22/Outubro/2012Novo texto do Código Florestal é sancionado pela presidente Dilma RousseffLei publicada no Diário Oficial traz nove vetos. Entre eles, está a exclusão de artigo que flexibilizava as áreas de preservação permanente dos rios
Aline Rocha
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Foi publicada no Diário Oficial da União da última quinta-feira (18) a lei 12.727, que traz o novo Código Florestal. O texto foi sancionado pela presidente Dilma Rousseff com nove vetos, entre eles a exclusão de artigo que flexibilizava a recuperação de áreas de preservação permanente (APPs) nas margens dos rios.
O trecho vetado, incluído na lei pelos parlamentares, previa a recuperação de cinco metros de Área de Preservação Permanente (APP) em torno de rios intermitentes de até dois metros de largura para propriedades de qualquer tamanho.
Além da proibição no uso de árvores frutíferas para recuperar áreas degradadas dentro das APPs, o veto também reprovou o trecho que definia a obrigação de recomposição da faixa marginal em 15 metros nos rios de até 10 metros de largura, para imóveis localizados em APPs com área entre quatro e 15 módulos fiscais.
De acordo com o texto do Diário Oficial, o artigo foi vetado, pois "amplia excessivamente a área dos imóveis rurais, elevando o seu impacto ambiental e quebrando a lógica inicial do texto, que já contemplava adequadamente a diversidade da estrutura fundiária brasileira".
O veto da presidente também trouxe de volta a regra da "escadinha", que determina aos produtores rurais a recomposição entre cinco e 100 metros de vegetação nativa das APPs nas margens dos rios, número que dependerá do tamanho da propriedade e da largura dos rios que cortam os imóveis.
A PRESIDENTA DA REPÚBLICA
Faço saber que o Congresso Nacional
decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art.
1o A Lei no 12.651, de
25 de maio de 2012, passa a vigorar com as seguintes alterações:
Art.
2o Esta Lei entra em vigor na data de sua
publicação.
Brasília, 17 de
outubro de 2012; 191o da Independência e
124o da República.
DILMA ROUSSEFFMendes Ribeiro Filho
Miriam BelchiorMarco Antonio RauppIzabella Mónica Vieira Teixeira Laudemir André Müller Aguinaldo Ribeiro Luís Inácio Lucena Adams
Este texto não substitui o publicado no
DOU de 18.10.2012
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Parques sustentáveis com enfoque na sustentabilidade; socioambiental; saúde; longividade; qualidade de vida; Feng Shui; terapia holística e afins.
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Novo texto do Código Florestal
Duque de Caxias mais sustentável:Proposta prevê a construção de um parque público, despoluição de rios e construção de uma cidade do conhecimento, com museus e hotéis
8/Outubro/2012Projeto de Paulo Sergio Niemeyer quer tornar Duque de Caxias mais sustentávelProposta prevê a construção de um parque público, despoluição de rios e construção de uma cidade do conhecimento, com museus e hotéisAline Rocha | ||||||||||||||||
O arquiteto Paulo Sergio Niemeyer, bisneto de Oscar Niemeyer, assina o projeto Nova Cidade de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro. O objetivo é tornar o município um modelo de sustentabilidade.
Entre os espaços previstos no projeto, está a Cidade do Conhecimento, que será construída em uma propriedade da Marinha Brasileira. O espaço de 4,8 mil m² abrigará os museus de história natural, além de um pavilhão de educação ambiental, edifícios institucionais, planetário e hotéis. A proposta também prevê a construção de um parque público de 34,4 mil m², às margens da Baia de Guanabara. O espaço terá museus, centro esportivo e áreas de educação ambiental, além de ciclovias e praças. Os rios Meriti, Sarapuí, Iguaçu e Estrela, entre outros da região, passarão por um processo de despoluição, que tem o objetivo de torná-los navegáveis novamente. Além disso, será construída uma nova estação de barcas, para promover o transporte intermunicipal. O projeto inclui ainda a construção de uma via alternativa à Rodovia Washington Luiz, para descongestionar o trânsito. Uma nova rodoviária intermunicipal também será implantada no centro de Duque de Caxias.
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domingo, 28 de outubro de 2012
Maioria dos paulistanos tem animal de estimação
07/10/2012 - 03h00
Maioria dos paulistanos tem animal de estimação
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1164866-maioria-dos-paulistanos-tem-animal-de-estimacao.shtml
ALESSANDRO FIOCCO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
Quando o assunto é animal de estimação, a zona leste conquista a "liderança", revela o levantamento do Datafolha.
Na região, 58% dos entrevistados dizem ter algum "pet" em casa. Em 2008, esse número era de 56%.
Na sequência, vem a região norte, com 57% (mesmo índice de 2008). Logo depois a oeste, com 54% (ante 49%), e a sul, 53% (contra 54%).
Distanciado das demais regiões, o centro aparece com 42%. Na pesquisa anterior do Datafolha, há quatro anos, eram 36% dos entrevistados.
De acordo com a pesquisa, 55% dos moradores da cidade de São Paulo têm animais.
O cão ainda domina e é o "queridinho" dos paulistanos, com 41% (mesmo percentual de 2008). Já o gato apresentou uma pequena variação. Subiu 3%, foi de 12% para 15%, na comparação entre as duas pesquisas.
Aves e peixes mostraram o mesmo índice de há quatro anos: 9% e 3%, nesta ordem.
Moradora da Vila Ema, distrito de São Lucas (zona leste), a comerciante Rita de Cássia Magalhães, 46, tem em casa três cachorros, uma gata e três passarinhos. Destes, cinco foram adotados nos últimos três anos.
No comércio da família, uma serralheria que fica do outro lado da rua, mais dois cachorros. "Não consigo viver sem meus bichos por perto", diz ela.
A última que ganhou moradia foi Julie, uma cadela cega, resgatada há poucos meses na rodovia Raposo Tavares.
O distrito de Rita apresenta um dos maiores índices de "pets" na cidade: no São Lucas, 64% dos entrevistados têm animal de estimação.
Apesar disso, o "distrito campeão" não fica na zona leste da cidade.
É Marsilac, na zona sul, onde 77% dos entrevistados dizem ter bichos de estimação. Por outro lado, a Sé, na região central, é onde há menos animais, com 27%.
Quão rara é a Terra?
21/10/2012 - 05h01
Quão rara é a Terra?
Autoria: Marcelo Gleiser é professor de física e astronomia do Dartmouth College, em Hanover (EUA). É vencedor de dois prêmios Jabuti e autor, mais recentemente, de "Criação Imperfeita". Escreve aos domingos na versão impressa de "Ciência"
Agora que temos a certeza de que existe um número enorme de planetas com características físicas semelhantes às da Terra, vale perguntar se eles têm, de fato, a chance de abrigar formas de vida e, se tiverem, que vida seria essa.
Antes, alguns números importantes. Os melhores dados com relação à existência de outros planetas vêm do satélite da NASA Kepler, que anda buscando planetas como a Terra mapeando 100 mil estrelas na nossa região cósmica.
Pelo desenho da missão, a identificação dos planetas usa um efeito chamado de trânsito: quando um planeta passa em frente à sua estrela (por exemplo, Vênus passando em frente ao Sol) o brilho da estrela é ligeiramente diminuído.
Marcando o tempo que demora para o planeta passar em frente à estrela, a diminuição do brilho e, se possível, o período da órbita (quando o planeta retorna ao seu ponto inicial), é possível determinar o tamanho e massa do planeta.
Com isso, a missão estima que cerca de 5,4% de planetas na nossa galáxia têm massa semelhante à da Terra e, possivelmente, estão na zona habitável, o que significa que a temperatura na sua superfície permite a existência de água líquida (se houver água lá).
Como sabemos que o número de estrelas na nossa galáxia é em torno de 200 bilhões, a estimativa da missão Kepler implica que devem existir em torno de 10 bilhões de planetas com dimensões semelhantes às da Terra.
Nada mal, se supusermos que basta isso para que exista vida. Porém, a situação é bem mais complexa e depende das propriedades da vida e, em particular, da história geológica do planeta.
Aqui na Terra, a vida surgiu 3,5 bilhões de anos atrás. Porém, durante aproximadamente 3 bilhões de anos, a vida aqui era constituída essencialmente de seres unicelulares, pouco sofisticados. Digamos, um planeta de amebas.
Apenas quando a atmosfera da Terra foi "oxigenada", e isso devido à "descoberta" da fotossíntese por essas bactérias (cianobactérias, na verdade), é que seres multicelulares surgiram.
Essa mudança também gerou algo de muito importante: quando o oxigênio atmosférico sofreu a ação da radiação solar é que se formou a camada de ozônio que acaba por proteger a superfície do planeta. Sem essa proteção, a vida complexa na superfície seria inviável.
Fora isso, a Terra tem uma lua pesada, o que estabiliza o seu eixo de rotação: a Terra é como um pião que está por cair, rodopiando em torno de si mesma numa inclinação de 23,5 graus.
Esta inclinação é a responsável pelas estações do ano e por manter o clima da Terra relativamente agradável. Sem nossa Lua, o eixo de rotação teria um movimento caótico e a temperatura variaria de forma aleatória.
Juntemos a isso o campo magnético terrestre, que nos protege também da radiação solar e de outras formas de radiação letal que vêm do espaço, e o movimento das placas tectônicas, que funciona como um termostato terrestre e regula a circulação de gás carbônico na atmosfera, e vemos que são muitas as propriedades que fazem o nosso planeta especial.
Portanto, mesmo que existam outras "Terras" pela galáxia, defendo ainda a raridade do nosso planeta e da vida complexa que nele existe.
Estudo culpa aquecimento por megaextinção há 250 milhões de anos
19/10/2012 - 09h41
Estudo culpa aquecimento por megaextinção há 250 milhões de anos
RAFAEL GARCIA
EM WASHINGTON
http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/1171736-estudo-culpa-aquecimento-por-megaextincao-ha-250-milhoes-de-anos.shtml
EM WASHINGTON
http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/1171736-estudo-culpa-aquecimento-por-megaextincao-ha-250-milhoes-de-anos.shtml
Um surto de efeito estufa há 250 milhões de anos foi uma das principais causas do evento de extinção de espécies mais catastrófico da história do planeta, sugere um novo estudo.
Analisando o peso atômico do oxigênio contido em fósseis da época, cientistas calcularam que a temperatura média anual de águas equatoriais chegou a um pico de 40°C, tornando a vida impraticável na maior parte das áreas tropicais.
O trabalho, publicado na edição desta semana da revista "Science", oferece pela primeira vez evidências de que o calor contribuiu diretamente para extinção, e não era apenas um coadjuvante de outros fatores, como a falta de oxigênio na água ou a deterioração da camada de ozônio.
| Dmitry Bogdanov/Creative Commons | ||
| Concepção artística de listrossauro, um dos poucos animais sobreviventes da Grande Extinção |
Todos esses problemas geológicos que criaram dificuldades para seres vivos na época estão ligados a um período extremamente intenso de atividade vulcânica na Sibéria. Numa escala de um a dez anos, a poeira de vulcões faz a terra resfriar. Mas, no longo prazo, o gás carbônico emitido via erupções faz o planeta se aquecer.
É o que foi verificado na transição do período Permiano para o Triássico, estudado pelos pesquisadores, quando o planeta perdeu 96% das espécies marinhas e 70% dos vertebrados terrestres.
Segundo os cientistas, o problema do efeito estufa acentuado não apenas esteve envolvido na extinção desenfreada como também atrasou a recuperação da biodiversidade e o repovoamento dos trópicos.
"Quando se olha para a extinção em si, ela está ligada a atividades vulcânicas. Mas, depois do início da extinção, o aquecimento começou a dominar a tendência", disse àFolha Paul Wignall, da Universidade de Leeds (Reino Unido), um dos autores do trabalho. "O problema que aconteceu depois é que o planeta perdeu uma das maneiras que possuia para tirar o gás carbônico da atmosfera: as plantas."
Não há medidas diretas sobre áreas terrestres, mas os cientistas estimam que o pico de temperatura pode ter chegado a 60°C em algumas regiões. O estudo estima que, de 252 milhões a 247 milhões de anos antes do presente, não havia praticamente nenhum vertebrado terrestre vivendo numa faixa de latitude que vai do Uruguai aos Estados Unidos.
Os animais que sobreviveram, por sua vez, encolheram de tamanho para se adaptar a temperaturas mais altas. Segundo o pesquisador, todas essas são coisas que devem ocorrer com o aquecimento global atual, em grau menor.
"Estamos mostrando o quanto um aquecimento global pode ser ruim", afirma Wignall. "Não acho que veremos algo nesse nível em nosso futuro próximo; certamente não nos próximos cem anos."
Segundo o cientista, as temperaturas do fim do Permiano subiram até os níveis registrados em algumas poucas centenas de milhares de anos, o que é bastante rápido em termos geológicos. "Hoje, porém, o que vemos acontecer é equivalente a uma subida de temperatura instantânea", diz.
sábado, 27 de outubro de 2012
Executivos de compras discutem sustentabilidade e ética durante 5º Congresso Internacional de Compras
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Evento realizado pelo CBEC trará palestrantes
internacionais e empresas como Siemens, Accenture, L’Oreal, Vale, Fundação Dom
Cabral, Codelco/Achilles, Boticário, Sebrae, Gafisa, Telefônica/Vivo entre
outras apresentando seus cases
São Paulo, outubro de 2012 – Mais do que atividades cotidianas de gestão do
fluxo dos materiais e das informações associadas, a área de compras é cada vez
mais relevante para o sucesso das companhias. Em franco processo de
transformação, a função compras atravessa a fronteira de outras áreas funcionais
e passa de coadjuvante a protagonista no gerenciamento de processos, decisões
estratégicas e gestão colaborativa. E tudo isso precisa acontecer de forma ética
e sustentável.
Para falar sobre os desafios, cenários e perspectivas do
setor, o CBEC – Conselho Brasileiro dos Executivos de Compras, realiza entre os
dias 06 e 07 de novembro de 2012, o 5º Congresso Internacional de Compras, o
CBEC – Conselho Brasileiro dos Executivos de Compras, no Teatro Vivo, em São
Paulo. Sob o tema “Como alinhar melhores práticas em compras de forma ética, sustentável e transparente”, o Congresso reunirá especialistas nacionais e internacionais da área de compras discutindo sobre as boas práticas que as grandes empresas estão adotando na condução de suas atividades, além de tendências e perspectivas para os próximos anos. Empresas como Siemens, Accenture, L’Oreal, Vale, Fundação Dom Cabral, Codelco/Achilles, Boticário, Sebrae, Gafisa, Telefônica/Vivo, Bravante, ICTS Global, Purchasing Advantage e NEVI estarão presentes trocando experiências, falando sobre gestão de riscos, sustentabilidade, segurança da informação para sistemas de gestão, reforço ético na área de suprimentos, encadeamento produtivo, gestão tributária em compras, tendências, desafios e transparência, entre outros temas e cases de sucesso. Novidades Durante o Congresso será lançado o processo de certificação global de profissionais de compras - CPP – Certified Purchasing Professional, com o conteúdo e chancela da Federação Internacional de Suprimentos (IFPSM - International Federation of Purchasing and Supply Management). Como explica Leonardo Couto, presidente do CBEC, as práticas e estratégicas dos profissionais de compras precisam ser cada vez mais assertivas para gerar valor aos clientes e ainda reforçar a competitividade das empresas. Nos EUA e Europa é difícil atuar sem certificação na área, mas no Brasil este é um conceito que começa a ganhar força agora, e os profissionais que a possuírem, certamente serão diferenciados perante o mercado. “O CPP (certificado global) assegurará que o profissional foi devidamente preparado e qualificado de acordo com as exigências do mercado global de compras, dentro dos conceitos e premissas fundamentais para o exercício da atividade”, explica o executivo. Vale ressaltar que o CBEC é a única entidade representativa da IFPSM no Brasil, órgão que congrega Associações Nacionais de Compras de 43 países, representando mais de 200 mil profissionais de Compras no mundo. O evento contará, ainda, com a participação de Newton Figueiredo, presidente da Sustentax apresentando as diretrizes do recém-criado Prêmio de Sustentabilidade em Compras, idealizado pelo CBEC e Sustentax. PREZADO JORNALISTA, CASO TENHA INTERESSE EM ACOMPANHAR O CONGRESSO, ENVIE UM E-MAIL PARA TATIANA@VENTILACOMUNICACAO.COM.BR COM SEUS DADOS E NOME DO VEÍCULO. OBRIGADA! Anote em sua agenda: O que: 5ª edição do Congresso Internacional de Compras Quando: nos dias 06 e 07 de novembro de 2012, das 8h às 18h. Onde: no Teatro Vivo, na Av.Dr. Chucri Zaidan, 860, em São Paulo Mais informações: SP:(11) 3774-0045 – E-mail: lisley.polvora@cbec.org.br e RJ: (21) 2443-7026 – E-mail: Fernanda.vilela@cbec.org.br Sobre o CBEC: O Conselho Brasileiro dos Executivos de Compras (CBEC) é uma associação sem fins lucrativos com abrangência nacional com papel estratégico para a melhoria da competitividade e da lucratividade das empresas brasileiras. Promove a integração entre os profissionais de Compras para a troca de experiências e conhecimentos, fomenta pesquisas e publica trabalhos sobre o tema no Brasil. Fundado em 2004, o CBEC está apto a capacitar e certificar os profissionais de Compras de acordo com padrões internacionais no que tangem a consolidação da identidade da área e princípios éticos para o profissional de Compras. O CBEC é a única entidade representativa da IFPSM no Brasil, órgão que congrega Associações Nacionais de Compras de 43 países, representando mais de 200.000 profissionais de Compras no mundo. Mais informações: www.cbec.org.br Informações para a imprensa: VENTILA Comunicação (11) 3418-1796 / (11) 9 8245-0919 Tatiana Ferrador tatiana@ventilacomunicacao.com.br www.ventilacomunicacao.com.br |
Roraima: Quer ser o primeiro Ecoestado do mundo
Roraima quer ser o primeiro Ecoestado do mundo NACIONAL * 25/10/2012 - 06:19:00 | ||
http://www.onortao.com.br/ler3.asp?id=61508 | ||
Do UOL
Em São Paulo
O governo de Roraima apresentou nesta sexta-feira
(19) um projeto ambicioso de sustentabilidade que quer transformar a região no
primeiro Ecoestado do mundo. A iniciativa também conta com a parceria da Unido,
agência da ONU (Organização das Nações Unidas) para o Desenvolvimento
Industrial, e da Fundação Astronauta Marcos Pontes.
“Nas Ecocidades, temos apenas um projeto
sustentável na localidade. A ideia do Ecoestado é integrar os mais diversos
projetos e desenvolvê-los em uma região de maior abrangência”, explica Jan
Dictus, representante da Unido.
Roraima foi escolhida pelas duas instituições para
ter o programa pioneiro por dois fatores: localização próxima à região
Amazônica, foco da atenção mundial, e pelo potencial ainda pouco explorado para
desenvolver práticas ecológicas e sustentáveis. “[O Estado] Me chama a atenção
pela sustentabilidade possível de ser implantada e pelo potencial do agronegócio
e do turismo”, afirma o astronauta brasileiro.
A ideia é transformar várias cidades em modelos
para o Brasil. A capital Boa Vista será a primeira a ser moldada dentro dessa
nova concepção sustentável, integrando diversos aspectos, como energia
renovável, mobilidade urbana, distribuição de água potável e rede de saneamento.
O projeto, que tem como tripé um Estado ecologicamente sustentável,
economicamente viável e socialmente justo, foi apresentado pela primeira vez
durante a Conferência Rio+20, em junho passado.
O comitê discutiu com representantes dos governos
estadual e federal, com os setores da indústria e do comércio e com a sociedade
futuras ações de desenvolvimento que possam viabilizar o projeto, levantando
questões que abrangem agronegócio, energia, educação, tecnologia, meio ambiente,
transportes, indústria e turismo. Nos últimos três dias, o grupo também abordou
políticas estratégicas e técnicas para a sustentabilidade viáveis para o
Estado.
Os dados e informações levantados nas reuniões
serão apresentadas à ONU, segundo a assessoria do governo de Roraima. Mesmo sem
data definida de implantação, Pontes afirmou que já está firmada uma carta de
compromisso entre o Estado, a Unido e a sua fundação. “Nossa intenção é que, a
partir do próximo ano, possamos expandir alguns projetos-piloto que já estão em
funcionamento no Estado”, conclui.
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Autor: UOL | ||
| Fonte: O NORTÃO |
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