quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Banco de Dados de Divulgações de Sustentabilidade da Global Reporting Initiative - RGI

Global Reporting Initiative



www.globalreporting.org
info@globalreporting.org
Global Reporting Initiative
PO Box 10039
1001 EA Amsterdam
The Netherlands
Tel: +31 (0) 20 531 00 00
Fax: +31 (0) 20 531 00 31




Sustentabilidade on-line


http://www.dci.com.br/Plano-de-Voo_-Emendas-pro-inovacao-7-403509.html

A GRI lançou uma plataforma on-line — o Banco de Dados de Divulgações de Sustentabilidade, que permite acesso a diversos relatórios de sustentabilidade de empresas ao redor do mundo. Esses dados podem ser usados para comparação, aprimoramento e compreensão daquilo que já está sendo feito e do que pode ser aprimorado.

................................................................................................




3,063 Organizations7,825 Reports7,734 GRI Reports




SEARCH

Discover thousands of reports and reporting organizations.

BENCHMARK

Compare disclosure on the sustainability topics that matter most.

MY ORGANIZATION

Profile your organization, your reporting, and your GRI reporting examples.

Plano Estratégico da Convenção sobre Diversidade Biológica para 2020


MMA abre consulta pública online sobre metas nacionais de biodiversidade

http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/4028

Postado em 26/12/2011 às 15h20

O Ministério do Meio Ambiente está com consulta pública aberta pela internet para o Plano Estratégico da Convenção sobre Diversidade Biológica para 2020. O documento foi preparado e discutido ao longo deste ano em reuniões presenciais com os setores empresariais, sociedade civil ambientalista, academia, governo (federal e estadual), povos indígenas e comunidades tradicionais. A fase atual  busca obter mais contribuições da sociedade brasileira para a elaboração das metas nacionais de biodiversidade para 2020.
As propostas em consulta foram consolidadas em um único documento chamado "Documento base da consulta pública" a partir das contribuições do encontro "Diálogos sobre Biodiversidade: construindo a estratégia brasileira para 2020", promovido pelo Ministério do Meio Ambiente este ano, em que reuniu cinco setores da sociedade.
O documento considera as 20 Metas Globais de Biodiversidade (Metas de Aichi) e as visões e necessidades específicas de cada um deles, tendo como orientação geral a necessidade de um conjunto de metas para maior efetividade no seu alcance e monitoramento.
Como resultado dos trabalhos das reuniões setoriais, foram gerados 25 documentos (cinco para cada uma das cinco reuniões) contendo proposta de metas nacionais de biodiversidade para 2020 e de submetas intermediárias para serem alcançadas nos anos de 2013 a 2017.
A consulta pública fica aberta do dia 19 de dezembro de 2011 até o dia 31 de janeiro de 2012.
Na página do ministério na internet, os interessados podem acessar os documentos que foram elaborados sobre o tema. Para participar da consulta pública, clique aquihttp://www.surveymonkey.com/s/2BLMMTM


Leia também

Energias criativas


http://discoverybrasil.uol.com.br/experiencia/contenidos/energias_2050/

Ingenuamente, costumamos acreditar que a indústria é a grande consumidora de energia do planeta. Entretanto, em países como a França, a indústria emprega apenas um quarto da energia, enquanto o restante é devorado pelas moradias e os meios de transporte.

É mais do que sabido que as energias convencionais, ou seja, geradas por combustíveis fósseis como o petróleo, o gás e o carvão, são responsáveis pela emissão de dióxido de carbono (CO2), que tanto contribui para o temível efeito-estufa. Mas ainda não está claro quais são as atividades envolvidas e a quantidade emitida por cada um de nós.

Utilizar um telefone celular durante um ano emite mais de 100 quilos de dióxido de carbono, enquanto incinerar uma tonelada inteira de petróleo bruto produz 3.065 quilos. Além disso, cada passageiro de avião que viaja ida e volta entre Nova York e Paris é responsável pela emissão de 3.670 quilos de dióxido de carbono.

Este único argumento deveria fazer com que optássemos por energias renováveis ou limpas, cuja contribuição para o aquecimento global é mínima. Mas há outra razão mais poderosa: o esgotamento de energias convencionais. O chamado "pico de Hubbert" faz referência ao momento em que o petróleo atinge sua produção máxima, começando a escassear a partir de então.

A data para isso? Ao redor do ano 2020. Aproximadamente uma década depois, ocorrerá o mesmo com o gás natural. Nesta época, também começarão a se esgotar as reservas de urânio, necessário para gerar energia nuclear.
Com um pouco de sorte, as reservas de carvão poderão durar por mais dois séculos.

Já as energias renováveis, como a energia solar, a energia eólica, a energia das marés, a energia geotérmica, a energia hidrelétrica e a gerada por biomassa, também têm suas limitações.

O Sol não brilha por igual em todos os lugares e a todo momento; os ventos são, por definição, irregulares; aproveitar as marés é um processo muito dispendioso em relação à quantidade de energia que se pode obter; e a energia hidrelétrica exige obras enormes, de grande impacto sobre o meio ambiente.

Portanto, é possível que a utilização de energias renováveis também não seja suficiente. Outras mudanças serão imprescindíveis. Será preciso pensar em como deslocar geograficamente cultivos, rebanhos e indústrias para aproximá-los das fontes de energia; como reduzir os desperdícios grandes e pequenos, e como transformar nossas casas e nossos meios de transporte.

INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O CURSO: “Reconectando com a Natureza”






INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O CURSO

“Reconectando com a Natureza”

De 09 a 13 de janeiro de 2012, na UMAPAZ


A UMAPAZ oferece de 09 a 13 de janeiro de 2012, das 9h às 16h30, o curso Reconectando com a Natureza, com o objetivo de propiciar aos participantes conhecimentos básicos sobre as ciências da terra. Serão tratados temas nas áreas de Geologia/ Ecologia/ Agronomia. O curso é aberto a educadores, estudantes e interessados. São 80 vagas e os interessados devem se inscrever pelo e-mail inscricoesumapaz@prefeitura.sp.gov.br

Programa:
1º aula: 09/01/12 das 9h às 12h
Tema: Evolução do Planeta Terra
Proposta: Propiciar aos participantes conhecimentos sobre as mudanças físicas e químicas que o planeta passou desde sua formação.
Prof: Geólogo Gustavo (Agni)

2º Aula: 09/01/12 das 13h30 às 16h30
Tema: Hortas Urbanas e Compostagem
Proposta: Apresentar aos participantes várias maneiras de se implantar uma horta urbana. Aula prática no viveiro da Escola de Jardinagem.
Prof: Eng. Agr° Roberto Marins

3º Aula: 11/01/12 das 9h às 12h
Tema: Sementes, Mudas e Florestas.
Proposta: Coletar sementes de árvores nativas. Mostrar como se faz a quebra de dormência e o plantio. Aula prática no Viveiro Manequinho Lopes.
Profª: Bióloga Yone

4º Aula: 11/01/12 das 13h30 às 16h30
Tema: Ecologia Geral.
Proposta: Apresentar conteúdo teórico sobre a Ecologia e discutir a importância sobre esse tema na preservação da vida no planeta.
Prof: Biólogo Vitor

5º Aula: 13/01/12 das 9h às 12h
Tema: Arborização Urbana.
Proposta: Discutir sobre os critérios de escolha dos espécimes vegetais plantados em áreas urbanas, tipos de plantio e controle de pragas e doenças.
Prof: Eng. Agr° Luis Paulo

6ª Aula: 13/01/12 das 13h30 às 16h30
Tema: Visita Técnica ao Parque do Ibirapuera.
Proposta: Apresentar a história da criação do parque, a vegetação predominante, abordar a poluição dos lagos e as possíveis formas de controle.
Profª: Bióloga Assucena

Bibliografia sugerida:
LORENZI, Henri. Árvores Brasileiras.
LORENZI, Henri. Árvores Ornamentais do Brasil.
RIZZINI, Carlos e MORS, Walter. Botânica econômica brasileira.
MATTOS, João. Botânica, elementos de morfologia.
TRIBE, Ian. O reino vegetal.
ODUM, P. Ecologia Geral.
Filgueira, Manual de Oleiricultura.

Serviço: Curso: Reconectando com a Natureza
Dias e Horário: 09, 11 e 13 de janeiro de 2012, das 9h às 16h30.
Publico focalizado: educadores, estudantes e interessados em geral.
Coordenação:Eveline Limaverde
Local: UMAPAZ – Av. Quarto Centenário, 1268 – Portão 7-a – Parque Ibirapuera
Vagas: 80 por ordem de inscrição – Inscrições: incricoesumapaz@prefeitura.sp.gov.br

FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO
Curso: Reconectando com a Natureza

1. NOME COMPLETO:

2. Idade:
3. Sexo:  (    ) M    (     ) F

4. RG:                      Órgão:     UF: 
5. CPF:

6. Escolaridade:        (      ) Ensino Médio            (      ) Ensino Superior

7. Área de formação:

8. Setor em que trabalha:
Empresa privada (    )   Organização não governamental (    ) Órgão Público  (     )

9. Se Conselheiro, em que CADES Regional exerce a função:

10. Se profissional da área ambiental, qual atividade que exerce atualmente:

11. Se servidor público, informe Nº RF         e local onde exerce atividades:

12. Se educador, instituição em que exerce a função:

13. Endereço residencial:

14. Bairro:                           15. CEP:

16. Região: (   ) Norte    (   ) Sul    (   ) Leste    (   ) Oeste    (   ) Centro     
  (   ) Outro Município

17. E-mail:

18. Telefone fixo:
 19. Telefone celular:

20. Por que deseja participar deste curso? 

21. Você já desenvolve algum trabalho relacionado ao tema do curso?
Qual? 






Ciclismo urbano abre novos caminhos de negócios

http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI285388-17192,00-CICLISMO+URBANO+ABRE+NOVOS+CAMINHOS+DE+NEGOCIOS.html


Empresários faturam com a revenda de bicicletas, acessórios e diversos tipos de produto e serviço voltados para os amantes das bikes

Por Nathalia Prates
 Filipe Redondo
Voltada para a customização, a Tag and Juice engloba ateliê de bikes, galeria de arte, butique de roupas e café
Cansado do trânsito caótico da cidade de São Paulo, Rene Fernandes decidiu substituir o carro pela bicicletapara percorrer o trajeto de casa até a Fundação Getulio Vargas, onde atua como gerente de projetos no Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios (FGV-Cenn). Além de chegar mais rápido ao trabalho, Fernandes comemorou a economia de combustível – o consumo passou de um tanque de gasolina em duas semanas por um de álcool a cada três – e de estacionamento. 

Com o trânsito crescente e a busca por um estilo de vida mais saudável, cada vez mais pessoas estão seguindo esse caminho e adotando a bicicleta como meio de transporte e de exercício. Com essa mudança de hábito, cresce um segmento de negócio: o de produtos e serviços relacionados ao ciclismo

De acordo com o diretor executivo da Associação Brasileira dos Fabricantes e Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e similares (Abraciclo), Moacyr Alberto Paes, as ciclofaixas que funcionam nos finais de semana são uma das grandes responsáveis pelo aumento do número de ciclistas e novas marcas ligadas ao setor. “As ciclovias e rotas preferenciais são uma ótima oportunidade para despertar nas pessoas o interesse pela bicicleta e fazer com que experimentem benefícios como a economia de recursos e a qualidade de vida”, afirma. 

Revenda de bikes, produção e distribuição de acessórios e serviços de manutenção e customização são alguns dos negócios que estão surgindo e crescendo com esse interesse da população pelo ciclismo. De acordo com Rene Fernandes, antes de investir nesse mercado, é fundamental entender as necessidades consumidor. “O ideal é se especializar em um tipo de ciclismo ou, se quiser atingir um público mais abrangente, conhecer bem a demanda de seus clientes e apresentar soluções.” Segundo ele, as grandes lacunas no mercado nacional de bicicletas são um e-commerce forte, que traga produtos importados e de melhor qualidade para os ciclistas brasileiros, e o aluguel de bikes próximo a estações de trem e metrô. A customização também se apresenta como uma boa oportunidade de negócio. 

A paulistana Tag and Juice, dos sócios Billy Castilho e Pablo Gallardo, é um dos estabelecimentos que embarcou nessa oportunidade. Antes de entrar para o mercado de ciclismo, a dupla já trabalhava com arte e design. A loja herdou essas características e engloba ateliê de bikes, galeria de arte, butique de roupas e café. “Não vendemos só um produto, mas um conceito, um estilo de vida”, afirma Castilho. Para Gallardo, o ciclista urbano é antenado em questões como sustentabilidade e bem-estar, além de ser preocupar em alternativas para tornar a sua cidade melhor. 

Na loja, entusiastas e amantes do ciclismo, artes plásticas, música, gastronomia e cultura urbana podem encomendar bikes exclusivas, inspiradas nos anos 1920 e personalizadas conforme cor, modelo, tamanho e tipo de material. O serviço de montagem é terceirizado, e as bicicletas, vendidas por a partir de R$ 3.000, representam quase metade do faturamento total. Desde 2010, ano em que começou a funcionar, a empresa teve crescimento de 40% na receita. “A busca por bikes é algo natural, que vem crescendo não só em São Paulo como em várias cidades do país. As pessoas estão percebendo a necessidade de aproveitar a vida com mais consciência, saúde e diversão”, afirma Gallardo.  

Serviços agregados
Segundo a Abraciclo, do total de bikes vendidas no Brasil, cerca de 50% é voltada para a locomoção e transporte, 32% para o público infantil, 17% para recreação e lazer, e apenas 1% para competição. Para o diretor executivo da associação, antes as bicicletas eram mais comuns em regiões do interior, periféricas e litorâneas. Agora, elas também estão alcançando as principais capitais do país e consumidores de alta renda. “A bicicleta surge como solução para problemas de transporte dos grandes centros urbanos.” De acordo com Paes, a questão da mobilidade urbana é um dos grandes atrativos e apostas de crescimento no setor.

Conforto sustentável


Fundada há nove anos, a empresa mineira Neocontrol desenvolve produtos de automação residencial que colaboram para a economia de água e energia


por Gilberto de Almeida
Editora Globo
Quando Gabriel Peixoto criou a Neocontrol, há nove anos, a palavra sustentabilidade ainda não fazia parte do dia a dia do brasileiro. Na época, automação residencial era coisa de Hollywood, os equipamentos importados eram muito caros e os sistemas existentes tinham como objetivo apenas o conforto do morador. Formado em engenharia elétrica, Peixoto bancou por dois anos um escritório de 22 m², em Belo Horizonte, sem alcançar um centavo de faturamento. A empresa só decolou depois que o empresário desenvolveu um sistema baseado na ethernet, tecnologia similar à internet. Usando redes locais, cabeamento, sensores e dimmers, conseguiu integrar diversos serviços da casa, como iluminação, home theaters, irrigação de jardins e ar-condicionado. “Mas ainda era pouco. Acreditava que a inovação poderia trazer mais benefícios”, conta Peixoto. 

A sustentabilidade ganhou força na empresa há três anos, quando as construtoras passaram a se preocupar em oferecer imóveis ecologicamente corretos. “De 2008 para cá, o aumento da demanda resultou em um crescimento de 300%”, diz Peixoto, que comanda a empresa ao lado de dois sócios, Higor Fernandes e Florian Wehmeyer. A Neocontrol, que hoje conta com 24 funcionários, 196 representantes comerciais espalhados pelo país e escritório próprio em São Paulo, faturou R$ 1,8 milhão em 2010 e deve encerrar 2011 com receita de R$ 2,8 milhões. “Por apenas R$ 300, o cliente pode instalar em sua casa um kit que diminui o consumo de água em 40% — se quiser ser radical, o sistema permite a redução do uso em até 80%”, diz Peixoto. Também é possível economizar a partir do uso consciente de energia elétrica — abrindo e fechando as cortinas de acordo com a incidência de iluminação natural, por exemplo. 

CORTINA AUTOMÁTICA 
Como os sistemas são integrados, as cortinas são fechadas automaticamente quando o sol intenso bate nas janelas. Isso evita o aquecimento do ambiente e pode gerar economia de 40% de energia com o uso desnecessário do ar-condicionado. 


SOM E IMAGEM 
Monitorar o funcionamento do conjunto de aparelhos de áudio e vídeo de uma residência também gera economia de energia. A manutenção da função stand by do equipamento pode gerar o mesmo consumo de uma lâmpada de 40 watts. 


LUZ NATURAL 
O ajuste automático da intensidade das luzes artificiais, de acordo com a luminosidade natural que incide nas janelas, pode resultar em uma economia de 35% de energia. Além disso, pode aumentar em até cinco vezes a vida útil das lâmpadas. 


CONTROLE REMOTO 
Por meio de um software, é possível gerenciar o monitoramento e o acionamento dos recursos disponíveis na casa. A sustentabilidade é decorrência da integração dos diversos sistemas instalados (ar-condicionado, cortinas, vidros, áudio e vídeo etc.). A economia de água e de energia elétrica pode variar de 30% a 60%, de acordo com o perfil do morador. 

Empresa cria equipamentos que reduzem consumo energético nas casas


Postado em 23/12/2011 às 12h37
O serviço criado pela empresa mostra que é possível ser sustentável sem deixar o conforto de lado. | Imagem: Neocontrol
 
A empresa mineira Neocontrol, há nove anos, desenvolve equipamentos modernos que colaboram para a economia de energia elétrica nas residências. O serviço mostra que é possível ser sustentável sem deixar o conforto de lado.
O empreendimento começou a fazer sucesso quando o empresário Gabriel Peixoto desenvolveu um sistema baseado na ethernet, um tipo de tecnologia similar à internet. Através desse aparelho ele integrou alguns serviços da casa, como iluminação, home theaters, irrigação de jardins e ar-condicionado. O sistema fazia tudo isso usando redes locais, cabeamento, sensores e dimmers.
Mesmo com este projeto bacana, Peixoto quis inovar mais. Foi então que decidiu trabalhar com o conceito da sustentabilidade. Dos nove anos de existência da empresa, os três últimos foram dedicados a quem se preocupa em ter imóveis ecologicamente corretos.
O empresário afirma que com R$ 300 o cliente já pode instalar um kit na residência, que diminui o consumo de água de 40% a 80%. Outra possibilidade é economizar energia elétrica com cortinas automáticas que aproveitam melhor a incidência da iluminação natural. Elas têm um sistema que as fecha quando o sol estiver muito intenso, evitando um aquecimento interno que faria o morador ligar o ar-condicionado.
A empresa também trabalha com um monitoramento que regula as funções de um conjunto de aparelhos de áudio e vídeo. Desativando, por exemplo, a função stand by que consomem muita energia, desnecessariamente. Há também um equipamento que faz ajustes automáticos da intensidade das luzes artificiais, um benefício até para a vida útil das lâmpadas.
Um software integra diversos sistemas instalados, como ar-condicionado, cortinas, vidros, áudio e vídeo. Como uma espécie de controle remoto, este equipamento gerencia e aciona os recursos disponíveis na casa. De acordo com o perfil do morador, a economia de energia pode variar de 30% a 60%.
A empresa de Belo Horizonte, Minas Gerais, tem quase 200 representantes comercias pelo Brasil, além de um escritório próprio em São Paulo. De acordo com Peixoto, a demanda da empresa cresceu 300% desde 2008 e deve fechar uma receita de R$ 2,8 milhões neste ano. Com informações da Revista PEGN
Redação CicloVivo
Siga as últimas notícias do CicloVivo no Twitter
Leia também

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Inscrição para bolsa em meio ambiente vai até 11 de janeiro


http://invertia.terra.com.br/sustentabilidade/noticias/0,,OI5533293-EI10411,00-Inscricao+para+bolsa+em+meio+ambiente+vai+ate+de+janeiro.html

26 de dezembro de 2011 • 11h49 • atualizado às 13h08  

Estão abertas as inscrições para a Bolsa Prince Bernhard de 2012. A iniciativa, da Rede WWF, tem o objetivo de promover estudos em conservação ambiental. Os interessados têm até o dia 11 de janeiro para se candidatar.

A bolsa, no valor de 10.000 francos suíços, vale apenas para cursos que se encerrem entre 1 de julho de 2012 e 30 de junho de 2013. Podem participar do processo de seleção estudantes e profissionais da área de conservação ambiental da África, Ásia/Pacífico, Leste Europeu, Oriente Médio, América Latina e Caribe, e da região do Mediterrâneo. Mais informações na página www.panda.org/scholarships 

A desmontagem da usina nuclear de Fukushima Daiichi: Problema das futuras gerações!


Desmontagem de Fukushima levará até 40 anos, diz governo japonês

21 de dezembro de 2011 | 10h 21


SHINICHI SAOSHIRO - REUTERS
A desmontagem da usina nuclear de Fukushima Daiichi deve levar de três a quatro décadas, disse o governo japonês nesta quarta-feira, ao divulgar planos para a próxima fase da enorme e custosa operação de limpeza no complexo atômico devastado por um tsunami em março.
Na semana passada, após meses de esforços, o governo disse que o reator, em funcionamento desde a década de 1970, havia finalmente esfriado, o que poderia permitir o início da nova etapa do trabalho destinado à eventual desmontagem da usina.
Pelo "mapa" divulgado nesta quarta-feira, o próximo passo, ao longo de dois anos, será a retirada do combustível gasto que está dentro da usina. Depois, haverá a remoção de restos de combustível fundido dos reatores danificados - mas isso deve começar só daqui a dez anos.
O plano do governo alerta que ainda é preciso desenvolver todas as tecnologias necessárias para que a usina possa ser desmontada num prazo de 30 a 40 anos.
Essa demora não deve afetar os prazos para que a população da região possa voltar às suas casas, segundo o ministro do Comércio, Yukio Edano, responsável pela política energética do país.
Logo depois do acidente nuclear, cerca de 80 mil pessoas foram retiradas de suas casas num raio de até 20 quilômetros ao redor da usina. Com o recém-anunciado resfriamento dos reatores, alguns moradores poderão regressar já no primeiro semestre de 2012.
Edano disse que é impossível calcular o custo total da operação. "Podemos em algum momento fazer uma estimativa de custos mais clara, mas seria difícil fazer estimativas de algo para daqui a quatro décadas dentro de apenas um ou dois anos", afirmou.
Um comitê consultivo estimou que a desmontagem da usina pode custar 1,15 trilhão de ienes (15 bilhões de dólares), mas alguns especialistas calculam o gasto em 4 trilhões de ienes ou até mais.
Edano admitiu que o custo total será elevado, e disse que a empresa Tepco, dona da usina, deverá arcar com o valor. A empresa também precisará pagar vultosas indenizações, e talvez necessite de injeções de capital do governo.
Nesta quarta-feira, o jornal Yomiuri disse que o governo pretende assumir dois terços das ações da Tepco, o que na prática equivale a uma estatização.
A empresa disse que talvez leve oito anos para poder examinar o interior dos reatores danificados. "A questão tecnicamente mais desafiadora é a remoção dos detritos de combustível do núcleo do reator", disse Kazuhiro Takie, funcionário da empresa, a jornalistas. "Para isso, vamos precisar desenvolver um pouco de tecnologia em todos os campos."
Ninguém sabe exatamente qual é o estado do combustível nuclear em cada reator. Especialistas dizem que as barras de combustível devem ter derretido e caído no fundo dos vasos de resfriamento.
O plano de descontaminação vale apenas para a usina propriamente dita. Os arredores do complexo também precisarão passar por uma limpeza para que os moradores possam regressar.
O Ministério do Meio Ambiente diz que é preciso descontaminar 2.400 quilômetros quadrados, uma área equivalente à de Luxemburgo. 

Despreparo agravou acidente nuclear no Japão, diz comissão

26 de dezembro de 2011 | 10h 25


SHINICHI SAOSHIRO - REUTERS
A falta de preparo e comunicação nos altos escalões agravaram as consequências do acidente de março na usina nuclear japonesa de Fukushima, disse nesta segunda-feira uma comissão que investiga o caso.
Os especialistas disseram que a empresa Tepco, que operava a usina destruída por um tsunami no norte do Japão, e as autoridades reguladoras não foram capazes de prever adequadamente os resultados de uma tragédia desse tipo.
A onda provocada pelo terremoto de 11 de março chegou a mais de 15 metros em algumas áreas, e destruiu os sistemas de refrigeração da usina, resultando no derretimento do combustível nuclear.
"O órgão regulador nuclear do governo não solicitou à Tepco que tomasse medidas específicas, como uma construção adicional, depois de ter recebido os resultados de uma simulação da Tepco em 2008 e no começo de 2011 a respeito do impacto dos tsunamis sobre suas instalações", disse a comissão em um relatório preliminar.
Em 2008, a Tepco simulou um tsunami com mais de 15 metros na usina, mas não tomou providências, por considerar que uma onda desse tamanho seria muito improvável, segundo a comissão.
O relatório também diz que a Tepco não tinha técnicos suficientemente gabaritados no local após o acidente, e que por isso a empresa cometeu erros na avaliação e operação dos reatores danificados.
Além disso, o centro de gerenciamento de crises do governo não manteve contatos adequados com escalões superiores que trabalham no mesmo prédio, e isso retardou o uso de um sistema que prevê a difusão da radioatividade.
A comissão com 12 integrantes, chefiada por Yotaro Hatamura, professor de engenharia especializado na análise de falhas operacionais, deve divulgar seu relatório definitivo em meados de 2012. O grupo inclui sismologistas, ex-diplomatas e juízes.
Em 16 de dezembro, o governo anunciou que os reatores de Fukushima atingiram o estado de desligamento a frio, o que representa um marco no trabalho de descontaminação da região, e era uma pré-condição para que cerca de 80 mil moradores voltem a suas casas num raio de 20 quilômetros em torno da empresa.
Críticos dizem, no entanto, que o governo se precipitou em declarar o "desligamento frio" e uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira pelo jornal Nikkei mostrou que 78 por cento dos entrevistados discordam da decisão do governo.