quarta-feira, 3 de abril de 2013

Bangalô dá lugar a casa de contêineres para abrigar família


Bangalô dá lugar a casa de contêineres para abrigar família


03/04/2013 - 08h32 
STEVEN KURUTZ
DO "NEW YORK TIMES", EM LOS ANGELES

Vista de fora, a casa de David e Dorothy parece ter dois contêineres elegantemente dispostos Leia mais


A casa de David e Dorothy Measer em Los Angeles não é nem um bangalô e nem um ninho de homem solteiro, mas nove anos atrás, quando os dois se conheceram, essa seria uma descrição aceitável.

Em 2003, David Measer, executivo de publicidade, pagou US$ 760 mil por uma casinha em um terreno de esquina no bairro de Venice. Ele tinha 33 anos, estava solteiro e queria morar em um lugar bacana, mas se viu "na casa mais feminina de todos os tempos".
"As paredes eram rosa, púrpura, lavanda. Havia rosas e hortênsias no jardim", conta.
Mesmo quando mandou pintar os cômodos de um tom cinzento, sua casa nova não parecia disposta a se tornar máscula. O sol que batia em determinados horários revelava o rosa por sob a tinta cinzenta.
Frustrado, ele convidou uma mulher, uma "especialista em iluminação" de que seus amigos tinham lhe falado, na esperança de que ela descobrisse como dar à casa um colorido másculo.
"Eu não tinha grande expectativa", conta Measer. "E quando abri a porta, lá estava Dorothy. Minha estrutura molecular inteira reagiu com força".
Dorothy Measer tinha 34 anos, então, e era proprietária do DK Design House, um escritório de decoração. Ela sentiu a mesma conexão. O sentimento foi confirmado quando eles se encontraram por acaso na rua, no mesmo dia, e uma vez mais em seu primeiro encontro romântico, naquela noite.
Casaram-se sete meses mais tarde, e tiveram um filho, Luca, em 2006, e uma filha, Phoebe, em 2009.
Mas o lugar que não havia funcionado bem como moradia de solteiro logo se tornou pequeno demais para uma família em expansão. Os Measer começaram, sem muito ânimo, a procurar uma casa nova, mas na realidade não queriam sair do bairro. Em lugar disso, recorreram à arquiteta da família para criar uma nova casa para eles no mesmo espaço.
Não há nada de bangalô na casa de 300 metros quadrados que Dorothy Measer projetou, com custo pouco inferior a US$ 3.000 o metro quadrado. Com suas amplas janelas e revestimento metalizado, a casa parece ser formada por dois elegantes contêineres de navegação empilhados.
Cercada por um muro baixo de concreto e ocupando quase todo o terreno (na diagonal, para aproveitar luz natural e o controle passivo do calor), a casa cria uma sensação de abertura para rua.
Nas palavras de David Measer, "Venice é uma área em que as pessoas constroem grandes cercas porque os terrenos são realmente pequenos. Mas nós queríamos muito um lugar que parecesse parte da comunidade".
O casal também queria evitar barreiras interiores, deixando de lado os aposentos quadrados com funções predeterminadas e optando por um grande cômodo no térreo para abrigar a cozinha, a área de estar e a de jantar.
No centro desse espaço fica o elemento que organiza o projeto, um objeto cilíndrico com 13 metros de circunferência, se estendendo do primeiro ao segundo piso. Ainda que pareça ser uma coluna estrutural, o objeto esconde a escada e a infraestrutura da casa (incluindo o encanamento, um lavabo, um closet e uma despensa, no térreo, e um segundo closet e equipamento audiovisual, no piso superior).
A monumental coluna --e a escada metálica que a divide ao meio, pintada de laranja metálico, foi inspirada pela infância de Dorothy Measer no oeste do Michigan, onde ela via grandes tanques da janela, na fábrica de alumínio anodizado que sua família operava.
"Eu desenhei a coluna propositadamente para que fosse possível sentir o poder do objeto no espaço", diz ela. "Cresci vendo beleza e me sentindo confortável naquele ambiente industrial".
Os interiores, especialmente no piso superior, são mais suaves e refletem a inspiração original do casal para construir a casa, diz David Measer. "Nosso objetivo era criar uma fusão de design moderno e industrial em um formato que as crianças amassem e onde pudessem brincar", diz ele, acrescentando que sua filha e filho, de três e seis anos, logo estariam andado de patinete em torno da grande coluna.
Alguns elementos do bangalô foram mantidos, como as gavetas e as peças reaproveitadas de velhos armários e de um forno. Mas casado e com dois filhos pequenos, a vida de David Measer é bem diferente da que imaginava ao comprar a casinha de esquina.
Perguntado sobre quanto tempo morou no bangalô mais feminino do mundo, ele respondeu rindo. "Algumas semanas", disse. "Talvez dois meses".
E ele não parecia ter saudades daqueles dias.
Tradução de PAULO MIGLIACCI

terça-feira, 2 de abril de 2013

"Abrir os parques para o turismo significa gasto, então o governo prefere mantê-los fechados"......


Pesquisa revela que 21% dos parques abertos do País não recebem turistas

Levantamento mostrou que em 44% não há visitação e em 80% dos parques não foi registrada qualquer receita gerada pelo uso público

30 de março de 2013 | 2h 05


Bruno Deiro - O Estado de S.Paulo
Um levantamento em quase cem parques nacionais, estaduais e municipais do País revela que 80% não têm receita gerada por visitação e 21% nem sequer recebem turistas. O estudo, do Instituto Semeia, avaliou o uso público destas e de outras unidades de conservação (UCs) abertas ao turismo a partir de questionários enviados a 443 gestores.
O relatório, em versão preliminar, mostrou ainda que mais da metade dos parques (58%) recebe menos de 50 mil visitas por ano. Em outros tipos de UCs abertos ao público, como Florestas Nacionais e Áreas de Proteção Ambiental, o aproveitamento é ainda menor: 88% não têm receita de turismo e 44% não recebem visitantes.
"Não foi uma surpresa, esperávamos resultado semelhante", admite Ana Luisa Da Riva, diretora executiva do instituto. "Abrir os parques para o turismo significa gasto, então o governo prefere mantê-los fechados."
Segundo ela, uma das explicações para o baixo índice de visitação em UCs, especialmente nos parques, é a estrutura precária para receber o público. "O perfil do visitante atual é o ecoturista, que vai muito mais por aventura. Não há infraestrutura para receber famílias e pessoas comuns", afirma Riva. "Em muito locais não há nem mesmo serviço para atender os visitantes. Ainda há o problema da falta de planejamento. No Parque Estadual de Ilhabela, por exemplo, ainda não há plano de manejo, o que compromete o potencial de uso público."
O relatório aponta que dois terços dos gestores das 200 unidades de conservação analisadas se mostram abertos a parcerias para ajudar na conservação e fomentar o desenvolvimento econômico da região onde estão inseridas as UCs. "É fundamental engajar os gestores, que trabalham com poucos recursos e equipe reduzida para fazer a conservação. Eles enxergam a abertura dos parques como uma coisa positiva", afirma Riva.
Entre as 1.649 unidades existentes no País, pouco mais de mil pertencem a órgãos públicos. A proposta do Instituto Semeia é de promover a integração do setor privado na gestão de UCs. "Os recursos públicos não serão capazes de cumprir as metas estabelecidas de conservação", diz Ana Luisa Da Riva. "O setor privado está de ouvido aberto, mas é um mercado muito novo. O conceito de parceria para conservação como fim principal, e não o turismo, ainda carece de garantias e regulamentações por parte do governo."
Nesta perspectiva, o governo serviria como regulador e operador das unidades de conservação, cabendo às empresas privadas apenas gerenciar os serviços. O modelo segue o que já ocorre em outros setores como saúde, educação e até mesmo administração de presídio. O turismo é apenas um dos aproveitamentos possíveis - um exemplo prático de uso alternativo ocorre na Costa Rica, onde existem centros universitários funcionando no interior de parques.
Crescimento. Dos 69 parques nacionais, 26 estão abertos ao turismo e são administrados pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), criado em 2007 para diversificar as atividades de ecoturismo e recreação locais.
Os exemplos de gestão compartilhada mais bem-sucedidos ocorrem no Parque Nacional do Iguaçu, no Paraná, e no Parque Nacional da Tijuca, no Rio, que autorizaram a diversas empresas a concessão de exploração de serviços e turismo.
A estrutura adequada, aliada ao grande apelo de seus atrativos naturais, se traduz nos números. Com 1.5 milhão e 2,5 milhões de visitantes, respectivamente, Iguaçu e Tijuca foram responsáveis por cerca de 90% do total de visitações em parques nacionais no País em 2012.
Nos EUA, 2 unidades atraem o triplo de visitas
Enquanto o País registrou seu recorde histórico de 5,5 milhões de visitas em parques nacionais no ano passado, nos EUA há oito parques que, sozinhos, superaram este número. O Sistema Nacional de Parques norte-americano recebeu um total de 282,7 milhões visitantes em 2012 - os dados, porém, incluem uma variedade maior de modalidades, que vão desde sítios históricos a áreas militares.
Existentes desde 1872, com a criação do Yellowstone National Park, os parques nacionais dos EUA abrigam 630 concessionárias que oferecem aos visitantes serviços como hospedagem, transporte e alimentação.
Mas os fortes investimentos do governo americano no setor, apontados como principal fator de sucesso na gestão dos parques no país, criaram uma relação de dependência que tem sido colocada à prova.
No Estado da Califórnia, que passa por graves dificuldades econômicas, o governo chegou a anunciar no ano passado o fechamento de 70 parques - quase um quarto dos parques estaduais locais - para cortar gastos de US$ 22 milhões. Graças ao protesto de ambientalistas e o investimento do setor privado, a medida não foi levada adiante.
Para evitar esta dependência de recursos públicos, Ana Luísa Da Riva, diretora executiva do Instituto Semeia, diz que o País terá de buscar soluções diferentes. "Não é possível copiar nos mesmos moldes porque a realidade é completamente diferente. Historicamente, os parques dos EUA receberam muitos recursos públicos e o governo teve participação decisiva nos modelos de gestão", afirma ela. "O que podemos é aprender com os erros e acertos do sistema norte-americano, que possui mais de 100 anos de conhecimento de gestão dos empreendimentos."
Outro fator apontado pela especialista envolve questões culturais. "Os parques nos EUA são um símbolo de patriotismo. Fazem parte do imaginário e criam até personagens infantis como o Zé Colmeia, que vive em um parque. No Brasil, ainda há um distanciamento muito grande em relação ao público."
Ainda baixos, os números da visitação de parques nacionais no Brasil aumentaram desde que eles começaram a ser coordenados pelo ICMBio, em 2007: em 2006, o total de visitantes era de apenas 1,9 milhão. A meta do instituto é chegar a 8 milhões de turistas por ano até 2016. 

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Sanitário Seco faz sucesso entre os ambientalistas

Sanitário Seco faz sucesso entre os ambientalistas

30/12/2009
Andres Vera

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI113493-15228,00.html

A privada que não usa água e ainda recicla seu conteúdo virou uma bandeira contra o desperdício



O vaso sanitário como o conhecemos pode estar com os dias contados. Se depender de um grupo de ecologistas que está fazendo barulho contra as privadas atuais, no futuro nenhuma gota de água será desperdiçada e, como bônus, todos terão fertilizante grátis para o jardim. Como? Simples. Vá ao banheiro, faça o que precisa ser feito e, em vez de dar a descarga, carregue uma pá com serragem para despejar no fundo do vaso sanitário. Em condições ideais de umidade e temperatura, essa mistura vai se decompor e virar adubo dentro de um compartimento sob a própria privada. 


"O único problema contra a compostagem humana é o preconceito", diz o escritor e marceneiro americano Joseph Jenkins, de 57 anos, principal porta-voz do "sanitário seco", também conhecido como "sanitário de compostagem" (o nome técnico da decomposição de matéria orgânica para a produção de adubo). Jenkins ficou conhecido como Mr. Humanure (trocadilho com human, "humano", e manure, "excremento"). 



O grande trunfo do sistema é evitar a contaminação da água. É com essa bandeira ambiental que Jenkins vende a ideia do cocô reciclado. Seu livro Humanure handbook: a guide to composting human manure (algo como Manual para compostar excremento humano) faz sucesso entre ambientalistas. 



Depois do livro, algumas iniciativas surgiram nos Estados Unidos para colocar a ideia em prática. Em julho, a ONG Rizhome Collective ganhou uma licença para construir o primeiro banheiro ecológico "oficial" do Texas. Parte da população achou a ideia nojenta. Mas um argumento derrubou a resistência: o sanitário seco economizaria energia gasta no tratamento de água e esgoto. A prefeitura cedeu. Na Califórnia, a empresa McPoop (em inglês, poop é cocô) fez um acordo para montar banheiros secos em eventos públicos. Para convencer a vigilância sanitária, usaram o argumento de que um banheiro químico é a versão moderna da fossa medi


>SAIBA MAIS

E qual é o cheiro do sanitário seco? Supostamente, nenhum. Quando o sistema funciona corretamente, uma reação química entre o nitrogênio das fezes e o carbono da serragem cria uma mistura estável e inodora. Para convencer as pessoas a aderir ao W.C. seco, ativistas fizeram em Chicago, nos EUA, uma experiência. Propuseram o uso do banheiro seco a 35 vizinhos: 22 deles aceitaram. O resultado foi uma "doação" de mais de 7 mil litros de excremento. No Brasil, já existe uma iniciativa: em Pirenópolis, Goiás, o Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado criou um projeto de nome sugestivo: Húmus Sapiens. São banheiros secos, de alvenaria, que custam metade do valor de um banheiro tradicional. 



Nenhuma dessas ideias, no entanto, prenuncia a abolição da descarga. "A maioria das leis sanitárias diz que você deve se livrar dos dejetos humanos", diz Jenkins. "Isso impede projetos em larga escala." Outro entrave é a necessidade, no caso dos sanitários secos compactos, de um compartimento externo para a compostagem propriamente dita. Num apartamento pequeno, a reciclagem de fezes é inviável. Ao menos para quem não quer encrenca com a vigilância sanitária. 



A ideia do sanitário seco é antiga. Em 1869, impressionado com o perigo de contaminação das fossas abertas, o padre inglês Henry Moule criou um sanitário seco parecido com os atuais. Com a invenção da válvula de descarga, no início do século XX, o sanitário seco caiu em desuso. Mas os discípulos de Moule ainda existem. Joseph Jenkins é um deles. Além de escrever, ele vende seus próprios sanitários compactos. Com aparência de um cubo de madeira, custam R$ 350. O assento acolchoado é opcional.

domingo, 31 de março de 2013

Incêndio já destruiu 1.400 hectares em reserva ecológica no RS


28/03/2013 - 22h40

Incêndio já destruiu 1.400 hectares em reserva ecológica no RS

DE SÃO PAULO

http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/1254250-incendio-ja-destruiu-1400-hectares-de-floresta-em-reserva-no-rs.shtml


Um incêndio na Estação Ecológica do Taim, no sul do Rio Grande do Sul, destruiu ao menos 1.400 hectares da reserva -área equivalente a 1.400 campos de futebol.
O fogo foi detectado na terça-feira e até a noite de desta quinta não havia sido controlado.
Lauro Alves - 27.mar.2013/Agência RBS/Folhapress
Incêndio consome vegetação na Estação Ecológica do Taim, no sul do Rio Grande do Sul, e já destruiu ao menos 1.400 hectares
Incêndio consome vegetação na Estação Ecológica do Taim, no sul do Rio Grande do Sul, e já destruiu ao menos 1.400 hectares da reserva
Segundo o Corpo de Bombeiros de Rio Grande, a área do incêndio é de difícil acesso e o combate só poderia ser feito por aviões.
Os trabalhos eram coordenados pelo ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação de Biodiversidade), responsável pela reserva de cerca de 34 mil hectares.
O ICMBio aguardava a chegada de aviões da Bahia -com capacidade para até 3.000 litros de água- para o combate em áreas de fogo mais intenso, o que só deve ocorrer hoje.
Ontem, o trabalho foi feito com cerca de 80 brigadistas e dois aviões agrícolas, com menor capacidade de armazenamento de água (600 litros).

A hipótese é que um raio tenha originado o fogo, iniciado em área remota e de escassa presença humana.
Criada em 1986, a estação ecológica ocupa uma área entre as cidades de Rio Grande e Santa Vitória do Palmar.
Formada por dunas litorâneas, lagoas e campos, é berçário de aves migratórias e tem alto valor ecológico para pesquisas e experimentos. Entre os animais encontrados no local estão capivaras, jacarés e tartarugas.

O primeiro sanitário seco foi patenteado em 1860 por Henry Moule



File:Henry Moule's earth closet, improved version c1875.JPG
Henry Moule's earth closet, improved version c1875
 "by User Musphot on Wikimedia Commons"
http://en.wikipedia.org/wiki/Henry_Moule



An Actual Earth Commode in Mint Condition
http://www.jldr.com/ohcloset.html
Moule's Patent Earth Commode" Pat. 1869
Photo from Mark Henderson (Used by permission)
Directions for using the Earth Commode
Directions for using the Earth Commode/Closet
Photo from Mark Henderson (Used by permission)
A somewhat blurred view of the same Earth Commode Directions retouched image
A somewhat blurred view of the same Earth Commode Directions
(The photo on the right was sent to me by R. Lent who fixed up the image and says
"In recognition of your interesting work and research.")

Photo from Mark Henderson (Used by permission)
  Once in a while someone sends me some unbelievable photo's showing something so significant it demands attention. Moule's Earth Commode is featured on my faq's page. I did not have any pictures of one; only drawings in a book. Here is what Mark found.
  I just bought a home circa 1842 in CT and found this "earth closet" in the attic. It is an oak "Moule's Patent Earth Commode" Pat. 1869. It still has the directions and I thought you might enjoy reading them. Thanks for the history lesson....I just don't know what to do with the "closet". The commode is in pristine condition.
  
Here are what the directions shown above say:

Things to be observed:

  1. The Earth must be dry and sifted.
  2. Sand must not be used.
  3. Rise from the seat QUICKLY!
  4. No "slops" must be thrown down.
  5. Before using, let one fall of earth be in the pail.
  6. To find out more information on the Earth Closet, click HERE.


Rev Henry Moule and the Earth Closet
The Earth Closet; What is it?

http://www.jldr.com/henrymoule.htm


   I received an EMail from Wayne Collins (waynec@voyager.co.nz) asking me the following:

"I am trying to find out what Reverend Henry Moule invented. I have found something about an earth closet. Can you elaborate on that? I would be very grateful for an answer. -- Wayne Collins".
   I did not know the answer but Wayne continued to research the subject and finally found out what it was. The answer is quite interesting and was found through On-line: SCIENCE AND TECHNOLOGY by the Systems Administrator whose name is Adam Hart-Davis. Send mail to Adam here. Here is the explanation of what an earth closet is...

  If you want to see an actual Earth Closet, go HERE.
  An earth-closet is a lavatory in which dry earth is used to cover excreta. Until a hundred years ago, the traditional ``place of easement'' for people living in the country was either a privy with a cess-pit, or an earth-closet. The definitive book on the privy is Chic Sale's "The Specialist."
  In Britain, Queen Victoria used an earth-closet at Windsor Castle, although many types of water-closet were available. For many years, the earth- and water-closets were rival systems with champions and detractors on both sides.
  Henry Moule, champion of the earth-closet, was born in Melksham, Wiltshire[24], on 27 January 1801, the sixth son of a solicitor. He went to Cambridge, and in 1829 became vicar of Fordington in Dorset, where he remained for the rest of his life.
  (Also born 1801[25]: Robert Dale Owen, American social reformer and politician; Sir Joseph Paxton, English architect who designed Crystal Palace; Fredrika Bremer, writer, reformer and champion of women's rights; Vincenzo Bellini, Italian operatic composer who influenced the likes of Wagner and Chopin; Brigham Young, second president of the Mormon church.)
  For some years he was chaplain to the troops in Dorchester Barracks, and from the royalties of his 1845 book ``Barrack Sermons'' he built a church at West Fordington.
  In 1861 he produced a 20-page pamphlet entitled National health and wealth, instead of the disease, nuisance, expense, and waste, caused by cess-pools and water-drainage. ``The cess-pool and privy vault are simply an unnatural abomination,'' he thundered, "the water-closet ... has only increased those evils." And he went on to describe his own amazing discovery.
  In the summer of 1859 (I think) he decided his cess-pool was intolerable, and a nuisance to his neighbour; so he filled it in, and instructed all his family to use buckets. At first he buried the sewage in trenches in the yard, one foot deep, but he discovered by accident that in three or four weeks "not a trace of this matter could be discovered." So he put up a shed, sifted the dry earth beneath it, and mixed the contents of the bucket with this dry earth every morning. "The whole operation does not take a boy more than a quarter of an hour. And within ten minutes after its completion neither the eye nor nose can perceive anything offensive."
  Then he discovered that he could recycle the earth, and use the same batch several times, and he began to grow lyrical. "Water is only a vehicle for removing it out of sight and off the premises. It neither absorbs nor effectively deodorises.... The great ... agent ... is dried surface earth, both for absorption and for deodorising offensive matters." And, he said, he no longer threw away valuable manure, but obtained a "luxuriant growth of vegetables in my garden."
  He backed up this last point with a scientific experiment, persuading a farmer to fertilise one half of a field with earth used five times in his closet, and another with an equal weight of superphosphate. Swedes were planted in both halves, and those nurtured with earth manure grew one third bigger than those given only superphosphate.
  Moule quoted a biblical precedent for his efforts, from a set of instructions about cleanliness: "And thou shalt have a paddle upon thy weapon; and it shall be, when thou wilt ease thyself abroad, thou shalt dig therewith, and shalt turn back and cover that which cometh from thee." (Deut. 23:13) The New English Bible is even clearer: "With your equipment you will have a trowel, and when you squat outside, you shall scrape a hole with it and then turn and cover your excrement."
  According to Moule, doctors said that if his scheme could be generally adopted, "much more would be effected by it for the prevention and check of disease and sickness, and for the improvement of health, than Jenner has effected by the discovery of vaccination."
  About 1850, some people in England brought the earth-closet inside the house, and various patent mechanisms appeared, the first by Thomas Swinburne in 1838 (No 7810). In 1860 Henry Moule produced a sort of commode with a bucket below seat, and a hopper behind it containing fine dry earth or ashes. When you had finished you pulled a lever to release a measured amount of earth into the bucket and cover the contents.
  In partnership with James Bannehr, agent, Moule took out a patent in 1860 (No 1316)---and others in 1869 and 1873. He set up the Moule Patent Earth-Closet Company (Limited), which manufactured and sold an earth-closet for every occasion, the expensive models in mahogany and oak. "They are made to act either by a handle ... or self-acting, on rising from the seat. The Earth Reservoir is calculated to hold enough for about 25 times, and where earth is scarce, or the manure required of extraordinary strength, the product may be dried as many as seven times and without losing any of its deodorising properties."
  The closet was often inside a shed or privy, which provided some privacy and protection from inclement weather. Parker's Patent "Woodstock" Earth Closet had similar automatic mechanisms triggered either by the release of pressure on the seat---so that it `flushed' when you stood up---or by pressing a foot lever.
  W Liddiard invented another "Patent Self-acting Foot-board" to discharge the earth. He also patented a commode "particularly adapted for use in-doors," and a multi-seater earth-closet for use in schools. Any number of units could be bolted together, side by side, and the earth-releasing mechanism operated from a distance, so that children could be prevented from playing with the device and wasting the earth!
  An 1873 dry-ash commode could be filled straight from the fire-gate. The cinders were automatically separated and kept for reburning, while the fine ash covered the contents of the bucket every time the lid was raised. A later version had a removable drawer instead of a bucket, rather like some chemical lavatories today.
  In the 1960s, my father had an earth closet in a tiny shed outside his remote holiday cottage in Yorkshire. He issued strict instructions not to pee in it, since urine would make it smell; "Go out on the hillside," he said. However, Moule claimed that the dry-earth principle is applicable to urinals, and "especially suitable for schools and railway stations and other public places ... all offensive smell may be prevented, and a valuable manure manufactured."
  I had thought the earth-closet was a bit of a joke, but Moule was convinced that it represented the future. He worked out the implications; if used by six persons daily the earth-closet would require on average one hundredweight (50 kg) of earth per week, which he recommended should be dried in an iron drawer under the kitchen range. A town of 10,000 would need 16-18 tons of earth per day---but only borrowed!
  He wrote a string of tracts and pamphlets, including "The advantages of the dry earth system" (1860), "The impossibility overcome: or the inoffensive, safe, and economical disposal of the refuse of towns and villages" (1870), "The science of manure as the food of plants," and "Manure for the million---a letter to the cottage gardeners of England." He also tried hard to get government support, with an 1872 paper on Town refuse---the remedy for local taxation. The substance of his argument was:
"There can never be a National Sanitation Reform without active intervention by central government.
That active intervention can never take place under the Water Sewerage System, without a large increase of local taxation.
But let the Dry-Earth System be enforced... and with a vast improvement in health and comfort, local taxation may be entirely relieved."
  He managed to convince a lot of people. The medical journal The Lancet of 1 August 1868 reported that 148 of his dry-earth closets were used at the Volunteer encampment at Wimbledon---forty or fifty of them used daily by not less than 2000 men---without the slightest annoyance to sight or smell.
  The Field of 21 November 1868 said "In towns or villages not exceeding 2000 or 3000, we believe the earth-closet will be found not only more effective, but far more economical, than water drainage."
  This combination of economy and health was powerful. In 1865 the Dorset County School at Dorchester, with 83 boys, changed from water-closets to earth-closets, and cut the annual maintenance costs from GBP3 to 10/- (GBP0.5)! At the same time smells and diarrhea were eliminated. Lancaster Grammar School brought in earth-closets because the water-closets were always out of order "by reason of marbles, Latin grammar covers, and other properties being thrown down them."
  For some decades in the second half of the nineteenth century, therefore, the earth-closet and the water-closet were in hot competition. Almost everything Moule said was true, and much the same arguments are used today by the champions of bio-loos and composting lavatories. The environmental considerations have not changed; using water-closets is expensive, and merely shifts the problem downstream---the sewage has to decompose somewhere.
  Henry Moule died in 1880, but even in his seventies he was still trying to persuade the British government that the earth-closet was the system of the future, and he nearly succeeded. Nevertheless in rich countries, because it does rapidly and effortlessly remove the sewage from the house, the water-closet has won the battle---so far...


Earth closets

Moule's patent earth closets, dry closets 

Large bucket under wooden seat with hole, metal hopper above and behindBorn in 1801 and a hero, in a small way, of the 21st century green eco-movement, the Rev. Henry Moule patented an earth closet toilet system in 1860. His motives were to save his poor Victorian parishioners from cholera by devising a sanitary but simple set-up, suitable for homes where indoor piped water was an impossible dream. Today his design, now re-named a composting toilet, could save us from water shortages and expensive plumbing, while enriching our vegetable gardens. The big drawback is that someone has to haul earth around: first filling up the hopper which releases a dollop of earth or ash at the right time, and then emptying the bucket into a potato trench.
Moule has few rivals for the title of inventor of the earth closet. While some people think that Thomas Jefferson's privy system at Monticelloused ashes or earth, this seems difficult to prove. Moule's closet is usually described as the first of its kind, although David J. Everleigh'sStory of Domestic Sanitation says that he was "not the first to patent a dry closet" and his success came from his "energy and business acumen".
Apart from the new patent inventions, there were crude forerunners available to gentlemen in upper-class English houses. Constance Peelmentions this, though she was too discreet to go into much detail:
The modern earth-closet was not known until 1860, when the Rev. Henry Moule took out a patent, but in the [earlier 19th century] a rough sort of earth-closet was used and occasionally such might be found in a small room, or even in a large unventilated cupboard adjacent to the dining-room, billiard-room, gun-room or, as it was called, the hunting parlour. Here too were kept the articles which gentlemen who drank deep and long might be expected to require.Mrs CS Peel, Home and Habits, in GM Young's Early Victorian England, 1934
This website usually likes to know how things seemed from the viewpoint of someone with real experience of daily housekeeping. Catherine Beecher, who went into a long, enthusiastic discussion of earth closets in her American Woman's Home (1869), only hinted at the advantages for those doing the household chores, saying it "relieves the most disagreeable item in domestic labor". Presumably all the housewives or servants who had ever had to empty a chamber pot in an outside privy would agree with her, even if they had to carry buckets of earth out to the garden instead. Of course, many earth closets were built in an outside hut in the first place:
One winding path led to the earth closet in its bower of nut-trees half-way down the garden...Flora Thompson describing the 1890s in Candleford Green , 1945
Footnote
From the words on the hopper - MOULE'S EARTH SYSTEM J. W. GIRDLESTONE'S PATENT - the design in the photo seems to be from the mid-1860s or later, after JW Girdlestone became engineer to Moule's Earth Closet Company in London.

 15 August 2007

sábado, 30 de março de 2013

Mistura de urina humana e cinza serve como fertilizante


  atualizado às 09h29

Mistura de urina humana e cinza serve como fertilizante


Mistura de urina humana e cinza serve como fertilizante natural


A pesquisa demonstra que uma mistura entre urina humana e cinzas pode ajudar a produzir safras recorde de tomates Foto: National Geographic

A pesquisa demonstra que uma mistura entre urina humana e cinzas pode ajudar a produzir safras recorde de tomates
Foto: National Geographic
Os jardineiros que desejem cultivar com sucesso as suas plantas talvez tenham mais chance de se sair bem caso recorram à ajuda de suas lareiras e vasos sanitários. Uma nova pesquisa demonstra que uma mistura entre urina humana e cinzas geradas pela queima de madeira pode ajudar a produzir safras recorde de tomates.
De muitas maneiras, as duas substâncias servem como complemento natural uma à outra, explicou o diretor científico do estudo, Surenda Pradhan, cientista ambiental na Universidade de Kupio, na Finlândia (que também pesquisa baterias que geram energia alimentadas por urina).
A urina tem alto teor de nitrogênio, enquanto a cinza gerada pela queima de madeira tem elevado teor de nutrientes que não são encontrados na urina, a exemplo de cálcio e magnésio. A urina humana e a cinza vêm sendo usadas separadamente como fertilizantes já há séculos. Mas até agora ninguém havia estudo a possibilidade de aplicar uma combinação entre elas à tarefa.
Produtividade por meio da urina
Os cientistas fertilizaram diversos pés de tomate cultivados em estufa ¿alguns deles com uma mistura de urina humana e cinzas de bétulas, um segundo grupo com um fertilizante mineral comercial e o último com apenas urina, bem como cultivaram um grupo de tomateiros sem fertilizantes para servir como controle.

As plantas fertilizadas com a mistura de urina e cinzas de madeira geraram quase quatro vezes mais tomates que plantas não fertilizadas. O resultado comparativo é favorável com relação às plantas que foram tratadas com fertilizante comercial, as quais apresentaram rendimento cerca de cinco vezes superior ao das plantas não fertilizadas. Para surpresa da equipe, as plantas que foram fertilizadas apenas com urina se saíram melhor do que aquelas que utilizaram a mistura de cinzas e urina.
Mas os pés de tomate fertilizados com cinzas e urina geraram plantas maiores que os demais grupos, e os tomates que elas produziram apresentavam níveis significativamente mais elevados do nutriente magnésio, que é essencial para a saúde dos ossos, músculos e coração, entre outras funções bioquímicas.
Um grupo de 20 provadores de gosto testou os tomates cultivados com o uso de todos esses métodos, e não encontrou diferenças de sabor entre os diversos grupos.
Processo simples
A melhor parte desse tipo de fertilização é que "se trata de um processo muito simples", disse Pradhan. A urina pode ser recolhida por meio de vasos sanitários ecológicos, que desviam urina para receptáculos apropriados. Ou os horticultores podem simplesmente recolhê-la usando latas.

Os pesquisadores estimam que uma única pessoa poderia fornecer urina suficiente para fertilizar cerca de 6,3 mil pés de tomate ao ano, o que produziria cerca de 2,4 toneladas de tomates. O horticultor só precisava se lembrar de aplicar a cinza três ou mais dias depois da aplicação da urina. Pradhan e seus colegas estão agora tentando implementar o novo método no Nepal, o país de origem do pesquisador.
Preocupações hormonais
Um potencial revés para o método poderia ser o fato de que os produtos farmacêuticos e hormônios excretados na urina humana ¿por exemplo, resíduos de pílulas de controle da natalidade- poderiam ter efeitos adversos sobre as safras, diz Pradhan. Produtos como esse poderiam, entre outras coisas, promover a resistência a antibióticos entre bactérias locais, ou ser absorvidos pelas plantas.

"No entanto, em escala pequena e em uma única família, o resíduo de produtos farmacêuticos presente na urina é muito baixo, e isso pode ser aceitável", afirmou Pradhan. Ele também argumentou que os resíduos de hormônios e de produtos farmacêuticos estão presentes em fertilizantes que utilizam esterco animal há anos, e que estudos anteriores não consideraram que eles pudessem constituir risco para a horticultura.
As constatações do estudo foram publicadas na edição de agosto da revista Journal of Agricultural and Food Chemistry.
Tradução: Paulo Migliacci ME

Parque Dom Bosco será recuperado

4 DE MARÇO DE 2013 - 9H54 

Parque Dom Bosco será recuperado

http://www.vermelho.org.br/am/noticia.php?id_secao=64&id_noticia=207332


O governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, acompanhado pela primeira-dama, Ilza Queiroz, anunciou neste sábado investimento de R$ 3 milhões em obras de recuperação na infraestrutura do Parque Ecológico Dom Bosco. O local foi contemplado pelo programa Brasília, Cidade Parque e receberá revitalização completa.



O projeto, uma iniciativa do Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) e do Instituto Brasília Ambiental (Ibram) – prevê a reforma da Capela e da Ermida, a construção de estacionamentos e de uma nova sede administrativa com salão destinado a eventos, além da instalação de bancos, ciclovias, mesas esanitários.

"A revitalização dos parques do Distrito Federal é um compromisso com a população. Vamos ampliar e melhorar as condições desses espaços para receber ainda mais visitantes e turistas. Estamos investindo para garantir mais saúde e bem-estar a quem utiliza os parques e bosques da cidade", ressaltou o governador.

Um dos destaques das novas instalações do Parque Ecológico Dom Bosco será um moderno e sustentável sistema de transporte elétrico, destinado a visitas contemplativas no interior do parque."Passear aqui é muito legal e tranquilo. Temos a floresta para brincar, mas se tiver outras coisas que façam a gente ficar por mais tempo vai ser ótimo", destacou a estudante do 6º ano, do colégio Perpétuo Socorro, Lara Borges, 11 anos.

Brasília, Cidade Parque 

Inspirado nos ideais de Lucio Costa, o programa prevê a construção e a revitalização dos 72 parques e das 22 unidades de conservação do DF de forma sustentável. Os recursos, em sua maioria, são provenientes do pagamento das compensações ambientais e florestais pelos empreendedores. O Governo do Distrito Federal entra com serviço de limpeza e manutenção. Com o projeto, a intenção é oferecer mais qualidade de vida e saúde às comunidades vizinhas, que passarão a ocupar o espaço para atividades físicas, lúdicas e pedagógicas.

"Essas revitalizações representam também um investimento na saúde dos brasilienses. Antes não se fazia dessa forma, pois não havia projetos sustentáveis. Após as restaurações, Brasília se tornará um grande parque dentro do cenário urbano, o que contribuirá para aumentar o convívio social", avaliou o secretário de Meio Ambiente, Eduardo Brandão.

Compensações ambientais
No Distrito Federal, o Instituto Brasília Ambiental (Ibram) é o órgão competente para conceder licença ambiental. As empresas que geram algum tipo de impacto ambiental em suas obras devem financiar os benefícios em unidades de conservação. No caso do Parque Ecológico Dom Bosco, os investimentos vêm das compensações pagas pelo consórcio Inframérica, que assumiu a gestão do Aeroporto Internacional de Brasília.

No ano passado, os parques da Asa Sul, Ezechias Heringer (Guará), Águas Claras, Saburo Onoyama (Taguatinga), Jardim Botânico, do Cortado, Jequitibás (Sobradinho), Olhos D'Água (Asa Norte), entre outros, receberam obras do programa. Para este semestre, além do Parque Ecológico Dom Bosco, estão previstas reformas nos parques da Estrutural, do Bosque (Sudoeste), Três Meninas (Samambaia), Sucupiras (Planaltina) e Águas Claras.

Bosque Rio +20 

Na ocasião, o governador inaugurou o Bosque Rio +20, localizado no Parque Ecológico Dom Bosco. Lá são cultivadas espécies nativas do cerrado, plantadas virtualmente por participantes da Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, no ano passado, na cidade do Rio de Janeiro. Isso foi possível por meio de totens interativos instalados no evento. Até agora, o espaço recebeu cerca de mil mudas, cada uma identificada com o nome da espécie e de quem a indicou.

O governador Agnelo Queiroz e a primeira-dama receberam os certificados de plantio virtual das suas mudas. Ele escolheu um angico-vermelho, e ela, um ipê-amarelo. "Os certificados estão sendo enviados por e-mail. O cultivo virtual continua. Temos três totens, que são instalados em eventos e em diferentes lugares da cidade. Até agora, já foram plantadas, virtualmente, cerca de 6 mil mudas", contou o presidente do Ibram, Nilton Reis Júnior.

O Parque Ecológico Dom Bosco está localizado às margens do Lago Paranoá, no Lago Sul. Em uma área de 131 hectares, com fauna e flora típicas do cerrado, oferece trilha de cerca de 2km, com certo grau de dificuldade, pelo relevo acidentado. Possui, ainda, local próprio para banho no lago. Do local, tem-se uma vista panorâmica da área central de Brasília e do Palácio da Alvorada.

NATUREZA PEDAGÓGICA


NATUREZA PEDAGÓGICA
Capacitação na área socioambiental com o objetivo de fortalecer o embasamento teórico prático para a proposição de ações nas escolas e comunidades.


O tema será - Educar para a Paz: a construção de uma cultura de paz nos ambientes educacionais
Mini-curso teórico vivencial que traz a construção de um ambiente educacional, a partir da integração das disciplinas e dos saberes, pautado nos valores da cooperação, do diálogo e da não-violência. Com Ana Paula Navarro. 

Datas: 06 e 20/04 (sábados)
Horário: Das 10h às 17h
Inscrições gratuitas no link: http://www.sescsp.org.br/sesc/formularios/preInscricao.cfm
Informações na Central de Atendimento: 2523-9326 / 9309.

Importante: As aulas serão sequenciais, porém não há obrigatoriedade de participação nos dois dias para emissão de certificado.
Haverá a emissão de certificado com carga horária de 06 horas para a participação em 1 dia e 12 horas para a participação nas duas aulas.
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Nadya Librelon
assessoria de imprensa - comunicação
Tel.: (11) 2523-9267
Unidade Itaquera 
Av. Fernando do Espírito Santo Alves de Mattos, 1000. Itaquera. São Paulo. SP. cep: 08265-045

sexta-feira, 29 de março de 2013

Guia CBIC de Boas Práticas em Sustentabilidade na Indústria da Construção

Reciclagem aliada


Reciclagem aliada


Reaproveitamento dos resíduos gerados em canteiro diminui o volume de entulho e ainda ajuda a reduzir custos. Projeto estrutural também contribui para reduzir descarte de madeira


Reportagem: Juliana Martins

http://www.equipedeobra.com.br/construcao-reforma/57/reciclagem-aliada-reaproveitamento-dos-residuos-gerados-em-canteiro-diminui-278275-1.asp


Entre abril e dezembro de 2012, 70% dos resíduos gerados em um dos canteiros da WTorre foram reciclados, percentual que chegou a 75% em dezembro de 2012 e que, estima Demetrius de Feo, gerente de projetos, atingirá 95% até março. Ele conta que a empresa promove a reciclagem de madeira, sucata de ferro, entulho limpo e plástico.
Uma das ações foi não descartar o resíduo, mas utilizá-lo como bica corrida ou para estabilização do solo. De Feo conta que cerca de 60% do entulho limpo é aproveitado. "Britamos no canteiro e usamos em aterros de sapata ou rampa ou mandamos para reciclagem", conta. A esse material, são incorporados também os corpos de prova de concreto já rompidos.
Foto: Marcelo Scandaroli
Os resíduos de agregados - incluindo os corpos de prova já rompidos - são processados no próprio canteiro e reaproveitados em aterros de sapatas ou em acessos temporários
Destino da sucataA sucata gerada é pesada e vendida. O valor obtido retorna em dinheiro para a obra. No caso da madeira e do plástico, uma empresa é contratada para dar o destino adequado. Já o papelão, o PVC e o papel são doados para uma instituição de caridade, que os vende para reciclagem.
Foto: Marcelo Scandaroli
Ponto principal da redução de custos com resíduos está na separação para destinação adequada de cada material, seja por meio de doação, venda ou descarte
Foto: Marcelo Scandaroli
Decisão do projetista de usar cubetas para concretagem das lajes diminuiu o descarte de madeira que seria utilizada para as fôrmas
De Feo afirma que, para que todos esses processos sejam viabilizados, é preciso contar com equipe bem preparada. "A todo pessoal que entra na obra, quando passa pela integração, explicamos o que é sustentabilidade e o que pode e o que não pode ser feito, como a importância de segregar resíduos", diz.
Ações adicionais O uso de cubetas na concretagem das lajes, embora tenha origem no projeto estrutural, é fundamental para a redução da quantidade de resíduos gerados na obra. Isso implica redução de custos. "Quando usamos fôrmas tradicionais, de madeira, reutilizamos determinada quantidade de vezes. Depois disso, é inutilizada, gerando um volume muito grande de resíduo. Com a cubeta, não. Apesar de ainda utilizarmos o assoalho de madeira, o volume de material descartado diminui consideravelmente", compara De Feo.
As cubetas são de plástico e só são descartadas quando quebram, tendo vida útil indefinida. A madeira só é usada, explica ele, em algumas vigas e na junção da parede-diafragma com as lajes. "Gastamos menos com mão de obra, pois o processo é mais rápido e dispensa o trabalho do carpinteiro, já que ela é encaixada. Ganho na mão de obra, no resíduo e na velocidade", pontua.
Apoio técnico: Demetrius de Feo, gerente de projetos da WTorre Engenharia, e Eduardo Straub, do Centro de Tecnologia de Edificações (CTE).

Coincidência?



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Projeto Arco Tietê tem 45 empresas habilitadas

Cadastrados estão convocados para a reunião de início aos trabalhos no dia 2 de abril. Estudos enviados à Prefeitura também demonstraram a viabilidade financeira do projeto

O Diário Oficial da cidade de São Paulo divulgou nesta terça-feira (26) as 45 empresas que foram habil ouitadas para o desenvolvimento dos projetos e estudos para a construção do Arco do Tietê (veja abaixo a lista). Foram convocados arquitetos e urbanistas que elaboraram estudos de transformação urbana para a região, que engloba a Marginal Tietê e suas margens, ao norte e ao sul, da região de Pirituba à região do Tatuapé. Os estudos enviados à Prefeitura também demonstraram a viabilidade financeira do projeto.
Nesta primeira fase, 45 empresas apresentarão propostas. Elas foram habilitadas pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano (SMDU) e terão 60 dias para realizar os estudos e determinar conceitos e diretrizes.

Para iniciar os diálogos, os indicados deverão se reunir com uma comissão da Secretaria de Desenvolvimento Urbano para detalhar e aprofundar as diretrizes econômicas, ambiental, mobilidade e acessibilidade habitacional. O evento acontecerá dia 2 de abril, às 9 horas na Biblioteca Mário de Andrade (rua da Consolação, 94).
O Arco do Tietê é um dos principais projetos da gestão do prefeito Fernando Haddad. Trata-se da construção um novo eixo de desenvolvimento urbano para São Paulo, diminuindo o número de deslocamentos em direção às regiões centrais e distribuindo empregos e equipamentos públicos para novos polos nas periferias da cidade.
Os projetos apresentados para o Arco Tietê levaram em conta iniciativas já previstas para a região, como a implantação do Trem de Alta Velocidade (TAV) do Governo Federal e a expansão da rede metroviária do município, além do enterramento de linhas já existentes. O trecho ferroviário que liga a Lapa ao Brás, por exemplo, deve se transformar na Avenida Diagonal Sul, enquanto a Avenida Diagonal Norte será construída onde hoje existe um “linhão” da Eletropaulo na Zona Norte da cidade.

Empresas habilitadas
1. CR Almeida S/A Obras de Engenharia
2. Planos Engenharia
3. José Paulo N. Gouvêa Arquitetos
4. Cândido Malta Campos Filho
5. José Roberto Mendrano
6. Construcap – CCPS Engenharia e Comércio
7. Softwise Politécnica Comércio e Serviços Ltda.
8. Joã o Rafael Morette Macedo
9. Tecton Planejamento e Consultoria
10. Axal Consultoria e Projetos Ltda.
11. Grupo de empresas composto por Construtora Odebrecht S/A e Construtora OAS
12. Associação dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos do Município de São Paulo 
13. Thiago Freitas Gomes de Andrade Medeiros
14. Grupo de empresas composto por UTC Participações e Constran S/A
15. Triptyque Projetos Ltda.
16. Consórcio Carioca/Blac
17. Construções e Comércio Camargo Corrêa
18. Geométrica Engenharia e Projetos Ltda.
19. Construtora Andrade Gutierrez
20. Grupo de profissionais representados por Léa Geper Struchiner
21. Barbosa & Corbucci Arquitetos Associados
22. AECOM do Brasil Ltda.
23. Fundação Centro de Tecnologia de Hidráulica
24. Terra e Tuma Arquitetura e Urbanismo Ltda. EPP
25. Consórcio TC URBES/IB C
26. Magalhães e Associados Arquitetura e Planejamento S/C Ltda
27. Grupo de empresas composto por Ruy Ohtake Arquitetura e Urbanismo Ltda. e Enger Engenharia S/A
28. IDOM Consultoria Ltda.
29. URBEM – Instituto de Urbanismo e Estudos pela Metrópole –
30. Gabinete de Projeção Arquitetônica Ltda.
31. Miguel Saraiva + PMA
32. Ambiente Arquitetura Ltda.
33. DNA – Drenagem, Navegação & Locação Ltda.
34. Construtora Queiroz Galvão
35. Argeplan Arquitetura e Engenharia Ltda.
36. Consórcio Pedro Taddei e Tito Lívio.
37. IXR Consultoria e Participações Ltda.
38. Associação Escola da Cidade – Faculdade de Arquitetura e Urbanismo
39. Geasanevita Engenharia Ltda.
40. Diagonal Empreendimentos e Gerenciadora de Negócios Ltda.
41. Grupo Remova SP – representado por Marilena Áquila
42. Loureiro e Associados Arquitetura Ltda.
43. Grupo de profissionais representados por Filipe Barcelos de Faria
44. Grupo de empresas composto por Arcadis Logos Ltda, RTKL Brasil Design Ltda., Patrícia Akinaga Arquitetura e Desenho Urbanos S/C Ltda., Mia Lehrer + Associates e Price Waterhouse Coopers Serviços Profissionais Ltda.
45. IURB Arquitetos Associados