domingo, 9 de junho de 2013

Crianças do Peti participam de ações educativas no Bosque dos Papagaios

MEIO AMBIENTE: Crianças do Peti participam de ações educativas no Bosque dos Papagaios

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Para encerrar a programação da semana do meio ambiente, o Bosque dos Papagaios recebeu nesta quarta feira (5), os integrantes do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti). As crianças conheceram a estrutura do local e participaram de atividades educativas sobre preservação ambiental.

Ao todo, 90 crianças e adolescentes participaram da programação que inclui a realização de trilhas ecológicas pelo Bosque e palestras educativas sobre a importância e os cuidados com o meio ambiente. Os integrantes também conheceram as aves e animais abrigados no Bosque.

Segundo a integrante do Peti, Dani Kelly da Silva, 13, ações como essa proporcionam mais conhecimento às pessoas. “Informar toda a população, inclusive as crianças e adolescentes, é essencial porque se não preservamos agora, podemos acabar com o nosso planeta. Tudo tem sua função: plantas, lagos e rios. O local em que vivemos deve ser preservado para garantir o equilíbrio ambiental. Devemos ter a consciência que precisamos de um ambiente saudável para sobreviver”, disse Dani Kelly.

As atividades iniciaram na segunda feira (3), recebendo aproximadamente 50 pessoas por dia, além de 200 alunos divididos nos períodos da manhã e tarde. O objetivo é sensibilizar as pessoas sobre os cuidados com a natureza. Para a educadora do Bosque Monalisa Miranda, essa é uma ação de extrema importância.

“O trabalho realizado no Bosque nos dá a oportunidade de atrair pessoas para um local diferenciado. Aqui, tudo é voltado para a conscientização sobre a importância da conservação da natureza para nossa sobrevivência. É essencial trabalhar esse tema com os integrantes do Peti, pra que eles possam repassar tudo que é aprendido para as pessoas do seu convívio,” afirmou Monalisa.

sábado, 8 de junho de 2013

Virada Sustentável promove eventos durante o fim de semana em São Paulo


  atualizado às 15h06

Virada Sustentável promove eventos durante o fim de semana em São Paulo


Programação tem arte e atividades lúdicas como formas de comunicação

A cidade de São Paulo recebe até domingo a Virada Sustentável - que tem como objetivo difundir e ampliar a informação sobre sustentabilidade na sociedade Foto: Patricia Tiemi / Divulgação
A cidade de São Paulo recebe até domingo a Virada Sustentável - que tem como objetivo difundir e ampliar a informação sobre sustentabilidade na sociedade
Foto: Patricia Tiemi / Divulgação
A cidade de São Paulo recebe até domingo a Virada Sustentável - que tem como objetivo difundir e ampliar a informação sobre sustentabilidade na sociedade. Com mais de 600 atrações espalhadas por cerca de 150 locais, o evento pretende conscientizar e mobilizar a população para um modelo de vida ambientalmente correto. A Virada Sustentável se compromete a gerir de maneira responsável seus próprios impactos ambientais, compensando emissões de gases nocivos, gerindo resíduos e incentivando a reciclagem.
O evento, que está em sua terceira edição, promove atividades como exposições, oficinas, caminhadas e piqueniques a fim de abordar os mais variados assuntos, como mobilidade urbana, gestão de resíduos, biodiversidade, alimentação saudável e redução do consumo. Estão programas atividades para crianças e adultos.
Nesta sexta-feira ocorre o Festival de Tecnologias Sustentáveis - Como Virar sua Cidade?, um encontro de pessoas, redes e movimentos de São Paulo para falar sobre tecnologias sociais, no Centro Cultural São Paulo. No sábado, está programado o Ballet de Cegos da Associação de Ballet e Artes Fernanda Bianchini, no Parque Villa-Lobos. O último dia da Virada Sustentável 2013 começa com o Passeio Ciclístico do WWF-Brasil, que sai às 9h do Vale do Anhangabaú.
Entre os destaques da Virada Sustentável neste ano estão o Conta Aí (uma série de rodas de conversa em que pessoas engajadas com mudanças em suas cidades relatam suas experiências), os Pic-Nic Lounges (organizados em parques públicos) e o Mercado Verde Mix (feira de produtos sustentáveis). A programação completa do evento pode ser conferida no site viradasustentavel.com.

"Explosão solar apocalíptica"...só faltava essa!


As erupções solares podem destruir a Terra?


SITE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. As erupções solares podem destruir a Terra?. 24/05/2013. Online. Disponível em www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=erupcoes-solares-destruir-terra. Capturado em 08/06/2013. 

Com informações da NASA - 24/05/2013
As erupções solares podem destruir a Terra?
A erupção solar mais forte já registrada até hoje ocorreu no dia 4 de Novembro de 2003, atingindo um nível X28. [Imagem: ESA and NASA/SOHO]
Há uma necessidade legítima de proteger a Terra das formas mais intensas do clima espacial, por exemplo, das grandes explosões de energia eletromagnética e de partículas geradas pelas tempestades solares e pelas ejeções de massa coronal.
Mas documentários recentes, apresentados nos canais de TV a cabo, transmitiram a ideia de que uma gigantesca "explosão solar apocalíptica" poderia literalmente torrar a Terra.
Para desmistificar essas ideias - isso não é realmente possível - a NASA divulgou um comunicado, mostrando o que é fato e o que é ficção sobre as erupções solares.
Impactos do Sol sobre a Terra
A atividade solar está mesmo aumentando, rumo ao que é conhecido como máximo solar, algo que ocorre aproximadamente a cada 11 anos.
No entanto, esse mesmo ciclo solar tem ocorrido ao longo de milhões de anos, de forma que qualquer pessoa com idade superior a 11 anos já sobreviveu a um máximo solar, saindo sem ferimentos. E o atual máximo solar é um dos mais suaves que se tem notícia.
Isso não quer dizer que o clima espacial não possa afetar nosso planeta.
O calor explosivo de uma labareda solar não pode fazer todo o trajeto até a Terra, mas a radiação eletromagnética e as partículas energéticas geradas por esses eventos certamente podem.
As erupções solares podem alterar temporariamente a alta atmosfera, criando rupturas na transmissão de sinais, digamos, de um satélite de GPS, causando erros nos dados.
Outro fenômeno produzido pelo Sol pode ser ainda mais perturbador.
Conhecido como ejeção de massa coronal (CME na sigla em inglês: Coronal Mass Ejection) estas explosões solares liberam rajadas de partículas eletromagnéticas que chegam até a atmosfera da Terra.
Essas flutuações podem induzir flutuações elétricas ao nível do solo que poderiam até mesmo explodir transformadores nas redes de energia. As partículas de uma ejeção de massa coronal também podem colidir com os componentes eletrônicos desatélites artificiais, interrompendo suas transmissões ou mesmo danificando circuitos de forma permanente.
As erupções solares podem destruir a Terra?
A atividade solar está aumentando, rumo ao que é conhecido como máximo solar - mas o atual máximo solar é um dos mais suaves desde que o Sol começou a ser monitorado, há mais de 100 anos. [Imagem: David Hathaway/NASA/MSFC]
Clima espacial
Em uma sociedade cada vez mais tecnológica, onde quase todo o mundo depende dos celulares e o GPS não controla apenas o sistema de mapas nos carros, mas também a navegação dos aviões e os relógios extremamente precisos que governam as transações financeiras, o clima espacial de fato se tornou um assunto sério.
Mas é um problema da mesma forma que os furacões são um problema, diz a nota da NASA.
É possível se proteger deles com uma informação prévia e as devidas precauções. Durante um alerta de furacão, uma pessoa pode não fazer nada e ficar sujeita a ele - ou pode selar a casa, desligar a eletricidade e tomar outras providências para minimizar os danos, sem correr o risco de se ferir.
Da mesma forma, os cientistas agora já dispõem de sondas espaciais que monitoram o Sol continuamente, podendo dar alertas com vários dias de antecedência - as perigosas partículas das ejeções de massa coronal levam entre dois e quatro dias para nos atingir, dependendo de sua energia.
Um caso realístico de funcionamento desse sistema pôde ser visto recentemente, quando ocorreram as erupções solares mais fortes do ano. Os mais preocupados podem acompanhar ao Sol ao vivo pelo celular.
O Brasil também já se precaveu, e recentemente o INPE lançou um serviço de previsão do clima espacial.
Assim, nossa tecnologia eletroeletrônica está vulneráveis às intempéries solares, mas também estamos mais alertas.
O importante a saber, destaca a NASA, é que, mesmo no pior caso de erupção solar, as chamas do Sol não são capazes de destruir fisicamente a Terra, e nem mesmo de torrá-la.

Gasto anual com cigarro chega a R$ 2 mil: Queima de dinheiro...

31 de maio de 2013 às 08h33 -Prudente
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Gasto anual com cigarro chega a R$ 2 mil

http://www.imparcial.com.br/site/gasto-anual-com-cigarro-chega-a-r-2-mil

por Alana Pastorini-DA REDAÇÃO

“O tratamento para dependentes consiste em três fatores: o mais importante é a força de vontade; segundo é o acompanhamento de um profissional experiente que direcionará o melhor tratamento; e o terceiro é a medicação correta para cada caso”, salienta.
Hoje é comemorado o Dia Mundial sem Tabaco. No cigarro o princípio ativo é a nicotina, substância que causa dependência química e psicológica, conforme explica o pneumologista Oliver Nascimento. Ele expõe que o gasto anual de um fumante pode chegar a R$ 2 mil, considerando a compra de um maço por dia no valor de R$ 5,50. “Um tratamento de três meses para acabar com a dependência sai pela metade do preço. Ação que, com certeza, resultará em melhor qualidade de vida ao paciente, seus amigos e familiares”, garante.
Além da dependência, cigarro causa infarto e câncer de pulmão
O médico observa ainda que o tabagismo é o responsável por desencadear cerca de 50 doenças, entre elas infarto, câncer de pulmão e laringe. “Dados de 2011 revelam que cerca de 15% da população, acima de 15 anos, é fumante. Informação preocupante. São jovens que precocemente se tornam fumantes e não observam os riscos que isso traz à saúde”, alerta.
De acordo com o profissional, as pessoas começam a fumar por influência de amigos ou familiares. “É a tal da curiosidade. Saber as sensações que a nicotina proporciona. Só que esquecem que aquela primeira tragada futuramente pode evoluir para o vício”, enfatiza.
Nascimento analisa que fumantes passivos – pessoas que não fumam, mas sempre estão perto de quem traga – que ficaram expostos por aproximadamente 20 anos ao efeito do cigarro, têm 30% mais chances de desenvolver câncer de pulmão e infarto, do que aqueles que não conviveram com os dependentes.
“O tratamento para dependentes consiste em três fatores: o mais importante é a força de vontade; segundo é o acompanhamento de um profissional experiente que direcionará o melhor tratamento; e o terceiro é a medicação correta para cada caso”, salienta.
O funcionário público João Carlos de Almeida, 33 anos, conta que parou de fumar há seis meses. “Durante meus 14 anos de fumante, já tentei parar umas quatro vezes, mas sempre tinha recaídas. Com a ajuda a minha namorada estou conseguindo vencer meu vício”, comemora. Revela que começou a fumar com 19 anos. “Experimentei e gostei”. Almeida expõe ainda que para ficar longe do tabaco, substitui o cigarro pelo café e que esse tempo afastado lhe proporcionou melhoras físicas e psíquicas. “Hoje, estou bem melhor. Sinto melhor o cheiro das coisas e iniciei atividades físicas. Fora a sensação de conseguir mudar algo que não é bom para minha saúde. Você quer, você consegue! Basta tentar”, promove.
O estudante Bruno César Bastos, 25 anos, que é tabagista há 10 anos, também está na luta contra o vício. Ele diz que começou a fumar por influência de amigos. “Já tentei parar várias vezes. Mas é difícil. Sinto muita ansiedade. O cigarro é como um companheiro. Sei que falta um pouco de força de vontade”, relata.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Se uma pessoa que fuma diariamente um maço de cigarros a um preço médio de R$ 5,50 deixasse de fumar por um ano, ela conseguiria economizar R$ 2.007,50 – o suficiente para comprar uma TV de LED de 46 polegadas ou cerca de 25 cestas básicas

Saúde | 05/06/2013 12:17

Os custos do cigarro para o seu orçamento

Apesar de ser muito comum, o cigarro, além de causar prejuízos à saúde, também afeta o orçamento familiar


Daniel Barry/Getty Images
Cigarro
Em 1989, cerca de 43% dos homens e 27% das mulheres fumavam. Em 2008, esse número caiu para aproximadamente 23% e 14% respectivamente
São Paulo - Que o cigarro provoca males para a saúde de quem fuma e daqueles que convivem com fumantes, todos sabem. Entretanto, é importante ressaltar que o tabagismo, além de ser um dos principais fatores de risco para inúmeras doenças, como câncer, enfisema pulmonar, derrame cerebral e enfermidades cardiovasculares, também pode ser prejudicial para a saúde financeira do indivíduo e da família.
De acordo com pesquisas recentes do Ibope1, o cigarro faz parte de um novo grupo de produtos que integra a cesta de consumo da classe C – extrato social responsável por 38,7% das compras do brasileiro. Entre a população das classes D e E, os cigarros representam 13 % dos gastos e esse percentual vem aumentando, com tendência a ser igualado ao consumo de produtos de mercearia e vestuário.
Segundo o médico pneumologista e sanitarista Alberto José de Araújo, do Rio de Janeiro, esse tipo de investimento chega a comprometer um quarto da renda de uma pessoa que ganha um salário mínimo. “Escravizados pela dependência, muitos fumantes não percebem que, se deixassem de gastar seu dinheiro com cigarro, poderiam investir em bens essenciais, como uma melhor alimentação, melhor qualidade de vida e, também, poderiam planejar viagens, adquirir geladeira, TV, entre outros”, informa Araújo.
Na prática, é simples verificar o que os gastos com o consumo de cigarros significam: se uma pessoa que fuma diariamente um maço de cigarros a um preço médio de R$ 5,50 deixasse de fumar por um ano, ela conseguiria economizar R$ 2.007,50 – o suficiente para comprar uma TV de LED de 46 polegadas, cerca de 25 cestas básicas, ou ainda, uma viagem de ida e volta de São Paulo para Fortaleza, no mês de julho, com dinheiro sobrando para as despesas do passeio.
Segundo Alberto José de Araújo, “é importante que o fumante reflita sobre as perdas financeiras que sua dependência acarreta e, em longo prazo, nos gastos para remediar os efeitos nocivos do cigarro que podem comprometer o orçamento doméstico”. Isto pode ajudar o fumante a se mobilizar para fazer uma tentativa para deixar de fumar.
“Se o fumante fizer o simples exercício de calcular o que deixaria de gastar no primeiro ano sem fumar e, pensar o que poderia concretizar com esta economia, isto poderia encorajá-lo fortemente a parar”.
Esta situação tende a se agravar mais com o passar dos anos se os reajustes no preço do cigarro forem considerados. Para se ter uma ideia, no final de 2012, o valor do produto aumentou 16% em 20 estados brasileiros. De acordo com dados da Receita Federal, além da alta já sentida, os cigarros devem subir 13% em 2014 e 10% em 2015.
Por outro lado, o aumento do preço do cigarro começou a surtir efeitos positivos, como a redução do número de fumantes no Brasil nos últimos 20 anos. Essa medida, aliada à restrição à publicidade e à adoção de ambientes livres de fumo, tem contribuído ano após ano para que as pessoas abandonem, de fato, o tabagismo. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer – INCA, em 1989, aproximadamente 35% dos brasileiros fumavam. Em 2008 este índice caiu para 17,2%.
• Em 1989, cerca de 43% dos homens e 27% das mulheres fumavam. Em 2008, esse número caiu para aproximadamente 23% e 14% respectivamente;
• 46% dessa redução resultou diretamente do aumento das taxas sobre os produtos derivados de tabaco;
• 14% da redução aconteceu em decorrência das leis de restrição do cigarro em ambientes fechados;
• 14% da redução ocorreu devido à restrição de publicidade desse tipo de produto;
• 10% se deve aos programas de tratamento contra o tabagismo;
• 8% se deve às advertências sobre saúde nas embalagens de cigarros;
• 6% se deve às campanhas na mídia contra o fumo.
Mesmo com o suporte de medidas como essas, a luta contra o fumo ainda precisa avançar mais. “Sabemos que, para o fumante, a nicotina proporciona efeitos de recompensa, tais como sensações de prazer, relaxamento, redução da ansiedade (embora seja um fator ansiogênico), aumento da concentração, redução da fome, entre outros. Mas é importante lembrar que o tabagismo é uma grave doença crônica e a principal causa de morte evitável em todo o mundo”, explica o especialista.
Para tratar o problema, além de mudança comportamental, muitas vezes, é necessário acompanhamento de um médico que indique o tratamento adequado que combine terapias. Dependendo do caso, é possível incluir medicamentos que solucionem os sintomas da abstinência.
Atualmente, o tratamento farmacológico do tabagismo inclui, entre outras terapias, a reposição de nicotina e medicamentos que auxiliam no controle da vontade e ansiedade de fumar como a bupropiona e a vareniclina (único produto desenvolvido especificamente para o tratamento do tabagismo).
Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) revelam que fumantes que tentam parar de fumar sem ajuda médica têm menor chance de sucesso (uma média de 5%). E mesmo entre os que conseguem largar o cigarro, apenas de 0,5% a 5% mantêm a abstinência por um ano sem acompanhamento médico.
Consciente do impacto do cigarro em sua saúde física e econômica, o fumante que decide parar de fumar percebe que o tratamento sai bem mais em conta do que aquele direcionado para tratar doenças como câncer, enfisema, acidente vascular cerebral, infarto do miocárdio dentre outras.
“Além disso, ele sentirá que a cessação representará uma grande diferença em termos de qualidade de vida, realização de sonhos e de melhorias no bem-estar de sua família. São benefícios tão evidentes que já são percebidos já nas primeiras horas e nas primeiras semanas após a abstinência, como a redução da pressão arterial e da frequência cardíaca, melhora da respiração, redução da fadiga etc.”, declara Araújo.

Projeto de lei 289/2013 - Dispõe sobre a gestão participativa das praças do município de São Paulo, e dá outras providências.

Atenção: O "CADES" Regional- Conselho Regional de Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Cultura de Paz é vinculado à Subprefeitura, a sigla está errada. Deveria ser "CONREMAD"... e não CADES - Conselho Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável que é da SVMA!


Projeto de lei 289/2013

http://cidadeaberta.org.br/projeto-de-lei-2892013/

Ementa: Dispõe sobre a gestão participativa das praças do município de São Paulo, e dá outras providências.
Promovente: Nabil Bonduki

PROJETO DE LEI 289/2013
Art. 1º Esta Lei dispõe sobre a gestão participativa das praças do município de São Paulo e estabelece seus objetivos, princípios e instrumentos.
Art. 2º Entende-se por gestão participativa das praças a participação dos cidadãos na implantação, revitalização, requalificação e gestão das praças públicas, visando garantir a qualidade desses espaços públicos, fortalecendo o necessário diálogo entre o Poder Público e a Sociedade Civil.
Art. 3º A gestão participativa das praças tem como objetivos:
I – a busca da sustentabilidade do espaço urbano, considerando a valorização da saúde humana, a inclusão social, as manifestações culturais e a melhoria da qualidade de vida como aspectos pertinentes e indissociáveis da conservação do meio ambiente;
II – a valorização do patrimônio ambiental, histórico, cultural e social das praças de São Paulo;
IV – a apropriação e fruição dos espaços públicos da praça pela comunidade, considerando as características do entorno e as necessidades dos munícipes;
V – a utilização de elementos paisagísticos, arquitetônicos, esportivos, lúdicos e mobiliário urbano voltados ao atendimento das necessidades dos munícipes;
VI – a sensibilização e conscientização da comunidade para a conservação e valorização das áreas verdes urbanas, incentivando o seu uso coletivo e contribuindo para desenvolver uma cultura de convivência social nos espaços públicos.

Art. 4º Para a consecução desses objetivos, a gestão participativa das praças rege-se pelos seguintes princípios:
I – a disseminação ampla e qualificada de informações;
II – a transparência;
III – o diálogo com a comunidade;
IV – a valorização do saber técnico e do saber popular;
V – a vocação de cada praça, sua singularidade e complementaridade com as outras praças e áreas verdes do bairro, do distrito e da Subprefeitura;
VI – a integração entre as praças, parques, áreas verdes particulares e a arborização urbana, considerando as diferentes escalas e paisagem, e observado o disposto no Plano Diretor Estratégico, nos Planos Regionais e nos Planos de Bairro;
VII – a parceria entre o poder público, a sociedade civil e o setor privado.

Art. 5º São instrumentos da gestão participativa das praças:
I – a consulta pública de projetos, previamente à sua implantação;
II – os comitês de usuários;
III – o cadastro de praças.

Art. 6º Entende-se por consulta pública o procedimento de divulgação pública de propostas para receber manifestações de interessados, devendo ser utilizado:
I – Nos projetos de novas praças, elaborados pelo poder público municipal ou por terceiros;
II – Nos projetos de requalificação de praças, quando implicarem em reformas e/ou substituição expressiva da vegetação;
III – Nos projetos de requalificação ou reforma de praças, quando implicarem em mudança de uso predominante.
§ 1º A consulta pública poderá ser feita pela internet;
§ 2º A Subprefeitura deverá disponibilizar o projeto impresso para consulta dos interessados durante o prazo estabelecido para a consulta pública;
§ 3º Os serviços de manutenção, limpeza e consertos de equipamentos e mobiliário danificados não serão objeto de consulta pública.

Art. 7º O executivo municipal regulamentará as regras da consulta pública para os casos definidos nos incisos I, II e III do artigo 5º desta Lei, fixando prazos, meios de divulgação e demais procedimentos.
Parágrafo único. As regras para consulta pública serão unificadas para todas a Subprefeituras, e deverão ser aprovadas pelo Conselho Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável – CADES. (da SVMA)

Art. 8º Após passarem por consulta pública, os projetos citados nos incisos I, II e III do artigo 6º desta Lei deverão ser apreciados pelo Conselho Regional de Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Cultura de Paz – CADES Regional – da respectiva Subprefeitura, que emitirá parecer recomendando ou não sua execução.
Art. 9º Os comitês de usuários citados no inciso II do artigo 5º desta Lei são formados por iniciativa dos munícipes, sendo constituídos por dois ou mais moradores do entorno e/ou usuários da praça, interessados em contribuir voluntariamente na gestão de uma ou mais praças.
§ 1º Os integrantes dos comitês de usuários não serão remunerados pela Prefeitura por desempenharem essa função, em nenhuma hipótese.
§ 2º Os comitês de usuário terão caráter voluntário e sua criação não constituirá obrigatoriedade.
§ 3º A ausência de comitê de usuários não impedirá a Prefeitura de implantar, reformar e requalificar praças.
§ 4º Os comitês de usuários deverão ser cadastrados na Unidade de Parques e Jardins da Subprefeitura a qual pertence a praça, devendo a mesma disponibilizar o cadastro na internet.
§ 5º os comitês de usuários trabalharão de forma integrada com os zeladores de praça, quando houver.

Art. 10. São funções dos comitês de usuários:
I – contribuir com a gestão da praça;
II – propor projetos, reformas, requalificações e intervenções, bem como opinar acerca destes;
III – opinar acerca de propostas de termos de cooperação, bem como acompanhar e fiscalizar seu cumprimento;
IV – opinar acerca do mobiliário urbano, equipamentos e demais elementos que compõe as praças;
V – opinar acerca dos termos de permissão de usos comerciais tais como cafés, revistarias, bancas de frutas e feiras orgânicas nas praças, observada a legislação pertinente;
V- mediar a relação entre a comunidade vizinha à praça e o poder público;
VI – buscar parcerias, bem como opinar sobre parcerias existentes e propostas;
VII – acompanhar os serviços de manutenção, limpeza, capinação, poda e demais serviços executados pela Prefeitura e ou por cooperantes, informando sobre a necessidade de tais serviços e apontando eventuais irregularidades na sua execução.
Parágrafo único. Quando houver termo de cooperação, a Subprefeitura deverá contribuir para o diálogo entre o cooperante e o comitê de usuários, mediando-o sempre que necessário.

Art. 11. O cadastro de praças citado no inciso III artigo 5º desta Lei consiste na listagem atualizada e georreferenciada de praças, devendo conter no mínimo:
I – demarcação das praças por distrito, com nome, endereço e área;
II – informações sobre as características de cada praça, tais como topografia, vegetação predominante, equipamentos e mobiliário urbano existentes, espécimes arbóreos relevantes quando couber;
III – programação de limpeza e capinação;
IV – zeladoria, quando existir;
V – termo de cooperação, nome e contato do cooperante, quando existir;
VI – comitê de usuários e contato do responsável, quando existir.
§ 1º As Subprefeituras terão um prazo de 3 (três)meses a partir da promulgação desta Lei para disponibilizar o cadastro referido no caput deste artigo.
§ 2º O cadastro de praças deverá ser atualizado a cada dois anos.

Art. 12. O Executivo Municipal deverá manter e ampliar o programa de zeladoria de praças, adequando-o se necessário para atender às disposições desta Lei.
Art. 13. As propostas de Termos de Cooperação serão apreciadas pelo CADES Regional da respectiva Subprefeitura, após análise da Unidade de Parques e Jardins da Subprefeitura, ouvido o comitê de usuários, quando houver.
Parágrafo único. O Executivo Municipal adequará a legislação que normatiza os Termos de Cooperação ao disposto nesta Lei.

Art. 14. As propostas de instalação de hortas comunitárias orgânicas e composteiras nas praças deverão ser encaminhadas para as respectivas Subprefeituras, mediante solicitação contendo, no mínimo, a localização, as dimensões e a indicação dos responsáveis pela manutenção.
§ 1º A Unidade de Parques e Jardins expedirá manifestação considerando as condições de solo, irrigação, insolação, topografia e entorno, ouvindo o comitê de usuários quando houver.
§ 2º Havendo autorização para a instalação da horta e/ou da composteira, a Subprefeitura apoiará a implantação dentro de suas possibilidades, em parceria com a SVMA e SMSP/ABAST no âmbito do Programa de Agricultura Urbana e Periurbana – PROAURP.

Art. 15. O CADES regional será o fórum para a mediação de eventuais conflitos decorrentes da aplicação desta Lei.
Art. 16. As despesas decorrentes da execução desta Lei correrão por conta das dotações orçamentárias próprias, suplementadas se necessário.
Art. 17. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Sala das Sessões, 30 de abril de 2013.
NABIL BONDUKI
Vereador

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Lotado, hospital público... para animais forma fila de madrugada

06/06/2013 - 03h30

Lotado, hospital público para animais forma fila de madrugada


DO "AGORA"

Donos de bichos de estimação doentes precisam chegar de madrugada no Hospital Público Veterinário de São Paulo, no Tatuapé (zona leste), para garantir uma consulta. A cada dia são distribuídas apenas 30 senhas para atendimentos. Quem tem retorno ou consulta marcados não precisa aguardar.
Para evitar tumulto, uma lista com o nome dos donos dos animais é organizada todas as noites. Os que chegam depois da lista preenchida voltam para casa. Já os "sortudos" têm de passam a noite na sala do hospital até a triagem dos casos e atendimento, que começam às 7h.
Primeira da fila, a dona de casa Milena Rodrigues, 32, chegou anteontem às 23h50. "É a segunda vez que venho. Na segunda-feira, cheguei às 4h30 e já não tinha mais vaga", afirma. O gato dela, Pingo, foi atropelado na última quinta-feira.
Pingo passou pela triagem e ficou internado, à espera de uma possível cirurgia. Milela foi embora às 10h30.

Hospital Público Veterinário de São Paulo

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Rivaldo Gomes/Folhapress
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Donos de bichos de estimação doentes precisam chegar de madrugada no Hospital Público Veterinário de SP, no Tatuapé
Mais demorado foi o atendimento da gata Belinha, que estava com dificuldades para andar. Ela e a dona, Agmar Ferreira, 44, entraram na fila à meia-noite de ontem. Mas como o ortopedista só começava a trabalhar às 14h, aguardaram quase 15 horas. "Esperei tanto e o veterinário disse que ela tem que contar com a sorte para sobreviver."
Muitos elogiam o serviço oferecido pela prefeitura. "Vale a pena esperar, o atendimento é ótimo", disse a psicóloga Ana Paula Kuller, 27 anos. Ela levou o pitbull Costela para passar no dermatologista. (ANA FLÁVIA OLIVEIRA)

Sustentabilidade ainda inacessível...e o CREA?

Habitação de interesse social
Dois lados do MCMV
Apesar das metas cumpridas, obras do Minha Casa, Minha Vida (MCMV) começam a apresentar vícios e defeitos que estão corroendo o resultado das empresas e prejudicando os moradores

http://revista.construcaomercado.com.br//negocios-incorporacao-construcao/143/artigo290035-1.asp?o=r

Por Romário Ferreira


Ilustração: Samuel Casal
Os moradores do Residencial Bilbao, em Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, reclamam de problemas na construção desde que o condomínio foi entregue, em 2009, pela construtora Tenda. Ao conversar com os moradores do empreendimento, enquadrado no programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV), é notória a insatisfação com a obra. O encanador Jeomárcio Ferreira dos Reis enumera alguns problemas, presentes desde a entrega das chaves: 'alguns prédios têm infiltrações e rachaduras; os pisos de quase todos os apartamentos tiveram de ser nivelados; as vagas de garagem são estreitas e nem todos têm direito a elas, mesmo estando previstas no contrato de financiamento; quando chove, o hall de entrada de alguns blocos alaga; entre outros problemas'.
No final de 2012, a assistência técnica da construtora foi chamada para averiguar a denúncia de uma rachadura num muro do residencial. Com medo de desabamento, os próprios moradores interditaram o acesso ao local. Eles contam ainda que, após a vistoria do engenheiro da Tenda, a área foi liberada, pois não havia risco de desmoronamento, segundo avaliação do próprio engenheiro. No entanto, no início de janeiro deste ano, o muro de aproximadamente 7 m de altura, a cerca de 3 m do playground, desabou sobre um dos blocos do condomínio, destruindo janelas e paredes de apartamentos do térreo e do primeiro andar. Um dos apartamentos afetados é o da funcionária pública Cássia Campos, que está atualmente com o imóvel embargado pela Defesa Civil, pois há risco de deslizamento de terra.

Etanol continua salgado...

06/06/2013 - 03h00

Oferta de etanol deve superar expectativas e reduzir preço na bomba


TATIANA FREITAS
DE SÃO PAULO

A oferta de etanol nesta safra será maior que a prevista inicialmente, o que pode contribuir para preços mais baixos ao consumidor final.
A produção na região Centro-Sul deve atingir 27 bilhões de litros, segundo estimativa da Copersucar, principal comercializadora de açúcar no país. O volume é 29% maior que o da safra passada, de 21 bilhões de litros.
Na Copersucar, 57,5% da cana processada será destinada à produção de etanol --o restante (42,5%) produzirá açúcar. "Antes, prevíamos 55% para o etanol", disse ontem o presidente da empresa, Paulo Roberto de Souza.
Apesar dos recentes incentivos tributários -em abril, o governo zerou PIS e Cofins para o etanol--, o maior interesse em produzir álcool deve-se ao clima.
O diretor-técnico da Unica (associação do setor), Antonio de Pádua Rodrigues, diz que as chuvas registradas entre o final de maio e o início de junho no Centro-Sul devem reduzir o teor de sacarose na cana, favorecendo o etanol em detrimento do açúcar.
A produção de álcool também é estimulada pela queda do preço do açúcar.
Do total, 15 bilhões de litros serão etanol hidratado. A oferta será superior ao consumo doméstico, que em 2012 ficou em 10 bilhões de litros.
Como a tendência é de queda para as exportações, por causa da provável supersafra de milho nos Estados Unidos, o excedente deve ser destinado ao consumidor brasileiro.
"Acreditamos que a paridade [entre álcool e gasolina] cairá para 62%. Com isso, o consumo mensal subiria para 1,8 bilhão de litros mensais, o suficiente para absorver o excedente", diz Souza.
Se a expectativa dele for confirmada, o etanol na bomba deverá cair para perto de R$ 1,69 o litro -na semana passada, o preço médio era de R$ 1,84 em São Paulo, segundo pesquisa da Folha.
A estimativa da Copersucar para a produção de açúcar no Centro-Sul é de 35 milhões de toneladas, dos quais 9 milhões serão vendidos pela empresa. Desse volume, 7,5 milhões de toneladas serão exportadas, alta de 41% ante a temporada anterior.
Esse aumento será possível graças ao novo terminal de açúcar na empresa, inaugurado ontem no porto de Santos (SP). Com o projeto, que consumiu R$ 130 milhões, a empresa dobra a sua capacidade de exportação para 10 milhões de toneladas.
O terminal é parte do plano de investimento da empresa em logística, de R$ 2 bilhões até 2015. No próximo dia 17, a empresa e parceiros inauguram o primeiro trecho do duto que ligará Goiás, Minas, São Paulo e Rio de Janeiro. O primeiro trecho foi construído entre Ribeirão Preto e Paulínia, em São Paulo.