quinta-feira, 7 de agosto de 2014

"Boletim de Ocorrência" na CCJ da Câmara Municipal, no dia 6 de agosto de 2014.

Caros colegas ausentes nas mobilizações,

Os esforços da mobilização da nossa categoria de engenheiros e arquitetos estão surtindo os efeitos desejados, dentro da cautela de praxe, pois estamos percebendo que o procedimento para apreciação dos PLs estão sendo agilizados na Câmara Municipal, quando se trata do interesse dos servidores públicos que sempre lotam o plenário com camisas pretas e faixas contra o subsídio. 

A celeridade interessa a todos nós, para que os vereadores possam votar o quanto antes, os PLs  em 2 turnos e decidir a nossa campanha salarial, ainda em agosto, vez que 20 vereadores estarão em campanha eleitoral a partir de setembro.



Cumpre observar que ontem, dia 5, o vereador José Américo, presidente da Câmara Municipal quando foi indagado no Colégio de lideres quanto à resposta ao PL(s) da carreira dos engenheiros e arquitetos, informou diante de todos os presentes que será(ão) "distribuídos aos vereadores". Ou seja, quer parecer que não teremos resposta do Prefeito...significa que vai depender somente dos vereadores!



  1. O vereador Goulart, presidente da CCJ, fez hoje, dia 6, as leituras de diversos PLs incluindo o PL 311/2014 e PL 312/2014. O vereador Floriano Pesaro imediatamente solicitou vistas aos PLs 311/2014 e 312/2014. Durante os rápidos debates regimentais, o vereador Goulart marcou a audiência pública solicitados pelos engenheiros, arquitetos, contadores, petição pública "não queremos remuneração por subsídio na PMSP" e outras entidades sindicais para a semana que vem, às 10h do dia 13 de agosto (quarta-feira).
  2. Como já era esperado, em conversa com o vereador George Hato, o  PLO 3/2014 teve o parecer jurídico pela legalidade pela CCJ, pois não se pode discutir o mérito da proposta do governo, somente quanto à legalidade da proposta e o processo foi tramitado para a CCJ hoje de manhã para apreciação e prosseguimento. Significa que o subsídio municipal será estendido para todos os servidores públicos municipais do poder executivo, inclusive tirando da zona de conforto, os colegas do poder legislativo (incluindo o TCM). Os representantes das entidades não puderam se manifestar na CCJ, ao contrário do esperado, mas entendemos que isso não trouxe prejuízo. O PLO será encaminhado a outra comissão (administração pública). O vereador Floriano Pesaro também solicitou vistas do processo do PLO 3/2014. Na audiência pública servirá para debater, discutir a questão do mérito, isto é, o conflito de interesses entre o governo e os servidores públicos municipais. Cada orador inscrito poderá arguir por 3 (três) minutos. DEFESA DE MÉRITO: Ocorre quando o representante do sindicato ou o interessado, nega verbalmente as vantagens do subsídio alegados pelo governo municipal.
Portanto, estamos chegando no momento crítico, em que precisamos todos refletir, nos unir e lutar com determinação e se fazer presente com um número expressivo de camisas pretas para que o PLO 3/2014 e o PL 312/2014 (e eventualmente o PL 311/2014) não sejam aprovados no plenário.

O nosso esforço e dedicação será em vão, somente com 200 ou 300 colegas com camisetas pretas, apesar de empenhados, na audiência pública.
Todos precisam entender que no dia da audiência pública, estarão presentes outras entidades que poderão defender o subsídio.




Aos abnegados colegas engenheiros e arquitetos do GT de mobilização que estão presentes diariamente no SEESP e na Câmara Municipal, nossos parabéns pela dedicação e agradecemos pela solidariedade e entusiasmo pela causa de TODA a nossa categoria!

Trabalho, Dedicação e Integridade!

Entretanto, ouvimos novamente as importantes recomendações dos vereadores que nos apóiam:

Todos estão preocupados e impressionados com a presença dos engenheiros e arquitetos com camisetas pretas, mas...

  • "O mais importante é pressionar para rejeitar o PLO 3/2014, e os PLs 311 e 312 não vão prosperar."
  • "Precisam estar preparados para o debate na audiência pública, com mobilização muito forte."
  • "Vocês precisam estar amparados de forma expressiva com a mobilização da base, senão não vai dar certo"...

Conclusão: 

Mobilizar, mobilizar e mobilizar com 1000 camisetas pretas no dia 13 de agosto, lotando o plenário e todos torcendo pelo telão no anfiteatro aberto no térreo da Câmara Municipal. ´
Os vereadores vão votar a nosso favor, após constatar a quantidade significativa de servidores públicos municipais mobilizados com camisetas pretas que são contra o subsídio!

Os vereadores e assessores nos disseram que acompanharam o nosso pronunciamento pela TV Câmara.
Portanto, precisamos marcar presença no plenário, todos os dias e lembrar os vereadores que estamos "espertos".

Amanhã, dia 7, vamos lotar o plenário da Câmara Municipal às 14:30h, com as faixas de protesto: Nossa revolução silenciosa!

Uma pergunta que não quer calar e nos preocupa: A sua ausência na nossa mobilização é motivada por "w.o." ou por comodismo?

Cumpre lembrar que os engenheiros e arquitetos da PMSP estão nesta luta, reivindicando: 
  • Manutenção do atual regime de remuneração de vencimentos;
  • Carreira própria para categoria;
  • Piso salarial superior ao valor equivalente a 8,5 salários mínimos; 
  • Mudança na Lei 13.303/02 e fim do reajuste de 0,01%;
  • Reposição das perdas inflacionárias, paridade e integralidade para aposentados, QPDU, EAs. 
Depois de tanto sacrifício, não podemos morrer na praia!


Até amanhã para o revezamento das equipes!

UNIDOS, SOMOS MAIS FORTES!

YES, WE CAN!

Delegados sindicais SEESP e SASP


quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Hidrogênio e CO2 viram combustível líquido

Hidrogênio e CO2 viram combustível líquido

Redação do Site Inovação Tecnológica - 29/07/2014
SITE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Hidrogênio e CO2 viram combustível líquido. 29/07/2014. Online. Disponível em www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=hidrogenio-co2-combustivel-liquido. Capturado em 06/08/2014. 

Hidrogênio liquefeito
Cientistas suíços afirmam ter fechado o circuito que permite transformar o hidrogênio em um combustível líquido menos inflamável, pronto para ser armazenado e transportado de forma segura.
O hidrogênio é um gás altamente explosivo e, como suas moléculas são muito pequenas, ele deve ser armazenado sob pressão em recipientes muito especiais e caros.
Assim, largamente defendido como o combustível do futuro, tem sido difícil convertê-lo no combustível do presente.
Uma solução pode estar na pesquisa feita por cientistas da Escola Politécnica Federal de Lausanne, que desenvolveram um sistema simples baseado em duas reações químicas.
A primeira reação transforma o hidrogênio em ácido fórmico, um líquido que é fácil de armazenar e menos inflamável do que a gasolina.
A segunda reação faz o inverso, restaurando o hidrogênio para que ele possa ser queimado ou usado em células a combustível para produzir eletricidade.
Ciclo do hidrogênio
A equipe do professor Gabor Laurenczy já havia desenvolvido um processo para transformar o ácido fórmico em hidrogênio, uma tecnologia que já está em fase de desenvolvimento industrial.
Agora eles fecharam o ciclo, transformando o hidrogênio em ácido fórmico, criando um sistema completo, abrindo o caminho para uma nova fonte de energia totalmente sustentável.
Os pesquisadores sintetizaram o ácido fórmico em um único passo, partindo do gás hidrogênio e do CO2 atmosférico - as técnicas já existentes para fazer isso envolvem várias etapas, que geram subprodutos químicos indesejáveis.
Hidrogênio vira combustível líquido usando CO2
Outro conceito correlato ao agora desenvolvido pelos pesquisadores suíços é o das folhas artificiais. [Imagem: Ross Lovegrove]
As duas reações químicas - hidrogênio para ácido fórmico e de volta para o hidrogênio - são catalíticas: a vantagem é que não se perde nada na transformação, e, portanto, o processo pode ser utilizado na construção de usinas sustentáveis.
Mais do que isso, a equipe afirma que o processo funciona em virtualmente qualquer escala, não exigindo plantas industriais de grande porte.
"Nosso procedimento é simples o suficiente para ser implementado em nível doméstico," garante o professor Laurenczy.
Democratização da energia
O pesquisador afirma vislumbrar pequenas unidades de armazenamento de energia nas quais painéis solares fotovoltaicos produzem hidrogênio por eletrólise - as chamadas biorrefinarias fotossintéticas.
Esse hidrogênio é então transformado e armazenado na forma de ácido fórmico e, finalmente, transformado novamente em hidrogênio para ser utilizado - produzindo energia elétrica à noite, por exemplo.
A tecnologia ainda tem outra possível aplicação: a tão sonhada utilização do CO2 atmosférico (dióxido de carbono) para sintetizar diversos produtos químicosúteis, inclusive combustíveis.

A GRANDE BATALHA DEMOCRÁTICA CONTINUA NA CÂMARA MUNICIPAL NO DIA 6 DE AGOSTO!


Terça, 05 de Agosto de 2014 às 17:26

Engenheiros e arquitetos da Prefeitura de SP retomam mobilização


Cerca de 200 engenheiros e arquitetos da Prefeitura Municipal de São Paulo (PMSP) compareceram à Assembleia Geral Extraordinária dos engenheiros e arquitetos da Prefeitura Municipal de São Paulo (PMSP). A assembleia é em conjunto com o Sindicato dos Arquitetos de São Paulo (Sasp). Na pauta: mobilização na Câmara Municipal nos dias 5 e 6 de agosto; discussão, deliberação e aprovação de encaminhamentos e ações a serem adotadas no andamento da campanha salarial; organização e mobilização nas áreas.

Foto: Deborah Moreira/SEESP
assembleia pmsp nova



Com a volta dos trabalhos na Câmara Municipal de São Paulo, a luta dos engenheiros e arquitetos agora é junto aos vereadores para barrar o projeto de Lei Ordinária (PLO) 03/2014, que altera a Lei Orgânica do Município para abrigar a remuneração por subsídio, e contra o Projeto de Lei (PL) 312/2014 que altera a estrutura de carreira dos servidores, perpetua as perdas salariais, sobretudo aos mais antigos, e extingue benefícios e conquistas históricas.

Ambos PLs encontram-se na Comissão de Constituição e Justiça e podem ser votados já na primeira semana de agosto. foi protocolamos pedidos de realização de audiências públicas, mas é preciso estar atentos e presentes para impedir que mais uma injustiça seja imposta pelo Executivo.

"Aprovando a alteração da lei orgânica que percisa de dois terços da Câmara, dificilmente não será aprovado o projeto do subsídio. A matemática então hoje é: mobilização na Câmara", enfatizou Guilherme Carpintero de Carvalho, vice-presidente do Sindicato dos Arquitetos no Estado de São Paulo (Sasp). 

Está marcada uma nova mobilização para esta quarta-feira (6), às 13h no SEESP, onde sairão novamente em grupo rumo à Câmara Municipal. "A ideia é pressionar os vereadores até que consigamos barrar o PL do subsídio", enfatizou Frederico Okabayashi, delegado sindical do SEESP.

Denúncia

Durante a assembleia foi formalizada a denúncia de que a Secretaria de Habitação do município teria descontado os 15 dias em que os trabalhadores estiveram em greve. "Já entramos em contato com a Sehab pedindo explicações sobre o fato", disse Carlos Hannickel, assessor do SEESP.  


Deborah Moreira
Imprensa SEESP


sexta-feira, 1 de agosto de 2014

A tecnologia aliada a sustentabilidade

Por Alexandre Siqueira*

sustentabilidade

A definição técnica da gestão de facilities descreve a atividade como um conjunto de ações medidas para assegurar a funcionalidade de um ambiente construído, por meio da integração de pessoas, locais, processos e tecnologia. Um plano básico para a gestão de facilities deve contemplar custos sob controle, satisfação dos clientes e funcionários, capacitação da equipe e prestação de serviços com agilidade e qualidade. No entanto, outro aspecto está ganhando cada vez mais destaque na área: a gestão sustentável dos recursos. 
A responsabilidade socioambiental já está incluída na política de diversas empresas e a gestão de empreendimentos sustentáveis se torna cada vez mais necessária, não apenas visando construir empreendimentos verdes, mas também implantar mudanças em construções já existentes. 
Há uma série de processos que podem proporcionar maior eficiência da operação, garantindo a sustentabilidade e redução de custos como a modernização das estruturas, economia de energia e de água, tratamento de resíduos, coleta seletiva de lixo, descarte consciente e a correta manutenção técnica das instalações. 
O uso eficiente dos recursos irá minimizar os impactos sobre o meio ambiente e principalmente gerar economia para empreendimentos como shoppings, hospitais, hotéis, condomínios comerciais, etc. Adaptações na infraestrutura e a manutenção adequada de equipamentos são atividades que devem ser tomadas como prioridade para o gestor de facilities. 
O consumo de energia elétrica é um dos principais gastos de shoppings e prédios comerciais, sendo que apenas os sistemas de ar condicionado podem corresponder até 60% dos custos.  Mudanças simples como a utilização de sistemas elétricos que evitam o desperdício de energia e o favorecimento da iluminação natural durante o dia podem reduzir em até 30% o consumo de eletricidade. É possível ainda realizar alterações nos equipamentos para o consumo inteligente de água como torneiras com moderador de gasto e descargas a vácuo. 
Prezar pela manutenção preventiva dos sistemas elétricos, hidráulicos e de ar-condicionado também tem tudo a ver com a sustentabilidade, pois um plano de manutenção bem executado mantém os aparelhos regulados, reduz gastos e ainda aumenta a vida útil dos equipamentos. 
Para gerenciar todos esses serviços, os gestores podem contar com Softwares Especialistas focados em Gestão de Facilities. A tecnologia permite ainda gestão mais eficiente das equipes de manutenção, controle de serviços terceirizados e redução de custos por meio de planejamento de orçamento mais confiável, compras mais assertivas e desenvolvimento de indicadores para criar metas de economia de recursos. 
Cabe ao gestor pesquisar e testar tecnologias que facilitem os processos, e neste momento é importante investir em equipamentos que prezem pela melhor organização e domínio das operações, possibilitando assim a criação de estudos e análises para garantir a tomada de decisões de forma rápida e segura.
*Alexandre Siqueira é diretor comercial da Astrein




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quinta-feira, 31 de julho de 2014

Consórcio Pesquisa Café desenvolve tecnologias de pós-colheita inovadoras e sustentáveis com foco no pequeno cafeicultor

Pautas | Embrapa Café | 30/07/2014 09:47:26 | 43 Acessos
Consórcio Pesquisa Café desenvolve tecnologias de pós-colheita inovadoras e sustentáveis com foco no pequeno cafeicultor
http://www.maxpressnet.com.br/Conteudo/1,690617,Consorcio_Pesquisa_Cafe_desenvolve_tecnologias_de_pos-colheita_inovadoras_e_sustentaveis_com_foco_no_pequeno_cafeicultor,690617,4.htm
O cuidado durante a fase de pós-colheita do café é um dos grandes diferenciais para a obtenção de um produto de qualidade
Um conjunto de tecnologias de colheita e pós-colheita, voltado para a agricultura familiar, foi desenvolvido no âmbito do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café, e constitui infraestrutura mínima para produção de café com qualidade e sustentabilidade econômica, social e ambiental. Essas alternativas tecnológicas permitem ao cafeicultor investir na construção de equipamentos adequados para produção de café com qualidade, pois funcionam de maneira simples, eficiente e a um baixo custo operacional e ainda podem ser construídas com matéria-prima e mão de obra regional. Do ponto de vista da sustentabilidade, essas tecnologias viabilizam também a adoção dos princípios de Boas Práticas Agrícolas, rastreabilidade e competitividade.
Para falar sobre essas tecnologias, a Embrapa Café entrevistou um dos pesquisadores responsáveis por esses estudos e inventos, Juarez de Sousa e Silva, professor aposentado da Universidade Federal de Viçosa – UFV, instituição participante do Consórcio Pesquisa Café. Hoje Juarez é bolsista do Consórcio Pesquisa Café na UFV, onde dá continuidade ao seu trabalho de pesquisa em conjunto com parceiros do Consórcio.
Para ler a matéria na íntegra, acesse os sites da Embrapa Café e do Consórcio Pesquisa Café.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Novas bicicletas públicas de Copenhague, na Dinamarca, vêm com tablets embutidos

Novas bicicletas públicas de Copenhague, na Dinamarca, vêm com tablets embutidos



Aparelhos ligam e desligam o motor elétrico da bicicleta e trazem GPS, com indicações de pontos turísticos e restaurantes
Por Fernanda Dutra
Em 2012, Copenhague encerrou seu sistema de bicicletas públicas. Depois de ter sido pioneira no conceito, lançando um modelo de aluguéis por moedinhas ainda nos anos 1990, a capital da Dinamarca parecia estar regredindo enquanto grandes cidades como Nova York, São Francisco, São Paulo e Rio lançavam seus programas. Pois, neste ano, Copenhague deu passos largos à frente ao inaugurar as 20 primeiras estações da GoBike, sistema de bicicletas públicas elétricas com tablets embutidos.
Os tablets - com cabos escondidos no guidão para evitar roubos e vandalismo - têm função de computador de bordo. Neles, o passageiro pode escolher se utilizará a bicicleta na função manual ou elétrica; conferir os horários de trens e metrôs; reservar uma segunda bicicleta para outra pessoa; e calcular as rotas mais rápidas entre os destinos.
Para os ciclistas-turistas, além de ser possível escolher a função em inglês (mais universal que o dinamarquês), há dicas de pontos de interesse, restaurantes e serviços. Por enquanto, não houve registros de roubos dos tablets nem das bicicletas.
O programa é financiado pela empresa que controla os trens do país, Danske Statsbaner (DSB), e as prefeituras de Copenhague e a vizinha Frederiksberg. Até o final do verão europeu, a cidade espera aprovar a expansão do programa, chegando a 1860 bicicletas no final do ano.
As bicicletas são feitas de alumínio. O banco é ajustado com um sistema de pressão a gás e, uma vez que o assento é adaptado, o guidão se ajusta automaticamente para garantir a ergonomia. Os pneus são à prova de rupturas e duram até 15 mil quilômetros. O aluguel da bicicleta sai por 25 coroas dinamarquesas (quase R$ 10) por hora. No caso da assinatura mensal, o valor cai para 6 coroas ou R$ 2,45.
Apesar de impressionar muita gente pela tecnologia, o sistema gerou críticas em Copenhague. Se a capital da Dinamarca já tem mais bicicletas (650 mil) que habitantes (550 mil) e carros (125 mil), por que precisaria de mais bikes? Segundo Andreas Røhl, que coordena a gerência de Mobilidade e Espaço Urbano, disse que as bicicletas são voltadas a não-residentes: turistas e moradores do subúrbio, que não levam suas bikes na jornada até Copenhague, daí a importância da ligação com os trens.
Matéria originalmente publicada no jornal O Globo

terça-feira, 29 de julho de 2014

MEGA MOBILIZAÇÃO NA CÂMARA MUNICIPAL, DIA 5, ÀS 14H!

Petição Pública Brasil Logotipo


Não queremos a remuneração por subsídio na Prefeitura do Município de São Paulo!


FONTE: http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=Subsidio

Colegas servidores públicos municipais contra o SUBSÍDIO MUNICIPAL, 

"O ovo frito de hoje anula o galeto de amanhã". (Millôr Fernandes)

VAMOS FICAR SÓ OBSERVANDO E FICAR ESPERANDO, RECLAMANDO?
JÁ DEIXAMOS BEM CLARO NESTE ESPAÇO QUE NÃO QUEREMOS O SUBSÍDIO MUNICIPAL, CERTO? 
BASTA DE 0,001% AO ANO! 
CHEGA DE ARROCHO SALARIAL!
 Então, está na hora de demonstrarmos a nossa insatisfação e indignação para OS VEREADORES QUE NOS REPRESENTAM! 
Queremos ser ouvidos! 
Queremos ser respeitados! 
Queremos JUSTIÇA! 
ENTÃO, COLEGAS SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS: ESTÃO TODOS PREPARADOS PARA A MEGA MOBILIZAÇÃO NA CÂMARA MUNICIPAL? 
Não dá para ficarmos só como coadjuvantes ou rezando para que as coisas aconteçam no SINP ou pela internet! 
Os engenheiros e arquitetos são contra o subsídio e vão COMEÇAR a se mobilizar na Câmara Municipal na semana que vem a partir do dia 5 de agosto às 14h. 
Vamos nos juntar a eles e mostrar presencialmente com camisetas pretas e apitos, a nossa maior demonstração de rejeição e insatisfação contra o subsídio e a política salarial do executivo! 
NÃO VAMOS DEIXAR QUE APROVEM O PLO 3/2014 E TRANSFORMEM AS NOSSAS VIDAS EM SUBSÍDIO! 
Cada participante deverá fazer um comunicado via Facebook, email, WhatsApp ou SMS, para três servidores. Estes, então, replicariam para outros três, em um efeito dominó de convocações que se espalhará rapidamente entre os colegas. 
DIVULGUEM! 
Nossas famílias e o sucesso do nosso movimento dependem da nossa atitude proativa!

Terras indígenas brasileiras são exemplo no combate a mudanças climáticas

Terras indígenas brasileiras são exemplo no combate a mudanças climáticas


“Fortalecer os direitos florestais comunitários é uma estratégia essencial para reduzir bilhões de toneladas de emissões de carbono, sendo uma maneira efetiva para os governos cumprirem com as metas climáticas, proteger as florestas e proteger a subsistência de seus cidadãos.” Esse é o resultado de um estudo publicado pelo World Resources Institue (WRI) em parceria com o Rights and Resources Initiative (RRI), que coloca gestão das terras indígenas brasileiras como modelo de sucesso.
O relatório Garantindo Direitos, Combatendo a Mudança Climática: como Fortalecer os Direitos Florestais Comunitários Reduz a Mudança Climática aponta que as florestas brasileiras possuem cerca de 63 bilhões de toneladas de carbono armazenado e que parte desse carbono está em reservas indígenas legalmente reconhecidas.
Por outro lado, o estudo também indica que o Brasil é um dos maiores emissores de gases de efeito estufa provenientes do desmatamento no mundo e também quem mais desmata a Amazônia, o que poderia ser pior se as comunidades indígenas não tivessem direitos legais sobre a floresta e proteção do governo, aponta.
Embora a demarcação e o processo de registro sejam lentos, de 1980 a 2007, cerca de 300 terras indígenas foram reconhecidas no Brasil, diz o relatório. Nesses casos, os recursos florestais podem ser utilizados para fins comerciais sujeitos a um plano de sustentabilidade, mas o corte de árvores para a venda requer a aprovação do Congresso Nacional.
Uma análise do WRI para o desmatamento na Amazônia brasileira mostra que, de 2000 a 2012, a perda de florestas foi 0,6% dentro de terras indígenas em comparação a 7% fora dessas áreas. Assim, as reservas indígenas possuem 36% mais carbono por hectare do que as demais áreas de florestas da região.
A perda florestal de 22,5 milhões de hectares na Amazônia brasileira fora dos territórios indígenas resultou em 8,7 bilhões de toneladas de gás carbônico emitidos. Já em terras indígenas, foram produzidos 311 milhões de toneladas de gás carbônico, no mesmo período, a partir do desmatamento de cerca de 677 mil hectares de florestas, ou seja, 27 vezes menos emissões de gases do efeito estufa.
“O governo brasileiro geralmente protege os direitos dos povos indígenas da floresta, mas os povos indígenas, muitas vezes defendem à força a sua própria floresta de madeireiros, fazendeiros, grileiros e outros intrusos”, alertam os autores do relatório.
A conclusão para o Brasil é que a garantia de direitos indígenas mais consistentes poderia impedir o desmatamento de 27.2 milhões de hectares até 2050, ou seja, 12 bilhões de toneladas de emissões de dióxido de carbono seriam evitadas - equivalente a três anos de emissões em todos os países da América Latina e do Caribe.
“Outros países de média e baixa renda densamente florestados podem proteger suas florestas, reduzir as suas emissões de gás carbônico e proporcionar outros benefícios para as comunidades, seguindo a abordagem do Brasil”, sugere o relatório.
Em todo o mundo, 513 milhões de hectares de florestas são reservadas às comunidades tradicionais e indígenas e contém 37,7 bilhões de toneladas de carbono armazenado - o equivalente a 29 vezes as emissões anuais de todos os usuários de veículos no mundo. O desmatamento e outros usos da terra representam 11% das emissões mundiais de dióxido de carbono, sendo que 13 milhões de hectares de floresta são desmatados todos os anos, um desmatamento de 50 hectares por minuto.
Diante dos dados, “a fraca proteção legal para as comunidades da floresta não é apenas um problema de terras ou acesso a direitos, é um problema da mudança climática. Impedir ações que comprometam os direitos florestal comunitários é parte da solução”, diz o relatório, que objetiva incentivar a comunidade internacional a dar prioridade às comunidades florestais no mundo em desenvolvimento como uma defesa contra o aumento da temperatura global.
O estudo quantificou o carbono em 14 países com grandes áreas de florestas tropicais na América Latina, África e Ásia e reforça também que a maioria das reservas florestais comunitárias estão em países de média e baixa renda, com fortes pressões por desmatamento.
O relatório destaca países que servem como exemplos de locais onde o manejo florestal comunitário e a garantia de direitos à terra ajudaram a proteger as florestas como México, Tanzânia e Nepal; além de países onde isso não ocorre, seja devido à falta de direitos, com na Indonésia, ou onde os direitos são mal aplicados, como no Peru. Ele também aponta as forças contra as quais as comunidades têm que lutar - como madeireiros ilegais, traficantes de droga e produtores de óleo de palma - na tentativa de  preservar as florestas de onde tiram seu sustento.
O relatório faz cinco recomendações principais aos governos para maximizar o potencial de mitigação climática das florestas comunitárias: fornecer às comunidades o reconhecimento legal de direitos florestais; impor esses direitos, como o mapeamento de fronteiras e a expulsão de invasores; fornecer assistência técnica e treinamento para que as comunidades melhorem o uso sustentável das florestas e o acesso ao mercado; envolver as comunidades na tomada de decisões em relação a investimentos que afetem suas florestas; e compensar financeiramente as comunidades pelos benefícios climáticos e outros benefícios fornecidos pelas florestas.
Matéria originalmente publicada no portal da Agência Brasil.

Madri é a primeira capital europeia com serviço público de bicicletas elétricas

Madri é a primeira capital europeia com serviço público de bicicletas elétricas


Enquanto no Brasil cresce cada vez mais o sistema de compartilhamento de bicicletas públicas, Madri tornou-se recentemente a primeira capital da Europa a contar com um serviço semelhante, composto, porém, por bikes elétricas.
Batizado de "BiciMad", o sistema é formado por 1.560 bicicletas, distribuídas em 123 estações por cinco distritos da capital: Centro (inteiro) e parte de Arganzuela, Retiro, Moncloa-Aravaca e Chamberi. Em média, há uma estação a cada 300 metros e todas funcionam 24 horas, sete dias por semana, todos os dias do ano.
As bicicletas elétricas têm três marchas com câmbio interno e foram adotadas para permitir que as pessoas tenham mais facilidade para superar os obstáculos geográficos da cidade, como aclives. Ao pedalar, o motor elétrico é iniciado e assume grande parte do esforço, que na maneira convencional, seria realizado pelo usuário (sistema de pedalada assistida). As bikes são recarregadas nas estações e possuem autonomia de 70 km.
Para evitar roubo, cada bicicleta está equipada com um sistema de GPS e as estações são monitoradas.
Os primeiros 30 minutos de uso são cobrados. A explicação é que a cidade não quer que os pedestres troquem suas caminhadas pela bicicleta, mas sim que os usuários de outros meios de transporte (carros, ônibus e metrô) façam a troca.
Além disso, o preço aumenta consideravelmente a partir da segunda meia hora, para evitar o uso continuado ao longo do dia. Depois de devolver a bicicleta o usuário deve esperar 15 minutos antes de fazer uma nova retirada. Se um novo empréstimo for feito em menos tempo, o sistema contará o tempo total.
Madrid possui atualmente 316 quilômetros de ciclovias. Entre 2012 e 2013, o aumento no número de ciclistas na capital espanhola foi de 17%.
Matéria originalmente publicada no portal EcoDesenvolvimento

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Japão abriga a árvore mais bonita do mundo; conheça

Planta florida e gigante de 143 anos chama atenção de turistas no continente asiático

Redação Bonde
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Uma centenária Glicínia é a grande atração turística do Ashikaga Flower Park, em Tochigi, no Japão. Com 143 anos de idade, o exemplar é conhecido como o mais belo e antigo de sua espécie no arquipélago asiático. Plantada em 1870, essa elegante trepadeira causa um efeito fascinante aos visitantes, gerando a sensação de um grande teto lilás acima da cabeça dos visitantes. Esse efeito é possível graças a uma estrutura de madeira que sustenta seus galhos e flores.

De grande valor ornamental, com inflorescências longas, pendulares (em cachos) e carregadas de delicadas e numerosas flores, a Glicínia tem uma beleza quase hipnótica quando floresce totalmente, entre os meses de abril e maio – primavera no Japão. Há uma década, a árvore tomava uma área de 72 m² dentro do parque. Hoje, ela já ocupa um total de 1.000 m² e é considerada um espetáculo à parte por quem visita o local.

Embora seja a mais chamativa, a árvore não é a única de sua espécie que pode ser encontrada no parque. Além dela há treliças que exibem outras plantas, arbustos e, ainda, um túnel de cerca de 80 metros todo rodeado de Glicínias com flores brancas, amarelas e roxas. Veja um pouquinho desse espetáculo na galeria: