quarta-feira, 20 de julho de 2011

Teste da primeira ciclorrota de São Paulo!

Testamos a primeira ciclorrota de São Paulo

TV Estadão | 20.7.2011
A primeira ciclorrota da cidade tem 15 km e começou a funcionar nesta quarta-feira (20.7), na zona sul, cortando o Brooklin, a Chácara Santo Antônio e o Jardim Cordeiro






20/07/2011 12h41 - Atualizado em 20/07/2011 12h49

Ciclorrota é opção para diminuir emissão de poluentes em SP


http://g1.globo.com/sao-paulo/respirar/noticia/2011/07/ciclorrota-e-opcao-para-diminuir-emissao-de-poluentes-em-sp.html


Ciclistas poderão usar a rota a qualquer hora ou dia.
Serão 15 km de ciclorrota na Zona Sul da capital.

Do G1 SP






A bicicleta é uma alternativa para diminuir a poluição. Para alertar os motoristas de que há ciclistas em determinadas vias, a Prefeitura de São Paulo inaugurou nesta quarta-feira (20), na Zona Sul, a chamada rota de bicicletas, batizada de ciclorrota.
Ela é bem diferente da ciclofaixa de lazer, que funciona aos domingos e feriados e tem a faixa vermelha pintada no asfalto e os cones separando as bicicletas dos outros veículos. A ciclofaixa tem 45 km e liga quatro parques da cidade. Já a ciclorrota pode ser usada a qualquer hora ou dia, só que o ciclista andará ao lado dos carros.
A ciclorrota tem 15 km e passa por ruas de pouco movimento de carros, no Brooklin. Liga um trecho da Avenida Jornalista Roberto Marinho aos parques Severo Gomes e Cordeiro. Ela passa por lugares tranquilos onde não passam ônibus e nem caminhões, como a Avenida Professor Rubens Gomes de Souza, na Chácara do Cordeiro.
Nessas ruas, a velocidade máxima permitida é de 30 km/h. O diretor de planejamento da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), Irineu Gnecco, diz que haverá fiscalização na rota. “Nós teremos alguns agentes ao longo desses 15 km orientando e também fazendo toda a parte de fiscalização. Mas contamos, acima de tudo, com a colaboração do motorista e com mudança de comportamento para diminuir a velocidade.
 


Sorria!

Tecnologia orienta programas de conservação de espécies ameaçadas


Sobrevivência de onças, jaguatiricas, lobos-guará e cachorros-do-mato em seus hábitats está cada vez mais condicionada a sistemas de rastreamento por GPS, sinais de rádio e câmeras de alta resolução; custo dos equipamentos ainda é entrave para cientistas


18 de julho de 2011 | 0h 00


Andrea Vialli - O Estado de S.Paulo

A tecnologia tem se mostrado uma aliada importante para a conservação de espécies da fauna brasileira. A sobrevivência de onças, jaguatiricas, lobos-guarás e cachorros-do-mato em seus hábitats cada vez mais está condicionada a sistemas de rastreamento por GPS, radiotelemetria e câmeras de alta resolução.
CENAP
CENAP
Censo animal. Onça-pintada fotografada com armadilha fotográfica no Pantanal
Com essas ferramentas, pesquisadores conseguem descobrir como os animais utilizam o ambiente, seus deslocamentos e hábitos. Além de facilitar a compreensão das relações entre homens e animais, a tecnologia ajuda a determinar áreas para conservação, corredores ecológicos e reflorestamento.
Segundo Rogério Cunha de Paula, biólogo do Centro Nacional para Pesquisa e Conservação dos Predadores Naturais (Cenap), órgão ligado ao Ministério do Meio Ambiente, o monitoramento de espécies tem servido para intimidar a caça aos animais. "Evitar, não evita. Mas intimida. Em locais onde divulgamos os projetos de monitoramento, a caça teve uma queda severa", diz o pesquisador.
O Cenap usa estudos de radiotelemetria com animais em parques, fazendas e reservas ecológicas. Há pesquisas com onças-pintadas em São Paulo, no Paraná (Foz do Iguaçu), Mato Grosso do Sul (Pantanal) e Bahia. As onças-pardas são monitoradas em Santa Catarina e Minas Gerais (regiões do Triângulo Mineiro e do Parque Grande Sertão Veredas). Os lobos-guarás são pesquisados também em Minas Gerais, no Parque Nacional da Serra da Canastra e também no Triângulo. Já o cachorro-vinagre, mamífero nativo do Cerrado, é monitorado em Mato Grosso. No total, em torno de 30 animais são monitorados pelas diferentes tecnologias.
Conflitos. "Os dados podem ser úteis em planos de manejo que permitam, além da conservação das espécies, evitar conflitos entre produtores rurais e predadores, como onças", explica Marcel Penteado, do Instituto de Biologia da Unicamp.
Ele explica que o monitoramento via satélite pode ajudar a prevenir ataques a rebanhos, por exemplo. "Caso elas estejam sendo monitoradas por GPS, é possível saber se estão se aproximando demais dos rebanhos, orientar os produtores a evitar as áreas mais frequentadas pelos animais", explica Penteado.
O projeto de pesquisa de Penteado realiza o rastreamento de quatro jaguatiricas que usam a mesma área por sinais de rádio, e também duas onças-pardas, uma delas com colar GPS.
"A tecnologia só não é mais usada porque o custo é alto. Como a maioria é importada, os impostos e taxas são o grande fator de limitação para os programas de conservação", diz Cunha.
Um colar com GPS custa, fora do Brasil, em torno de US$ 4 mil. Com as taxas, chega no País por R$ 35 mil. Muitos dos equipamentos hoje em operação foram doados por ONGs, empresas e institutos internacionais, como o Smithsonian Institution, dos Estados Unidos.
No interior de São Paulo, um dos casos mais conhecidos de animal monitorado é o da onça-parda Anhanguera. O animal, atropelado na rodovia de mesmo nome em 2009, foi reintegrado a uma região de remanescente de Mata Atlântica em janeiro. No pescoço, um colar de radiotelemetria.
"Sabemos exatamente onde ele está e que, desde a soltura, está em processo de explorar a região", conta Cristiana Adania, veterinária responsável pelo Centro de Reabilitação de Animais Silvestres da Associação Mata Ciliar, responsável pelo monitoramento do animal.
Com menor custo que os colares de rastreamento por rádio ou GPS, outro recurso tecnológico usado pelos pesquisadores são as armadilhas fotográficas. Existem 400 câmeras com esse objetivo espalhadas pelo País.
PARA LEMBRAR
No primeiro semestre do ano passado, a Prefeitura de São Paulo recebeu uma boa notícia das armadilhas fotográficas montadas nos remanescentes de florestas da cidade: havia pelo menos um casal de onças-pardas no município. Elas vivem na Área de Proteção Ambiental (APA) Capivari-Monos, no extremo sul da cidade.
A informação obtida com a tecnologia rendeu, pelo menos, um fruto concreto. No segundo semestre, uma votação na internet escolheu a onça-parda como animal silvestre símbolo de São Paulo.
ENTENDA OS RECURSOS UTILIZADOS
Radiotelemetria 
Permite o acompanhamento dos deslocamentos dos animais. Os equipamentos mais simples são transmissores de rádio (VHF) acoplados a uma coleira, que emitem o sinal numa frequência específica. O pesquisador vai a campo com uma antena e receptor e localiza os movimentos do animal. É o método mais barato, mas demanda trabalho de campo intensivo.
GPS 
Coleiras com GPS acoplado registram e armazenam várias localizações do animal durante o dia. Estes equipamentos permitem estudos muito detalhados sobre a movimentação do animal. O custo de aquisição é alto, mas o custo operacional é baixo, pois o pesquisador vai menos à campo (apenas para fazer download dos dados registrados no colar ou para conferir dados do GPS).
Armadilhas fotográficas 
São câmeras fotográficas acopladas à sensores infravermelhos. Quando o animal passa na frente do sensor, é fotografado. Elas não dependem de captura do animal e possibilitam estudar vários fatores relacionados à biologia da espécie em questão. No entanto, um bom estudo precisa de no mínimo 30 câmeras (o custo é elevado), podem estragar com a umidade e podem ser roubadas. 


Pensaram nisso só agora? Quero não, pode não...

Depósito definitivo de rejeito radioativo será escolhido por meio de licitação pública até 2018


Local será escolhido por meio de licitação pública e municípios interessados poderão se candidatar para receber medidas compensatórias


20 de julho de 2011 | 16h 04



Agência Brasil
O governo federal tem até o início do funcionamento da Usina Nuclear Angra 3, no litoral fluminense, para decidir onde será localizado o depósito definitivo dos rejeitos deste tipo de instalação industrial (como luvas, macacão e filtros) e de outros equipamentos com tecnologia nuclear, como reatores e máquinas usadas em exames clínicos.

De acordo com a Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen), Angra 3 deverá entrar em funcionamento até 2018. Segundo o coordenador do Centro Regional de Ciências Nucleares do Centro-Oeste (CRCN-CO), ligado à Cnen, Leonardo Bastos Lage, o local será escolhido por meio de licitação pública, e os municípios interessados poderão se candidatar para receber as medidas compensatórias que serão ofertadas em edital.

O prazo para construção do depósito definitivo, revestido com aço e concreto, foi estabelecido em março de 2009 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) no licenciamento para a construção de Angra 3. Lage é categórico ao dizer que “não há decisão tomada”; que ainda “não é hora de discutir” e que “não há pressa” para a decisão.

O local definitivo deve ser definido entre municípios dos estados do Rio de Janeiro, de São Paulo e de Minas Gerais, mais próximos das usinas de Angra dos Reis. A informação esvazia a preocupação de políticos de Goiás e de movimentos sociais, que temem que os rejeitos das usinas sejam depositados na cidade de Abadia de Goiás, a 24 quilômetros de Goiânia, onde está o material contaminado com o acidente do césio 137, ocorrido em 1987.

No último fim de semana, houve manifestação em Abadia de Goiás, organizada pela prefeitura, e a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados prometeu convocar uma audiência pública, após o recesso legislativo, sobre a suposta destinação dos rejeitos de Angra 3 para Goiás. O engenheiro ambiental Daniel Regis Ribeiro, que trabalha no Projeto Rondon em Goiás, onde coordena a mobilização social, teme que o estado fique “estigmatizado” e não vê sentido em transportar o material do litoral até o interior do país.

Leonardo Lage insiste, porém, em dizer que “não existe decisão” de levar os rejeitos das usinas de Angra para Goiás e lembra que, atualmente, o material descartado está na área da própria usina, assim como os rejeitos de equipamentos que usam tecnologia nuclear estão em "depósitos intermediários" existentes em vários estados e perto do local de origem.

Segundo Lage, o combustível nuclear das usinas Angra 1, 2 e 3 “não é lixo nuclear” e “não será guardado no depósito definitivo”, uma vez pode ser reaquecido para novo uso em outro tipo de usina nuclear. De acordo com o coordenador, está em Abadia de Goiás exclusivamente o material do acidente com o césio 137. O material, formado pelo entulho das casas das pessoas que foram contaminadas, roupas, brinquedos e utensílios domésticos, pesa cerca de 6 mil toneladas e foi guardado em 1.200 caixas, 2.900 tambores e 14 contêineres revestidos com concreto e aço.




Governo japonês proíbe distribuição de carne bovina de Fukushima

País confirmou que mais de 600 vacas foram contaminadas com césio radioativo

19 de julho de 2011 | 8h 31

Efe
TÓQUIO - O governo do Japão proibiu nesta terça-feira, 18, a distribuição de carne bovina da província de Fukushima, após a confirmação de que mais de 600 vacas foram alimentadas com forragem contaminada com césio radioativo.
O ministro porta-voz, Yukio Edano, anunciou a proibição, que se produz em meio à crescente inquietação pela distribuição, em várias províncias, de carne contaminada com césio radioativo procedente da danificada usina nuclear de Fukushima.
Edano, citado pela agência "Kyodo", detalhou que o Governo oferecerá compensações aos criadores de gado, aos quais as autoridades regionais já tinham pedido que deixassem de distribuir carne temporariamente, embora sem uma proibição oficial.
Até o momento, as autoridades confirmaram que pelo menos 648 vacas foram alimentadas com forragem contaminada e tiveram sua carne distribuída em 38 das 47 províncias do Japão.
Os primeiros casos foram detectados em 10 de julho, quando as análises efetuadas em carne procedente de uma fazenda situada a pouco mais de 20 quilômetros da usina de Fukushima revelaram que continha níveis de césio radioativo muito superiores aos limites estabelecidos.
A confirmação dos últimos casos gerou preocupação no Japão, onde o próprio primeiro-ministro, Naoto Kan, se desculpou hoje por "não ter sido capaz de impedir que isto acontecesse".
O ministro da Agricultura e da Pesca, Michihiko Kano, assegurou por sua vez que trabalhará com a pasta de Saúde para assegurar que nenhuma peça de carne contaminada "chegará ao mercado", ao tempo que anunciou novas análises sobre a forragem produzida em amplas áreas do arquipélago.
O governo manterá a proibição sobre a carne bovina de Fukushima até que se possa assegurar que seu consumo é seguro, segundo a agência "Kyodo".
O Ministério da Saúde, em mensagem para tranquilizar os consumidores, assinalou que o consumo de carne com níveis de césio radioativo superiores ao limite fixado pelo governo não afeta seriamente a saúde.


F1 sustentável?

Carro elétrico para Fórmula 1 começa a ser discutido

Citação Bibliográfica - Norma ABNT


SITE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Carro elétrico para Fórmula 1 começa a ser discutido. 18/07/2011. Online. Disponível em www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=carro-formula-1-eletrico. Capturado em 19/07/2011.

Com informações da New Scientist - 18/07/2011
Carro de Fórmula 1 elétrico começa a se tornar realidade
A F1 é usada para laboratório de testes para os automóveis de rua, e os carros elétricos começam a chamar a atenção. [Imagem: ATT Williams/Divulgação]




Fórmula 1 elétrico
O sucesso do sistema de recuperação de energia KERS está levando os executivos da Fórmula 1 a especularem sobre um carro F1 totalmente elétrico.
"Nós definitivamente teremos um F1 elétrico um dia," afirmou Nick Fry, chefe da equipe Mercedes e que liderou a equipe Brawn durante a conquista do campeonato mundial da categoria em 2009.
"Para começar, nós vamos introduzi-lo em paralelo com os Fórmula 1 tradicionais, como aconteceu com a versão elétrica das corridas de motocicleta, que ocorrem paralelamente com a categoria TT. No início todo o mundo viu a TT elétrica como uma espécie de piada, mas agora todos a estão levando muito a sério," afirmou Fry.
Sistema KERS
O grande catalisador dessa mudança é o sistema KERS: Kinetic Energy Recovery System, sistema de recuperação de energia cinética, que pode funcionar com base em baterias ou em rodas voadoras.
O sistema KERS é formado por um híbrido motor/gerador ligado ao eixo principal do motor e um conjunto de baterias de íons de lítio, instalado junto ao assoalho do carro.
Quando o piloto aciona os freios, o gerador converte a energia cinética em eletricidade para carregar as baterias. Quando precisa de uma energia extra, o mecanismo se inverte e a energia das baterias gira o motor/gerador, dando uma força extra diretamente ao eixo do motor.
Na atual temporada de Fórmula 1, o piloto pode usar o sistema durante 6,6 segundos, o que lhe dá um impulso extra de 60 kilowatts - 80 HPs, para os ainda ligados nos motores a combustão.
Impulso para os carros elétricos
Apesar de que algumas falhas nos sistemas KERS já tenham prejudicado alguns pilotos, ele funciona melhor do que os projetistas esperavam.
Como as corridas sempre foram um laboratório para as fábricas, os sistemas de recuperação cinética já chegaram à indústria de carros de rua, nos chamados veículos híbridos. E poderão fazer muito mais pelos carros elétricos.
"Então, imagine [os benefícios de] uma competição de carros projetada inteiramente ao torno de veículos elétricos," disse Fry.
Os benefícios do KERS já foram além da indústria automobilística: até um pé artificial já utiliza o sistema KERS para auxiliar o movimento das pessoas que recebem a prótese.

BANHEIRO ECOLÓGICO SECO 2: Até o Bill Gates está apoiando e investindo!








Banheiro do futuro sustentável (sem água): Introduzir inovações tecnológicas no banheiro ecológico seco da permacultura, com coleta e armazenamento adequado de dejetos, e processar os excrementos e a urina em energia (biogas) e fertilizantes, transformando-os num negócio rentável.

Quem sabe se as concessionárias como a SABESP comecem a investir no desenvolvimento desta tecnologia em São Paulo, na maior cidade do Brasil?








EVOLUÇÃO DOS BANHEIROS







































































































Stephanie PappasProtótipo de banheiro espacial usado por astronautas que se encontra no centro espacial Johnson, nos EUA)Protótipo de banheiro espacial usado por astronautas que
 se encontra no centro espacial Johnson, nos EUA




19/07/2011 - 15h08

Depois dos PCs, Bill Gates se propõe a reinventar os WCs


DA FRANCE PRESSE



Anos depois de reinventar os computadores e criar os PCs, o magnata da Microsoft Bill Gates voltou sua atenção para os vasos sanitários.
A Fundação de Bill e Melinda Gates está investindo milhões de dólares em subsídios para que desenvolvedores reinventem o vaso sanitário, afirmou o diretor dos programas de água, higiene e sanitarismo da Gates Foundation, Frank Rijsberman, à agência de notícias AFP.

O objetivo é melhorar a saúde nos países em desenvolvimento dando um lugar higiênico e seguro a 2,6 bilhões de pessoas que não têm acesso a banheiros, ou dividem um, disse Rijsberman em um discurso na conferência pan-africana de sanitarismo realizada na capital da Ruanda, Kigali.
No entanto, a Fundação Gates quer mudar a ideia de banheiro conhecida no Ocidente --a descarga que consome vários litros de água desperdiçados no sistema de esgoto-- porque não é uma solução viável nos países pobres.
"Nós precisamos reinventar o vaso sanitário. Precisamos desenvolver uma nova tecnologia que não desperdice água potável, que não jogue em encanamentos caros que desperdiçam muito dinheiro em estações de tratamento para tirar o cocô da água", disse Rijsberman.
Para estimular a reinvenção do WC, a Fundação Gates, na AfricaSan Conference em Kigali, anunciou US$ 42 milhões em subsídios para inovações em captura e armazenamento de dejetos, e para desenvolver maneiras de processar, como Rijsberman chama, o "cocô" em energia e fertilizantes.
"Nós precisamos aprender a não pensar no cocô como restos inúteis, mas em uma matéria-prima que podemos reciclar ao custo de poucos centavos por dia", declarou.
A Fundação Gates espera que os investimentos em inovações sanitárias resulte em vários protótipos dentro de um ano, e que em três anos uma nova marca de vasos sanitários esteja disponível nos mercados dos países em desenvolvimentos, segundo Rijsberman.



http://polls.folha.com.br/poll/1120002/results

19/07/2011 - 16h13


Privada

Você concorda com a proposta de Bill Gates e a necessidade de se criar um banheiro futurista?


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67%
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Sim, o vaso sanitário desperdiça água
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Sim, mas não deixa de ser extravagante
13%
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Não, há outras prioridades para se investir
8%
35 votos
Não, o magnata não tem o que inventar
Total: 425 votos
Atenção: o resultado desta enquete não tem valor de amostragem científica e se refere apenas a um grupo de leitores da Folha.com.




05/05/2011 - 10h24

Escritora apresenta "lado B" das viagens espaciais


Esqueça narrativas heróicas sobre astronautas super-homens que estão à frente das viagens ao Cosmos. O livro "Packing for Mars: The Curious Science of Live in The Void" (sem versão em português), lançado em 2010 pela escritora Mary Roach, apresenta uma visão inusitada e uma série de situações curiosas relacionadas às missões.
Roach trata do "lado B" do programa espacial em suas palestras, levantando questões que poderiam passar na cabeça de qualquer um, como o que acontece com os astronautas quando eles ficam dias sem tomar banho ou se todos estão confortáveis com a ideia de beberem urina filtrada.

Segundo a autora, são esses detalhes "sujos" que atraem a atenção do público, que passa a se interessar novamente pelas viagens espaciais.
Basta lembrar que, em ambientes sem gravidade, o processamento de tudo que é consumido --e eliminado de alguma forma-- precisa ser repensado, relata reportagem do site livescience.com.
No início do programa espacial, a Nasa (agência espacial americana) teve que se concentrar em resolver o cheiro corporal e caspas flutuantes produzidas por astronautas sem banho --algo que se torna intolerável em estadas de longa duração. E são casos como esses que Roach aborda.
Mas, lembra ela, somente um dos capítulos de seu livro foca esse aspecto --e não é o tema principal. E, mesmo assim, obter informações dos astronautas não foi nada fácil, já que eles não querem contar o que realmente de estranho acontece lá em cima.







Bill Gates quer reinventar o vaso sanitário


SITE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Bill Gates quer reinventar o vaso sanitário. 20/07/2011. Online. Disponível em www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=bill-gates-reinventar-vaso-sanitario. Capturado em 27/07/2011.


Redação do Site Inovação Tecnológica - 20/07/2011

Banheiro sem água e sem esgoto
A Fundação Bill & Melinda Gates anunciou que irá custear uma pesquisa para "reinventar a privada".
O objetivo do projeto é desenvolver novas tecnologias para o processamento de dejetos humanos sem qualquer ligação a linhas de água, energia ou esgoto.
Para Gates, a privada ideal para os países em desenvolvimento deve ser auto-sustentável, de custo acessível e sem ligações a linhas de energia, água ou esgoto, que quase nunca estão disponíveis nas condições em que o novo sanitário deverá ser utilizado.
Plasma de micro-ondas
A tarefa de reinventar o vaso sanitário caberá a um grupo de cientistas e engenheiros da Universidade de Tecnologia de Delft, na Holanda, sob a coordenação do professor Georgios Stefanidis.
"Vamos aplicar a tecnologia de micro-ondas para transformar os dejetos humanos em eletricidade. A partir desta inovação, pretendemos idealizar o design e construir um protótipo modular para um banheiro completo que satisfaça as urgentes necessidades do mundo em desenvolvimento," afirmou Stefanidis.
Inicialmente os dejetos humanos serão secos. Em seguida, os resíduos sólidos serão gaseificados utilizando plasma, criado por micro-ondas em um reator apropriado.
Este processo vai gerar o chamado gás de síntese, uma mistura de monóxido de carbono (CO) e hidrogênio (H2). O gás de síntese será então usado para alimentar um conjunto de células de combustível de óxidos sólidos (SOFC: solid oxide fuel cell) para a geração de eletricidade.
"Para que o processo seja energeticamente auto-suficiente, parte da eletricidade produzida será usada para ativar a gaseificação a plasma, enquanto o calor recuperado do fluxo de gás de síntese e dos gases de escape das células de combustível será usado para a secagem dos resíduos," explica o pesquisador.
Privada barata
Aproximadamente 2,6 bilhões de pessoas em todo o mundo não têm acesso ao saneamento básico. O impacto negativo dessa situação sobre a saúde dessas populações é enorme.
Para mudar esta situação, Bill Gates e sua esposa acreditam que a solução é reinventar o vaso sanitário.
E, como o projeto é voltado para atender às necessidades dos países em desenvolvimento, uma das exigências é que o banheiro sem água e sem esgoto possa ser construído a custos acessíveis.