sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Enquanto isso, em Itaquera para a COPA2014...



12 Fevereiro, 20:00

Como habitantes de Sochi suportaram reconstrução geral


Outrora, Sochi era um balneário soviético clássico, agora é uma moderna cidade europeia com parques, jardins, ruas bem iluminadas e novas construções envidraçadas. Vejamos como a cidade mudou em 6 anos aos olhos dos moradores locais.

Gueorgui Dzhangiryan trabalha como taxista em Sochi. Há alguns anos ele ficava horas parado em engarrafamentos, porque com frequência não pegava passageiros para bairros distantes da cidade, porque teria de perder duas horas para voltar ao centro. Agora Gueorgui respira aliviado. Na preparação para os XXII Jogos Olímpicos de Inverno em Sochi construíram dezenas de quilômetros de novas estradas. Agora é um prazer andar pelas avenidas de um lado da cidade ao outro:
“Muita coisa mudou no plano das estradas. Praticamente não há engarrafamentos. Temos agora boas e bonitas construções novas, edifícios, hotéis. Em geral a cidade se transformou. E eu estou contente por Sochi se ter tornado assim. Naturalmente que houve dificuldades durante a construção das estradas. Havia alterações, fechavam um caminho, amanhã abriam. Mas nós saíamos da situação e levávamos sempre as pessoas para o local de destino”.
Os habitantes locais admitem que a cidade mudou completamente em 6 anos. Bairros habitacionais inteiros foram construídos a partir de zero. Surgiu um novo aeroporto, construíram novos hospitais, escolas e jardins da infância. Reformaram muitas obras da infraestrutura urbana, conta a moradora local Valentina:
“Nós, moradores de Sochi, consideramos que foi realizada a terceira reconstrução geral. A primeira foi nos anos 30, a segunda nos anos 60-70 e agora foi feita a terceira reconstrução. Vimos Sochi se transformar em cidade do século XXI. Todos os prédios foram pintados. Substituíram os telhados, as canalizações por novos. Temos magníficas instalações esportivas, nós agora podemos ir tranquilamente e praticar esporte. Para as crianças fizeram áreas de recreação. Estas estavam abandonadas, em mau estado. Agora restabeleceram tudo e colocaram novos equipamentos, balancés e escorregas. Temos tudo isso agora. Pode-se ir tranquilamente passear com as crianças e não temer que o balancé ou o escorrega caia em cima de você.”
Agora tudo isto parece milagre. Mas para os habitantes locais a preparação da cidade para as Olimpíadas foi uma provação. O que mais irritava os moradores de Sochi eram os engarrafamentos. Na cidade, onde já não era fácil circular, em virtude das construções fechavam as ruas. Dizem que engarrafamentos ocorriam até mesmo à noite.
Também as falhas no abastecimento de energia elétrica incomodavam os habitantes de Sochi. Quando praticamente em toda a cidade ocorriam construções, aconteciam rompimentos de cabos ou sobrecargas da rede elétrica. Como resultado bairros inteiros ficavam às vezes horas sem energia.
Entretanto, no final as Olimpíadas em Sochi resolveram o problema energético da cidade. Foram inaugurados 480 quilômetros de gasoduto e mais de 550 quilômetros de linhas de transmissão elétrica de alta voltagem. Os moradores de Sochi suportaram estoicamente todas as dificuldades e compararam a construção Olímpica como a reforma do próprio apartamento, quando se suporta os incômodos temporários para melhorar as condições de vida - conta a moradora de Sochi, Olga:
“Claro que houve incômodos durante a construção. Pó, sujeira, engarrafamentos. Em compensação, agora é uma beleza. Nós queremos ir passear no Parque Olímpico. Minha irmã vai ao hóquei com o marido. Eu vivo em Dogomys e vou raramente ao centro de Sochi. Há dois anos não ia à região dos estádios. Recentemente vi, é como se fosse outra cidade”,
As noites escuras de Sochi. Não foi por acaso que surgiu esta expressão. Outrora Sochi era um pequeno balneário do tipo soviético. À noite ele dormia, as ruas vazias não eram iluminadas. Mas agora é uma cidade europeia moderna com parques, jardins, ruas bem iluminadas com novos edifícios envidraçados. Surgem estabelecimentos de entretenimento. A cidade vive de dia e de noite.
Não há dúvida de que as Olimpíadas favoreceram Sochi. Alguns habitantes locais consideram que os edifícios de muitos andares violam a antiga atmosfera de cidadezinha aconchegante. Quem sabe, talvez passem os anos e sejam justamente esses edifícios a personificar o espírito da nova cidade balneária desenvolvida de Sochi.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Falta de chuva faz floresta realimentar efeito estufa




Falta de chuva faz floresta realimentar efeito estufa






Se a floresta amazônica fosse uma pessoa, seria um fenômeno: quando bebe, seu hálito melhora; quando se abstém, ele piora.
E o mau hálito da Amazônia, com seus 6,8 milhões de km², pode empestear o ar do planeta inteiro, agravando o efeito estufa.
Num ano normal, com muita chuva, a floresta quase não emite gases do efeito estufa, como o CO2 (dióxido de carbono, que na verdade não tem cheiro). Num ano seco, lança na atmosfera tanto CO2 quanto o Brasil inteiro.
A revelação está num estudo pioneiro sobre o bafo da floresta, o primeiro a medir sua composição na escala de toda a bacia amazônica.
A pesquisa –que tem entre os autores principais uma química brasileira, Luciana Vanni Gatti– está na capa do periódico "Nature" de hoje.
Gatti organizou 160 voos, em 2010 e 2011, em quatro áreas da floresta. Eles serviram para coletar amostras de ar em altitudes de 300 m a 4.400 m acima do nível do mar.
Em 2010, um ano com chuvas muito abaixo da média, os dados indicam que a Amazônia emitiu 480 milhões de toneladas de carbono na atmosfera. Em 2011, que teve chuvas acima da média, a emissão foi quase neutra, com 60 milhões de toneladas.
"Demos muita sorte de pegar dois extremos logo no começo do projeto", diz Gatti.

PULMÃO VERDE, UM MITO
A pergunta estampada na capa da revista –"sumidouro ou fonte?"– trata do grande mistério da Amazônia: se a maior floresta tropical do mundo mais retira do que lança carbono na atmosfera.
Estima-se que a Amazônia guarde 120 bilhões de toneladas de biomassa acima do solo. Ou seja, sem contar raízes e o que mais houver de matéria orgânica abaixo dele.
É um bocado de carbono estocado. Ao fazer fotossíntese, as árvores retiram CO2 do ar e, com isso, contribuem para contrabalançar as emissões produzidas pela humanidade com a queima de combustíveis fósseis. Com a respiração da floresta, de noite, mas em especial com o desmatamento e as queimadas, o sinal se inverte.
Daí se originou o mito da Amazônia como "pulmão verde" do mundo. Na realidade, a questão não é se a mata produz oxigênio, como entendeu mal um repórter da agência UPI ao entrevistar o cientista alemão Harald Sioli, em 1971, mas, sim, que ela vai agravar o efeito estufa, se destruída.
O estudo de Gatti não oferece resposta conclusiva sobre o balanço de carbono, pois, com a grande variação do comportamento da floresta, dois anos de medições são insuficientes para indicar uma tendência. Mas surgiram pistas importantes.
Primeiro, a pesquisa deixa claro que é possível medir concentrações de gases do efeito estufa nos quatro quadrantes da floresta e extrapolar os resultados para todo o bioma. Até agora, as medidas tomadas em uma dúzia de torres de pesquisa espalhadas pela Amazônia não haviam permitido traçar essa radiografia, porque captam só os fenômenos num raio de poucos quilômetros.
A outra pista, bem menos animadora, está no estresse da floresta causado pelas secas, que devem tornar-se mais frequentes com o aquecimento global.

"Se essas tendências continuarem, a região pode se tornar uma fonte líquida de carbono para a atmosfera, movendo carbono estocado em ecossistemas na forma de gases do efeito estufa, acelerando assim o aquecimento global", alerta John Miller, da Universidade do Colorado (EUA), coautor do artigo. 


Editoria de Arte/Folhapress



Parques e Áreas Verdes Urbanas

Parque urbano é uma área verde com função ecológica, estética e de lazer, no entanto, com uma extensão maior que as praças e jardins públicos.


De acordo com o Art. 8º, § 1º, da Resolução CONAMA Nº 369/2006, considera-se área verde de domínio público "o espaço de domínio público que desempenhe função ecológica, paisagística e recreativa, propiciando a melhoria da qualidade estética, funcional e ambiental da cidade, sendo dotado de vegetação e espaços livres de impermeabilização".


As áreas verdes urbanas são consideradas como o conjunto de áreas intraurbanas que apresentam cobertura vegetal, arbórea (nativa e introduzida), arbustiva ou rasteira (gramíneas) e que contribuem de modo significativo para a qualidade de vida e o equilíbrio ambiental nas cidades. Essas áreas verdes estão presentes numa enorme variedade de situações: em áreas públicas; em áreas de preservação permanente (APP); nos canteiros centrais; nas praças, parques, florestas e unidades de conservação (UC) urbanas; nos jardins institucionais; e nos terrenos públicos não edificados.


Exemplos de áreas verdes urbanas: praças; parques urbanos; parques fluviais; parque balneário e esportivo; jardim botânico; jardim zoológico; alguns tipos de cemitérios; faixas de ligação entre áreas verdes.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Paraná vai exigir destinação correta de medicamentos vencidos

Paraná vai exigir destinação correta de medicamentos vencidos


Publicado em 11/02/2014 10:05


No Paraná o descarte adequado de medicamentos em desuso é determinado por lei. A Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos e a Secretaria da Saúde irão notificar e multar os fabricantes, importadores, distribuidores e revendedores de medicamentos que não apresentarem, até o dia 23 de abril, um plano de destinação dos medicamentos em desuso. 

O Paraná possui uma lei pioneira no país, em vigor desde outubro, que determina o descarte adequado de todos os resíduos de medicamentos, de uso humano ou veterinário e que é reconhecida como modelo por representantes de entidades da área de saúde e do meio ambiente. A lei, regulamentada em outubro, deu um prazo de 180 dias para o setpor se adquarar. O prazo vence em 23 de abril. 

O secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Luiz Eduardo Cheida, explica que os medicamentos contaminam a água e o solo e podem provocar reações adversas como intoxicação de animais e pessoas. “São resíduos tóxicos para o meio ambiente e perigosos para a saúde que precisam ser devolvidos ao lugar certo a fim de que sejam neutralizados, melhorando a qualidade de vida de todos”, afirma Cheida.

Em reunião realizada, nesta segunda-feira (10), entre técnicos das Secretarias da Saúde e Meio Ambiente, foi definida uma medida imediata para alertar a todos os envolvidos na cadeia produtiva de medicamentos. "Vamos convocar os principais fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de remédios para alertar sobre o prazo limite para apresentação do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos", informou o chefe do Centro Estadual de Vigilância Sanitária Estadual da Secretaria da Saúde, Paulo Costa Santana. 

O QUE DIZ A LEI - A medida atende a Lei 17.211/2012 e ao decreto 9.213, assinado pelo governador Beto Richa, em 23 de outubro de 2013, que regulamenta a lei estadual. A legislação prevê um prazo de 180 dias, a partir da assinatura do decreto, para que os setores envolvidos apresentem um documento apontando as ações para destinar adequadamente os remédios fora de uso. As multas podem variar de R$ 7.172 a R$71.720 por estabelecimento. Em caso de reincidência, as multas poderão dobrar de valor.

Conforme a Lei, os estabelecimentos que comercializam ou distribuem medicamentos - incluindo farmácias, drogarias, clínicas, hospitais, lojas de produtos animais, entre outros - são obrigados a aceitar a devolução dos medicamentos usados, vencidos ou inservíveis. Em contrapartida, os fabricantes, importadores e distribuidores são obrigados a coletar e destinar adequadamente os medicamentos descartados nos pontos de recolhimento. 

Os estabelecimentos deverão apresentar um registro dos volumes de remédios coletados, notas de transporte e de tratamento e/ou destinação final em local licenciado para este fim.

EVITAR DESCARTE - A legislação pretende evitar o descarte de remédios, como comprimidos, xaropes e pomadas, entre outros, em lixo comum ou rede de esgoto. A lei prevê a responsabilidade compartilhada de fabricantes, comerciantes e consumidores pelo descarte correto de remédios vencidos. “Cada um tem o seu dever. As atribuições devem ser divididas de uma forma que todos possam colaborar”, destacou o coordenador de resíduos sólidos da Secretaria do Meio Ambiente, Laerty Dudas. 

Ele lembra, que a responsabilidade compartilhada pelos resíduos sólidos gerados em diferentes setores está presente na Lei Nacional de Resíduos Sólidos 12.305/2010 e também na Lei 6938/1981.

"O recolhimento não está sendo feito no Paraná e não podemos permitir que os remédios fora de uso continuem sendo armazenados nas residências das pessoas ou sendo descartados no meio ambiente", reforçou Dudas.

A responsável pela Divisão de Vigilância Sanitária de Produtos da Secretaria da Saúde, Jussara Serviato dos Santos, disse que a partir do dia 23 de abril, todas as vigilâncias sanitárias municipais irão cobrar o cumprimento da lei estadual.

MODELO - A lei paranaense que define regras para a destinação de remédios é vista como modelo por representantes de entidades da área de saúde e do meio ambiente. “A lei aprovada e sancionada no Paraná está sendo utilizada como referência para outros estados”, afirmou Simone Ribas, assessora do Núcleo de Regulação e Boas Práticas da Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Saiba mais sobre o trabalho do Governo do Estado em:

Áudio:

Mostra Senac traz conceitos de sustentabilidade em arquitetura

11/02/2014 20h22 - Atualizado em 11/02/2014 20h22

Mostra Senac traz conceitos de sustentabilidade em arquitetura

Denominada como “Design White & Blue” atração segue até dia 14.
Exposição foi criada por alunos do curso técnico em design de interiores.

Do G1 Presidente Prudente
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Mostra está instalada no interior da unidade do Senac em Presidente Prudente (Foto: Elga Shirane)Mostra está instalada no interior da unidade do Senac em Presidente Prudente (Foto: Elga Shirane)
A mostra “Design White & Blue”, realizada por alunos do curso técnico em Design de Interiores do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), segue até 14 de fevereiro, no interior da unidade, em Presidente Prudente. Interessados podem visitar o espaço gratuitamente de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 21h.
A atração é composta por um projeto residencial de quatro cômodos, que traz tendências do setor aliando sustentabilidade à contemporaneidade.
Título da ação “White & Blue” se refere à paleta de cores eleita pelos alunos, no caso azul e branca (Foto: Elga Shirane)Título da ação “White & Blue” se refere à
paleta de cores eleita pelos alunos, no caso
azul e branca (Foto: Elga Shirane)
Para a criação da exposição, alunos desenvolveram o “redesenho” de peças de mobiliário já existentes. Além disso, os estudantes optaram pelo uso de materiais cujo processo de fabricação não tenha agredido o meio ambiente.
“A criatividade é grande desafio para todos, em diversas etapas desta obra, além disso, nas dificuldades estão inclusos os prazos de entrega, custos, bom relacionamento com parceiros e prestadores de serviço em geral, utilizando de clareza e objetividade nas informações e o trabalho em equipe”, afirma um dos professores responsáveis, Cleyber Luciano.
A exposição conta com quatro ambientes: dormitório da mãe, dormitório da filha, sala de estar ehome office, em uma casa montada no interior da unidade. O projeto completo do imóvel é de 60 metros quadrados e está aberto à visitação. O título da ação, “White & Blue” se refere à paleta de cores eleita pelos alunos, no caso azul e branca, utilizadas por serem cores frias e, segundo Cleyber, “provocarem um frescor psicológico nos visitantes, em uma região quente como Presidente Prudente”.
Serviço
O que: Mostra Senac White & Blue.
Quando: Até 14/2, de segunda-feira a sexta-feira, das 8h às 21h.
Onde: Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), localizado na Avenida Manoel
Goulart, 2881, em Presidente Prudente.
Quanto: Grátis
Classificação: Livre.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Fiscais do Inea flagram caça em APA e levam um detido em Cabo Frio, RJ

09/02/2014 13h04 - Atualizado em 09/02/2014 13h04

Fiscais do Inea flagram caça em APA e levam um detido em Cabo Frio, RJ

Ocorrência foi na Ilha do Japonês, no Parque Estadual da Costa do Sol.
Ao todo foram 26 armadilhas para animais apreendidas durante a operação.

Do G1 Região dos Lagos
2 comentários
Leonardo Sandre mostra o guaiamu encontrado dentro de uma das armadilhas apreendidas (Foto: Inea / Divulgação)Leonardo Sandre mostra o guaiamu encontrado dentro de uma das armadilhas apreendidas
(Foto: Inea / Divulgação)
Guarda-parques do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) flagraram uma caça proibida de animais na manhã deste domingo (9) em uma área de proteção ambiental em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio. O crime estava sendo cometido na Ilha do Japonês, que faz parte do Parque Estadual da Costa do Sol.
O homem encontrado no local, identificado apenas como Romário, foi detido por policiais militares da Unidade de Policiamento Ambiental (UPAm) e encaminhado para a 126ª DP (Cabo Frio).
Homem foi levado detido pelos policiais militares por crime ambiental (Foto: Inea / Divulgação)Homem de camisa vermelha foi detido pela PM 
por crime ambiental (Foto: Inea / Divulgação)
"Além de transitar com os apetrechos de caça no local, o que é proibido pela legislação, ainda houve o agravante de ser encontrado dentro de uma das armadilhas um guaiamu azul, espécie que está no defeso (período em que a captura é proibida para reprodução mesmo nos lugares em que a caça é autorizada) desde outubro até março", explicou fiscal responsável pela operação, Leonardo Sandre.
Ao todo foram 26 armadilhas para animais apreendidas durante a operação que contou com o apoio da Secretaria de Meio Ambiente de Cabo Frio. Na delegacia o acusado foi autuado por crime ambiental. Ele vai responder ao processo criminal em liberdade.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Global Warming: Don't Confuse Us with the Facts

February 9, 2014

Global Warming: Don't Confuse Us with the Facts

Timothy Birdnow

http://world.einnews.com/article/189660595/x-S7UOW0wh4fBenE?n=1&code=F07q1UXf1Vm9sFJd
Global warming is a planetary emergency, climate alarmists tell us.  America and the rest of the world  must fundamentally alter our lifestyles and radically reduce our consumption of energy and our industrial emissions if we are to survive thermogeddon.  This isscience, they tell us, and the science is settled.
President Obama echoed this in his State of the Union address, pointing his bony little finger at the American people and declaring global warming a "fact" despite the evidence on the ground.  If Mr. Obama is to make such a decisive statement on the accuracy of computer models, then one would suppose he was privy to precise and accurate -- and complete -- data.
If global warming aka climate change aka global climate flatulence is so serious a problem, then why are they allowing our system of moored ocean buoys that measure sea surface temperatures and the El Niño/La Niña phenomenon to degrade?
From Nature News:
Nearly half of the moored buoys in the Tropical Atmosphere Ocean (TAO) array have failed in the last two years, crippling an early-warning system for the warming and cooling events in the eastern equatorial Pacific, known respectively as El Niño and La Niña. Scientists are now collecting data from just 40% of the array.
"It's the most important climate phenomenon on the planet, and we have blinded ourselves to it by not maintaining this array," says Michael McPhaden, a senior scientist at the US National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA) in Seattle, Washington. McPhaden headed the TAO project before it was transferred out of NOAA's research arm and into the agency's National Weather Service in 2005.
The network was developed over the course of a decade following the massive El Niño of 1982‒1983. NOAA maintains some 55 buoys across the eastern and central Pacific that monitor weather conditions as well as water temperatures down to 500 metres. Working in concert, the Japan Agency for Marine-Earth Science and Technology (JAMSTEC) maintains another dozen buoys in the western tropical Pacific. Combined, the monitoring system has become a cornerstone for seasonal weather forecasting given the tropical Pacific's influence on broader weather patterns.
It's strange that this administration -- so worried about global warming -- is so incurious about what is actually happening in the oceans.
This mirrors a number of other such acts of neglect by the U.S. government where climate data is concerned.  For instance, the Obama administration has allowed our satellite capabilities to degrade, and most recently, Elbert Friday, Jr., former director of the National Weather Service, warned of a rather desperate need for next-generation satellites to replace America's aging "fleet."
Friday blames budget cuts, and others try to pin this on the GOP.  But it must be remembered that the sequester was the brainchild of the administration, not the GOP, and that if this really is a planetary emergency, as Mr. Obama and his friends allege, there surely is a way of finding funding for these satellites.
And the number of surface measurement stations has declined precipitously during Mr. Obama's tenure of office.  In fact, there have been over 600 weather station closures in the last two years, and the aging stations still in operation have a warming bias due to aging radiation screens -- a bias as high as 1.6 degrees Celsius in daytime hours.  When stations are closed, their records are deduced from averaging records from other stations, many of them quite distant from the closed station.
There are major problems with this type of data-smoothing.  Also, meteorologist Anthony Watts conducted a survey of surface stations and found a warming bias as a result of the Urban Heat Island Effect as cities have blossomed around once isolated stations.  Watts's survey found a warming bias between 2 and 5 degrees Celsius, well above the alleged planetary temperature rise.  (It should be pointed out that the U.S. data set is considered the gold standard for temperature measurements.)  See surfacestations.org for more details.
Strange -- we are being asked to support an enormously expensive project to reduce atmospheric CO2 and pay for mitigation projects based on data of such poor quality.  We are supposed to fundamentally transform our civilization based on suspect information.  And even this suspect data shows no warming in 16-plus years.
It's not as if this administration were broke; it wasted money on studies of duck penises, on tax deductions for Nevada brothels, by the State Department to buy followers on Facebook, for a Long Island puppet festival, and a host of other absolutely critical services.
Could not the administration find a few paltry dollars to upgrade our climate data?  It seems that the truth is not so important to science after all.
Timothy Birdnow is a St. Louis-based writer.  He is editor of The Aviary www.tbirdnow.mee.nu.




A cidade em equilíbrio



Dinâmica Urbana e sustentabilidade – paradigmas da mobilidade


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A “mobilidade sustentável” engloba um conjunto de ações, tanto por parte dos profissionais do setor, bem como das pessoas em geral, para conseguir como objetivo final um uso racional dos meios de transporte.
A necessidade de reconstruir o espaço cotidiano surge porque este modelo urbano, se tornou ineficaz no qual se inverte cada vez mais tempo e energia e não resolve ou facilita as necessidades básicas de seus habitantes: acessibilidade, sociabilidade e, em definitivo a qualidade de vida.
A sustentabilidade urbana é a busca de modelos que contribuam com a melhoria da qualidade de vida das pessoas nas cidade, questões como habitabilidade, equidade e meio ambiente. O modelo urbanístico baseado no uso do automóvel aumentou em muito a segregação socioeconômico espacial, onde as desigualdades sociais, foram cristalizadas na ocupação do solo urbano.
O presente trabalho visa fazer um contraponto entre a situaçao ideal imaginária, porém nao utópica e “”el estado del arte”"