sábado, 11 de junho de 2011

Bactéria Escherichia coli (E. coli): Após achar causa de surto, alemães levantam alerta para pepinos, alfaces e tomates


Após achar causa de surto, alemães levantam alerta para pepinos


10/06/2011 - 19h12


DAS AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS



As autoridades de saúde da Alemanha suspenderam nesta sexta-feira o alerta sobre alface, pepinos e tomates crus por causa do surto da bactéria Escherichia coli (E. coli), que já deixou ao menos 29 mortos na Alemanha e um na Suécia, após semanas de crise e um enorme prejuízo ao setor agrícola.
A medida foi levantada após os alemães indicarem que brotos de vegetais cultivados em uma pequena área agrícola em Bienenbüttel, na Alemanha, são os responsáveis pela disseminação da bactéria.
As informações foram divulgadas pelos porta-vozes do Instituto Robert Koch (RKI) e do Instituto Federal de Avaliação de Riscos em coletiva de imprensa.
"Foi possível determinar que a causa do surto foram os brotos", disse Reinhard Burger, do RKI. "As pessoas que consumiram esses produtos tiveram nove vezes mais probabilidade de sofrer de diarreia com sangue [um dos principais sintomas da infecção] do que aquelas que não consumiram", acrescentou.
"Os cidadãos podem voltar a comer sem medo alface, pepino e tomate, desde que mantenham as devidas medidas de higiene", ressaltou também a ministra da Agricultura, Ilse Aigner, em um comparecimento diante da imprensa no Parlamento, imediatamente após a entrevista coletiva dos especialistas.
O primeiro caso de contaminação foi detectado em 1º de maio, mas só algumas semanas depois começaram as internações maciças por causa do surto.
Desde 25 de maio, quando o RKI recomendou à população que não consumisse verduras cruas, esses vegetais tinham praticamente sido banidos das prateleiras de muitos supermercados do norte do país.
Um dia após o alerta geral, as autoridades de Hamburgo suspeitaram que a origem do surto seriam pepinos espanhóis, após terem detectado uma safra potencialmente infectada de uma perigosa e desconhecida cepa da bactéria.
O alarme sobre os pepinos espanhóis foi retirado dias depois, mas persistiu a recomendação para que a população não consumisse alface, pepino e tomate crus, o que gerou enormes prejuízos ao setor agrícola de toda a Europa, especialmente ao espanhol e ao alemão.
ALÍVIO
Ilse e o ministro de Saúde, Daniel Bahr, manifestaram seu "alívio" pelas informações do Instituto Robert Koch e do Instituto Federal de Avaliação de Riscos, que consideraram que "o pior passou", já que o número de novos infectados diminuiu. Apesar disso, não se descarta que ocorram novas mortes, como as duas registradas nesta sexta-feira, uma na Baixa Saxônia e outra em Schleswig-Holstein.
Os dois ministros defenderam as medidas adotadas pelas autoridades diante da crise e que foram alvo de duras críticas da oposição alemã e dos membros da UE afetados.
"A medida foi correta e esteve de acordo com os parâmetros dos especialistas perante este tipo de infecção", disse Bahr, para quem a recomendação contribuiu para que mais pessoas não fossem contaminadas, "já que, habitualmente, as sementes são consumidas em saladas".
ESPANHA
Nesta quinta-feira, a Espanha conseguiu o apoio alemão para tentar reconquistar a boa reputação de suas hortaliças. Autoridades espanholas disseram que a Alemanha lamentou as suas primeiras e precipitadas declarações que acusavam os pepinos provenientes daquele país de propagarem a doença.
O governo alemão se comprometeu a esforçar-se para recuperar o prestígio dos produtos agrícolas espanhóis afetados pela crise sanitária na Europa", afirmou Diego Lopez Garrido, secretário de Estado espanhol para a UE, após reunir-se com seu homólogo alemão, Werner Hoyer.
Lopez Garrido disse que a Alemanha dará apoio a uma campanha de promoção dos produtos agrícolas espanhóis que está sendo organizada em Madri para "recuperar o prestígio, a qualidade e a credibilidade dos produtos".
Hoyer "lamentou profundamente" e "expressou insatisfação" pelos danos causados ao setor agrícola espanhol, que se viu "especialmente afetado pelas primeiras declarações que acusaram os pepinos pela origem das contaminações", garantiu o espanhol.
SURTO
O atual surto foi causado por uma variedade supertóxica de E. coli, que normalmente pode ser encontrada nas fezes de humanos e animais e pode se espalhar com maus hábitos de higiene desde a fazenda até o preparo do alimento.
Mais de 3.000 pessoas em 12 países já apresentaram sintomas de infecções intestinais provocadas pela bactéria. Quase todos os casos registrados fora da Alemanha são de pessoas que moram ou viajaram ao país. Ao menos 30 pessoas morreram, 29 na Alemanha e uma na Suécia.
O EHEC tem um período de incubação médio de três a quatro dias e a maioria de pacientes se recupera em dez dias. Mas em uma pequena parte dos pacientes --principalmente crianças e idosos-- a infecção pode levar à Síndrome Hemolítico-Urêmica (SUH), causada por uma toxina específica desta variedade de E.coli que destrói hemácias (células vermelhas do sangue) e provoca insuficiência renal.
"Isso explica por que muitos pacientes que já superaram a fase diarreica apresentam depois graves sintomas neurológicos", disse Greinacher.








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Os responsáveis pela disseminação da bactéria são os brotos de vegetais cultivados em uma pequena área agrícola da cidade de Bienenbüttel. Produtores agrícolas cobram indenização da União Europeia pelo enorme prejuízo.

Autoria e fonte: Jornal da Globo


http://g1.globo.com/videos/jornal-da-globo/v/broto-de-vegetal-seria-causador-de-surto-que-matou-30-na-europa/1533372/#/Edições/20110610/page/1





sexta-feira, 10 de junho de 2011

Participe do concurso "Renova SP": Urbanização sustentável de favelas e de loteamentos irregulares em áreas de assentamentos precários

Sehab lança Concurso Público Nacional de Projetos

De 14 a 25 de julho de 2011, a Secretaria Municipal de Habitação da cidade de São Paulo recebe inscrições para o concurso público nacional de projetos de Arquitetura e Urbanismo: Renova SP.
Este concurso tem como principal objetivo motivar a contratação de projetos para urbanização de favelas e loteamentos irregulares, além de Habitação de Interesse Social. Para isso, foram selecionadas 22 áreas onde existem hoje assentamentos precários. Os participantes poderão apresentar projetos de urbanismo, tendo em vista a eliminação de áreas de risco, a implantação de infraestrutura urbana, drenagem, construção de espaços públicos e de novas unidades habitacionais, impulsionando esses locais a se transformarem em novos bairros da cidade.
Todo o processo de inscrições será feito online, por meio deste portal 
http://www.habisp.inf.br/homep/pagina/b38h5_sehab-lanca-concurso-publico-nacional-de-projetos


Acesse "Renova SP" e conheça todos os detalhes.


Prefeitura abre concurso Renova SP para a urbanização de 209 favelas e loteamentos


9 de Junho de 2011 - 10:32

Autoria e fonte: http://www.prefeitura.sp.gov.br/portal/a_cidade/noticias/index.php?p=44792

O concurso nacional ''Renova SP'' vai selecionar e contratar projetos para urbanizar 23 Perímetros de Ação Integrada (PAIs). O concurso é aberto para arquitetos, urbanistas e escritórios brasileiros do setor. As inscrições estão abertas até 25 de julho.


A Prefeitura de São Paulo acaba de abrir as inscrições para o Concurso Renova SP, voltado a arquitetos de todo o Brasil, para realização de urbanização de favelas e de loteamentos irregulares em áreas de assentamentos precários, prevendo a implantação de infra-estrutura urbana, drenagem, construção de espaços públicos e de novas unidades habitacionais. Os 22 Perímetros de Ação Integrada (PAIs), divididos a partir de sub-bacias hidrográficas, foram selecionados mediante avaliação de índices como infra-estrutura, saúde, vulnerabilidade social, entre outros. As propostas vencedoras vão abranger 209 favelas e loteamentos para propiciar água, coleta e tratamento de esgoto, iluminação, paisagismo, entre outros serviços, a 73.136 moradias. 

Organizado pela Secretaria Municipal de Habitação (Sehab), com coordenação indicada pelo Instituto de Arquitetos do Brasil, IAB Nacional, o Renova SP integra o Programa de Urbanização e Regularização de Assentamentos do Plano Municipal de Habitação (PMH), estruturado em consonância com o Plano Municipal de Saneamento.Desde 2005 até o momento, a Prefeitura já beneficiou 150.000 famílias nos programas de Urbanização de Favelas e Mananciais, das 800 mil detectadas no levantamento inicial, e entregou 6.803 unidades habitacionais, além das 14.518 unidades em construção no primeiro trimestre de 2011.  

Concurso inovador

O Renova SP foi concebido a partir de amplo mapeamento dessas áreas, realizado pela Sehab. Ao longo de cinco anos, foram levantadas todas as condições e criada uma metodologia para a possível elaboração de um plano urbanístico nesses locais. Pelo site do concurso, os interessados terão acesso a todos os dados sobre os assentamentos precários da Cidade, com informações técnicas e sociais que possibilitam, além de elaborar as propostas, conhecer as intervenções priorizadas pelo poder público.  Outra distinção é o fato de que, pela primeira vez, a arquitetura é a protagonista de intervenção urbana dessa dimensão, pois caberá aos escritórios vencedores o domínio na coordenação de equipes e no gerenciamento de consórcios. Outro dado que diferencia o Renova SP dos demais concursos é o contrato, que será integral, dos estudos preliminares ao projeto executivo.O prêmio, no valor total de R$ 58 milhões, inclui o valor do contrato, a ser dividido entre as 22 propostas eleitas. Trata-se do maior volume de obras (55.642.278m²), já elaborado para a cidade de São Paulo em um concurso voltado à urbanização de áreas precárias.

Áreas contempladas

A Sehab escolheu 22 Perímetros de Ação Integrada (PAI) onde se concentram assentamentos precários. Tal escolha foi possível em função do Sistema de Priorização de Intervenções, que, ao cruzar informações sobre precariedade de infra-estrutura, áreas de risco, indicadores de vulnerabilidade social e de saúde, define uma pontuação específica para cada assentamento.

O Plano Municipal de Habitação - PMH

Atualmente, existem 3 milhões de pessoas que vivem em assentamentos precários – favelas, loteamentos irregulares, cortiços - em todas as regiões da Cidade. O PMH foi desenvolvido com o objetivo de equacionar as questões habitacionais de São Paulo, propondo ações entre 2009 e 2024.Para garantir que a integração dos estudos e trabalhos tenha efeitos positivos na melhoria da qualidade urbanística e ambiental da Cidade, o Plano adotou a sub-bacia hidrográfica como unidade de planejamento do território de desenvolvimento urbano e ambiental. No interior de cada uma das 99 sub-bacias hidrográficas de São Paulo, foram traçados os PAIs.Cada perímetro abrange um conjunto de ações dos diferentes programas habitacionais implementados pela Sehab e a sua relação com outros programas, como parques lineares, da Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente, Córrego Limpo e Projeto Tietê, da Sabesp, Operações Urbanas, entre outros. O perímetro também serve como referência territorial para a elaboração de diagnósticos e planos urbanísticos que contemplem a totalidade dos agentes sociais envolvidos com as intervenções.

Como participar

Todo o processo do Renova SP será online, por meio do site www.habisp.inf.br. Para isso, basta criar uma senha e enviar as propostas até o dia 25 de julho. O júri se reunirá a partir do dia 26 de julho para deliberação e o resultado será divulgado em 29 de julho.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Veja onde descartar objetos obsoletos, como celulares e lâmpadas


Veja onde descartar objetos obsoletos, como celulares e lâmpadas


05/06/2011 - 07h00



autoria: ROSANA FARIA DE FREITAS
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

De um ano para o outro, o seu computador fica obsoleto. O celular passa de item cobiçado a peça pré-histórica em questão de meses. Imagine se esses produtos, e mais baterias de carro, exames de raio-X e lâmpadas fluorescentes fossem dispensados como entulho comum.
Veja o especial Dia Mundial do Meio AmbienteVeja imagens de depósito de pneus
Marlene Bergamo/Folhapress
Depósito da Utep em Guarulhos (Grande SP), onde pneus são triturados e reciclados para servir de matéria-prima para asfalto, mangueiras e sapatos
Depósito da Utep em Guarulhos (Grande SP), onde pneus são triturados e reciclados para servir de matéria-prima para asfalto, mangueiras e sapatos

As baterias de carro contêm chumbo, que gera problemas ao sistema nervoso, enfraquece os ossos, causa anemia. Essas substâncias tóxicas podem se instalar em seu corpo de forma simples: uma vez despejadas no solo, têm suas matérias-primas decompostas, são ingeridas por vermes e minhocas e, em contato com o lençol freático, entram na cadeia alimentar por meio das plantas. Como você é o último componente desse ciclo, consome as substâncias absorvidas ao longo do processo.
As lâmpadas fluorescentes contêm vidro e metal, e são compostas por fósforo e mercúrio. O fósforo favorece o surgimento de câncer e provoca lesões nos rins e no fígado; o mercúrio, se inalado, pode causar dor de cabeça, febre, fraqueza muscular. A esses "poluidores" se unem outros, como computador e pneu, todos com componentes tóxicos na composição.
O Brasil é o país que mais descarta computadores pessoais per capita --0,5 kg por habitante--, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU). Na China é de 0,2 kg por pessoa.
O número dessas máquinas vendidas no país sobe 15% a 20% ao ano: em 2010, atingiu 13,3 milhões, de acordo com a consultoria IT Data.
No mundo todo, são geradas 40 milhões de toneladas de resíduos eletrônicos anualmente, sendo que apenas 10% passam por reciclagem de forma apropriada.
O trabalho de desmontagem e o reaproveitamento é pouco conhecido por aqui, segundo o Cedir (Centro de Descarte e Reuso de Resíduos de Informática da USP).

REAPROVEITAMENTO
Para entender a importância de dar destino certo ao velho aparelho de TV ou ao computador, é preciso se dar conta de que quase 50% dos eletroeletrônicos é composto de plástico e ferro, insumos largamente aproveitáveis. O chumbo volta à ativa como matéria-prima. O vidro das telas gera cerâmica vitrificada, empregada em pisos.
Grande parte do asfalto vem dos pneus que são dispensados adequadamente. Embora a valorização energética --em caldeiras de indústrias, por exemplo-- seja o principal destino, boa parte deles é utilizada para fazer asfalto ecológico, piso de quadras poliesportivas e artefatos de borracha, como tapetes e sapatos.
Segundo a Reciclanip, entidade responsável pela coleta de pneus e ligada à Anip (Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos), em 2010 o Brasil reciclou mais de 300 mil toneladas de pneus, equivalente a quase 62 milhões de unidades de carros.

ONDE DESCARTAR
Jogar o lixo no lugar certo ajuda a sustentabilidade do planeta porque significa economia e aproveitamento de matéria-prima. Por isso, alguns países fazem recomendações oficiais para o descarte correto do produto.
No Brasil, uma iniciativa desse tipo seria de grande valia, porque só em São Paulo o volume mensal de compra de óleo é de mais de 20 milhões de litros, segundo pesquisa da Nielsen. Aqui, algumas empresas e hospitais fazem a coleta daquilo que já não serve mais para você.
Editoria de Arte/Folhapress

Parques sustentáveis: Projeto V.I.D.A. - Valor da Importância da Água surpreende com quase 53% de economia no parque!





Projeto V.I.D.A. - Valor da Importância da Água
da 
FOX-IT SERVICE
é
Sustentável!


1º lugar no Premio Melhores Práticas da A3P do MMA – Gerência Regional de Administração do Ministério da Fazenda em São Paulo com o projeto “Vida: Valor e Importância da Água , na Subcategoria Melhor Gestão da Água 


fotos: parques sustentáveis
 
torneiras com economizador






Testamos no parque


Resultado já no 1º mes: rápida implantação entre os dias 06 e 09 de maio

Consumo médio =345,86m³/mes

Consumo maio/2011=162m³/mes

Economizou 183,86m³/mes= 53,16%



Mês referência
Consumo (m³)
Vencimento
Valor Faturado

Maio/2011
16223/7/2011R$ 3.282,40
Abril/2011
36323/6/2011R$ 7.728,52
Março/2011
37223/5/2011R$ 7.927,60
Fevereiro/2011
34023/4/2011R$ 7.219,76
Janeiro/2011
35523/3/2011R$ 7.727,54
Dezembro/2010
29923/2/2011R$ 6.312,84
Novembro/2010
36623/1/2011R$ 7.794,88
Outubro/2010
32623/12/2010R$ 6.910,08


Valvula de descarga com adaptador


  • Projetos para solução de redução do consumo de água.
Um projeto de economia de água, visando combater o desperdício de água em grandes consumidores, atendendo clientes como:

       Parques;
       Faculdades;
       Hospitais;
       Hotéis;
       Empresas;
       Condomínios Comerciais e
       Administradoras de Condomínios



       Torneira antivandalismo no bebedouro do parque



Impactando uma redução em sua conta de água mensal em até 30% do consumo em m3.
Sem alterar a plataforma hidráulica de seu ambiente.



                                                         Educação ambiental

    • Gerenciamento de água.
    • Reduza seu consumo de água em até 30%.
    • Laudos e vistorias técnicas em condomínios.
    • Sistema de captação de água da chuva.
        • Instalação completa
        • Captação, Filtragem e Armazenamento.
        • Sistema ambientalmente correto
        • Assistência técnica e manutenção.
        Bebedouro
        Bebedouro coletivo
    Consulte:

    marcelo.athayde@fox-itservice.com
    Fone: (11)3120-5156



    fonte: http://www.fox-itservice.com/home/projetos.php






    .
    • Medição Individualizada de água.
    Conceito
    A medição individualizada de água em unidades privativas constitui-se numa metodologia muito importante para a redução do desperdício de água, pois permite que cada um conheça o seu consumo e pague proporcionalmente ao mesmo.
    Assim sendo, independentemente do consumo individual real de cada unidade, tenha ele uma ou dez pessoas, sempre a cobrança dos serviços é feita por igual. E o que é mais grave, mesmo que o consumidor viaje de férias e mantenha a unidade fechada, sempre pagará com se estivesse normalmente consumindo.
                                  
    Objetivo Geral
    A medição individualizada de água em unidades autônomas é destinada a combater o desperdício predial de água em edifícios de apartamentos e nos demais condomínios prediais. Podemos destacar;
    • Redução do consumo de água;
    • Redução do consumo de energia elétrica pela redução do volume bombeado para o reservatório superior;
    • Contas de água/esgoto das unidades baseadas em consumo reais;
    • Identificação de vazamentos de difícil percepção;
    • Maior satisfação dos usuários;
    • Redução do volume efluente de esgoto com benéficos ecológicos.

    Instalação
    • A Fox deverá fazer uma visita técnica no condomínio para avaliar que tipo de instalação se adéqua melhor.
    • Somos responsáveis pelo fornecimento do hidrômetro, instalação e leitura e emissão de cada conta individual.
    • Não há necessidade de adentrar as unidades para fazer a leitura mensal, pois é feito através de telemetria.
    Toda informação coletas é transmitida ao sistema da Fox de forma confiável.



    Condomínios novos
    Algumas edificações novas já estão preparas para a individualização de água sendo atendida por uma única prumada.


    Condomínios antigos
    Em edificações mais antigas existem varias prumadas de distribuição de água, sendo necessária a instalação de um hidrômetro para cada prumada, conforme o desenho abaixo.




      • Medição Individualizada de gás.








    Da Agência Ambiente Energia - O Ministério do Meio Ambiente (MMA) entregou, na semana passada, o 2º Prêmio Melhores Práticas da A3P, que busca estimular a implementação de iniciativas inovadoras de gestão ambiental que contribuam para a melhoria do ambiente organizacional e do meio ambiente. Na categoria Inovação na Gestão Pública, a Caixa Econômica Federal venceu com o projeto “Sistema de Aquecimento Solar de Água na Habitação de Interesse Social”. Na subcategoria Melhor Gestão de Energia, o primeiro lugar ficou com a prefeitura municipal de Natal (RN) com o projeto “Agenda Verde: Economizando Energia”.
    Veja a relação completa com os vencedores em todas as categorias:

    I – Categoria Gestão de Resíduos
    1º lugar – Banco da Amazônia com o projeto “Amazônia Recicla”;
    2º lugar – Prefeitura Municipal de Mesquita (RJ) com o projeto “Coleta Seletiva nas Repartições Públicas”;
    3º lugar – Universidade Federal de Santa Catarina (SC) com o projeto “Plano de Gerenciamento de Resíduos do Hospital Universitário: Faça seu Papel, Não Encha o Saco”.


    II – Categoria Uso sustentável dos Recursos Naturais- Subcategoria Melhor Gestão da Água
    1º lugar – Gerência Regional de Administração do Ministério da Fazenda em São Paulo com o projeto “Vida: Valor e Importância da Água ;
    2º lugar – Caixa Econômica Federal com o projeto “Construção Sustentável “Uso Racional da Água nos Prédios da Caixa”;
    3º lugar – Instituto Tecnológico e de Pesquisas do Estado de Sergipe com o projeto “Recuperação das águas de refrigeração dos laboratórios – preservando os recursos hídricos do Estado”.


    - Subcategoria Melhor Gestão de Energia
    1º lugar – Prefeitura Municipal de Natal (RN) com o projeto “Agenda Verde: Economizando Energia”;
    2º lugar – Prefeitura Municipal de Ibirarema (SP) com o projeto “Programa Municipal de Habitação Sustentável”;


    III – Categoria Inovação da Gestão Pública
    1º lugar – Caixa Econômica Federal com o projeto “Sistema de Aquecimento Solar de Água na Habitação de Interesse Social”;
    2º lugar – Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) com o projeto “Reciclagem Cidadã”;
    3º lugar – Departamento Autônomo de Água e Esgoto de Penápolis (SP) com o projeto “Agenda Ambiental na Administração Pública: Experiência do DAEP”;

    Proteção bacteriana

    Proteção bacteriana

    08/06/2011

    Estudo publicado na Science, com participação brasileira, mostra como plantas exploram combinação específica de bactérias do solo para se proteger de patógenos. Trabalho identificou 33 mil microrganismos (reprodução)
    autoria: Por Fábio de Castro
    Agência FAPESP – Os chamados “solos supressivos” são ecossistemas naturalmente especiais: nesse tipo de solo, mesmo que os agentes patógenos persistam, eles causam pouquíssimo dano às plantas. No entanto, os microrganismos e mecanismos responsáveis por essa característica são pouco conhecidos.
    Utilizando uma técnica metagenômica, um grupo internacional de cientistas, com participação brasileira, identificou uma série de bactérias e genes envolvidos no fenômeno.
    Os dados, publicados na revista Science, indicam que, sob um ataque de patógenos, as plantas, a fim de se proteger contra infecções, podem explorar uma combinação de micróbios específica contida no solo.
    O primeiro autor do artigo, Rodrigo Mendes, atualmente pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Meio Ambiente, participou do estudo durante seu pós-doutorado na Universidade de Wageningen, na Holanda, entre 2009 e 2010. Entre 2003 e 2008, Mendes cursou o doutorado na Universidade de São Paulo (USP), com Bolsa da FAPESP.
    O estudo identificou 33 mil bactérias associadas, de forma consistente, à supressão de doenças. Segundo Mendes, o estudo, que ganhou comentário na revista Nature Biotechnology, concluiu que o fenômeno de supressão de doenças não depende apenas da atuação de bactérias isoladas, mas também da sinergia de todo um consórcio de bactérias. Os dados indicam que essa combinação específica de microrganismos é ativada por uma sinalização no contexto da própria comunidade bacteriana.
    “Um dos pontos fortes do estudo é que ele teve um enfoque transversal, abrangendo desde a observação de campo, passando pela identificação da comunidade, dos grupos bacterianos, do gênero, da espécie, das linhagens específicas dos microrganismos e de seus genes, até chegar aos metabólitos utilizados pela bactéria para defender a planta do patógeno”, disse à Agência FAPESP.
    Um dos objetivos gerais da pesquisa era contribuir para a compreensão de como as plantas utilizam e dependem da comunidade microbiana associada a elas para sobreviver. Mendes explica que estudos semelhantes são frequentemente realizados em mamíferos.
    “Sabemos, por exemplo, que o homem depende, para sobreviver, de microorganismos presentes nos nossos intestinos ou na nossa pele, que auxiliam na absorçao de nutrientes e na proteção contra doenças. Muitas vertentes de literatura consideram, por isso, que o homem, por viver em conjunto com esses microrganismos, é um superorganismo, que inclui não apenas o genoma humano, mas também os de milhões de microorganismos associados. Aplicamos essa mesma visão às plantas, observando-as não só como um organismo hospedeiro isolado, mas um superorganismo em conjunto com seu microbioma”, explicou.
    O estudo teve foco especificamente nos microrganismos que vivem associados à raiz das plantas. À medida que são infectadas, as plantas expostas aos patógenos do solo sofrem pressão positiva para recrutar as bactérias necessárias para sua proteção. O solo é considerado supressivo quando essa comunidade de bactérias é tão bem selecionada que, mesmo na presença do patógeno, a planta não é infectada.
    “Em um extremo, há o solo supressivo no qual a planta resiste completamente à presença do patógeno. No outro extremo está aquele solo no qual a planta morre rapidamente ao ser exposta ao patógeno. Nossa estratégia foi avaliar, em um solo semelhante, seis níveis diferentes de supressão de doenças. O que diferenciava essas seis porções de solo era justamente a estrutura da comunidade bacteriana neles presente”, explicou Mendes.
    Controle biológico indireto
    O primeiro passo da pesquisa consistiu na observação de campo, a fim de identificar os lugares em que a infecção aparecia. Em seguida, os pesquisadores analisaram a comunidade bacteriana presente nos seis níveis diferentes de proteção do solo, identificando quais grupos desempenhavam algum papel nessa proteção.
    Na fase seguinte foram selecionados e isolados alguns grupos-alvo, em uma prova de princípio, para mostrar que grupos específicos estavam relacionados à proteção no campo.
    “Um dos grupos que usamos para provar esse fenômeno é um grupo bem estudado, que algumas vezes foi associado com solos supressivos. Mas isso nunca tinha sido observado em tamanho grau de detalhamento. Nosso estudo revelou um conjunto muito maior do que se imaginava de grupos bacterianos diferentes associados à proteção”, afirmou.
    Segundo Mendes, o estudo poderá contribuir para a futura descoberta de novas moléculas e compostos antibióticos que possam ser utilizados no controle biológico de doenças de plantas.
    “Podemos até mesmo pensar em um controle biológico indireto, isto é, em vez de apostar na introdução no solo de um componente biológico de proteção, os genes da planta podem ser manipulados para que ela selecione com mais eficiência os microrganismos que aumentam seu nível de proteção”, disse.
    Para que a alternativa da engenharia genética seja possível, no entanto, Mendes lembra que será preciso antes compreender com precisão o funcionamento da comunicação entre a planta e os grupos de bactérias de interesse.
    “Demonstramos que a planta utiliza esse recurso. Agora temos que entender como a planta se comunica com esse microbioma. A partir daí será possível manipular a planta para que ela aprimore sua capacidade de seleção microbiana”, disse.
    O artigo Deciphering the Rhizosphere Microbiome for Disease-Suppressive Bacteria (DOI: 10.1126/science.1203980), de Rodrigo Mendes e outros, pode ser lido por assinantes da Scienceem www.sciencemag.org/content/332/6033/1097.full.