terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Parques da Copa...menos na cidade de São Paulo...que vergonha!

Turismo, Aventuras e Viagens | Publicada em 24/02/2014 às 10:43:40h
Turismo e Meio Ambiente visitam parque dos Lençóis (MA)

A Unidade de Conservação vai receber um centro de atendimento ao visitante, o que deve facilitar o acesso e melhorar as condições de recepção aos turistas que visitam o local


Os ministros do Turismo, Gastão Vieira, e do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, visitam nesta segunda-feira (24/02) o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, acompanhados do presidente do Conselho da CVC, Guilherme Paulus. A visita ocorre no âmbito do acordo firmado entre as duas pastas para estimular o turismo nos parques nacionais brasileiros.

Os ministros visitarão o local de implantação do Centro de Atendimento ao Visitante do Parque, parte de um conjunto de obras, no valor de R$ 2,7 milhões, com o objetivo de facilitar o acesso e melhorar as condições de recepção aos turistas. Além deste aporte, o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses receberá investimentos de R$ 1 milhão do projeto Parques da Copa, que vai destinar R$ 10,4 milhões para obras de acesso e sinalização em 11 unidades de conservação federais.

A expectativa é que os novos investimentos aumentem em 30% o fluxo no parque maranhense, que hoje recebe 200 mil visitantes por ano. O MTur financiará também obras em municípios do entorno do parque. De acordo com um estudo elaborado pelo Fórum Econômico Mundial, o Brasil é o primeiro do mundo em atrativos naturais. O trabalho avalia diversas itens estruturais do turismo em mais de 140 países em todo o mundo.

“A parceria com o Ministério do Meio Ambiente vai colocar na prateleira o principal produto do turismo brasileiro: nossos atrativos naturais. Até 2020 serão 60 parques nacionais abertos à visitação”, afirma o ministro do Turismo, Gastão Viera. Segundo ele, os investimentos vão beneficiar também cidades vizinhas, abrindo novas oportunidades de geração de emprego e renda para as populações locais.

A comitiva fará também uma visita ao aeroporto de Barreirinhas, principal porta de acesso ao parque dos Lençóis Maranhenses. O terminal, que recebeu investimentos de R$ 3,9 milhões do MTur, foi homologado em janeiro pela ANAC. O convite para o empresário e membro do Conselho Nacional de Turismo, Guilherme Paulus, é um movimento do MTur para mostrar as potencialidades da região e estimular voos fretados ao aeroporto de Barreirinhas.


Por: Ascom/Agência Mtur 

Retrofit

Indústria e Comércio | Publicada em 24/02/2014 às 11:18:11h
Retrofit: uma maneira sustentável de valorizar construções

AcquaBrasilis aponta os benefícios de realizar sistema em construções e patrimônios históricos.

http://www.jornaldiadia.com.br/news/noticia.php?Id=17715#.Uwxx9fldWT8

A AcquaBrasilis, empresa especializada em reuso de água e captação de chuva, em mais uma atitude sustentável, veem participando da implantação do Retrofit, novo sistema de valorização interna de patrimônios históricos e construções antigas.

O Retrofit valoriza o imóvel, tanto na parte econômica, quanto na parte estética, ou seja, moderniza-se o prédio em suas instalações, adequando as necessidades de cabeamentos (internet / fibra óptica) e também aos conceitos mais modernos de sistema hidráulico, iluminação e elevadores. Com isso, o prédio pode diminuir seu consumo de energia e recursos hídricos, gerando economia para condôminos.

Para a revitalização de arquiteturas preservadas, a AcquaBrasilis trabalha em conjunto a projetistas hidráulicos e arquitetos das encarregadas pelas obras de Retrofit, principalmente, para estabelecer os espaços necessários aos sistemas e também as tubulações e reservatórios que complementam o processo de tratamento e armazenamento da água, de forma que possam instalar nossos sistemas integrando-os ao projeto inicial com menor impacto dentro da obra e, também, na parte estética do prédio e em sua área útil.

“Tanto na parte de consumo, como no esgoto tratado e, ter uma valorização em seu preço de mercado. Podemos pensar também que o Retrofit, quando aplicado em projetos nas regiões degradadas de grandes centros urbanos nacionais, traz revitalização da região e oportunidades de negócios a áreas antes deixadas de lado pela economia da cidade e por seus moradores que evitavam tais áreas”, pontua Sibylle Muller, Engenheira e Diretora da AcquaBrasilis.      

Alguns cuidados devem ser preservados antes de implantar o novo sistema em construções antigas. Qualquer obra em edificações, deve ter prévia autorização dos órgãos responsáveis, como a prefeitura e, também, um estudo profundo dos desenhos arquitetônicos e hidráulicos, para que, uma possível, reforma não prejudique a estrutura do prédio (como visto em alguns casos de desabamento recentemente). Além disso, o estudo prévio possibilita um trabalho mais racional no uso de equipamentos em estruturas já existentes.

O Rio de Janeiro é um exemplo de cidade que implanta o Retrofit em muitas de suas Arquiteturas já construídas, a fim de preservar a estética de construções históricas. Porém, essa ação poderia ter maior incentivo à sustentabilidade se o CEDAE, órgão que cuida do fornecimento de água e tratamento de esgoto, no Rio de Janeiro, fomentasse o uso racional da água e a aplicação de técnicas, equipamentos e sistemas que diminuem o consumo e também, incentivar a substituição de água potável para fins “não-nobres” pela água de reuso ou da água de chuva, durante todo o ano e, não apenas nos períodos de estiagem (inverno) ou maior consumo (verão) de modo a preservar os recursos hídricos naturais disponíveis.

“Sistemas de captação de água de chuva e, também, de tratamento e reuso de águas cinzas permitem um consumo muito menor dos recursos hídricos, trazendo consequente economia na conta de água e vantagens ambientais. O uso racional da água e seu reaproveitamento trazem benefícios para a qualidade de vida da população local, melhorando a vida da comunidade nos grandes centros”, conclui Sibylle.


Por: MKT Comunicação 

“Descarte responsável: Medicamentos vencidos não salvam vidas”

O Programa: “Descarte responsável: Medicamentos vencidos não salvam vidas” começa essa semana em Can

Pollyana Martins
24/2/2014 14:47:44
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 Para solucionar os maiores problemas mundiais, em 2000, a Organização das Nações Unidas (ONU) estabeleceu os oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODMs).
No Brasil, os chamados Oito Jeitos de Mudar o Mundo são ações que visam melhorar a qualidade de educação, reduzir desigualdades entre gêneros, erradicar a mortalidade infantil e garantir a sustentabilidade ambiental.
O ano limite para concretizar esses objetivos é 2015 e o 4º Relatório Nacional de Acompanhamento dos ODMs traz dados sobre a realidade brasileira e as metas já alcançadas no País.
O documento, desenvolvido pelo Ipea em parceria com grande parte dos ministérios, apresenta conquistas quanto a redução das desigualdades sociais, mas demonstra fragilidades que desafiam o cumprimento das metas.
Fazendo parte desse trabalho, e ajudando a reduzir a meta dos oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODMs), a empresa GR Soluções Ambientais em parceria com a Unimed, estão realizando coleta dos remédios vencidos, e assim, “Garantir a sustentabilidade ambiental”, que é o sétimo objetivo do milênio.
A campanha “Descarte responsável: Medicamentos vencidos não salvam vidas” está sendo realizada no supermercado Bruda, do Bairro Campo do Água Verde.
Podem ser deixados todos os tipos de medicamentos como: pomadas, comprimidos, xaropes, repelentes. “A importância dessa coleta é esses produtos não sejam descartados no meio ambiente, para não causar danos, ou até mesmo ser um perigo para crianças”, explica  Sheyla Sachweh diretora da GR. Lembrando que esse descarte de medicamentos é somente para pessoas físicas.
Para a coordenadora da Unimed Patricia Gulicz essa coleta faz parte da sustentabilidade ambiental. “Esse movimento é pela cidadania e solidariedade, mais acima de tudo pela sustentabilidade ambiental. Fazendo o descarte correto desses medicamentos vamos diminuir o impacto no meio ambiente”, conta.
Para o supermercado essa ação irá colaborar com meio ambiente. “A iniciativa foi aceita justamente pela preocupação com o a natureza”, fala Priscila.

Veja quais são os 8 Jeitos de Mudar o Mundo propostos pela ONU:
1. Acabar com a fome e com a miséria
2. Educação de qualidade para todos
3. Igualdade entre os sexos e valorização da mulher
4. Reduzir a mortalidade infantil
5. Melhorar a saúde das gestantes
6. Combater a Aids, a malária e outras doenças
7. Qualidade de vida e respeito ao meio ambiente
8. Todo mundo trabalhando pelo desenvolvimento

LOCAIS DE COLETA

Período                    Bairro                           Estabelecimento
17/02 a 18/03           Campo da Água Verde        Supermercado Bruda
19/03 a 17/04           Centro                                    Supermercado Bruda
18/04 a 18/05           Alto das Palmeiras                Supermercado Steidel
19/05 a 17/06           Cohab I                                   Supermercado Soares
18/06 a 17/07           Jardim Esperança                Supermercado Bom Dia I
18/07 a 17/08           Campo da Água Verde        Supermercado Bom Dia
18/08 a 16/09           Campo da Água Verde        Supermercado Haag
17/09 a 16/10           Alto das Palmeiras                Mercado Figura
17/10 a 15/11           Centro                                    Queluz
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Foto: N/A

Material aborda práticas agroecológicas em linguagem acessível...permacultura?

Material aborda práticas agroecológicas em linguagem acessível

Sustentabilidade

Série de cartilhas com o passo a passo de técnicas empregadas pela agroecologia será distribuída pelo Insa/MCTI
por Portal BrasilPublicado18/02/2014 17:44Última modificação18/02/2014 17:56
A maioria dos programas de difusão enfrenta o desafio de transformar em realidade os resultados das pesquisas científicas. Para amenizar este problema um grupo de pesquisadores do Instituto Nacional do Semiárido (Insa), unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), dedicou-se na construção de uma Cesta Metodológica, composta por uma série de cartilhas didáticas, que explicam o passo a passo de várias técnicas empregadas pela agroecologia para atenuar problemas cotidianos de pequenas propriedades no Semiárido brasileiro. 
O lançamento da Cesta Metodológica acontecerá no dia 26 de fevereiro, quarta-feira, no auditório da sede do Insa, em Campina Grande (PB), às 14h, em evento aberto ao público. Naquela oportunidade o grupo de pesquisadores responsáveis pela elaboração da Cesta Metodológica falará sobre o esforço para convergir em um material didático de fácil compreensão o conhecimento popular e acadêmico e, desta maneira, torná-lo acessível ao agricultor.
As práticas agroecológicas e as dinâmicas de sensibilização são apresentadas na Cesta Metodológica com inúmeras ilustrações com a intenção de facilitar a compreensão do leitor e também a reprodução das técnicas ensinadas.
O Insa, em seu trabalho de divulgação dos conhecimentos científicos, tem a constante preocupação de elaborar materiais didáticos que possam ser usados como base de intervenções na realidade para melhorar as condições de vida das populações do Semiárido.
Várias associações de pequenos agricultores e de assentamentos rurais foram convidadas para participarem do lançamento da Cesta Metodológica, e naquela oportunidade seus associados receberão o material didático.
Para Aldrin Pérez, Coordenador de Pesquisa do Insa, “há muitas publicações técnico-científicas sobre os assuntos abordados pelas cartilhas, porém existe pouco material didático em linguagem de fácil compreensão para o agricultor”. Pérez ainda afirma que a ciência tem um grande desafio: tornar-se compreensível para aqueles situados na ponta do sistema produtivo, que em última análise são os que mais utilizam as inovações tecnológicas para manter suas pequenas propriedades e negócios rurais.
As práticas agroecológicas, em sua maior parte, são ações simples e de rápida eficácia. Elas são acessíveis para qualquer agricultor, que muitas vezes não as aplicam apenas por falta de conhecimento sobre como o fazer. As técnicas apresentadas pela Cesta Metodológica elaborada pelos pesquisadores do Insa podem ser replicadas tanto no Semiárido brasileiro, quanto em outras partes do Brasil, e até mesmo em outros países.
Na primeira edição da Cesta Metodológica serão apresentadas ao público 21 cartilhas de temas variados. Conheça os títulos das cartilhas:  A bola, A cadeia Ambiental, A construção do pé de galinha ou Aparato, A construção de Valas e Terraços, A memória do Agricultor, A rampa, A textura do solo, A barreira, Cobertura morta, Conhecendo nosso solo, Construção de diques, Compostagem, Manutenção de obras em conservação, O equilíbrio: retenção de água e matéria orgânica, Sistemas Agroflorestais no Semiárido Brasileiro, O problema: Como encontrar soluções, Os benefícios da enxertia, O que é orgânico?, O tesouro, Reconhecendo o terreno, Traçando uma curva de nível.  
Fonte: 

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

INSCRIÇÕES ABERTAS PRÊMIO VON MARTIUS DE SUSTENTABILIDADE 2014

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Ir para o Site da Câmara Brasil-Alemanha
  Site da Câmara Brasil-Alemanha
São Paulo, 24 de fevereiro 2014
 
INSCRIÇÕES ABERTAS PRÊMIO VON MARTIUS DE SUSTENTABILIDADE 2014
 
A Câmara Brasil-Alemanha por meio de seu Depto de Meio Ambiente, Energias Renováveis e Eficiência Energética, abre as inscrições para a edição 2014 do Prêmio von Martius de Sustentabilidade, que reconhece o mérito de iniciativas de empresas, do poder público, de indivíduos e da sociedade civil, as quais promovam o desenvolvimento econômico, social e cultural no contexto do desenvolvimento sustentável.
Tema
Prêmio von Martius de Sustentabilidade
Data
Serão aceitos projetos de 24 de fevereiro a 23 de junho de 2014 (data de postagem)
Cerimônia
Data: 05 de agosto de 2014 das 08:30 às 12:00
Local: Club Transatlântico - Rua José Guerra, 130 Chácara Sto Antônio
 
    Investimento e Inscrições
Associado: R$100,00 - Não associado: R$100,00
Mais informações acesse www.premiovonmartius.com.br
     
 
 
     
     
 
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São Paulo busca sustentabilidade com ônibus a bateria

21/02/2014 - 16:51hs

São Paulo busca sustentabilidade com ônibus a bateria


Projeto pioneiro no mundo foi desenvolvido em parceria por empresas do Japão e do Brasil. Objetivo é reduzir emissão de poluentes no meio ambiente.



Edson Lopes Jr.


Estado vai verificar viabilidade econômica do projeto
São Paulo – O estado de São Paulo está testando o primeiro ônibus movido totalmente a baterias do mundo. O objetivo do novo veículo é reduzir a emissão de poluentes no meio ambiente. Os testes com passageiros começaram na quinta-feira (20), com a participação do governador Geraldo Alckmin.


Os custos do projeto foram bancados pelas empresas Mitsubishi Heavy Industries (MHI) e Mitsubishi Corporation (MC), do Japão, e pela concessionária brasileira Metra (Sistema Metropolitano de Transportes). Já o desenvolvimento da tecnologia foi feito pela MHI e pela brasileira Eletra Industrial.



“A montagem do conjunto foi feito pela Eletra Industrial. O ônibus é quase todo brasileiro, o chassi, a carroceria, o motor. Só a bateria e o carregador são japoneses”, conta Ivan Regina, gerente de Planejamento e Projetos da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), órgão estadual que fiscaliza e regulamenta o transporte na região metropolitana de São Paulo.



Segundo informações da EMTU, as baterias são compostas por íons de lítio recarregáveis, como as utilizadas em equipamentos eletrônicos portáteis, capazes de armazenar muito mais energia do que as baterias de tração usadas mais comumente. Os ônibus a bateria também dispensam o uso dos cabos que ligam os tradicionais trólebus à rede elétrica da cidade.



Durante seis meses, o veículo, que tem 18 metros e capacidade para 124 passageiros, vai ficar rodando em sistema de testes no trecho de 11 quilômetros entre o Terminal Metropolitano Diadema e a estação Morumbi da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).



De acordo com a EMTU, a operação foi planejada para permitir quatro recargas rápidas ao longo do dia, cada uma com duração de quatro minutos, no Terminal Diadema, totalizando 160 km de rodagem por dia, incluindo deslocamentos entre a garagem e o terminal. O ônibus receberá também cargas lentas, com duração de duas a três horas, na garagem da Concessionária Metra durante a noite e em horários de baixa demanda de passageiros.



Nesta fase de testes, a EMTU vai avaliar a viabilidade financeira do projeto para verificar se vale a pena implementá-lo na frota paulista. “O objetivo é saber quanto custa. Nessa mesma linha, vai rodar este ônibus (a bateria) e o ônibus sombra (a diesel) para comparar o custo do diesel com a bateria”, explica Ivan.



“Teoricamente, o custo do elétrico é menor do que o diesel, mas temos uma certificadora do processo que vai verificar o gasto de energia”, diz o executivo. A empresa que vai fazer a verificação dos custos é a paulistana Netz, de engenharia automotiva.



Ivan lembra, no entanto, que a principal meta do projeto é ambiental. Segundo ele, um ônibus a diesel gasta 3,5 mil litros de combustível por mês e emite nove toneladas de gás carbônico. “O ônibus a bateria é mais silencioso que o normal, já as condições de conforto são tão boas quanto as dos outros. Para o usuário é indiferente, a diferença é para o meio ambiente”, afirma.



Ele ressalta que não há dinheiro do governo do estado envolvido no projeto e que ainda não é possível saber quanto as concessionárias poderão economizar na operação e manutenção de suas frotas, caso o novo ônibus venha a ser aprovado para uso regular.



“O ônibus [a bateria] tem toda a flexibilidade do diesel e não emite gás que causa o efeito estufa. É um sonho de ônibus. Se a parte econômica for atendida, a sociedade ficará muito satisfeita”, diz Ivan. De acordo com o gerente da EMTU, não há previsão de aumentos das tarifas para os usuários caso o novo ônibus venha a ser adotado.

sábado, 22 de fevereiro de 2014

China prevê que medidas anti-tabaco

China prevê que medidas anti-tabaco evitarão 13 milhões de mortes até 2050
http://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2014/02/19/interna_internacional,499861/china-medidas-anti-tabaco-evitarao-13-milhoes-de-mortes-ate-2050.shtml


AFP - Agence France-Presse
Publicação: 19/02/2014 01:16 Atualização: 19/02/2014 07:38


A aplicação por parte da China de medidas de luta contra o tabagismo, recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS), permitirá evitar pelo menos 13 milhões de mortes até 2050, de acordo com estudo publicado no British Medical Journal (BMJ) nesta quarta-feira. A China conta com cerca de 300 milhões de fumantes, ou seja, quase um terço do estimado em todo o mundo.


Atualmente, o cigarro mata mais de um milhão de pessoas por ano no gigante asiático - 939 mil homens e 79 mil mulheres. Esse número pode triplicar até 2030, alertam especialistas de saúde chineses e estrangeiros.



Até agora, Pequim havia tomado muito poucas medidas para conter essa verdadeira epidemia, limitando-se a proibir que se fume nos transportes públicos. Também se aumentou os impostos sobre o cigarro em 2009, mas a medida praticamente não teve repercussão entre os fumantes.



No estudo do BMJ, pesquisadores ocidentais afirmam que, se forem mantidas as condições atuais, milhões de pessoas podem morrer na China nas próximas três décadas e meia.



Se forem aplicadas as recomendações da OMS para a luta anti-tabaco, em vigor desde 2005, a situação pode melhorar sensivelmente. Taxar o maço de cigarro em 75% pode evitar na China, por exemplo, 3,5 milhões de mortes até 2050.

Tecnologia brasileira reduz tempo de combate a incêndios

Tecnologia brasileira reduz tempo de combate a incêndios


Com informações da Coppe/UFRJ - 19/02/2014
Tecnologia brasileira reduz tempo de combate a incêndios
O caminhão tem capacidade para transportar 12 toneladas de CO2. [Imagem: Coppe/UFRJ]


Gás liquefeito
Uma tecnologia inédita desenvolvida pelo instituto de engenharia (Coppe) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), promete reduzir substancialmente o tempo de combate a incêndios.
O novo sistema, baseado no uso de jatos de CO2 vaporizado, foi instalado em um caminhão que foi entregue ao Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro.
O caminhão servirá como banco de testes da nova tecnologia, que será avaliada em situações reais de combate a incêndio na cidade.
A tecnologia é fruto de 16 anos de trabalho do Grupo de Análise de Risco Tecnológico e Ambiental da Coppe/UFRJ, e será comercializada pela Cdiox Engenharia, uma empresa nascida e incubada na universidade.
A tecnologia, batizada de Sistema de Descarga Baseado em Gás Liquefeito, caracteriza-se pela descarga massiva de dióxido de carbono (CO2) em estado líquido, a baixa temperatura (entre -72 e -60 graus Celsius) e sob alta pressão.
Os pesquisadores conseguiram desenvolver um sistema pelo qual o CO2, que é armazenado em estado líquido, é lançado nas chamas sob forma de vapor sem se solidificar - ou seja, o CO2 não congela a linha por onde é lançado.
Usado como agente extintor, o CO2 diminui a concentração de oxigênio, abafando as chamas. Como é lançado em baixa temperatura, ele dificulta o aparecimento de novos focos de incêndio e quebra a reação em cadeia da combustão.
Primeiros do mundo
A inovação já rendeu pedidos de patentes para a tecnologia no Brasil e nos Estados Unidos. "Vamos ser os primeiros do mundo nessa tecnologia", afirma o coordenador técnico do projeto, Moacyr Duarte.
A nova tecnologia começará a ser testada nos próximos dias, servindo inicialmente como um treinamento para os bombeiros. De acordo com Duarte, o caminhão deverá estar nas ruas em três meses.
Somente ao final dos ensaios é que será possível afirmar com precisão em quanto o tempo de combate ao fogo será reduzido com o uso do CO2 no lugar da água.
As avaliações iniciais indicam que o caminhão, com capacidade para transportar 12 toneladas de CO2, consiga debelar chamas em uma área de 100 metros quadrados em apenas 4 minutos.
Comparando o uso da água com a nova tecnologia, o tempo-resposta a um incêndio, do início do combate às chamas até o rescaldo final, deverá cair de 4 horas para cerca de 20 minutos.