domingo, 12 de maio de 2013

As fumantes têm mais risco de desenvolver câncer de intestino do que homens que fumam


'Cigarro causa mais câncer em mulheres'

As fumantes têm mais risco de desenvolver câncer de intestino do que homens que fumam, mostra novo estudo que analisou registros médicos de 600 mil pacientes

BBC | 01/05/2013 15:09:16



BBC
Uma pesquisa feita por cientistas noruegueses sugere que mulheres fumantes têm mais risco de desenvolver câncer de intestino que homens fumantes.

BBC
Mulheres fumantes têm mais câncer de intestino do que homens que fumam

Os pesquisadores, da Universidade de Tromso, analisaram os registros médicos de 600 mil pacientes e concluíram que a incidência da doença é duas vezes maior entre mulheres que fumam.
O estudo, divulgado na publicação especializada Cancer Epidemiology Biomarkers & Prevention, mostra que as mulheres fumantes têm 19% mais risco de desenvolver esse tipo de câncer que as não fumantes, enquanto entre os homens o cigarro aumenta esse risco em 9%.
Durante o período analisado, cerca de 4 mil pacientes tiveram câncer no intestino. O risco de desenvolver a doença mostrou-se especialmente alto entre mulheres que começaram a fumar aos 16 anos ou mais jovens e aquelas que fumaram durante décadas.
Segundo os cientistas noruegueses, esse é o primeiro estudo a mostrar que até mulheres que fumam menos do que homens têm risco maior de desenvolver câncer no intestino grosso - um indicativo de que elas seriam mais vulneráveis aos efeitos tóxicos do cigarro.
Mas eles fizeram a ressalva de que a pesquisa não conseguiu levar em conta outros fatores que poderiam afetar a incidência da doença, como o consumo de álcool e a dieta dos pacientes.
Doenças cardíacas
Especialistas também já haviam mostrado que mulheres fumantes têm mais chances de sofrer um ataque cardíaco do que homens fumantes, mas não sabiam muito bem o motivo dessa diferença. Outra pesquisa recente, publicada por uma equipe da Universidade do Oeste da Austrália na revista médica Journal of Clinical Endrocrinology and Metabolism, apresenta uma possível explicação para isso.
De acordo com ela, adolescentes expostas ao fumo passivo apresentariam baixos níveis do colesterol "bom" (HDL), que ajuda a reduzir o risco de doenças cardíacas. Já entre meninos, o fumo passivo não teria o mesmo impacto negativo - ou seja, os níveis de colesterol "bom" não seriam afetados pela exposição à fumaça de cigarro.
O estudo analisou mais de mil adolescentes na região de Perth, na Austrália.
"Levando em conta que doenças cardiovasculares são a principal causa de morte entre mulheres no mundo ocidental, essa é uma preocupação importante", afirmou Chi Le-Ha, que coordenou a pesquisa.
De acordo com um terceiro estudo, que acompanhou a trajetória de mais de um milhão de mulheres, aquelas que abandonaram o cigarro aos 30 anos evitaram quase completamente o risco de uma morte prematura devido a doenças relacionadas ao fumo.
"Já se sabe que fumar causa pelo menos 14 tipos diferentes de câncer", diz Sara Williams, da organização britânica Cancer Research do Reino Unido. "Para homens e mulheres, as provas são incontestáveis: não fumantes têm menos chances de desenvolver câncer, problemas cardíacos, deficiências pulmonares e muitas outras doenças graves."

sábado, 11 de maio de 2013

A SUSTENTABILIDADE E O DIREITO DO CONSUMIDOR


A SUSTENTABILIDADE E O DIREITO DO CONSUMIDOR
Por: » MIGUEL BAHIENSE – presidente da Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos.


A preservação ambiental está na pauta mundial hoje, seja do poder público, seja da iniciativa privada, assim como da população de modo geral. E o cuidado com o meio ambiente é um dos pilares do tripé que forma o conceito do Desenvolvimento Sustentável. Modismos à parte, quem atua seriamente com projetos sustentáveis sabe que, somente com a equalização dos benefícios sociais, econômicos e ambientais é que se consegue efetivamente alcançar resultados efetivamente sustentáveis e práticos para as gerações atuais e futuras.


Nos últimos anos, o perfil da população consumidora mudou muito no país e hoje já são mais de 40 milhões de brasileiros fora da linha de pobreza, pessoas que se tornaram economicamente ativas e que atualmente buscam a inclusão social também por meio do acesso ao bem material. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que, em dez anos, o acesso à educação também mudou e que a quantidade de crianças matriculadas em escolas ou creches passou de 51,4% para 80,1%. São dados fantásticos.



Soma-se a isso um movimento de democratização da informação. É muito maior o número de pessoas com acesso à internet, o que hoje abre portas para que a população pesquise sobre produtos e serviços, compare preços e decida o que consumir e o que não consumir. Isso porque a informação, positiva ou negativa, circula rapidamente pela rede, formando opinião. E com o aumento do acesso à educação, esse fenômeno tende a se consolidar a cada ano.



Esse novo papel do consumidor na sociedade tem despertado o interesse e a atenção de empresas, investidores, governos e estudiosos. No dia 15 de março, por exemplo, a presidente Dilma Rousseff lançou o Plano Nacional de Consumo e Cidadania e afirmou que o governo pretende transformar a defesa do consumidor brasileiro em uma política de Estado. Ou seja, estão sendo criados mecanismos para que a relação entre indústria, varejo e consumidor seja cada vez mais transparente e saudável.



Na indústria do plástico não é diferente. O respeito ao consumidor e ao meio ambiente é a bandeira do setor. A atuação da Plastivida Instituto Sócio-Ambiental dos Plásticos em prol da sustentabilidade sempre contemplou a questão do custo/benefício e do bem-estar social, a partir do uso adequado dos plásticos, produtos indispensáveis à vida moderna. Acreditamos que o respeito ao consumidor começa ao dar-se a ele informações corretas e capacidade de escolha sobre o que e como consumir.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Resto de comida aduba horta em shopping


http://www.youtube.com/watch?v=pjZA2tD1CoE



Publicado em 03/05/2013
Sustentabilidade! Um shopping de São Paulo está "reaproveitando" toda a comida desperdiçada na praça de alimentação, transformando esse lixo orgânico em adubo. Outros edifícios comerciais também já estão adotando políticas de reciclagem, de olho no meio ambiente.

Jornal da Gazeta

Repórter: Rafael Chinaglia





quinta-feira, 9 de maio de 2013

quarta-feira, 8 de maio de 2013

O avanço tecnológico superou nossa capacidade de controlar as possíveis consequências...


A tecnologia pode destruir a raça humana?

Com informações da BBC - 25/04/2013

SITE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. A tecnologia pode destruir a raça humana?. 25/04/2013. Online. Disponível em www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=tecnologia-destruir-raca-humana. Capturado em 04/05/2013. 
A tecnologia pode destruir a raça humana?
Nos chamados "apocalipses científicos", o mal é sempre encarnado nas próprias criações humanas.[Imagem: Kevin Warwick]



Instituto do Futuro da Humanidade - este é o nome escolhido por uma equipe internacional de cientistas, matemáticos e filósofos que decidiu investigar quais são os maiores perigos contra a humanidade.
E, segundo seu primeiro relatório, chamado Riscos Existenciais como Prioridade Global, os autores de políticas públicas deveriam atentar para os riscos que podem contribuir para o fim da espécie humana.
Seguindo uma onde crescente dos cada vez mais comuns apocalipses científicos, os pesquisadores se espantam que, no ano passado, tenham sido publicados mais textos acadêmicos a respeito desnowboarding do que sobre a extinção humana.
O diretor da organização, o sueco Nick Bostrom, eventualmente preocupado em buscar recursos para manter seu nascente instituto, montado na Universidade de Oxford, afirma que existe uma possibilidade plausível de que este venha a ser o último século da humanidade.
Ele precisa de argumentos, já que compete com o também fatalistaCentro para o Estudo do Risco Existencial, da Universidade de Cambridge, atualmente mais preocupado com uma "singularidade tecnológica" e uma revolução dos robôs.
Apocalipses descartados
Mas primeiro as boas notícias. Pandemias e desastres naturais podem causar uma perda de vida colossal e catastrófica, mas Bostrom acredita que a humanidade estaria propensa a sobreviver.
Isso porque nossa espécie já sobreviveu a milhares de anos de doenças, fome, enchentes, predadores, perseguições, terremotos e mudanças ambientais. Por isso, as chances ainda estão a nosso favor.
E ao longo do espaço de um século, ele afirma que o risco de extinção em decorrência do impacto de asteroides e super erupções vulcânicas permanece sendo "extremamente pequeno".
Até mesmo as perdas sem precedentes do século 20, com duas guerras mundiais e a epidemia de gripe espanhola, não foram capazes de impedir o crescimento da população humana global.
Uma guerra nuclear poderia causar destruição sem precedentes, mas um número suficiente de indivíduos poderia sobreviver e, assim, permitir, que a espécie continue.
Apocalipses da vez
Mas se existem todos esses atenuantes, com o que deveríamos estar preocupados?
Bostrom acredita que entramos em uma nova era tecnológica capaz de ameaçar nosso futuro de uma forma nunca vista antes.
Estas são "ameaças que não temos qualquer registro de haver sobrevivido", diz ele - uma constatação um tanto óbvia, já que a atual onda tecnológica é inédita na história.
O diretor do instituto compara as ameaças existentes a uma arma perigosa nas mãos de uma criança. Ele diz que o avanço tecnológico superou nossa capacidade de controlar as possíveis consequências.
Experimentos em áreas como biologia sintética, nanotecnologia e inteligência artificial estão avançando para dentro do território do não intencional e do imprevisível.
A biologia sintética, onde a biologia se encontra com a engenharia, promete grandes benefícios médicos, mas Bostrom teme efeitos não previstos na manipulação da biologia humana.
Muitos concordam com ele, já que, recentemente, nada menos do que 111 entidades pediram uma moratória nas pesquisas com a Biologia Sintética.
A nanotecnologia, se realizada a nível atômico ou molecular, poderia também ser altamente destrutiva ao ser usada para fins bélicos. Segundo o pesquisador, os governos futuros terão um grande desafio para controlar e restringir usos inapropriados.
Há também temores em relação à forma como a inteligência artificial ou inteligência de máquina, possa interagir com o mundo externo.
Esse tipo de inteligência orientada por computadores pode ser uma poderosa ferramenta na indústria, na medicina, na agricultura ou para gerenciar a economia, mas enfrenta também o risco de ser completamente indiferente a qualquer dano incidental.
Sean O'Heigeartaigh, um geneticista do instituto, traça uma analogia com o uso de algoritmos usados no mercado de ações.
Da mesma forma que essas manipulações matemáticas, podem ter efeitos diretos e destrutivos sobre economias reais e pessoas de verdade, argumenta ele, tais sistemas computacionais podem "manipular o mundo verdadeiro".
Em termos de riscos biológicos, ele se preocupa com boas intenções mal aplicadas, como experimentos visando promover modificações genéticas e desmantelar e reconstruir estruturas genéticas.
Um tema recorrente entre o eclético grupo de pesquisadores é sobre a habilidade de criar computadores cada vez mais poderosos.
O pesquisador Daniel Dewey fala de uma "explosão de inteligência", em que o poder de aceleração de computadores se torna menos previsível e menos controlável.
"A inteligência artificial é uma das tecnologias que deposita mais e mais poder em pacotes cada vez menores", afirma.
Nick Bostrom finaliza afirmando que o risco existencial enfrentado pela humanidade "não está no radar de todo mundo". Mas ele argumenta que os riscos virão, caso estejamos ou não preparados.
"Existe um gargalo na história da humanidade. A condição humana irá mudar. Pode ser que terminemos em uma catástrofe ou que sejamos transformados ao assumir mais controle sobre a nossa biologia. Não é ficção científica, doutrina religiosa ou conversa de bar," vaticina ele.
Para acalmar o tão preocupado cientista, talvez seja recomendável não esquecer que uma única tempestade solar forte o bastante, com a que aconteceu em 1859, poderia desligar todo o nosso "amedrontador" parque tecnológico. E então nossas preocupações seriam bem outras - como não voltar à barbárie, por exemplo.

Consumidor brasileiro valoriza mais a sustentabilidade que o consumismo



Akatu: consumidor brasileiro valoriza mais a sustentabilidade que o consumismo





Do Instiuto Akatu
O Instituto Akatu lançou no dia 25 de abril a Pesquisa Akatu 2012: Rumo à Sociedade do Bem-Estar. Trata-se da oitava edição da série de publicações sobre Responsabilidade Social Empresarial – Percepção pelo consumidor brasileiro, realizada desde 2000. O levantamento retrata um consumidor brasileiro que, mesmo em um clima econômico de mais consumo, mantém inalterados seus comportamentos cotidianos de consumo consciente, tem mais interesse e maior conhecimento sobre sustentabilidade e sobre Responsabilidade Social Empresarial e está mais crítico e exigente sobre as práticas das empresas nestas áreas. A pesquisa, que contou com patrocínio do Grupo Pão de Açúcar, Natura, Nestlé e Unilever, entrevistou 800 pessoas com mais de 16 anos, de todas as classes sociais e de 12 capitais e/ou regiões metropolitanas de todo o País.
Apesar de o levantamento indicar uma estabilidade do número de consumidores classificados como “Conscientes” – em torno de 5% da população – , houve crescimento na adesão a práticas de consumo consciente, ainda que, nesse momento, apenas de maneira eventual e não contínua. De 11 comportamentos considerados indicativos de consumo consciente, quando se adiciona aos consumidores que aderem “sempre” a esses comportamentos aqueles que aderem “às vezes”, oito comportamentos apresentaram aumento em relação a 2010, entre eles: planejar a compra de alimentos e roupas, desligar lâmpadas, fechar torneiras, usar o verso do papel, e ler rótulos de produtos.
Esta tendência é reforçada por outro importante resultado da pesquisa: solicitados a priorizar seus desejos, os entrevistados optaram, em uma significativa maioria, por soluções mais sustentáveis. Em cinco dos oito temas propostos (afetividade, alimentos, água, mobilidade, durabilidade, energia, resíduos e saúde), eles deram preferência a alternativas mais ligadas ao “caminho da sustentabilidade” do que as relacionadas ao “do consumismo”. Um exemplo é o tema da afetividade, que possui a maior diferença entre os consumidores que preferem o cenário mais sustentável (passar tempo com amigos e família – com índice de prioridade de 8,3 em uma escala de 0 a 10) ao invés do consumista (comprar presentes – com índice de 2,6). Vale destacar que apreferência pelo “caminho da sustentabilidade” ocorre em todas as classes sociais, faixas etárias e em todos os segmentos socioeconômicos e geográficos.
Para os brasileiros, o conceito de felicidade está relacionado à preferência pelos caminhos mais sustentáveis. Quando questionados sobre o que consideram ser felicidade, dois terços dos entrevistados indicaram que estar saudável e/ou ter sua família saudável é um fator essencial. Para 60% do público que respondeu à pesquisa, conviver bem com a família e os amigos também os aproxima mais da felicidade. Apenas três em cada 10 brasileiros indicaram a tranquilidade financeira em suas respostas sobre “o que é felicidade para você?”. “O estudo mostra que grande parte da sociedade brasileira já compartilha, mesmo que de forma difusa e pouco consciente, a noção de que, uma vez satisfeitas as necessidades básicas, a busca da felicidade implica em tomar o caminho da sustentabilidade e não o do consumismo”, afirma Helio Mattar, Diretor-presidente do Instituto Akatu.
Decisão de compra
Ao valorizar mais o consumo consciente e as opções mais sustentáveis, o consumidor brasileiro também passou a ser mais exigente em relação à atuação das empresas. O levantamento do Akatu revela que o comportamento das empresas impacta diretamente na decisão de compra dos consumidores, que destacam cinco aspectos como motivadores de preferência ou admiração por determinadas empresas: “Não maltratar animais” (52%), “Ter boas relações com a comunidade” (46%), “Ter selos de proteção ambiental” (46%), “Ajudar na redução do consumo de energia” (44%) e “Ter selo de garantia de boas condições de trabalho” (43%). As duas práticas que mais negativamente impactam a disposição do consumidor para comprar produtos de uma empresa ou falar bem dela continuam as mesmas de 2010 e de anos anteriores: “Ter produtos que podem causar danos à integridade física dos seus consumidores” (72%) e “Fazer propaganda enganosa” (71%).
“Saber que o potencial de adesão ao consumo consciente e à sustentabilidade já se expressa nos desejos dos consumidores é um sinal de alerta para empresas e lideranças em geral, que deveriam avaliar mais profundamente suas estratégias de explorar mais ainda um modelo esgotado, insustentável e conflitante com as aspirações dos consumidores e com suas concepções de felicidade”, indica Mattar. “Sustentabilidade e responsabilidade social são e continuarão a ser pilares fundamentais para apoiar a transição civilizatória em que estamos todos envolvidos. Por isso mesmo, estes pilares devem ser incorporados às práticas reais das empresas”, complementa.
Por outro lado, a pesquisa indica que houve um aumento do ceticismo dos brasileiros com relação às empresas: o percentual de consumidores, já baixo em 2010, que acreditava incondicionalmente no que as empresas divulgam sobre suas práticas de Responsabilidade Social Empresarial caiu de 13% para 8%.
O aumento do ceticismo se relaciona possivelmente com o crescimento da compreensão sobre sustentabilidade e do interesse por informações. O contingente de brasileiros que “ouviram falar” do termo sustentabilidade aumentou de 44% para 60% em dois anos, bem como o interesse de buscar informações sobre o tema (de 14% para 24%). Quando comparado a diversos outros, os dois únicos temas que tiveram expressivo crescimento no nível de interesse do consumidor foram justamente o da Responsabilidade Social Empresarial e o da Sustentabilidade: em 2010, ambos estavam em um patamar inferior a todos os demais e, em 2012, 24% apontaram seu interesse no tema Sustentabilidade e 25% em Responsabilidade Social Empresarial, praticamente ao mesmo nível de temas tradicionais, como Empresas/Negócios (26%) e Política (30%).
Refletindo sobre o papel das empresas, Mattar apontou que “certamente há papéis fundamentais a serem desempenhados por todos os atores sociais. Mas, também é certo que as empresas têm um papel fundamental no processo, fomentando e dando concretude ao trajeto rumo a uma sociedade mais sustentável, de forma a incluir os bilhões de seres humanos ainda privados das condições básicas para a promoção de seu bem-estar e segurança material, respeitados os limites do planeta”.
Confira:
Relatório completo da Pesquisa Akatu 2012: http://bit.ly/Pesquisa2012
Sumário de conclusões da Pesquisa Akatu 2012: http://bit.ly/SUM2012


terça-feira, 7 de maio de 2013

Rio espera atingir em 2016 metade da meta de redução de gases de efeito estufa emitidos por transportes


Rio espera atingir em 2016 metade da meta de redução de gases de efeito estufa emitidos por transportes

02/05/2013 - 14h17
Vitor Abdala
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O estado do Rio de Janeiro espera reduzir em 1,8 milhão de toneladas as emissões de gases do efeito estufa de 2014 a 2016, apenas com a ampliação e melhoria dos serviços de trens, metrô, barcas e vias exclusivas para ônibus no Grande Rio. Segundo o secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, a redução equivale a quase metade dos 3,8 milhões de toneladas que o governo fluminense trenscomprometeu-se a deixar de emitir no setor de transportes até 2030.
“Isso é muito importante para a contribuição do Rio na redução das emissões que aumentam a temperatura do planeta. Mas também tem um ganho muito importante na redução da poluição sonora e da poluição do ar que acabam com os tímpanos e os pulmões da população. Os maiores vilões das poluições do ar e sonora são os carros, ônibus e caminhões”, disse Minc.
Estudo divulgado hoje (2) pela Secretaria Estadual do Ambiente mostra que a maior parte da redução dos gases será obtida com a ampliação da oferta de trens e a melhoria do serviço prometidos pela concessionária Supervia. Segundo a empresa que administra o sistema de trens da região metropolitana do Rio, espera-se ampliar de 400 mil para cerca de 1 milhão o número de passageiros atendidos por dia, até 2016.
Caso a promessa da Supervia se cumpra, a expectativa é que cidadãos fluminenses deixem de usar 40 mil carros e 8 mil ônibus, o que fará com que deixem de ser emitidas 884 mil toneladas de dióxido de carbono de 2014 a 2016.
O governo espera outra redução importante com a implantação dos corredores exclusivos para ônibus na cidade, os BRSs (faixas exclusivas para ônibus e táxis nas ruas da cidade) e BRTs (vias exclusivas para ônibus articulados). Os veículos leves sobre trilhos (VLTs), bondes que serão implantados no centro da cidade, também deverão contribuir.
Com esses sistemas, que permitem aos ônibus circularem com mais rapidez e mais passageiros, espera-se reduzir em 504 mil toneladas as emissões de dióxido de carbono no período de três anos. Cerca de 143 mil carros devem deixar de ser usados com os novos sistemas. Isso também deve permitir uma reorganização da malha de ônibus urbanos do Grande Rio, com a retirada de circulação de 1,8 mil coletivos.
A ampliação do metrô para mais uma estação da zona norte, em 2014, e para outros bairros da zona sul e para a Barra da Tijuca, em 2016, deverá tirar de circulação 88 mil carros e 2,8 mil ônibus. Como consequência, a expectativa é que o Rio deixe de emitir mais 414 mil toneladas de gases do efeito estufa.
Segundo a Secretaria Estadual do Ambiente, a ampliação do número de barcas na Baía de Guanabara também dará sua contribuição, ainda que modesta, com 33 mil toneladas de dióxido de carbono deixando de ser lançados na atmosfera. “Ainda acho que [a redução de 1,8 milhão de toneladas] é pouco. Ainda estamos atrasados. Hoje o caos do trânsito que quebra a qualidade de vida tem a ver com o número de carros e o número de ônibus”, disse o secretário.

Edição: Juliana Andrade
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Taxa de fumantes cai pela metade em São Paulo em 27 anos


04/05/2013 - 03h35

Taxa de fumantes cai pela metade em São Paulo em 27 anos


http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2013/05/1273221-taxa-de-fumantes-cai-pela-metade-em-sao-paulo-em-27-anos.shtml

MARIANA VERSOLATO
DE SÃO PAULO


A fatia de moradores de São Paulo que fuma caiu pela metade em 27 anos, segundo aponta pesquisa Datafolha com 1.120 pessoas.
Hoje, 21% da população em São Paulo fuma, contra 24% em 2008 e 40% em 1986.
Já os ex-fumantes agora são 24%, contra 21% em 2008, superando o número de fumantes. Mas a cidade ainda tem uma proporção de tabagistas maior do que a taxa nacional, que é de 14,8% de acordo com a pesquisa Vigitel (inquérito telefônico anual do Ministério da Saúde).
Editoria de Arte/Folhapress
As causas para a queda são as medidas de controle nas últimas décadas, segundo a cardiologista Jaqueline Issa, responsável pelo programa de tratamento de tabagismo do InCor (Instituto do Coração da USP).
Ela cita a Lei Antifumo adotada no Estado de São Paulo em 2009, a proibição da publicidade de cigarros, a contrapropaganda nos maços, alertando para os malefícios do fumo, e a maior divulgação desses efeitos nocivos.
"A população foi se educando. Os próprios fumantes sabem que faz mal e muitos passam a pensar em largar o cigarro por pressão social."
Para Paula Johns, diretora-executiva da ONG ACT (Aliança de Controle do Tabagismo), porém, é preciso continuar avançando, principalmente em âmbito federal.
"Se não forem adotadas novas politicas, as antigas começam a ficar estagnadas. A lei nacional que proíbe o fumo em locais fechados foi aprovada em 2011, mas não foi regulamentada."
Um dos fatores que aumentam a chance de as pessoas fumarem é o nível socioeconômico mais baixo.
E, segundo Issa, a pesquisa confirma essa informação ao mostrar que a população da zona leste, a menos desenvolvida de São Paulo, é a que mais fuma. Na região, 25% fumam, contra 18% da zona oeste e 20% da zona sul.
Os paulistanos mais ricos (mais de 10 salários mínimos) são os que menos fumam (15%, contra cerca de 22% nas outras camadas) e os que mais pararam de fumar --30%, enquanto que, entre as demais faixas de renda, os ex-fumantes são 22%.
A proporção de jovens de 16 a 24 anos que fumam caiu de 20% em 2008 para 14% em 2013. Ainda assim, de acordo com a cardiologista, é preocupante a taxa de iniciação do tabagismo, principalmente entre as meninas.
Apesar de os homens fumarem mais que as mulheres (23% contra 19%), eles tendem a abandonar mais o fumo. "Para as mulheres, o cigarro está ligado à estética da magreza, há o medo de engordar ao parar", diz Issa.
Ela afirma que o grau de dependência e o uso do cigarro como válvula de escape em circunstâncias adversas e estressantes também são maiores entre as mulheres.
A maioria das pessoas para de fumar sozinha, mas tem aumentado a quantidade das que procuram tratamento medicamentoso, que inibe os sintomas da abstinência, de acordo com Issa.
"Mas nenhum deles funciona se a pessoa não deseja parar de fumar, independentemente do motivo."

Os fumantes também podem procurar apoio em terapia individual ou em grupo e nas palestras motivacionais.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Risco tóxico e dano ambiental podem parar descontaminação de Deodoro


Risco tóxico e dano ambiental podem parar descontaminação de Deodoro
http://esporte.surgiu.com.br/noticia/83638/risco-toxico-e-dano-ambiental-podem-parar-descontaminacao-de-deodoro.html
MP exige cumprimento de liminar que impede intervenção antes de estudo de impacto ambiental e denuncia corte de árvores sem autorização por exército
Foto: ReproduçãoFonte: globoesportePostador: Victor Hugo
Postada em: 03/05/2013 ás 15:56:54
O projeto de construção de um autódromo em Deodoro, para substituir o circuito de Jacarepaguá, demolido no início do ano, parece cada vez mais difícil de sair do papel. O Ministério Público do Estádio do Rio de Janeiro, através do Gaema (Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente) recorreu à justiça para que o Exército interrompa o processo de descontaminação do terreno localizado na Zona Oeste. Desde o início deste ano, o Comando Militar do Leste tem realizado varreduras e destruição de artefatos militares no local.

O MP exige o cumprimento de uma liminar que impede qualquer intervenção na área antes da apresentação do estudo de impacto ambiental e da expedição de uma licença de instalação que observe todos os requisitos legais. Segundo o documento, ao ser questionado sobre as intervenções, o Exército argumentou que foram realizadas apenas pequenas intervenções de limpeza de vegetação rasteira para utilização de detectores de metais. Além de garantir que não houve exposição excessiva do solo e retirada de árvores. No entanto, em vistoria realizada em abril, o Gaema constatou que durante o processo de descontaminação, espécies vegetais foram extraídas sem autorização ambiental.

- O Grupo de Apoio Técnico (...)  verificou que ao menos em alguns trechos, as intervenções não se coadunam com uma ação de mera limpeza , especialmente por se  atingir, além da vegetação sub-arbustiva e rasteira do extrato inferior da floresta (sub-bosque), espécies de maior porte. Além disso, essa supressão  para a qual o Exército reconhece não ter autorização ambiental- vem sendo executada sem o devido planejamento ou acompanhamento pelos órgãos de proteção ao meio ambiente – explica o documento.

Risco tóxico e possibilidade de ameça a espécie em extinção

O Gaema também alertou para o risco de contaminação do solo e lençol freático da área pelos explosivos.

- Resíduos de explosivos são um problema para o meio ambiente por serem persistentes e tóxicos, mesmo a baixas concentrações. No caso de destruição parcial dos explosivos ou até mesmo vazamentos, a área poderá apresentar contaminação por compostos orgânicos
como nitroaromáticos e nitraminas. No caso de explosivos não detonados, a contaminação também poderá ocorrer devido à degradação dos materiais metálicos das munições. As medidas para afastar esses riscos ao meio ambiente e à saúde dos militares que lá ainda permanecem (..) seguramente passam pela realização de avaliações e relatórios ambientais prévios à qualquer intervenção na área – diz o documento.

Além disso, o relatório aponta a presença de um ecossistema brejoso em uma parte onde, segundo o atual projeto, seria construído parte da pista. Segundo o documento, neste local há a possibilidade da presença da espécie de peixes Rivulidade, ameaçada de extinção.

A área de mais de 2 milhões de metros quadrados foi usada durante mais de seis décadas pelo exército para treinamento militar e como depósito de munição. O terreno pertencia ao Comando Militar do Leste e foi cedido pelo Ministério da Defesa ao Ministério do Esporte para a construção da nova pista. A área é classificada por militares como zona vermelha, de risco máximo de explosão.

A presença de material explosivo no local foi denunciada pelo jornal "O Globo" em agosto de 2012, pouco depois de um militar da Escola de Sargentos de Logística morrer e outros dez ficarem feridos em uma explosão ao acenderem uma fogueira em um acampamento na região. Os explosivos estariam espalhados no terreno depois que 13 paióis explodiram e provocaram um grande incêndio em 1958. O procedimento de descontaminação começou no início do ano. Nesta quarta-feira, uma reportagem especial da rádio CBN expôs que mais de 1800 artefatos já foram retirados do terreno, dentre eles: minas terrestres, petardos, detonadores com carga e granadas e capazes de lançar estilhaços a um quilômetro de distância.

Segundo a matéria, há a possibilidade da existência de artefatos enterrados fora do alcance dos detectores usados pelas equipes de contaminação, que rastreariam objetos a no máximo 30 cm de profundidade. A Associação Nacional dos Reservistas estima que seriam necessários 18 anos para a varredura total do terreno e especialistas desaconselham qualquer tipo de construção.

Autódromo devia estar pronto antes de demolição de pista de Jacarepaguá

A construção de um novo circuito na cidade é um compromisso da União e da Prefeitura do Rio de Janeiro com a CBA e o Comitê Olímpico Internacional, em razão da demolição do Autódromo de Jacarepaguá para dar lugar ao Parque Olímpico para os Jogos de 2016. A pista antiga sediou dez GPs de Fórmula 1 e recebeu outras grandes categorias do esporte a motor como MotoGP e Indy, além dos principais campeonatos nacionais, como a Stock Car.

O acordo inicial previa que o circuito de Jacarepaguá, que foi cedido pela Prefeitura do Rio à União, só seria desativado quando um novo autódromo, no bairro de Deodoro, fosse entregue. Mas, em razão de diversos impasses, a antiga pista já foi totalmente demolida e as obras no novo local sequer foram iniciadas.

Em novembro de 2012, um segundo acordo foi delineado. O terreno em Deodoro foi doado pelas Forças Armadas ao Ministério do Esporte, e o Comando Militar ficou com a responsabilidade de descontaminar o local. De acordo com o compromisso atual, o circuito de Jacarepaguá só seria desativado quando a nova pista começasse a ser construída. Porém, o autódromo antigo já foi totalmente demolido e as obras no novo local seguem na estaca zero.

De acordo com o compromisso atual, a União financiará a construção do novo autódromo. As obras serão de responsabilidade do Governo do Estado e a administração do local ficará por conta do município do Rio de Janeiro. Após a série de atrasos, a licitação para a construção do novo autódromo está prevista para o início do segundo semestre, e as obras, para o fim do ano ou começo de 2014. A previsão é que o local possa receber algumas competições ainda em 2014, mas que fique completamente pronto apenas no início de 2015. Enquanto o estado não possui uma pista, a Federação de Automobilismo do Rio de Janeiro transferiu as competições para o Megaspace, em Minas Gerais, na cidade de Santa Luzia, a 500 km da capital fluminense.

Carro do Google coleta quase 1GB de dados por segundo - até mesmo bitucas de cigarro são coletadas pelos dispositivos.


Carro do Google coleta quase 1GB de dados por segundo

Por , INFO Online

• Sexta-feira, 03 de maio de 2013 - 16h04


http://info.abril.com.br/noticias/bitnocarro/carro-do-google-coleta-quase-1gb-de-dados-por-segundo-03052013-37.shl
Divulgação
São Paulo - O carro autônomo do Google absorve uma quantidade impressionante de informações sobre seu entorno enquanto dirige, chegando a quase 1GB de dados capturados por segundo. 
Números revelados por Bill Gross, CEO e fundador da incubadora Idealab, apontam que o veículo coleta cerca de 750MB de dados a cada segundo. O executivo obteve uma imagem (veja abaixo) que mostra também o que o carro do Google "vê" quando está em ação. 
Segundo o executivo, os sensores presentes no carro capturam todos as informações que “veem” enquanto o veículo se move - até mesmo bitucas de cigarro são coletadas pelos dispositivos. 
“Se o carro observa uma bituca de cigarro, ele identifica que uma pessoa pode estar próxima dos carros. Se captura uma bolinha rolando, percebe que uma criançapode estar no perímetro da rua. Fiquei completamente espantado em ver o quão impressionante é esta conquista”, disse Gross em seublog
Em agosto de 2012, o Google afirmou que seu carro autônomo completou mais de 300 mil milhas em testes sem que houvesse registro de acidentes. No entanto, a tecnologia sem motorista ainda tem um longo caminho a percorrer antes de ser integrada às ruas. 
“Para oferecer a melhor experiência possível, ainda precisaremos dominar o controle em estradas cobertas de neve, interpretar os sinais temporários de construções e outras situações complicadas encontradas pelos motoristas reais”, afirmou o Google
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Imagem mostra o que o carro do Google "vê" enquanto realiza uma curva para a esquerda. (Foto: Reprodução/Bill Gross)

domingo, 5 de maio de 2013

Prêmio Saint-Gobain




ACEITE O DESAFIODA NATUREZA.


O Prêmio Saint-Gobain foi criado para reconhecer e premiar propostas inovadoras que ampliam o conceito de sustentabilidade na construção civil. É uma iniciativa do Grupo Saint- Gobain, com o apoio do seu polo de produtos para Construção Civil formado pelas empresas Brasilit, Cebrace, Glass, Isover, PAM, Placo e Weber.

Prazo de Inscrições: até às 18H00 do dia 30 de Setembro de 2013.
CATEGORIAESTUDANTECATEGORIAPROFISSIONAL


Para realizar sua inscrição você deverá preencher:
  • Os dados cadastrais do Autor Responsável

  • Os dados cadastrais de cada integrante da Equipe, caso o projeto seja em equipe. Limitado a 6 pessoas, incluindo o autor responsável.

  • Os dados cadastrais do Professor-orientador (Categoria Estudante)




MATRIZ DA SUSTENTABILIDADE





Desenvolvimento sustentável no Parque Estadual Cachoeira da Fumaça




Desenvolvimento sustentável no Parque Estadual Cachoeira da Fumaça
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EM 3 MAI, 13 • POR  •

Desenvolvimento sustentável no Parque Estadual Cachoeira da Fumaça


Localizado na bacia do Rio Itapemirim, no Espírito Santo, o Parque Estadual Cachoeira da Fumaça é uma Unidade de Conservação (UC) de proteção integral, e tem como objetivo a preservação dos recursos naturais e belezas cênica locais, possibilitando a realização de atividades de lazer, educação ambiental, ecoturismo e pesquisa.
Ocupa uma área de 162,5 hectares às margens do Rio Braço Norte Direito, protegendo diversas nascentes. É circundado por pequenas propriedades rurais, onde predominam pastagens degradadas, cafeicultura, plantios de eucalipto e pequenos fragmentos florestais.
Tal contexto é razão mais do que suficiente para que o Instituto de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) e o Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hidrícos (Iema) se preocupem em difundir o desenvolvimento sustentável junto à comunidade rural que vive na área abrangida pelo Parque.
No último sábado, 27, no município de Alegre, promoveram reunião com cerca de 20 pessoas, entre moradores da comunidade e servidores dos institutos, com o objetivo de identificar e analisar a situação atual da comunidade, com vistas ao fortalecimento sustentável e organizacional.
“O objetivo principal desta reunião é promover o desenvolvimento rural sustentável da Comunidade, utilizando seus atributos como oportunidade para criação de negócios e consequente a diversificação cultural”, destacou a engenheira florestal do Incaper, Erica Munaro Turbay.
Os trabalhos realizados pelo Incaper na região promovem o fortalecimento da associação local (Associação de Produtores Rurais da Agricultura Familiar da Cachoeira da Fumaça) e a união entre os associados e entre os demais grupos produtivos existentes no local.
Fonte: Incaper

As substâncias presentes no cigarro


As substâncias presentes no cigarro

Confira algumas substâncias que compõem o cigarro e veja onde elas também são encontradas

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