terça-feira, 17 de setembro de 2013

A Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos lançou nesta segunda-feira (16), Dia Internacional de Proteção da Camada de Ozônio, a cartilha eletrônica Ecodicas Paraná.

Meio Ambiente

Secretaria lança cartilha com dicas para evitar o aquecimento global


16/09/2013 15:40


A Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos lançou nesta segunda-feira (16), Dia Internacional de Proteção da Camada de Ozônio, a cartilha eletrônica Ecodicas Paraná. A publicação, disponível no site www.meioambiente.pr.gov.br, explica consequências do aumento da temperatura e traz dicas do que pode ser feito pela população para evitar o aquecimento global.

A publicação é a segunda da série “Comunicando o universo das mudanças climáticas” que inclui três fascículos sobre projetos e ações para conter ou compensar as emissões de gases de efeito estufa (GEE). A cartilha Ecodicas está dividida em seis temas: Energia, Transportes, Agricultura, Florestas, Resíduos e Edificações.

O secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Luiz Eduardo Cheida, disse que o material de educação ambiental é mais uma contribuição para orientar as pessoas e multiplicar iniciativas que possam trazer resultados para a proteção do meio ambiente e melhoria na qualidade de vida. “O clima influencia diretamente nos ecossistemas, na agricultura, na pecuária e em outros setores”.

Ele reforçou que as ações individuais ajudam a reduzir a emissão de gases poluentes. “O problemas globais nada mais são que a soma dos problemas locais. Toda e qualquer iniciativa é válida”, disse Cheida.

ECODICAS - Um dos capítulos da cartilha Ecodicas fala sobre a emissão de gás metano gerado pela decomposição dos resíduos sólidos em aterros sanitários ou lixões. O metano é o segundo mais importante gás de efeito estufa e tem potencial de aquecimento global (GWP) 21 vezes maior que o gás carbônico. Fazer a separação e a coleta seletiva dos diversos tipos de resíduos em casa ajuda a reduzir o volume de lixo nos aterros sanitários e, consequentemente, diminui a emissão de metano na atmosfera.

Outra dica importante é para quem vai construir ou reformar: as edificações consomem muita energia para a sua construção, iluminação e climatização do ambiente. O planejamento arquitetônico pode gerar economia e ainda contribuir para a redução da emissão de gases. Uma boa alternativa é pintar os cômodos de cores claras e aproveitar a luz natural, reduzindo o consumo de energia durante o dia.

A instalação de aquecedor solar e sistema de reaproveitamento de água também é uma opção sustentável e econômica. A Secretaria indica a escolha de materiais que não comprometam o meio ambiente em seu processo de fabricação como, por exemplo, tijolos ecológicos e madeira certificada .

O coordenador de Mudanças Climáticas da Secretaria do Meio Ambiente, Carlos Renato Garcez, lembra que todas as pessoas podem verificar o volume de dióxido de carbono produzido em seus afazeres diários. Os vestígios ou pegada de carbono contabilizam ida ao trabalho de carro, movimento do interruptor de luz e um voo para fora da cidade, por exemplo. Essas ações usam combustíveis fósseis, como petróleo, carvão e gás.

“Pessoas preocupadas com o ambiente e o aquecimento global geralmente tentam reduzir suas emissões de carbono”, explica Carlos. Para ele, calcular a pegada de carbono é o primeiro passo.

OUTRAS AÇÕES- Além dos materiais de educação ambiental, o Governo do Paraná possui outros projetos de proteção à camada de ozônio. O Programa Bioclima Paraná propõe medidas de conservação e recuperação da biodiversidade.

O inventário florestal é a mais recente das ações nesta área. Na semana passada, começou a ser elaborado o levantamento das emissões de gases de diferentes fontes e setores. A medida é fundamental para que o governo possa propor ações de redução dos gases de efeito estufa na atmosfera, uma das maiores causas das mudanças climáticas globais.

Em contrapartida, as empresas e indústrias paranaenses poderão aderir voluntariamente ao registro Público de Emissões e Declarações de Inventário de GEE. A plataforma está sendo criada pela Celepar com base no Programa GHG Protocol, ferramenta utilizada mundialmente por empresas e governos para quantificar e gerenciar as emissões dos gases.

O Projeto Estradas com Araucárias está incentivando o plantio e a conservação da araucária, árvore-símbolo do Paraná e ameaçada de extinção, contribuindo para redução do gás carbônico na atmosfera. Além de recuperar a vegetação da propriedade, os proprietários envolvidos no Projeto são remunerados por muda plantada por empresas que queiram compensar emissões de gases de efeito estufa.

Saiba mais sobre o trabalho do governo do Estado em: www.facebook.com/governopr  ewww.pr.gov.br  
Áudio:

sábado, 14 de setembro de 2013

Médicos da Venezuela???

Reprovado em teste do Mais Médicos fará 'recuperação' enquanto trabalha

Na última avaliação do programa, haverá ainda um simulado de atendimento e redação

12 de setembro de 2013 | 22h 32


Lígia Formenti - O Estado de S.Paulo
BRASÍLIA - Profissionais formados no exterior com desempenho considerado insuficiente no curso de capacitação do Mais Médicos poderão passar por uma "recuperação" nos municípios onde vão atuar. Nesta sexta-feira, último dia do ciclo, os profissionais se submetem à segunda e última avaliação.
Brasília. Na capital, bolsista sabe há pelo menos uma semana em qual cidade vai clinicar - Andre Dusek/Estadão
Andre Dusek/Estadão
Brasília. Na capital, bolsista sabe há pelo menos uma semana em qual cidade vai clinicar
Os que tiverem média superior a 5 serão automaticamente aprovados. Aqueles que alcançarem 5 pontos exatos poderão receber um acréscimo na nota por participação em classe. Mesmo se o bônus não for concedido, os alunos passarão por um reforço nas cidades e por uma nova avaliação.
Médicos e profissionais encarregados de acompanhar o curso em Brasília confirmaram a previsão do reforço para alunos com rendimento abaixo do considerado ideal. A "recuperação" será coordenada por instrutores. A meta é garantir a habilidade do profissional de se comunicar em português e não de Medicina. "Os recrutados têm formação reconhecida, não precisam ter os conhecimentos técnicos novamente avaliados", justificou o observador da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), Rubem Sierra.
A prova realizada nesta sexta-feira valerá 6 pontos, de acordo com relato feito pelos alunos que estão há três semanas fazendo o curso de capacitação. A previsão é de que ela seja dividida em duas partes. Na avaliação oral, haverá simulação de atendimento. Na escrita, o médico deverá fazer uma redação, encaminhando um paciente para um colega.
Na semana passada, a prova, valendo 4 pontos, foi escrita. Na primeira parte, o médico descrevia a visita feita à Unidade Básica de Saúde. Na segunda, redigia um e-mail para um colega e, na terceira, completava um diálogo entre um paciente e um médico.
O venezuelano Edgar José Flores tirou na primeira etapa 3,75 dos 4 pontos possíveis. Cesarina Lopes, 2,5. "Depois do jantar, estudarei mais um pouco", contou ela.
O acordo firmado entre o governo brasileiro e a Opas prevê o recrutamento de 4 mil médicos cubanos para trabalhar em áreas do programa Mais Médicos para as quais nenhum profissional brasileiro inscrito no programa se interessou. Os primeiros cubanos, 400 ao todo, terminam agora o ciclo de avaliação. Os aprovados e aqueles em "recuperação" deverão viajar neste fim de semana para as capitais dos Estados onde vão atuar.
Destino certo. Os médicos de Brasília há pelo menos uma semana sabem para qual cidade serão destinados. As classes, relatam, são divididas justamente por regiões para onde os alunos serão remetidos. José Flores, por exemplo, ia para Barcelos, no Amazonas. Cesarina, para Rio Branco.
Alexandre del Toro se prepara para ir para a cidade maranhense de Chapadinha. Nesta quinta-feira, praticamente o último dia do curso, o clima era de confraternização. Houve presente para professores, fotos com colegas e roupas caprichadas.
"Vamos estudar, mas também temos de comemorar o fim do ciclo, não é?", disse del Toro, enquanto esperava os colegas retardatários que acertavam os últimos detalhes para receber os registros provisórios para atuação profissional. 

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Inacreditável! Proposta do governo da maior cidade do Brasil, reduz salários de servidores de nível Superior!

SALÁRIO BONSAI NÃO É SUSTENTÁVEL!


O atual governo quer nos humilhar!

Holerite virou atestado de pobreza mensal!

Depois de conceder aumento de salário para o nivel operacional e médio em 2013, depois de 10 anos sem aumentos, quer reduzir os salários do profissional de nível universitário!

Estão nos discriminando, principalmente os mais "velhinhos"!

Dá para acreditar que estão propondo redução dos nossos salários e quem não concordar com a redução, simplesmente não precisa optar!

Estão falando em mudar a remuneração de vencimento para SUBSÍDIO, mas não apresentam oa minuta de Projeto de Lei...



FALTA TRANSPARÊNCIA!

Será que é o golpe do subsídio?

Os funcionários públicos municipais estão unidos!
Os sindicatos dos engenheiros, arquitetos, geólogos e dos servidores públicos junto com a SEAM estão unidos nesta luta!

O sindicato majoritário SINDSEP e a FETAM que são da CUT estão conosco protestando contra o Prefeito do mesmo partido!

Dia 16 de setembro, às 13h estaremos protestando e de luto pelo desrespeito ao funcionalismo público, com camisetas pretas e apitos, para que o mundo saiba quem é quem!

GRÁFICO DE REAJUSTE SALARIAL PARA 2014 DE ACORDO COM A EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL PROPOSTO PELA PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO

Q1= Início de carreira de engenheiros, arquitetos, geólogos e outros profissionais de Nível Superior.
Q13= Engenheiros, arquitetos e geólogos Seniores e outros profissionais de Nível Superior, final de carreira hoje.

          %
                                                                 Nível da carreira




func% acum destaques          func% Nº Funcionários Remuneração média 2013 Remuneração proposta 2014 Remuneração proposta 2015 Remuneração proposta 2016
32,2% 19,2% S1 358 R$ 2.955,72 R$ 3.918,19 R$ 4.407,96 R$ 4.897,70
5,8% S2 108 R$ 3.621,34 R$ 4.231,64 R$ 4.760,60 R$ 5.289,60
7,2% S3 134 R$ 4.615,80 R$ 4.400,91 R$ 4.951,02 R$ 5.501,10
6,0% 1,1% S4 20 R$ 4.404,11 R$ 4.576,94 R$ 5.149,06 R$ 5.721,20
0,8% S5 15 R$ 5.376,71 R$ 4.760,02 R$ 5.355,02 R$ 5.950,00
0,4% S6 8 R$ 6.726,98 R$ 5.093,22 R$ 5.729,88 R$ 6.366,50
0,6% S7 12 R$ 5.895,24 R$ 5.347,88 R$ 6.016,37 R$ 6.684,90
1,4% S8 27 R$ 7.443,38 R$ 5.615,28 R$ 6.317,19 R$ 7.019,10
1,6% S9 29 R$ 7.864,18 R$ 5.896,04 R$ 6.633,05 R$ 7.370,10
25,3% 8,8% S10 164 R$ 8.265,63 R$ 6.308,77 R$ 7.097,36 R$ 7.886,00
7,9% S11 148 R$ 9.020,97 R$ 6.687,29 R$ 7.523,20 R$ 8.359,10
8,5% S12 159 R$ 9.548,19 R$ 7.088,53 R$ 7.974,60 R$ 8.860,70
36,6% 36,6% S13 681 R$ 10.680,53 R$ 7.513,84 R$ 8.453,07 R$ 9.392,30
Total func 1.863

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Não queremos "subsidiar" a PMSP com nossos vencimentos (salários)! Somos engenheiros, arquitetos e geólogos brasileiros!


2013-09-09 Assembléia braços.jpg

Crédito da foto: urubu kamikaze


Assembléia dia 09/09/2013 – SEESP
Agradecemos a todos os presentes que lotaram o auditório do SEESP, nesta segunda feira, dia 09/09/13, na assembleia composta por engenheiros, arquitetos, geólogos e demais profissionais de nível superior.

As entidades SEESP – SASP – SIGESP – SEAM – SINDSEP, parceiras e presentes na assembleia apresentaram análise da tabela entregue na mesa central de negociações SINP, no último dia 06/09/13.

A análise desta tabela revelou a todos que se tratava de uma cortina de fumaça para uma pretenso projeto de lei para alteração das carrreiras do nível superior, com base na substituição da forma atual de remuneração-vencimentos para subsídio, nos termos do art., 39, parag. 4º da Carta Magna.

A preocupação jurídica apresentada pelos delegados dos sindicatos SEESP e SASP, deixou claro que os princípios do direito brasileiro, assegurados pela constituição, como direitos adquiridos por mais de trinta anos, estavam sendo subtraídos de forma unilateral pelo governo.

Esta tabela, sem estar contida e atrelada em um PL de carreira, torna-se apenas um dado, sem possibilidade de compreensão dos seus reais objetivos, além de demonstrar a visível redução de salários atuais (Pasmem!!!), na evolução da carreira funcional.

Com esta postura o governo traiu a confiança e feriu o principio da boa fé na negociação, deixando evidente desrespeito aos delegados sindicais, quando deixou de apresentar uma proposta concreta por escrito, para apenas verbalizar uma remuneração imprecisa e vaga, na forma de subsidio, para todo o nível superior.


Foram propostas e aprovadas as seguintes deliberações pelas categorias de Engenheiros e Arquitetos:

  1. 1.    Elaborar a moção de repúdio a proposta desrespeitosa do governo, após vários GTs, mesas e propostas das entidades;
  2. 2.    Propor audiência com o Prefeito;
  3. 3.    Ato unificado entre todas entidades de Nível Superior no dia 16/09/13 as 13h30 em frente ao gabinete do Prefeito;
  4. 4.    Utilização do negro luto, em todas as inaugurações oficiais onde se encontre o prefeito e secretários municipais com mensagens de protestos, pela falta de respeito e valorização dos técnicos da PMSP;
  5. 5.    Rejeição da proposta indecente do governo e manutenção da nossa proposta de 8,50 SM para início da carreira (padrão S1), conforme a legislação vigente, conjuntamente entre as entidades parceiras SASP+SEESP+SIGESP+SEAM+SINDSEP.
Delegados SEESP/SASP/SIGESP
/SEAM/SINDSEP



Esclarecimentos sobre a Tabela:

Tabela S= Salário atual Bruto pela Lei nº 14591 de 13 de novembro de 2007, combinado com a Lei Orgânica do Município de São Paulo e Estatuto do Funcionários Públicos da PMSP.
 
Nova Tabela do "Q" do subsídio = Salário Bruto proposto pelo governo!
 Conclusão: Do Q5 ao Q13, o reajuste proposto pelo governo é negativo, ou seja, uma redução!




A proposta do governo ofendeu os seguintes princípios do direito brasileiro:


-Princípio da legalidade. Querem mudar as regras das leis vigentes. Ex. Acabar com o nível de 6,5% e da Lei Orgânica do Município.


-Princípio da igualdade ou da isonomia. Não dá aumento para todos os níveis "S"

-Princípio da irredutibilidade dos vencimentos. Reduzem os vencimentos atuais dos níveis S5 a S13! INACREDITÁVEL!

-Princípio do direito adquirido. Extinguem o quinquenio e sexta parte e demais vantagens pessoais já adquiridas.

-Princípio da razoabilidade. Se o mercado está pagando para início de carreira, mais de R$6000,00 para engenheiros e não há interessados no concurso, o bom senso no direito adota o preço de mercado como numa licitação.


SALÁRIO BONSAI NÃO É SUSTENTÁVEL!




Exercício Profissional e Entidades

MP e INSS lançam concurso público para contratação de mais de 60 engenheiros e arquitetos

Jornada de trabalho é de 40 horas semanais. Salários chegam a R$ 7.506,54

Rodrigo Louzas

14/Agosto/201

http://piniweb.pini.com.br/construcao/carreira-exercicio-profissional-entidades/mp-e-inss-lancam-concurso-publico-para-contratacao-de-mais-293990-1.aspx

Shutterstock
 Ministério Público e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) anunciaram nesta semana o lançamento de concursos públicos de nível superior. Entre as ofertas, estão 50 oportunidades para engenharia civil e 13 para arquitetura.
Para trabalhar no Ministério Público, os candidatos precisam ter nível superior e passar por uma prova objetiva que será realizada no dia 6 de outubro. Após esta etapa, os aprovados realizarão provas discursivas, ainda sem data marcada. O salário é de R$ 7.506,54 para jornada de trabalho de 40 horas semanais. Ao todo, são três oportunidades para arquitetos e 29 para engenheiros civis.
Já o concurso público do INSS oferece nove vagas para arquitetura e 31 para engenharia civil. O salário inicial é de até R$ 7.147,12 para jornada de trabalho de 40 horas semanais. A prova objetiva está prevista para o dia 13 de outubro.
As inscrições para o concurso do Ministério Público vão até o dia 25 de agosto. A taxa é de R$ 80. Para acessar o edital, clique aqui.
O concurso do INSS, por sua vez, está sendo organizado pela Funrio. As inscrições vão até o dia 13 de setembro e a taxa é de R$ 67,21. 




segunda-feira, 9 de setembro de 2013

PSIU!

Subprefeitura vai ter ‘plantão’ para fiscalizar lei do silêncio

Diego Zanchetta
O Programa de Silêncio Urbano (Psiu), hoje com sede no centro de São Paulo e subordinado à Secretaria de Coordenação das Subprefeituras, será descentralizado para as 32 subprefeituras de São Paulo. Com apoio de guardas civis metropolitanos e da PM, parte dos agentes que hoje atua nos bairros do centro expandido será deslocada para atender regiões da periferia com grande volume de reclamações de barulho à noite, principalmente em relação aos “pancadões” de funk realizados por pequenos bares e postos de gasolina.
Segundo o governo, em cada subprefeitura haverá um plantão ao final de semana para atender aos chamados da população. Hoje, entretanto, são apenas 14 técnicos e 5 engenheiros para fazer as blitze do Psiu e fiscalizar a lei do silêncio em mais de 20 mil bares e 10 mil igrejas. Os agentes procuraram o Estado na terça-feira e relataram temer a falta de estrutura, como equipamentos e segurança, para fazer autuações em áreas mais violentas.
Em nota, a Secretaria de Coordenação das Subprefeituras argumentou que novos técnicos serão treinados e capacitados para trabalharem no Psiu. “Não será uma divisão pura e simples dos servidores, haverá uma adequação do pessoal com treinamentos de pessoas que farão parte das equipes e no uso do sistema. O trabalho do Psiu retoma o sistema de trabalho que já foi feito no passado (entre 2001 e 2004) com o engenheiro de plantão na subprefeitura”, informou o governo, que também pretende usar PMs da Operação Delegada que serão deslocados para os bairros na fiscalização.
A lei do silêncio em São Paulo proíbe o funcionamento de bares, casas noturnas restaurantes sem isolamento acústico após a 1 hora. As multas variam de R$ 7 mil a R$ 34 mil, com risco de o estabelecimento ser lacrado em caso de reincidência. Nas áreas residenciais, o limite de tolerância para o barulho é de 50 decibéis, das 7 horas às 22 horas, e de 45 decibéis (barulho equivalente a um liquidificador ligado) das 22 horas às 7 horas.
Ao apresentar na semana passada o projeto de descentralização do Psiu, a diretora do programa, Debora Castelani, na sede do Conselho de Segurança (Conseg) do Tatuapé, afirmou que as reclamações feitas no número 156 serão imediatamente repassadas ao engenheiro de plantão na subprefeitura da área. Ela admitiu que hoje o órgão só consegue muitas vezes ir ao local 15 dias, em média, após a reclamação. São cerca de 2 mil denúncias por mês que a Prefeitura recebe por descumprimentos da lei do silêncio.
Estrutura. Ex-secretário de Coordenação das Subprefeituras, o vereador Andrea Matarazzo (PSDB) avalia que não adianta descentralizar a fiscalização se não houver estrutura para o trabalho nas subprefeituras. “Não adianta chegar lá e o agente não ter medidores e apoio para atender aos chamados”, disse o tucano. “Aí corremos o risco de reduzir o alcance de um trabalho que hoje já é limitado.”
O vereador Paulo Fiorilo (PT) rebate as críticas, mas também ressaltou a importância de se montar estruturas para os agentes do Psiu. “Toda descentralização de poder é boa. Só precisamos acompanhar como será a estrutura oferecida agora a esses fiscais”, comentou. Líder do PSDB, Floriano Pesaro criticou a medida. “O governo vai tornar pior uma fiscalização que já é precária.”
Baile funk em rua na zona sul: subprefeitura vai ter plantão para fiscalizar lei do silêncio

domingo, 8 de setembro de 2013

"Salário Bonsai" Proposta da PMSP no SINP desvaloriza e desrespeita os engenheiros, arquitetos e geólogos experientes!


Inacreditável! Depois de 10 anos sem aumento, Haddad reduz nossos vencimentos!
"Salário Bonsai"

Não deram ainda os 8,5 SM e para piorar, o padrão de vencimentos, digo, subsídios, apresentado pelo governo municipal aos técnicos, a partir do S5 a S13 (final de carreira), reduz os atuais vencimentos de 9 a 30%!!!
"Para os "generais" próximos da aposentadoria, S13 como eu, reduz em R$2.600,00, com uma baixa desonrosa!"
 urubu kamikaze

VAMOS RECORRER!


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"Proposta Indecente" sem cenas de sexo ou sensuais...

Breno Berezovsky

Foi mais uma mostra de que temos que estar cada vez mais atentos e unidos para rebater o descaso do desgoverno que esta cidade está submetida.
Apesar de meses dedicados, como porta vozes da categoria demonstrando a insatisfação com os salários medíocres, o governo além de perder o nosso tempo, demonstra desconhecer os princípios básicos da evolução das carreiras propondo a sangue frio, passar a faca nas nossas vidas funcionais.  
De maneira irresponsável, apresenta uma proposta tão rasteira que deixou a todos atônitos com a clara intenção de nos humilhar e decretar a perpetuação da miséria para nós, funcionários.
A proposta de tão indecente,  provocou a indignação geral, tanto dos presentes à mesa como dos colegas engenheiros, arquitetos e geólogos que estavam lá em baixo e que mais uma vez pretejaram as ruas prestigiando e apoiando a mobilização de ontem no Ed, Martinelli. 
A proposta demonstra tamanha insensibilidade e insensatez  que além de detonar com as carreiras levará a comprometer as próprias metas do governo que pelo que nos consta, 70% delas perpassam por nossas mãos e cabeças. O prefeito deve ser avisado que com essa proposta estamos sendo sabotados nós,  e ele também! Se quiser realmente dar conta de suas metas é bom reverter nossa indignação e aliar-se de verdade com o corpo técnico da prefeitura que ele tanto lutou para conquistar. Caso contrário, nós já não temos mais o que perder e nem o que esperar, já demos confiança demais e ainda não recebemos sequer boa vontade de sua parte.
Já passou 25% do tempo desta gestão e a conversa não levou a nada, nos sentimos enganados!
Uma cidade  não pode ser governada pela conversa fiada, pela mentira ou pela exploração de seus servidores. Não há como manter colaboradores motivados e bem intencionados se o exemplo do próprio governo é de nos levar na conversa e nos passar para trás. Não é a toa que os movimentos nas ruas se fizeram presentes, e estão de prontidão,  é porque a sociedade não aceita mais  promessas para o futuro, temos que viver o presente de forma digna para então, alcançarmos o futuro.
Não é mais aceitável para nós, a política que a cada longo período de arroxo salarial, o governo se aproveite da situação para nos enfiar goela abaixo uma reestruturação que nos dá com uma mão e nos tira com as duas. Esse filme de terror já assistimos muitas vezes e não vamos ficar sentados assistindo a mais uma reprise dessa produção barata e requentada que não passa de uma estratégia baixa, indigna e inaceitável.

Em que pese a eventual simpatia  dos representantes do governo com seus títulos de mestrado e doutorado, na matemática deixaram muito a desejar, ao invés de melhorar nossa condição, conseguiram apresentar uma proposta de retrocesso e atraso. 
A quem interessa amputar de vez as pernas do corpo técnico da prefeitura de São Paulo? Nos mantiveram com as pernas quebradas ao longo de mais de 20 anos e agora depois de tanto esperar, o governo aparece munido de motosserras para amputar de vez as nossas pernas? Quer acabar de vez com essa cidade? Será que ainda não deu tempo de se apropriar da situação caótica que São Paulo se encontra? Será que a aposta é pelo quanto pior, melhor? O governo estaria em busca do caos total dessa cidade?Com que direito fazem isso? Não foi com esse discurso que esse governo se elegeu, muito pelo contrário, mas desta maneira está se colocando na contramão dos princípios de seu próprio partido. Porquê a ideologia da politica salarial do governo Haddad em São Paulo é inversa a do governo federal em Brasília, somos trabalhadores de segunda linha?
Se ao governo da PMSP não interessa gastar dinheiro com salários,  também não nos interessa que o governo sangre os cofres públicos repassando fortunas para terceirizadas. Temos, como agentes públicos que somos, o direito e a obrigação de explicar e divulgar para a sociedade qual está sendo o destino dos impostos pagos por ela à prefeitura de São Paulo e alertar que se não tem dinheiro para investimentos nesta cidade é porque a opção é pelo repasse de dinheiro em prol dessa nefasta politica de terceirização que além de desviar nossos recursos para as empresas prestadoras de serviço, aproveitam  para burlar a legislação e enfiar apadrinhados na prefeitura, ao invés de promover concursos públicos e dar oportunidade de trabalho aos cidadãos,   afrontando dessa maneira a Constituição Federal. 

Com muita decepção.

Arq. Breno Berezovsky (53 anos)
Arquiteto e Urbanista formado pela Faculdade Farias Brito de Guarulhos (1981). Ingressou na PMSP em fevereiro de 1982 na Assessoria Técnica de Segurança contra Incêndio até 1985, atuando como Responsável pelo Setor de Vistorias. De 1985 até 1990, trabalhou na Administração Regional da Mooca, atuando nas Supervisões de Serviços e de Uso e Ocupação do Solo. Em 1990, efetivou-se através de concurso público na Carreira de engenheiros e arquitetos atuando na SMC no Departamento de Patrimônio Histórico, no desenvolvimento de projetos e no Laboratório de Restauro da Divisão de Preservação. De 1991 a1995, na Prefeitura Municipal de Porto Alegre /RS participou da Equipe de Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural, no desenvolvimento de projetos e acompanhamento de obras de restauro em imóveis tombados. Foi responsável pelo projeto e acompanhamento das obras de Revitalização do Apelles Porto Alegre para instalação da nova sede do Arquivo Histórico Municipal. Em 1995, retornando a São Paulo, atuou na representação da  SMC junto ao Pró Centro até 2000. Ainda em 2000, assumiu a Assistência Técnica do DPH. Em 2001 até 2004 esteve no cargo de Diretor de Resolo Urbanístico na Sehab, retornando ao DPH na Divisão de Arquivo Histórico Municipal Washington Luis junto à Supervisão de Pesquisa e Difusão. É membro da Comissão de Utilidade Pública da SMC, do Núcleo de Qualidade do DAHSP e Membro fundador do Comitê Paulista do Escudo Azul.

Parque Augusta não é prioridade




Em encontro na sexta-feira com vereadores da Frente Parlamentar Pela Sustentabilidade, o prefeito Fernando Haddad (PT) deixou claro que a criação do Parque Augusta, na zona oeste de São Paulo, não é uma prioridade da atual gestão. Ele afirmou que, se tivesse os R$ 100 milhões necessários para desapropriar o terreno, “usaria essa verba para fazer mais creches.”
Procurada, a Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente informou que “não há recursos disponíveis” para a desapropriação.
A criação do parque é uma demanda da Sociedade dos Amigos, Moradores e Empreendedores do Bairro de Cerqueira César (Samorc) e de coletivos que atuam na região central, como o Matilha Cultural. No terreno de 25 mil metros quadrados, que agrega um dos últimos fragmentos de Mata Atlântica no centro paulistano, as incorporadoras Setin e Cyrela pretendem construir duas torres (uma residencial e outra comercial), entre as ruas Caio Prado, Marquês de Paranaguá e Augusta.
Nabil Bonduki (PT), parlamentar governista presente no encontro, confirmou ao Estado que o prefeito declarou não ser uma prioridade no momento fazer o parque. O prefeito deu a resposta após ser questionado pelo vereador Aurélio Nomura (PSDB) sobre o assunto. “O prefeito explicou que não temos recursos para suplementar a desapropriação (do parque) e nós colocamos que seria importante tentar recursos de outras formas para viabilizar o projeto”, disse à reportagem Bonduki.
O vereador petista declarou que o parque pode ser viabilizado por outras formas que a frente parlamentar pretende sugerir ao prefeito, como o uso de recursos pagos ao governo por construtoras que ergueram prédios recentemente na Rua Augusta. “Muitos prédios pagaram outorga onerosa à Prefeitura, e essa verba poderia ser usada”, acrescentou Bonduki.
Segundo o projeto das incorporadoras previsto para o terreno,  haverá uma ligação do empreendimento com a Praça Roosevelt por meio de um bulevar na Rua Gravataí, que teria menos lugar para carros. O projeto também prevê que 82% do espaço será de acesso público e que 10 mil metros quadrados de mata serão preservados e restaurados, para dar origem a um parque a ser administrado com verba privada.
O projeto, porém, sofre oposição do comitê Aliados do Parque Augusta e da Samorc. Um decreto assinado pelo ex-prefeito Gilberto Kassab (PSD) em 2008 prevê a desapropriação do terreno para a transformação de parque. Mas Kassab deixou a decisão para seu sucessor, no ano em que seu decreto terá, em setembro, a validade expirada.
Gilberto Natalini (PV) e Floriano Pesaro (PSDB) também relataram à reportagem que o prefeito disse não ser prioridade o Parque Augusta. “Uma região que recebeu tantos prédios merecia ganhar agora uma área verde”, criticou o tucano. Governista, Police Neto (PSD), ex-presidente da Câmara, disse que o fato de não ter verba agora para desapropriação não significa que a atual gestão não vai fazer o parque. Ele já sabia antes do encontro de sexta que o governo não teria verba para fazer a desapropriação.
“O governo não tem mesmo esse dinheiro. Outras formas precisam ser estudadas, como uma parceria público-privada, para que a desapropriação possa acontecer”, disse o vereador.
Haddad aproveitou o encontro para cobrar vereadores tucanos presentes (Nomura, Pesaro e Mario Covas Neto) a ajudarem a Prefeitura a pedir mais contrapartidas pela construção do trecho norte do Rodoanel. O governo estadual quer pagar R$ 60 milhões em contrapartidas, mas o governo municipal considera que deveria receber pelo menos R$ 200 milhões pelo impacto ambiental e social da obra – mais de 7 mil famílias serão removidas de suas casas na zona norte.
Moradores pedem criação do Parque Augusta; na quinta-feira eles prometem fazer vigília no terreno

Na quinta-feira moradores pretendem fazer um protesto pela criação do parque ao lado da Praça Roosevelt. Célia Marcondes, presidente da Samorc, disse que pretende continuar mobilizando entidades para pressionar o prefeito. “Pode não ser prioridade para ele, mas é nossa. São 36 prédios sendo construídos nessa região, para onde vai o dinheiro da outorga onerosa desses prédios? Nós precisamos de um parque nessa área onde houve um aumento da população e dos carros”, argumentou a urbanista.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Hoje, dia 6 às 13h, no Martinelli, nova mobilização na mesa central do Sistema de Negociação Permanente - SINP - PMSP


CAROS AMIGOS ENGENHEIROS, ARQUITETOS, GEÓLOGOS 

CHEGOU O NOSSO GRANDE DIA!

CAMISETAS PRETAS, APITO E MUITA DISPOSIÇÃO!

MOBILIZAÇÃO PACÍFICA NO PRIMEIRO ARRANHA CÉU DA AMÉRICA LATINA!

NOSSOS DELEGADOS SINDICAIS NA MESA CENTRAL DO SINP VÃO NOS INFORMAR "ONLINE" COMO ANDAM AS NEGOCIAÇÕES COM O GOVERNO!

SEESP-SASP-SIGESP-SINDSEP-SEAM UNIDOS PARA ESTA CONQUISTA HISTÓRICA!

NÃO FIQUE DE FORA!

AJUDE-NOS A NEGOCIAR COM O GOVERNO POR UM VENCIMENTO DIGNO E MELHORES CONDIÇÕES DE TRABALHO!

VAMOS TRANSFORMAR SÃO PAULO NUMA CIDADE COMPACTA E SUSTENTÁVEL!

NÃO PRECISAMOS IMPORTAR ENGENHEIROS E GEÓLOGOS, QUEREMOS SALÁRIOS(VENCIMENTOS) DIGNOS!

VOCÊ FAZ A DIFERENÇA!

OS DELEGADOS SINDICAIS, A CIDADE DE SÃO PAULO E O PREFEITO AGRADECEM!

VENHA E PARTICIPE DA ASSEMBLEIA PERMANENTE DO SEESP-SASP-SIGESP

LEVE SEUS AMIGOS PARA ESTE GRANDE EVENTO PACÍFICO E HISTÓRICO!

1000 CAMISETAS PRETAS INCOMODAM MUITO MAIS!

HOJE, DIA 6 ÀS 13:00H

É AGORA OU NUNCA! OP2014 JÁ!

DEPOIS, SÓ EM 2015...

urubu kamikaze


Caros técnicos da PMSP, 

Agradecemos pelo atendimento à nossa convocação para a mobilização maciça hoje! 



Deu uma tremenda "zebra", pessoal!

Os "camisas pretas" foram maioria hoje e certamente seremos também na sexta, dia 6!

Tenho certeza que TODOS ficaram impressionados e orgulhosos pela demonstração da união e indignação dos técnicos da PMSP com relação ao SINP.


O nosso "apitaço" incomodou muuuuito o Prefeito!

Mesmo com o "adiamento" da mesa central e com chuva, todos ficaram até o fim!

Valeu! Parabéns!

Divulguem e no dia 6 vamos levar mais técnicos e surpreender o governo com a nossa determinação!

Vamos chegar a 1000 urubus em cima da carniça!

DESISTIR JAMAIS!

A LUTA CONTINUA!

FALTA POUCO!

  • O salário de mercado nos favorece!
  • Escassez de técnicos na PMSP!
  • Com estes vencimentos, novos concursos serão inviáveis!
  • Ano que vem é ano eleitoral!
  • As entidades estão unidas!


É agora ou nunca!  

TRUUUUUCO NELES!

digo, APITAÇO NELES!


OP2014 já!

urubu kamikaze
SEESP-SAP-SIGESP-SEAM-SINDSEP




2ºAto Anti “Enrolation”

Parabenizamos a participação dos ~400 técnicos da PMSP que nesta terça (3/9) formaram uma linda mancha negra em protesto à ausência de uma política de valorização de nossos salários.
A mesa setorial foi adiada, mas devido a nossa mobilização fomos recebidos pelos negociadores de SEMPLA, Sr. Christy e Sr. Walter.
Protocolamos cobrança de resposta as nossas reivindicações através de uma carta assinada pelos presidentes do SEESP, SASP, SIGESP e SEAM, onde ratificamos a proposta de elevação dos vencimentos a partir de R$ 5.763,00 no padrão inicial e manutenção, neste momento, das carreiras em cargo largo com possibilidade de adesão dos não optantes.
Conclamamos os técnicos da PMSP para novo ato unificado à frente do Edifício Martinelli, onde ocorrerá a negociação.
Venham de negro luto com seus apitos.


Data: 06 / setembro / 2013
 Sexta-Feira - 13h
Em frente ao Edifício Martinelli

(Rua São Bento, 405)