domingo, 25 de janeiro de 2015

Aniversário de 461 anos de SP!



Aniversário da cidade será comemorado com homenagens, atividades culturais e esportivas

Shows, passeios e exposição estão entre as atividades gratuitas dos 461 anos da capital. Medalha 25 de janeiro homenageará os arquitetos Paulo Mendes Rocha, João Batista Vilanova Artigas e Lina Bo Bardi



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Programação cultural

Em comemoração aos 461 anos de São Paulo
No próximo dia 25 de janeiro, o Serviço Funerário, por meio do programa Memória & Vida, preparou uma série de atividades culturais no cemitério Consolação, homenageando personalidades que contribuíram para a história da metrópole.
12 horas
Sarau idealizado com obras de Oswald de Andrade, por Danilo Monteiro, poeta e ator do grupo Dolores Boca Aberta. Capela do cemitério Consolação.
13 horas
Apresentação do poema “A meditação sobre o Tietê” de Mario de Andrade, pelo ator Pascoal da Conceição, que também declamará outros poemas do escritor. Capela do cemitério Consolação
Gabriela Machado e Emiliano Castro, flauta e violão de sete cordas, respectivamente, no show A Dois, na capela do cemitério Consolação. O repertório elaborado pelo dueto para celebrar os 461 anos da cidade trará clássicos do cancioneiro paulistano de autores como Paulo Vanzolini, Adoniran Barbosa, choros inigualáveis do compositor paulistano Esmeraldino Salles, além de composições dos próprios intérpretes e peças dos imortais Pixinguinha, Jacob do Bandolim e Heitor Villa-Lobos.
Gabriela Machado integra, entre outros grupos, a Banda Sinfônica do Estado de São Paulo. Flautista destacada na cena do choro paulistano, foi solista por 19 anos do grupo Choronas. 
Emiliano Castro, compositor e solista que, entre muitas produções, trabalhou ao lado de Yamandu Costa, Emilio Santiago, Guinga, Zeca Baleiro e Zizi Possi.
14 horas
Exposição Totens com Qr Code – Em parceria com a empresa Memoriall, destacamos a instalação de um Mapa com a localização das sepulturas de artistas, políticos, intelectuais e personalidades públicas, além das obras de arte tumular e de totens com a tecnologia qr Code para que os visitantes acessem a biografia de personagens que entraram para a história da nossa cidade. No dia 25 de janeiro, os visitantes já poderão consultar 105 Tags instalados pela necrópole.
16 horas
Peça teatral Além dos Cravos, com o grupo EmFoco, cemitério Consolação. Classificação etária: livre. Reserve seu ingresso pelo endereço eletrônico: temporadaemfoco@gmail.com
17h30
Apresentação dos Trovadores Urbanos, em parceria com a Secretaria de Cultura. Foi debaixo das janelas paulistanas que os Trovadores Urbanos começaram a entoar sua serenata, misto de teatro, música e poesia, que já foi ouvida, vista e aplaudida por milhares de pessoas no Brasil e no mundo. O grupo homenageará Oswald de Andrade, Guiomar Novaes, Tarsila do Amaral, Paulo Goulart, Georgia Gomide e Mario Zan, entre outros.


Aniversário de 461 anos de SP tem shows de Pitty, Jorge Ben Jor e Ira!

http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2015/01/aniversario-de-461-anos-de-sp-tem-shows-de-pitty-jorge-ben-jor-e-ira.html


Festa começa no sábado (24) e continua no domingo (25). 

Secretaria de Esportes faz 'Pedalada de Aniversário' na manhã de domingo.

Do G1 São Paulo
O cantor Jorge Ben Jor, que fará show no domingo em São Paulo (Foto: Prefeitura/Divulgação)O cantor Jorge Ben Jor, que fará show no domingo
em São Paulo (Foto: SMC/Divulgação)
O aniversário de 461 anos de São Paulo, que será celebrado no domingo (25), terá  shows do cantor Jorge Ben Jor e das bandas Ira! e Dead Fish, entre outros artistas. Estas são algumas das mais de 60 atrações gratuitas previstas para comemorar a data em quatro palcos espalhados pela cidade e no Centro Esportivo e de Lazer Tietê.
Boa parte dos eventos começam já no sábado (24). (Veja abaixo a programação completa)
Na Zona Norte, o palco montado na Avenida Engenheiro Caetano Álvares, em Santana, terá show da banda de reggae Planta e Raiz e Dead Fish no sábado. No domingo, o cantor e compositor Leandro Lehart, ex-integrante do grupo Art Popular, faz apresentação às 20h.
O Centro Esportivo e de Lazer Tietê recebe, na região central da cidade, ficará com um dos destaques da programação. É o show do cantor e compositor Jorge Ben Jor, às 16h do domingo. Na sequência, haverá um baile de música black comandando pelo Clube do Balanço.
Neta de Dorival Caymmi, a cantora Alice Caymmi faz show de seu novo trabalho solo, “Rainha dos raios” (Foto: Secretaria de Cultura de São Paulo/Divulgação)Neta de Dorival Caymmi, a cantora Alice Caymmi faz show de seu novo trabalho solo, “Rainha dos raios” (Foto: SMC/Divulgação)
Na Zona Sul da cidade, os shows ocorrem na Avenida do Arvoreiro, no Grajaú. No dia 24, o cantor e compositor Odair José, representante do estilo brega dos anos 70, vai se apresentar a partir das 17h. Às 21h, é a vez da banda Ira! subir ao palco. O grupo retornou aos palcos em outro evento da cidade, a Virada Cultural de 2014. No dia 25, o rapper Thaíde convida o grupo Detentos do Rap para uma apresentação marcada para as 17h.
Os shows da Zona Leste acontecem em Itaquera, no Parque Linear Rio Verde. No sábado, às 13h, a banda The Dead Rocks se apresenta. Na sequência, a banda Jonnata Doll & Os Garotos Solventes leva à Zona Leste o rock nordestino. O encerramento fica por conta da roqueira Pitty, que traz músicas de seu último álbum “Sete vidas”, lançado no ano passado. O show da cantora será às 20h. No dia 25, a programação conta com a presença da velha guarda da escola de samba Camisa Verde e Branco.
Na Zona Oeste, o palco será montado no Largo da Batata, em Pinheiros, que recebe, no dia 24, às 18h, a banda de pós-punk Patife Band. Neta de Dorival Caymmi, a cantora Alice Caymmi faz show de seu novo trabalho solo, “Rainha dos raios”. No domingo, o encerramento será da banda Nação Zumbi.
Esporte
Na manhã de domingo, a partir das 8h, a Secretaria de Esportes promoverá a “Pedalada de Aniversário - São Paulo 461 anos”. Os interessados em pedalar pela cidade sairão do Masp, na Avenida Paulista, rumo ao Vale do Anhangabaú, com uma parada no Centro Esportivo e de Lazer Tietê. A concentração do pelotão para a saída será às 7h
Confira a programação de shows:
Palco Zona Oeste
Endereço: Largo da Batata
24/01
14h – Fanta Konatê
15h30 - Ilú Oba de Mim
16h30 - Negro Léo
18h - Patife Band
19h30 - Alice Caymmi
21h15 - Dona Onete      
25/01
14h - Pérola Negra
15h - Nômade Orquestra
16h - Jazz in Roots
16h30 – Chucrobillyman
17h – Metá Metá
19h - Nação Zumbi
Performances: Keröáska – formado por: Kaloan Meenochite, Pilantröpóv e Diego Monte Alto
Projeções: Luiza Šø, Gregorio Gananian, Gabriel Kerhart e Bruno Nogueira
Luzes: Paulinho Fluxus

Palco Zona Leste
Endereço: Parque Linear Rio Verde - Rua Tomazzo Ferrara, s/nº
24/01
13h- The Dead Rocks
14h- Mamagumbo
15h- Rafael Castro
16h30-  Jonnatan Doll
18h- Tigre Dente de Sabre
20h- Pitty (principal)
25/01
12h30 - Capoeira União dos Palmares
13h - Parabola
13h40 - Capoeira União dos Palmares
14h - FL&Maskot
14h40 - Capoeira União dos Palmares
15h - Carolina Soares
15h40 - Samba Rock - Aula
16h - Velha Guarda do Camisa Verde convida Paula Lima
17h - Samba Rock - Aula
17h20 - Lei Di Dai
18h10 - Samba Rock - Aula
18h30 -  De Menos Crime
19h30  - Intervalo
20h30  - Tribo de Jah

Palco Zona Sul
Endereço: Av. do Arvoeiro, s/n, Pq das Arvores, Grajaú
24/01
14h – Iara Rennó
15h30 - Tarântulas e Tarantinos
17h - Odair José
18h45 - Golpe de Estado
21h - Ira!
Intervalos: DJ Don KB
25/01
Abertura - Capoeira
14h - Grupo Recepção
15h15 - Carlos Dafé
17h - Thaíde convida Detentos do Rap
18h30 - Pagode da 27 convida Sombrinha
19h45 - Almir Guineto
Intervalos: Costa Senna

Palco Zona Norte
Endereço: Final da Av. Engenheiro Caetano Álvares (alt. do nº 7.000) - Santana.
24/01
Apresentador: Lenda ZN
13h - Planta e Raiz
14h - Núcleo Pavanelli de Teatro de Rua e Circo
15h - Jica Y Turcão
15h30 - Karina Buhr
16h30 - Vivendo do Ócio
17h30 - Dance of Days
18h30 - Dead Fish
19h30 - Diabos Mutantes
20h - Krisiun
25/01
Apresentador: Lenda ZN
12h - Quilombo Hi Fi
13h - Jr. Dread
14h30 - Maneva
15h30 - Inventivos
16h30 - Green Team + Rincon
17h30 - Sombra
18h45 - Flora Matos
20h - Leandro Lehart
21h - Baile do Simonal
Centro
Centro Esportivo e de Lazer Tietê
Endereço: Avenida Santos Dumont, 843 - Luz
25/01
16h - Clube do Balanço e Jorge Ben Jor

sábado, 24 de janeiro de 2015

Lixo da indústria de alimentos pode virar energia limpa

http://agencia.fapesp.br/lixo_da_industria_de_alimentos_pode_virar_energia_limpa/20513/

14 de janeiro de 2015

Por Karina Toledo


Pesquisadores do Cempeqc/Unesp desenvolvem metodologia para produzir hidrogênio a partir de águas residuárias do beneficiamento da laranja (fotos: divulgação e Wikimedia)


Agência FAPESP – Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Araraquara (SP) estudam a viabilidade de usar a água residuária da indústria de suco de laranja para produzir hidrogênio – uma fonte de energia renovável, inesgotável e não poluente.
A pesquisa, apoiada pela FAPESP, está em andamento no Centro de Monitoramento e Pesquisa da Qualidade de Combustíveis, Biocombustíveis, Petróleo e Derivados (Cempeqc) do Instituto de Química da Unesp.
“A vantagem de produzir hidrogênio a partir de águas residuárias é aproveitar, de maneira sustentável, uma fonte de carbono que hoje está sendo descartada”, argumentou Sandra Imaculada Maintinguer, pesquisadora do Cempeqc.
De acordo com a pesquisadora, a proposta é reaproveitar a energia gerada localmente, na própria indústria, para abastecer as bombas dos sistemas de tratamento biológico, por exemplo.
“O método poderia beneficiar não apenas o setor citrícola, como o sucroalcoleiro, indústrias de refrigerantes, cervejas e de outros alimentos”, afirmou Maintinguer.
O hidrogênio, explicou a pesquisadora, é quase três vezes mais energético que os hidrocarbonetos e que o metano e quatro vezes mais que o etanol. No entanto, em razão do custo ainda elevado de armazenamento e transporte, seria inviável usar o gás, por exemplo, para substituir a energia hidrelétrica – ainda muito barata no Brasil.
O grupo de pesquisadores do Cempeqc está estudando três diferentes resíduos do beneficiamento da laranja cedidos por uma empresa situada em Matão (SP): o melaço, a vinhaça e a água residuária.
Embora o melaço e a vinhaça apresentem concentrações mais elevadas de açúcares (40 a 150 g glicose/L), testes preliminares sugerem que a água residuária (12g glicose/L) é a mais indicada para a produção biológica de hidrogênio.
“Quando a concentração de substrato é muito elevada, pode ocorrer a inibição do crescimento dos microrganismos que quebram os açúcares em moléculas menores, como ácidos orgânicos e hidrogênio. Existe uma faixa ideal, que parece ser a da água residuária”, disse Maintinguer.
Além da glicose, os pesquisadores também encontraram outras fontes de carbono na água residuária, como frutose e ácidos orgânicos, além de impurezas como óleos e detergentes usados no processo industrial.
“Fizemos os testes usando a água residuária com todas as impurezas e, mesmo assim, os resultados foram muito promissores. Conseguimos transformar cerca de 65% desse resíduo em hidrogênio. Como os microrganismos usam os nutrientes para crescer e se multiplicar em primeiro lugar, a produção nunca chega a 100%”, explicou a pesquisadora.
Arqueas metanogênicas
Os ensaios, em escala de bancada, foram feitos em reatores anaeróbios (frascos de vidro hermeticamente fechados), para evitar que o contato com o oxigênio inibisse a produção da enzima hidrogenase, extremamente importante na produção biológica de hidrogênio.
Na água residuária foi inoculado um conjunto de microrganismos de diferentes classes coletado em sistemas de tratamento biológico de esgotos sanitários. De acordo com a pesquisadora, o inóculo também pode ser obtido a partir do próprio lodo formado nos sistemas biológicos de tratamento industrial.
Porém, é necessário um pré-tratamento para eliminar as chamadas arqueas metanogênicas, um tipo de microrganismo capaz de consumir o hidrogênio produzido para formar metano, algo indesejável nesse caso.
“O processo biológico anaeróbio tem várias etapas e, em cada uma delas, atua uma classe diferente de microrganismo. Os carboidratos são quebrados em açúcares, ácidos orgânicos, acetato, hidrogênio e, se o processo não for interrompido, em metano”, disse a pesquisadora.
Para evitar que isso aconteça, o inóculo é submetido a um choque térmico e o pH do meio é reduzido para 5,5. O pré-tratamento causa a eliminação das arquéias metanogênicas, enquanto as bactérias úteis para o processo apenas entram em estado vegetativo, voltando a se multiplicar quando as condições se tornam favoráveis.
“É um método fácil e barato e só é necessário fazê-lo uma vez. Depois posso reaplicar o inóculo em outra amostra quando acabar o substrato no reator. Por enquanto, estamos usando apenas a configuração de reator em batelada (frascos com quantidades limitadas onde a reação ocorre até o substrato acabar e depois é preciso reabastecer). O próximo passo é testar em um reator de fluxo contínuo”, disse Maintinguer.
Além do hidrogênio, resultam do processo alguns ácidos graxos voláteis – como o ácido butírico e o ácido acético – também passíveis de serem transformados em hidrogênio por bactérias fotoheterotróficas.
“Elas consomem esses ácidos na presença da luz e liberam mais hidrogênio, elevando assim o rendimento”, explicou a pesquisadora.
Na avaliação de Maintinguer, o Brasil tem um grande potencial para ser referência em tecnologia do hidrogênio e é beneficiado pelo fato de ser um país tropical, com temperaturas médias anuais em torno de 25ºC – favorável ao desenvolvimento de bactérias.
“Em países como Holanda e Alemanha é preciso aquecer os reatores para que o processo seja bem sucedido”, comentou.
O Ministério de Minas e Energia tem planos para introduzir o hidrogênio na matriz energética do país até 2025, inclusive como combustível automotivo. Uma das metas do governo brasileiro é que, após 2020, toda a produção do gás seja obtida a partir de fontes renováveis.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Decreto que cria Parque Municipal Chácara do Jockey é publicado no Diário Oficial


http://www.capital.sp.gov.br/portal/noticia/5152

Área verde de 143,5 mil metros quadrados na zona oeste se transforma em espaço público com equipamentos de cultura, esportes e lazer


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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Manual Técnico de Arborização Urbana


Exibindo image001.jpg

Parklets

http://gestaourbana.prefeitura.sp.gov.br/parklets/

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Extensões temporárias de calçada promovem o uso do espaço público de forma democrática, permitindo à comunidade construir seu próprio espaço de convívio, resgatando as narrativas locais, melhorando a paisagem urbana e transformando espaços em lugares melhores para se viver e conviver
desenho
Qual paulistano não gostaria de caminhar pelas calçadas e se deparar com espaços públicos onde possa sentar, descansar e conversar com os amigos? O Parklet é uma intervenção urbana temporária, que discute o espaço público e uso do solo de forma democrática.
A possibilidade de influenciar a qualidade de vida das pessoas, por meio da melhoria da infraestrutura urbana, através de diagnóstico das carências de espaços públicos presentes na cidade e na identificação de potencialidades, integram um importante fator de mudança para reformulação das políticas públicas de ocupação dos espaços urbanos.
Não basta projetar uma praça ou um parque. É preciso entender a dinâmica de cidade que se deseja e a vida das pessoas no seu dia a dia. Os espaços públicos devem refletir as necessidades e os anseios dos seus usuários, para só assim serem realmente utilizados.
Enquanto o carro passa a maior parte do dia estacionado, o espaço por ele ocupado pode ser usado de forma qualitativa por pedestres e ciclistas. Para mudar esse paradigma é preciso pensar formas alternativas de uso do espaço público. Uma reflexão que começa na escala da própria rua, melhorando a convivência entre todos. Trata-se de uma reivindicação da rua como o primeiro espaço público da cidade, que busca o desenvolvimento de espaços de convivência nas ruas, que possam proporcionar aos cidadãos maior interação social e com sua comunidade.
A iniciativa da Prefeitura de São Paulo com a regulamentação da implantação dos parklets busca humanizar e democratizar o uso da rua, tornando-a mais atrativa e convidativa, provocando uma reflexão sobre a cidade para as pessoas.
Trata-se de uma ampliação temporária do passeio público, realizada por meio da implantação de plataforma sobre a área antes ocupada por automóveis na via pública, equipada com bancos, floreiras, mesas e cadeiras, guarda-sóis, aparelhos de exercícios físicos, paraciclos ou outros elementos de mobiliário, com função de recreação ou de manifestações artísticas.
Ao mesmo tempo que restringem o estacionamento dos carros, os parklets permite o uso do espaço de forma democrática, permitindo à comunidade construir seu próprio espaço de convívio, resgatando as narrativas locais, melhorando a paisagem urbana e transformando espaços em lugares melhores para se viver e conviver.
No Brasil o conceito de parklet surgiu em São Paulo, em 2012. A primeira implantação aconteceu no ano seguinte, liderada por um grupo composto por arquitetos, designers e ONGs.  A boa avaliação da população permitiu à Prefeitura de São Paulo transformar a idéia original em política pública de ocupação dos espaços públicos da cidade, revertendo áreas originalmente destinadas aos automóveis para as pessoas. A intenção é de que os primeiros parklets sejam instalados ainda no primeiro semestre de 2014.

APROVEITAMENTO DE ÁGUA DE CHUVA DE BAIXO CUSTO PARA RESIDÊNCIAS URBANAS



http://www.sempresustentavel.com.br/hidrica.htm



CLIQUE PARA AMPLIAR
PROJETOS EXPERIMENTAIS DE BAIXO CUSTO
IMPORTANTE - Como essa água será só para fins não potáveis, aconselhamos usar apenas o cloro de origem orgânica (cloro usado em piscinas) para evitar qualquer tipo de proliferação de bactérias, germes, vírus, etc. Solicite ao fabricante ou revendedor, mais informações sobre os cuidados e manuseios com esse cloro.
Introdução

A superfície do nosso planeta é composta por 70% de água. Essa água tem um ciclo natural, que começa com sua evaporação, formando as nuvens que depois vão retornar para a terra através das chuvas. Porém, de toda água existente no planeta, 97,5% estão nos oceanos e dos 2,5% restantes, 1,5% estão nos pólos (geleiras e icebergs), ficando apenas 1% disponível para nosso consumo, sendo que a maior parte esta em leitos subterrâneos, atmosfera, plantas e animais. Atualmente usamos para nosso consumo as águas de nascentes, lagos, rios e extrações de leitos subterrâneos, os aqüíferos.
Com a poluição cada vez maior do ar, da terra, das nascentes, dos lagos, dos rios e dos oceanos, essas águas estão ficando contaminadas, exigindo uma enorme preocupação para sua preservação, pois sem água natural a vida como conhecemos não tem como existir.
IMPORTANTE! Para que o planeta seja realmente preservado, não basta economizarmos água "limpa"; muito mais importante é tratarmos a água que sujamos (com uma ETE = Estação de Tratamento de Esgoto) e devolvê-la limpa para a natureza, perpetuando o ciclo natural da água. Esse é um compromisso que toda empresa distribuidora de água deve ter perante a natureza.
De nossa parte, os consumidores, o melhor que podemos fazer é economizar ao máximo, evitando que mais e mais águas sejam retiradas da natureza para nosso consumo. Veja a seguir algumas dicas para diminuir esse consumo.
Formas simples para economizar água potável:
  • Fechar a torneira enquanto escovar os dentes, fazer a barba, ensaboar a louça, etc.;
  • Não usar mangueira para lavar pisos, calçadas, automóveis, etc.;
  • Trocar as válvulas hidro-assistidas de descargas por caixas acopladas ao vaso sanitário com limitador(es) de volume(s) por descarga;
  • Diminuir o tempo no banho, e ajustar o fluxo da água;
  • Procurar usar a máquina de lavar roupas apenas quando tiver uma quantidade de roupas (sujas) suficiente para usar o volume máximo da máquina;
  • Se tiver que lavar mais de uma leva de roupas, e se a máquina permitir, antes da máquina jogar fora a água do enxágue, dê uma pausa, tire a roupa limpa, coloque a segunda leva de roupas sujas e reinicie o trabalho da máquina. Depois quando a máquina for centrifugar, dê uma pausa e junte as roupas da primeira leva para centrifugar tudo junto. Assim você economiza um tanque de água;
  • Reúso da água originada do enxágue da máquina de lavar roupas para lavar o chão do quintal;
  • Reduzir a vazão de água do seu chuveiro ou ducha (Um chuveiro normal gasta em média 3,5 litros por minuto);
  • Reduzir ou eliminar o consumo de carne (segundo o conceito de água virtual que leva em consideração toda a água usada para fabricar um produto industrial ou um alimento, uma dieta básica com carne consome cerca de 4.000 litros de água virtual por dia, enquanto a dieta vegetariana requer em torno de 1.500 litros).
Uma outra forma de economizar água é fazer o Aproveitamento de Água da Chuva, e para isso você pode construir e instalar um sistema usando a tecnologia da Minicisterna, que foi criada e desenvolvida baseada na norma ABNT NBR 15.527:2007 "Água de chuva - Aproveitamento de coberturas em áreas urbanas para fins não potáveis".
Os principais objetivos do Aproveitamento de Água da Chuva são:
  • incentivar a população a fazer o aproveitamento correto da água de chuva;
  • fazer com que toda casa urbana tenha pelo menos um sistema simples de Aproveitamento da Água de Chuva;
  • minimizar o escoamento do alto volume de água nas redes pluviais durante as chuvas fortes;
  • usar a água para irrigações nos jardins e lavagens de pisos externos. Assim, essa água vai infiltrar na terra e ir para o lençol freático, preservando o seu ciclo natural;
  • usar a água para lavagens de pisos, carros, máquinas e nas descargas no vaso sanitário.
Antes de iniciar a construção de um sistema de Aproveitamento da Água de Chuva, conheça um pouco mais sobre as chuvas que caem em sua região, e os princípios e componentes básicos de um sistema de Aproveitamento da Água de Chuva.
Conhecendo as chuvas que caem em sua região:
Para familiarizar-se com as atividades pluviométricas de sua região, compre ou construa um pluviômetro.
O pluviômetro é um equipamento super simples, e serve para medir a quantidade de água que caiu durante uma chuva. Veja mais detalhes a seguir.
CLIQUE PARA AMPLIAR
Para construir um pluviômetro caseiro, conforme a foto ao lado, você vai precisar de uma garrafa PET lisa, uma régua de plástico, uma fita adesiva larga e transparente, e um punhado de areia com cimento.
Primeiro corte a parte de cima da garrafa logo abaixo onde termina a curva, fazendo assim um funil. Veja foto ao lado.
Depois misture a areia com cimento e coloque um pouco de água, formando uma massa, sem deixar ficar muito aguado. Depois coloque no fundo da garrafa até ficar levemente acima da linha entre a parte lisa e a curvatura da base. Dê várias batidinhas nas laterais da garrafa para assentar bem a massa. Quando ver que chegou na linha, jogue um pouquinho de cimento sobre a água que deve ter empoçado, dê mais algumas batidinhas e deixe secar por umas 12 horas. Depois verifique se a superfície do cimento ficou bem plana. Caso não tenha ficado, jogue um pouquinho de cimento com água para deixar a superfície bem plana. Depois deixe secar por uns dois ou três dias.
Agora prenda a régua verticalmente e do lado de fora da garrafa com a fita adesiva, de maneira que o "0" da régua fique exatamente rente a superfície do cimento. Depois coloque o funil na boca conforme a foto ao lado. Pronto, você já tem um pluviômetro caseiro.
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A condição ideal para instalar um pluviômetro é em campo aberto e pelo menos a 1,5m de altura.

Veja exemplo na figura ao lado =>
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Na régua do pluviômetro, cada milímetro vai indicar que caiu 1L/m2 (um litro de água por metro quadrado). Veja detalhes no desenho a seguir:
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Com essa informação, mais a área de captação de água da chuva, como por exemplo o seu telhado, podemos calcular quanto de água da chuva seu telhado foi capaz de coletar. Para isso, basta multiplicar a área do telhado pelos milímetros de chuva registrados no pluviômetro. O resultado vai ser sempre X litros
Calculando a área para captação da água de chuva
formas geométricas básicas
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Para calcular a área de uma superfície, é preciso saber como calcular a área de alguns formatos geométricos básicos como o retângulo, o triângulo e o círculo.
Área do Retângulo
Fórmula:
Largura x Comprimento

Exemplo:
Se a largura = 6m e comprimento = 4m Então a área vai ser: 6m x 4m = 24m² Ou seja, a área desse retângulo é de 24m²
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Área do Triângulo

Fórmula:
Área = Base x Altura ÷ 2Exemplo:
Se a base = 6m e altura = 4m
Então a área vai ser: (6m x 4m) dividido por 2 = 12m²
Ou seja, a área desse triângulo é de 12m²
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Área do Círculo

Fórmula:
Área = pi x r²
Área = pi x r x r
Obs.: pi = 3,1416

Exemplo:
Se o raio da circunferência é 2m
Então a área vai ser: 3,1416 x 2m x 2m = 12,5664m²
Ou seja, a área desse círculo é: 12,57m²
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Agora, suponhamos que o pluviômetro registrou 20mm. Então multiplique a área do telhado por 20 e terá o volume de água captado durante essa chuva. Exemplo: 25m2 x 20mm = 500 litros.
Obs.: se registrar todas as chuvas durante um certo período, vai poder calcular a média da precipitação naquele período. É aconselhável você acompanhar essas medições durante todo o ano. Assim você estará mais familiarizado com os períodos mais ou menos chuvosos. Conhecendo melhor esses períodos, você poderá programar melhor suas atividades durante o ano. Veja exemplo na tabela a seguir:
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Sobre a escolha do tamanho da cisterna para residências urbanas:

A princípio, uma cisterna deve armazenar o máximo de água da chuva possível, portanto precisamos calcular qual é esse máximo e decidirmos se compensa ou não o investimento. Para começar esse cálculo, é necessário ter uma média da quantidade de chuva que costuma cair na região. Isso é possível conseguir em algum centro de pesquisa meteorológica. Em média, para a região da grande São Paulo, uma chuva "normal" é de 10mm a 20mm. Isso significa que você poderá coletar e armazenar de 10 a 20 litros por m² de telhado. Exemplo: seu telhado tem 25m², então poderá coletar de 250 a 500 litros de água de chuva. Sendo assim, será necessário ter uma cisterna de no mínimo 500 litros. Mas, essa informação ainda é pouca para decidirmos o tamanho da cisterna.
Estudando por outro lado, precisamos saber quanto será o consumo diário dessa água (água de chuva) na residência; quanto vai gastar em lavagens de pisos, irrigações e nas descargas. Exemplo: se a demanda for de +/- 200 litros por dia, e se chover todos os dias, precisará de uma cisterna de +/- 200 litros. Agora, se a chuva cai de dez em dez dias, teoricamente precisará de uma cisterna de 2.000 litros. Mas com seu telhado de 25m2 e os 20mm de chuva, você só vai captar os 500 litros de água da chuva. Portanto, teoricamente, segundo essas informações, não vai adiantar nada ter uma cisterna de 2.000 litros. Mas, haverá dias em que vai chover mais do que os 20mm, e haverá épocas que vai chover mais vezes durante os dez dias, assim como haverá épocas que chega a ficar mais de um mês sem chuva. Então, se tiver condições de ter uma cisterna de 2.000 litros ou ainda maior, será muito bom para armazenar o máximo de água das chuvas acima dos 20mm, das épocas com maior índice de chuvas e das raras chuvas que ultrapassam os 40mm, mas aí, os custos começam a ficar muito elevados, podendo não valer o investimento.
Um outro fator que influencia muito na hora da escolha da cisterna é o espaço disponível para a sua instalação. Em regra geral uma cisterna deve ser instalada enterrada com apenas a tampa de inspeção para fora, ou em caso de construir a cisterna em alvenaria, deve ficar pelo menos 50cm acima do nível do piso; isso é importante para evitar que entre bichos ou que escorra água contaminada para dentro da cisterna, como por exemplo urina de cães ou gatos. Além desses detalhes, temos que prestar muita atenção se existe na casa o espaço físico (no quintal, garagem ou jardim) para instalar a cisterna, e temos que contabilizar a mão de obra e os carretos para a retirada de terra, que normalmente dobram de volume quando cavoucada.
Como pode ver, não é nada fácil dimensionar uma cisterna sem ter um grande conhecimento da região e das atividades da casa. Uma boa escolha é não desistir de fazer pelo menos um sistema relativamente simples (algo por volta de 200, 500 ou 1.000 litros) e se valer da água de chuva enquanto tiver água dentro dessa pequena cisterna; quando acabar, use a água normal da rede. Assim estará contribuindo com o meio ambiente, e terá o prazer de ser um indivíduo que estará colaborando com as gerações futuras.

Como normalmente em uma casa popular não temos espaço disponível, ou não compensa o investimento para instalar uma cisterna, vamos sugerir uma opção mais viável, que é a instalação de um ou mais reservatórios verticais, como por exemplo as bombonas (tambores) de 200 litros, facilmente encontradas em revendedores de tambores (bombonas). Obs.: as bombonas que foram usadas para transporte de alimentos, podem servir e o preço será bem mais em conta. Essas bombonas ocupam menos de 1m2, e podem ser instaladas sobre uma base elevada para aproveitar a força da gravidade, eliminando o uso de bombas de água, normalmente elétricas.
Captando e Armazenando a Água de Chuva:

Para fazer a captação da água de chuva, podemos usar qualquer superfície que tenha como condensar o escoamento da água para uma vertente, como por exemplo os telhados das casas, lajes ou pátios construídos especialmente para esse fim, onde não terá tráfego de pessoas, animais ou automóveis.
Após escolher a área de captação, você terá que usar o seu olhar clínico e observar muito bem, tudo o que está acima e ao redor desta área. Alguns fatores sempre deverão ser bem observados, como por exemplo:
- se tem árvores com seus galhos acima dessa área, e se soltam muitas folhas, flores, frutos, etc.;
- qual a incidência de aves que pousam, rodeiam, constroem ninhos, etc. e se tem bichos (ratos, gatos, etc.) que circulam sobre essa área;
- análise da quantidade de poluição atmosférica; se fica próximo a fábricas, rodovias, etc. Isso será fácil de observar analisando a quantidade de fuligem (poeira preta) que escorre junto com a água, principalmente logo no começo da chuva;
- o
 tipo e a inclinação da cobertura da área de captação, das calhas e tubos de drenagens, também pode influenciar muito. Quanto mais lisos e inclinados melhor.
O próximo passo é a instalação das calhas e condutores. Para isso use as referências da tabela a seguir que contém as principais referências para dimensionar os condutores horizontais (as calhas) e os condutores verticais (tubos de descida da água das calhas):
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Com os condutores instalados, você terá que observar em uma chuva forte (chuva fraca, garoa e chuvisco não servem porque não lavam a cobertura) quanto tempo ou qual a quantidade de água que precisará escorrer pelas calhas para LAVAR o telhado, removendo toda a sujeira (poluição, fezes dos pássaros, folhas das árvores, etc.). Como base, na literatura da academia, a sugestão é de 2L/m2(dois litros por metro quadrado), mas esse valor pode variar muito, conforme a análise local. Um outro fator que também pode influenciar, é a limpeza e conservação da cobertura, calhas e condutores; quanto mais limpos e desobstruídos melhor será a qualidade da água.
Com essas informações você terá uma idéia de como montar o primeiro item do sistema de captação de água de chuva; o filtro e separador das primeiras águas de uma chuva forte. Lembre-se: chuva fraca, garoa e chuvisco não servem porque não lavam a cobertura. Usando o exemplo do telhado de 25m2, e o descarte de 2L/m2, podemos calcular que será necessário descartar os primeiros 50 litros de chuva antes de começar a enviar a água para a cisterna.
Veja no desenho a seguir o esquema conceitual do Aproveitamento da Água de Chuva, onde é mostrado um modelo bem simples de filtro e separador da primeira água da chuva. Nesse modelo é usado uma peneira com malha fina, tipo tela mosquiteiro ou peneira grande de cozinha, e um recipiente que pode ser um vaso ou um balde com um registro instalado no fundo e um tubo na lateral conectando com a cisterna. O registro deverá ficar um pouquinho aberto para descartar a primeira água da chuva ou água de chuva fraca. Após alguns minutos de chuva (forte), esse balde estará cheio e vai começar a transbordar a água da chuva para dentro da cisterna através do tubo lateral. A água reservada na cisterna deve receber o tratamento com cloro de origem orgânica (cloro usado em piscinas). Lembre-se, solicite ao fabricante ou revendedor, mais informações sobre os cuidados e manuseios com esse cloro.

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Após esse estudo, resolvemos dar início ao desenvolvimento e disseminação de alguns Projetos Experimentais de Aproveitamento da Água de Chuva para Residências Urbanas. São eles:

 MINICISTERNA DE ÁGUA DE CHUVA - PROJETO DE BAIXO CUSTO PARA RESIDÊNCIA URBANA
Devido a grande falta de espaço físico nas residências urbanas, e o desejo de fazer com que a população tenha algum sistema de Aproveitamento da Água de Chuva em suas casas, tomamos a iniciativa de desenvolver e disseminar o projeto experimental da Minicisterna para Residência Urbana.
A Minicisterna além de cumprir com sua função inicial pela qual foi projetada, também mostrou ser uma excelente ferramenta didática para escolas, podendo ser construída com bombona (tambor) ou com caixa de água de qualquer tamanho, desde que tenha onde instalar.

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 FILTRO DE ÁGUA DE CHUVA DE BAIXO CUSTO - MODELO AUTO-LIMPANTE
Esse Filtro de Água de Chuva Auto-limpante e de Baixo Custo foi desenvolvido para ser instalado na tubulação de descida de água da calha do telhado. Ele é feito com tubo de 75mm e serve para telhados de até 50m2. Para projetos maiores use um filtro para cada 50m2 de telhado, ou seja, para cada 50m2 de telhado faça uma descida com tubo de 75mm e instale um filtro. Caso a tubulação seja diferente de 75mm, use adaptadores para esse diâmetro de tubulação, ou faça esse filtro usando diâmetros diferentes, bastando apenas seguir as mesmas proporções, por exemplo: para um telhado maior pode-se usar tubos e conexões de 100mm, porém o custo será maior.
É importante saber que esse Filtro é o primeiro componente de um sistema completo de Aproveitamento da Água de Chuva. Após esse Filtro, é necessário ter um Separador das primeiras águas de chuva e descarte das águas de chuvas fracas, para depois enviar a água de chuva forte (que vai estar bem mais limpa) para a cisterna.

CLIQUE AQUI PARA VER O MANUAL DE CONSTRUÇÃO E INSTALAÇÃO DO FILTRO DE ÁGUA DE CHUVA DE BAIXO CUSTO - MODELO AUTO-LIMPANTE
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 SEPARADOR DE ÁGUA DE CHUVA DE BAIXO CUSTO - PARA CASA POPULAR
O Separador de Águas de Chuva é o segundo componente de um sistema de Aproveitamento da Água de Chuva. Antes dele é preciso usar o Filtro de Água de Chuva, e depois dele uma cisterna.
A função desse componente é separar e descartar as primeiras águas de chuvas fortes ou águas de chuvas fracas. Assim só vai para a cisterna as águas de chuvas fortes que vão estar bem mais limpas, porque as primeiras águas de chuvas fortes que foram descartadas já fizeram a lavagem no telhado, calhas e tubulações.

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