quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Hotel construído com contêineres deve fazer tour pela Europa


Hotel construído com contêineres deve fazer tour pela Europa
28 de Janeiro de 2013 • Atualizado às 14h30




Os contêineres podem ser instalados em um parque, na plateia de um show ou até mesmo em ruas movimentadas. | Foto: Divulgação




Sleeping Around é um hotel itinerante instalado em contêineres usados, que deverá passar por vários pontos da Europa. Além dos alojamentos, a estrutura também abriga um restaurante, uma sala de convivência e uma sauna, construídos com materiais sustentáveis.
Para executar o projeto, foram utilizados seis contêineres que estavam abandonados em um porto da Bélgica. De acordo com os criadores do projeto, muitas caixas metálicas gigantes são produzidas e utilizadas para o transporte de cargas em navios, mas, no final, são descartadas em portos por todas as partes do mundo.
Segundo a equipe responsável pela construção, oSleeping Around foi criado para oferecer uma experiência de conforto e aventura aos hóspedes. Quatro contêineres abrigam os quartos, elaborados com materiais sustentáveis.
O objetivo dos criadores é levar o hotel para vários lugares na Europa. Como ocupam pouco espaço e levam pouco tempo para serem montados, os contêineres podem ser instalados em um parque, na plateia de um show ou até mesmo em ruas movimentadas.
No site do Sleeping Around, um GPS informa a localização do hotel, que já levou hóspedes para perto de um museu. Não só ficou mais fácil visitar a exposição, mas os hóspedes também puderam desfrutar da visão de um rio e assistir aos shows que aconteciam em um palco, montado nas imediações do hotel.
A construção de acomodações em contêineres é uma tendência da arquitetura sustentável, uma vez que as caixas metálicas utilizadas para transportar mercadorias são reutilizadas e se adaptam facilmente aos mais diferentes lugares. Com informações do Gizmag.
Redação CicloVivo






















terça-feira, 29 de janeiro de 2013

E o custo do tratamento da saúde?

29/01/2013 - 04h00

Haddad estuda reembolsar taxa da inspeção veicular em SP

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1222056-haddad-estuda-reembolsar-taxa-da-inspecao-veicular.shtml

EVANDRO SPINELLI DE SÃO PAULO

A Prefeitura de São Paulo estuda devolver a taxa da inspeção veicular paga pelos motoristas em vez de simplesmente extingui-la, como o prefeito Fernando Haddad (PT) prometeu em campanha.
O argumento é que contrato com a Controlar impede que o Tesouro municipal remunere os serviços.
Em outras palavras, pelo contrato é proibido sair dinheiro direto dos cofres municipais para a empresa.
A saída jurídica para a questão é devolver o dinheiro de quem for aprovado na inspeção.
Dessa forma, a prefeitura estaria subsidiando o proprietário do veículo, não a empresa.
O prefeito Haddad ainda não bateu o martelo.
A decisão final deve sair nesta semana, pouco antes do envio do projeto de lei sobre o assunto para a Câmara.

Editoria de Arte/Folhapress

A tendência, no entanto, é que a devolução seja a opção adotada mesmo.
EQUILÍBRIO FINANCEIRO
A Controlar tem um contrato de concessão com a prefeitura que vale até 2018.
Por ser assim, o poder público, que deu a concessão ao setor privado, pode implementar a regrar que quiser.
Existe apenas um item, conforme a Folha apurou, que não pode ser quebrado.
O equilíbrio econômico e financeiro do contrato deve ser mantido, sob pena de a administração pública ter que ressarcir a Controlar por eventuais perdas.
EXEMPLO
Um exemplo concreto: para atender à atual demanda, a empresa precisou montar uma série de centros de inspeção e, também, contratar mão de obra para o serviço.
Na hipótese de a inspeção virar bianual, o esquema privado montado para a checagem da frota vai ficar ocioso, provavelmente pela metade.

Ou seja, a Controlar poderá cobrar a conta da prefeitura. Ou, então, pedir que o prazo do contrato seja esticado.

O poder público, por sua vez, pode recorrer à Justiça se ele achar que a conta para ele pagar ficou alta demais.

MINISTÉRIO PÚBLICO

A prefeitura também estuda "mudar o polo" na ação que o Ministério Público Estadual move contra o contrato da inspeção veicular.

Hoje, a prefeitura é ré no processo.

Haddad analisa pedir à Justiça que mude a prefeitura para coautora da mesma ação.

Assim, oficialmente, a administração passaria a concordar com os argumentos dos promotores de que o contrato não poderia ter sido firmado nos moldes que foi.

Local de reunião sustentável: Obrigatoriedade de bombeiro profissional civil nas casas noturnas!

29/01/2013 - 03h00

Casas da morte

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/janiodefreitas/1221956-casas-da-morte.shtml

Janio de Freitas, colunista e membro do Conselho Editorial da Folha, é um dos mais importantes jornalistas brasileiros. Analisa com perspicácia e ousadia as questões políticas e econômicas. Escreve na versão impressa do caderno "Poder" aos domingos, terças e quintas-feiras.

Arquitetos e engenheiros, uni-vos!

As edificações que se transformam em cenários de tragédias, por defeitos intoleráveis, repetem-se com uma indiferença que não permite esperança alguma do seu fim.
Não se fizeram por si mesmas: foram criadas. Por arquitetos, por engenheiros, por decoradores, por mestres improvisados, por gananciosos. E pelo poder público.
Não importa mais discutir a cota de cada um na perversão que cria ou agiganta as tragédias repetidas e repetidas e repetidas. A discussão não atenuaria o problema.
O poder público não é capaz nem de remediar os riscos de tragédia que estão por toda parte nas cidades. Não só nas casas noturnas e soturnas. Também nos prédios altos, em centros comerciais, no fogaréu dos restaurantes, em ginásios esportivos, lugares de diversão, por toda parte.
Não se pode crer que esse imenso mundo de riscos e imprevistos venha a ser fiscalizado pelo poder público. A falta de pessoal, o despreparo, a corrupção desmentem que o poder público seja poder fiscalizador.
Engenheiros e arquitetos, sim, podem sê-lo. Voluntários da guerra às tragédias evitáveis. Basta-lhes atentar para o que veem de irregular e de risco. Aos de maior senso humanitário ou comunitário, passear ou entrar em lugares apenas para ver como estão, nada lhes custaria. E depois comunicar às suas entidades de classe, aos setores municipais apropriados e a jornais o que precisa ser corrigido --esse seria um serviço impagável em benefício da sociedade. E da vida.
O ar inofensivo de prédios, de centros comerciais, de lugares de diversão, largados ao seu cansaço e a seus defeitos, esconde que inúmeros deles são potenciais casas da morte.
Engenheiros e arquitetos têm algo a ver com isso. Não seria demais que homenageassem as vítimas de Santa Maria tomando a sua tragédia como ponto de partida para uma missão de grandeza.

29/01/2013 - 05h00

Depoimento: Burocracia e corrupção também causam tragédias

http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1222046-depoimento-burocracia-e-corrupcao-tambem-causam-tragedias.shtml

ANDRÉ BARCINSKI
CRÍTICO DA FOLHA

Acordei no domingo fulminado pela tragédia em Santa Maria. De quem foi a culpa? O que poderia ter sido feito para ser evitado? De uma coisa, tenho certeza: o governo precisa rever o processo de liberação de alvarás. E não só para casas noturnas, mas para todo tipo de comércio.
Não conheço os meandros da burocracia em Santa Maria, mas conheço os de São Paulo. Trabalhei em casas noturnas.
A impressão que tenho é de que leis e regulamentos são propositalmente absurdos e kafkianos, para dificultar a vida de quem deseja tirar alvarás. E quando isso acontece, sabemos a consequência: corrupção e falta de fiscalização.
Não estou eximindo nenhum comerciante de suas responsabilidades. Mas desafio qualquer pessoa a entrar sozinha numa secretaria e conseguir um alvará, sem a ajuda de despachantes, advogados e "técnicos" e sem apelar, no fim, para liminares judiciais.
Se os regulamentos forem levados a ferro e fogo, nem o governo se salva. Faça um teste: procure na web notícias sobre prédios do governo sem alvará. Você terá uma surpresa.
Em momentos assim, quando o país está chocado, governantes correm o risco de tomar decisões populistas e que, no fim, não levariam a nada: fechar comércios, trancar lojas, fazer ajustes cosméticos e sem efetividade a longo prazo.
O que é preciso fazer, de verdade, é mudar o processo todo, rever a longa cadeia de burocracia e acabar com as dificuldades. Só assim, "limpando" tudo, poderíamos ter uma fiscalização eficiente.

Tragédia em Santa Maria

Rodrigo Baleia/Folhapress
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Moradores se agrupam diante da boate Kiss para uma passata pelas ruas de Santa Maria, no Rio Grande do Sul

28/01/2013 - 04h30

Tragédia em Santa Maria (RS) ocorreu após sucessão de erros

EDUARDO GERAQUE
DE SÃO PAUO
PEDRO SOARES
DO RIO
tragédia no Sul

Erros de gerenciamento da casa de shows foram a causa da tragédia de ontem, em Santa Maria, no interior gaúcho, segundo especialistas ouvidos pela Folha. De acordo com eles, a lição que fica é que é preciso cultivar uma cultura de prevenção a grandes incêndios no país.
Entenda como ocorre a morte por asfixia
Veja a lista de 231 mortos identificados em incêndio
Sobreviventes de incêndio na boate Kiss voltam a hospitais
O incêndio deixou ao menos 231 mortos (a maioria por asfixia) e 106 hospitalizados. A boate Kiss era uma das principais casas noturnas da cidade e era famosa por receber estudantes universitários. Segundo o coordenador da Defesa Civil, Adelar Vargas, o fogo começou na espuma de isolamento acústico quando um dos integrantes da banda que se apresentava acendeu um sinalizador, que atingiu o teto.
O guitarrista da banda Gurizada Fandangueira, Rodrigo Lemos Martins, também disse à Folha que o fogo começou depois que o sinaleiro (chamado por ele de "sputinik") ter sido aceso. Um segurança da casa e o vocalista da banda tentaram apagar o incêndio, afirma o guitarrista, porém o extintor não funcionou.
Editoria de Arte/Folhapress
Editoria de Arte/Folhapress
Para Valdir Pignatta e Silva, professor da Poli/USP e especialista em segurança contra incêndios, houve ali uma sucessão "absurda" de erros. Ele cita a falta de sinalização para a saída de emergência e o fato de haver apenas uma porta de acesso ao local. Também afirma que o teto da boate era feito de material inflamável.
O pesquisador da Coppe/UFRJ (Coordenação de Programas em Pós-Graduação em Engenharia) Moacir Duarte diz que as pessoas foram vítimas de uma "desorganização primária".
"Uma vistoria simples, de menos de duas horas, feita por um bombeiro, bastaria para vetar o local para a realização de shows", disse. "Há uma cadeia enorme de responsabilidades."
Além das falhas na estrutura, Duarte cita ainda o problema da falta de rádios para a equipe de segurança.
Sem saber o que acontecia, seguranças na porta da boate pensaram inicialmente que o tumulto havia sido causado por uma briga e barraram as pessoas para que elas não deixassem o local sem pagar a conta. Enquanto isso, outros funcionários tentavam combater as chamas em outro local.
CULTURA
Pignatta e Silva, da Poli, afirma que as pessoas precisam criar um cultura de salvaguardar sua vida em situações como a encontrada ontem no Rio Grande do Sul.
"Infelizmente, o fato de existir uma casa com capacidade para mais de mil pessoas, em um ambiente totalmente fechado, não deu um alerta na cabeça de ninguém. Ainda mais com objetos pirotécnicos no palco", afirma.
Segundo ele, em outros países do mundo, como na Inglaterra, as pessoas têm na memória incêndios que ocorreram no século 17. "Provavelmente, nem você nem eu teríamos nos preocupado com um incêndio, se tivéssemos naquela boate", diz.


01/02/2013 - 03h00

Seguro de boates é pouco frequente no Brasil



http://www1.folha.uol.com.br/colunas/mercadoaberto/1223962-seguro-de-boates-e-pouco-frequente-no-brasil.shtml

Maria Cristina Frias, jornalista, edita a coluna Mercado Aberto, sobre macroeconomia, negócios e vida empresarial.



O mercado de seguros para casas noturnas é pouco aquecido no Brasil, segundo especialistas.
As condições que propiciaram o incêndio na boate Kiss, em Santa Maria (RS), como o material usado no isolamento acústico, seriam recusadas por peritos de seguradoras, que pediriam ajustes antes de assinar os contratos.
Diante das altas exigências feitas pelas companhias do setor para fechar seus contratos de cobertura, as casas de menor porte se desinteressam, de acordo com o diretor-executivo da FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais), Neival Freitas.
"É um seguro de difícil aceitação. Muitas vezes as empresas não têm condição de cumprir. Ou, em outros casos, não se interessam. É difícil saber", afirma.
A exceção são as grandes casas de shows, que, além de um seguro empresarial de apólices semelhantes às praticadas em outros segmentos, procuram coberturas específicas para cada um dos eventos que realiza.
"O empresarial, que faz parte da carteira de riscos patrimoniais, cobre danos materiais provocados por incêndio, queda de raio e explosão", afirma Freitas.
O seguro de eventos faz parte da modalidade de responsabilidade civil e costuma ter valores maiores. A ideia é proteger o público.
Entre as situações que passam por análise técnica das seguradoras estão a verificação de portas de emergência, a lotação máxima e o plano para saída das pessoas em caso de pânico.
O material utilizado na estrutura do local como isolamento acústico e divisórias, também são avaliados. São exigidos aparelhos modernos e em bom estado, de acordo com o executivo.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Casa de 240 m² feita com contêineres é inaugurada no Paraná

23/Janeiro/2013

Casa de 240 m² feita com contêineres é inaugurada no Paraná


http://www.piniweb.com.br//construcao/arquitetura/casa-de-240-m-feita-com-conteineres-e-inaugurada-no-276965-1.asp

Projeto assinado por Danilo Corbas é formado por seis compartimentos metálicos


Gustavo Jazra
Foi inaugurada, na última quarta-feira (16), a primeira casa feita com contêineres no Paraná, no bairro de Orleans, em Curitiba. Assinado pelo arquiteto Danilo Corbas, o projeto batizado de Casa Container do Paraná foi executado pela empresa Delta Containers com contêineres marítimos com mais de dez anos de uso.

Tatiana Hultmann Stavitzki

Com 240 m² de área, a casa é formada por seis contêineres do tipo High Cube de 40 pés (12 m de comprimento x 2,9 m de altura). As estruturas metálicas receberam o tratamento de reciclagem no terminal da Delta Containers, onde foram recortadas para criação de portas e janelas, e depois descarregadas no terreno, nas posições corretas para instalação.
Distribuída em dois pavimentos, a casa contém três dormitórios, sendo uma suíte, closet, banheiro social, sala de estar, sala de jantar e cozinha gourmet integradas, escritório, biblioteca, lavabo, churrasqueira, área de serviço e varandas.
O peso reduzido da estrutura possibilitou o uso de fundações em sapatas isoladas. Já as paredes e forros foram revestidos com drywall combinados com o uso de lã de PET e de rocha para a obtenção de melhor desempenho acústico.
Confira algumas plantas e fotos do projeto:

Divulgação: Danilo Corbas

Divulgação: Danilo Corbas

Divulgação: Danilo Corbas
Divulgação: Danilo Corbas

Divulgação: Danilo Corbas

Divulgação: Danilo Corbas

Divulgação: Danilo Corbas

Tatiana Hultmann Stavitzki

Tatiana Hultmann Stavitzki

Tatiana Hultmann Stavitzki

Tatiana Hultmann Stavitzki

Tatiana Hultmann Stavitzki



domingo, 27 de janeiro de 2013

A sustentabilidade da cidade de São Paulo depende de "nós"...

27/01/2013-03h00

Conheça as etapas do Plano Diretor e por que acompanhá-lo

http://www1.folha.uol.com.br/saopaulo/1220575-conheca-as-etapas-do-plano-diretor-e-por-que-acompanha-lo.shtml

VANESSA CORREA
DE SÃO PAULO


Na campanha, Fernando Haddad incluiu a revisão do Plano Diretor, que deveria ter ocorrido em 2012, entre suas prioridades de gestão. O Arco do Futuro, programa de desenvolvimento do entorno das marginais --uma das principais promessas do petista--, depende do sucesso da prefeitura nessa revisão.
A administração planeja enviar para a Câmara, até o fim do ano, um nova versão do Plano Diretor. "Nosso princípio é começar a revisão com ampla participação popular. Todos os questionamentos e as decisões judiciais do processo anterior foram sobre participação", diz Kazuo Nakano, que vai coordenar isso na prefeitura.

Uma só cidade

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Tuca Vieira/Folhapress
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Àrea da antiga favela Djalma Coelho, na Vila Madalena; moradores foram retirados em 2005, mas nenhuma habitação social foi construída até hoje
A maioria na Câmara deve garantir certa facilidade para a prefeitura, mas embates são esperados. "Nossa grande disputa com o PT vai ser a preservação dos bairros que têm qualidade de vida. Adensamento e verticalização devem ocorrer só onde tiver espaço. Não em bairros como Pinheiros e Vila Mariana", diz Floriano Pesaro, líder do PSDB.

Ilustrações Raul Aguiar
POR QUE DEVO ACOMPANHAR
O planejamento urbano é o modo como a prefeitura direciona suas ações para desenvolver a cidade. Em São Paulo, o Plano Diretor Estratégico é a grande ferramenta desse planejamento. Sua revisão, neste ano, é a oportunidade de mudar o que vai mal. A implementação do plano pode interferir no tempo que você fica no trânsito para ir ao trabalho, na disputa das construtoras por terrenos, no preço dos imóveis, na quantidade de áreas verdes.

Tuca Vieira/Folhapress
Região central da cidade de São Paulo concentra empregos, mas fica vazia no fim de semana por ter poucos moradores
Região central de São Paulo concentra empregos, mas fica vazia no fim de semana por ter poucos moradores 
COMO POSSO ACOMPANHAR
Durante o processo de revisão do Plano Diretor, a prefeitura vai convocar a população a participar de audiências e reuniões nas 31 subprefeituras. Essa divulgação vai ser feita por diversos meios, como TV e internet. A participação dos cidadãos pode ser individualmente ou por meio de associações de bairro. Nos dois casos, é a oportunidade ideal para levar críticas e sugestões