quinta-feira, 3 de março de 2011

Nova entidade busca referências para profissional de sustentabilidad: ABRAPROSUS

Nova entidade busca referências para profissional de sustentabilidade





Autoria: por Alexandre Spatuzza — última modificação Feb 28, 2011 04:20 PM

Fonte: http://www.revistasustentabilidade.com.br/pesquisa-e-inovacao/nova-entidade-busca-referencias-para-profissional-de-sustentabilidade


Até abril de 2011, o profissional que atua na área de sustentabilidade deverá começar a ter referências éticas e técnicas para sua atuação no mercado. É esta a meta da primeira assembleia geral da recém-criada Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade, explicou um de seus idealizadores, Marcus Nakagawa, consultor de educação para sustentabilidade e gestão. Mas o desafio é complexo: primeiro é necessário definir quem é este profissional.


 
“O tema sustentabilidade é necessariamente multidisciplinar e transversal”, explicou. “Não é só gestão ambiental e nem responsabilidade social corporativa. O profissional pode estar trabalhando em várias áreas em governos, empresas e ONGs, desde um gerente de compras até um comunicador. É um tema amplo, portanto é preciso buscar uma definição”.



Há mais de uma década trabalhando nas várias áreas da sustentabilidade desde a faculdade de propaganda e marketing, Nakagawa percebeu, em 2009, que profissionais atuando com o tema sustentabilidade necessitavam de apoio institucional para o guiar no dia-a-dia, pois apesar de da crescente presença da questão nos vários ramos econômicos e governamentais, o profissional se encontrava sozinho na hora de discutir questões chave para sua atuação.



“Percebi que muitos se sentiam isolados”, lembrou. “Muitas vezes os profissionais se deparavam com alguns interesses que tinham que acatar, mas que não defendiam.”



Serão três as ações principais da associação: conectar os profissionais; difundir conhecimento e criar um código de conduta para estes profissionais com referências éticas e técnicas.



Lançada no dia 21 de fevereiro, com um debate sobre o perfil deste profissional, a associação conta com um grupo gestor de 20 profissionais divididos em três grupos de trabalho para discutir estes temas e buscar meios de financiar a associação.



“Tem que ter inovação neste tema”, lembrou Nakagawa explicando que entre as modalidades inclui crowd financing – doações pequenas individuais dispersas pela população por meio web.



Apesar da questão da sustentabilidade, desenvolvimento sustentável e responsabilidade socioambiental de empresas e governos estarem em proeminência, os profissionais desta área ainda carecem de uma representação formal ou referências para sua atuação.



Nos Estados Unidos, foi lançada a Sociedade Internacional de Profissionais de Sustentabilidade (ISSP em inglês) entre 2007 e 2009. Na Espanha, a Associação Interdisciplinar de Profissionais do Meio Ambiente (APROMA) e desde 2001, existe uma cátedra patrocinada pela Unesco, na universidade Michel de Montagne (França), para treinamento e desenvolvimento sustentável. Enquanto isso no Brasil, existem movimentos para regulamentar a profissão de gestor ambiental em nível nacional e para pagamento de serviços ambientais em São Paulo.



Além disso, já existem vários núcleos de estudos e de pesquisa em sustentabilidade em universidades como a Fundação Getúlio Vargas e a Fundação Dom Cabral enquanto inúmeras faculdades já oferecem em suas grades graduação e pós-graduação matérias e foco de pesquisa abordando a sustentabilidade socioambiental.



Para Nakagawa, a ideia é poder melhorar as práticas das empresas, ONGs e governos voltadas para a sustentabilidade dando conectando, educando e apoiando os profissionais atuando nesta área.



“É um sonho do grupo gestor que atuação das empresas e dos governos em relação ao meio ambiente e a sociedade acreditamos que essa é a melhor reposta para que a mudança aconteça”.



 




 


Portugueses desenvolvem bateria de papel recarregada por vapor

Portugueses desenvolvem bateria de papel recarregada por vapor

Autoria e fonte: http://eco4planet.com/blog/2011/03/portugueses-desenvolvem-bateria-de-papel-recarregada-por-vapor/



Baterias são sempre um problemão na hora do descarte. Muita gente não pensa no ambiente e acaba se desfazendo de baterias com metais pesados em qualquer lugar. Uma forma de resolver isso é desenvolver baterias menos nocivas ao ambiente. Uma dessas ideias vem de Portugal e utiliza bateria feita de papel.


O pessoal da Facudade de Ciências e Tecnologias da Universidade Nova de Lisboa criou uma bateria feita com papel sulfite! Para funcionar, segundo os pesquisadores, a folha precisa passar por alguns processos conhecidos como “deposição de eletrodos e caracterização morfológica e elétrica” (ninguém pensou em um nome mais simples, fazer o que) e depois ela já pode equipar aparelhos que vão poder ser recarregados em qualquer lugar.



Sim, qualquer lugar. Já que a bateria funciona utilizando vapor d’água, o aparelho vai poder se recarregar em qualquer ambiente com umidade relativa do ar superior a 40%.



Os amigos lusitanos ainda dizem que a bateria vai poder equipar diversos aparelhos, como celulares, computadores e até utensilios médicos. Ora pois.

quarta-feira, 2 de março de 2011

PARK & RIDE

Lisboa: Novo título mensal permite estacionar a usar metro e Carris por apenas 49 euros por mês


 
Publicado em 01 de March de 2011.




A Câmara Municipal de Lisboa está a promover um novo título mensal, chamado Park & Ride, que permitirá aos seus detentores estacionar o automóvel em parques de estacionamento da capital e usar o metro e a Carris por apenas 49 euros por mês.



De acordo com o Menos Um Carro, este tarifário destina-se sobretudo a pessoas que vivam fora da cidade mas que vêm trabalhar de carro, seja por necessidade ou por ser esta a opção menos dispendiosa.



De acordo com informações veiculadas ainda em 2010, serão dez os parques estacionamento incluídos nesta primeira fase do projecto, num total de cinco mil lugares de estacionamento: Parque da Álvaro Pais, Areeiro, Biblioteca, Campo Grande, Colégio Militar, Sete Rios, Universidade, Alvalade XXI, Docas e Oriente.



De acordo com o Público, que cita o vereador da Mobilidade da Câmara Municipal de Lisboa, numa segunda fase a oferta será ampliada a 11 mil lugares – e cerca de vinte parques espalhados por toda a cidade.



As contas feitas pela Câmara de Lisboa são simples. Viajar na Carris e no Metropolitano de Lisboa custa 29,45 euros por mês, e deixar o carro num parque da EMEL ou Emparque não fica por menos de 26,5 euros, dependendo da sua localização, podendo chegar até aos 90 euros. Por esta razão, os 49 euros não deixam de ser um preço apelativo.



Conheça melhor o conceito de Park & Ride.



O objectivo deste projecto é levar os automobilistas a deixarem os carros num parque que integre o serviço e façam o resto do percurso em transportes públicos.



“[O objectivo é] libertar as zonas mais congestionadas e sobrecarregadas” da cidade, avançou Nunes da Silva. “[Mas] o milagre ainda não foi total”, explica Nunes da Silva, porque ainda não há títulos combinados de estacionamento e utilização de transportes públicos para um ou meio-dia.



Recorde-se que, em Maio passado, aquando da visita do Papa a Lisboa, a Câmara de Lisboa ofereceu um tarifário que integrava a Carris, o metropolitano e operadores de parques de estacionamento.



Assim, e durante dois dias, foi possível viajar e metro e autocarro e estacionar por cinco euros diários. A adesão, essa deixou a desejar – apenas 400 pessoas.



terça-feira, 1 de março de 2011

Instituto Ethos e parceiros lançam plataforma por uma nova economia

Instituto Ethos e parceiros lançam plataforma por uma nova economia

Autoria e fonte: http://www1.ethos.org.br/EthosWeb/pt/5151/servicos_do_portal/noticias/itens/instituto_ethos_e_parceiros_lancam_plataforma_por_uma_nova_economia.aspx

Foi lançada nesta quinta-feira, 24/2, a Plataforma por uma Economia Inclusiva, Verde e Responsável, iniciativa do Instituto Ethos, em parceria com a Alcoa, a CPFL, a Natura, a Suzano, a Vale, o Walmart e a Roland Berger.



A plataforma reúne um conjunto de idéias e propostas que o Instituto Ethos e as parceiras institucionais vêm desenvolvendo ao longo dos últimos anos com o objetivo de estimular as empresas e o Brasil a promover a transição para uma economia inclusiva, verde e responsável.



Durante o lançamento, os CEOs das empresas que contribuíram para a construção da plataforma deram depoimentos sobre a iniciativa. Em seguida ocorreu um debate sobre quais devem ser os principais elementos de uma agenda que permita o avanço para a nova economia. Os debatedores foram o sociólogo Ricardo Abramovay e o economista Sérgio Besserman Vianna, com moderação do jornalista Ricardo Arnt.



A partir desse debate, o Instituto Ethos promoverá uma consulta pública sobre a plataforma proposta.



Para conhecer a íntegra do documento, acesse:

- Versão em português: http://www1.ethos.org.br/EthosWeb/arquivo/0-A-974Plataforma%20por%20uma%20Economia%20Inclusiva,%20Verde%20e%20Respons%c3%a1vel.pdf

- Version en español: http://www1.ethos.org.br/EthosWeb/arquivo/0-A-911Plataforma_espanhol.pdf
- Version in English: http://www1.ethos.org.br/EthosWeb/arquivo/0-A-7f9Plataforma_ingles.pdf



Para aderir a esta plataforma, acesse www.ethos.org.br/plataforma

Urbanista projeta São Paulo como metrópole fluvial

Urbanista projeta São Paulo como metrópole fluvial


Postado em 01/03/2011 ás 14h31

Autoria e fonte: http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/2106


Vale do Anhangabaú, terça-feira, 12 de maio de 2020, 16h42 l Imagem: Fujocka / Trip



Existe uma solução para o caos no trânsito da cidade de São Paulo. O projeto do arquiteto e professor da Universidade de São Paulo, Alexandre Delijaicov, propõe que a cidade retome o uso do transporte hidroviário e se modifique para se tornar mais sustentável.



A ideia é alterar a paisagem tendo como base projetos feitos no final do século 19. Nesse período o intuito era que a capital paulista fosse exemplo hidroviário, assim como ocorre em grandes cidades europeias. Porém, os anos se passaram e o que ocorreu foi um grande crescimento rodoviário.



Segundo Delijaicov, foi a partir do governo de Prestes Maia, nos anos 30, que a cidade começou a deixar para trás os seus rios e a investir na construção de avenidas e estradas. Dos quatro mil quilômetros de rios espalhados pela cidade, permanecem somente 400 km a céu aberto atualmente. Os locais onde hoje são grandes avenidas, como a Nove de Julho e a 23 de maio, já foram importantes rios e córregos.



A proposta do urbanista é levar a capital de volta a esse cenário de maneira que o transporte hidroviário seja uma das referências e a cidade se reestruture para ser capaz de oferecer melhores condições de vida aos moradores.



O urbanista iniciou o projeto há mais de dez anos, com mapas que mostram as rotas fluviais escondidas pela cidade. Segundo ele, isso não é uma fantasia, mas sim uma obra “factível e economicamente viável”. Para que o estudo seja colocado em prática podem ser necessários 20 anos e R$ 1 bilhão. Por isso, ele lembra que é extremamente importante ter um governo interessado em direcionar políticas públicas para a viabilização desse projeto.



Os detalhes incluem uma rede de navegação com portos, canais e barragens, por onde possam trafegar passageiros e cargas de pouco valor, como lixo, entulho, terra e lodo. O canal hidroviário teria uma ligação entre os rios Tietê, Pinheiros e Tamanduateí e as represas Billings, Guarapiranga e Taiaçupeba. A estrutura poderia transportar com facilidade os moradores das periferias para o centro da cidade. Além de poder funcionar como espaço de lazer, com ciclovias e parques no seu entorno, e práticas de esportes náuticos.



Em matéria publicada na revista Trip, o fotógrafo Gabriel Rinaldi e o mestre do tratamento de imagens, Fujocka, fizeram uma projeção de como seria a cidade após a reestruturação idealizada por Delijaicov, conforme imagens publicadas na galera acima. Com informações da Revista Trip.



Redação CicloVivo



segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Designer português cria máquina de lavar que não usa energia elétrica

Designer português cria máquina de lavar que não usa energia elétrica


Postado em 28/02/2011 ás 14h49



Swirl é uma máquina de lavar conceito, que não usa energia elétrica. A lavagem é realizada através da rotação da esfera que pode ser manual ou por um jogo de futebol. (Imagem:Divulgação)



“Swirl” é uma criação feita com o objetivo de simplificar a lavagem de roupas nos países em desenvolvimento. A “bola” colorida desenhada por Pedro Gomes, do estúdio alemão Designaffairs, é uma máquina de lavar roupa desenhada especialmente para ser usada em áreas rurais. A concepção global se assemelha a um cesto em forma de esfera.





Alguns países em desenvolvimento são tão pobres que a maioria das pessoas não podem pagar uma máquina de lavar, e às vezes elas nem sequer têm acesso à água encanada. Muitas vezes as pessoas precisam viajar de um lugar para outro em busca de água, tornando o ato de lavar roupa um processo complexo e difícil.



Nestes países lavar a roupa é um grande esforço. O principal problema é a ergonomia ruim, porque as áreas de abastecimento de água são distantes, prejudicando o transporte de cargas pesadas. Além disso, a cultura local acredita que a lavagem de roupas deve ser feita por mulheres, uma vez que a pobreza também está ligada ao machismo.



“Swirl” é um novo conceito de máquina de lavar não elétrica que espera ajudar a aliviar parte da carga de lavagem de roupas. O “redemoinho”, em tradução livre, transforma a tarefa de lavar roupa em uma atividade divertida, economiza água e permite o entretenimento.



Uma vez que a roupa suja está dentro desta cesta esférica, tudo que precisa ser feito é rosquear a tampa e rolar a máquina para frente e para trás em ciclos de rotação lenta com auxílio de uma haste de aço, ou então, outra alternativa é a remover esta haste e deixar as crianças jogarem futebol com a “bola”.



A lavagem é realizada através da rotação da "esfera de lavagem" - usando a longa distância que viajam para o abastecimento de água, para lavar a roupa. O projeto visa reforçar a relação social e cultural entre mulheres e crianças, fazendo da lavagem uma experiência divertida e fácil. O design esférico permite que ele se torne um objeto lúdico que estimula a imaginação do usuário sobre como jogar com ele. Além disso, a bola pode ser usada para o transporte de itens como roupas ou água também.



Redação CicloVivo





MDL: no lugar do lixo, um monte de dinheiro

MDL: no lugar do lixo, um monte de dinheiro



Autoria e fonte: http://www.ambienteenergia.com.br/index.php/2011/02/mdl-no-lugar-do-lixo-um-monte-de-dinheiro/9751
Da Agência Ambiente Energia - Dos 5.612 municípios brasileiro, 100 têm condições de implmentar projetos que utilizem os aterros sanitários para gerar créditos de carbono, o que poderia resultar numa receita bruta de 2,7 bilhões de euros, com uma redução de emissões de carbono estimada em 807 milhões de toneladas. Esta é uma das conclusões do estudo “Utilização do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL)”, divulgado pelo Instituo de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Como exemplos, o documento análise as iniciativas para geração de biogás desenvolvidas pelo Projeto NovaGerar, em Nova Iguaçu (RJ), e do Aterro Bandeirantes, em São Paulo.



Segundo o estudo, o setor de saneamento básico, em particular o de tratamento de lixo, apresenta elevada potencialidade para a utilização de um MDL setorial. “A maior utilização do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo poderia ser um elemento importante para viabilizar projetos ou políticas públicas que contribuam para o desenvolvimento brasileiro sustentável”, afirmou a técnica de Planejamento e Pesquisa Maria Bernadete Gomes.



Além de abordar o setor de saneamento básico do Brasil e o tratamento dos resíduos sólidos e projetos de geração de energia a partir de aterros, o estudo trata dos panoramas brasileiro e mundial do MDL, do mercado de carbono – com seus volumes e valores –, das políticas públicas e medidas de desenvolvimento sustentável. No mercado de MDL, o Brasil figura no terceiro lugar.



Veja a íntegra do estudo


Tutorial de Energia Solar

Tutorial de Energia Solar




Da Agência Ambiente Energia – Se você quer saber como usar a energia solar para o seu negócio ou para o seu dia a dia, uma boa dica de leitura é o “Tutorial de Energia Solar”, elaborado pelo Centro de Referência para Energia Solar e Eólica Sérgio de Salvo Brito (Cresesb).



Além de destacar as vantagens desta alternativa que avança em muitos países, tutorial trata dos princípios e aplicações da energia solar, destacando radiação solar; solarimetria e instrumentos de medição; energia solar fotovoltaica; módulos fotovoltaicos; componentes de um sistema fotovoltaico; e sistemas fotovoltaicos instalados no Brasil


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5.Energia Solar Fotovoltaica





Veja mais no site Tutorial de Energia Solar
Matriz Limpa

Energia própria é opção contra apagão: veja as alternativas


Energia própria é opção contra apagão


domingo, 27 de fevereiro de 2011 7:22
autorLeone Farias



A padaria onde Andréia Gonçalves Moreira trabalha, no Jardim do Estádio, em Santo André, ficou sem luz por três dias em janeiro. No mesmo período, a empresária Andréa Fazan dispensou clientes da lavanderia que administra, no município, porque não tinha como ligar as máquinas.



Para evitar esses problemas, cada vez mais empresas buscam alternativas de geração própria de energia, a fim de não ter de depender da rede da AES Eletropaulo, pelo menos em parte do dia. O Shopping Praça da Moça, em Diadema, é um exemplo: o centro de compras investiu em gerador movido a gás natural.



A ideia, segundo o gerente geral do empreendimento, Wilson Roberto Pelizaro, é que o equipamento comece a funcionar em março. "Ele fornecerá energia para o shopping no horário de pico, das 18h30 às 21h30, quando o preço de um quilowatt chega a ser dez vezes mais caro que no restante do dia", ressaltou.



COGERAÇÃO



Dados da EPE (Empresa de Pesquisas Energéticas) mostram que o mercado da autoprodução de energia vem em ascensão e deve disparar até 2020, com expansão de 6,8% ao ano, ou seja, acima do ritmo do consumo de eletricidade no País, que deve girar em 4,8% anualmente no período.



De olho nesse mercado, a Comgás, concessionária da distribuição de gás no Estado de São Paulo, criou em 2007 departamento específico para a área, que registrou alta de 55% nas vendas em 2010.



Embora o volume consumido pelos clientes do segmento ainda seja pequeno - 30 milhões de m³ ao ano, frente ao total de cerca de 5 bilhões de m³ anuais -, o percentual de crescimento justifica ter equipe dedicada a esse público. Isso porque as perspectivas são promissoras. Para este ano, o gerente de cogeração da Comgás, Alexandre Breda, afirma que a meta é de expansão superior a 52% em relação a 2010.



Breda acrescenta que entre os clientes há hospitais, prédios comerciais, escolas e shopping centers.



Seu departamento engloba três segmentos: o de ar-condicionado a gás, a geração de ponta (para operação normalmente no horário de pico de consumo de eletricidade, das 17h30 às 20h30) e a cogeração propriamente, em que o equipamentos ficam ligados o tempo todo e há o aproveitamento da queima do gás para o aquecimento ou resfriamento de água, por exemplo.



No caso da última modalidade, ele cita que o investimento inicial gira em R$ 7 milhões, para capacidade de 2,5 MW. Ele ressalta que a economia de gastos com eletricidade fica em 30% e que há retorno do valor aplicado no prazo de até quatro anos.



Autoprodução é tendência mundial, apontam especialistas



A geração própria de energia é tendência mundial, segundo o especialista em mercado de energia elétrica da UFABC (Universidade Federal do ABC), Aroldo de Farias Júnior. O gerente da Comgás Alexandre Breda cita que o Brasil ainda está bem atrás de outros países. "O mundo inteiro vai na direção da cogeração. A média mundial é de 20% (do consumo), enquanto no Brasil está em 1%", afirma.



Breda destaca que o sistema dá mais confiabilidade, já que pode ser usado em paralelo à rede de eletricidade. Farias Júnior avalia ainda que a fonte geradora de energia localizada mais próxima ao local de consumo diminui os riscos de interrupção no abastecimento.



Paulo Toledo, consultor da Ecom Energia, considera que a autoprodução é uma opção, mas não justifica os serviços prestados pelas distribuidoras. "Nosso sistema de energia não condiz com a tarifa cobrada. É preciso fiscalizar para que façam um serviço mais confiável", afirma.



As falhas se agravam todo início de ano. "Nessa época, o clima contribui para agravar o problema, pois raios e tempestades prejudicam a rede. Mas transformadores e subestações também estão com defeitos e precisam passar por manutenção", afirma Farias Júnior.



Representantes do setor empresarial da região engrossam o coro das críticas à rede da AES Eletropaulo. Em recente reunião com técnicos da companhia, dirigentes do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) questionaram a qualidade da rede e a demora no restabelecimento da energia



AES Eletropaulo rebate críticas



A AES Eletropaulo rebateu as críticas e afirmou, em nota, que investe R$ 12 milhões na região. Entre as ações previstas estão a modernização de três subestações (Capuava, Nações e Utinga), beneficiando mais de 100 mil consumidores, e a realização de 70 mil podas, já que 52% das interrupções são causadas por quedas de galhos e árvores na rede.



Segundo o diretor executivo de operações da empresa, Sidney Simonaggio, as ações já estão em andamento.



Ele apontou o fator climático como o causador dos apagões. "Foram eventos notáveis que causaram a queda de árvores e galhos sobre a rede, além de deixar ilhadas as equipes de atendimento emergencial." Ainda segundo ele, em janeiro choveu mais que no mesmo período de 2010, mas a empresa teve melhor desempenho neste ano. "Houve queda de 19% no número de clientes que ficaram sem abastecimento e de 25% na duração do blecaute", explicou



Indústria aposta em projetos sustentáveis



Grandes indústrias da região estão investindo em usinas de energia no interior do Estado, que se inserem em estratégias de sustentabilidade.



É o caso da Rhodia Energy, divisão do grupo químico francês, que vai aportar cerca de R$ 150 milhões em projeto de cogeração, utilizando a biomassa da cana-de-açúcar, em Brotas (SP). Terá capacidade instalada de 70 MW (megawatts) e produzirá o suficiente para atender a 200 mil residências ou 600 mil pessoas. A maior parte da eletricidade gerada por essa unidade será comercializada no sistema nacional de energia.



Segundo o presidente da Rhodia América Latina, Marcos De Marchi, a empresa já tinha gerador em suas instalações em Santo André, com capacidade de 4 MW, para dar mais confiabilidade, já que o processo produtivo da companhia não pode parar. "A Rhodia Energy é um negócio à parte. Temos a crença de que esse modelo vai tornar nossa empresa perene, aumentando produtos sustentáveis, como é o caso da biomassa", afirma.



Iniciativa que também carrega o conceito da sustentabilidade é das PCHs (Pequenas Centrais Hidrelétricas) da Volkswagen. A montadora anunciou em dezembro a construção da segunda unidade geradora de energia, com aporte total de R$ 143 milhões. A usina, com inauguração prevista para 2013, terá capacidade instalada de 25,5 MW/h, com três turbinas.



A primeira PCH, em operação desde março de 2010, é a Celan (Central Elétrica Anhanguera S.A.), resultado de parceria entre a Volkswagen, a Seband e a Pleuston, construída no rio Sapucaí, afluente do Rio Grande, entre as cidades de São Joaquim da Barra e Guará.



A planta já em operação tem capacidade instalada de 22,68 MW/h e possui potencial de geração anual de 18,3 mil toneladas de crédito de carbono. Juntas, as duas usinas totalizam investimento de R$ 273 milhões. Para o presidente da Volkswagen do Brasil, Thomas Schmall, os aportes mostram a preocupação da empresa no desenvolvimento de alternativas de energia geradas por fontes limpas e renováveis. (com Camila Galvez)





Equipamentos de aquecimento solar poderão ter selo de qualidade .

Equipamentos de aquecimento solar poderão ter selo de qualidade .


Parques sustentáveis visita ÁGUA NA OCA - PARQUE IBIRAPUERA - 22 de março

ÁGUA NA OCA

Aliando ciência, arte e tecnologia, o Instituto Sangari apresenta a exposição ÁGUA na OCA com instalações interativas, obras de arte, peças de acervo museológico, aquários reais e virtuais, fotografias e instalações audiovisuais.


O desaguar



O desaguar



O mundo dágua



O desaguar



O desaguar


Mundo d'água

















fotos: parques sustentáveis

http://www.flickr.com/photos/aguanaoca/sets/72157625499546451/show/

site: http://www.aguanaoca.com.br/


Água na Oca


De 26 de novembro de 2010 a 8 de maio de 2011

Pavilhão Lucas Nogueira Garcez – Oca

Av. Pedro Álvares Cabral, S/N – Portão 03, Parque Ibirapuera, São Paulo



Para mais informações entre em contato pelo telefone: 03007890002



INGRESSOS

Inteira: R$ 20,00

Estudantes e professores com comprovantes: R$ 10,00 (meia-entrada)

Menores de 7 e maiores de 60 anos com documento não pagam

Aposentados e portadores de deficiência pagam meia-entrada.

No último domingo de cada mês a entrada é gratuita para todos os visitantes



RECOMENDAçÕES AO VISITANTE

- Permitido tocar apenas em obras interativas

- Permitido fotografar apenas sem o uso de flash

- Não é permitido transitar pela exposição com alimentos e bebidas

- Não é permitido entrar com mochilas e volumes

- Visitas guiadas são permitidas apenas com monitores da exposição



AGENDAMENTO PARA ESCOLAS

Diverte Cultural: 11 3883-9090 / exposicao@divertecultural.com.br

Escolas particulares agendadas: R$ 15 por aluno

Saiba mais sobre o programa educativo.



Diverte Cultural: 11 3883-9090 / exposicao@divertecultural.com.br


Terças, quartas e sextas-feiras: das 9h às 18h (bilheteria até as 17h)




Quintas-feiras: das 9h às 21h (bilheteria até as 20h)



Sábados, domingos e feriados: das 10h às 20h (bilheteria até as 19h)








Água como você nunca viu!

domingo, 27 de fevereiro de 2011

PROGRAMA JARDINAGEM NAS 4 ESTAÇÕES MARÇO/2011 - GRATUITO NO SESC ITAQUERA AO LADO DO PARQUE DO CARMO

PROGRAMA JARDINAGEM NAS 4 ESTAÇÕES MARÇO/2011 - GRATUITO NO SESC ITAQUERA



A oficina "Além do meu jardim...", acontecerá nos dias 05 e 12/03/2011, das 11h às 13h, no Quiosque do Viveiro.

Esta oficina faz parte do programa Jardinagem nas 4 Estações, que acontece mensalmente no SESC Itaquera.

 
É importante que os interessados venham nas duas datas, mas caso queiram participar de apenas uma das oficinas, por favor, avisem através do e-mail.

 
Esta oficina irá nos mostrar como cultivar plantas que possam ser utilizadas por nós no dia-a-dia de forma a manter o ambiente harmonioso de acordo com as técnicas de paisagismo. Será dado um enfoque maior às plantas aromáticas e espécies que ajudam a purificar o ar.

 
As oficinas são gratuitas e as vagas são limitadas! Para participar faça sua inscrição pelo telefone 2523-9309 ou 2523-9326 ou pelo e-mail caroline@itaquera.sescsp.org.br até o dia 04/03/2011.

Para aqueles que vierem de carro, será cobrado o valor de R$ 7,00 pelo estacionamento.






Caroline Almeida

Núcleo Integrado de Educação e Gestão Ambiental

Programação - SESC Itaquera



( (11) 2523-9324; Fax (11) 2523-9306

+ Av. Fernando do Espírito Santo Alves de Mattos, 1000 - Itaquera -SP Cep: 08265-045

DESASSOREAMENTO DO LAGO 1 DO PARQUE IBIRAPUERA


Foto: parques sustentáveis









Foto: parques sustentáveis



Começa primeira etapa de limpeza do lago do Ibirapuera, em São Paulo


Autoria: Fabiana Uchinaka

Fonte: Do UOL Notícias

Em São Paulo
 
 
 
Processo de limpeza e desassoreamento do lago do Ibirapuera deve durar quatro meses
 
Começou em 19/11/10 mais uma etapa do processo de limpeza e desassoreamento do lago 1 do parque do Ibirapuera, na zona sul de São Paulo. Segundo a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente, a remoção do lixo da superfície, dos troncos e galhos, além dos detritos aparentes, foi antecipada por conta do tempo bom. Esta etapa deve durar até quinta-feira (25).



Durante esta semana, também aconteceu a etapa de migração dos peixes que vivem no lago principal. Uma rede foi usada para transportá-los até o lago 2, onde eles devem permanecer até que o processo de desassoreamento termine. Uma barreira foi construída para que os peixes não passem de um lago para o outro.



Na semana que vem, está programada a remoção de cerca de 4.000 toneladas de sedimentos, principalmente areia, que estão no fundo do lago e contribuem para que ele fique muito raso. Uma balsa flutuante será montada no lago para que aconteça a sucção subterrânea. Os detritos serão depositados no aterro da Estre Ambiental, em Itapevi (35 km da capital).



A expectativa é que, com o aprofundamento do lago --de 50 cm para um metro--, a circulação e a oxigenação da água melhorem. O local recebe a água que vem do córrego do Sapateiro e por isso acumula muito lixo e sedimentos.



O processo todo de tratamento, que começou no dia 14 de setembro com um levantamento do número de peixes do local, deve durar quatro meses e custará R$ 3,92 milhões ao governo do Estado e à Prefeitura de São Paulo. O trabalho será feito pela empresa V.A. Saneamento Ambiental Ltda., que venceu licitação feita pela Sabesp.

Esta é a primeira vez que uma obra deste tipo é feita no lago do Ibirapuera, que foi inaugurado em 1954.







Foto: parques sustentáveis



Peixes são retirados do lago do Ibirapuera






Sexta-feira, 19 de novembro de 2010 - 09h35 Última atualização, 19/11/2010 - 09h35


cidades@eband.com.br

Os peixes do lago um do parque do Ibirapuera serão removidos, com a ajuda de uma rede, para o lago 2 durante os próximos dias.



A medida permitirá o início da obra de desassoreamento do local, que não ocorre desde a inauguração do Ibirapuera, em 1954. A iniciativa vai custar cerca de R$ 3,92 milhões, valor que será dividido entre o Estado e a prefeitura.



O desassoreamento deve aumentar a lâmina de água do lago de 50 cm para um metro de profundidade e melhorar a oxigenação dos organismos que vivem ali.



Equipes da prefeitura vão retirar cerca de 4 mil toneladas de sedimentos que se acumularam no fundo do lago. O lixo superficial e os troncos de árvores serão retirados manualmente.



De acordo com a Secretaria do Verde e do Meio Ambiente, é comum que detritos como garrafas e cigarros fiquem no rio depois de chuvas intensas.



O desassoreamento será feito de dezembro até março de 2011. Todo o material depositado será retirado por meio de uma balsa com uma bomba e, depois,despejado em um aterro na cidade de Itapevi, na Grande São Paulo.


Foto: parques sustentáveis


 

EXCLUIR O TRABALHO ESCRAVO E DESMATAMENTO NAS CADEIAS PRODUTIVAS

Para Grajew, empresas não têm como ignorar trabalho escravo e desmatamento



Fonte: http://www.redebrasilatual.com.br/temas/cidadania/2011/02/para-grajew-empresas-nao-tem-como-ignorar-trabalho-escravo-e-desmatamento

Autor: João Peres, Rede Brasil Atual



Publicado em 26/02/2011, 10:02



Última atualização às 16:04


São Paulo – O empresário Oded Grajew, coordenador da Rede Nossa São Paulo e um dos fundadores do Fórum Social Mundial, acredita que as corporações que ignoram violações em suas cadeias produtivas estão fazendo um mal não apenas à sociedade, mas aos próprios negócios.



Grajew pensa que aqueles que não se importam de comprar produtos oriundos de trabalho escravo ou de desmatamento serão obrigados a mudar de postura. “Ou porque podem sofrer represálias, ações legais, ou recusa de ter consumidores, uma pressão econômica”, resume.



Na última semana, uma articulação de organizações não-governamentais divulgou o 2º Estudo Conexões Sustentáveis: São Paulo-Amazônia, que mostra como as empresas da maior cidade do país estão envolvidas com corporações que violam regras sociais ou ambientais. A pesquisa, disponível para consulta na internet, indica que Casas Bahia, Marabraz, Bunge e Cargill são algumas entre muitas que têm problemas em sua cadeia produtiva. O interessante é que, na resposta apresenta às ONGs, algumas optaram por dizer que não têm envolvimento com a questão. Para Grajew, um grave erro.



Confira a seguir a entrevista concedida à Rede Brasil Atual.


RBA - As empresas conseguiram avançar no controle da cadeia produtiva delas?



Conseguiram. No primeiro estudo houve um impacto que produziu pactos. Mostrou-se uma realidade, as empresas começaram a assumir compromissos, a montar processos de monitoramento da produção, vários produtores foram descredenciados, outros tiveram de mudar atitudade. Isso ajudou, nos casos da carne e da soja, a reduzir o desmatamento da Amazônia. Mas esse segundo estudo mostrou que pode haver falhas no monitoramento, que precisa avançar e incluir outros setores, como a construção civil. Acho que as empresas avançaram mais que o poder público, tanto na Amazônia, com uma série de falhas, como corrupção, falta de monitoramento, quanto na questão das compras públicas, que aí não avançou mesmo, deveria ter avançado muito.



RBA - De que maneira se poderia avançar nesse sentido?



Introduzir a questão da sustentabilidade nos critérios de compra. Sustentabilidade social, ou seja, o não uso de trabalho escravo nem de trabalho infantil. Não entrar na cadeia de produção que ajude e favoreça o crime ambiental na Amazônia, e introduzir isso na legislação.



Também a questão da corrupção, que é muito importante na fiscalização. O poder público tem a obrigação de, a partir de iniciativas da sociedade ou por processos voluntários, estabelecer políticas públicas que universalizam todo tipo de comportamento, de normas. Essa é a função do poder público, precisa fazer com que a lei seja cumprida, e a lei proíbe desmatamento ilegal e atividades econômicas ilegais, como o trabalho escravo. Na hora de comprar produtos e serviços, precisa ver de quem está comprando, se não está favorecendo o crime.



RBA - Como o senhor vê a recusa de algumas empresas em admitir o problema?



Isso vai fazer mal para elas. Mais cedo ou mais tarde vão ter que aderir. Ou porque podem sofrer represálias, ações legais, ou recusa de ter consumidores, uma pressão econômica. Essas empresas podem ter graves problemas se não se adaptarem tanto do ponto de vista legal quanto do ponto de vista econômico. É importante aderir até do ponto de vista empresarial, porque ganha margem de lucro, ganha clientela.



RBA - A conscientização mais difícil é do empresariado ou do consumidor?



Ainda é do consumidor porque ele não percebe como pode agir. As empresas já sabem como agir, e é monitorando a cadeia de produção. O consumidor, mesmo com vontade de agir, tem dificuldade em saber como faz. Tem de se informar no site das empresas, ver a política de compras, mas ainda não tem esse hábito e muitas vezes tem dificuldade de acesso às informações. Por isso são importantes as políticas públicas, que universalizam normas e comportamentos.



RBA - Nesse momento que se debate em Brasília a mudança do Código Florestal, de que maneira aquelas alterações podem ter impacto nestes esforços por redução do desmatamento?



O que está no cerne da questão do Código Florestal são as atividades econômicas. Aqueles que querem promover a mudança querem fazê-lo para desenvolver atividades econômicas nocivas. É importante ter políticas públicas para preservar nossas florestas e mostrar a importância delas para evitar mudanças climáticas, para evitar desertificação dos solos, para ter uma qualidade de vida futura e inclusive ter atividades econômicas futuras. Se não, acaba dando tiro no pé. Pode inviabilizar as atividades econômicas futuras.






Bilionário sustentável investe em projeto de parque eólico no Rio Grande do Sul

Bilionário sustentável investe no RS


Autor: Flávio Ilha




Um dos homens mais ricos da Índia, Tulsi Tanti visita Tapes, onde deu a largada para novo projeto de parque eólico no Estado.



As primeiras perguntas do indiano Tulsi Tanti ao chegar a Tapes, onde estuda a implantação de uma fábrica de aerogeradores, foram duas:



1) Há universidades na região?



2) Os investimentos na cidade têm características sustentáveis?



Dono da Suzlon, uma das maiores empresas de tecnologia eólica do mundo, e de uma das maiores fortunas da Índia, Tanti é um empreendedor que valoriza as iniciativas sociais e o conhecimento. Gostou quando foi informado de que em Tapes há um curso de tecnologia em gestão ambiental, oferecido pela UFRGS.



- O mundo viverá três crises na próxima década: água, comida e energia. Por isso, este lugar foi abençoado. Vocês estão sentados sobre minas de ouro e de platina - disse, sobre as condições naturais encontradas no município gaúcho.



Impressionado com a água abundante - doce, como fez questão de lembrar - e com a frequência do vento, Tanti, 53 anos, anunciou logo depois da visita ao Capão da Moça, cerca de oito quilômetros do centro de Tapes, a instalação de dois aerogeradores na região em 2011. Os equipamentos servirão para dar a largada no ambicioso projeto de construção de um parque eólico no local, com capacidade para gerar mais de 10% do consumo anual de eletricidade do Estado, antecipado ontem por ZH.



Tanti esteve pela primeira vez no Rio Grande do Sul, a convite da prefeitura de Tapes e da espanhola Impel, que há seis anos está formatando o parque energético na cidade. Cordato, não se furtou a criticar a falta de ousadia do Brasil no desenvolvimento da matriz eólica:



- O país depende muito da matriz hídrica e é acanhado no desenvolvimento da energia eólica. Não é à toa que foram 13 apagões em 11 anos.



Além do investimento em geração de energia, o empreendedor indiano também está de olho em um local para a instalação de uma fábrica de aerogeradores da Suzlon no Brasil, que administra 15 mil megawatts (MW) de eletricidade produzida por vento em 25 países. Com cerca de 400 MW instalados em Estados do Nordeste, o empresário disse que a estratégia da empresa, avaliada em US$ 10 bilhões, é plantar fábricas de aerogeradores nos principais países em que atua, como China e Estados Unidos.



O projeto das duas torres em Tapes, capazes de gerar 4,2 MW, ainda é modesto, mas os planos para o futuro não são nada irrisórios. Tanti, que tem um patrimônio próximo dos US$ 3 bilhões segundo a revista americana Forbes, avaliou o potencial energético da região como "fabuloso" - entre 3 mil MW e 5 mil MW, capaz de transformar o Rio Grande do Sul em exportador de energia.



- Estou convencido da importância estratégica deste local. O projeto que pude ver aqui é um dos mais interessantes do ponto de vista da integração entre desenvolvimento social, logística e energia renovável. Havendo a demanda necessária, temos o máximo interesse em continuar com nossa estratégia de localização mundial de trazer manufaturas e tecnologia para o Rio Grande do Sul - disse.



Fonte: Zero Hora (16/2/2011

MAQUINA DE RECICLAR CELULARES

MAQUINA DE RECICLAR CELULARES

Autoria e fonte: http://eco4planet.com/blog/2011/02/maquina-de-reciclar-celulares/







Como se livrar de um celular velho que você não usa mais e nenhum de seus conhecidos quer, de forma rápida? Com o EcoATM isso será muito fácil.

Como visto no vídeo: Você coloca seu celular na máquina e ela o escaneia para detectar qual aparelho é. Depois disso, pluga um cabo para testar as condições de funcionamento do aparelho. Com tudo isso ela calcula o valor do celular que vai ser oferecido como dinheiro ou crédito, mas você pode doa-lo também.

Já existem 11 máquinas como essa nos EUA. Elas conseguem identificar uma inifinidade de aparelhos e detectar problemas de “lataria” e de software para passar um valor de acordo com o estado do aparelho.