sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Projeto de um empreendimento residencial sustentável em Leeuwarden, capital da província da Frísia, na Holanda


26/Dezembro/2011

Água divide áreas para moradia, agricultura e esportes em empreendimento de 300 mil m² na Holanda


http://www.piniweb.com.br/construcao/arquitetura/agua-divide-areas-para-moradia-agricultura-e-esportes-em-empreendimento-244230-1.asp

Arquitetos do escritório português OODA e do espanhol OOIIO se inspiraram na presença de lírios na água para criação do projeto


Ana Paula Rocha

O escritório português OODA e o espanhol OOIIO divulgaram o projeto de um empreendimento residencial em Leeuwarden, capital da província da Frísia, na Holanda, que concorre à competição internacional de design Europan 11. Inspirado na presença de lírios na água, comuns nessa região, o projeto foi concebido como uma série de plantas aquáticas sobre as quais repousam uma gama diversificada de tipologias de habitação.

Divulgação: OODA e OOIIO

A água de um rio adjacente divide o empreendimento de 300 mil m² em áreas para moradia, espaços verdes e terrenos agrícolas. Com isso, os arquitetos pretendem criar um local onde a cidade e o meio ambiente natural possam conviver, integrando esportes, agricultura e áreas públicas para os moradores.
Além das habitações térreas, o projeto prevê ainda a criação de uma torre de apartamentos de volumes empilhados, com turbinas eólicas integradas. Em outras áreas do empreendimento também será possível fazer a coleta de energia solar e geotérmica, bem como o tratamento da água para reúso dos moradores.
A circulação de carros e bicicletas pelo complexo será feita por vias totalmente independentes. Para saber mais sobre o Europan 11 clique aqui.

Divulgação: OODA e OOIIO


Divulgação: OODA e OOIIO


Divulgação: OODA e OOIIO


Divulgação: OODA e OOIIO


Divulgação: OODA e OOIIO


Divulgação


Divulgação: OODA e OOIIO


Divulgação: OODA e OOIIO




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EUROPAN 11

http://www.europan-europe.com/e11/en/home/10points.php


1 - Definition
The objective of Europan is to bring to the fore Europe's young architecture and urban design professionals, and to publicise and develop their ideas. Its objective is also to help cities and developers, which have provided sites to find innovative architectural and urban solutions for the transformation of urban locations. Europan 11 is a European federation of national organisations, which manages architectural competitions followed by building or study projects, launched simultaneously by several countries on common theme, objectives and rules. The open competitions are anonymous and public calls for ideas on a European scale.

2 - Candidature
Europan 11 is open to any team of young urban and architectural design professionals (architects, urban planners, landscape designers, engineers). Teams may also include young professionals from other disciplines. All candidates must be under 40 years old on the closing date for submission of entries.

3 - Information
From Monday 28 FEBRUARY 2011, every entrant or team has free access to the European's website www.europan-europe.com, where they can download and print the rules, the themes and the synthetic presentations of the sites of the session, classified according to thematic families.

4 - Participation
Each team registers on the Web site and makes a payment on line of 100 Euros in order to download a complete file of site in English (and possibly in the language of the country of the site). This includes detailed written documents on the city, the site, its context, and the developers' intentions, as well as plans, photographs, and all visual documents necessary for design work. Each supplementary complete site folder will be charged at the rate of 50 Euros per folder.
NEW
5 - Elements to be submitted
The entry is divided in two parts:
One part sent by postal service comprising
    . 3 vertical A1 format panels (594 mm x 840 mm)
    . a sealed envelope format A4 containing documents revealing the competitors identity
     and proving that the proposal meets all the qualification requirements
One part sent by Web (from the"Registration" zone of the website)
    . 3 vertical A1 format panels, each one in JPEG 3000 pixels wide
    . a document of maximum 7 pages in horizontal A3 format, each page in
    JPEG 3000 pixels high

6 - Judging in each country

A national jury, whose composition - 9 personalities and the substitutes - is published on the Website, examines all the projects entered in its country. The jury meets in two distinct sessions. During the first one, it examines the conformity of the projects in relation to the competition theme, and shortlists a maximum of 20% of the projects entered, for the quality of their ideas. During the second session, the jury examines the short-listed projects in terms of their innovative qualities and suitability to the context into which they are inserted. It thus chooses winning and runner-up projects with prizes and possibly gives a mention to complementary projects. A European forum with the members of the juries and the representatives of sites is organized between the two sessions of judging in order to debate of the short-listed projects in relation with the thematic families of sites.

7 - Prizes
The winners and runners-up receive a prize of 12,000 and 6,000 Euros (including tax) respectively.

8 - Communication
The organisers undertake to publicise all prize-winning entries both nationally and throughout Europe by way of exhibitions, meetings and publications with a European catalogue of all the results.

9 - Implementations
Europan guarantees to use all necessary means to incite cities and/or planners of sites to entrust the prize-winning teams with operational follow-through.

10 - European Forum of results 
To coincide with the closing of the eleventh Europan session, an event is held in April 2012comprising both an international exhibition of the results, a workshop and debates on the prize-winning entries and their practical feasibility. The winners and runners-up are invited.


NBR 12.209:2011da ABNT: Nova norma técnica para elaboração de projetos hidráulico-sanitários de estações de tratamento de esgotos sanitários (ETE)


28/Dezembro/2011

Está em vigor nova norma técnica para elaboração de projetos de estações de tratamento de esgotos sanitários


Nova NBR 12.209 aborda desde o tratamento da fase líquida e sólida até como fazer o desaguamento, a desinfecção e o controle de emissões gasosas


Ana Paula Rocha


Divulgação: Cesan
A nova norma técnica para elaboração de projetos hidráulico-sanitários de estações de tratamento de esgotos sanitários (ETE), a NBR 12.209:2011, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), entrou em vigor no dia 24 de dezembro. O texto foi elaborado e aprovado no âmbito do Comitê Brasileiro de Construção Civil (CB-02).
A normativa apresenta as condições recomendadas para a elaboração de projeto hidráulico e de processo de ETEs, observada a regulamentação específica das entidades responsáveis pelo planejamento e desenvolvimento do sistema de esgoto sanitário. O texto aborda desde o tratamento da fase líquida e sólida até como fazer o desaguamento, a desinfecção e o controle de emissões gasosas.
Vale lembrar que lagoas de estabilização, tanques sépticos e disposição final de subprodutos do tratamento, bem como ETEs compactas (pré-fabricadas) não estão contemplados na NBR 12.209. Para mais informações sobre a norma, clique aqui.

Estação intermodal e parque linear de Manguinhos


28/Dezembro/2011

Elevação de via férrea cria parque no Rio de Janeiro


http://www.piniweb.com.br//construcao/urbanismo/elevacao-de-via-ferrea-cria-parque-no-rio-de-janeiro-244336-1.asp?utm_source=Virtual+Target&utm_medium=email&utm_content=&utm_campaign=NL+Eng+29/12&utm_term=

Projeto revitaliza área degradada e inclui estação intermodal de transportes


Marina Pita, da Infraestrutura Urbana

O Rio de Janeiro contará com mais uma área pública de lazer, a primeira da comunidade de Manguinhos, entre Bonsucesso e Benfica. Sob a via férrea, que foi elevada, está sendo construído um passeio público por uma extensão de 1,7 km.

Erica Ramalho

O projeto, parte do Plano de Aceleração do Crescimento, integrará os dois lados da comunidade, hoje dividida pela linha do trem, e promoverá integração da região com o Parque Metropolitano por meio de uma ciclovia. O passeio público contará com piso de madeira ecológica e quiosques, ambos em implantação, além de quadras esportivas.
Quanto ao transporte, mais do que elevar o trilho, o projeto cria no local uma estação intermodal com a integração com linhas de ônibus. A estação, quando concluída sua construção, terá três andares, ligados por escadas rolantes e elevador, para garantir acessibilidade. No momento, está sendo instalado o teto metálico.
A obra, feita pela Secretaria de Obras, por meio da Empresa de Obras Públicas (Emop), criará também um binário de tráfego, nas ruas Uranos e Leopoldo Bulhões, que serão ampliadas e contarão com vagas de estacionamento e baias para ônibus e transporte complementar.
A elevação da via férrea e construção do passeio público fazem parte de um projeto de revitalização desta área degradada. Ali, foram demolidos antigos galpões e uma área de 80 mil m² foi terraplanada. Posteriormente foram erguidas casas, uma biblioteca, uma escola para 1,5 mil alunos, um centro de geração de renda e uma unidade de atendimento médico.
A construção de novas moradias abriu espaço para a abertura de ruas e construção de áreas de lazer e equipamentos sociais nas comunidades que compõem o Complexo de Manguinhos.

Erica Ramalho


Erica Ramalho


Erica Ramalho

Nova lei de direitos autorais


Nova lei de direitos autorais: retrocesso



Por Tatiana de Mello Dias
MinC inclui mecanismo de remoção de conteúdo na reforma da Lei de Direito Autoral e propõe um registro de obras obrigatório
SÃO PAULO – Manter um blog de MP3 poderá ficar ainda mais difícil no Brasil. O Ministério da Cultura (MinC) finalmente fechou o texto da nova Lei de Direitos Autorais. Se sancionado pela presidente Dilma Rousseff, detentores de direitos podem pedir a remoção de conteúdo de blogs e sites sem a necessidade de ordem judicial.
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• Siga o ‘Link’ no Twitter, no Facebook e no Google+
Link teve acesso ao texto final da Lei de Direitos Autorais, que será enviada pelo Ministério à presidente. Ele é fruto de anos de brigas entre governo, partidários da reforma e opositores de qualquer flexibilização – em geral, representantes de associações arrecadadoras. No geral, o texto é bem parecido ao que foi proposto pela gestão anterior do MinC. A nova lei é mais flexível do que a atual, de 1998, e permitirá, por exemplo, cópias de obras para uso privado, educação ou preservação.
Só que ao texto foi acrescentado o mecanismo de “notice and take down”, ou notificação e retirada, que serve para que detentores de direitos autorais tirem conteúdo pirata do ar sem a necessidade de ordem judicial.
O mecanismo proposto pelo MinC é igual ao dos EUA. Se uma gravadora se deparar com um blog hospedado no Blogger com links para downloads ilegais de discos, pode solicitar ao Google a remoção do conteúdo. O Google é obrigado a cumprir e notificar o autor. Avaliações ficam para depois. Cabe ao dono do blog fazer uma contranotificação pedindo a manutenção do conteúdo e assumindo a responsabilidade por uma eventual acusação.
Segundo explicou ao Link Marcia Regina Barbosa, diretora de Direitos Intelectuais do MinC, o mecanismo foi incluído na lei “por demanda dos produtores da área audiovisual e musical”. A medida, segundo ela, “legalizará um procedimento que hoje já é muito utilizado”.
“‘Notice and take down’ é censura prévia”, opina Pablo Ortellado, o diretor do Grupo de Políticas Públicas para o Acesso à Informação da USP. “Mesmo se o dono assumir, a obra já foi retirada do ar. O provedor tira, para evitar o processo. E as associações muitas vezes nem têm os direitos autorais.” Manter um blog de MP3, para Ortellado, “vai ser impossível”.
Registro. O Ministério da Cultura também quer criar um registro central de obras. Na prática, o sistema (que tem o nome provisório de I-Registro) é uma plataforma que centralizará dados sobre tudo o que é produzido de cultura no Brasil.
Fez uma música? Será necessário registrá-la no MinC para receber direitos autorais. “A regulação do registro de obras é uma tendência e foi tema de um recente evento promovido pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual”, explica Marcia. O Ministério diz que o registro permitirá transparência e dará mais poder aos autores. O MinC está “iniciando estudos” para essa plataforma.
O problema é que a Convenção de Berna, que estabelece princípios básicos de direitos autorais, da qual o Brasil é signatário, define que não é necessário registro para uma obra ser protegida. “A necessidade de registro é ilegal”, diz Ortellado. Segundo ele, o registro ainda impedirá o autor de optar por algo mais flexível, como Creative Commons.
O ministério diz que quer lançar uma ferramenta de licenciamento específica para o ambiente digital. Algo “que permita a circulação da obra na internet”. Segundo Marcia, “uma solução aos desafios que a internet impôs” e uma maneira de garantir ao autor todos os direitos sobre a obra – incluindo “a liberação de seu uso seguro sem embaraços no ambiente digital para a criação colaborativa”.
Em outras palavras, seria uma espécie de Creative Commons governamental. Só que isso não está na lei – é uma das propostas do registro e está no campo das ideias e na carta enviada a Dilma Rousseff para a aprovação da lei.

Pra que planejamento?


Tarifa de água é empecilho para obras do São Francisco

30 de dezembro de 2011 | 11h 02

MARTA SALOMON - Agência Estado
Com dificuldades para completar as obras da transposição do Rio São Francisco, cujo custo já explodiu, o governo analisa como cobrar do consumidor do semiárido nordestino o alto preço da água. Para vencer o relevo da região, as águas desviadas do rio terão de ser bombeadas até uma altura de 300 metros. O trabalho consumirá muita energia elétrica e esse custo será repassado, pelo menos em parte, à tarifa de água, que ficará entre as mais caras do País.
Estimativas preliminares apontaram custo de R$ 0,13 por metro cúbico de água (mil litros) apenas para o bombeamento no eixo leste, entre a tomada da água do São Francisco, no município de Floresta (PE), até a divisa com o a Paraíba. Nesse percurso, haverá cinco estações de bombeamento, para elevar as águas até uma altura maior do que o Empire State, em Nova York, ou do tamanho da Torre Eiffel, em Paris, ou ainda 96 metros menor do que o Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro. O maior arranha-céu de São Paulo nem chega perto.
A estimativa de custo do bombeamento da água no eixo leste foi feita pelo Ministério da Integração Nacional e projetava o início do funcionamento dessa parte da transposição ainda em 2010. Como a obra só deve começar a operar completamente em dezembro de 2015, conforme a última previsão do ministério, o custo deverá aumentar.
Sem revisão, o valor já representa mais de seis vezes o custo médio da água no País. Novo estudo sobre o custo foi encomendado à Fundação Getúlio Vargas.
Imbróglio. Trata-se de uma equação não resolvida. O governo federal se comprometeu a bancar o custo total da obra, estimado inicialmente em R$ 5 bilhões e que deverá alcançar R$ 6,9 bilhões, mas não definiu como financiar a operação do projeto, com a manutenção dos canais e o consumo de energia para o bombeamento.
O custo da construção já inclui a estimativa de gasto de mais R$ 1,2 bilhão para concluir um saldo de obras entregues a consórcios privados que não conseguirão entregar o trabalho, como revelou o Estado na edição de ontem.

Balanço da cidade de São Paulo: Falta muito para uma uma cidade sustentável...


30/12/2011 - 06h00

Promessas de Kassab ficam para o último ano da gestão


O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD), chega a seu último ano de mandato sem concluir a maioria das principais promessas feitas durante a eleição.
A informação é da reportagem de José Benedito da Silva eMarina Gama, publicada na edição desta sexta-feira da Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).
Folha avaliou os nove compromissos mais difundidos pelo prefeito na campanha de 2008, em comícios, debates e programas na TV.
Entre aqueles que dificilmente serão cumpridos está acabar com a espera por creche --a fila, que era de 57,6 mil crianças em 2008, chegou a 174,1 mil este ano.
Em outro dos principais compromissos --ampliar os serviços de saúde--, Kassab terá que viabilizar em 2012 três hospitais e 50 ambulatórios odontológicos prometidos, todos por ora no papel.
Por outro lado, a prefeitura concluiu a reforma do Theatro Municipal e da Biblioteca Mário de Andrade, além de ter investido 70% da verba prometida para o metrô.
A maioria das promessas foi incluída na Agenda 2012, o seu plano de metas. Balanço divulgado na quinta-feira (29) por Kassab mostra que 60 das 223 metas (27%) foram cumpridas e 160 estão em andamento.
Leia mais na edição desta sexta-feira, que já está nas bancas.
Editoria de arte/Folhapress

Triste realidade no Brasil em busca da sustentabilidade...



29/12/2011 - 14h49
Garoto de 9 anos morre soterrado por lixo em aterro em MS

Um menino de nove anos foi encontrado morto no início da tarde desta quinta-feira após ficar quase 20 horas soterrado por lixo em um aterro sanitário de Campo Grande (MS).
Segundo o Corpo de Bombeiros, o garoto buscava latas e garrafas no aterro, localizado na BR-060, quando foi atingido pelo lixo que cedeu. Um outro menino também estava no local, mas foi resgatado por pessoas que estavam no local.
Os bombeiros foram acionados e iniciaram as buscas pelo garoto soterrado por volta das 17h de ontem. Os trabalhos tiveram que parar durante a madrugada e foram retomados na manhã de hoje. O corpo da criança foi encontrado por volta das 12h30.

Parques eólicos: Lucro garantido!


29/12/2011 - 16h26

Alupar tem interesse em novas parcerias em eólica com Furnas

DA REUTERS

A Alupar, uma das vencedoras no leilão A-5 ocorrido neste mês com 204 megawatts (MW) de parques eólicos em parceria com Furnas, tem interesse em manter a parceria com a subsidiária da Eletrobras em leilões em 2012, embora nada tenha sido formalizado.
"Em geração, nessa questão das eólicas eu imagino que a coisa deva evoluir. É lógico que Furnas tem que querer também, mas acho que é uma boa parceria para desenvolver esse nicho", disse o diretor de Desenvolvimento de Novos Negócios da companhia, Enio Luigi Nucci, à Reuters.
A Alupar tem entre 300 e 350 MW de projetos eólicos em análise no Nordeste, segundo Nucci, plantas que ainda não devem entrar no leilão de energia A-3, marcado para março do ano que vem. "Mas a gente tem a previsão do parque de um parceiro nosso", disse.
A empresa também tem interesse em projetos de hidrelétricas que devem ser licitadas em 2012 como São Manoel, Sinop e Cachoeira Caldeirão, que estão sendo estudados.
"No caso das hidrelétricas, devemos ter algumas usinas para as quais poderemos compor parcerias", disse Nucci. "E na questão das usinas eólicas, nós demos o primeiro passo com Furnas, o que acredito se consolidou em algo bastante interessante para os dois lados", completou.
A Alupar ainda chegou a avaliar a disputa pela concessão da hidrelétrica São Roque, arrematada pela Desenvix no leilão A-5, mas segundo Nucci, "ela não se mostrou viável". Nucci considera também que o Complexo Baixo Parnaíba, cujas hidrelétricas também participaram do leilão A-5, "continua inviável pela tarifa que o governo oferece".
As hidrelétricas do Baixo Parnaíba não tiveram interessados no certame, no qual o preço-teto da energia definida para elas foi de R$ 101 por MW/hora.
No setor de transmissão, a empresa também irá analisar a viabilidade de disputar a concessões das linhas de Belo Monte e Teles Pires.
A companhia venceu o lote D do leilão de transmissão ocorrido no último dia 16, localizado em Santa Catarina, por meio da ECTE (Empresa Catarinense de Transmissão de Energia), na qual tem 42,5% de participação.
As outras sócias da empresa na ECTE são a estatal Celesc (30,9%), a Cemig (19,1%) e a MDU (7,5%).
A Alupar opera 5.665 quilômetros de linhas e 14 subestações.

Ações da China Yangtze Power Co Ltd. vão subir?


30/12/2011 - 10h08

Com portuguesa, empresa chinesa quer ser líder em energia limpa

DA REUTERS

A chinesa Three Gorges --dona da usina hidrelétrica Três Gargantas-- e a maior empresa de energia elétrica portuguesa EDP pretendem ser a companhia líder em energia limpa globalmente, disse o presidente da chinesa, Cao Guangjing, nesta sexta-feira, depois de assinar o acordo de compra de 21,35% da fatia na EDP.
Ele também disse que o acordo servirá como uma ponte para selar a cooperação entre empresas chinesas e portuguesas, especialmente nos segmentos de comércio, finanças e turismo.
O governo de Portugal concordou em vender a sua fatia --a maior fatia única da EDP-- de acordo com os termos do plano de resgate de 78 bilhões de euros concedido pela União Europeia e o Fundo Monetário Internacional, que também apontava para outras privatizações.
A chinesa Three Gorges é uma companhia estatal que opera, entre outros projetos, Três Gargantas, o maior projeto de energia hidrelétrica do mundo. A companhia tem uma dúzia de subsidiárias, incluindo a unidade listada em Bolsa, a China Yangtze Power Co Ltd.

E 2012?


8.12.2011

O apocalipse de 2012 é uma “jogada de marketing”


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Crédito da imagem: DCL.
Desde que escrevi o primeiro artigo da série “O mundo não vai acabar em 2012" para o Universe Today em 2008, venho repetindo a mesma mensagem inúmeras vezes: os maias nunca previram o fim do mundo em 2012. E agora vou dizer mais uma vez, mas com o aval de outros especialistas: os maias nunca, JAMAIS, previram o fim do mundo em 2012.
Infelizmente, a ciência e a história têm sido distorcidas para satisfazer os apoiadores dessa falácia apocalíptica, e quando cientistas e arqueólogos intervêm para desacreditá-la, a culpa recai sobre algum tipo de conspiração global muito conveniente.
Afinal, de onde vem a ideia do apocalipse maia?
A contagem (mais) longa
A origem da multiplicidade de teorias sobre o “fim do mundo” em 21 de dezembro de 2012 é um calendário mesoamericano que previu o fim dos tempos. E um determinado calendário maia está no centro de todo esse alvoroço, já que, por um acaso numérico, ele “acabará” no ano que vem.
civilização maia existiu de 250-900 d.C. e ocupava a atual área geográfica correspondente ao sul do México, Guatemala, Belize, El Salvador e parte de Honduras. Os arqueólogos que estudaram essa cultura fascinante conseguiram decifrar muitos de seus calendários, mas o que registra o período mais extenso – a “Contagem Longa” – foi o que disparou os alarmes.
A Contagem Longa foi criada pelos maias para que pudessem registrar a história e planejar eventos futuros (não muito diferente do calendário do seu iPhone).
Este calendário longo, constituído por um ciclo de 5.126 anos, era uma variação de outros calendários que os maias usavam na época. Alguns duravam menos de um ano (como o "Tzolk’in", que durava 260 dias), outros abrangiam décadas (como o "Calendário Circular”, que representa o ciclo de uma geração, por volta de 52 anos). Com notável engenhosidade, os maias criaram então o calendário de Contagem Longa, cuja base era numérica, similar a um antigo código binário.
"É uma jogada de marketing"
Embora a data final exata do ciclo da Contagem Longa tenha sido questionada recentemente, em uma coisa a maioria dos especialistas e teóricos do apocalipse concorda: o calendário "termina" no ano que vem. Ele consiste em 13 Baktuns, cada um com aproximadamente 394 anos de duração, e estamos chegando ao final do 13° Baktun.
No entanto, em uma coisa os dois grupos não concordam: o verdadeiro significado do calendário.
Os arautos do apocalipse tentarão convencer você de que o “fim” da Contagem Longa do 13° Baktun é a base de uma profecia maia do “fim do mundo”. Afinal, como todo bom vendedor de óleo de cobra, é preciso apavorar o público antes de lhe vender um livro sobre o assunto.
Segundo estudiosos que de fato sabem alguma coisa sobre esta cultura, os maias jamais fizeram tal profecia: "É preciso esclarecer isso de uma vez por todas. Não existe nenhuma profecia sobre 2012", afirma categoricamente Erik Velasquez, especialista em entalhe da Universidade Autônoma Nacional do México (UNAM). "É uma jogada de marketing”.
O Instituto Nacional de História Antropológica do México, provavelmente farto de receber tantos e-mails histéricos sobre falsas teorias apocalípticas, também se posicionou: "O pensamento messiânico ocidental distorceu a visão de mundo das antigas civilizações, como os maias”.
Segundo o instituto, dos 15.000 textos glíficos encontrados nas ruínas do império maia, somente dois mencionam 2012. Você achava que o fim dos tempos deveria ter menções mais expressivas, certo? Eventos posteriores a 2012 também são citados, portanto, esse apocalipse não é tão inexorável quanto os fatalistas querem fazer crer.
Indiana Jones e o Templo... do Juízo Final?
Por algum motivo, a cultura moderna venera as civilizações antigas como se tivessem poderes mágicos: usando algum subterfúgio, elas conseguiam prever o futuro e conversavam com extraterrestres. Para quem acha que os filmes de Indiana Jones são retratos precisos de eventos históricos, isso não chega a surpreender.
Especialistas oferecem uma perspectiva bem melhor do real significado do fim do 13° Baktun para os descendentes dos antigos maias.
"Como Bolon Yokte já estava presente no dia da criação, seria natural para os maias que ele se fizesse presente novamente”, especula Sven Gronemeyer, um pesquisador dos códigos maias da Universidade La Trobe, na Austrália.
Bolon Yokte é o deus maia associado à guerra e à criação; o reaparecimento deste deus, portanto, na verdade representa uma transição de uma era para outra, segundo Gronemeyer. De fato, muitos irão marcar o fim do calendário maia com celebrações de um “renascimento” espiritual.
Os descendentes maias planejaram muitas celebrações; os países onde os maias prosperaram ficarão animados com o aumento dos lucros do turismo. Ao contrário do que apregoam os sites de teorias duvidosas, esta não será uma época temerária (pelo menos, na América do Sul).
É sério: o mundo não vai acabar em 2012
Quando o nosso calendário passar de 2011 para 2012, novas teorias apocalípticas devem surgir, descrevendo vividamente todas as fantásticas formas que o apocalipse assumirá.
Enquanto alguém puder ganhar dinheiro com os temores humanos, continuaremos a ver prateleiras abarrotadas de livros sobre o fim dos tempos, e anúncios do Google para websites de fatalistas sobre suas versões distorcidas da realidade.
Entretanto, essas teorias têm algo em comum: quer nosso carrasco final seja uma ejeção solar assassina, um alinhamento galáctico ou um tal Planeta X (ou Nibiru), todas são pura balela. Não há nenhum evidência de que 2012 será especial. No ano que vem, teremos nosso quinhão de guerra, morte, destruição, calamidades e derrocadas financeiras, mas os maias – ou qualquer outra civilização neste quesito - não previu o fim de tudo.

2012: Ano Internacional da Energia Sustentável para Todos


http://www.sustainableenergyforall.org/about


Mais de 1,4 bilhão de pessoas, em todo o mundo, não têm acesso à eletricidade e, por isso, possuem péssimas condições de vida

por Débora Spitzcovsky, 

do Planeta Sustentável Fonte: NATIONAL GEOGRAPHIC BRASIL ONLINE

Edição 139 - A China pode ser verde? - Parque solar na China

Em Shizuishan, na China, técnico faz uma inspeção em parque solar. Conectados à rede de transmissão em 2009, os painéis geram 10 megawatts de eletricidade, que podem servir 10 mil residências. Dois terços do território chinês têm boas condições para instalações desse tipo.
Dados da Rede de Conhecimento ONU-Energia apontam que, atualmente, mais de 1,4 bilhão de pessoas de todo o mundo não possuem acesso à eletricidade e cerca de um bilhão tem acesso intermitente, ou seja, não contínuo, o que acarreta em problemas de saúde, déficit educacional, destruição ambiental e, até mesmo, atraso econômico.
Para chamar a atenção da população mundial para este problema e, assim, fomentar ações que possam ajudar a mudar essa realidade, a ONU – Organização das Nações Unidas proclamou que2012 será o Ano Internacional da Energia Sustentável para Todos.
O anúncio faz parte de uma iniciativa maior – também batizada de Energia Sustentável para Todos (Sustainable Energy for All, em inglês) –, comandada pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, que até o ano de 2030 pretende alcançar três grandes objetivos. São eles:
– assegurar que todos tenham acesso a serviços modernos de energia;
– reduzir em 40% a intensidade energética global e
– aumentar em 30% o uso de energias renováveis em todo o mundo.
Para isso, a iniciativa espera receber apoio dos governos, empresas do setor privado, ONGs e da própria sociedade civil, que pode acessar o site do Sustainable Energy for All e participar ou, mesmo, propor ações que garantam a universalização da energia sustentável.


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Sustainable Energy for All 

http://www.sustainableenergyforall.org/about


Energy is central to nearly every major challenge, and opportunity the world faces today. Be it jobs, security, climate change, food production or increasing incomes , access to sustainable energy for all is essential for strengthening economies, protecting ecosystems and achieving equity. 

In fact, more than 1.4 billion people worldwide have no access to electricity, and 1 billion more only have intermittent access. Some 2.5 billion people – almost half of humanity – rely on traditional biomass for cooking and heating. 

United Nations Secretary-General Ban Ki-moon made sustainable energy one of his five priorities that will guide his second 5-year term. Specifically, he will direct the United Nations to extend energy’s reach in order to combat endemic poverty. Universal access to energy, improved efficiency and enhanced deployment of renewable sources are ambitious goals, and the Secretary-General is leading a Sustainable Energy for All initiative to make them achievable. 

This initiative will call for private sector and national commitments and attract global attention to the importance of energy for development and poverty alleviation. The goal is to meet three objectives by 2030:




• Ensuring universal access to modern energy services.
• Doubling the rate of improvement in energy efficiency.
• Doubling the share of renewable energy in the global energy mix.



In recognition of the importance of energy access for sustainable economic development and supporting achievement of the Millennium Development Goals, the United Nations General Assembly has designated 2012 as the International Year of Sustainable Energy for All.



Also, as part of the Sustainable Energy for All Initiative, the United Nations Foundation has launched a new global Energy Access Practitioner Network. This group will bring together practitioners from the private sector and civil society working on the delivery of energy services and solutions related to electrification in a range of developing country contexts to develop a more integrated approach to energy access planning and execution in support of the Sustainable Energy for All Target to achieve universal energy access by 2030. The Network will focus on both household and community level electrification for productive purposes, incorporating specific market-based applications for health, agriculture, education, small business, communities and household solutions.


Ensure universal access to energy

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Access to energy transforms lives. Sustainable energy affords new opportunities for the poorest to escape the worst impacts of poverty. It provides people the means to generate income, provide health care services, improve education, and protect the environment. Lack of access to energy hinders development and poses risks to human health and safety. For example, smoke from polluting and inefficient cooking, lighting, and heating devices kills nearly two million people prematurely every year, primarily women and children, and causes a range of chronic illnesses (for more information visit: www.cleancookstoves.org).

Reduce global energy intensity

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Efficient and renewable sources of energy are often the best and most cost-effective option for providing access to energy. The use of energy-efficient products reduces the amount of energy that must be supplied for lighting and other needs. Similarly, more efficient distribution and use of energy could free up power that is now lost or wasted, as well as capital to invest in additional energy supply or economic development.


Increase renewable energy use

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Energy sources such as wind and solar can provide energy without negative impacts to the environment, reach remote rural areas particularly via distributed generation and the use of mini-grids, and generate employment. At present, renewable energy sources provide 19 per cent of global energy consumption. If supported by strong enabling policies, renewable energy could supply more than three quarters of the world's energy by 2050. Small-scale renewable technologies could reach a large number of people currently without access to energy.

Cachoeira das Andorinhas




http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1726445-7823-GLOBO+NATUREZA+CACHOEIRA+DAS+ANDORINHAS,00.html




Sexta-feira, 23/12/2011
Muitos dos rios que nascem na Serra do Cachimbo, no sul do Pará, formam grandes quedas d'água. Na Cachoeira das Andorinhas, centenas de aves vivem atrás de uma destas quedas, procurando a proteção das grutas.