domingo, 5 de abril de 2015

Ciclo do fósforo e eutrofização





http://www.ecycle.com.br/component/content/article/63-meio-ambiente/3204-ciclo-do-fosforo-o-que-e-biogeoquimico-fosfato-fertilizantes-nitrogenio-eutrofizacao-rochas-sedimentar-p-ion-fosfato-fluxo-biomassa-microbiana-solubilizacao-inorganico-fungos-micorizicos-mineralizacao-problemas.html

Um dos ciclos biogeoquímicos mais simples vem sofrendo cada vez mais interferências humanas

O fósforo (P) é um elemento químico extremamente reativo, e por este motivo não é encontrado naturalmente em seu estado ativo. É também um dos elementos mais essenciais na natureza - para se ter uma ideia, ele ostenta o segundo lugar (logo atrás do cálcio) em abundância nos tecidos humanos. Em organismos vivos, ele também é componente essencial das células, fazendo parte do núcleo celular (DNA e RNA). Algumas de suas funções no organismo são: ser integrante da estrutura de ossos e dentes (conferindo a eles maior solidez); participar do metabolismo de glicídios, e atuar na contração muscular.
O ciclo biogeoquímico do fósforo é considerado um dos mais simples, e isso se deve ao fato de que este elemento não é encontrado na atmosfera, mas é, em vez disso, constituinte de rochas da crosta terrestre. Por esse motivo, seu ciclo é denominado como sedimentar, e não atmosférico, como o ciclo do nitrogênio, por exemplo. Outra questão é que o único composto de fósforo realmente importante para os seres vivos é o íon fosfato (PO43-).
Em relação às células vivas, uma importante função dos grupos fosfato é sua atuação como estoque de energia na forma de ATP, a adenosina trifosfato. Esses mesmos grupos também são capazes de ativar e desativar enzimas celulares que catalizam diversas reações químicas. Além disso, o fósforo é também necessário na formação dos fosfolipídeos, que são os maiores componentes das membranas celulares.
O ciclo
O principal reservatório na natureza são as rochas. Através de processos de intemperismo elas são degradadas e transformadas em solo, de modo a liberar o fosfato, que assim retorna ao ecossistema. Por ser um composto solúvel, ele é facilmente carregado por lixiviação até rios, lagos e oceanos, ou então é incorporado em organismos vivos.
Essa incorporação se dá, nas plantas, pela absorção do fosfato através do solo ou de soluções. Dessa forma, ele é utilizado pelos organismos na formação de compostos orgânicos de fosfato que são essenciais à vida (sendo a partir daí chamado de fosfato orgânico). Nos organismos animais, o fosfato tem sua entrada através da ingestão de água e da cadeia alimentar.
A decomposição da matéria orgânica realizada por bactérias fosfolizantes faz com que o fosfato orgânico seja devolvido ao solo e água em sua forma inorgânica.
Os micro-organismos encontrados no solo, por sua vez, desempenham importantes papéis no ciclo do fósforo e em sua disponibilidade para as plantas por meio dos seguintes fatores:
1. Fluxo de fósforo pela biomassa microbiana;
2. Solubilização de fósforo inorgânico;
3. Associação entre plantas e fungos micorrízicos;
4. Mineralização do fósforo orgânico.

Fluxo de fósforo pela biomassa microbiana

Ao ser incorporado em organismos vivos, o fósforo pode ser imobilizado na biomassa microbiana. Sua liberação pode se dar através dos seguintes fenômenos:
• Ruptura das células microbianas;
• Variações climáticas e manejo do solo;
• Interações com a microfauna, que ao se alimentar de micro-organismos, libera diversos nutrientes no solo.
Há algumas vantagens nessa incorporação do fósforo em organismos vivos. Por exemplo, o fósforo preso à biomassa evita sua fixação por longos períodos em minerais do solo. Além disso, este processo aumenta a eficiência da adubação por fosfato, pois imobiliza parte do nutriente na biomassa.

Solubilização de fósforo inorgânico

Bactérias, fungos e actinobactérias, incluindo micorrizas (bactérias associadas às raízes das plantas), envolvidos nos processos de solubilização do P inorgânico, excretam ácidos orgânicos que atuam dissolvendo diretamente o material fosfático.
• Muitos micro-organismos do solo são descritos como hábeis a dissolver diferentes tipos de fosfatos de rochas;
• É geralmente aceito que o maior mecanismo de solubilização é a ação de ácidos orgânicos sintetizados por bactérias: ácido cítrico, lático, glucônico, 2-cetoglucônico, oxálico, tartárico, acéticos, entre outros;
• Estes ácidos são fontes de íons H+ gerados bioticamente, capazes de dissolver fosfato mineral e torná-lo disponível às plantas.

Mineralização do fósforo orgânico

Além do P da biomassa microbiana, da atuação dos micro-organismos solubilizadores de fosfato e dos fungos micorrízicos, a produção de enzimas (como as fosfatases alcalinas e ácidas), é responsável pela mineralização do P orgânico.
• Os micro-organismos e as plantas são responsáveis pela produção de fosfatases ácidas;
• As fosfatases alcalinas são somente produzidas por micro-organismos;
• Os micro-organismos são as maiores fontes de fosfatases no solo, por causa de sua grande biomassa, alta atividade metabólica e curto tempo de vida.
Uma vez em lagos e mares, o fósforo pode, além de ser absorvido por organismos, se incorporar às rochas, fechando o ciclo.
O ciclo do fósforo tende a ser longo. Um único átomo pode passar até 100 mil anos sendo ciclado, até que se sedimente novamente gerando as rochas. Aos sedimentos, o fósforo pode permanecer associado por mais de 100 milhões de anos.

Problemas

Cada vez mais a atividade antrópica (do homem) tem alterado o ciclo natural deste macronutriente, seja através de atividades como mineração ou pelo amplo uso de fertilizantes.
O excesso de fósforo quando lixiviado para cursos d'água acaba por aumentar a biodisponibilidade deste nutriente no ambiente aquático e, como consequência, pode intensificar o desenvolvimento de algas. Um número cada vez maior de algas em um lago, por exemplo, fará reduzir a quantidade de luz que penetra neste ambiente (reduzindo drasticamente a zona trófica), prejudicando outros organismos locais. Este processo é denominado eutrofização (você pode ler mais sobre a influência do uso de fertilizantes no processo de eutrofização clicando aqui).
Veja também algumas fotos desse efeito:

Biournas para plantio de uma árvore



http://www.treehugger.com/sustainable-product-design/bios-urn-uses-your-ashes-grow-tree.html

Bios Urn uses your ashes to grow a tree

Would you like to become a tree after you die? It's possible.
TreeHugger covered the Bios Urn when it was still just a product concept from the mind of Gerard Moliné. Now, this biodegradable urn is in production, allowing people to grow a tree from the ashes of a loved one's mortal remains.
The makers of Bios Urn hope to convert cemeteries into forests, using trees as memorials instead of cement and stone. The urn comes with pine tree seeds, but you can replace the seeds with those of any tree or plant of your choosing.
© Bios Urn
According to the maker's website, the ashes are stored in the lower compartment and the upper compartment holds soil to facilitate growing. Eventually, both the container and ashes become part of the subsoil.
The Bio Urn isn't the only eco-conscious urn that will return one's remains to nature. There's also the Poetree created by Margaux Ruyant and Carla Cava's Arum, which uses ashes to create a memorial on a mature tree.
© Bios Urn

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Fotos mostram cotidiano de limpadores de latrina na Índia

22/03/2015 10h22 - Atualizado em 22/03/2015 10h22

Fotos mostram cotidiano de limpadores de latrina na Índia

A ONG Human Rights Watch pede que a Índia acabe com a remoção manual de fezes feita por comunidades das castas mais baixas.

Da BBC
 Mulheres das castas mais baixas da Índia, como Gangashree (foto), limpam baneiros de casas sem sistema de descarga moderno: na imagem, ela leva as fezes em seu cesto para os arredores do vilarejo (Foto: Digvijay Singh/BBC)Mulheres das castas mais baixas da Índia, como Gangashree (foto), limpam baneiros de casas sem sistema de descarga moderno: na imagem, ela leva as fezes em seu cesto para os arredores do vilarejo (Foto: Digvijay Singh/BBC)
Milhares de famílias nas castas mais baixas da Índia sobrevivem aceitando comida ou pagamento intermitente pela limpeza de latrinas e pela remoção de excrementos humanos em seus vilarejos.
Em diversos Estados indianos a prática antiga ainda é comum. Os homens, mulheres e crianças que a realizam, no entanto, ainda são considerados "intocáveis".
Eles também costumam ser vítimas de ameaças e de maus tratos caso se recusem a fazer o trabalho.
No vilarejo de Kasela, em Uttar Pradesh, limpadores de latrina ainda são considerados intocáveis; na foto, mulher netra em casa do vilarejo pela porto dos fundos para remover excrementos do banheiro  (Foto: Digvijay Singh/BBC)No vilarejo de Kasela, em Uttar Pradesh, limpadores de latrina ainda são considerados intocáveis; na foto, mulher netra em casa do vilarejo pela porto dos fundos para remover excrementos do banheiro (Foto: Digvijay Singh/BBC)
A ONG indiana Jan Sahas lançou uma campanha que libertou 11 mil limpadores de latrinas no Estado de Madhya Pradesh.
"A limpeza manual de fezes humanas não é um emprego, mas uma injustiça semelhante à escravidão. É uma das formas mais proeminentes de discriminação contra os dálits (conhecidos antes como intocáveis), e é central para a violação dos seus direitos humanos", diz Ashif Shaikh, criador da campanha.
Marisha, de Uttar Pradesh, limpa banheiros de 20 casas todos os dias: "Eu uso um prato de lata e uma vassoura pra remover as fezes que acumulam no vaso, coloco os excrementos no cesto, levo e jogo fora. É um trabalho tão ruim que eu nem tenho vontade de comer". (Foto: Digvijay Singh/BBC)Marisha, de Uttar Pradesh, limpa banheiros de 20 casas todos os dias: "Eu uso um prato de lata e uma vassoura pra remover as fezes que acumulam no vaso, coloco os excrementos no cesto, levo e jogo fora. É um trabalho tão ruim que eu nem tenho vontade de comer". (Foto: Digvijay Singh/BBC)
Munnidevi diz que não é paga pelo trabalho. "Às vezes eles nos dão dois rotis (pães caseiros), às vezes só um. Uma das casas não me pagou nada por dois ou tês dias, então eu parei de ir lá. Se eles não me dão nada, por que devo ir? Mas eles vieram me ameaçar. Disseram: 'se você não vier, não vamos deixar você entrar em nossas terras. Onde você vai conseguir comida para seus animais?'. Nós temos quatro búfalos. Aí eu voltei para limpar. Eu tinha que fazer isso." (Foto: Digvijay Singh/BBC)Munnidevi diz que não é paga pelo trabalho. "Às vezes eles nos dão dois rotis (pães caseiros), às vezes só um. Uma das casas não me pagou nada por dois ou tês dias, então eu parei de ir lá. Se eles não me dão nada, por que devo ir? Mas eles vieram me ameaçar. Disseram: 'se você não vier, não vamos deixar você entrar em nossas terras. Onde você vai conseguir comida para seus animais?'. Nós temos quatro búfalos. Aí eu voltei para limpar. Eu tinha que fazer isso." (Foto: Digvijay Singh/BBC)
"Se você é da casta Mehatar, você precisa fazer esse trabalho. Não dizem isso diretamente, mas é o que você é contratado pra fazer e o que é esperado, até dos moradores. Se há fezes para limpar, eles vem nos chamar para fazê-lo", diz Anil, do distrito de Dhule, no Estado de Maharashtra (Foto: Digvijay Singh/BBC)"Se você é da casta Mehatar, você precisa fazer esse trabalho. Não dizem isso diretamente, mas é o que você é contratado pra fazer e o que é esperado, até dos moradores. Se há fezes para limpar, eles vem nos chamar para fazê-lo", diz Anil, do distrito de Dhule, no Estado de Maharashtra (Foto: Digvijay Singh/BBC)
Sevanti, do distrito de Dewas, foi ajudada pela campanha da ONG Jan Sahas, que a informou de que o trabalho a que era submetida era contra a lei e que ela poderia ir embora (Foto: Digvijay Singh/BBC)Sevanti, do distrito de Dewas, foi ajudada pela campanha da ONG Jan Sahas, que a informou de que o trabalho a que era submetida era contra a lei e que ela poderia ir embora (Foto: Digvijay Singh/BBC)
"O conselho do vilarejo trouxe nossa família para cá para limpar os banheiros secos, os banheiros com água e os locais onde se defeca ao ar livre. Eu recolho todo o excremento e jogo em outro lugar. Na verdade, nós queremos ir pra casa. Não gostamos daqui", diz Rajubai, na foto (Foto: Digvijay Singh/BBC)"O conselho do vilarejo trouxe nossa família para cá para limpar os banheiros secos, os banheiros com água e os locais onde se defeca ao ar livre. Eu recolho todo o excremento e jogo em outro lugar. Na verdade, nós queremos ir pra casa. Não gostamos daqui", diz Rajubai, na foto (Foto: Digvijay Singh/BBC)

Como perpetuar um ente querido após cremação de forma sustentável!

Spíritree: Urna biodegradável transforma cinzas da cremação em uma árvore!

Spíritree: Biodegradable burial urn turns cremation ashes into a living tree


The Spíritree Forest Co.
© The Spíritree Forest Co.
Death is life's only inescapable truth, and the significance of its impact often has people trying to create meaning out of it. So it's no surprise that "green" funerals are gaining ground; in keeping an ecological consciousness in meaning-making, many are turning to alternative ways to commemorate their loved ones' remains.
One concept we've seen is the plantable urn, which holds the ashes of someone deceased and will eventually turn into a tree. While we've seen commercially unavailable designs, it's good to come across some that are actually manufactured, like the Spíritree, a biodegradable urn and tree planter made by San Juan, Puerto Rico-based Spíritree Forest Company.
© The Spíritree Forest Co.
Designed by architect José Fernando Vázquez Pérez of Hacedor Maker, the Spíritree was inspired by the passing of Vázquez Pérez's great-grandmother, which prompted Vázquez Pérez back in 2001 to begin conceptualizing a "device to make land sacred" -- which would not only serve as a "remembrance of the past, [but also] a renewal of life that restores the environment for everyone’s future."
© The Spíritree Forest Co.
A few years and a couple of patents later, Vázquez Pérez and his business partner Enrique Vila-Biaggi formally launched the Spíritree in 2005. So how does it work? Well, it's simple, but there's a lot of profound thoughtfulness in this beautiful design. The bottom shell is made out of a proprietary, biodegradable materials that aids in neutralizing the alkalinity of the cremated ashes, while the top cover is a hollow, ceramic shell with small holes that allow rainwater to be collected inside, and released slowly. This moisture helps the bottom shell decompose naturally, and as the shell breaks down, the cremated remains are gently recomposed with the soil underneath, ultimately transforming into nutrients for a growing sapling, which will someday shatter the ceramic top in the process. The result is a living tree, grown from what was once a product of death.
© The Spíritree Forest Co.
Spíritrees are handmade by local artisans in Puerto Rico, and during the last decade, have been shipped throughout the U.S. and far-off places like Canada, Mexico, UK, The Netherlands, Germany, Spain, France, Slovenia, Japan, Australia, New Zeeland, and South Africa.
There's a distinct advantage to this method of memorialization: as Vázquez Pérez also tells us, Spíritrees enabled one family -- whose members lived all over the world -- to collectively commemorate a deceased, elderly mother. The family purchased five Spíritrees, and each grown child took a portion of their mother's ashes and grew a tree in their respective backyards that the children and grandchildren could "visit." (Now that is one way to be in five places at once...!)
© The Spíritree Forest Co.
The Spíritree is a lovely, elegant design with a lighter environmental impact, and pricedat USD $225, is one affordable option for people looking for alternatives to the conventional but resource-intensive casket burial, while propagating forests at the same time. To find out more or purchase one, visit Spíritree Forest Company.

domingo, 29 de março de 2015

sexta-feira, 27 de março de 2015

Irrigação com moderação

ECOLOGIA

Ato público no Rio chama atenção para reuso da água na agricultura

Evento promovido por ambientalistas e pelo deputado estadual e ex-ministro do Ambiente Carlos Minc (PT) ressaltou a importância da agricultura familiar e orgânica


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PUBLICADO EM 21/03/15 - 17h04

Na véspera do Dia Mundial da Água, que será comemorado amanhã (22), um ato público realizado na manhã de hoje (21), na Feira Orgânica e Cultural do bairro da Glória, zona sul do Rio, chamou atenção sobre os benefícios da reutilização da água.

Promovido por ambientalistas e pelo deputado estadual e ex-ministro do Ambiente Carlos Minc (PT), a manifestação foi realizada na feira para ressaltar a importância de uma parceria ecológica com a agricultura familiar e orgânica.
Com um kit ecológico, formado por uma mangueira com furinhos acoplada a um galão de água, os ambientalistas irrigaram canteiros de hortaliças pelo sistema de gotejamento de água, demonstrando, na prática, a simplicidade do método para economizar água na agricultura.
Segundo Minc, 70% da água no Brasil destinam-se aos setores de agricultura e pecuária. Do restante, 20% são para indústria e 10% para consumo humano. "Se usássemos sistemas de reuso de água de chuva e de gotejamento em irrigação, por exemplo, poderíamos economizar 80% da água hoje utilizada na agricultura."
“Quando usa muito mais água do que é necessário, você 'lava o fundo de fertilidade' da terra, tirando dela muitos elementos importantes para a própria agricultura”, ressaltou.
Para o ex-ministro, neste momento de carência de água, particularmente no Sudeste brasileiro, o emprego de tecnologia simples e barata de gotejamento pode contribuir para o país conservar melhor “esse bem maior da vida”.
Ele lembrou que não se pode igualar, em matéria de consumo de água, o agronegócio com a agricultura familiar e orgânica, “responsável por apenas 10% do montante de água utilizado anualmente pela agropecuária no Brasil”.
Minc, que também já foi secretário do Ambiente do Rio, durante o governo de Sergio Cabral, elogiou o acordo de gestão compartilhada da Bacia do Rio Paraíba do Sul, firmado pelos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais com a Agência Nacional de Águas (ANA).
“Foi o acordo possível. Na verdade, os três estados têm culpa no cartório. Todos desmatam as margens dos rios, jogam neles esgotos sem tratamento, desperdiçam água, mas não se pode transformar a questão ambiental em guerra de torcidas, estado contra estado. Você tem de aproveitar um momento como esse e fazer projetos comuns de tratamento de esgoto, reflorestamento das margens, além de evitar jogar lixo químico nos rios”, acrescentou.