sexta-feira, 23 de maio de 2014

Padrões de consumo dos consumidores portugueses

ONTEM às 09:56
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Padrões de consumo dos consumidores portugueses têm como base o «The Green Experiment»


Um estudo sobre a influência da sustentabilidade nos hábitos e padrões de consumo dos consumidores portugueses é a base da campanha de publicidade da 7ª edição do Green Project Awards Portugal.



Com a assinatura da Havas Worldwide e criatividade de Rui Lourenço, «The Green Experiment» é o nome da campanha que arrancou esta semana e que está disponível na televisão, rádio, imprensa e Internet.
Como figura central há uma mulher que escolhe entre dois produtos, um desenvolvido com preocupações sustentáveis e outro não. Com o “claim” «Porque o verde é mais do que uma cor bonita», as peças desenvolvidas reforçam que as empresas e organizações que têm projectos de desenvolvimento sustentável são preferidas pela maioria dos consumidores.

«O público respeita mais as organizações que trabalham de uma forma sustentável e os consumidores preferem os produtos e serviços que são produzidos com preocupações de sustentabilidade. A campanha do Green Project Awards fala-nos disto, apoiada em dados reais de preferências de consumidores reais. As palavras são bonitas mas a realidade é ainda mais poderosa», refere Rui Lourenço, director criativo da Havas Worldwide Portugal.

A Havas Worldwide é desde 2012 responsável pela comunicação do Green Project Awards, em todos os países onde se realiza a iniciativa. Além da campanha de publicidade, a agência é responsável pela presença digital do GPA, e pela criação do selo GPA, que tem como objectivo distinguir as iniciativas e projectos desenvolvidos pelos vencedores dos prémios em matéria de desenvolvimento sustentável.

SIC Noticias, Público, Marketeer, TSF e Transtejo são os parceiros de media onde a campanha já está presente.

As candidaturas ao Green Project Awards 2014 já estão abertas e podem ser realizadas, até 30 de Maio, em http://www.gpa.pt/

O GPA Portugal que conta com o Alto Patrocínio da Presidência da República, com o apoio institucional da Comissão Europeia e da CPLP – além do Governo de Portugal – é uma organização conjunta da Agência Portuguesa do Ambiente, GCI e Quercus.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Projeto ‘Cinesolar’

21/05/2014 16h05 - Atualizado em 21/05/2014 16h13

Projeto ‘Cinesolar’ leva cinema aos moradores de Capão Bonito

Estação móvel de projeção funciona com energia da luz natural.
Outras cidades da região também irão receber o projeto.


Do G1 Itapetininga e Região
Moradores de Capão Bonito (SP) tiveram a oportunidade de participar de uma sessão gratuita de cinema. A cidade que não tem uma sala de projeção recebeu o projeto 'Cinesolar'. Em uma tela montada na Paróquia São Paulo Apóstolo, adultos e crianças conferiram o longa-metragem brasileiro “Saneamento Básico – O Filme”, de Jorge Furtado.
Além de cinema, o projeto também trabalha a sustentabilidade já que toda a projeção usa a energia solar para funcionar. Em uma estação móvel, os organizadores têm percorrido o país. Ele já passou pela Bahia e por Brasília (DF). Agora chega ao estado de São Paulo. Além de Capão Bonito, 20 cidades vão receber o grupo, entre elas, Ribeirão Grande (SP) e Itapeva (SP).
De acordo com a coordenadora do projeto, Cynthia Alário, a ideia da unidade sustentável itinerante de cinema surgiu a partir da falta de salas de cinema no Brasil. “Hoje a gente tem um problema com a falta de salas de cinema. Não só de salas, mas equipamentos culturais no geral. Então, a ideia surgiu de trabalhar a proposta de acesso à produção cinematográfica brasileira e atrelar ao conceito da sustentabilidade. Assim surgiu o Cinesolar, que é uma estação móvel de arte, sustentabilidade e cinema”, comenta.
Além da energia solar, o estrutura itinerante também vem com os conceitos de preservação do meio ambiente. De acordo com outro participante da criação do projeto, Paulo Perez, a ideia que surgiu na Europa, mas logo ganhou a cara do Brasil. “A maior parte da estrutura foi construída a partir do reaproveitamento de objetos e peças descartadas em lixões e desmanches. Já a decoração do veículo foi feita por um artista plástico que usa uma técnica de grafitar as próprias plantas, usando elas como estêncil... isso para deixar com a cara do Brasil”, ressalta.
Além das sessões de cinema, o projeto também desenvolve oficina para confecção de instrumentos usando objetos reutilizáveis. De acordo com o músico Guilherme Folco, que também integra o grupo, o objetivo é realmente discutir a sustentabilidade. “Essa ideia, assim como a transformação de energia renováveis, é usar materiais recicláveis. Isso tudo falando da sustentabilidade”, diz.
Programação
Ribeirão Grande
Sessão de cinema com o CINESOLAR (atividade aberta ao público)
Quarta-feira (21), às 19h
Salão de Eventos (Rua Joaquim Vitorino de Proença, 75 – Centro)
Entrada gratuita
Cinesolar (Foto: Divulgação/Cinesolar)Cinesolar percorre cidades do interior paulista (Foto: Divulgação/Cinesolar)

A diferença de temperatura entre um prédio com telhado verde pode ser até 5°C menor do que um com cobertura de concreto.

Telhados verdes são uma boa alternativa para sustentabilidade do meio ambiente


Publicada em 21/05/2014 14:56:59
Foto: Ilustração
Colorir os centros urbanos de verde parece impossível, mas um projeto de arquitetura que utiliza plantas nas coberturas dos imóveis pode mudar essa realidade.
Os chamados telhados verdes são uma forma de trazer a sustentabilidade e o cuidado com o meio ambiente para acasa ou apartamento.
Além de alegrarem o cenário predominantemente cinza das cidades, eles auxiliam na drenagem da água da chuva e proporcionam isolamento acústico e térmico.
Veja também:

Os telhados vivos, como também são chamados, podem ser jardins em edifícios com telhado plano ou podem ser uma cobertura de gramíneas em telhados com inclinação.
A grande vantagem é o isolamento acústico e térmico. Uma pesquisa realizada na Universidade de São Paulo (USP) mostrou que a diferença de temperatura entre um prédio com telhado verde pode ser até 5°C menor do que um com cobertura de concreto.
Além disso, nos edifícios com esse cuidado sustentável, a umidade relativa do ar é cerca de 15% maior.
A drenagem da água das chuvas também é feita por esse jardim no alto das residências, assim como a absorção de poeira e poluição. Com isso, reduz-se a necessidade de escoamento de água e de sistemas de esgoto.
Nesse jardim, pode-se plantar pequenas hortas, com alface, brócolis e olerícolas em geral além de se colocar vasos e flores.
“É uma maneira de trabalhar uma questão ambiental, com uma visão não tão urbana, além de retomar o contato com a natureza”, explica o engenheiro agrônomo da empresa curitibana Esalgarden, Gustavo Milak.
Instalação
Para quem quer optar por esse projeto, é necessário muito estudo. Para casas e edifícios já construídos, a ajuda de um engenheiro é essencial, já que deve ser observada a capacidade da laje de suportar a estrutura.
“Hoje o que muitos fazem é trocar o telhado por uma laje para produzir hortas e ter um jardim, mas é importante verificar quanto a estrutura comporta de peso, para evitar rachaduras na casa”, destaca o engenheiro agrônomo.
Com o ok em mãos de um engenheiro em mãos, o proprietário precisa seguir algumas dicas. Para locais com laje, ela deve ser impermeabilizada, para impedir vazamentos e infiltrações.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Governo chama empresas para doar créditos de carbono na Copa do Mundo

Governo chama empresas para doar créditos de carbono na Copa do Mundo


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Estádio do Maracanã, palco da final da Copa do Mundo de 2014, no Rio
Foto: Divulgação


Os gases de efeito estufa emitidos pelas atividades da Copa do Mundo de 2014 poderão ser compensados pelo setor privado. O Ministério do Meio Ambiente (MMA) lançou no Diário Oficial da União de terça-feira, 15 de abril, uma chamada pública para empresas interessadas na doação de créditos de carbono. 
O edital ficará aberto até 18 de julho e será destinado a companhias “detentoras de Reduções Certificadas de Emissões (RCEs) de projetos brasileiros do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL)”, que pretendam participar das estratégias de compensação do governo federal para o campeonato.
As empresas que aderirem à chamada receberão o selo de sustentabilidade “Baixo Carbono”. A participação não envolve, portanto, qualquer tipo de transação financeira. Como contrapartida, os nomes das instituições serão veiculados nos relatórios de gestão e resultados do projetos e serão publicados em listagem organizada pelo poder público como doadores oficiais de créditos de carbono da Copa do Mundo de 2014.
Entram na lista atividades como a construção e reforma de estádios, o transporte de público e jogadores, o uso de energia e a disposição de resíduos sólidos gerados nos locais dos jogos
Impactos
A chamada faz parte das ações brasileiras para diminuir os impactos ambientais causados pela realização do evento em território nacional. Entram na lista atividades como a construção e reforma de estádios, o transporte de público e jogadores, o uso de energia e a disposição de resíduos sólidos gerados nos locais dos jogos.
A iniciativa se baseia em estratégia semelhante adotada na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), realizada em junho de 2012. Para garantir o gerenciamento uniforme e o acompanhamento do processo de compensação, a doação de créditos de carbono da Copa do Mundo se concentrará em empresas interessadas no cancelamento voluntário de RCEs como forma de compensar as emissões do evento, assim como ocorreu durante a Rio+20.
Mercado
O Protocolo de Kyoto, acordo internacional que estabelece metas de redução de gases de efeito estufa para os países desenvolvidos, criou um mercado voltado para a criação de projetos de redução da emissão desses gases na atmosfera. Os projetos desenvolvidos no âmbito do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) geram Reduções Certificadas de Emissões (RCEs) que podem ser utilizadas para cumprimento das metas dos países desenvolvidos ou transacionadas no mercado.
O Ministério procura, portanto, empresas que queiram doar RCEs provenientes de projetos brasileiros do MDL e já emitidas pelo Comitê Executivo do MDL. O montante de RCEs doadas deverá ter sido cancelado das contas dos participantes de projetos, garantindo que elas não sejam usadas futuramente para outros fins. O cancelamento poderá ser monitorado através do sistema de registro do Comitê Executivo do MDL, o que garante transparência para o processo.
Saiba mais
Apesar de ser considerado um fenômeno natural, o efeito estufa tem sido intensificado nas últimas décadas acarretando mudanças climáticas. Essas mudanças decorrem do aumento descontrolado das emissões de gases de efeito estufa, entre eles o dióxido de carbono e o metano. A emissão desses gases na atmosfera ocorre por conta de diversas atividades humanas, entre elas o transporte, o desmatamento, a agricultura, a pecuária e a geração e consumo de energia.
Acesse aqui o regulamento para participação das empresas interessadas. Mais informações: (61) 2028-2621 ou clima.copa2014@mma.gov.br.

Resta apenas o esgoto das construções irregulares e esgotos clandestinos...

Gota d´água | 16/05/2014 15:12

O que sobra depois de esgotar a Cantareira e o volume morto?


Especialistas dizem que, ao evitar racionamento, SP vive ilusão da abundância em plena escassez de água, e que uso do volume morto deveria ser “última esperança”

terça-feira, 20 de maio de 2014

Inédito: Estradas que geram energia!

olar | 14/05/2014 16:14

 Conheça o projeto Solar Roadways




Painéis rodoviários solares podem ser instalados em estradas, estacionamentos, calçadas, ciclovias, parques infantis ou em qualquer superfície onde incida sol