quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

"Green Wash"? Lavanderia sustentável em NY



http://atitudesustentavel.uol.com.br/blog/2011/12/27/lavanderia-sustentavel-em-ny/


Empresa tem técnica orgânica de lavagem a seco

Por Gisele Eberspacher às 15h19 de 27/12/2011



Em busca de maior sustentabilidade, cada segmento busca maneiras mais sustentáveis de atuar. É o caso de lavanderias que buscam novas técnicas e produtos de limpeza, melhorando a sustentabilidade do serviço.
A Green Apple Cleaners, de Nova York, é um exemplo. Com uma técnica de lavagem a seco usando CO2 líquido, que penetra os tecidos e retira as partículas de sujeira. Considerado orgânico, o processo não deixa nenhum cheiro ou resíduo e não necessita do uso de outras substâncias.

Pratique a sustentabilidade e seja pago por isso

http://www.odebate.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=17321&Itemid=11


A empresa alemã Charger’s desenvolveu um carregador solar portátil que, através da utilização do sistema, o usuário recebe créditos para trocar em lojas conveniadas.

Os kits Chargers Starter custam US$149, e vem com uma bateria e um painel solar capazes de gerar até 4 watts de energia por hora - o suficiente para carregar a bateria do kit em quatro horas, ou um iPhone duas vezes.

O aparelho é eficiente e se comunica em tempo real com a rede social criada pela Chargers, publicando o extrato de quantidade de energia elétrica que você gerou com sol, e a quantidade de carbono que você evitou que fosse emitida na atmosfera.

Os créditos para trocar por produtos são gerados automaticamente, e o usuário poderá trocá-los no Changers Marketplace. 


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Press Release

Changers Debuts World’s First Social Energy Marketplace: Changers.com

Berlin-based startup, Changers, is introducing a portable solar charging system for everyone that aims to reduce global warming by shifting society to the use of a currency backed by the sun. The Changers System™ gives each of us way to harness the sun’s energy, liberate us from the grid, recharge our devices, socialize our energy production, and compete with each other to earn Changers Credits™ that can be spent in the Changers Marketplace™.
DeviceSAN FRANCISCO (October 20, 2011): Changers, the company that gives people the power to transform their energy behavior, is launching the Changers System, the world’s first Social Energy Marketplace on the Web: www.changers.com. The Changers System enables people to produce their own energy, measure how much they produce, and convert it into a currency that’s backed by the sun. Today, to jump-start all of us into independent power generators, Changers is debuting an intelligent personal solar charging kit that captures energy, records how much power it has generated, and then uploads precise metrics to the energy marketplace—Changers.com—for tracking, sharing, competing and redemption into Changers Credits.

The Changers Starter Kit includes the revolutionary Changers Kalhuohfummi™ solar battery and the Changers Maroshi™ solar module. The Changers Kalhuohfummi is a simple, one-button device that communicates with Changers.com. Inside is advanced intelligence that accurately measures how much energy it captures and stores in the built-in battery, ready to charge any smartphone or tablet. The Changers Kalhuohfummi solar battery is powered by the Changers Maroshi flexible solar module, which generates up to four Watts per hour — enough to charge the Kalhuohfummi battery in four hours. The Changers Maroshi solar panel, which is produced in Colorado, USA, can be attached to any window or sunny surface.

“Each of us takes it for granted that we have limitless energy on tap, and as a result we have become completely disconnected from how our actual energy usage impacts the planet,” said Markus Schulz, co-founder and CEO of Changers. “The Changers System aims to shift our attitudes and behavior by enabling each of us to produce our own energy, measure and visualize the real effect of this simple act, and then share our contributions with others. We think that if you can unite people in the pursuit of renewable energy — even small amounts of energy — it will lead to a dramatic transformation in how we source and consume energy.”

Make a decision. Produce your own energy. Change the world. Here’s how:
1. Capture the sun: produce your own energy. The Changers personal solar charging kit enables any of us to produce and consume renewable energy. Now, anyone can start producing energy and know exactly how much CO2 they’ve saved. Find a sunny spot, plug it in, and start harnessing the natural energy of the sun. Pretty soon, you’ll be much more aware of where you get the best sunlight and how to optimize your energy production and consumption.

2. Charge your device. Change your thinking. Plug in your Apple® iPhone®/iPad®/iPod®, Android™, Kindle™ (or any of 1,000 other devices) and charge it using the energy you captured. The Changers Kalhuohfummi will recharge your device as fast as a regular charger and radically change the way you think about energy. Now, you’re a Changer - an autonomous producer and consumer of your own renewable energy.

3. Become part of a movement. Tell the world. Upload your energy production statistics to the Changers community to visualize your actual CO2 savings. See how much energy you’ve produced and compare your score with others. Share your experience and contribution via Facebook and Twitter. Your pioneering actions will inspire others to follow.

4. Get rewarded. Turn your green behavior into Changers Credits. The amount of energy you produce is automatically converted into Changers Credits, which can be spent at retail partners on the Changers Marketplace who share your commitment to a greener planet.

How to join the Changers revolution
Starting today, Changers is taking a limited number of pre-orders for the Changers Starter Kit, for delivery in several weeks. The Changers Starter Kit is available online at www.changers.com/en/shop for $149.
Media contact: Tim Cox | ZingPR, tim@zingpr.com, +1-650-369-7784

Sacolas plásticas...


28/12/2011 - 09h10

Paulistanos terão de viver sem sacolinhas a partir de janeiro



TONI SCIARRETTA
DE SÃO PAULO

Com ou sem lei (que está suspensa), São Paulo vai banir as sacolinhas plásticas a partir de 25 de janeiro.
No lugar, o consumidor terá de se virar com ecobags retornáveis, caixas de papelão, carrinhos de feira ou sacolas biodegradáveis de amido de milho, vendidas a R$ 0,19.
Apesar de a eficácia da medida dividir ambientalistas (falta infraestrutura para decompor as tais sacolas biodegradáveis), as redes varejistas, o governo e a Prefeitura de São Paulo juntaram forças para vencer as resistências --a reação inicial do consumidor foi ruim nas pioneiras Jundiaí e Belo Horizonte.
Os consumidores reclamavam de pagar R$ 0,19 por algo que recebiam de graça, explodiu o consumo de sacos de lixo e houve bate-boca de quem não tinha como carregar as compras --principal argumento para derrubar na Justiça leis como a de São Paulo.
Nos próximos dias, começa a campanha com propaganda na TV e sacolas retornáveis gigantes afixadas nas ruas (terá uma na avenida Paulista, região central).
Os supermercados compraram mais de 100 milhões de sacolinhas biodegradáveis e reforçaram as encomendas das retornáveis duráveis --novo negócio até para grifes como Osklen e Cavalera.
A ideia é que o consumidor substitua o plástico não pela similar biodegradável, mas pela durável. Em Jundiaí, somente 5% do consumo "ressurgiu" nas biodegradáveis.
O fim dos plásticos motiva grito geral da indústria, que fatura R$ 1,1 bilhão e ameaça demitir 6.000 pessoas. Provoca "guerra de laudos" de diferentes tecnologias verdes, que tentam demonstrar emissão menor de CO2.
A sacolinha plástica entope bueiro, polui mananciais e vai parar no estômago de peixes nos seus mais de cem anos de vida. Com a biodegradável ocorre a mesma coisa, só que por até dois anos --em usina de compostagem (há somente 300 no país), são seis meses.
De cara, os supermercados vão economizar R$ 72 milhões mensais --valor dos 2,4 bilhões de sacos gratuitos.
Segundo João Sanzovo, diretor da Apas (Associação Paulista de Supermercado), a economia é desprezível perto dos gastos com propaganda, educação, coleta seletiva e treinamento de equipes.
"A sacolinha é uma comodidade para o supermercado. O fato de não ter uma indústria de compostagem não tira o mérito dessa iniciativa, que vai puxar outras."
Unilever e Procter investem em produtos como detergentes concentrados, que usam menos água e precisam de frascos menores. Os alimentos tendem a vir em embalagens com menos papel.
Para atender a indústria, a Braskem criou um plástico verde, a partir da cana, e emite menos carbono. Esse plástico será usado nas ecobags retornáveis.

Sustentabilidade corporativa e a Rio+20




MARISTELA MAFEI
TENDÊNCIAS/DEBATES

Mais de 8.700 empresas de 130 países já são signatárias do Pacto Global da ONU, a maior iniciativa mundial em sustentabilidade corporativa

A sustentabilidade conquista cada vez mais espaço na agenda de governos e iniciativa privada. Não há duvida de que o tema veio para ficar. A sociedade cobra respostas efetivas. Nesse final de ano tivemos um pequeno, mas simbólico, avanço na 17ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP-17), em Durban, na África do Sul.
Representantes de 194 países concordaram em renovar o Protocolo de Kyoto e iniciar um processo com força legal, e foi criado o Fundo Verde do Clima.
No setor privado, mais de 8.700 empresas de 130 países já são signatárias do Pacto Global da ONU, a maior iniciativa mundial em sustentabilidade corporativa.
São empresas comprometidas com os dez princípios da ONU em direitos humanos, trabalho, meio ambiente e anticorrupção. Outros fóruns, só para citar alguns, ganham cada vez mais importância: é o caso do Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável, com representação no Brasil, o Instituto Ethos e o Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas.
O Brasil, apesar do papel de protagonista que vem conquistando no mundo -devido ao crescimento econômico e empresarial e à redução da pobreza- tem ainda enormes desafios: investir em infraestrutura, reduzir a desigualdade ao acesso a educação e saúde de qualidade, combater a corrupção e melhorar a segurança pública.
O setor privado, de forma geral, ao lado de governos e sociedade civil, tem contribuído com soluções sustentáveis. Muitas empresas estão ingressando rapidamente no terreno do compromisso social e ambiental, incorporando a sustentabilidade nas suas agendas e reconhecendo sua relevância e urgência.
O entendimento de que bastava gerar resultados para os acionistas, pagar os impostos e cumprir a legislação trabalhista para garantir um lugar ao sol no mundo dos negócios foi ultrapassado: hoje é insuficiente pela opinião publica.
As empresas atrasadas em sustentabilidade pagaram caro, em menor competitividade, baixa produtividade de pessoal e rechaço dos consumidores e investidores. A conscientização acerca da limitação dos recursos naturais e o olhar atento de clientes e consumidores exige um reposicionamento.
O ex-vice-presidente dos EUA, Al Gore, e o investidor David Blood publicaram no "Wall Street Journal", no dia 14 deste mês, o artigo "Manifesto para um capitalismo sustentável: como as empresas podem adotar métricas ambientais, sociais e de governança".
Al Gore e Blood explicam que vivemos hoje um "turning point" com intensas ameaças: mudança climática, escassez de água, pobreza, enfermidades, desigualdade, urbanização, volatilidade nos mercados financeiros. E mais: "As empresas não podem ser chamadas a fazer o trabalho dos governos, mas empresas e investidores serão os atores que mobilizarão o capital necessário para os desafios sem precedentes que enfrentamos".
A Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, traz oportunidades para o setor privado no Brasil.
As discussões da Rio+20 centram-se sobre dois temas principais e urgentes: como construir uma economia verde e tirar as pessoas da pobreza e como melhorar a coordenação internacional pela sustentabilidade. Nesse contexto, o Pacto Global da ONU organiza pela primeira vez o fórum para o setor privado com o objetivo de fortalecer a troca de práticas inovadoras.
Os desafios são enormes. Precisamos de empresas e de governos dedicados, com conhecimento e firme compromisso pela melhoria dos problemas sociais e ambientais. Não basta que "pareçam" sustentáveis, as empresas precisam ser.

MARISTELA MAFEI é sócia-fundadora do Grupo Máquina PR, agência signatária do Pacto Global da ONU, coautora do livro "Comunicação Corporativa: Gestão, Imagem e Posicionamento" e integrante dos conselhos de administração da SP Escola de Teatro, do CEA/Insper, do Instituto Millenium e da Endeavor.
Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo. debates@uol.com.br

Primeiro estádio solar da América Latina!


21/Dezembro/2011

Estádio na Bahia terá abastecimento de energia solar


http://www.piniweb.com.br/construcao/sustentabilidade/estadio-na-bahia-tera-abastecimento-de-energia-solar-243725-1.asp

Implantação de placas fotovoltaicas gerará 630 MWh por ano e abastecerá também órgão público


Marina Pita, da revista Infraestrutura Urbana

O estádio de Pituaçú, em Salvador, está sendo equipado com placas fotovoltaicas para a produção de 630 MWh por ano. Os equipamentos irão poupar, ao caixa do estádio, média de R$ 120 mil/ano de gastos com energia elétrica. Além de atender à demanda de operação do estádio, a energia produzida pelos painéis solares irá gerar um excedente de 270 MWh/ano, que servirá como compensação do consumo de energia do centro administrativo da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte da Bahia.  


Aplicação na cobertura das arquibancadas


A obra, orçada em R$ 5,5 milhões, terá R$ 3,8 milhões da Coelba e R$ 1,7 milhão do Governo do Estado da Bahia. O apoio técnico vem do Programa Energia do Governo Alemão (GIZ), do Instituto Ideal e da coordenação da Universidade Federal de Santa Catarina. De acordo com a Coelba, este será o primeiro estádio solar da América Latina. 

Para realização do empreendimento serão empregadas duas tecnologias de módulo fotovoltaico: módulos flexíveis de silício amorfo e módulos rígidos de silício cristalino. "Os módulos flexíveis de silício amorfo são os mais leves do mercado hoje", explica o engenheiro e coordenador do projeto Pituaçú Solar, Daniel Sarmento.

Como as áreas de aplicação dos módulos fotovoltaicos são distintas, foram feitos ajustes a cada um deles para obter aplicação adequada. No caso das coberturas das arquibancadas (maior área aproveitada do estádio), foi utilizada uma solução de impermeabilização com membrana Firestone Ultraply TPO, sobre uma camada de material isolante térmico, instalado sobre as telhas metálicas. Concluída a impermeabilização, os módulos flexíveis são colados.

Divulgação
Impermeabilização

No estacionamento, está sendo criada uma estrutura de cobertura das vagas para instalação dos módulos rígidos. As outras áreas foram impermeabilizadas e estão sendo instaladas estruturas metálicas de suporte para os módulos rígidos.

Divulgação
Aplicação no estacionamento

O projeto tem também uma sala de inversores do tipo CC-AA que conectados a um arranjo de módulos condiciona tensão e corrente recebida para conexão do sistema com a rede elétrica de distribuição. O sistema não necessita de banco de bateria.

Divulgação
Sala de inversores

O Projeto prevê adicionalmente a aquisição e instalação de 160 projetores com lâmpadas em plasma de potência nominal total de cerca de 435 kW, em substituição aos 192 projetores compostos por lâmpadas de Vapor Metálico, de potência nominal total de 503 kW. 
De acordo com Sarmento, os projetores apresentam alta durabilidade e baixa depreciação luminosa. A substituição promoverá a iluminância vertical média de 1.200 lux, mais do que o dobro da atual, de 597 lux.


Ceará receberá dez parques eólicos


22/Dezembro/2011

Serão gerados 204 MW de energia a partir de 2016


Luciana Tamaki

Leilão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) realizado ontem (21) para a construção de dez parques eólicos no Ceará teve como vencedores o consórcio formado pela Alupar e Furnas. Os parques serão construídos no município de Aracati (CE), para a geração de 204 MW de energia eólica a partir de janeiro de 2016.
O preço vencedor foi equivalente a R$ 110,00 MW/h, um deságio de cerca de 5% sobre o inicial. Os investimentos totais serão da ordem de R$ 800 milhões.
As empresas vencedoras selecionaram aerogeradores fabricados pela alemã Fuhrländer, com uma potência de 2.500 W cada. A boa potência do aerogerador permitiu uma redução no número de torres a serem instaladas.
O equipamento tem uma altura de 141 m, alcançando uma altura tal onde os ventos são menos sujeitos a interferências. "Como em um rio, cujas maiores velocidades estão no centro, o mesmo acontece no ar: quanto mais alto, mais livre das rugosidades do solo, e melhores as velocidades", compara o gerente de planejamento da Alupar, Mauro Beneffato.
Outra característica do equipamento, cuja tipologia nunca foi instalada no Brasil, é sua estrutura: ao invés de torre tubular, seja metálica ou de concreto, ela é feita em treliças. Segundo Beneffato, essa estrutura permite que se alcancem alturas maiores.
Ao invés de estruturas tubulares, o equipamento conta com torres treliçadas que, segundo o consórcio, não comprometem a dinâmica do aerogerador. O diâmetro das pás é outro diferencial, com 104 m de diâmetro, para ventos classe 3. "O Nordeste tem um vento entre classe 2 e 3, de moderado a fraco. Com equipamento classe 3, para o vento mais fraco, com um vento mais forte, o aproveitamento é melhor", explica Benaffato.

Certificações ambientais dobram em 2011: Leed deve ter aumento de 143% e Aqua aumentou 100%!

27/Dezembro/2011

Certificações ambientais dobram em 2011

Leed deve ter aumento de 143% e Aqua aumentou 100%

http://www.piniweb.com.br/construcao/sustentabilidade/certificacoes-ambientais-dobram-em-2011-244296-1.asp

Luciana Tamaki





WT Nações Unidas, da WTorre


Levantamento do Green Building Council Brasil aponta que o número de empreendimentos que receberam o selo sustentável Leed (Leadership in Energy and Environmental Design) e registrados em busca da certificação deverá crescer 145% em relação ao ano passado. Os empreendimentos certificados pelo processo Aqua até setembro tiveram aumento de quase 100% em relação ao mesmo período do ano passado.
Até setembro de 2011, foram 42 edifícios certificados pelo Aqua, número que não passava de 22 em setembro de 2010. A expectativa da Fundação Vanzolini, detentora da metodologia Aqua, é fechar o ano de 2011 com 53 empreendimentos certificados.
O Processo Aqua para prédios comerciais e de serviços foi lançado em 2008 e, em 2010, foi lançado o Processo para edifícios habitacionais, que já certificou 13 edifícios e um condomínio com quatro prédios e 80 casas residenciais.
O selo Leed certificou 16 empreendimentos este ano, e outros 197 entraram com pedido de certificação (dados de novembro). Até 2010, 23 empreendimentos brasileiros já tinham recebido o selo Leed e outros 209 buscavam a certificação. Com os novos números, o Brasil pode chegar ao quarto lugar no ranking mundial de empreendimentos sustentáveis do GBC Brasil, atrás somente dos Estados Unidos, Emirados Árabes Unidos e China.
A entidade projeta um acumulado de 45 selos emitidos e 400 registros até o fim de 2011. Para o Leed, o perfil dos empreendimentos é variado, englobando prédios comerciais, escolas, centros de distribuição, prédios públicos, estádios e arenas esportivas, hospitais, shopping centers, plantas industriais e bairros sustentáveis.
Uma parte dos registros foi feita pelos estádios que sediarão a Copa. Estimulados pela exigência da linha de crédito ProCopa do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) para que as arenas buscassem um selo sustentável, dez das doze arenas entraram com pedido de certificação Leed. 




















Banco de Dados de Divulgações de Sustentabilidade da Global Reporting Initiative - RGI

Global Reporting Initiative



www.globalreporting.org
info@globalreporting.org
Global Reporting Initiative
PO Box 10039
1001 EA Amsterdam
The Netherlands
Tel: +31 (0) 20 531 00 00
Fax: +31 (0) 20 531 00 31




Sustentabilidade on-line


http://www.dci.com.br/Plano-de-Voo_-Emendas-pro-inovacao-7-403509.html

A GRI lançou uma plataforma on-line — o Banco de Dados de Divulgações de Sustentabilidade, que permite acesso a diversos relatórios de sustentabilidade de empresas ao redor do mundo. Esses dados podem ser usados para comparação, aprimoramento e compreensão daquilo que já está sendo feito e do que pode ser aprimorado.

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3,063 Organizations7,825 Reports7,734 GRI Reports




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Plano Estratégico da Convenção sobre Diversidade Biológica para 2020


MMA abre consulta pública online sobre metas nacionais de biodiversidade

http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/4028

Postado em 26/12/2011 às 15h20

O Ministério do Meio Ambiente está com consulta pública aberta pela internet para o Plano Estratégico da Convenção sobre Diversidade Biológica para 2020. O documento foi preparado e discutido ao longo deste ano em reuniões presenciais com os setores empresariais, sociedade civil ambientalista, academia, governo (federal e estadual), povos indígenas e comunidades tradicionais. A fase atual  busca obter mais contribuições da sociedade brasileira para a elaboração das metas nacionais de biodiversidade para 2020.
As propostas em consulta foram consolidadas em um único documento chamado "Documento base da consulta pública" a partir das contribuições do encontro "Diálogos sobre Biodiversidade: construindo a estratégia brasileira para 2020", promovido pelo Ministério do Meio Ambiente este ano, em que reuniu cinco setores da sociedade.
O documento considera as 20 Metas Globais de Biodiversidade (Metas de Aichi) e as visões e necessidades específicas de cada um deles, tendo como orientação geral a necessidade de um conjunto de metas para maior efetividade no seu alcance e monitoramento.
Como resultado dos trabalhos das reuniões setoriais, foram gerados 25 documentos (cinco para cada uma das cinco reuniões) contendo proposta de metas nacionais de biodiversidade para 2020 e de submetas intermediárias para serem alcançadas nos anos de 2013 a 2017.
A consulta pública fica aberta do dia 19 de dezembro de 2011 até o dia 31 de janeiro de 2012.
Na página do ministério na internet, os interessados podem acessar os documentos que foram elaborados sobre o tema. Para participar da consulta pública, clique aquihttp://www.surveymonkey.com/s/2BLMMTM


Leia também

Energias criativas


http://discoverybrasil.uol.com.br/experiencia/contenidos/energias_2050/

Ingenuamente, costumamos acreditar que a indústria é a grande consumidora de energia do planeta. Entretanto, em países como a França, a indústria emprega apenas um quarto da energia, enquanto o restante é devorado pelas moradias e os meios de transporte.

É mais do que sabido que as energias convencionais, ou seja, geradas por combustíveis fósseis como o petróleo, o gás e o carvão, são responsáveis pela emissão de dióxido de carbono (CO2), que tanto contribui para o temível efeito-estufa. Mas ainda não está claro quais são as atividades envolvidas e a quantidade emitida por cada um de nós.

Utilizar um telefone celular durante um ano emite mais de 100 quilos de dióxido de carbono, enquanto incinerar uma tonelada inteira de petróleo bruto produz 3.065 quilos. Além disso, cada passageiro de avião que viaja ida e volta entre Nova York e Paris é responsável pela emissão de 3.670 quilos de dióxido de carbono.

Este único argumento deveria fazer com que optássemos por energias renováveis ou limpas, cuja contribuição para o aquecimento global é mínima. Mas há outra razão mais poderosa: o esgotamento de energias convencionais. O chamado "pico de Hubbert" faz referência ao momento em que o petróleo atinge sua produção máxima, começando a escassear a partir de então.

A data para isso? Ao redor do ano 2020. Aproximadamente uma década depois, ocorrerá o mesmo com o gás natural. Nesta época, também começarão a se esgotar as reservas de urânio, necessário para gerar energia nuclear.
Com um pouco de sorte, as reservas de carvão poderão durar por mais dois séculos.

Já as energias renováveis, como a energia solar, a energia eólica, a energia das marés, a energia geotérmica, a energia hidrelétrica e a gerada por biomassa, também têm suas limitações.

O Sol não brilha por igual em todos os lugares e a todo momento; os ventos são, por definição, irregulares; aproveitar as marés é um processo muito dispendioso em relação à quantidade de energia que se pode obter; e a energia hidrelétrica exige obras enormes, de grande impacto sobre o meio ambiente.

Portanto, é possível que a utilização de energias renováveis também não seja suficiente. Outras mudanças serão imprescindíveis. Será preciso pensar em como deslocar geograficamente cultivos, rebanhos e indústrias para aproximá-los das fontes de energia; como reduzir os desperdícios grandes e pequenos, e como transformar nossas casas e nossos meios de transporte.

INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O CURSO: “Reconectando com a Natureza”






INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O CURSO

“Reconectando com a Natureza”

De 09 a 13 de janeiro de 2012, na UMAPAZ


A UMAPAZ oferece de 09 a 13 de janeiro de 2012, das 9h às 16h30, o curso Reconectando com a Natureza, com o objetivo de propiciar aos participantes conhecimentos básicos sobre as ciências da terra. Serão tratados temas nas áreas de Geologia/ Ecologia/ Agronomia. O curso é aberto a educadores, estudantes e interessados. São 80 vagas e os interessados devem se inscrever pelo e-mail inscricoesumapaz@prefeitura.sp.gov.br

Programa:
1º aula: 09/01/12 das 9h às 12h
Tema: Evolução do Planeta Terra
Proposta: Propiciar aos participantes conhecimentos sobre as mudanças físicas e químicas que o planeta passou desde sua formação.
Prof: Geólogo Gustavo (Agni)

2º Aula: 09/01/12 das 13h30 às 16h30
Tema: Hortas Urbanas e Compostagem
Proposta: Apresentar aos participantes várias maneiras de se implantar uma horta urbana. Aula prática no viveiro da Escola de Jardinagem.
Prof: Eng. Agr° Roberto Marins

3º Aula: 11/01/12 das 9h às 12h
Tema: Sementes, Mudas e Florestas.
Proposta: Coletar sementes de árvores nativas. Mostrar como se faz a quebra de dormência e o plantio. Aula prática no Viveiro Manequinho Lopes.
Profª: Bióloga Yone

4º Aula: 11/01/12 das 13h30 às 16h30
Tema: Ecologia Geral.
Proposta: Apresentar conteúdo teórico sobre a Ecologia e discutir a importância sobre esse tema na preservação da vida no planeta.
Prof: Biólogo Vitor

5º Aula: 13/01/12 das 9h às 12h
Tema: Arborização Urbana.
Proposta: Discutir sobre os critérios de escolha dos espécimes vegetais plantados em áreas urbanas, tipos de plantio e controle de pragas e doenças.
Prof: Eng. Agr° Luis Paulo

6ª Aula: 13/01/12 das 13h30 às 16h30
Tema: Visita Técnica ao Parque do Ibirapuera.
Proposta: Apresentar a história da criação do parque, a vegetação predominante, abordar a poluição dos lagos e as possíveis formas de controle.
Profª: Bióloga Assucena

Bibliografia sugerida:
LORENZI, Henri. Árvores Brasileiras.
LORENZI, Henri. Árvores Ornamentais do Brasil.
RIZZINI, Carlos e MORS, Walter. Botânica econômica brasileira.
MATTOS, João. Botânica, elementos de morfologia.
TRIBE, Ian. O reino vegetal.
ODUM, P. Ecologia Geral.
Filgueira, Manual de Oleiricultura.

Serviço: Curso: Reconectando com a Natureza
Dias e Horário: 09, 11 e 13 de janeiro de 2012, das 9h às 16h30.
Publico focalizado: educadores, estudantes e interessados em geral.
Coordenação:Eveline Limaverde
Local: UMAPAZ – Av. Quarto Centenário, 1268 – Portão 7-a – Parque Ibirapuera
Vagas: 80 por ordem de inscrição – Inscrições: incricoesumapaz@prefeitura.sp.gov.br

FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO
Curso: Reconectando com a Natureza

1. NOME COMPLETO:

2. Idade:
3. Sexo:  (    ) M    (     ) F

4. RG:                      Órgão:     UF: 
5. CPF:

6. Escolaridade:        (      ) Ensino Médio            (      ) Ensino Superior

7. Área de formação:

8. Setor em que trabalha:
Empresa privada (    )   Organização não governamental (    ) Órgão Público  (     )

9. Se Conselheiro, em que CADES Regional exerce a função:

10. Se profissional da área ambiental, qual atividade que exerce atualmente:

11. Se servidor público, informe Nº RF         e local onde exerce atividades:

12. Se educador, instituição em que exerce a função:

13. Endereço residencial:

14. Bairro:                           15. CEP:

16. Região: (   ) Norte    (   ) Sul    (   ) Leste    (   ) Oeste    (   ) Centro     
  (   ) Outro Município

17. E-mail:

18. Telefone fixo:
 19. Telefone celular:

20. Por que deseja participar deste curso? 

21. Você já desenvolve algum trabalho relacionado ao tema do curso?
Qual?