sábado, 2 de abril de 2011

José Alencar: um brasileiro exemplar que praticava a sustentabilidade

José Alencar: um brasileiro exemplar que praticava a sustentabilidade


quinta-feira, 31 de março de 2011



 

Poucas trajetórias de vida emocionaram tanto os brasileiros como a de José Alencar Gomes da Silva. Aparentemente, trata-se de um cidadão comum que, vindo de uma família humilde, lutou e construiu um dos maiores grupos econômicos do país. Este feito, embora impressionante, por si não explica por que todo mundo que o conhecia “se apaixonava” por ele.



Qual o segredo deste mineiro da zona da Mata que teve papel fundamental para a construção do Brasil que temos hoje?



Vamos tentar desvendá-lo ou, ao menos, dar alguns contornos de nitidez, levando em conta as dimensões da sustentabilidade. E antes que digam que esse Ethos “tá forçando a barra”, vou logo explicando: José Alencar viveu de acordo com um ensinamento de seu pai, segundo quem o mais importante, na vida, é poder voltar. E só volta quem põe a ética, a lealdade e o compromisso como guias de sua conduta pela vida.



A estes valores, José Alencar ainda agregou a solidariedade, a determinação e, no fim, a resignação sem revolta para encarar as situações difíceis.



Mineiro que era, José Alencar Gomes da Silva não gostaria de ser tratado como “exemplo”. Mas, é assim, como grande exemplo positivo do Brasil que ele ficará na memória de milhões de concidadãos que hoje estão tristes com seu falecimento.



José Alencar é exemplo de nacionalismo moderno, pois era ferrenho defensor da indústria brasileira. Sempre foi uma voz contra os juros altos e a favor de uma política econômica que valorizasse o setor produtivo e, com isso, o trabalho, por ser este último o verdadeiro motor de um desenvolvimento sustentado e sustentável, com distribuição de renda e riqueza. Lutava pelos interesses nacionais sem esquecer que era preciso que o Brasil se articulasse com uma economia cada vez mais globalizada. Por isso, quando esteve à frente da Fiemg, tratou de conscientizar os empresários a respeito das novas responsabilidades do setor frente às novas demandas sociais, ambientais e de mercado impostas pela conjuntura, lançando as bases do que depois seria o movimento pela responsabilidade social empresarial em Minas. Fez isso deixando de lado possíveis interesses concorrenciais e, assim, ganhando respeito e credibilidade ainda maiores.



Como homem público, não foi transformado pela política. Ao contrário, foi ele quem a transformou. Pôs em primeiro plano a lealdade, o sentido de compromisso, a conduta ética e a transparência de opiniões e ações. Não abandonou o presidente Lula e, nunca, nos 503 dias em que ocupou a presidência da República, fez declarações ou tomou medidas que pudessem questionar a maneira de gerir o país. Alencar sempre deixou claro que era 100% Lula e 100% Brasil. E, mesmo tendo “lado”, esteve acima das disputas partidárias e acima das rixas entre políticos. No Congresso, onde foi senador, os parlamentares poderiam até discordar das opiniões dele, mas nunca duvidaram da honestidade e da coerência de seus princípios.



Na vida pessoal, sua luta obstinada para viver ganhou dimensões épicas. “Não quero viver um dia a mais se não puder me orgulhar desse dia”, falava ele. Mas esta luta não era raivosa. Era, antes de tudo, uma prova de amor que ele dava aos seus entes queridos, aos médicos e a todos nós, brasileiros. Foi o amor que ele sentia pela vida que permitiu desafiar a ciência e ir além do que se considera possível. Foi também o amor que o fez aceitar com resignação sábia – e nos preparar para – o final.



Viveu e morreu com “amorosidade” e, mesmo na mais profunda dor, com delicadeza.



Outro mineiro famoso, o escritor João Guimarães Rosa, uma vez escreveu:



“Deus nos dá pessoas e coisas, para aprendermos a alegria...

“Depois, retoma coisas e pessoas para ver se já somos capazes da alegria sozinhos..

“Essa... a alegria que ele quer”.



Tomara tenhamos aprendido a alegria com este Zé que nunca se cansou de ser brasileiro e feliz.

Brasil não deverá ter nenhum lixão em atividade até 2014

Brasil não deverá ter nenhum lixão em atividade até 2014

Postado em 31/03/2011 ás 15h55

autoria e fonte:



 
Brasil não deverá ter nenhum lixão em atividade até 2014. (ced3ambiental.blogspot.com)


Assim como deverá ser no Brasil, até 2014, Portugal não possui nenhum lixão em atividade. Um ótimo exemplo para o Brasil, no momento em que acaba de ser criado o Comitê Interministerial da Política Nacional de Resíduos Sólidos (c) e o Comitê Orientador para a Implantação dos Sistemas de Logística Reversa. Em palestra no II Fórum Internacional e Expo de Logística Reversa CLRB, ocorrido na última quinta-feira (24) na capital paulista, o representante da Packaging Recovery Organisation Europe (Pro Europe), o português Luis V. Martins, apresentou os detalhes do trabalho da entidade para o cumprimento das “Diretivas Européias”, válidas para os Estados membros da comunidade, desde 1994, além dos planos futuros e metas alcançadas, referentes à reciclagem das embalagens postas à venda no mercado.



A organização tem 170 mil empresas associadas, está presente em 35 países (34 europeus e o Canadá), cuja população total alcança 400 milhões de habitantes e, em 2009, recolheu para o que chamam de “valorização”, 32 milhões de toneladas de embalagens. “Apesar da expressiva quantidade, há um longo caminho a percorrer, já que o total de materiais colocados no mercado é de 600 milhões de toneladas”, afirma o executivo da Pro Europe.



Na segunda fase das diretivas, encerrada em 2008, em que havia sido estabelecida a meta de recolhimento de 55% de todas as embalagens em circulação, o desempenho de cada país foi bastante diferente, mas a maioria alcançou resultado bastante positivo. O melhor índice foi registrado na Bélgica (80% da meta). Chipre, Romênia e Polônia tiveram os desempenhos mais baixos.



O executivo da Pro Europe citou algumas mudanças ocorridas em sua terra natal, desde a introdução das Diretivas Europeias. “Em Portugal, até 1997, existiam 300 lixões nos cerca de 320 municípios do país. Hoje, não há nenhum em atividade, e todos os resíduos recolhidos são descartados em três centrais de incineração.” Essa informação é bastante relevante, porque a PNRS determina, entre várias outras diretrizes, que, a partir de 2014, todos os lixões no Brasil sejam extintos.



Para o secretário do Ministério do Meio Ambiente, o cidadão é a base fundamental da PNRS. E com o intuito de se instituir uma responsabilidade compartilhada que o Governo Federal está discutindo uma campanha nacional de educação ambiental. “Se a população não for parte integrante e ativa a política não entrará em prática”, esclarece Silvano Silvério Costa.



No que tange os pontos empresariais, o secretário também afirma que não tendo o acordo setorial, dentro dos prazos estipulados, o Governo toma para si esta questão. Mas abranda, pontuando que todos estão trabalhando ao máximo para que o acordo atenda aos envolvidos de forma plena.



Prova disso, segundo o Costa, é o Programa Pro Catador, que viabiliza a inclusão dos catadores na cadeia da logística reversa. “Temos um Comitê Interministerial para pensar na capacitação e melhorias das cooperativas e dos catadores” finaliza o secretário.



Já o analista de políticas industriais da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Wanderley Baptista, afirma que em dois meses a indústria apresentará os processos até então desenhados para a PNRS. Além disso, apresentou o status de cada um dos setores: agrotóxicos, pneus, óleos lubrificantes, lâmpadas, eletroeletrônicos, embalagens de resíduos perigosos e embalagens em geral.



Os cases apresentados no II Fórum, também movimentaram os participantes esclarecendo dúvidas, fluxos e processos que já estão no mercado, com bons resultados. Entre eles, os Correios (tema: logística reversa de pós-venda), Pão de Açúcar (busca da excelência logística e sustentabilidade), TGestiona (novas soluções de logística reversa de produtos eletrônicos), Totvs (tecnologia de informação na logística reversa), Philips (logística reversa de eletrônicos) Chame o Gênio (assistência técnica de eletrônicos no varejo), Associquim e Sindiquim (programa de responsabilidade na distribuição), Inpev (logística reversa de embalagens vazias de defensivos agrícolas), e Oxil (manufatura reversa de eletrônicos).



O encerramento ficou com a apresentação da pesquisa inédita “Hábitos de Logística Reversa no Brasil 2011”, realizada pelo CLRB - Conselho de Logística Reversa do Brasil, que entre outros aspectos abordou que 60%, das 71 empresas respondentes, possuem um índice de retorno dos produtos de pós-venda entre 5 % e 10% do total de sua produção, sendo que cerca de 10% aponta um índice maior que 10% de retorno. Já o custo deste retorno sobre as vendas dos produtos, para 55% dos pesquisados, foi de 1% a 5% e para 30% das empresas está entre 5% e 10%.



Além disso, a pesquisa conclui que empresas participantes estão conscientes da oportunidade de competitividade através da logística reversa, seja pela redução de custos, diferenciação no mercado, satisfação de clientes ou pelo reforço de imagem corporativa ou de marca. “Porém, as respostas indicam que as ações de diversas naturezas estão ainda aquém das expectativas em muitas empresas”, garante Paulo Roberto Leite, presidente do CLRB. O executivo também afirma que, segundo a pesquisa, é baixo o domínio de processos e informações sobre a logística reversa dentro das empresas. “Como consequência percebe-se muitas oportunidades de melhorias, e, portanto de ganhos”, finaliza Leite.



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Dinamarca é referência em turismo ecológico

Dinamarca é referência em turismo ecológico


Postado em 31/03/2011 ás 10h41

Autoria e fonte: http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/2281



A Dinamarca já ficou famosa por sediar a COP 15 (Conferência Climática da ONU) e por possuir uma das melhores cidades para ciclistas do mundo, a capital Copenhague. Mas, os itens verdes não param por aí e estão em boa parte da política e do turismo dinamarquês.



A prova de que o país se preocupa realmente com a sustentabilidade e bem-estar de seus habitantes e visitantes é o formato que domina entre os hotéis. Somente em Copenhague, 58% dos edifícios hoteleiros possuem a certificação “Green Key”, que comprova que a rede reaproveita água, utiliza energia solar e oferece alimentos sem agrotóxicos aos seus hóspedes.



Como não poderia faltar, em uma cidade que é conhecida como a melhor para os ciclistas, grande parte dos hotéis oferece serviço de locação de bicicletas. Assim, os turistas conseguem trafegar sem dificuldades por todo o município. A estrutura é tão segura e eficiente, que interliga as ciclovias ao metrô, deixando o trajeto mais rápido do que de carro, e os usuários podem deixar as bikes soltas na porta de casa ou da estação sem preocupações com roubos.



Para os mais sedentários, que não costumam levar uma vida sobre as duas rodas e sem motor, existe a opção de táxis elétricos. Os carros são sinalizados pela cor verde, garantindo que o usuário não contribuirá para as emissões de gases de efeito estufa geradas a partir de combustíveis fósseis automotivos.



O país ainda é exemplo na produção de energia renovável, tendo 20% de toda a sua eletricidade obtida a partir da força dos ventos, através de fazendas eólicas. “As políticas ambientais são propostas por todos os partidos, dos conservadores aos socialistas”, explica Kristian Wederkinck, apresentando um modelo político que serve de exemplo para muitos outros países, que querem ser, pelo menos, um pouco parecidos com o mais sustentável da Europa. Com informações da Folha.



Redação CicloVivo



Direitos difusos: bichos sem fronteiras

Parques de concentração



Autoria: VIVIEN LANDO vivlando@uol.com.br



Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff0204201130.htm


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Não imagino nada que justifique trancafiar animais selvagens e livres em áreas exíguas

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Quando pequena, a cada vez que fazia o tradicional passeio ao zoológico de São Paulo, ficava maquinando formas de abrir as jaulas e soltar todos os animais. Uma espécie de antecipação de Harry Potter. Mais tarde, em cada viagem, fazia questão de visitar os zoos locais. Os de Berlim e Helsinque, tão arrumadinhos. O de Moscou, desolador.

Nunca considerei aquilo como lazer. Quando muito, uma espécie de teste de resistência, só para ver até onde suportaria. E o limite foram as notícias, semana passada, sobre o zoológico de Kiev, na Ucrânia, onde um batalhão de animais vem morrendo. Considerado um dos melhores da ex-União Soviética, o Kivski Zoopark vem sendo vítima de corrupção brava, capaz de vender animais no mercado negro e desviar os recursos de alimentação e veterinário sabe-se lá para onde.

O elefante Boy foi encontrado morto em 2010, seguido de uma camelo e uma zebra. Antes deles, em 2007, uma ursa marrom idosa começou a bater a cabeça na parede, desesperada com o pequeno espaço e a companhia de um urso malaio macho. Foi sacrificada.

Também a China vem enfrentando problemas com vários parques e, no ano passado, 11 tigres siberianos morreram de fome no de Shenyong, ao norte do país.

O que vem de encontro à argumentação de que uma das razões de existência dos zoos é a preservação de espécies em via de extinção. Como o tigre siberiano, justamente. Que destino besta é esse do espécime encarregado de conservar sua espécie no planeta às custas de uma vida de confinamento, longe de seu habitat natural e de seus semelhantes? E à base de reprodução artificial!

A outra defesa da existência dos zoológicos é a de que servem às crianças para tomarem contato com bichos que não encontrariam nas esquinas da cidade. Belo início de relacionamento, realmente, cada um de seu lado das grades e um saco de pipocas a uni-los ou separá-los para sempre.

Não imagino nada que justifique trancafiar animais selvagens e livres em áreas exíguas, mesmo quando quilométricas. Distantes, quase sempre, do tipo de natureza que seus instintos reconhecem. Fora de suas raízes. E muito frequentemente maltratados na alimentação, na convivência com os parceiros, na higiene. A ponto de perderem, eles mesmos, a noção nata de como se cuidarem para não morrer.






Zoo de Benghazi vive dias de penúria em meio ao conflito


 


DO ENVIADO A BENGHAZI


A diretoria desertou. Animais estão sumindo. Falta dinheiro nos cofres e os bichos só têm comida graças a doações de famílias ricas.

Esses são alguns dos problemas que atingem o Zoológico de Benghazi, fechado desde 17 de fevereiro, quando a cidade foi palco do levante antigoverno que se espalhou pelo resto da Líbia.

O parque era um dos principais pontos de diversão do leste do país, atraindo diariamente visitantes de Ajdabiyah, Darna e Bayda, além dos de Benghazi, segunda maior aglomeração líbia.

Às sextas, dia santo muçulmano, o zoológico recebia uma média de 2.000 visitantes, segundo o supervisor Faraj Abderaouf, 37, que abriu as portas do local à Folha.

Abderaouf gerencia o local desde que o diretor, ligado a Muammar Gaddafi, fugiu, logo no início do levante.

O supervisor atribui ao chefe o sumiço de antílopes, pássaros e até gaiolas ocorrido nos últimos dias. Uma picape de serviço também foi levada do estacionamento.

"Não sei o que farão com os bichos roubados", diz Abderaouf, cujo animal preferido é a elefanta Aïcha. Ele teme que as tropas de Gaddafi exterminem os animais caso cheguem de novo à cidade.

Apesar das dificuldades, Aïcha, o urso, os crocodilos e os muflons (espécie de ovelha selvagem) aparentam estar em bom estado. As jaulas são limpas, mas os gramados precisam ser aparados. Os vetustos brinquedos do parque estão parados há anos.

O supervisor afirma que membros da antiga diretoria apareceram na semana passada para esvaziar os cofres do parque. Segundo ele, o governo de transição já entrou em contato para ajudar.





 

Para ler com atenção e refletir



Fonte: http://www.ch-br.net/quatropatasecia/p/informativo/direito_animais.htm#declaracao

Declararação Universal dos direitos dos animais

Nova legislação

Direito dos seres sensientes

Crimes Ambientais


Direitos fundamentais para os animais?




Fonte: http://www.anda.jor.br/2009/05/15/direitos-fundamentais-para-os-animais/


Questão de ética – autoria: Sônia T. Felipe



15 de maio de 2009

O emprego do princípio do respeito à autonomia prática animal (Steven M. Wise, Drawing the Line) evidencia na zooética (ética para defesa dos animais) o reconhecimento de que os animais têm a capacidade de orientar-se seguindo padrões mentais constituídos por suas experiências próprias, além de seguirem padrões de interação ambiental e social aprendidos de seus progenitores. A existência de tais padrões singulares nos leva a reconhecer que temos deveres positivos (de benefícência e defesa) e negativos (de não-maleficência e proteção) em relação a eles.



Padrões típicos da espécie são herdados pelos indivíduos na chamada bagagem genética específica. Por outro lado, padrões singulares individuais são formados pela mente particular de cada indivíduo animal, analogamente ao que ocorre com humanos. Animais têm a capacidade de interagir de acordo com padrões próprios de sua espécie e, entretanto, dar uma forma de expressão a esse padrão que permite identificar o indivíduo animal como único. Entre as interações mais importantes para a manutenção da vida biológica e da integridade psicológica animal está a liberdade de conduzir seu corpo na busca do autoprovimento e, quando adulto, na busca do provimento de sua prole.



O que caracteriza a vida animal é o fato da liberdade dada pelo ato de nascer. Não se trata, nesse caso, do conceito de liberdade apregoado pela filosofia moral, mas da liberdade física. Ao ser rompida a ligação entre o organismo recém-formado e aquele que o provera ao longo da gestação, o animal adquire a liberdade do seu corpo.



Mas toda liberdade tem um custo. Também para os animais. Libertos do cordão umbilical que os impede de moverem-se para proverem-se, mamíferos adquirem o estatuto de indivíduos e passam a responder por sua vida. Para isso, precisam aprender padrões específicos de provimento. Se errarem, morrem. Isso vale para a escolha do alimento e para o movimento empreendido naquela.



“Mover-se para prover-se” é, pois, a condição de todo animal, dos mamíferos às aves, répteis e aquáticos. Não podem ficar parados à espera de que o alimento lhes caia na boca, como se fossem eternos filhotes. Bicando e bicando, na tentativa de obter os nutrientes que já se esgotaram, aves e répteis não-nascidos rompem a casca que os protege e ao mesmo tempo, já sem nutrientes, os ameaça de morte. Rompida, a casca deixa de ser a cápsula na qual estavam fechados para o ambiente externo. Essa liberdade do corpo tem custos. Por estarem separados do alimento, os animais precisam mover-se até o alcançarem. O intento não pode falhar. É preciso formar padrões específicos e individuais de movimento em busca do autoprovimento, uma responsabilidade pela vida que iguala animais de toda espécie, em liberdade.



Entendíamos a liberdade do corpo (de não ser aprisionado, expropriado, escravizado nem exterminado) como valor humano fundamental. Elaboramos a Declaração Universal dos Direitos Humanos em 10 de dezembro de 1948. Grande parte dos artigos se refere à proteção da liberdade física e mental. Mas, inegavelmente, nossa condição orgânica nos assemelha aos animais. Já não devemos estranhar a exigência que nossa racionalidade não-instrumental nos tem feito, de conceber e concluir igualmente que a condição da liberdade física iguala animais não-humanos e humanos.



Para todas as espécies animais, a vida só é possível se cada indivíduo for livre para buscar seu provimento, e se puder expressar sua concepção de autoprovimento formando conceitos numa mente singular, entendida como a trama de afetos, emoções, pensamentos e sentimentos que orientam de forma específica, e ao mesmo tempo num recorte singular, o mover-se para prover-se individual.



Ser ético em relação aos animais é reconhecer a validade dos direitos fundamentais, os relativos à sua autonomia prática, por reconhecer que são tão vulneráveis quanto o somos ao aprisionamento, exploração física, escravização, maus-tratos e morte.










Declaração Universal dos Direitos dos Animais



1 - Todos os animais têm o mesmo direito à vida.

2 - Todos os animais têm direito ao respeito e à proteção do homem.

3 - Nenhum animal deve ser maltratado.

4 - Todos os animais selvagens têm o direito de viver livres no seu habitat.

5 - O animal que o homem escolher para companheiro não deve ser nunca ser abandonado.

6 - Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe causem dor.

7 - Todo ato que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida.

8 - A poluição e a destruição do meio ambiente são considerados crimes contra os animais.

9 - Os diretos dos animais devem ser defendidos por lei.

10 - O homem deve ser educado desde a infância para observar, respeitar e compreender os animais.



Preâmbulo:



Considerando que todo o animal possui direitos;



Considerando que o desconhecimento e o desprezo desses direitos têm levado e continuam a levar o homem a cometer crimes contra os animais e contra a natureza;



Considerando que o reconhecimento pela espécie humana do direito à existência das outras espécies animais constitui o fundamento da coexistência das outras espécies no mundo;



Considerando que os genocídios são perpetrados pelo homem e há o perigo de continuar a perpetrar outros;



Considerando que o respeito dos homens pelos animais está ligado ao respeito dos homens pelo seu semelhante;



Considerando que a educação deve ensinar desde a infância a observar, a compreender, a respeitar e a amar os animais,



Proclama-se o seguinte



Artigo 1º



Todos os animais nascem iguais perante a vida e têm os mesmos direitos à existência.



Artigo 2º



1.Todo o animal tem o direito a ser respeitado.



2.O homem, como espécie animal, não pode exterminar os outros animais ou explorá-los violando esse direito; tem o dever de pôr os seus conhecimentos ao serviço dos animais



3.Todo o animal tem o direito à atenção, aos cuidados e à proteção do homem.



Artigo 3º



1.Nenhum animal será submetido nem a maus tratos nem a atos cruéis. 2.Se for necessário matar um animal, ele deve de ser morto instantaneamente, sem dor e de modo a não provocar-lhe angústia.



Artigo 4º



1.Todo o animal pertencente a uma espécie selvagem tem o direito de viver livre no seu próprio ambiente natural, terrestre, aéreo ou aquático e tem o direito de se reproduzir.



2.toda a privação de liberdade, mesmo que tenha fins educativos, é contrária a este direito.



Artigo 5º



1.Todo o animal pertencente a uma espécie que viva tradicionalmente no meio ambiente do homem tem o direito de viver e de crescer ao ritmo e nas condições de vida e de liberdade que são próprias da sua espécie.



2.Toda a modificação deste ritmo ou destas condições que forem impostas pelo homem com fins mercantis é contrária a este direito.



Artigo 6º



1.Todo o animal que o homem escolheu para seu companheiro tem direito a uma duração de vida conforme a sua longevidade natural.



2.O abandono de um animal é um ato cruel e degradante.



Artigo 7º



Todo o animal de trabalho tem direito a uma limitação razoável de duração e de intensidade de trabalho, a uma alimentação reparadora e ao repouso.



Artigo 8º



1.A experimentação animal que implique sofrimento físico ou psicológico é incompatível com os direitos do animal, quer se trate de uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer que seja a forma de experimentação.



2.As técnicas de substituição devem de ser utilizadas e desenvolvidas.



Artigo 9º



Quando o animal é criado para alimentação, ele deve de ser alimentado, alojado, transportado e morto sem que disso resulte para ele nem ansiedade nem dor.



Artigo 10º



1.Nenhum animal deve de ser explorado para divertimento do homem.



2.As exibições de animais e os espetáculos que utilizem animais são incompatíveis com a dignidade do animal.



Artigo 11º



Todo o ato que implique a morte de um animal sem necessidade é um biocídio, isto é um crime contra a vida.



Artigo 12º



1.Todo o ato que implique a morte de grande um número de animais selvagens é um genocídio, isto é, um crime contra a espécie.



2.A poluição e a destruição do ambiente natural conduzem ao genocídio.



Artigo 13º



1.O animal morto deve de ser tratado com respeito.



2.As cenas de violência de que os animais são vítimas devem de ser interditas no cinema e na televisão, salvo se elas tiverem por fim demonstrar um atentado aos direitos do animal.



Artigo 14º



1.Os organismos de proteção e de salvaguarda dos animais devem estar representados a nível governamental.



2.Os direitos do animal devem ser defendidos pela lei como os direitos do homem.





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Declaração de Direitos dos Seres Sensientes





0) Ser Sensiente

É um ser sensiente todo aquele que pode sofrer fisicamente ou psiquicamente, e que se caracteriza por possuir um sistema nervoso e um cérebro desenvolvidos. O conjunto dos seres sensientes compreende entre outros as espécies vertebradas, os mamíferos (humanos ou não), os pássaros, os répteis, os anfibios e os peixes.



1) Direitos fundamentais

Todo o ser sensiente tem direito á vida e ao bem estar.



2) Principio de igualdade

No conjunto dos seres sensientes e devido aos seus direitos fundamentais, as prerrogativas de cada um cessam onde começam as de outros.



3) Enquadramento legal

A lei rege os actos dos seres humanos sensientes. As interacções dos seres sensientes humanos estão regulamentadas pela legislação existente. As interacções dos seres sensientes humanos com os seres sensientes não humanos estão estabelecidas no artigo seguinte.



4) Modalidades

Todo o acto de um ser sensiente humano que atente contra os direitos fundamentais de um ser sensiente não humano é ilegal. Consideram-se actos ilegais entre outros:

- A caça, a pesca, a matança para alimentação;

- os maus tratos ocasionados pela criação, a experimentação científica, os espectáculos, a domesticação.



Assine petição online





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Nova Legislação



A nova Lei de Crimes Ambientais de nº. 9605/98, em seu art. 32, estabelece detenção de três meses a um ano e multa para quem "praticar ato de abuso, maus tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos" ou para "quem realizar experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos".



Este artigo também estabelece no seu § 2º. que "a pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal".



Até a regulamentação desta Lei, o Decreto-Lei nº. 24645/34 regula as situações de abuso e maus-tratos.





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Crimes Ambientais



Praticar ato de abuso e crueldade em um animal era considerado contravenção penal ( Art. 64 Lei Contravenções Penais). A partir da Lei 9.605, de 12 de Fevereiro de 1998- Lei de Crimes Ambientais, estes atos passam a ser tratados como CRIME.



As penas para quem maltratar um animal pode ser "PRISÃO DE TRÊS MESES A UM ANO, ALÉM DE MULTA".



O que é considerado "maltratar um animal":



Não prover-lhe alimentação adequada e água limpa;



Deixá-lo ao relento sem abrigo, sob o sol, chuva ou frio;



Mantê-lo em corrente curta;



Não procurar um veterinário se o animal adoecer;



Manter o animal em lugar anti-higiênico;



Abandonar um animal doméstico à sua sorte;



Mutilar um animal;



Utilizar este animal em shows que possam lhe causar pânico ou estresse;



Utilizar animais em experiências cruéis sem uso de anestésicos e sedativos adequados;



Agredir fisicamente um animal indefeso;



Matar um animal (exceto eutanásia, em caso deste animal estar muito doente e sem possibilidade de cura e aqueles destinados à alimentação. Neste caso, o abate deve ser de acordo com procedimentos humanitários, sem causar sofrimento ao animal.);



Deixar seu animal vagar desacompanhado pelas ruas, sem uso de guias, permitindo que corra o risco de ser atropelado;



Não dar atenção e carinho aos animais de estimação, privando-os da companhia e do atendimento humano.

Eu não sou cachorro não... Bicho de estimação terá que pagar passagem para viajar de ônibus

Bicho de estimação terá que pagar passagem para viajar de ônibus






O pitbull Bel, passeia no banco transeiro do carro da sua dona, a professora Rosana Frega


02/04/2011 - 03h00

Bicho de estimação terá que pagar passagem para viajar de ônibus

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DE SÃO PAULO


O transporte de animais domésticos em linhas de ônibus que fazem transporte rodoviário dentro de São Paulo agora tem regras específicas.



Só serão aceitos animais com no máximo dez quilos, acondicionados em recipiente apropriado: uma espécie de contêiner de fibra de vidro, ou de material parecido, à prova de vazamentos.



Autor Adriano Vizoni/Folhapress






Os animais não poderão ir no colo do dono e, por isso, será necessário o pagamento da tarifa regular da linha pelo assento que ele utilizará.



O ônibus poderá ter apenas dois animais por viagem. A portaria foi publicada anteontem no "Diário Oficial".



As regras valem para as 676 linhas com 3.030 ônibus rodoviários que circulam nas estradas do Estado.



Antes, cada empresa tinha uma regra diferente para aceitar os bichos.



As exigências não valem para o transporte de cães-guia. Eles não poderão ser vetados nos ônibus rodoviários. E as empresas também não poderão cobrar tarifa extra pelo transporte desses animais.



TRANSPORTE



ÔNIBUS MUNICIPAIS

Segundo a SPTrans, é proibido o transporte de animais nos ônibus municipais, sob pena de multa de R$ 180 à empresa. A proibição, no entanto, não vale para os cães-guia de deficientes visuais.



TÁXIS

Não existe proibição. O transporte depende do motorista.



EM VEÍCULOS

De acordo com o Código de Trânsito:

- é proibido conduzir animais* nas partes externas do veículo (por exemplo, na caçamba ou para fora da janela). Infração grave e multa

- é vetado o transporte de animais* entre as pernas e braços ou do lado esquerdo do motorista. Infração média e multa



Também vale para pessoas e volume material

Salvo casos autorizados

PORTARIA



Leia a íntegra da portaria da Artesp:



"Portaria Artesp -16

Dispõe sobre o transporte de animais domésticos no Serviço Rodoviário Intermunicipal de Transporte Coletivo de Passageiros



O Diretor Geral da Agencia Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo - Artesp, considerando a necessidade de adequar o modo e o meio do transporte de animais domésticos a bordo dos veículos das linhas Rodoviárias Intermunicipais, consoante o previsto no artigo 31 inciso VII do Regulamento aprovado pelo Decreto 29.913/89, resolve:



Art. 1º. É impedido o transporte de animal que por sua espécie, tamanho, ferocidade, peçonha ou saúde, comprometa o conforto e a segurança do veículo, de seus ocupantes ou de terceiros.



Art. 2º. O transporte de animal doméstico vivo, de pequeno porte, será permitido se forem atendidas as seguintes condições:

I. Seja apresentado pelo passageiro atestado sanitário emitido no máximo 15 dias antes da viagem, por médico veterinário devidamente registrado no Conselho Regional de Medicina Veterinária da Unidade Federativa de origem dos animais, comprovando a saúde dos mesmos e o atendimento às medidas sanitárias definidas pelo serviço veterinário oficial e pelos órgãos de saúde pública, com destaque para a comprovação de imunização antirrábica.



II. Que o animal possua no máximo 10 quilos e esteja acondicionado em recipiente apropriado para transporte, isento de dejetos, água e alimentos e que garanta a segurança, a higiene e o conforto deste e dos passageiros. Durante o trajeto, nos pontos de parada, se necessário, o responsável pelo animal deve providenciar a higienização do recipiente.



III. O recipiente para o acondicionamento do animal deverá ser contêiner de fibra de vidro ou material similar resistente, sem saliências ou protuberâncias, à prova de vazamentos, de tamanho máximo 41x36x33 centímetros (CxLxA), e deverá ser transportado no habitáculo do veículo, obrigatoriamente no assento ao lado de seu proprietário, não cabendo ao transportador, qualquer responsabilidade a que não der causa, pela integridade física do animal no período do transporte.



IV. Que o carregamento e descarregamento do animal doméstico sejam realizados sem prejudicar a comodidade e a segurança dos passageiros e de terceiros, e sem acarretar alteração no cumprimento do quadro de regime de funcionamento da linha.



V. Que, para o transporte de aves domésticas e, animais e aves silvestres da fauna brasileira ou exótica, seja apresentada autorização de trânsito do IBAMA.



VI. Excepcionalmente, os animais poderão ser transportados em compartimento isolado, desde que o veículo disponha de local apropriado, com perfeitas condições de iluminação, ventilação e segurança, garantindo o seu bem estar.



VII. A critério do proprietário, o animal poderá ser sedado para a viagem, desde que sob supervisão de médico veterinário, sem qualquer responsabilidade do transportador.



Art. 3º. Será cobrada a tarifa regular da linha pelo assento utilizado para o transporte do animal.



Art. 4º. Fica limitado á no máximo 02 (dois) o número de animais a serem transportados a bordo do veículo por viagem.



Art. 5º. - Esta Portaria entrará em vigor na data de sua publicação, ressalvadas a observância às demais legislações que regem a matéria, que com esta não conflitem.






Sustentabilidade Jurídica: Justiça terá horário-padrão em todo o país, das 9h às 18h.

Justiça terá horário-padrão em todo o país


02/04/2011 - 09h15



Fonte http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/897403-justica-tera-horario-padrao-em-todo-o-pais.shtml

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Autor MÁRCIO FALCÃO

DE BRASÍLIA



O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) decidiu padronizar o horário de atendimento dos tribunais e varas de todo o país. Eles deverão funcionar das 9h às 18h, de segunda a sexta-feira.



Com isso, estarão disponíveis em horário ampliado serviços como audiências, retirada de certidões, consulta a processos e ao Ministério Público, entre outros. A resolução do CNJ vai valer após ser publicada no "Diário Oficial da Justiça", o que deve ocorrer em duas semanas.



A deliberação foi uma resposta a um pedido da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) do MS. Hoje, cada órgão define seu horário de atendimento ao público. Alguns abriam apenas pela manhã ou pela tarde.



O TJ de São Paulo, por exemplo, funciona de 12h30 às 19h para atender o público e a partir das 9h para receber advogados e estagiários.



Segundo o relator do caso, conselheiro Walter Nunes da Silva Jr., a falta de um horário único traz prejuízos aos usuários.



"Isso estava trazendo prejuízo. Para você ter uma ideia, no mesmo Estado, a Justiça Federal tinha um horário de expediente, a Justiça Estadual outro e a Justiça do Trabalho outro", diz Silva.



O conselheiro não descarta um aumento de gastos para o Judiciário. Ele disse, no entanto, que isso será justificável porque o acesso à Justiça estará facilitado.

"Não me parece razoável que exista atendimento só pela manhã ou pela tarde."



Os servidores do Judiciário receberam com desconfiança a ordem do CNJ. Argumentam que a medida pode ampliar a jornada de trabalho dos servidores, que é de seis ou sete horas corridas.



A Fenajud (Federação Nacional dos Servidores do Judiciário nos Estados) pediu uma audiência com o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, para discutir a questão.



"Não somos contra a ampliação do horário, mas não queremos que a carga horária mude ", disse a presidente da entidade, Maria José Silva.



O novo horário não atinge o STF (Supremo Tribunal Federal), que não tem vínculo com o CNJ. O Supremo atende o público das 11h às 19h, mas presta serviços por telefone das 8h às 22h.



quinta-feira, 31 de março de 2011

Made in Forest – primeira rede ambiental global com foco no meio ambiente e sustentabilidade - lançou em Janeiro de 2011 a ECONOMIA VERDE

30/03/2011 - 14:49

Rede ambiental global organiza e divulga a Economia Verde do Brasil em parceria com as Secretarias de Meio Ambiente

Da Assessoria

A Made in Forest – primeira rede ambiental global com foco no meio ambiente e sustentabilidade - lançou em Janeiro de 2011 a ECONOMIA VERDE – um serviço pioneiro realizado junto as Secretarias de Meio Ambiente de cada Município, cujo objetivo é identificar, organizar e divulgar para a população o mais completo banco de dados de Ong’s Ambientais, Empresas de eco produtos, serviços, turismo, educação ambiental e pontos de reciclagem de cerca de 40 tipos diferentes de materiais recicláveis.



A rede ambiental possui estrutura tecnológica com padrão mundial e gera sinergia na atuação dos municípios em uma única rede, inserindo cada cidade e sua economia verde no Brasil e no mundo, dando visibilidade democrática a pequenas, grandes companhias e programas de Educação Ambiental por meio de uma sala de reunião virtual (na internet) possibilitando reuniões, treinamentos e educação ambiental a distancia. A estruturação do sistema visa também colaborar com os 21 programas ambientais estratégicos do Governo de São Paulo: “Município Verde e Azul”, “Ecoturismo”, entre outros.

A utilidade do Made in Forest para os serviços publico e privado, cidadãos, ONGs e todos aqueles ligados na causa ambiental, é a credibilidade de seu conteúdo, organizado e fiscalizado diariamente por colaboradores e eco consumidores presentes in loco em cada comunidade. De acordo com Martin Mauro, sócio fundador da rede ambiental “O crescimento da preocupação ecológica da economia representa uma inegável e indelével revolução”.



Cada empresa cadastrada é responsável por alimentar a sua própria página com conteúdo pertinente ao seu negócio, gratuitamente. “Estamos ampliando o conhecimento e as oportunidades de negócios verdes através do intenso relacionamento gerado entre os membros da rede. A plataforma na internet esta conectando responsabilidade social e valores ambientais, gerando renda e empregos sustentáveis para cidadãos e municípios”, afirma Fábio Biolcati, sócio fundador da Made in Forest



A economia verde será uma das principais discussões da Rio+20, Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, marcada para 2012, no Rio de Janeiro. Entre as oportunidades identificadas para que o Brasil construa uma economia verde está o surgimento de novas tecnologias que construa relacionamentos e negócios de forma sustentável, interligando toda esta economia.



Prefeitos e Secretários do Meio Ambiente de todo Brasil que tenham interesse de organizar e divulgar a Economia Verde e ações ambientais do seu município envie email para: agenda@madeinforest.com

Conheça a Rede Ambiental: www.madeinforest.com



Sobre a Made in Forest





A Made in Forest tem como finalidade identificar, organizar e divulgar a economia verde de cada município do Brasil. Criada no mesmo conceito das redes sociais, a “rede do bem” surgiu em fevereiro de 2010, pela iniciativa dos empresários Fábio Biolcati e Martin Mauro



Desde seu início, a Made in Forest já conta com mais de 25 mil cadastrados, entre empresas e consumidores, com visitantes de mais de 70 países, pois a rede pode ser traduzida para mais de 50 idiomas.



Todo conteúdo é divulgado também nas Redes Sociais: Twitter @madeinforest, Facebook e Orkut, mais de 3.000 eco consumidores se atualizam sobre as empresas verdes por meio das informações divulgadas regularmente pela Rede Ambiental.



Governo do Rio afirma que Maracanã vai ficar pronto no ano que vem. O Itaquerão nem saiu do papel...

Governo do Rio afirma que Maracanã vai ficar pronto no ano que vem


UOL

Autoria e fonte: http://www.ie.org.br/site/noticia.php?id_sessao=4&id_noticia=5159

Publicado em 30 de Março de 2011





O Maracanã está aberto à Fifa para mostrar que as obras do estádio estão dentro do cronograma e que a arena ficará pronta para a Copa das Confederações, afirmou nesta quarta-feira a secretária estadual de Esportes do Rio de Janeiro, Márcia Lins.



"O (presidente da Fifa, Joseph) Blatter não precisa ficar preocupado que o cronograma será cumprido", afirmou ela em entrevista à Reuters.



O suíço Blatter manifestou esta semana preocupação com o andamento das obras nos estádios das cidades que serão sede da Copa de 2014 e declarou que o Brasil está mais atrasado em sua preparação para o Mundial que a África do Sul, palco da Copa de 2010.



O dirigente alertou que os atrasos podem deixar Rio e São Paulo fora da Copa das Confederações, e disse que problemas políticos prejudicam ainda mais os preparativos, o que foi negado pelo comitê organizador e pelo governo brasileiro.



"Se tiverem dúvidas elas podem ser esclarecidas. Podem vir aqui e acompanhar o andamento das obras do Maracanã", afirmou a secretária, acrescentando que a falta de informações precisas pode ter motivado o alerta da Fifa.



"Temos câmeras que monitoram as obras e o comitê organizador local tem acesso. Há visitações diárias e inspeções que podem comprovar que o Maracanã não será problema para a Copa das Confederações. O estádio vai estar pronto em dezembro de 2012. Não há risco disso não acontecer", enfatizou.



Márcia Lins disse que trabalha com a perspectiva de que o Maracanã seja a principal arena da Copa das Confederações, que será realizada em 2013 e servirá como principal teste para o Mundial de 2014.



"Isso será uma questão natural. Um dos objetivos da Copa das Confederações é testar os estádios para a Copa. O Maracanã, além de ser o palco da final de 2014, será usado para outros jogos. O Rio é também a porta de entrada do Brasil, o que dá ainda mais relevância ao estádio", afirmou .



A secretária disse que o Maracanã está em fase final de demolição de áreas que serão remodeladas ou reconstruídas, como arquibancadas e rampas. Os operários também já iniciaram a fundação de novas instalações como rampas e estruturas pesadas.



No próximo dia 19, será apresentado o projeto executivo das obras do estádio, que vai detalhar todas as intervenções que serão feitas. Nesse dia, será divulgado se a cobertura do estádio será restaurada ou totalmente refeita em função de problemas de infiltração detectados. Dependendo da solução, o orçamento da obra poderá subir dos atuais 705 milhões de reais para mais de 1 bilhão de reais.



"Se optar pela restauração, a vida útil será de mais 10 anos, e se optar por uma reconstrução o tempo de vida pode ser de 20, 30 anos dependendo do material a ser usado", avaliou.



Recentemente, a planilha de obras no estádio foi contestada pelo Tribunal de Contas da União, que determinou a suspensão de repasses de verbas federais do BNDES até que as dúvidas fossem sanadas.







quarta-feira, 30 de março de 2011

Quantas bananas eu preciso comer para sofrer mutações com a radiação?

Gráfico sobre radiação

Autoria: GizModo


Publicado em 30 de Março de 2011


Nós andamos falando bastante sobre radiação ultimamente – e com bons motivos – mas pode ser difícil entender o que todos esses números significam. A radiação está sempre presente no nosso dia a dia. Quanto de radiação é seguro? Quanto é perigoso? Quantas bananas eu preciso comer para sofrer mutações? Este gráfico nos mostra tudo isso com uma paleta de cores.



O gráfico abaixo está em escala logarítmica, e usa como uma das fontes o infográfico do XKCD, mas acho este gráfico um pouco mais fácil de entender. O gráfico também coloca os níveis mais altos de radiação em comparação com Fukushima: chegando a até 400 mSv, isto corresponde a oito vezes mais que o limite estabelecido para quem trabalha com radiação nos EUA.



Ainda assim, este é um nível de radiação do qual é possível se recuperar: na verdade, só a partir de 4.000 mSv as chances de sobrevivência começam a cair. E, pelo que vemos no final do gráfico, a morte por radiação praticamente nunca é imediata: mesmo exposto ao dobro da radiação no núcleo de Chernobyl, uma pessoa levaria horas para morrer – a morte, no entanto, seria certa.









Estudo afirma que floresta amazônica vale mais em pé do que derrubada...qualquer floresta!

Estudo afirma que floresta amazônica vale mais em pé do que derrubada

Postado em 30/03/2011 ás 10h49



 

O valor da floresta amazônica em pé é muito maior do que a madeira, carne bovina e outros produtos que são obtidos com sua destruição. Essa é a ideia central do trabalho intitulado “Environmental Services As Strategy for Sustainable Development in Rural Amazonia” (Serviços Ambientais como Estratégia para o Desenvolvimento Sustentável na Amazônia Rural), um dos finalistas da 10ª edição do Prêmio Péter Murányi 2011 - Desenvolvimento Científico e Tecnológico. O autor dele é o pesquisador Philip Fearnside, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia dos Serviços Ambientais da Amazônia (INCT-Servamb).



De acordo com Fearnside, o valor da mata em pé tem o potencial de formar uma base econômica para sustentar a população no interior da região muito melhor do que a economia atual. Para fazer essa afirmação, Fearnside se baseia nos serviços ambientais que a floresta amazônica fornece aos seres humanos. “São os benefícios que a sociedade recebe dela a partir das suas funções ecológicas, tais como a manutenção da biodiversidade, o ciclo hidrológico e o armazenamento de carbono, que evita o aquecimento global. O problema é que ninguém paga por estes serviços hoje, mas isto pode mudar.”



Para usá-los como estratégia para o desenvolvimento sustentável na Amazônia, no entanto, seria necessário, segundo o pesquisador, primeiro quantificá-los melhor. “Isto tem sido o foco de muitas das minhas pesquisas, especialmente sobre como evitar o aquecimento global. Depois, para poder tomar medidas contra a destruição e quantificar os seus benefícios, precisamos entender o funcionamento do processo de desmatamento, incluindo o efeito de decisões políticas, tais como a construção de estradas e a criação de áreas protegidas. Temos feitos vários avanços nesse sentido.”



Outra área essencial é a negociação de mecanismos institucionais para recompensar os serviços ambientais, inclusive em nível internacional. Ou seja, é preciso criar formas de transformar o valor da floresta em pé no alicerce de uma economia baseada em manter ao invés de destruir este ecossistema.



O serviço ambiental que está mais próximo de poder ser transformado em dinheiro é a capacidade da floresta de estocar carbono, para evitar o efeito estufa. “Os serviços ligados à água e à biodiversidade estão menos próximos de gerar fluxos monetários substanciais, apesar de ter igual importância”, diz Fearnside. “A parte mais carente na discussão em curso é a proposta social, ou seja, como seria usado o dinheiro para sustentar a população e também garantir a manutenção da floresta e os seus serviços”, finaliza o pesquisador.



Seu trabalho está disponível no site http://philip.inpa.gov.br.



Essa é nova: Carro elétrico não faz sentido no Brasil?

“Carro elétrico não faz sentido no Brasil”, diz Richard Branson. Não concordo.



Autoria e fonte: http://eco4planet.uol.com.br/blog/2011/03/carro-eletrico-nao-faz-sentido-no-brasil-diz-richard-branson-nao-concordo/


Richard Branson tem certeza que o desenvolvimento de combustíveis limpos é um grande negócio. Levando em conta o bom faro que o britânico, fundador e presidente do Grupo Virgin, tem para os negócios, é um indício de que cada vez mais gente deve seguir esse caminho.



Durante a coletiva de imprensa que concedeu nesta sexta-feira, pouco antes de sua apresentação no Fórum de Sustentabilidade, em Manaus (AM), Branson destacou que muitas das aeronaves de sua companhia aérea já utilizam combustíveis mais verdes e que, em breve, 100% dos equipamentos serão abastecidos dessa forma.





Carro elétrico no Brasil

Ainda sob o tema dos combustíveis, Branson afirmou que não faz muito sentido o Brasil investir em carros elétricos:



Em outros países, o elétrico pode ser a resposta, mas, no Brasil, 70% da frota é movida a etanol. Vocês podem trabalhar para elevar isso a 100%. Carro elétrico não faz sentido no Brasil.







Não concordo

O Brasil tem vendido carros flex há muitos anos e desde 2006 essa é a escolha preferida da maioria dos brasileiros segundo a ANFAVEA (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores).



Só no último ano, cerca de 81% dos carros vendidos no país aceitam gasolina e etanol, e isso é realmente positivo já que o etanol polui menos (25% menos CO2 e 35% menos NO) e tem fonte renovável.



Mas ter a opção do etanol não significa abastecer com etanol. Todos os anos, em especial nos períodos de entressafra da cana-de-açúcar, o preço dispara e todos voltam a abastecer com gasolina.



Além disso a mesma cana pode ser usada para a produção de açúcar e, como está acontecendo neste momento e não é a primeira ou última vez, o preço do açúcar está bastante elevado no mercado externo, por isso a produção de etanol se reduz fortemente e o preço sobe mesmo com o início da safra.



Portanto, não podemos contar com o etanol como salvação para que os carros se movimentem de forma mais verde.







Não concordo 2

Pois bem, digamos que todos os carros brasileiros sejam abastecidos com etanol como sugeriu Branson. Isso é melhor que 100% de carros elétricos? Não.



Isso porque, como já dissemos há algum tempo aqui no eco4planet, carros elétricos são sempre menos poluentes: mesmo se a toda a energia provier de usinas termoelétricas de carvão (a fonte mais poluente de geração de energia) ainda assim serão 58% menos CO2 indo para a atmosfera se comparado aos veículos movidos à gasolina. E mesmo com o etanol emitindo cerca de 25% menos CO2 que a gasolina, a energia elétrica ainda está ganhando com larga vantagem.



Se isso já demonstra a vantagem da energia elétrica sobre gasolina e etanol com a forma mais poluente de gerar eletricidade, considere agora que a matriz energética brasileira é baseada em mais de 73% nas hidroelétricas, fora outros 6,5% entre biomassa, eólica e solar.



Carro elétrico FTW!



terça-feira, 29 de março de 2011

Dados sobre a década mais quente desde o início dos registros

29/03/2011 - 10h03




Dados sobre a década mais quente desde o início dos registros




Fonte: http://www.envolverde.com.br/materia.php?cod=88517&edt=
Autoria: Por Fernanda B. Müller, da Carbono Brasil




A Organização Mundial de Meteorologia lançou a sua “Declaração sobre o Status do Clima Global” confirmando que 2010 alcançou temperaturas recorde, fechando a década mais quente já registrada.



A publicação também demonstra recordes na média mundial de precipitação, discutindo enchentes e secas, como no Paquistão, Austrália e Amazônia respectivamente, e documenta ondas de calor na Eurásia.



As altas temperaturas de 2010 (+0,53ºC acima da média do período 1961-1990 de 14ºC) igualaram o recorde dos anos mais quentes, ao lado de 2005 e 1998, “consistente com a aceleração do aquecimento experimentado ao longo dos últimos 50 anos” ressalta a OMM. A temperatura ao redor do globo é registrada desde 1880.A declaração da OMM leva em conta grandes eventos no clima global em 2010, como a transição do fenômeno El Niño para La Niña, este último entre os cinco mais fortes do último século.



O aquecimento foi mais forte em algumas regiões, notadamente norte africano, península arábica, sudeste asiático e Ártico.



América Latina



O norte da América Latina registrou temperaturas na sua maioria acima da média, ficando atrás apenas de 1998. No sul do continente, as temperaturas ficaram dentro da média com condições mais quentes no início e final do ano separadas por um inverno significativamente frio e primavera adiantada.



As chuvas no Rio de Janeiro também foram lembradas pela OMM. A precipitação de 279 mm em 24 horas (4-5 de abril) foi o maior evento registrado em 48 anos.









(Envolverde/Carbono Brasil)







© Copyleft - É livre a reprodução exclusivamente para fins não comerciais, desde que o autor e a fonte sejam citados e esta nota seja incluída.





Bateria transforma entropia em eletricidade

Bateria transforma entropia em eletricidade




Redação do Site Inovação Tecnológica - 29/03/2011


Autoria e fonte: SITE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Bateria transforma entropia em eletricidade. 29/03/2011. Online. Disponível em www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=bateria-transforma-entropia-eletricidade. Capturado em 29/03/2011.





A bateria de mistura entrópica foi fabricada com nanofios de óxido de manganês e eletrodos de prata. [Imagem: ACS/Nano Letters]




Bateria entrópica



Quando a água doce dos rios entra no mar a diferença na salinidade leva a uma mudança de entropia.



Essa diferença de entropia, calculada em 2,2 kJ por litro de água doce, é uma fonte gigantesca de energia renovável.



O grande desafio é extrair essa energia, convertendo-a para formas úteis, eletricidade, por exemplo.



A equipe do Dr. Yi Cui, da Universidade de Stanford, resolveu enfrentar o desafio e demonstrou que o conceito de extração dessa "energia entrópica" pode realmente funcionar na prática.



E funcionar bem: a sua "bateria de mistura entrópica", que gera energia a partir da diferença de entropia entre a água doce dos rios e a água salgada do mar operou com uma eficiência de 74%.



Baterias químicas



O conceito de geração de energia da diferença de entropia já foi estudado e testado antes.



A abordagem mais promissora adotada até agora usa membranas superfinas, parecidas com as usadas em células a combustível a hidrogênio, para que os íons passem de um dos líquidos para o outro, gerando uma corrente.



O enfoque adotado pela equipe de Cui é diferente: a energia extraída da diferença de concentração entre duas soluções é armazenada em baterias químicas - a energia é armazenada como energia química no interior da estrutura química do material usado como eletrodo.



A bateria de mistura entrópica foi fabricada com nanofios de óxido de manganês e eletrodos de prata. O uso de estruturas com dimensões nanoscópicas é importante pela sua grande área superficial, algo essencial para capturar mais energia por área.



A energia é gerada pelo movimento dos íons de sódio e cloro - os dois elementos que compõem o sal da água do mar - através da rede cristalina dos eletrodos. Mas ela pode ser usada com outras soluções.



Eficiência da bateria de entropia



"A bateria foi demonstrada extraindo energia de água real do mar e de um rio, mas pode ser aplicada a uma grande variedade de soluções salinas e água doce," afirmam os pesquisadores.



O rendimento real observado foi de 74%, mas os pesquisadores afirmam que a mera mudança na distância entre os eletrodos pode elevar essa eficiência para algo em torno de 85%.



"Considerando o fluxo de água dos rios para os oceanos como um fator limitador para esse tipo de energia, a produção de energia renovável pode potencialmente alcançar 2 TW, o equivalente a 13% de todo o consumo de energia do mundo," afirmam os pesquisadores.



Bibliografia:



Batteries for Efficient Energy Extraction from a Water Salinity Difference

Fabio La Mantia, Mauro Pasta, Heather D. Deshazer, Bruce E. Logan, Yi Cui

Nano Letters

March 17, 2011

Vol.: Article ASAP

Uma matriz sustentável

Uma matriz sustentável




Autoria e fonte: http://www.ambienteenergia.com.br/index.php/2011/03/uma-matriz-sustentavel/10246



Matriz Limpa - A mudança climática global causada pela concentração de gases de efeito estufa é uma preocupação para a indústria mundial. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) contribui para o tema apresentando informações sobre as emissões de gases de efeito estufa e sua relação com a matriz energética brasileira. O Brasil se destaca mundialmente pela sustentabilidade de sua matriz energética, com forte participação de fontes renováveis de energia. Entre essas, destacam-se a biomassa – extraída da cana-de-açúcar e de florestas plantadas para fins energéticos – e a hidroeletricidade.



Em termos de produção de energia, a matriz energética brasileira confere ao País uma posição de destaque se comparado às nações mais desenvolvidas devido aos recursos naturais e ao amplo uso de etanol para o transporte em veículos leves.

Apenas 9% das emissões de gás carbônico são relacionadas à atividade industrial no Brasil. O uso e a mudança do uso do solo respondem pela maior parte das emissões de gases de efeito estufa.



O Brasil é o terceiro país no volume de emissões reduzidas a partir da aplicação do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). Dentre os projetos de MDL registrados no mundo, o País contribuirá com 8% das emissões a serem evitadas.

Com as informações apresentadas nas páginas a seguir, a CNI contribui para a divulgação de fatos sobre o Brasil e para um melhor conhecimento do tema, fundamental para o desenvolvimento sustentável do planeta.