sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Kurikoma Quasi-National Park



[HD] Autumn in Japan 日本の紅葉 秋の東北・栗駒山の紅葉  紅葉便り Kurikoma Quasi-National Park

Enviado em 12/10/2010
Kurikoma Quasi-National Park, situated northwest of Miyagi, offers unique geological attractions like the Sekai Yachi and Katanuma wetlands, Naruko Gorge, Onikoube Plateau and the Katayama Jigoku hell. It is also noted for abundant alpine flora and lush vegetation in its rich marshes. At Mt. kurikoma one is able to view the majestic beauty of Mt. Chokai-san, Mt.Takamatsu, Mt.Arao, and on a clear day one can view the pacific ocean. Mt. Yakeishi, as well as Mt. Kurikoma, offers ample hiking. During a hike along Mt. Yakeishi one will discover vast vegetation and a breathtaking virgin forest. comparatively speaking, after one takes in the beauty of Mt. Kurikoma, one can head to the top and enjoy the Hot Springs of Kurikoma.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Parques e Jardins do Mundo





Parques e Jardins do Mundo _ Parks und Gardens in die Weldt 1.avi


Enviado em 16/03/2011
Parque e jardins pelo Mundo com fundo Musical em acordeon executado por Reiner Modro e magistral acompanhamento de José Gasda apresentando a musica da cultura de Goete Adelheid

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

The Magical Forest





Publicado em 03/05/2013
BBC Documentary 2012 - The Magical Forest

Secrets of Our Living Planet showcases the incredible ecosystems that make life on Earth possible. Using beautifully shot scenes in the wild, Chris Packham reveals the hidden wonder of the creatures that we share the planet with, and the intricate, clever and bizarre connections between the species, without which life just could not survive.

Discover previously unknown relationships, like why a tiger needs a crab, or why a gecko needs a giraffe. Each week Chris visits one of our planet's most vital and spectacular habitats and dissects it to reveal the secrets of how our living planet works.

Córrego Cheonggyecheon, significa 'água limpa'

Seul, Coreia do Sul . 2002/2005

Os resultados e a história do projeto de restauração do Cheonggyecheon, em Seul, que derrubou uma via expressa elevada e propôs um espaço de lazer em torno ao córrego


Por Peter G. Rowe Fotos Jean Chung
Edição 234 - Setembro/2013

Seul, Coreia do Sul . 2002/2005
Oito anos depois: a história e os efeitos da derrubada de vias elevadas e de leitos carroçáveis que chegaram a transportar 120 mil veículos diários, e soterravam o córrego Cheonggyecheon. Aberto, hoje o córrego é atração turística, passou a ser uma área de lazer aos habitantes e fez diminuir a temperatura no centro da cidade. O medo inicial de um tráfego insuportável nunca se materializou
A presença do Cheonggyecheon no que hoje é Seul data do final do século 14, quando a então cidade murada de Hanyang foi estabelecida na Dinastia Joeson (1392/1910). Naquela época, o Cheonggyecheon era relativamente pequeno, um córrego intermitente que corria de leste a oeste bruscamente pelo centro da capital como um tributário do muito maior rio Han, a sul. Não satisfeito com o córrego em suas condições naturais e inundáveis, os governantes iniciaram seus projetos de retificação, indicando interesses para a segurança e bem-estar públicos. Nessa época, muitas pontes foram construídas cortando o córrego, incluindo uma de importância cerimonial, no caminho que levava ao palácio, com comprimentos consideráveis de taludes de pedra. Com a ocupação colonial japonesa (1910/1945), a orientação pela segurança e saúde públicas continuaram. Foi nessa época que o córrego recebeu seu atual nome, Cheonggyecheon, que significa 'água limpa' em japonês, mesmo que os planos tenham sido cobrir partes do córrego para construir edifícios e leitos carroçáveis.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

O Brasil precisa avançar nas práticas sustentáveis para atrair investimentos

O Brasil precisa avançar nas práticas sustentáveis para atrair investimentos, dizem engenheiros

No Simpósio SAE BRASIL de Manufatura Sustentável, engenheiros discutiram de que forma as empresas da região do Vale do Paraíba podem melhorar seus processos apostando em inovação e sustentabilidade
Postada em: 15/11/2013 ás 00:12:20
Considerar os diferentes aspectos locais na implementação de políticas sustentáveis é primordial para inovação e competitividade segundo os palestrantes do Simpósio SAE BRASIL de Manufatura Sustentável, realizado neste dia 5 de novembro, em São José dos Campos, SP. O encontro discutiu as oportunidades que o mercado possui para a adoção de conceitos sustentáveis e o quanto essas práticas melhoram os processos produtivos.

Sérgio Caracciolo, chairman do simpósio, disse que se os novos conceitos não forem adaptados às necessidades, cultura e objetivos da corporação, o projeto será em vão. “É preciso que as pessoas estejam engajadas, nenhum programa pode nascer departamentalizado, é preciso ser integrado”, comentou. 

O encontro foi dividido em quatro temas. No painel “Indústria e Sustentabilidade”, Nelson de Oliveira Branco, gerente de Meio Ambiente e Sustentabilidade, da General Motors, apresentou o sistema de gestão ambiental aplicado nas plantas da empresa. Segundo o executivo, a adoção de práticas sustentáveis passou a ser uma obrigação da indústria. “Todos os colaboradores que integram a GM no mundo inteiro precisam seguir os princípios ambientais na execução de suas atividades profissionais diárias”, disse. 

A secretária do Meio Ambiente de São José dos Campos, Andrea Francomano Bevilacqua, mostrou as oportunidades que o município oferece na questão da sustentabilidade. “A educação ambiental deixou de ser uma coisa para ser ensinada apenas na escola. A conscientização precisa ser constante e virar uma cadeia de informação e formação”, afirmou. 

O gerente de Tecnologia da Embraer, Tiago Almeida, apresentou todos os aspectos da legislação da gestão ambiental, e as normas legais ligadas ao processo de fabricação de aeronaves. “É preciso ter pleno conhecimento das responsabilidades administrativas, civis e penais em torno do processo fabril das empresas. Com isso é possível adotar práticas para prevenir problemas e graves acidentes”, explicou. 

Valdir Guindalini, gerente de Tecnologia para Área de Tintas Automotivas da Axalta, disse que processo de pintura automotiva sempre foi mal visto no quesito sustentabilidade, por ser poluidor. “Mas o método que implantamos, além de permitir uma redução de 18% no consumo de tintas, diminui os custos com energia elétrica e reduz a massa do automóvel em cerca de meio quilo”, defendeu

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Under the Antarctic Ice - Beauty of The Nature




Coletor sem fios recupera energia perdida no ambiente

Coletor sem fios recupera energia perdida no ambiente

SITE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Coletor sem fios recupera energia perdida no ambiente. 08/11/2013. Online. Disponível em www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=coletor-sem-fios-recupera-energia-perdida-ambiente. Capturado em 17/11/2013. 
Redação do Site Inovação Tecnológica - 08/11/2013
Coletor sem fios recupera energia perdida no ambiente
O coletor é formado por cinco células de um metamaterial criado com placas de fibra de vidro e fios de cobre. [Imagem: Duke University]



Usando materiais de baixo custo, dois estudantes da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, construíram um dispositivo de colheita de energia com uma eficiência semelhante à dos modernos painéis solares.
O dispositivo sem fios converte sinais de micro-ondas em corrente contínua capaz de recarregar abateria de um telefone celular ou outro pequeno aparelho eletrônico.
Ele opera segundo um princípio similar ao das células solares, que convertem a energia da luz em corrente elétrica.
Mas, em vez de semicondutores, o conversor utiliza metamateriais, estruturas capazes de capturar várias formas de energia e ajustá-las com objetivos específicos - construir mantos da invisibilidade, por exemplo.
Allen Hawkes e Alexander Katko usaram fios de cobre para construir, sobre cinco placas de fibra de vidro, bobinas que captam micro-ondas.
Submetidas a um campo de micro-ondas de 900 MHz, as placas geraram uma tensão de 7,3 volts - para comparação, os carregadores USB disponibilizam 5 volts.
A potência disponibilizada, contudo, vai depender da energia que estiver disponível no ambiente.
"Queríamos a maior eficiência energética possível," conta Hawkes. "Estávamos com algo em torno de 6 a 10 por cento, mas com este desenho conseguimos melhorar drasticamente a conversão de energia para 37%, o que é comparável ao que é alcançado com as células solares."
Reciclagem de energia
Embora a potência fornecida não seja grande, o mais interessante do projeto é que o coletor de energia pode ser ajustado para captar o sinal de outras fontes de energia, incluindo sinais de satélite, sinais sonoros ou sinais de Wi-Fi.
Isso poderia eventualmente ajudar a reciclar o mar de ondas eletromagnéticas em que estão mergulhadas as cidades atualmente.
Um revestimento de metamaterial instalado no teto, por exemplo, poderia recuperar o sinal Wi-Fi que está sendo perdido e convertê-lo em energia, o mesmo podendo ser feito com as demais frequências.
Outra aplicação poderia ser para melhorar a eficiência energética dos aparelhos, recuperando a potência perdida durante o uso.
"As propriedades dos metamateriais permitem uma flexibilidade de projeto que não é possível com dispositivos comuns, como as antenas," disse Katko.
"Quando as antenas tradicionais ficam próximas umas das outras elas começam a conversar entre si e interferem uma no funcionamento da outra. O processo usado para criar o nosso metamaterial leva esses efeitos em conta, permitindo que as células trabalhem em conjunto," completou.
Com modificações adicionais, os pesquisadores afirmam que o metamaterial coletor de energia poderia ser incorporado em um telefone celular, repondo uma parte, ou mesmo toda a carga da bateria do aparelho sem precisar plugá-lo em nada.
Bibliografia:

A microwave metamaterial with integrated power harvesting functionality
Allen M. Hawkes, Alexander R. Katko, Steven A. Cummer
Applied Physics Letters
Vol.: 103, 163901
DOI: 10.1063/1.4824473

Toxicologia In Silico: Modelos computacionais para avaliação da toxicidade de substâncias químicas


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Toxicologia In Silico: Modelos computacionais para avaliação da toxicidade de substâncias químicas
Data: 28 de novembro de 2013
Local: Anfiteatro João Yunes da Faculdade de Saúde Pública da USP, Av Dr. Arnaldo, 715 - Cerqueira César - São Paulo - SP.
Evento gratuito - R.S.V.P - ctsaudepublica@abes-sp.org.br
Realização:
CEAP - Faculdade de Saúde Pública da USP
ABES - SP - Câmara Técnica de Saúde Pública
Ementa
Considerando a evidente necessidade em avaliar uma grande quantidade de substâncias químicas (novas moléculas, contaminantes, impurezas em medicamentos, alimentos etc.) frente à atual tendência da racionalização da utilização animal em testes em todo mundo, surge a necessidade da estruturação de um modelo de cooperação e difusão do conhecimento que promova as interfaces e ações necessárias para o ciclo harmonioso entre a pesquisa, o desenvolvimento, a aplicação, e a aceitação regulatória dos modelos in silico no  Brasil em seus diferentes contextos.
O evento tem como objetivo a discussão sobre atuais necessidades, avanços, perspectivas de aplicação e aceitação regulatória destes modelosno Brasil.
Na oportunidade será feito o lançamento do livro “Toxicologia In Silico: Fundamentos e Aplicações”, que trata da revisão dos principais modelos computacionais (in silico) para avaliação da toxicidade de substâncias químicas.
Público-alvo
Profissionais da área de Pesquisa e desenvolvimento, saúde, meio ambiente, recursos hídricos, órgãos reguladores e empresas relacionadas ao tema.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
13h00 Abertura
Profª Drª. Helena Ribeiro - Faculdade de Saúde Pública - USP
Profª Dr.Pedro Caetano Sanches Mancuso - Diretor CEAP - Faculdade de Saúde Pública - USP
Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental - ABES - SP
14h00 - 15h30 MESA REDONDA - APLICAÇÕES E AVANÇOS DA TOXICOLOGIA COMPUTACIONAL NA ÁREA DE PESQUISA E REGULATÓRIA
Moderadora: Profa. Dra. Gisela Umbuzeiro - UNICAMP
14h00 - 14h30 - Relações Quantitativas entre Estrutura Química e Atividade Biológica (SAR/QSAR) no planejamento de compostos bioativos
Profa. Dra. Antônia Tavares do Amaral - Instituto de Química da USP
14h30 - 15h00 - Matriz e Esquematização do HESI RISK21: Esclarecimento e Visualização do Processo de Avaliação do Risco
Dra. Ana Carolina Aguirre /  Dr. Tim Pastoor - Syngenta
15h00 - 15h30 - Debate
15h30 - 15h45 - Lançamento da série desvendando os riscos químicos 
Profa. Dra. Maurea Flynn - Intertox
15h45 - 16h30 - Toxicologia Computacional e In Silico
Carlos Eduardo Santos - Intertox
16h45 Encerramento e distribuição gratuita dos livros


domingo, 17 de novembro de 2013

Nosso futuro...

Planetas | 14/11/2013 17:09

Vídeo da NASA mostra que Marte já foi como a Terra



Em nota, a NASA afirma que quando Marte era um jovem planeta – a bilhões de anos atrás – parecia ter uma densa camada atmosférica

Vanessa Daraya, de 
Michael Lentz/NASA Goddard Conceptual Image Lab
Vídeo da NASA mostra que Marte já foi como a Terra
Vídeo mostra que Marte já foi como a Terra: NASA ressalta que ainda não se sabe se o clima habitável durou o tempo suficiente para a vida a surgir em Marte
NASA, agência espacial americana, divulgou um vídeo que mostra como Marte era há 4 bilhões de anos. Após estudar muito o planeta vermelho, cientistas colheram informações preciosas sobre como nosso vizinho pode ter sido. E concluíram que o cenário era muito parecido com o da Terra atualmente.
Em nota, a NASA afirma que quando Marte era um jovem planeta – a bilhões de anos atrás – parecia ter uma densa camada atmosférica. Ela era quente o suficiente para suportar oceanos de água líquida, um ingrediente considerado importante para a vida.
Se existia água líquida na superfície, a atmosfera de Marte tinha um clima diferente. Era mais quente, com uma pressão atmosférica próxima ou superior à pressão da terrestre. A água líquida não pode existir pela superfície de Marte atualmente por causa da baixa pressão atmosférica e pela temperatura da superfície.
Hoje, Marte é um planeta frio e árido, sem nenhum sinal de vida (pelo menos na superfície). Mas a NASA ressalta que ainda não se sabe se o clima habitável durou o tempo suficiente para a vida a surgir em Marte.
Segundo a NASA, a simulação mostra como a superfície de Marte supostamente era. As nuvens se movimentam rapidamente para sugerir a passagem do tempo e das alterações climáticas, que oscilam entre períodos quentes e frios, úmidos e secos. Na medida em que os lagos secam, a atmosfera para de refletir o céu e mostra um tom mais avermelhado, com mais poeira.
Fica a curiosidade: será este o futuro do nosso planeta? O vídeo é uma das animações mais complexas já produzidas pelo Laboratório de Imagem conceitual da NASA, localizado no Instituto Goddard de Estudos Espaciais. Veja o vídeo abaixo:

Comércio Sustentável

A revista vem sendo direcionada para um público-alvo de: 71% empresários, 12% órgãos públicos e entidades de classe, 6% instituições de ensino, 7% entidades do terceiros setor e 4% com leitores de outras áreas que são formadores de opinião.
www.geracaosustentavel.com.br





Cidade do futuro não tem gente para testar tecnologias inovadoras

Cidade do futuro não tem gente para testar tecnologias inovadoras

SITE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Cidade do futuro não tem gente para testar tecnologias inovadoras. 20/09/2013. Online. Disponível em www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=cidade-futuro-gente-testar-tecnologias-inovadoras. Capturado em 12/11/2013. 
Com informações da BBC - 20/09/2013
Cidade do futuro não tem gente para testar tecnologias inovadoras
[Imagem: Gale International]
Sucesso incerto
Uma cidade sul-coreana tornou-se fonte de inspiração para centros urbanos de todo o globo que buscam soluçõestecnológicas para se tornarem mais "inteligentes".
Songdo fica nas proximidades deSeul, uma cidade já bastante "high-tech", que oferece internet de alta velocidade no metrô e onde é possível assistir a vídeos online ou enviar mensagens de e-mails enquanto se caminha por movimentadas ruas do centro.
Ao contrário da capital sul-coreana, porém, Songdo é uma cidade experimental e já foi erguida incorporando em seu DNA as mais avançadas tecnologias de construção e urbanismo.
Mas até que ponto uma cidade como essa pode ser considerada um sucesso?
A construção de um centro urbano a partir do nada oferece uma série dedesafios e oportunidades.
No caso de Songdo, um dos desafios era incorporar tecnologias que fossem realmente inovadoras, uma vez que os sul-coreanos já estão acostumados com alguns recursos considerados novidades em outros lugares.
O que mais uma cidade como Songdo pode oferecer?
Cidade do futuro não tem gente para testar tecnologias inovadoras
Esta é a estação de tratamento de lixo de Songdo - o lixo vem direto das cozinhas para esta central de reciclagem. [Imagem: Gale International]
Hardwares futuristas
Na área tecnológica, uma cidade novinha em folha permite o teste de hardwares futuristas, como sensores que monitoram a temperatura, o consumo de energia e o fluxo de tráfego pela cidade.
Esses sensores também podem - em teoria - avisar os usuários de transporte público quando seu ônibus está para chegar. E mesmo alertar autoridades locais quando há qualquer problema na cidade.
Muitas inovações estão sendo projetadas em função de preocupações ambientais. Entre elas, estações para recarregar as baterias de carros elétricos podem até parecer anacrônicas em um país que já possui ônibus elétricos sem fios.
Sistemas de reciclagem de água, por sua vez, impedem que água potável seja usada em banheiros de escritório.
O sistema de coleta de lixo de Songdo também impressiona. Não há caminhões de lixo passando pela cidade nem grandes lixeiras na frente dos edifícios.
Em vez disso, os resíduos domésticos são sugados diretamente das cozinhas por uma vasta rede subterrânea de túneis ligadas a centros de processamento de lixo, onde cada resíduo é automaticamente classificado, desodorizado e tratado.
A cidade foi planejada em torno de um parque central, e sua disposição permite que os moradores das áreas residenciais possam caminhar por essa área verde para trabalhar no centro comercial.
Cidade do futuro não tem gente para testar tecnologias inovadoras
[Imagem: Gale International]
Falta gente
Por enquanto, os apartamentos residenciais estão vendendo bem e ainda há muitos edifícios desse tipo em construção, mas Songdo parece ser menos atraente para o mercado corporativo.
Um ou outro negócio está começando a abrir as portas espontaneamente em suas grandes avenidas vazias.
Mas a cidade ainda precisa ganhar cores e zumbidos urbanos - aquela anarquia criativa, típica de aglomerações populacionais não-planejadas.
A ideia de usar parte do lixo recolhido automaticamente para produzir energia renovável, por exemplo, ainda não está em operação - como muitas das inovações técnicas planejadas para Songdo.
Isso ocorre porque, hoje, menos da metade da cidade está ocupada.
Nos escritórios comerciais, a taxa de ocupação é menor que 20% e nas ruas, cafés e shoppings do centro há amplos espaços relativamente vazios - o que constitui o segundo grande desafio a ser vencido pelos idealizadores e administradores de Songdo.
Apesar de a cidade ser próxima ao aeroporto internacional da Coreia do Sul, as ligações de transporte com Seul são rudimentares. E, por enquanto, os incentivos para empresas que se deslocam para a nova cidade inteligente nem sempre superam os custos.
Como costuma dizer Jonathan Thorpe, presidente da empresa americana Gale International, que construiu Songdo: "São os moradores que fazem uma cidade".
"Estamos tentando adicionar diversidade e vitalidade (a Songdo), algo que o desenvolvimento orgânico (de uma cidade) garante", explicou Thrope.
"É um desafio tentar replicar isso em um ambiente planejado. Ao mesmo tempo, com tal planejamento podemos desenvolver a infraestrutura da cidade de modo a garantir que ela funcione - não só agora, mas também daqui a 50 anos."
Mas 50 anos é muito tempo na Coreia do Sul, um país em constante mudança. Quem sabe quantas novas versões de "cidades futurísticas" terão sido lançadas em 50 anos?

sábado, 16 de novembro de 2013

Pesquisas do Ipea contestam escassez de engenheiros no país

Quarta, 06 de Novembro de 2013 às 09:00

Pesquisas do Ipea contestam escassez de engenheiros no país



Pesquisas do Ipea contestam escassez de engenheiros no país
Não há o risco de um “apagão” generalizado de mão de obra de Engenharia no Brasil, ainda que se reconheçam alguns sinais de pressões de curto prazo no mercado de trabalho. Esta é a conclusão de um dos artigos que subsidiaram o debate sobre escassez de engenheiros no Brasil, promovido nesta terça-feira, dia 5, em Brasília, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em parceria com a Universidade de São Paulo (USP) e Associação Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).
O texto, de autoria dos pesquisadores da USP Mario Sergio Salerno, Leonardo Melo Lins, Bruno Cesar Pino Oliveira de Araujo, Leonardo Augusto Vasconcelos Gomes, Demétrio Toledo e Paulo Meyer Nascimento, do Ipea, indica que, em termos quantitativos, estas pressões tendem a ser resolvidas com a ampliação da oferta de novos engenheiros, uma vez que os cursos da área voltaram a atrair os alunos.
O artigo aponta quatro dimensões que podem explicar a percepção de alguns agentes econômicos sobre escassez de mão-de-obra em Engenharia: a qualidade dos engenheiros formados, uma vez que a evolução na quantidade não foi acompanhada pela mesma evolução na qualidade; o hiato geracional, o que dificulta a contratação de profissionais experientes para liderar projetos e obras; os déficits em competências específicas; e, os déficits em regiões localizadas.
Por outro lado, os autores alertam para o fato de que a inexistência de gargalos não significa a falta da necessidade de ampliação dos investimentos no ensino de Engenharia, particularmente nas universidades públicas. Para eles, a Engenharia está profundamente ligada ao desenvolvimento econômico e à inovação. E neste aspecto o Brasil apresenta baixo índice de engenheiros por habitante ou por formados no ensino superior.
Demanda
A demanda por engenheiros e profissionais afins no mercado de trabalho formal foi o tema levantado pelos técnicos de Planejamento e Pesquisa do Ipea Aguinaldo Nogueira Maciente e Paulo A. Meyer M. Nascimento. O artigo faz uma projeção da demanda por engenheiros, trazendo estimativas para diferentes cenários de crescimento da atividade econômica e para diferentes setores de atividade.
A expectativa é de que, até 2020, o número de engenheiros requeridos pelo mercado de trabalho formal, a depender do cenário de crescimento da economia, atinja entre 600 mil e 1,15 milhão de profissionais. Isto demonstraria a importância do crescimento econômico sustentado sobre a configuração de longo prazo do mercado de trabalho.
O texto traz ainda a evolução do salário médio dos engenheiros em relação aos dos demais profissionais com educação de nível superior. “Os engenheiros e profissionais afins recebem salários sistematicamente acima dos demais empregados com escolaridade superior”. Entre 2000 e 2009, os setores que mais apresentaram elevação do salário pago a engenheiros foram os de cimento, álcool, artefatos de couro e calçados, serviços imobiliários e aluguel e Construção.
No que diz respeito à evolução da formação de engenheiros e profissionais técnico-científicos no Brasil, os pesquisadores do Instituto Divonzir Gusso e Paulo Meyer Nascimento revelam que as áreas de Engenharia, Produção e Construção e de Ciências, Matemática e Computação apresentaram expansão tanto no volume total de matrículas como no de conclusões de curso, além de passar por grande diversificação de habilitações e por um considerável aumento da participação do setor privado. Por outro lado, ‘é necessário mobilizar o sistema de educação superior de que o país já dispõe para que sejam satisfeitas as demandas emergentes, que se expressam no debate cotidiano sob termos como “escassez”, “apagão” e semelhantes’.

Fonte: Ipea - Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada 



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