quarta-feira, 12 de outubro de 2011

PARQUES MUNICIPAIS OFERECEM RECREAÇÃO E ATIVIDADES DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO DIA DAS CRIANÇAS




06/10/2011 17h14




O feriado do Dia das Crianças será uma oportunidade para pais e filhos aproveitarem o dia em um dos 80 parques municipais espalhados pela cidade. Alguns deles programaram brincadeiras e também atividades de educação ambiental, tudo gratuitamente, para divertir e também ensinar aos pequenos sobre como viver em mundo melhor, preservando a natureza.






No Parque Ibirapuera, um dos mais famosos da Zona Sul da cidade, a novidade que aguarda a criançada é uma rede tridimensional, estruturada com cordas e que simula escalada em árvores. A estrutura possibilita a descoberta de novas formas de subida e passagens de um lado para o outro, desafiando a coragem, a flexibilidade e a Inteligência dos pequenos. A novidade pode ser desbravada por crianças de 5 a 12 anos, e ficará próxima do playground.






Os brinquedos de mola também voltaram para o parque e aguardam as crianças em um playground novo, que foi ampliado e cercado, com indicação de faixa etária de 0 a 6 anos. Os brinquedos de mola exercitam a força, o impulso e o equilíbrio das crianças e aguça também o imaginário e a percepção de espaço.










No extremo da Zona Sul, no Parque Jardim Herculano, estarão à disposição jogos e brincadeiras infantis como ciranda, bambolê, bola de gude, barra manteiga, caça ao tesouro e esconde-esconde.






O Parque Alfredo Volpi, no Morumbi, optou por uma atividade saudável onde as crianças serão bem-vindas acompanhando os pais – uma Caminhada Ecológica também em uma ação em prol do Dia Mundial de Combate a Obesidade. Além dos monitores que devem orientar as atividades, a caminhada contará com a animação de malabaristas e palhaços.






No Parque Vila dos Remédios, Zona Oeste da cidade, será organizada uma Caça ao Tesouro Ambiental. As crianças devem seguir orientações e localizar as pistas do tesouro, que estarão escondidas em árvores e equipamentos do parque. Os participantes serão estimulados a identificarem espécies de árvores e animais até chegarem ao tesouro surpresa. Haverá também uma oficina para construção de brinquedos utilizando como matéria-prima diversos tipos de sucata.






Na Zona Leste, o Parque do Carmo vai aproveitar o feriado para comemorar o Dia das Crianças e também o aniversário de 35 anos do Parque. Por isso a administração, em parceria com a comunidade e organizações do entorno, organizou uma série de atividades que ficarão concentradas em frente ao Bosque da Leitura. Serão montadas tendas com teatro, filme, dinâmicas, pinturas, danças, brincadeiras, contação de histórias e apresentações musicais.






À tarde as crianças e freqüentadores participarão de um coro coletivo de parabéns ao parque, com distribuição de bolo, algodão doce e pipoca. No fim da tarde, a escola Leandro de Itaquera se apresentará aos freqüentadores.






Na Zona Norte, o Parque Vila Guilherme-Trote promoverá brincadeiras, gincanas, distribuição de brinquedos e guloseimas no dia do feriado. O ponto de encontro será em frente ao Salão de Eventos do Parque.






Também na Zona Norte, o Parque Lions Clube Tucuruvi antecipou a comemoração para o dia 11. A principal atração será uma atividade voltada para estimular a consciência ambiental das crianças, com a realização de um plantio coletivo de árvores dentro do parque. Os integrantes da atividade também ganharão sementes de girassol, recebendo orientação de onde e como plantá-las, além de uma revista de colorir. A atividade será finalizada com um piquenique.






Na região Centro-Oeste, o Parque Trianon vem desenvolvendo o projeto de educação ambiental “Conhecendo a Mata Atlântica”, que acontece todas as quartas-feiras, inclusive no dia 12. A atividade está disponível para crianças e adultos e tem como objetivo falar de consciência ambiental (teoria dos três R – reduzir, reutilizar e reciclar ) e também sobre conservação da natureza. A importância da preservação da Mata Atlântica para a qualidade de vida dos paulistanos será abordada em um passeio nas trilhas do parque. É uma boa dica de atividade para ser realizada por pais e filhos. No Parque Benemérito Brás, também na região Centro-Oeste, as atividades acontecerão nos dias 13 e 14 de outubro, em parceria com a ONG Pró-Diversidade. Serão organizadas gincanas, atividades recreativas, contação de histórias e palestras sobre a prática esportiva e seus benefícios a partir das 8h.


SERVIÇO:



DIA DAS CRIANÇAS NOS PARQUES MUNICIPAIS

LOCAIS:

PARQUE IBIRAPUERA
Av Pedro Álvares Cabral, s/n – Vila Mariana
Informações: 5574-5177

Atividades
Brinquedos permanentes no playground

PARQUE JARDIM HERCULANO
Estrada da Riviera, 2282 – Jardim Herculano
Informações: 5833-7351

Atividades
Brincadeiras e jogos – das 10h às 15h;

PARQUE ALFREDO VOLPI
Rua Engenheiro Oscar Americano, 480 - Morumbi
Informações: 3031-7052

Atividades
Caminhada Ecológica – 08h30 às 10h

PARQUE VILA DOS REMÉDIOS
R. Carlos Alberto Vanzolini, 413 – Vila dos Remédios
Informações: 3625-1419

Atividades
Caça ao Tesouro Ambiental – 9h às 11h e 14h às 16h;
Oficina de Brinquedos de Sucata: 11h às 13h e 16h às 18h;


PARQUE DO CARMO
Av. Afonso de Sampaio e Souza, 951 – Itaquera
Informações: 2748-0010/ 2746-5001

Atividades
11h – Contação de histórias;
13h – Apresentação musical e parabéns ao parque, com distribuição de bolo e doces;
16h – Apresentação da escola Leandro de Itaquera;

PARQUE VILA GUILHERME-TROTE
R. São Quirino, 905
Informações: 2905-0165

Atividades
Brincadeiras, gincanas e distribuição de guloseimas – 13h às 17h;

PARQUE LIONS CLUBE TUCURUVI
Rua Alcindo Bueno de Assis, 500 – Tucuruvi
Informações: 2203-5837

Atividades
Plantio de árvores, distribuição de sementes de girassol, distribuição de revistas de colorir e piquenique - das 14h às 17h

PARQUE TENENTE SIQUEIRA CAMPOS – TRIANON
R. Peixoto Gomide, 949 – Cerqueira César
Informações: 3289-2160

Atividades
Monitoria ‘Conhecendo a Mata Atlântica’ – às 9h30 às 11h e às 14h às 15h30

PARQUE BENEMÉRITO JOSÉ BRÁS
R. Piratininga 365 – Brás
Informações: 3207-4706

Atividades
Brincadeiras e gincanas – 8h às 17h
 


11/10/2011 08h13 - Atualizado em 11/10/2011 17h09

Veja dez sugestões para aproveitar o Dia das Crianças com a família em SP

Cidade oferece uma seleção especial para curtir a data.
Entre os destaques está show gratuito da Palavra Cantada, no Ibirapuera.




Graziela SalomãoDo G1 SP
A cidade de São Paulo tem muitas opções para quem quer aproveitar o feriado do dia 12 de outubro de uma forma diferente com as crianças. Entre programas gratuitos e pagos, o G1 fez uma seleção dos dez passeios mais divertidos ao ar livre e em locais fechados para os pais fazerem com os filhos. Entre os destaques está um show da dupla Palavra Cantada, no Auditório do Ibirapuera, na Zona Sul da cidade, e uma miniviagem de maria fumaça na Vila de Paranapiacaba, na Grande São Paulo.
Ao ar livre
show_palavracantada (Foto: Rodrigo-Schmidt/Divulgação)(Foto: Rodrigo-Schmidt/Divulgação)
Ao som da Palavra Cantada
A dupla Palavra Cantada, formada por Paulo Tatit e Sandra Peres, apresenta para a plateia externa do Auditório do Ibirapuera, na Zona Sul, um grande show do novo discoBrincadeiras Musicais. No repertório, sucessos da dupla, tais como “Sopa” e “Criança Não Trabalha”, e várias canções inéditas, entre elas “Tá Combinado” e “O Caramujo e a Saúva”. A proposta é que crianças e adultos entrem no universo da música através da experimentação corporal, gestual e com os próprios instrumentos musicais.
Brincadeiras Musicais – Palavra Cantada
Às 10h
Auditório Ibirapuera
Av Pedro Álvares Cabral, s/n - Vila Mariana
Informações: 3629-1075
Entrada gratuita
parque_ibirapuera (Foto: Divulgação/SVMA)(Foto: Divulgação/SVMA)
Escalada em árvores
No Parque do Ibirapuera, na Zona Sul, um dos mais famosos da cidade, a novidade que aguarda a criançada é uma rede tridimensional, estruturada com cordas e que simula escalada em árvores para crianças de 5 a 12 anos. Os menores podem se divertir nos brinquedos de mola que voltaram para o parque e ficam no playground, recém-ampliado.
Parque Ibirapuera
Av Pedro Álvares Cabral, s/n - Vila Mariana
Informações: 5574-5177
Entrada gratuita
parque_volpi (Foto: Divulgação/SVMA)(Foto: Divulgação/SVMA)
Caminhada ecológica
O Parque Alfredo Volpi, no Morumbi, na Zona Sul, optou por uma atividade saudável para a família e vai promover a Caminhada Ecológica. A ação também é em prol do Dia Mundial de Combate à Obesidade. Além dos monitores que devem orientar as atividades, a caminhada contará com a animação de malabaristas e palhaços.
Caminhada EcológicaDa 8h30 às 10h
Parque Alfredo Volpi - Rua Engenheiro Oscar Americano, 480 – Morumbi
Informações: 3031-7052
Entrada gratuita
parque_carmo (Foto: Divulgação/SVMA)(Foto: Divulgação/SVMA)
Bolo, pipoca e algodão doceO Parque do Carmo, na Zona Leste, vai aproveitar o feriado para comemorar o Dia das Crianças e o aniversário de 35 anos do parque. Em parceria com a comunidade e organizações da região, o parque organizou uma série de atividades com teatro, filme, pinturas, danças, brincadeiras, contação de histórias e apresentações musicais. As tendas ficarão concentradas em frente ao Bosque da Leitura. À tarde, o parabéns ao parque vai ter bolo, algodão doce e pipoca e uma apresentação da escola Leandro de Itaquera.
Comemoração Parque do Carmo11h - Contação de histórias;
13h - Apresentação musical e parabéns ao parque;
16h - Apresentação da escola Leandro de Itaquera
Parque do Carmo - Av. Afonso de Sampaio e Souza, 951 - Itaquera
Informações: 2748-0010/ 2746-5001
Entrada gratuita
foto_mariafumaça (Foto: Beto Garavello/Divulgação)(Foto: Beto Garavello/Divulgação)
Nas trilhas da maria fumaça
Uma estação ferroviária construída pelos ingleses no fim do século 19 é uma das atrações da pequena Vila de Paranapiacaba, na Grande São Paulo. As crianças podem passear de maria fumaça dentro da estação, percorrendo um trecho de 1km. A saída acontece da passarela que liga a Parte Alta à Parte Baixa da Vila.
Passeio de maria fumaçaDas 10h às 16h
Rua da Estação, s/n – Parte Baixa – Vila de Paranapiacaba
Telefone: 4439-0237
Ingressos: R$ 5
foto_dinossauro (Foto: Divulgação)(Foto: Divulgação)
Dinossauro em São Paulo
Ir ao Zoológico de São Paulo, na Zona Sul, sempre é divertido. Desta vez, além dos animais, a criançada vai se encantar com a reprodução de uma cabeça e pescoço de um braquiossauro, um dos maiores dinossauros conhecidos. A peça de 14 metros de altura foi criada com resina e uma armação metálica, obra do artista plástico Eduardo Srur, e fica no local até o dia 30 de outubro, no lago do Zoológico.
ZoológicoDas 9h às 17h
Avenida Miguel Stéfano, 4241 - Água Funda
Telefones: 5073-0811
Ingressos: R$ 16 (adultos), R$ 6 (crianças de 5 a 12 anos), grátis (crianças até 4 anos)
Em espaço fechado
foto_planetario (Foto: Divulgação/SVMA)(Foto: Divulgação/SVMA)
Uma aventura pelo sistema solar
Uma viagem interplanetária pelo sistema solar, junto com outras crianças e um computador muito inteligente. É isso que propõe essa atividade no Planetário, na Zona Sul da cidade, que levará as crianças a conhecer os principais astros do sistema solar. A atividade é recomendada para crianças a partir de 5 anos.
Uma aventura pelo Sistema Solar
Planetário
Às 14h
Av. Pedro Álvares Cabral, s/n
Informações: 5575-5425 / 5575-5206
Ingressos: R$ 5
foto_parlapatoes (Foto: Caetano Barrera/Divulgação)(Foto: Caetano Barrera/Divulgação)
Os clássicos do circoO espetáculo Parlapatões - Clássicos do Circo reúne números cômicos e circenses de diversos espetáculos da trajetória de 20 anos dos Parlapatões. Um grande show de variedades festeja o repertório do grupo em números para crianças de 4 a 12 anos, mas com diversão garantida para os adultos.
Parlapatões - Clássicos do circoGinásio Vermelho do SESC Consolação - Rua Dr. Vila Nova, 245 - 2º andar
Às 11h
Telefone: 3234-3000
Entrada gratuita. Ingressos com 1h de antecedência na bilheteria do Teatro Anchieta.
foto_sitiodopicapauamarelo (Foto: Divulgação)(Foto: Divulgação)
Brincadeiras com a turma do SítioSeis espaços inspirados nos personagem de Monteiro Lobato formam o circuito do Sítio do Picapau Amarelo, no Morumbi Shopping, na Zona Sul. As crianças de 3 a 12 anos poderão vivenciar experiências como usar um caleidoscópio ou uma lupa para ver plantas e insetos e debulhar milho. O circuito de atividades tem capacidade para 30 crianças e termina no dia 12 de outubro.
Circuito Sítio do Picapau Amarelo
Das 13h às 19h30
Atrium do Morumbi Shopping
Av. Roque Petroni Jr., 1089 – Morumbi
Entrada gratuita
foto_contação_catavento (Foto: Divulgação)(Foto: Divulgação)
No mundo dos origamis
No Catavento Cultural e Educacional, no Centro, além de visitar o museu, as crianças podem participar de outras atividades propostas pelo espaço. Uma delas é a contação de história que acontece às 14h e às 15h30. Arquimedes e o Reino de Siracusanarra a vida do filósofo e pesquisador grego Arquimedes e mostra suas principais descobertas, como o parafuso de Arquimedes e o raio mortal. A outra dica é a oficina de origamis que ensina técnicas simples de dobradura, desenho e pintura. A atividade acontece das 9h às 16h.
Catavento Cultural e EducacionalDas 9h às 17h
Palácio das Indústrias - Parque Dom Pedro II, Centro
Telefone: 3315-0051
Ingressos: Crianças até 12 anos não pagam no dia 12/10. Adultos pagam R$ 6. As atividades dentro do museu são gratuitas.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Se não fosse o "se"...


10/10/2011 - 17h15

UE só assinará novo Protocolo de Kyoto se EUA e China aderirem

http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/988460-ue-so-assinara-novo-protocolo-de-kyoto-se-eua-e-china-aderirem.shtml


Ministros de Meio Ambiente de países que pertencem à União Europeia sinalizaram nesta segunda-feira que seus governos pretendem assinar um segundo Protocolo de Kyoto se as nações mais poluentes também o fizerem --no caso, os Estados Unidos, a China e a Índia.
Entenda importância do Protocolo de Kyoto contra o efeito estufa
A linha de ação que será adotada pela UE na próxima conferência mundial sobre mudanças climáticas --marcada para novembro em Durban, na África do Sul-- foi acordada em uma reunião que acontece nesta semana em Luxemburgo.
"Qual a razão de se manter algo vivo se você está lá sozinho?", disse à agência de notícias Reuters o comissário de Ambiente da UE, Connie Hedegaard.
Ele comentou que deve haver maior colaboração dos países mais poluentes, que respondem por 89% das emissões, contra os 11% dos países da UE.
O Protocolo de Kyoto em vigor, que prevê medidas de combate contra o aquecimento global, vai expirar em 2012 e até o momento não possui nenhum novo texto formulado.
Os EUA são um dos países poluentes que assinaram o Protocolo de Kyoto, mas nunca ratificaram sua participação, motivo pelo qual é criticado mundialmente. As nações em desenvolvimento também foram excluídas do pacto original de 1997, mas hoje se enquadram entre os poluentes.
Na metade deste ano, representantes de 180 países se reuniram para tratar de Kyoto, mas

não houve avanços nas duas semanas de conversações e o assunto mais uma vez foi postergado sem solução.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Moradores do Cingapura não sairão e querem ajuda do MP




Com a decisão da Justiça de São Paulo de interditar e remover os cerca de 3.000 moradores do conjunto residencial Cingapura Zaki Narchi, na zona norte da capital paulista, moradores se revoltaram. Além de manifestações na frente do local, a associação de moradores entregou um abaixo assinado para o Ministério Público e para a Prefeitura pedindo que o Cingapura não seja interditado. 

10/10/2011 22h13 - Por UOL Notícias

 

 http://noticias.uol.com.br/ultnot/multi/2011/10/10/04028D99366CD8892326.jhtm?moradores-do-cingapura-nao-sairao-e-querem-ajuda-do-mp-04028D99366CD8892326


Piquenique-se nos parques e praças da Cidade



O Piquenique-se é uma campanha do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente, para comemorar o dia do Consumo Consciente, que oficialmente acontece no dia 15 de outubro. Para incentivar as pessoas em todo o Brasil a fazer piqueniques, como oportunidade de experimentar um estilo de vida mais feliz e mais sustentável.
Se você quer aproveitar e organizar seu piquenique sustentável em alguma praça ou parque é muito simples. Cada grupo será organizador de seu piquenique, não há controle. A ideia é justamente não ter controle, mas convidar o cidadão a curtir um dia com mais qualidade de vida, a partir da convivência com as pessoas de que gosta e procurando praticar o consumo consciente.
No site da do Akatu (www.akatu.org.br) você pode consultar o guia com cuidados e dicas práticas para um piquenique de consumo consciente. Três aspectos do consumo são importantíssimos para a sensibilização e a conscientização das pessoas: a compra (com planejamento prévio e execução), o uso dos produtos e o descarte.
Aproveite que é domingo e tire sua bicicleta da garagem ou dê preferência ao transporte público para chegar no parque.


Piso permeável e calçadas verdes acessíveis

Piso permeável como alternativa

http://www.gazetadigital.com.br/conteudo/show/secao/16/materia/273473

Quarta, 04 de maio de 2011, 04h00

Josana Salles  / Da Redação 
 
Os pisos drenantes ou permeáveis estão cada vez mais ocupando espaço em Cuiabá, uma das capitais brasileiras com alto índice de chuvas nos primeiros meses do ano. A impermeabilização de áreas abertas contribui para a ocorrência de inundações. Porém, novas tecnologias,como os pavimentos permeáveis, são uma alternativa para permitir a infiltração da água para o solo. O material pode ser utilizadas em calçadas, parques, praças, quadras poliesportivas, estacionamentos e até em ruas de tráfego leve.
O pavimento permeável já é utilizado com sucesso há mais de 30 anos nos Estados Unidos e em países europeus, como Inglaterra e Alemanha. Em Cuiabá, a indústria Braston, que utiliza o concreto incorporado com fibras naturais e agregados minerais produz peças premoldadas com grande capacidade de drenagem.
O empresário cuiabano, Narciso Bosaipo, um dos sócios da Braston ressalta o índice de 97% de absorção dos pisos, retirando a água do solo em três segundos. "Em seguida a água passa por uma base de pedra, pedrisco e areia e é levada para o lençol freático. Os pisos são resistentes e aderentes, atérmicos, confortáveis e antiderrapante", diz.
O produto é feito com granito, vidro temperado, pedras e fibra de coco, tudo triturado. A fábrica produz pisos em mais de 20 cores, peças formadas por placas porosas com cinco tamanhos diferentes. Rogério Cazaroti, um dos empresários da Braston diz que a produção chega a 300 metros/dia de piso, podendo chegar a 600 metros.
O piso foi utilizado no Jardim da Contemplação, na Casa Cor Mato Grosso 2010, em Cuiabá. Foi empregado também nos estacionamentos de agências bancárias e espaços em condomínios.
Na hora de aplicar, não exige mão-de-obra especializada. As peças podem ser colocadas e retiradas uma a uma com extrema facilidade. O piso Megadreno permite um processo de intervenção no subsolo mais simples, rápido e seguro. Seu lançamento oficial ocorreu na Casa Cor São Paulo, em 2006, no Jockey Club, no ambiente Calçada Viva, projetado pelo conceituado arquiteto e paisagista Benedito Abbud.

Fornecedores:

http://www.braston.com.br/site/portal/

http://www.gyotoku.com.br/



Guia Prático para
a Construção de Calçadas
 
 Fonte e guia:

http://www.creaba.org.br/ftp/Guia_Pratico_Construcao_de_Calcadas.pdf



 CALÇADAS VERDES E ACESSÍVEIS
 

Melhoram a mobilidade, a permeabilidade e embelezam a paisagem urbana

Fonte e guia:
http://www.uniagua.org.br/public_html/website/livro_calcada.pdf

Lixo proibido vem de longe

Lixo 'útil' poupa recursos naturais e energia, mas importação ainda é tabu

Tipos de lixo não aproveitáveis e proibidos entram no País 'disfarçados' de recicláveis e atrapalham importação de material reutilizado na cadeia produtiva da indústria; em 2010, o Brasil importou 201 mil toneladas de resíduos para reúso

08 de outubro de 2011 | 15h 10
 
Karina Ninni - O Estado de S. Paulo
A importação de resíduos é estratégica para alguns setores industriais brasileiros, com destaque para a siderurgia, a indústria do alumínio, do papel e do PET. A indústria usa as sobras do processo produtivo em sua cadeia novamente, o que reduz a quantidade de matéria-prima retirada do planeta e as emissões relativas a esse processo. Mas o tráfico ilegal de lixo considerado perigoso, que entra junto com alguns tipos de resíduo, atrapalha a indústria da reciclagem e perpetua o preconceito contra a importação desse material, considerado pela indústria como insumo.
O País importou no ano passado 201.075 toneladas de sucata de ferro, aço e alumínio, resíduos de PET em flocos e aparas de papel. Segundo o relatório Lixo Sem Fronteiras na União Europeia, de 2009, a produção de alumínio com base em matéria reciclada usa 5% da energia necessária para a obtenção do produto partindo da bauxita. A produção de 1 quilo de papel a partir do papel reciclado gasta a metade da energia.
"Sucata de aço e ferro é considerada matéria-prima importantíssima. Seu uso reduz as emissões de CO2 e o consumo de recursos como água e energia", afirma Cristina Yuan, diretora de assuntos institucionais e sustentabilidade do Instituto Aço Brasil. Segundo ela, tudo pode voltar para a cadeia produtiva. "De prego a restos de navios. É a nossa vantagem sobre outros materiais."
Cristina afirma que, além de aproveitar as sobras do processo produtivo e de comprar no mercado brasileiro, às vezes é preciso importar sucata. "Geralmente trazemos de países da América Latina. Quanto mais perto, mais barato", resume.
No caso do alumínio, exemplo bem-sucedido de reciclagem no Brasil, as latinhas representam 50% dos resíduos importados.
"Há 3 anos, importávamos 100 mil toneladas de sucata por ano. No ano passado, foram 52 mil", afirma Henio De Nicola, coordenador da comissão de reciclagem da Associação Brasileira do Alumínio (Abal). Ele diz que a projeção para 2011 é de importação de 40 mil toneladas.
"Nós estamos trazendo da Colômbia e de países da América Central, como o Panamá. E também da Malásia, da Coreia, da Inglaterra e da Alemanha", esclarece De Nicola.
Grande produtora de chapas e folhas de alumínio, a Novelis confecciona, no Brasil, 400 mil toneladas por ano. "Disso, 50% é feito de alumínio reciclado. Até 2020, teremos de confeccionar 80% da produção com reciclados", diz Carlos Roberto de Morais, diretor de reciclagem. Dos reciclados usados pela empresa, 15% são importados.
Outro resíduo que entrou a uma média de 10 mil toneladas por ano nos últimos três anos são os flocos de PET. As empresas recicladoras no Brasil trabalham com capacidade ociosa de 30%, pois, com o deficiente sistema de coleta seletiva do País, a matéria-prima não chega a elas.
Contaminantes. Embora o comércio transfronteiriço de resíduos seja vital para esses setores, é quase inevitável não conectá-lo a uma cena que se tornou frequente na mídia nos últimos tempos: a entrada de contêineres com todo tipo de lixo, incluindo lixo doméstico e hospitalar, etiquetados como aparas para reciclagem.
Segundo a Receita Federal, boa parte do "lixo proibido" disfarçado de resíduos para reciclagem entra no País como apara de plástico, de resíduo têxtil, de papel e de borracha.
"Esse tipo de conduta passa pelo operador do mercado nacional. Quando ele começa no mercado, tem um período de quarentena. O desvio de conduta começa depois da quarentena", explica Dario da Silva Brayner Filho, coordenador-geral de administração aduaneira da Receita Federal.
Silva afirma que os casos de entrada de lixo proibido junto com resíduos destinados à reciclagem são pontuais e acontecem pouco. Mas Auri Marçon, da Abipet, discorda.
"Desde 2008, esse tráfico ilegal começou a crescer de forma descontrolada. Sabemos que muita coisa entra como resíduos de PET. Venho reclamando há pelo menos cinco anos", diz ele. Marçon afirma que não existe uma orientação clara para os órgãos de fronteira de que esse tipo de material tem de ter autorização prévia do governo.
"Qualquer resíduo sólido cujas características possam causar dano ao meio ambiente ou à população é proibido", afirma Fernando da Costa Marques, diretor de qualidade ambiental do Ibama, citando a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). O Brasil proíbe a importação de resíduos que considera perigosos desde 1996, por uma resolução do Conama. A PNRS instituiu a proibição por força de lei.
Henio De Nicola, da Abal, afirma que no ramo da sucata de alumínio a presença de contaminantes é pequena. "É um mercado maduro, a gente já sabe de quem compra. Agora, é preciso exigir do fornecedor um grau mínimo de pureza e especificar a maneira pela qual essa carga deve chegar aqui. Se o comprador não exige, Deus sabe o que pode vir junto com aquilo que ele pediu", explica.
Ele lembra que no passado teve problemas com contaminantes. "Antigamente, às vezes vinha chumbo nas latinhas, para fazer peso. Mas hoje o preço do chumbo na bolsa de Londres está quase alcançando o do alumínio, não vale mais a pena."
Na Novelis, os caminhões carregados com resíduos passam, antes da descarga, por um sistema de detecção de resíduos perigosos, incluindo os radioativos. "Temos um sistema muito eficaz", diz Carlos Roberto de Morais. "Se algo é detectado, a carga nem é aberta."
"O Césio 137 foi encontrado num depósito de sucata", lembra De Nicola, da Abal. "Aquilo foi um alerta. Toda a indústria de alumínio que usa resíduos hoje toma esse tipo de cuidado."
 
Legislação rígida  favorece ‘tráfico de lixo’. Crescimento do comércio mundial para reciclagem levou países a buscar alternativas para driblar proibição de manuseio de resíduos perigosos
O crescimento do comércio transnacional de resíduos para reciclagem e reúso do lixo "útil" acabou gerando um problema: o tráfico ilícito de resíduos considerados perigosos.
A iniciativa de controle do movimento transfronteiriço surgiu primeiramente nos países da União Europeia, nos anos 90.
"Os países desenvolvidos queriam reaproveitar sucatas que continham gases tóxicos, como motores de geladeiras, por exemplo. Então, como tinham leis impedindo o manuseio desses gases, mandavam para países subdesenvolvidos desmontarem os aparelhos. É o chamado tráfico", explica a consultora Ângela Cardoso, gestora da unidade de segurança e meio ambiente da Key Associados.
Ângela diz que resíduo é diferente de lixo. "O lixo é o último estágio de um produto. O resíduo é reaproveitável", completa.
O lixo recolhido nas casas que, vez por outra, entra no País disfarçado de resíduo para reciclagem é considerado, pela Convenção da Basileia, como resíduo que requer especial atenção. A convenção é um acordo global, ratificado por mais de cem países-membros, para regular os problemas do comércio transnacional de resíduos - sobretudo aqueles considerados perigosos.
A convenção distingue os tipos de operações de eliminação em dois: recuperação/reciclagem e disposição final.
O último relatório mundial publicado sobre movimentos transfronteiriços de resíduos pela Convenção da Basileia mostrou que, em 2006, 80% do lixo não perigoso que circulava pelo mundo tinha como fim a reciclagem e/ou a reutilização.
Eletrônicos. Hoje, a comunidade internacional está particularmente preocupada com os resíduos eletroeletrônicos, que crescem com grande rapidez. Somente na Europa, 8 milhões de toneladas são descartadas todo ano.
O Brasil produz entre 500 e 680 gramas per capita por ano, sendo o maior produtor per capita de resíduos eletrônicos entre os países emergentes, segundo recente estudo da ONU. Boa parte nós exportamos.
"O Brasil exporta eletroeletrônicos para países como Bélgica, China, Cingapura e Índia", diz o consultor Adriano Assi, um dos organizadores da Exposucata, feira de negócios de material pós-consumo. "Sucata eletrônica é reciclável e tem alto valor de mercado. Eu, como reciclador de eletrônicos, adoraria importar. Mas é um vespeiro: de um lado interessa economicamente; do outro, tem a Convenção da Basileia", resume.
Artesanal. A cidade chinesa de Guiyu é considerada a capital mundial do lixo eletrônico. "A China tem um processo de reciclagem altamente arcaico e poluente", diz Assi. No entanto, recebe lixo eletrônico dos EUA, da Europa, Canadá, Japão e de emergentes, como o Brasil.
 
PARA LEMBRAR - Lixo proibido vem de longe
Em agosto de 2009, 2 toneladas de resíduos sólidos não tratados da Grã-Bretanha vieram parar no Brasil. Os contêineres, interceptados em portos no RS e em SP, estavam identificados como polímeros de etileno e resíduos plásticos para reciclagem. Mas eram fraldas usadas, pilhas, seringas usadas, lixo doméstico... A história se repetiu em agosto de 2010 e no mês passado, com uma carga vinda da Espanha para o Porto de Itajaí (SC). Em todos os casos, a carga estava identificada como aparas de plástico para reciclagem.
"Multamos a empresa que importou, a que transportou e mandamos a carga de volta. O ônus é de quem trouxe", diz Fernando da Costa Marques, do Ibama. A carga britânica, por exemplo, foi multada em R$ 3 milhões. "É difícil haver casos de reincidência", diz Dario da Silva, da Receita Federal.