terça-feira, 7 de maio de 2013

Rio espera atingir em 2016 metade da meta de redução de gases de efeito estufa emitidos por transportes


Rio espera atingir em 2016 metade da meta de redução de gases de efeito estufa emitidos por transportes

02/05/2013 - 14h17
Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O estado do Rio de Janeiro espera reduzir em 1,8 milhão de toneladas as emissões de gases do efeito estufa de 2014 a 2016, apenas com a ampliação e melhoria dos serviços de trens, metrô, barcas e vias exclusivas para ônibus no Grande Rio. Segundo o secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, a redução equivale a quase metade dos 3,8 milhões de toneladas que o governo fluminense trenscomprometeu-se a deixar de emitir no setor de transportes até 2030.
“Isso é muito importante para a contribuição do Rio na redução das emissões que aumentam a temperatura do planeta. Mas também tem um ganho muito importante na redução da poluição sonora e da poluição do ar que acabam com os tímpanos e os pulmões da população. Os maiores vilões das poluições do ar e sonora são os carros, ônibus e caminhões”, disse Minc.
Estudo divulgado hoje (2) pela Secretaria Estadual do Ambiente mostra que a maior parte da redução dos gases será obtida com a ampliação da oferta de trens e a melhoria do serviço prometidos pela concessionária Supervia. Segundo a empresa que administra o sistema de trens da região metropolitana do Rio, espera-se ampliar de 400 mil para cerca de 1 milhão o número de passageiros atendidos por dia, até 2016.
Caso a promessa da Supervia se cumpra, a expectativa é que cidadãos fluminenses deixem de usar 40 mil carros e 8 mil ônibus, o que fará com que deixem de ser emitidas 884 mil toneladas de dióxido de carbono de 2014 a 2016.
O governo espera outra redução importante com a implantação dos corredores exclusivos para ônibus na cidade, os BRSs (faixas exclusivas para ônibus e táxis nas ruas da cidade) e BRTs (vias exclusivas para ônibus articulados). Os veículos leves sobre trilhos (VLTs), bondes que serão implantados no centro da cidade, também deverão contribuir.
Com esses sistemas, que permitem aos ônibus circularem com mais rapidez e mais passageiros, espera-se reduzir em 504 mil toneladas as emissões de dióxido de carbono no período de três anos. Cerca de 143 mil carros devem deixar de ser usados com os novos sistemas. Isso também deve permitir uma reorganização da malha de ônibus urbanos do Grande Rio, com a retirada de circulação de 1,8 mil coletivos.
A ampliação do metrô para mais uma estação da zona norte, em 2014, e para outros bairros da zona sul e para a Barra da Tijuca, em 2016, deverá tirar de circulação 88 mil carros e 2,8 mil ônibus. Como consequência, a expectativa é que o Rio deixe de emitir mais 414 mil toneladas de gases do efeito estufa.
Segundo a Secretaria Estadual do Ambiente, a ampliação do número de barcas na Baía de Guanabara também dará sua contribuição, ainda que modesta, com 33 mil toneladas de dióxido de carbono deixando de ser lançados na atmosfera. “Ainda acho que [a redução de 1,8 milhão de toneladas] é pouco. Ainda estamos atrasados. Hoje o caos do trânsito que quebra a qualidade de vida tem a ver com o número de carros e o número de ônibus”, disse o secretário.

Edição: Juliana Andrade
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Taxa de fumantes cai pela metade em São Paulo em 27 anos


04/05/2013 - 03h35

Taxa de fumantes cai pela metade em São Paulo em 27 anos


http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2013/05/1273221-taxa-de-fumantes-cai-pela-metade-em-sao-paulo-em-27-anos.shtml

MARIANA VERSOLATO
DE SÃO PAULO


A fatia de moradores de São Paulo que fuma caiu pela metade em 27 anos, segundo aponta pesquisa Datafolha com 1.120 pessoas.
Hoje, 21% da população em São Paulo fuma, contra 24% em 2008 e 40% em 1986.
Já os ex-fumantes agora são 24%, contra 21% em 2008, superando o número de fumantes. Mas a cidade ainda tem uma proporção de tabagistas maior do que a taxa nacional, que é de 14,8% de acordo com a pesquisa Vigitel (inquérito telefônico anual do Ministério da Saúde).
Editoria de Arte/Folhapress
As causas para a queda são as medidas de controle nas últimas décadas, segundo a cardiologista Jaqueline Issa, responsável pelo programa de tratamento de tabagismo do InCor (Instituto do Coração da USP).
Ela cita a Lei Antifumo adotada no Estado de São Paulo em 2009, a proibição da publicidade de cigarros, a contrapropaganda nos maços, alertando para os malefícios do fumo, e a maior divulgação desses efeitos nocivos.
"A população foi se educando. Os próprios fumantes sabem que faz mal e muitos passam a pensar em largar o cigarro por pressão social."
Para Paula Johns, diretora-executiva da ONG ACT (Aliança de Controle do Tabagismo), porém, é preciso continuar avançando, principalmente em âmbito federal.
"Se não forem adotadas novas politicas, as antigas começam a ficar estagnadas. A lei nacional que proíbe o fumo em locais fechados foi aprovada em 2011, mas não foi regulamentada."
Um dos fatores que aumentam a chance de as pessoas fumarem é o nível socioeconômico mais baixo.
E, segundo Issa, a pesquisa confirma essa informação ao mostrar que a população da zona leste, a menos desenvolvida de São Paulo, é a que mais fuma. Na região, 25% fumam, contra 18% da zona oeste e 20% da zona sul.
Os paulistanos mais ricos (mais de 10 salários mínimos) são os que menos fumam (15%, contra cerca de 22% nas outras camadas) e os que mais pararam de fumar --30%, enquanto que, entre as demais faixas de renda, os ex-fumantes são 22%.
A proporção de jovens de 16 a 24 anos que fumam caiu de 20% em 2008 para 14% em 2013. Ainda assim, de acordo com a cardiologista, é preocupante a taxa de iniciação do tabagismo, principalmente entre as meninas.
Apesar de os homens fumarem mais que as mulheres (23% contra 19%), eles tendem a abandonar mais o fumo. "Para as mulheres, o cigarro está ligado à estética da magreza, há o medo de engordar ao parar", diz Issa.
Ela afirma que o grau de dependência e o uso do cigarro como válvula de escape em circunstâncias adversas e estressantes também são maiores entre as mulheres.
A maioria das pessoas para de fumar sozinha, mas tem aumentado a quantidade das que procuram tratamento medicamentoso, que inibe os sintomas da abstinência, de acordo com Issa.
"Mas nenhum deles funciona se a pessoa não deseja parar de fumar, independentemente do motivo."

Os fumantes também podem procurar apoio em terapia individual ou em grupo e nas palestras motivacionais.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Risco tóxico e dano ambiental podem parar descontaminação de Deodoro


Risco tóxico e dano ambiental podem parar descontaminação de Deodoro
http://esporte.surgiu.com.br/noticia/83638/risco-toxico-e-dano-ambiental-podem-parar-descontaminacao-de-deodoro.html
MP exige cumprimento de liminar que impede intervenção antes de estudo de impacto ambiental e denuncia corte de árvores sem autorização por exército
Foto: ReproduçãoFonte: globoesportePostador: Victor Hugo
Postada em: 03/05/2013 ás 15:56:54
O projeto de construção de um autódromo em Deodoro, para substituir o circuito de Jacarepaguá, demolido no início do ano, parece cada vez mais difícil de sair do papel. O Ministério Público do Estádio do Rio de Janeiro, através do Gaema (Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente) recorreu à justiça para que o Exército interrompa o processo de descontaminação do terreno localizado na Zona Oeste. Desde o início deste ano, o Comando Militar do Leste tem realizado varreduras e destruição de artefatos militares no local.

O MP exige o cumprimento de uma liminar que impede qualquer intervenção na área antes da apresentação do estudo de impacto ambiental e da expedição de uma licença de instalação que observe todos os requisitos legais. Segundo o documento, ao ser questionado sobre as intervenções, o Exército argumentou que foram realizadas apenas pequenas intervenções de limpeza de vegetação rasteira para utilização de detectores de metais. Além de garantir que não houve exposição excessiva do solo e retirada de árvores. No entanto, em vistoria realizada em abril, o Gaema constatou que durante o processo de descontaminação, espécies vegetais foram extraídas sem autorização ambiental.

- O Grupo de Apoio Técnico (...)  verificou que ao menos em alguns trechos, as intervenções não se coadunam com uma ação de mera limpeza , especialmente por se  atingir, além da vegetação sub-arbustiva e rasteira do extrato inferior da floresta (sub-bosque), espécies de maior porte. Além disso, essa supressão  para a qual o Exército reconhece não ter autorização ambiental- vem sendo executada sem o devido planejamento ou acompanhamento pelos órgãos de proteção ao meio ambiente – explica o documento.

Risco tóxico e possibilidade de ameça a espécie em extinção

O Gaema também alertou para o risco de contaminação do solo e lençol freático da área pelos explosivos.

- Resíduos de explosivos são um problema para o meio ambiente por serem persistentes e tóxicos, mesmo a baixas concentrações. No caso de destruição parcial dos explosivos ou até mesmo vazamentos, a área poderá apresentar contaminação por compostos orgânicos
como nitroaromáticos e nitraminas. No caso de explosivos não detonados, a contaminação também poderá ocorrer devido à degradação dos materiais metálicos das munições. As medidas para afastar esses riscos ao meio ambiente e à saúde dos militares que lá ainda permanecem (..) seguramente passam pela realização de avaliações e relatórios ambientais prévios à qualquer intervenção na área – diz o documento.

Além disso, o relatório aponta a presença de um ecossistema brejoso em uma parte onde, segundo o atual projeto, seria construído parte da pista. Segundo o documento, neste local há a possibilidade da presença da espécie de peixes Rivulidade, ameaçada de extinção.

A área de mais de 2 milhões de metros quadrados foi usada durante mais de seis décadas pelo exército para treinamento militar e como depósito de munição. O terreno pertencia ao Comando Militar do Leste e foi cedido pelo Ministério da Defesa ao Ministério do Esporte para a construção da nova pista. A área é classificada por militares como zona vermelha, de risco máximo de explosão.

A presença de material explosivo no local foi denunciada pelo jornal "O Globo" em agosto de 2012, pouco depois de um militar da Escola de Sargentos de Logística morrer e outros dez ficarem feridos em uma explosão ao acenderem uma fogueira em um acampamento na região. Os explosivos estariam espalhados no terreno depois que 13 paióis explodiram e provocaram um grande incêndio em 1958. O procedimento de descontaminação começou no início do ano. Nesta quarta-feira, uma reportagem especial da rádio CBN expôs que mais de 1800 artefatos já foram retirados do terreno, dentre eles: minas terrestres, petardos, detonadores com carga e granadas e capazes de lançar estilhaços a um quilômetro de distância.

Segundo a matéria, há a possibilidade da existência de artefatos enterrados fora do alcance dos detectores usados pelas equipes de contaminação, que rastreariam objetos a no máximo 30 cm de profundidade. A Associação Nacional dos Reservistas estima que seriam necessários 18 anos para a varredura total do terreno e especialistas desaconselham qualquer tipo de construção.

Autódromo devia estar pronto antes de demolição de pista de Jacarepaguá

A construção de um novo circuito na cidade é um compromisso da União e da Prefeitura do Rio de Janeiro com a CBA e o Comitê Olímpico Internacional, em razão da demolição do Autódromo de Jacarepaguá para dar lugar ao Parque Olímpico para os Jogos de 2016. A pista antiga sediou dez GPs de Fórmula 1 e recebeu outras grandes categorias do esporte a motor como MotoGP e Indy, além dos principais campeonatos nacionais, como a Stock Car.

O acordo inicial previa que o circuito de Jacarepaguá, que foi cedido pela Prefeitura do Rio à União, só seria desativado quando um novo autódromo, no bairro de Deodoro, fosse entregue. Mas, em razão de diversos impasses, a antiga pista já foi totalmente demolida e as obras no novo local sequer foram iniciadas.

Em novembro de 2012, um segundo acordo foi delineado. O terreno em Deodoro foi doado pelas Forças Armadas ao Ministério do Esporte, e o Comando Militar ficou com a responsabilidade de descontaminar o local. De acordo com o compromisso atual, o circuito de Jacarepaguá só seria desativado quando a nova pista começasse a ser construída. Porém, o autódromo antigo já foi totalmente demolido e as obras no novo local seguem na estaca zero.

De acordo com o compromisso atual, a União financiará a construção do novo autódromo. As obras serão de responsabilidade do Governo do Estado e a administração do local ficará por conta do município do Rio de Janeiro. Após a série de atrasos, a licitação para a construção do novo autódromo está prevista para o início do segundo semestre, e as obras, para o fim do ano ou começo de 2014. A previsão é que o local possa receber algumas competições ainda em 2014, mas que fique completamente pronto apenas no início de 2015. Enquanto o estado não possui uma pista, a Federação de Automobilismo do Rio de Janeiro transferiu as competições para o Megaspace, em Minas Gerais, na cidade de Santa Luzia, a 500 km da capital fluminense.

Carro do Google coleta quase 1GB de dados por segundo - até mesmo bitucas de cigarro são coletadas pelos dispositivos.


Carro do Google coleta quase 1GB de dados por segundo

Por , INFO Online

• Sexta-feira, 03 de maio de 2013 - 16h04


http://info.abril.com.br/noticias/bitnocarro/carro-do-google-coleta-quase-1gb-de-dados-por-segundo-03052013-37.shl
Divulgação
São Paulo - O carro autônomo do Google absorve uma quantidade impressionante de informações sobre seu entorno enquanto dirige, chegando a quase 1GB de dados capturados por segundo. 
Números revelados por Bill Gross, CEO e fundador da incubadora Idealab, apontam que o veículo coleta cerca de 750MB de dados a cada segundo. O executivo obteve uma imagem (veja abaixo) que mostra também o que o carro do Google "vê" quando está em ação. 
Segundo o executivo, os sensores presentes no carro capturam todos as informações que “veem” enquanto o veículo se move - até mesmo bitucas de cigarro são coletadas pelos dispositivos. 
“Se o carro observa uma bituca de cigarro, ele identifica que uma pessoa pode estar próxima dos carros. Se captura uma bolinha rolando, percebe que uma criançapode estar no perímetro da rua. Fiquei completamente espantado em ver o quão impressionante é esta conquista”, disse Gross em seublog
Em agosto de 2012, o Google afirmou que seu carro autônomo completou mais de 300 mil milhas em testes sem que houvesse registro de acidentes. No entanto, a tecnologia sem motorista ainda tem um longo caminho a percorrer antes de ser integrada às ruas. 
“Para oferecer a melhor experiência possível, ainda precisaremos dominar o controle em estradas cobertas de neve, interpretar os sinais temporários de construções e outras situações complicadas encontradas pelos motoristas reais”, afirmou o Google
google-car
Imagem mostra o que o carro do Google "vê" enquanto realiza uma curva para a esquerda. (Foto: Reprodução/Bill Gross)

domingo, 5 de maio de 2013

Prêmio Saint-Gobain




ACEITE O DESAFIODA NATUREZA.


O Prêmio Saint-Gobain foi criado para reconhecer e premiar propostas inovadoras que ampliam o conceito de sustentabilidade na construção civil. É uma iniciativa do Grupo Saint- Gobain, com o apoio do seu polo de produtos para Construção Civil formado pelas empresas Brasilit, Cebrace, Glass, Isover, PAM, Placo e Weber.

Prazo de Inscrições: até às 18H00 do dia 30 de Setembro de 2013.
CATEGORIAESTUDANTECATEGORIAPROFISSIONAL


Para realizar sua inscrição você deverá preencher:
  • Os dados cadastrais do Autor Responsável

  • Os dados cadastrais de cada integrante da Equipe, caso o projeto seja em equipe. Limitado a 6 pessoas, incluindo o autor responsável.

  • Os dados cadastrais do Professor-orientador (Categoria Estudante)




MATRIZ DA SUSTENTABILIDADE





Desenvolvimento sustentável no Parque Estadual Cachoeira da Fumaça




Desenvolvimento sustentável no Parque Estadual Cachoeira da Fumaça
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EM 3 MAI, 13 • POR  •

Desenvolvimento sustentável no Parque Estadual Cachoeira da Fumaça


Localizado na bacia do Rio Itapemirim, no Espírito Santo, o Parque Estadual Cachoeira da Fumaça é uma Unidade de Conservação (UC) de proteção integral, e tem como objetivo a preservação dos recursos naturais e belezas cênica locais, possibilitando a realização de atividades de lazer, educação ambiental, ecoturismo e pesquisa.
Ocupa uma área de 162,5 hectares às margens do Rio Braço Norte Direito, protegendo diversas nascentes. É circundado por pequenas propriedades rurais, onde predominam pastagens degradadas, cafeicultura, plantios de eucalipto e pequenos fragmentos florestais.
Tal contexto é razão mais do que suficiente para que o Instituto de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) e o Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hidrícos (Iema) se preocupem em difundir o desenvolvimento sustentável junto à comunidade rural que vive na área abrangida pelo Parque.
No último sábado, 27, no município de Alegre, promoveram reunião com cerca de 20 pessoas, entre moradores da comunidade e servidores dos institutos, com o objetivo de identificar e analisar a situação atual da comunidade, com vistas ao fortalecimento sustentável e organizacional.
“O objetivo principal desta reunião é promover o desenvolvimento rural sustentável da Comunidade, utilizando seus atributos como oportunidade para criação de negócios e consequente a diversificação cultural”, destacou a engenheira florestal do Incaper, Erica Munaro Turbay.
Os trabalhos realizados pelo Incaper na região promovem o fortalecimento da associação local (Associação de Produtores Rurais da Agricultura Familiar da Cachoeira da Fumaça) e a união entre os associados e entre os demais grupos produtivos existentes no local.
Fonte: Incaper

As substâncias presentes no cigarro


As substâncias presentes no cigarro

Confira algumas substâncias que compõem o cigarro e veja onde elas também são encontradas

iG São Paulo 

sábado, 4 de maio de 2013

Tudo por dinheiro...


Secretário do meio ambiente do RS e mais 12 são presos em operação da PF


Pelo menos 13 pessoas foram presas na manhã desta segunda-feira na Operação Concutare da Polícia Federal do Rio Grande do Sul. A ação buscar reprimir crimes ambientais e contra a administração pública, além de lavagem de dinheiro. Entre os detidos está o secretário do meio ambiente do Estado, Carlos Fernando Niedersberg. 
Em entrevista por telefone à rádio Gaúcha, o governador Tarso Genro, que está em Israel em uma missão de negócios no Oriente Médio, informou o afastamento do secretário. 
Ao todo, estão sendo cumpridos 29 mandados de busca e apreensão e de prisão temporária expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região. As prisões estão sendo efetuadas nos municípios de Porto Alegre, Taquara, Canoas, Pelotas, Caxias do Sul, Caçapava do Sul, Santa Cruz do Sul, São Luiz Gonzaga, no Rio Grande do Sul, e em Florianópolis, Santa Catarina.
Ao todo, 150 policiais federais participam da operação. A investigação começou em junho do ano passado pela Delegacia de Repressão a Crimes contra o Meio Ambiente e ao Patrimônio Histórico (Delemaph) e pela Unidade de Desvios de Recursos Públicos da Polícia Federal no Rio Grande do Sul e identificou um grupo criminoso formado por servidores públicos, consultores ambientais e empresários. Segundo a Polícia Federal, os investigados atuam na obtenção e na expedição de concessões ilegais de licenças ambientais e autorizações minerais junto aos órgãos de controle ambiental.
A operação foi denominada Concutare, termo com origem no latim, que significa concussão. Os investigados serão indiciados por corrupção ativa e passiva, falsidade ideológica, crimes ambientais e lavagem de dinheiro, conforme a participação individual de cada envolvido.

"Comecei a sentir vergonha de ser fumante"


04/05/2013 - 03h38

"Comecei a sentir vergonha de ser fumante", diz tradutor


http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2013/05/1273238-comecei-a-sentir-vergonha-de-ser-fumante-diz-tradutor.shtml

MARIANA VERSOLATO
DE SÃO PAULO



Faz dois meses que o tradutor Claudio Rondeico, 31, de São Paulo, abandonou o hábito de fumar que o acompanhava desde os 15 anos.
Ele já tinha tentado dar um basta uma vez no vício, há oito anos, mas sem sucesso.
"Acho que não estava tão decidido. E, na época, não tinha a vergonha que comecei a sentir nos últimos tempos."
Avener Prado/Folhapress
SAO PAULO, SP, BRASIL, 02-05-2013: Claudio Rondeico, 31, fumava desde os 15 anos e parou há dois meses
Claudio Rondeico, 31, fumava desde os 15 anos e parou há dois meses
"Antes a gente podia fumar livremente com outras pessoas por perto, mas, quando comecei a ter que me afastar para fumar e vi que a minha fumaça não era bem-vinda, passei a refletir sobre isso e vi que tinha um porquê. E, se fazia mal para os outros, fazia para mim também."
A preocupação com a namorada e o sobrinho recém-nascido pesou. "Não queria que sentissem o cheiro de cigarro em mim."
Claudio definiu uma data para largar o cigarro de vez: 28 de fevereiro. Entregou seu último maço de cigarros para a namorada e disse que tinha parado. Não usou medicamentos nem repositores de nicotina, como adesivos.
"No primeiro dia, cheguei a chorar, foi terrível", conta. Ele também teve dificuldades para se concentrar.
"Agora já me sinto fisicamente mais disposto, a qualidade do meu sono melhorou. Mas acho que não fiz mais do que a minha obrigação. Não nasci fumando, eu é que fui atrás do cigarro. Embora eu sinta vontade às vezes, é uma decisão sem volta. Dei um 'check' no item 'parar de fumar' da minha lista."

COM APOIO
Já a contadora Lilian Barbarelli, 42, parou de fumar em agosto de 2012 depois de assistir a uma palestra motivacional na empresa onde trabalha.

"O estresse estava me fazendo fumar mais e, às vezes, fumava tanto que até passava mal. Tinha consciência de que precisava parar, mas não tinha forças. Achava que era mais fácil morrer do que largar o cigarro", conta.
Lilian diz que assistiu à primeira palestra com muita resistência. Na segunda apresentação, diz, foi com o "espírito mais aberto".
"Você pensa que não consegue, que vai morrer se parar, mas é possível. Aprendi que não dependia do cigarro, que era mais forte do que aquela coisinha. Essa é a mágica. Quando você tem apoio, é mais fácil ir adiante."
Hoje, ela diz ter a sensação de que nunca fumou. "E tenho certeza de que vou viver muito mais."

Prêmio IBEF de Sustentabilidade



03/05/2013 - 14:31 
Abertas as inscrições para o Prêmio IBEF de Sustentabilidade

http://www.pautas.incorporativa.com.br/a-mostra-release.php?id=18406

Pelo terceiro ano consecutivo, IBEF irá certificar e premiar cases de empresas na área de sustentabilidade

Prêmio IBEF de Sustentabilidade


O Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (IBEF) abriu inscrições para o Prêmio IBEF de Sustentabilidade. Em seu terceiro ano consecutivo, o projeto, que conta com o patrocínio da Deloitte, SEBRAE e Petrobras, visa certificar e premiar cases de empresas e entidades que possuem projetos na área. O objetivo é reconhecer e disseminar tais práticas de desenvolvimento nas organizações e estimular a adoção de ações sustentáveis pelas empresas brasileiras. 

É fácil participar. Basta inscrever o case de sua empresa até o dia 31 de maio através do e-mail sustentabilidade@ibefrio.org.br, de acordo com os padrões estabelecidos. Um grupo de altos executivos irá analisar e identificar as empresas que serão certificadas, levando em consideração os requisitos da Metodologia do Pentágono em Sustentabilidade, com base no livro “Avaliação de Investimentos Sustentáveis”, de autoria de Marcos Rechtman e Carlos Eduardo Frickmann, Professor da UFRJ. Várias empresas são certificadas, porém apenas uma em cada categoria será a vencedora. O evento de premiação acontecerá dia 30/07 no Jockey Club Brasileiro. 


Mais informações acesse: www.ibefrio.org.br


O que é o Projeto?


Visando desenvolver conceitos de direção e gestão empresarial para possibilitar a atuação fundamentada em princípios de sustentabilidade das organizações, caracterizando e disseminando a responsabilidade socioambiental como paradigma complementar à performance econômico-financeira, foi criado em 2010 o “Prêmio IBEF de Sustentabilidade” que visa certificar e premiar empresas e administrações focadas na excelência de suas atividades.

O IBEF desenvolveu direcionamento estratégico para trazer materialidade ao tripé conceitual de performance composto por desenvolvimento econômico, preservação ambiental e bem-estar social.

A partir de métodos e ferramentas de administração que mesclam teoria e prática, o IBEF coloca à disposição das organizações a serem certificadas um conjunto de soluções que privilegiam a entidade empresarial com centro nos esforços de gestão, procurando segregar os riscos de agência e de assimetria de informações.

Nesse sentido, ganha contorno especial a percepção das empresas como organizações vivas e em constante interação com os ambientes que a cercam e os que nela estão inseridos: o ecossistema impactado por uma organização precisa ser gerido a partir de um enfoque de sustentabilidade capaz de oportunizar a implementação de estratégias de baixo atrito, isto é, que gerem a maior efetividade e os menores esforços possíveis de gerenciamento de resistências.

O Projeto Prêmio IBEF de Sustentabilidade baseia-se no livro “Avaliação de Investimentos Sustentáveis”, de autoria de Marcos Rechtman, diretor de Sustentabilidade do IBEF-Rio, e Carlos Eduardo Frickmann, Professor da UFRJ.

O livro apresenta a Metodologia do Pentágono em Sustentabilidade onde descreve os cinco vértices que levam a Sustentabilidade Corporativa. Em "Introdução a Quarta Edição", os autores expressam a realidade dos pequenos negócios, através de experiência própria, em que constataram que esses vértices estão relacionados a pespetuidade da organização.

  • Valorização: a relevância de agregação de valor à empresa, decorrente de ações sustentáveis, demonstrando que essas melhoram o valor da empresa;
  • Gestão: executivos comprometidos com a sustentabilidade apresentam melhor performance;
  • Governança Corporativa/Governança: cumprimento dos Princípios de Governança, como equidade, transparência, prestação de contas, ética, cumprimento das leis e responsabilidade socioambiental aumentam a credibilidade da empresa;
  • Administração de Conflitos: capacidade da organização em gerenciar conflitos evitando impasses. Empresas que conseguem equilibrar as suas necessidades com as aspirações dos funcionários retêm talentos essenciais para o sucesso da organização;
  • Estrutura da Operação: capacidade de estruturar soluções que permitiram convergir expectativas, conter riscos, alinhar interesses e/ou evitar impasses, ou seja, que melhor estruturarem uma operação de sustentabilidade.

Holandeses planejam estradas do futuro


Holandeses planejam estradas do futuro

Com informações da BBC - 03/05/2013
SITE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Holandeses planejam estradas do futuro. 03/05/2013. Online. Disponível em www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=estradas-do-futuro. Capturado em 04/05/2013. 
Holandeses planejam estradas do futuro
Estradas com faixas para recarregar os veículos elétricos enquanto rodam estão na agenda de diversas projetistas, engenheiros e até montadoras.[Imagem: Studio Roosegaarde]



Tecnologia nas estradas

Há décadas montadoras se esforçam para melhorar a tecnologia de seus carros. As condições das estradas, porém, parecem não ter evoluído no mesmo ritmo.
Agora, dois holandeses prometem mudar essa realidade com inovações como placas luminosas com alertas para condições meteorológicas adversas e uma pista que recarrega carros elétricos conforme eles andam.
Daan Roosegaarde, um artista conhecido por seus projetos excêntricos, e Hans Goris, diretor de um escritório de engenharia, já se envolveram em outros projetos ousados no passado - particularmente Roosegaarde, que chegou a desenvolver uma pista de dança com luzes ativadas pelos pés dos baladeiros e um vestido que fica transparente quando a mulher fica excitada.

A nova aposta da dupla, porém, são tecnologias que, segundo eles, podem revolucionar a construção e uso de estradas - eles não estão desenvolvendo as tecnologias, apenas tentando trazer tecnologias já desenvolvidas, ou em desenvolvimento, para o mundo real.
O projeto foi batizado de "Rota 66 do futuro" - uma alusão à icônica estrada norte-americana que até os anos 80 ligava Chicago a Los Angeles.
"Sempre me impressionou o fato de que gastamos bilhões em projetos de pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias para os carros, mas as estradas ficaram completamente imunes a esse processo", diz Roosegaarde. "Nessa área, ainda estamos presos na Idade Média."
Iluminação nas estradas
Uma das inovações vislumbradas por Roosegaarde é uma pintura de estrada que emitiria uma luz forte no escuro, dispensando a instalação de postes de luz nas estradas - em vários países europeus, as estradas são iluminadas como as ruas.
"Quando começamos este projeto, Heijmans estava tentando criar uma luz de rua que funcionasse por meio de painéis solares.
"Fiz com que ele considerasse outras opções. Como é que uma água-viva emite luz, por exemplo? Elas não têm painéis solares, nem conta de energia.
"Voltamos à prancheta de projetos e saímos com a ideia dessas tintas que 'se carregam' durante o dia e emitem luz à noite," explicou Roosegaarde.
Mas ter a ideia é uma coisa - e transformá-la em realidade, é outra. E é nesse desafio, que a experiência de Goris pode fazer a diferença.
Segundo o engenheiro, uma das opções para criar as tais placas luminosas, por exemplo, seria misturar na sua tinta grandes quantidades de um cristal especial, que contém aditivos como o európio.
Outra tecnologia que já está sendo testada diz respeito ao uso de uma mistura de tinta termossensível para criar grandes placas de sinalização em formato de flocos de neve que avisariam aos motoristas sobre a presença de gelo na pista.
Holandeses planejam estradas do futuro
Tintas que brilham para indicar condições da estrada estão entre as ideias que os dois holandeses pretendem divulgar e, se possível, implementar. [Imagem: Studio Roosegaarde]
Estrada que recarrega energia
Também há um grande entusiasmo dos dois holandeses em relação ao projeto das estradas magnéticas, com uma pista exclusiva para carros elétricos com bobinas que carregariam as baterias dos veículos conforme eles rodam.
"Não acho que cada autoestrada holandesa terá uma pista como essa, mas poderíamos pensar em ter isso em alguns lugares específicos", diz Goris.
Uma quarta ideia que a equipe holandesa pretende desenvolver até 2015 diz respeito a implantação de pequenas turbinas em locais estratégicos das estradas para usar o vento gerado pela passagem dos veículos para acender lâmpadas de sinalização.
"Descobrimos que, principalmente na frente e no fim de túneis, há muito vento e poderíamos usar esse movimento de ar (para gerar energia)", acredita Roosegaarde.
Ainda é cedo para saber quanto dessas ideias sairão do papel. "Mas, a menos que alguém esteja disposto a assumir o risco de ter ideias que à primeira vista parecem impossíveis, nunca progrediremos", opina Bill Thompson, especialista em tecnologia da BBC.


Possibilidade de vida não se resume a planetas similares à Terra, diz estudo


03/05/2013 - 03h10

Possibilidade de vida não se resume a planetas similares à Terra, diz estudo


http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2013/05/1272564-possibilidade-de-vida-nao-se-resume-a-planetas-similares-a-terra-diz-estudo.shtml

SALVADOR NOGUEIRA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA


Com as diferentes composições, massas e órbitas possíveis para os planetas fora do Sistema Solar, a vida talvez não esteja limitada a mundos similares à Terra em órbitas equivalentes à terrestre.
Editoria de arte/Folhapress
Essa é uma das conclusões apresentada por Sara Seager, do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), nos EUA, em artigo de revisão publicado no periódico "Science", com base na análise estatística dos cerca de 900 mundos já detectados ao redor de mais de 400 estrelas.
Seager destaca a possível existência de planetas cuja atmosfera seria tão densa a ponto de preservar água líquida na superfície mesmo a temperaturas bem mais baixas que a terrestre.
Como todas as formas de vida conhecidas dependem de água, sua presença na superfície é tratada como o ponto central da definição de "habitabilidade".
Mundos habitáveis tradicionalmente seriam aqueles que, como a Terra, estão a uma distância tal de sua estrela que, com uma atmosfera pouco densa, poderiam ter corpos d'água estáveis no solo.
Contudo, um consenso emergente é o de que a extensão dessa zona habitável depende fundamentalmente das características intrínsecas dos planetas em questão e pode se estender a uma área que iria além da órbita de Júpiter, no Sistema Solar, se o mundo orbitando ali tivesse uma composição adequada.
"As possibilidades mais amplas aumentam a chance futura de descobrirmos um mundo habitado", afirma Seager.

ARQUITETURAS
Graças ao número crescente de descobertas, finalmente os astrônomos começam a entender a natureza da formação dos sistemas planetários.
A boa notícia: é bem parecido com o que sugeria a teoria, criada na época em que só tínhamos um exemplar conhecido, o Sistema Solar.
A realmente boa: existem muito mais variações para a evolução desses sistemas do que os cientistas antes imaginavam.
Na prática, isso quer dizer que a arquitetura básica vista em nosso sistema, com os planetas pequenos rochosos mais próximos da estrela e os gigantes gasosos mais distantes, é apenas um dos possíveis desfechos da formação planetária.

DUAS TÉCNICAS
A imensa maioria dos planetas descobertos fora do Sistema Solar foi revelada por meio de duas técnicas.
A mais antiga e eficaz até hoje é a que mede variações na luz da estrela causadas pelo bamboleio que ela faz conforme planetas giram ao seu redor.
Como ela mede diretamente o efeito da gravidade do planeta sobre sua estrela, é possível ter uma boa estimativa de sua massa.
A segunda técnica envolve a observação de trânsitos --minieclipses causados pela passagem dos planetas à frente de sua estrela--, que só ganhou grande impulso quando foram lançados satélites especializados em detectá-los.
A detecção do trânsito é feita pela medição da redução do brilho da estrela causada pela passagem do planeta. É, portanto, uma boa medida do tamanho.
Juntas, as duas técnicas permitem uma caracterização mais precisa dos planetas extrassolares. Afinal, com a massa e o tamanho, pode-se calcular a densidade.
A densidade, por sua vez, é uma pista bastante concreta da composição.
Foi assim, por exemplo, que os cientistas conseguiram confirmar que pelo menos alguns dos planetas categorizados como "superterras" --por serem maiores que a Terra, mas menores que os menores planetas gigantes do Sistema Solar-- são rochosos como o nosso mundo.
Contudo, nem sempre se pode aplicar as duas técnicas ao mesmo tempo. Enquanto a medição do bamboleio gravitacional é difícil para planetas menores e mais distantes da estrela, a técnica do trânsito depende do alinhamento apropriado do sistema planetário, de forma que os minieclipses possam ser observados daqui.
Ainda assim, conhecendo bem os viéses que cada técnica produz, os cientistas são capazes de compensar matematicamente as falhas para apresentar um quadro estatístico mais seguro dos planetas extrassolares.
É basicamente o que traz Andrew Howard, da Universidade do Havaí em Manoa (EUA), em outro artigo de revisão publicado no especial de exoplanetas da "Science".
Sabe-se hoje, por exemplo, que planetas menores são bem mais comuns na Via Láctea que os gigantes. Contudo, as Terras não são mais comuns que as superterras. Aparentemente, o número de planetas vai aumentando em razão inversa do tamanho (ou seja, quanto menor, mais planetas) até atingir um valor crítico de pouco menos de 3 vezes o diâmetro da Terra. Daí para baixo, a prevalência é aproximadamente igual.