NÃO CIRÚRGICOS
Drauzio – Em alguns casos de câncer de pulmão, a cirurgia não é mais possível ou porque o tumor é muito grande, ou porque a condição respiratória está tão comprometida que não permite a retirada de um pedaço do pulmão. Nesses casos, como é conduzido o tratamento? 
Riad Younes – Nesses casos, ainda há chances reais de cura, embora em número menor do que nos pacientes submetidos a tratamento cirúrgico. O avanço da tecnologia atual permite manter vivas essas pessoas por muitos anos.
Podemos oferecer a esses pacientes dois recursos terapêuticos que evoluíram muito: a radioterapia e a quimioterapia. Na radioterapia moderna, um feixe de raios incide sobre o tumor e queima menos os tecidos normais que se situam ao redor, preservando órgãos como coração, esôfago e o próprio pulmão.
Os medicamentos usados na quimioterapia também evoluíram e, associada à radioterapia, ela se mostra bastante eficaz no tratamento desses casos.
Para alguns tipos de tumores, a longo prazo, o tratamento com rádio e quimioterapia alcança o mesmo índice de sobrevida dos pacientes do que o obtido na cirurgia.
Quando já há metástases, isto é, a doença já se espalhou pelo corpo, estudos mundiais têm demonstrado que a quimioterapia representa um benefício importante para os pacientes.

Drauzio – Se o câncer de pulmão for diagnosticado na fase inicial, a cirurgia é o tratamento mais indicado?

Riad Younes - Sem dúvida. Sempre que possível deve-se retirar o tumor. Isso aumenta muito a chance de cura.

Drauzio - Em duas ou três horas, o paciente fica livre do tumor. Com os outros tipos de tratamentos, gasta-se muito mais tempo e aumenta o risco de não conseguir controlar a doença.
Riad Younes – Veja o que acontece com a radioterapia. O doente que não aguenta a cirurgia ou que não quer ser operado, precisa fazer radioterapia durante um mês e meio e quimioterapia por três ou quatro meses. E o tempo prolongado não é o único problema. As chances de cura também são menores.
ORIENTAÇÕES
Drauzio  O ideal seria que as pessoas não fumassem. No entanto, a nicotina é uma droga poderosa, mais forte do que a força de vontade da maioria dos fumantes. Para esses indivíduos que fumam há mais de 20 anos, que cuidados são recomendados para evitar o câncer de pulmão, ou pelo menos para diagnosticá-lo precocemente?
Riad Younes – O câncer de pulmão é a mais temível complicação associada ao cigarro. Em 90% dos casos, é uma doença que acomete os fumantes e, em apenas 10%, pessoas que nunca fumaram. No início do século XX, quando a epidemia do cigarro ainda não tinha se disseminado, era uma enfermidade raríssima. Atualmente, é o câncer que mais mata homens e mulheres, já que elas também são suscetíveis desde que se tornaram dependentes dessa droga nefasta.
A fumaça do cigarro contém mais de quatro mil substâncias nocivas ao organismo. Entra pelos brônquios e se distribui no interior do pulmão até alcançar os alvéolos onde fica presa a sujeira que carrega e não há o que a tire dali. Por isso, o pulmão de um fumante adquire esse aspecto negro que pode ser visto na imagens 1A e 1B, ao contrário do pulmão do jovem ou do adulto não fumante, que é rosado. Dos brônquios impregnados pelo tabaco é possível retirar pedaços de grafite com a pinça durante a cirurgia. Eles parecem pontas de lápis que fazem barulho quando jogadas numa bacia cirúrgica de metal.
No entanto, o pior de tudo não é a dificuldade para respirar nem o aspecto físico do pulmão. No cigarro, há substâncias cancerígenas que, no decorrer dos anos, provocam o aparecimento de tumores malignos especialmente nos pulmões.


Câncer do Pulmão

O câncer do pulmão - ou neoplasia maligna do pulmão - é um dos tipos mais comuns e graves de câncer, sendo o tipo de neoplasia que mais mata em todo o mundo. Aproximadamente 27 mil pessoas são diagnosticadas com câncer de pulmão anualmente no Brasil.

Principais fatores de risco

Na grande maioria dos casos está relacionado ao tabagismo. Porém, pode ocorrer em não fumantes numa pequena parcela dos pacientes.
Comparados com os não fumantes, os tabagistas têm cerca de 20 a 30 vezes mais risco de desenvolver o câncer de pulmão. Além disso, outros fatores podem aumentar este risco:
  • Exposição ao cigarro de outros fumantes – chamado de tabagismo passivo
  • Exposição ao asbesto (amianto)
  • História familiar de câncer de pulmão

Quais os sintomas

Nos estadios, ou seja, nas fases iniciais, não existem sintomas para o câncer do pulmão. Com o avanço da doença, os pacientes podem queixar-se de:
  • Tosse recente que não diminui
  • Mudança no padrão da tosse
  • Tosse com sangue
  • Falta de ar
  • Rouquidão
  • Dor no tórax

Como é feito o diagnóstico

Os cirurgiões do tórax do Hospital Israelita Albert Einstein irão ajudá-lo, em colaboração com o seu médico, a diagnosticar o câncer do pulmão, bem como determinar o estadiamento da doença. Os testes recomendados para diagnosticar ou avaliar o câncer do pulmão incluem:
  • Radiografia do Tórax. Em geral, esse é o primeiro exame para avaliar o sistema respiratório ou a caixa torácica. Entretanto, pode ser normal ou inconclusivo em casos suspeitos de câncer do pulmão. Por isso, pacientes sob risco elevado deverão repetir ou complementar os resultados da radiografia com outros exames.
  • Tomografia computadorizada. A possibilidade do diagnóstico com a tomografia é maior do que com a radiografia do tórax, pois adiciona informações que auxiliam o médico a decidir o próximo passo, seja este o acompanhamento ou a realização de outros exames importantes para a análise e ou coleta de biópsias.
  • PET-Oncológico. Este é um tipo especial de tomografia, que ajuda a definir a atividade da lesão pulmonar. A base desse exame é a avidez dos tumores pela glicose. No PET, as lesões mais suspeitas aparecem de forma mais intensa, porém se o resultado for positivo isso não é sinônimo de câncer e deve ser SEMPRE interpretado pelo médico.
  • Punção transtorácica. Existem casos em que o médico pode colher biópsias com uma agulha inserida através da pele e conduzida até a lesão pulmonar guiada pela imagem radiológica, para complementar a investigação diagnóstica.
  • Broncoscopia. A broncoscopia, também chamada endoscopia respiratória, é indicada nos casos em que é preciso a avaliação da parte interna do pulmão. Às vezes, o câncer do pulmão é visível à endoscopia, podendo ser realizada a biópsia para a definição do diagnóstico. Porém, em muitos casos a broncoscopia também é indicada para identificar infecções ou problemas inflamatórios. Em casos de obstrução do pulmão pelo tumor, a broncoscopia também pode ser utilizada como tratamento.
  • Biópsia pulmonar cirúrgica. Em casos, em que não houve definição, mesmo com todos os exames prévios, pode ser necessária a remoção ou biópsia mais extensa, mas isso também pode ser feito com métodos minimamente invasivos (sem abertura da caixa torácica).
  • Mediastinoscopia. O mediastino é o espaço do tórax entre os dois pulmões e o coração. Nesta localização existem gânglios linfáticos – ao que chamamos também de linfonodos - por onde o câncer pode caminhar. Além disso, certos tumores aparecem mais evidentes ou mais frequentemente nessa região. Este procedimento de biópsia é feito no centro cirúrgico por um pequeno corte no pescoço, sob anestesia geral, mas com a possibilidade de alta no mesmo dia ou dia seguinte após a cirurgia.

Opções de tratamento

O tratamento pode envolver a cirurgia, a quimioterapia e/ou a radioterapia. Vai depender do estadiamento da doença, ou seja, se o câncer estiver localizado apenas no pulmão ou se já tiver alcançado os linfonodos (gânglios linfáticos) e as estruturas adjacentes (coração, artéria aorta, coluna vertebral, pleura etc.) ou órgãos distantes (metástases). Dependendo dos achados e da condição clínica do paciente, o tratamento pode envolver uma ou várias das modalidades citadas.

Tratamento cirúrgico

Utilizamos a VATS - Video Assisted Thoracic Surgery - (cirurgia com vídeo) ou a cirurgia convencional para o diagnóstico, estadiamento e tratamento do câncer do pulmão.
Nossos cirurgiões e radiologistas regularmente utilizam técnicas minimamente invasivas para punção ou remoção de tumores pulmonares, tanto para a obtenção quanto para a confirmação do diagnóstico. Os linfonodos do mediastino (próximos ao coração) podem também ser submetidos à biópsia para o correto estadiamento do câncer de pulmão com a mesma técnica.
Quando o câncer é confirmado, poderão ser indicados os seguintes procedimentos:
  • Ressecção “em cunha”: remoção do tumor e do tecido pulmonar ao redor dele
  • Segmentectomia: remoção do tumor e das estruturas anatômicas próximas (vasos e brônquios), para um controle oncológico mais rigoroso, o que deve ser suficiente para tumores bem pequenos e na periferia do pulmão.
  • Lobectomia: remoção do lobo pulmonar que contem o tumor. Esta é a cirurgia padrão para a maioria dos casos de câncer de pulmão.
  • Pneumonectomia: retirada de todo um pulmão, indicada nos casos de doença avançada, mas com boa reserva respiratória.
Em muitos casos, a cirurgia vídeoassistida permite a alta hospitalar bastante rápida - em dois ou quatro dias - um tempo menor do que o praticado na cirurgia convencional, que é de quatro a seis dias.

Tratamento não cirúrgico

O tratamento não cirúrgico é aplicával para aqueles pacientes diagnosticados com doença mais avançada em complemento ao tratamento cirúrgico. Entretanto, em determinados casos, a cirurgia não é possível pois a doença já comprometeu áreas do corpo que não podem ser retiradas; tais como o coração, o fígado, a coluna vertebral ou o cérebro.

Quimioterapia

A quimioterapia é baseada na administração de medicações pela veia (endovenosas) ou por via oral, que tem por objetivo destruir ou bloquear o crescimento anormal das células cancerosas.

Radioterapia

A radioterapia aplica energia, em forma de radiação, para auxiliar o controle local da doença. Existem diferentes formas de aplicação da radioterapia, que vão depender do tipo de tumor e da sua localização.

Tratamento paliativo de suporte

“Curar algumas vezes, aliviar o sofrimento sempre que possível, confortar sempre”. Seguindo tais princípios, o tratamento paliativo de suporte visa principalmente ao conforto dos pacientes acometidos de doença altamente avançada. Nesses casos, a cura não é mais possível; contudo, o sofrimento pode ser aliviado por meio de pequenos procedimentos ou de medicações para o controle dos sintomas.
  

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Minigerador Cappa produz eletricidade em riachos


Minigerador Cappa produz eletricidade em riachos

http://madeinjapan.uol.com.br/2012/12/13/minigerador-cappa-produz-eletricidade-em-riachos/



Proposta é atender consumo local e situações de emergência 
por Henrique Minatogawa
13.12.2012

A Ibasei, empresa japonesa de equipamentos industriais, desenvolveu o Cappa, um gerador compacto de energia hidroelétrica.
A proposta é a instalação desse pequeno gerador em riachos e outros cursos de água, comuns no relevo montanhoso do Japão mesmo dentro de cidades.
“Esta máquina tem um compartimento chamado difusor, (…) que aumenta o fluxo de água pelas pás, enquanto um gerador converte o movimento em eletricidade. Então o controlador e a bateria produzem 100 V de eletricidade a 50-60 Hz que pode ser usada em uma casa”, explicou Norio Kikuchi, diretor da Ibasei, ao DigInfo TV.
“Com água corrente a 2 m/s, o sistema pode produzir 250 Wh. Considerando perdas, cinco destes podem gerar cerca de 1 kW, então este sistema pode ser usado em situações de emergência”, completou.
Segundo Kikuchi, o Cappa é uma fonte de energia para consumo local, descartando a venda de eletricidade.
“[O Cappa] Pode armazenar energia como uma estação de recarga, portanto, ele pode ser usado também para veículos elétricos, se a carga não precisar ser rápida. Esperamos também que ele possa ser usado para revitalizar comunidades, fornecendo energia para atrações turísticas”, finalizou Kikuchi.
Vídeo: DigInfo TV
[N.E. Possivelmente, o nome “Cappa” foi inspirado no “Kappa”, popular personagem do folclore japonês que vive em ambiente aquático.]

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

PARQUES NACIONALES en Argentina


http://www.welcomeargentina.com/parques/index.html


PARQUES NACIONALES en Argentina

Introducción

Texto: Karina Jozami
Parques Nacionales, maravillas naturalesA través del tiempo y de la historia de nuestro país, hemos sabido reconocer en su extensa geografía la prodigalidad de sus tierras. Su diversidad biológica y cultural constituye el patrimonio de toda la sociedad. Pero hubo grandes hombres visionarios que más allá de contemplar y conocer las maravillas naturales de nuestro territorio, procuraron preservarlo como legítimo legado para las generaciones futuras.
Francisco Pascasio Moreno, explorador, estadista y científico, fue uno de los artífices principales y pionero en América. El perito Moreno reunió la información científica y las comprobaciones geográficas en el área patagónica, que permitieron, en 1902, resolver los conflictos limítrofes con Chile y afianzar la soberanía argentina sobre un territorio de 40.000 km ². Por su contribución, el gobierno le otorgó la posesión de tierras en el sur. Sin embargo, su espíritu lo llevó en 1903 a cederlas a la Nación "para el mejor provecho de las generaciones presentes y de las venideras". En la carta de donación, enfatizaba: "vengo a solicitar la ubicación de un área de tres leguas cuadradas con el fin de que sea conservada como parque público. Al hacer esta donación emito el deseo de que la fisonomía actual del perímetro que abarca no sea alterada y que no se hagan más obras que aquellas que faciliten comodidades para la vida del visitante".

Así, en 1922 se crea el Parque Nacional del Sur y en 1934, junto al Servicio de Parques Nacionalesnacen los Parques de Iguazú y Nahuel Huapi, este último emplazado sobre la base del originario Parque Nacional del Sur. El gesto del perito F. Moreno permitió que la Argentina se convirtiera en el tercer país de América en poseer un Parque Nacional.
En la actualidad, la Administración de Parques Nacionales es el organismo gubernamental a cargo de lasáreas naturales protegidas. En materia de conservación y administración de estas áreas, tanto las provincias como la nación supieron complementar esfuerzos. Prueba de ello es la creación de los Parques Nacionales Campo de Los Alisos en 1995, Los Cardones y Quebrada del Condorito en 1996,Talampaya en 1997, San Guillermo en 1999, Mburucuyá y Copo en 1998, además de los que están en proceso de ser creados.

Entre los objetivos que persigue la gestión de Parques Nacionales no sólo figura el de garantizar la conservación del patrimonio natural, sino también el de irradiar prácticas de manejo sustentable y el de presentar un atractivo turístico nacional e internacional, además de brindar servicios ambientales directos e indirectos de incalculable valor al conjunto de la sociedad. Las metas se definen en torno a la conservación de la biodiversidad, el resguardo del hábitat de especies en peligro, la preservación de la diversidad cultural, la protección de los yacimientos paleontológicos y arqueológicos, y la promoción de la educación y la investigación.
Los Espacios Naturales Protegidos no son considerados como "islas de conservación" sino como una parte dentro del contexto regional. De no existir, estos ambientes serían probablemente abandonados a las leyes del mercado y a la mayor o menor conciencia "ecológica" de los agentes políticos y económicos, sufrirían el deterioro constante y la pérdida progresiva de sus recursos naturales y culturales. Dentro de estos espacios, el paisaje natural es uno de sus principales valores y se organiza bajo criterios de recreación y turismo, convirtiéndose en modelo sobre la forma de integrar el uso público a las estrategias de conservación in-situ.
Parques Nacionales y recursos culturales

Patrimonio cultural
Los recursos culturales dentro de los Parques Nacionales son considerados tan importantes como los bienes y las riquezas naturales, porque de ellos depende la diversidad cultural de la sociedad. Asimismo, poseen información sobre los procesos históricos, sociales y económicos que modificaron la configuración de nuestro ambiente y del manejo actual de los ecosistemas.
La identidad de una sociedad se sustenta en la herencia cultural y por esta razón todas las actividades en las áreas protegidas están dirigidas a visualizar diversas formas de la relación del hombre con su ambiente en el pasado y su proyección en el presente.

Tanto la selva como la pampa, el monte, la estepa y la puna encierran muestras de anteriores presencias humanas: desde sitios con arte rupestre de 10 mil años de antigüedad hasta puestos de estancia de principios del siglo XX.
A través de la educación, la investigación y conservación, el turismo y la participación de las diferentes comunidades, el objetivo que persiguen las áreas protegidas se centra en contribuir a mejorar la calidad de vida de las poblaciones y sus ecosistemas, comprendiendo el uso racional y participativo de los recursos culturales.

Actualmente, el Sistema Nacional de áreas Protegidas conserva en su jurisdicción cuatro especies animales declaradas Monumentos Naturales y 33 áreas, con una superficie total protegida de 3.584.414 has. distribuidas en la mayoría de las provincias argentinas, con un régimen reglamentario completo y único para todas las unidades de conservación. Para el año 2010, el Sistema alcanzará cerca del 5% de la superficie del territorio nacional.
De acuerdo a los grados de control y conservación, la Administración de Parques Nacionales ha clasificado las áreas protegidas en:
  Conservación de ecosistemas y turismo: generalmente se les conoce bajo la denominación de Parques Nacionales.
  Conservación de características naturales: conservación de características naturales específicas. También reciben el nombre de monumentos naturales.
  Conservación a través de manejo activo: áreas protegidas administradas principalmente para la conservación mediante la intervención y manejo. Pueden conocerse como áreas de manejo de hábitat y especies.
  Conservación de paisajes terrestres y marinos y recreación: suelen recibir el nombre de paisaje terrestre o marino protegido.
  Utilización sostenible de ecosistemas naturales: usualmente llamadas áreas protegidas con recursos manejados.

Más de un millón y medio de personas visitan los distintos Parques Nacionales diseminados por toda la Argentina. Te invitamos a sumarte al recorrido para descubrir y conocer los fascinantes reservorios naturales y culturales de nuestro país.
Para tener en cuentaGeneralmente, en las áreas nacionales protegidas existen carteles informativos que hacen referencia a los distintos paseos y servicios a disposición de los visitantes, como también las normas de conducta que deben seguirse para preservar el entorno natural.
Siempre es recomendable acercarse al guardaparque para conocer e interpretar mejor los ambientes y sus pautas de conservación.
Para requerir información sobre el acceso y las visitas a los Parques Nacionales, puede enviar un e-mail a:informes@apn.gov.ar.


 

Welcome Argentina - Parques Nacionales en Argentina
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TURISMO SUSTENTABLE


foto noticia principal
El turismo sustentable está fuertemente ligado a la conservación y al uso de metodologías de bajo impacto en su desarrollo e implementación. 
Puede definirse como "la actividad económica productora de bienes y servicios que, respetando los limites físicos del espacio en que se desarrolla y los psíquicos de los habitantes y demás actores, son destinados a quienes deciden desplazarse temporal y voluntariamente fuera del lugar de residencia habitual sin incorporarse al mercado de trabajo del lugar de destino, con motivo o no de recreación. (Capece, G. 1997)".
Asimismo asume compromisos de desarrollo respetando e integrando a las culturas locales y genera ingresos y empleos en las poblaciones vecinas a las áreas de aplicación. 
La séptima sesión de la Comisión para el Desarrollo Sustentable se centró en el turismo, la Convención para la Diversidad Biológica se ha involucrado en programas de turismo sustentable, las instituciones financieras bilaterales y multilaterales han colocado al turismo en lo alto de sus listas de prioridades.
La Administración de Parques Nacionales es un organismo donde comulgan la conservación de los recursos naturales y culturales con las actividades turísticas.
El desarrollo turístico con criterios de sustentabilidad se considera una política prioritaria de la APN, llevada a cabo mediante la articulación de los distintos actores de influencia y a través de normas especificas para lograr sinergias entre las actividades turísticas y la conservación de los recursos naturales de las áreas protegidas nacionales.




■ Región Noroeste

Parque Nacional Baritú
Parque Nacional Calilegua
Parque Nacional Campo de los Alisos
Parque Nacional Copo
Parque Nacional El Rey
Parque Nacional Los Cardones
Monumento Natural Laguna de los Pozuelos
Monumento Natural Taruca
Monumento Natural Yaguareté
Reserva Nacional Pizarro
Reserva Nacional El Nogalar de los Toldos
Delegación Regional Noroeste

■ Región Noreste

Parque Nacional Chaco
Reserva EducativaColonia Benitez
Parque Nacional El Palmar
Reserva Natural Formosa
Parque Nacional Iguazú
Parque Nacional Islas de Santa Fé
Parque Nacional Mburucuyá
Parque Nacional Predelta
Parque Nacional Río Pilcomayo
Reserva Natural Estricta San Antonio
Monumento Natural Saltos del Moconá
Monumento Natural Yaguareté
Delegación Regional Noreste

■ Región Centro 

Parque Nacional El Leoncito
Reserva Natural Otamendi 
Parque Nacional Quebrada del Condorito
Parque Nacional San Guillermo
Parque Nacional Sierra de las Quijadas
Parque Nacional Talampaya
Delegación Regional Centro

■ Región Patagonia

Monumento Natural Ballena Franca Austral
Monumento Natural Bosques Petrificados
Monumento Natural Huemul
Parque Interjurisdiccional Marino Makenke
Parque Interjurisdiccional Marino Isla Pingüino
Parque Interjurisdiccional Marino Costero Patagonia Austral
Parque Nacional Lago Puelo
Parque Nacional Laguna Blanca
Parque Nacional Lanín
Parque Nacional Lihue Calel
Parque Nacional Los Alerces
Parque Nacional Los Arrayanes
Parque Nacional Los Glaciares
Parque Nacional Monte León
Parque Nacional Nahuel Huapi
Parque Nacional Perito Moreno
Parque Nacional Tierra del Fuego
Delegación Regional Patagonia

Brasil fará inventário da floresta amazônica


Brasil fará inventário da floresta amazônica



Publicado em 25/01/2013
O governo brasileiro prepara um inventário da Amazônia, a maior reserva tropical do planeta. O projeto pretende não só fazer um levantamento de riquezas, mas também avaliar as florestas e as áreas degradadas.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Parque Ecológico do Lago de Texcoco no México - O maior parque urbano ecológico do mundo!


Parque Ecológico do Lago de Texcoco - México

http://www.parquetexcoco.com/



ACCIONES PROPUESTAS:
  1. Mejorar las condiciones ambientales
  2. Reducir las afectaciones a la salud
  3. Aumentar la proporción de áreas verdes por habitante
  4. Desarrollar equipamiento deportivo y recreativo, traducido en más de 500 canchas deportivas y 115 km de ciclovías
  5. Incrementar y promover la educación ambiental
  6. Aumentar el volumen de tratamiento de aguas residuales
  7. Incrementar la recarga de mantos acuíferos mediante pozos de reinyección en zonas federales
  8. Regular las avenidas de la ZMCM durante un escenario de tormenta extrema
  9. El Parque Ecológico Lago de Texcoco generará más de 11 mil empleos directos
Este proyecto tendrá la capacidad de revitalizar las redes sociales, culturales y educativas del área más abandonada de la ciudad de México. El proyecto busca generar un borde ecológico suave como reacción al crecimiento exponencial del siglo pasado que llevo a la ciudad desde una población de 3 millones en 1950, a más de 20 millones en el año 2000.

La propuesta implica una serie de estrategias que operarán simultáneamente a varias escalas y en distintas temáticas. La idea es que la conjunción de dichas estrategias incorpore los potenciales del territorio para presentar soluciones ecológicas a los problemas propios de la región.

Este es un proyecto que mantendrá su inteligencia gracias a su habilidad de incorporar nuevas ideas. Será una "empresa de colaboración" con soluciones de final abierto que mantendrá involucrado a los sistemas políticos, económicos, ecológicos, culturales y sociales de esta Mega ciudad.




Texcoco Lake Ecological Park: Mexico City to Build the World's Largest Urban Park


by , 08/16/11
filed under: ArchitectureUrban design




lago de texcoco, echeverria, sustainable cities, waterscaping, urban park, mexico city, rendering

Echeverria hopes that the area of the central Mexico City valley once covered by Lake Texcoco can be reclaimed to create a new urban landscape that combines nature with infrastructure. The area of the planned park was historically covered by Lake Texcoco and other small bodies of water. In fact, the Texcoco region has been engineered by humans for centuries as dikes and canals were built to channel Mexico City’s water and lakes as early as the 1400s under Aztec Emperor Montezuma. One of the goals of the Lago Texcoco Park is to create a resilient and sustainable green border to the massive growth that Mexico City has experienced (the population has grown from 3 million in the 1950s to more than 20 million today).
In keeping with these goals, the urban engineering project proposed by Echeverria and his team draws upon a long history of landscape engineering in Mexico City. The Texcoco park project will become the largest piece of green infrastructure in the Mexico City Valley, while simultaneously drawing attention back to a largely abandoned area of the city. The project envisions creating lake, wetland, meadow and forest habitats, along with community gardens and will also include renewable energy installations such as wind and solar and an integrated transit system. In addition, Echeverria is designing a multitude of sports facilities, bicycle and pedestrian lanes, playgrounds, and visitor centers for Mexico City residents to enjoy when they visit Texcoco Park.
Also noteworthy is that one of the unique environmentally-friendly aspects of the plan is its waterscape. The park will include wastewater treatment facilities, wetlands and holding ponds that will function as part of a massive drainage system. Not only that but the green infrastructure of the park will enable it to act as a flood protection system for the urban landscape of Mexico City.


Read more: Texcoco Lake Ecological Park: Mexico City to Build the World's Largest Urban Park | Inhabitat - Sustainable Design Innovation, Eco Architecture, Green Building 






AVC e o tabagismo?


O AVC (Acidente Vascular Cerebral), popularmente conhecido como derrame, já não é um mal que atinge exclusivamente pessoas mais velhas. De acordo com informações do Datasus (banco de dado do Ministério da Saúde), o número de internações em todo o país causadas por esse problema aumentou 21% na faixa etária de 15 a 34 anos, no período entre 2007 e 2011. No último ano analisado, foram registradas 4.933 internações por esse motivo no Brasil e, de janeiro a outubro de 2012, o número de pessoas internadas foi de 3.927.
A doença ocorre pela alteração na circulação cerebral e pode causar desde falta de sensibilidade em algum membro até a paralisia completa de todo o corpo. E os registros do Ministério da Saúde indicam que, ao menos quando se trata de jovens, as mulheres são as mais atingidas.
Esse foi o caso da corretora de imóveis Vanessa de Faria Nogueira, de 30 anos. Moradora da cidade de Rio Claro, a 175 quilômetros da capital, ela teve um AVC hemorrágico aos 28 anos e perdeu completamente os movimentos do lado esquerdo do corpo. “Trabalhava demais, fumava e cuidava pouco da saúde, mas nunca pensei que algo assim pudesse acontecer comigo tão jovem” revela Vanessa.
Após vários meses de fisioterapia, ela conseguiu recuperar 90% da capacidade de movimentar-se. Na entrevista que segue, ela diz ter encontrado o equilíbrio entre o lazer e as obrigações e conta sobre a comunidade  Jovens Que Tiveram AVC, do Facebook, criada por Vanessa para dar apoio e trocar experiências com outros jovens na mesma situação dela.
EXEMPLO DE SUPERAÇÃO

A corretora de imóveis Vanessa de faria Nogueira, hoje com 30 anos, teve um derrame quando tinha 28. Hoje ela já recuperou 90% dos movimentos
DIÁRIO_ Que fatores, na sua opinião, causaram o AVC?
VANESSA NOGUEIRA_ Eu era gerente de uma agência de veículos. Trabalhava de segunda a sábado umas 12 horas por dia. Quase não tinha tempo para almoçar. Era um estresse muito grande, mas pensava que jovem aguentava tudo e deveria trabalhar bastante até os 40 anos para depois pegar mais leve.
Como foi dia do derrame?
Era julho de 2010 e estava assistindo à final da Copa do Mundo. A partida nem era do Brasil, então não estava nervosa. De repente, comecei a sentir uma dor de cabeça muito forte, uma pressão na cabeça e nenhum remédio resolvia. Então, lembrei de um e-mail que tinha recebido de como ver se você estava tendo um AVC e vi que o meu braço esquerdo não estava respondendo. Aí,  pedi para o meu namorado me lavar para o hospital.
E a recuperação?
Assim que pude, comecei a fazer fisioterapia. Também tinha perdido a visão do olho esquerdo e, após três meses, ela acabou voltando. Cada parte do corpo que conseguia movimentar era uma grande vitória. Hoje, tenho praticamente todos os movimentos, menos o do pé esquerdo. Atualmente, a única coisa diferente é que passei a dirigir um carro automático.
Além do estresse excessivo, como era sua vida?
Eu tinha uma série de hábitos que contribuíram para o AVC: era sedentária, fumava e tinha problemas de colesterol que não controlava muito bem. Além disso, tinha a predisposição genética  a ter diabetes.
Por que criou a comunidade no Facebook?
Porque eu achei que era exceção, mas depois vi que derrame em jovens é mais comum do que se pensa. É sempre uma forma de estímulo para quem já passou por isso.
DOIS TIPOS DE DERRAME
Existem dois tipos de AVC. No  isquêmico há a obstrução de um vaso sanguíneo cerebral, levando à diminuição da circulação em determinada região do cérebro. E no hemorrágico acontece a ruptura de um vaso sanguíneo com sangramento dentro do cérebro.
Os sintomas mais comuns para identificar a doença são a perda de força muscular de um lado do corpo, fala enrolada, desvio da boca para um lado do rosto, sensação de formigamento no braço, dor de cabeça súbita ou intensa, tontura, náusea e vômito.
Os principais fatores de risco são idade avançada, pressão alta, tabagismo, colesterol elevado, diabetes, arritmia ou problemas com as válvulas cardíacas, histórico familiar de derrames e reincidência (quem já teve o problema anteriormente).
Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, com dados de 2011, em média, quatro pessoas são internadas em hospitais públicos após terem sofrido AVC. Foram 39 mil internações de pacientes paulistas vítimas da doença, via SUS (Sistema Único de Saúde).
 27/01/2013 16:36

AVC atinge jovens entre 15 e 34 anos

Número de internações decorrentes de derrames em pessoas com esta faixa etária aumentou 21%http://www.diariosp.com.br/noticia/detalhe/42785/AVC+atinge+jovens+entre+15+e+34+anos+FILIPE SANSONE



Resíduos Sólidos Urbanos é tema de seminário na Poli


Da Agência USP de Notícias


Estão abertas as inscrições para o seminário Impactos Ambientais e Sociais do Tratamento e Disposição de Resíduos Sólidos Urbanos, que acontece no dia 25 de fevereiro, a partir das 8h30. Promovido pelo Instituto de Eletrotécnica e Energia (IEE) da USP, o evento tem como objetivo apresentar os resultados do projeto de Pesquisa e Desenvolvimento para a Agência Nacional de Energia Elétrica (P&D ANEEL) Avaliação de Ciclo de Vida (ACV) Comparativa entre Tecnologias de Aproveitamento Energético de Resíduos Sólidos, realizado entre 2011 e 2012 por pesquisadores do Centro Nacional de Referência em Biomassa (CENBIO), ligado ao IEE.
O projeto englobou um estudo comparativo por meio da Avaliação de Ciclo de Vida (ACV) do potencial de geração de energia elétrica a partir do aproveitamento energético de tecnologias de tratamento e disposição final de resíduos sólidos de origem domiciliar, poda, varrição, comercial e industrial não perigoso, incluindo lodo proveniente de estação de tratamento de esgoto. Também foram feitas análises dos aspectos econômicos, mercadológicos e sociais das tecnologias de tratamento avaliadas.
O seminário terá lugar no auditório Prof. Francisco Romeu Landi da Escola Politécnica (Poli) da USP, que fica na Av. Prof. Luciano Gualberto, Travessa 3, número 380 , Cidade Universitária, São Paulo. Interessados em participar devem se inscrever gratuitamente aqui. As vagas são limitadas.
Resíduos Sólidos Urbanos é tema de seminário na Poli
O evento tem como objetivo apresentar os resultados do projeto de Pesquisa e Desenvolvimento para a Agência Nacional de Energia Elétrica (P&D ANEEL) Avaliação de Ciclo de Vida (ACV) Comparativa entre Tecnologias de Aproveitamento Energético de Resíduos Sólidos.

Datadata25/02/2013
Horadata08:30 - 12:00
Tipo de EventodataEvento científico
Sitedatahttp://cenbio.iee.usp.br
Telefonedata(11) 3091-2652
InvestimentodataEvento Gratuito
InscriçãodataInscrição Prévia Obrigatória
Interessados em participar devem se inscrever gratuitamente aqui.
LocaldataCapital 
POLI - Escola Politécnica 
EndereçodataAv. Prof. Luciano Gualberto, 3 - Butantã CEP: 05508-010 São Paulo - SP
ImportantedataAs informações foram checadas na data de sua publicação, mas pode haver alterações ou cancelamentos. Recomendamos entrar em contato com a organização do evento para confirmação.


USP cria centro de pesquisas sobre desastres naturai

31/Janeiro/2013

USP cria centro de pesquisas sobre desastres naturais


http://www.piniweb.com.br/construcao/carreira-exercicio-profissional-entidades/usp-cria-centro-de-pesquisas-sobre-desastres-naturais-277273-1.asp

Sob coordenação da Poli-USP, novo Núcleo de Apoio à Pesquisa vai reunir conhecimento produzido na área para minimizar efeitos causados por catástrofes




Gustavo Jazra




A Universidade de São Paulo (USP) assinou, nesta quinta-feira (31), convênio com o Ministério da Integração Nacional e a Casa Militar - Defesa Civil de São Paulo para a criação do Centro de Estudos e Pesquisas sobre Desastres do Estado de São Paulo (Ceped). Coordenado pela Escola Politécnica (Poli-USP), que já desenvolve pesquisas sobre a logística de operações humanitárias, deslizamentos e remoção de resíduos, o Ceped é um Núcleo de Apoio à Pesquisa vinculado à Pró-Reitoria de Pesquisa.
Além da Universidade Politécnica, dez outras Unidades de Ensino e Pesquisa da USP vão atuar, de maneira interdisciplinar, no centro. Entre elas, a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAUUSP), para o desenvolvimento de projeto de abrigos temporários e equipamentos em casos de desastres. A Faculdade de Engenharia de São Carlos também vai participar, com a realização de estudos sobre impactos de inundações.
Iniciativa da Superintendência de Relações Institucionais da universidade, o projeto tem como objetivo geral reunir todo o conhecimento produzido pela entidade e disseminá-lo a fim de prevenir e, futuramente, mitigar desastres naturais.