quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Brasil é o melhor país para se visitar em 2014

29/10/2013 - 16h52

Brasil é o melhor país para se visitar em 2014, diz Lonely Planet


DA BBC BRASIL

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O famoso guia turístico "Lonely Planet" colocou o Brasil como o melhor país para se visitar no ano de 2014 em uma lista divulgada nesta terça-feira (29).
Em seu ranking anual com sugestões dos melhores destinos, chamado Best in Travel 2014, o guia colocou o país à frente da Antártida (que, apesar de não ser um país, foi incluído na lista), em segundo lugar, da Escócia, em terceiro, da Suécia e do Malauí, respectivamente em quarto e quinto lugares.
O guia destaca, entre outras coisas, a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016, no Rio de Janeiro, como motivos que tornam o Brasil mais atraente para os turistas no ano que vem.
"Como se a infinita costa banhada de sol, as montanhas coloridas com os tons verdes da floresta tropical, algumas das mais lindas vilas coloniais do mundo e a vida selvagem já não se somassem a sua fatia injusta de paraíso, o Brasil ainda conseguiu garantir dois dos mais cobiçados eventos esportivos do mundo, começando com a Copa do Mundo da Fifa em 2014 e seguindo, dois anos depois, com a Olimpíada de 2016", disse o gerente de comunicações do Lonely Planet, Adam Bennett.
"Acrescente uma economia que conseguiu sair da recessão e pronto! O Brasil é a bola da vez", acrescentou.
"O Rio de Janeiro tem feito imensos avanços no combate ao crime e agora oferece aos visitantes uma palpável sensação de segurança nas suas famosas praias de Copacabana, Ipanema e Leblon; outras cidades que serão sedes da Copa como São Paulo, Belo Horizonte, Recife e Manaus seguem o mesmo caminho."
Além dos eventos esportivos, o "Lonely Planet" destaca como bons motivos para visitar o Brasil algumas viagens que já são conhecidas dos brasileiros, como "caminhadas pelas grandes dunas varridas pelo vento e salpicadas de lagoas nos Lençóis Maranhenses, explorar igrejas coloniais douradas em cidades congeladas no tempo como Ouro Preto ou nadar em rios que parecem aquários perto de Bonito".
"A diversidade do Brasil deixará você de queixo caído", diz o site do "Lonely Planet".
Paulo Whitaker - 30.jun.2013/Reuters
Estádio do Maracanã recebe a final Brasil x Espanha no Maracanã
Estádio do Maracanã recebe a final Brasil x Espanha no Maracanã
CRITÉRIOS
Os destinos mostrados no livro foram selecionados por alcançarem certos padrões, diz o guia.
"Pode ser que (o destino escolhido tenha) algo especial que vá acontecer naquele ano; pode ser que houve um acontecimento recente e se falou muita coisa sobre o lugar, ou que nós pensamos que (o país escolhido) está em alta e sugerimos que os viajantes o visitem antes que as multidões cheguem lá", afirmou uma porta-voz do "Lonely Planet".
Depois do Brasil, o segundo lugar, a Antártida, foi escolhido pelo guia por ele proporcionar uma chance de se "seguir o caminho de intrépidos exploradores". O ano que vem marca o centenário do início da tentativa frustrada do explorador Ernest Shackleton de cruzar o continente gelado.
Em terceiro lugar ficou a Escócia, devido ao calendário de eventos no país, que vai sediar os Jogos da Comunidade Britânica em Glasgow, e também devido à arquitetura de suas cidades e sua beleza natural.
O guia também fez um ranking das melhores regiões para se visitar em 2014 e a região de Sikkim, no norte da Índia, ficou no topo. Entre as melhores cidades para se visitar no ano que vem, Paris foi a vencedora, em uma lista que inclui também Cidade do Cabo, Xangai e Chicago.
As Ilhas Gregas foram eleitas como melhor destino turístico em termos de custo-benefício, e a Dinamarca foi escolhida como melhor destino para famílias em 2014.

Curso gratuito: “Projetos de Gerenciamento de Solos para Agricultura Sustentável: Monitorando o Carbono no Solo”.

Banco Mundial oferece cursos gratuitos online sobre desenvolvimento e clima

30/10/2013   -   Autor: Fabiano Ávila   -   Fonte: Instituto CarbonoBrasil



e-Institute foi criado pelo Banco Mundial para promover, através da educação a distância, temas como o gerenciamento de riscos climáticos e instrumentos para o desenvolvimento de baixo carbono.

Qualquer pessoa pode se inscrever em seus cursos, que são em inglês e apenas são pagos nos raros casos em que haja envio de material. A seleção dos alunos leva em conta o alinhamento de cada candidato com o tema do curso.
As inscrições para esse curso estão abertas até o dia 8 de novembro, e o público alvo são pessoas relacionadas com atividades agrícolas ou com monitoramento de carbono.
Também no dia 18 começará o “Desenvolvimento de Baixo Carbono: Planejamento e Modelagem”http://einstitute.worldbank.org/ei/course/low-carbon-development que buscará trabalhar conceitos como planejamento dos setores de transporte e energia no sentido de diminuir as emissões de gases do efeito estufa.
Entre os cursos que já foram realizados, podemos destacar “Sistemas de comércio de emissões: utilizando mercados para promover baixas emissões” e “Monitoramento de carbono em projetos florestais no Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL).
Existem ainda aulas que podem ser assistidas em qualquer momento, sem que haja necessidade de inscrição, exigindo apenas um registro no portal. 
Vale a pena acompanhar o e-Institute, não são comuns cursos gratuitos sobre assuntos tão específicos.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Apartamento sustentável?

Apartamento 'estilo Tóquio' chega a SP com 19 m²

Comum no Japão e tendência em Nova York, unidades micro ganham agora mercado da capital; apesar de pequeno, residencial vai custar R$ 266 mil



03 de novembro de 2013 | 2h 01

ADRIANA FERRAZ - O Estado de S.Paulo
O produtor de eventos Renato Ferraz vive hoje no menor apartamento já construído em São Paulo, segundo a Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp). Ele ocupa uma unidade de 21 m² em um prédio da Rua Bela Cintra, região da Avenida Paulista. Mas o imóvel onde Renato mora vai perder o posto de mais enxuto. Em 2016, a capital terá modelos de 19 m², no melhor estilo japonês.
Com consultoria do canadense Graham Hill, que é considerado o guru do conceito "life edited", o apartamento faz parte de um projeto da Vitacom Construtora, com lançamento programado para os próximos dias. O prédio será erguido na Vila Olímpia, zona sul, e terá unidades de até 52 m². Mas a baixa metragem não quer dizer baixo custo. O imóvel de 19 m² tem preço estimado em R$ 266 mil.
Ali perto, no Morumbi, um apartamento só poderia comportar até 64 unidades de 19 m² . É a maior unidade padrão já construída na cidade, segundo o mesmo levantamento da Embraesp. São 1.223 m² de espaço, com 12 vagas de garagem, biblioteca, academia, dois quartos de empregada e uma suíte principal com 230 m². E, para quem acha que é pouco, no mesmo prédio, um proprietário adaptou a planta e alcançou 1.975 m².
Na cidade dos contrastes, o mercado imobiliário se adapta. Depois do boom dos imóveis com sacada gourmet, a tendência agora é erguer microapartamentos. Segundo o Secovi, sindicato da habitação, o número de unidades de um dormitório vendidas no primeiro semestre deste ano cresceu 330%: foram 964 unidades de janeiro a junho de 2012, contra 4.147 neste ano.
Esses imóveis têm em comum a boa localização, perto de corredores de ônibus e metrô. A intenção é atender a um público jovem, que fica pouco tempo em casa e que não necessariamente usa o carro.
"O estilo de vida mudou muito. Todos querem praticidade no dia a dia. Ninguém tem tempo mais para cuidar da casa ou dinheiro para pagar empregada. As pessoas também não acumulam tantas coisas, armazenam tudo de forma digital e assim aproveitam melhor os espaços", diz o presidente da Vitacom Construtora, Alexandre Frankel, responsável pelo empreendimento. Antes mesmo de seu lançamento, a lista de interessados passa de 200.
Para quem vive em locais compactos, organização é a palavra-chave. "Com o tempo, a gente se acostuma e acha até melhor ter pouco espaço. Mas não vejo como tirar mais 2 m² do meu apartamento", diz o analista de sistemas Lucas dos Santos, que vive com Renato nos 21 m² da Bela Cintra.
Integração. O VN Quatá, com imóveis a partir de 19 m², ainda terá um café aberto ao público no térreo, para promover integração com o espaço público. O prédio não terá muros nem grades. "As pessoas querem viver a cidade. Buscam mobilidade. Nossa ideia é colaborar com essa busca", diz Frankel.
Para Luiz Antonio Pompéia, diretor da Embraesp, a gama de opções de São Paulo reflete os contrastes da cidade. "E também quanto as pessoas estão dispostas a pagar para viver por aqui." O metro quadrado do VN Quatá custará pelo menos R$ 14 mil - valor que não difere muito do praticado em projetos de alto padrão, como o apartamento de 1.223 m². Lá, uma unidade vale mais de R$ 20 milhões.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Fundo de compensação para índios

Dilma tenta reforçar discurso ambiental com fundo de compensação para índios

Engavetada há anos, medida passou a integrar a agenda do Planalto com o objetivo de fazer frente às críticas da ex-ministra Marina Silva; plano de atenção às comunidades atingidas por hidrelétricas deve valer apenas para pacote de novas usinas



04 de novembro de 2013 | 7h 37

João Villaverde - O Estado de S.Paulo
BRASÍLIA - A presidente Dilma Rousseff estuda criar um fundo de compensação para índios que vivem em áreas próximas às hidrelétricas previstas no plano de energia do governo para 2021. Também prepara a regulamentação de um artigo da Constituição que obriga o poder público a consultar as comunidades indígenas antes de operar essas usinas.
Trata-se de uma estratégia para reforçar o discurso do governo no embate com a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, uma crítica da política de desenvolvimento do País, que segundo ela não é sustentável.
Ex-petista, Marina se aliou ao projeto presidencial do governador Eduardo Campos (PSB) e poderá até disputar a sucessão do ano que vem na condição de vice do pernambucano.
As duas medidas que o governo tenta agora reativar por causa do "efeito Marina Silva" ficaram paradas por quase 11 anos de gestão do PT no Planalto.
A primeira delas, o fundo, é uma antiga reivindicação dos índios. Ele seria criado com dinheiro da Compensação Financeira pela Utilização dos Recursos Hídricos (CFURH), paga pelas empresas que exploram as hidrelétricas. A verba equivale a 6,75% do valor total de energia mensal produzida pelas usinas. Só entre janeiro e setembro deste ano, foram repassados R$ 1,3 bilhão da seguinte forma: 45% para os municípios atingidos pelos reservatórios, 45% distribuídos aos Estados onde estão as usinas e 10% para a União.
Uma das propostas que circula no governo, elaborada pelo Instituto Acende Brasil, voltado ao setor elétrico, prevê que a União abra mão de metade do que recebe, e os Estados abram mão de 22% da sua cota.
O Plano Decenal de Energia 2021 do governo federal prevê a construção de 34 hidrelétricas na Região Norte do País. Atualmente elas estão em fase inicial ou ainda só no papel. Nesse plano, para o qual valeriam as novas regras de compensação dos índios, não estão incluídas as polêmicas usinas de Belo Monte, Jirau e Santo Antônio, alvos de constantes embates entre as comunidades atingidas e o governo federal.
Consultas. A segunda medida prevista no pacote pró-indígenas de Dilma se refere ao artigo 231 da Constituição, que prevê que os potenciais energéticos oriundos de recursos hídricos só podem ser aproveitados após consulta às comunidades que vivem no local de instalação do empreendimento. Segundo integrantes do governo, essa medida já é considerada urgente no Palácio do Planalto.
Adicionalmente, o governo também vai regulamentar a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), da qual o Brasil é signatário desde 2003. Essa convenção também estabelece critérios para consulta aos índios.
Em Belo Monte, por exemplo, as comunidades atingidas dizem não ter sido consultadas. Já o governo diz que fez a consulta. Ao estabelecer um critério, a ideia é acabar com polêmicas assim. "Os povos indígenas têm suas próprias formas de debater temas sobre seu futuro, e nossa regulamentação precisa dar conta disso, quer dizer, vamos criar um mecanismo que absorva o protocolo de cada povo, de cada etnia", diz o secretario nacional de articulação social da Secretaria Geral da Presidência, Paulo Maldos.

sábado, 2 de novembro de 2013

Curitiba ganhará mais 68 quilômetros de canaletas e faixas exclusivas

Curitiba multimodal

Cidade ganhará mais 68 quilômetros de canaletas e faixas exclusivas


29/10/2013 15:24:00
Recursos do governo federal, complementados por contrapartida da Prefeitura de Curitiba, custearão também três projetos de média capacidade considerados prioritários pela Prefeitura para melhorar a mobilidade na cidade. Com esses projetos, Curitiba completará a transformação da Linha Verde numa via de integração metropolitana e ganhará mais 68 quilômetros de canaletas e faixas exclusivas para ônibus (um aumento de 85% sobre os 80 quilômetros atuais).
Os projetos contemplados são: Linha Verde, aumento da capacidade do BRT e Inter 2. Esses projetos, aprovados pelo governo federal, via Ministério das Cidades, somam R$ 640 milhões. Desse total, R$ 408 milhões virão do Orçamento Geral da União e o restante será proveniente de recursos da Prefeitura Municipal de Curitiba.
Com a execução dos três projetos, serão mais 68 quilômetros de canaletas, além da readequação de 28 quilômetros (projeto BRT).
Linha Verde
Conclusão da transformação da antiga BR-116, em seu trecho urbano, em uma via de integração metropolitana, com canaletas exclusivas de ônibus Expresso.
Trecho Norte: entre o viaduto do Tarumã e o bairro Atuba, incluindo transposições em desnível. Trecho CIC-Sul: entre a Rua Isaac Ferreira da Cruz e o Contorno Sul de Curitiba.
O projeto também prevê a requalificação das calçadas, passagens em nível para acesso aos terminais e estações-tubo, ciclovias e bicicletários de integração com o transporte coletivo. Essa obra viabilizará a retirada dos ciclistas da área de compartilhamento com o transporte coletivo (canaletas de ônibus), para vias adjacentes à Linha Verde, com total segurança.
Aumento da capacidade do BRT
O projeto prevê a readequação das canaletas, de forma a permitir a utilização de linhas de "Ligeirão" mais rápidas e com menos paradas. Prevê ainda adequação de pistas; reforma, ampliação e implantação de novos terminais de ônibus; e priorização semafórica integrada ao SIM (Sistema Integrado de Mobilidade - PAC Mobilidade).
O aumento da capacidade do BRT se completa com a requalificação das calçadas e passagens em nível para acesso aos terminais e estações-tubo, além da implantação de ciclovias e bicicletários de integração ao transporte coletivo. Com esse conjunto de obras, também ocorre a retirada dos ciclistas da área de compartilhamento com o transporte coletivo (canaletas de ônibus) para vias adjacentes no eixo estrutural, permitindo o transporte não motorizado de forma segura e eficaz.
Inter 2
Ampliação da capacidade da Linha Inter II, conhecida como Ligeirinho, por meio da reestruturação viária do seu itinerário, visando o aumento da velocidade operacional e a regularidade de serviço.
O projeto prevê a implantação de faixas exclusivas, binários de tráfego e priorização semafórica integrada ao SIM (Sistema Integrado de Mobilidade - PAC Mobilidade), além do compartilhamento de trechos de canaletas, reforma e reconstrução de terminais de transporte, ampliação e relocação de estações-tubo, alterações geométricas em cruzamentos saturados e construção de trincheira.
Por fim, o projeto Inter 2 permitirá a requalificação de calçadas e passagens em nível para acesso aos terminais e estações-tubo, implantação de ciclovias e construção de bicicletários de integração com o transporte coletivo. O projeto permitirá, ainda, a retirada dos ciclistas da área utilizada pelo transporte coletivo, para vias adjacentes ao trajeto do INTER 2, garantindo a segurança dos usuários de transporte não motorizado.

Bicicletas elétricas em Londres



Mayor to make Haringey Britain’s first electric bike borough



24 October 2013
Electrically-assisted bicycles will become a common sight on the streets of North London after the borough of Haringey was chosen to trial Britain’s first “Barclays Bike-style” electric cycle hire scheme.

A fleet of e-bikes will operate from a network of docking stations in the area around Muswell Hill. Anyone will be able to use them to take the pain out of cycling (or walking) up the area’s hills.
As part of the Mayor’s Cycling Vision, launched in April, he outlined plans to encourage the take up of e-bikes in London. Following bids from boroughs to become ‘Mini-Hollands’, Haringey was identified as being an optimum location for this e-bike trial, due to particularly hilly areas in the borough and the potential to use e-bikes to link in with public transport.
The trial scheme is likely to operate in a similar way to the existing Barclays Cycle Hire scheme in inner London, with users riding between docking stations, though it will be completely self-contained and bikes will not be interchangeable with the main scheme. The scheme will provide a valuable supplement to the buses that are the area’s only public transport.
Electric bikes are exactly like normal bikes except that there is a small, battery-powered motor to help you pedal. No licence, equipment or insurance is needed to ride one. They are especially useful in hilly areas, or for people who need to ride without breaking sweat, or for people who are older or less fit.
Boris Johnson, the Mayor of London, said: “E-bikes are already big on the continent because they take the puff and pant out of cycling. Once again, London is leading the way in Britain with new cycling innovations and the elevated latitudes of Haringey are perfect for this trial.”
Haringey Council Leader, Claire Kober, said: “We’re really excited to welcome e-bikes to Haringey – and to become Britain’s first e-bikes borough. This project with the Mayor of London underpins our commitment to being one of the capital’s greenest boroughs and to promoting and rewarding greener travel through improved cycling facilities and sustainable transport across Haringey. Together, we can encourage more people to leave their cars at home and offer the next generation of cyclists safer and better routes around our borough.”
The Haringey trial will also involve a wide range of other measures to introduce Londoners to electric bikes, including:
• A hire service for people who want to try e-bikes for longer periods such as a day or a week;
• High-spec electric mountain bikes for the local beat police officers. These can climb stairs and go over rough ground as quickly as a normal bike can go on tarmac. They can chase criminals into places cars cannot go and make officers more mobile and visible.
At the same time as the e-bike scheme, a new network of high-quality guided “Quietway” cycle routes will be developed across the borough, using quiet but direct back streets, off-road routes and parks, to connect the major centres with each other and with central London. These will be for all cyclists, not just those using the e-bike hire scheme. The routes are being developed and further details will be announced soon.
E-bikes have more than 20 per cent of the market for new bikes in some other European countries, with sales in the hundreds of thousands, but are so far little known in the UK.
A number of other cities already have, or are planning, e-bike sharing schemes, including Genoa, Vienna and San Francisco.
The bike hire trial and the new routes will be funded by Transport for London using part of the Mayor’s £913 million cycling budget. Commercial sponsorship will also be sought. The first stage of the programme will now be a detailed feasibility study by Transport for London and Haringey Council to establish the preferred corridor(s) for the hire scheme, compare technologies, and scope where the docking stations should be. As with the Barclays Bike scheme in inner London, all the locations will be fully consulted on and subject to planning permission.
Notes to editors
1. For more information on the Mayor’s Vision for Cycling visit http://www.tfl.gov.uk/assets/downloads/roadusers/gla-mayors-cycle-vision-2013.pdf
2. The eight borough’s shortlisted to become Mini-Hollands (Bexley, Ealing, Enfield, Kingston, Merton, Newham, Richmond, Waltham Forest) will find out if they are successful in the new year. Although only four of them will be given full mini-Holland status the Mayor is keen to see elements of all of the borough submissions taken forward.
3. 18 Outer London boroughs submitted proposals for the Mini Hollands scheme, they were: 
-        Barking and Dagenham
-        Barnet
-        Bexley
-        Brent
-        Croydon
-        Ealing
-        Enfield
-        Haringey
-        Harrow
-        Hillingdon
-        Hounslow
-        Kingston
-        Merton
-        Newham
-        Redbridge
-        Richmond
-        Sutton
-        Waltham Forest
4.  The e–bike trial will be completely self-contained and the bikes will not be interchangeable with the Barclays Cycle Hire scheme. The bike hire trial and the new routes will be funded by Transport for London using part of the Mayor’s £913 million cycling budget. Commercial sponsorship will also be sought.


- See more at: http://www.london.gov.uk/media/mayor-press-releases/2013/10/mayor-to-make-haringey-britain-s-first-electric-bike-borough#sthash.VKgXEt4j.dpuf