domingo, 7 de abril de 2013

Simulador calcula a potência ideal de um sistema fotovoltaico para edificações

5/Abril/2013

Simulador calcula a potência ideal de um sistema fotovoltaico para edificações


Pela internet, usuário preenche dados de consumo de energia elétrica e recebe informações de quantos módulos solares devem ser instalados




Ana Paula Rocha, da revista Téchne


Shutterstock
O Instituto para o Desenvolvimento de Energias Alternativas para a América Latina (Ideal) lançou no final de março o Simulador Solar, ferramenta digital que permite o cálculo da potência de um sistema fotovoltaico (gerador de eletricidade solar) para atender a necessidade energética anual de uma edificação. O evento foi realizado no Instituto de Eletrotécnica da Universidade de São Paulo (USP).
Ao entrar na página do sistema, o usuário deve preencher seus dados de consumo em kWh e gastos em reais da residência, espaço comercial ou industrial. A partir daí, é possível saber quanto o imóvel deixaria de consumir de energia elétrica e quanto espaço seria necessário no telhado ou terreno para instalar os módulos solares. A simulação é gratuita.
O sistema atende à Resolução 482 da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), publicada em dezembro e que permite a conexão de mini e microgeradores elétricos a partir de fontes renováveis à rede de distribuição, além de criar o Sistema de Compensação de Energia. Com a normativa, o usuário não precisa consumir toda a energia produzida no momento da geração: o excedente é injetado na rede e transformado em créditos em kWh na conta de luz.
Para acessar o site do Simulador Solar, clique aqui.

Cartilha EducativaNo ano passado, o Ideal também lançou a cartilha gratuita "Como faço para ter eletricidade solar em minha casa?". O objetivo da publicação é difundir o uso da energia fotovoltaica junto a instituições, escolas, meios públicos e empresariais e empresas de energia elétrica.
O livreto de 20 páginas explica como é feita a geração de energia solar, a diferença entre célula, módulo e painel, onde podem ser instalados os sistemas solares e como a eletricidade gerada chega até a rede nacional de distribuição.
Tanto o Simulador Solar, como a cartilha são uma parceria do Ideal com a Cooperação Alemã para o desenvolvimento, por meio da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH e Kreditanstalt für Wiederaufbau (KfW).

http://www.americadosol.org/wp-content/uploads/2012/04/CARTILHA_FINAL_web.pdf



Simulador Solar


Você já pensou em gerar sua própria eletricidade? Que tal fazer isso utilizando uma fonte limpa e inesgotável - o Sol? Com o Simulador Solar você poderá calcular qual deve ser a potência de um sistema fotovoltaico (gerador de eletricidade solar) para atender à necessidade energética anual de sua casa, seu escritório ou sua indústria.
Você saberá quanto um sistema fotovoltaico geraria anualmente, quantia essa que você deixaria de consumir da rede elétrica e, portanto, economizaria na sua conta de luz. Você também terá uma ideia aproximada da área necessária em seu telhado ou terreno para instalar os módulos fotovoltaicos.
Gostou da ideia? Então, faça agora uma simulação. Ela é totalmente gratuita e levará menos de 5 minutos. Você só precisa ter em mãos a sua conta de luz mais recente.

Passo 1: Sua localização

Informe onde seria instalado o seu sistema fotovoltaico. Você pode fazer isso de três maneiras.
Escolha abaixo e preencha os dados solicitados:
Clicando no mapa
Pesquisando pelo endereçoDigite o endereço

Escolhendo o estado e cidadeEscolha seu estado e sua cidade
Estado




Vida em Marte?

http://www.youtube.com/watch?v=tTlyFEuZfJU

afpbr


Publicado em 12/03/2013
Marte pode, no passado, ter abrigado organismos vivos. A informação foi divulgada nesta terça-feira pelos cientistas do programa de exploração do planeta vermelho da Nasa, depois que amostras analisadas pelo robô Curiosity revelaram a presença de elementos básicos que compõem a vida.


sábado, 6 de abril de 2013

Cidades de São Paulo decidem queimar lixo domiciliar


06/04/2013 - 03h30

Cidades de São Paulo decidem queimar lixo domiciliar


EDUARDO GERAQUE
DE SÃO PAULO

Sem espaço para aterrar o lixo que produzem, Barueri e Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, decidiram queimar o lixo coletado nas ruas e deixaram em alerta especialistas ambientais.
As duas cidades serão as primeiras do país a adotar a medida, que é polêmica.
Estudos internacionais apontam relação entre usinas de queima de lixo e casos de câncer detectados em moradores de suas imediações.
As prefeituras alegam que seus projetos estão sendo feitos de forma a evitar problemas ao ambiente e à saúde.
O plano mais adiantado e que deve ser concluído em três anos é o de Barueri.
A cidade montou uma parceria com uma empresa que vai importar uma tecnologia francesa. O grupo que venceu a licitação será responsável pela usina por 30 anos.
Marcelo Justo/Folhapress
Operação de descarte de lixo no aterro sanitario de Barueri (na Grande São Paulo) já opera com capacidade no limite
Operação de descarte de lixo no aterro sanitario de Barueri (na Grande São Paulo) já opera com capacidade no limite
A construção da planta de incineração deve custar por volta de R$ 160 milhões --e mais R$ 44,6 milhões por ano para a usina funcionar.
"É a melhor solução possível. Não existe mais espaço para aterros. Hoje, gastamos muito com transporte de lixo. Os caminhões percorrem 30 quilômetros até o destino", diz Francisco Pugliesi, diretor de limpeza urbana da Prefeitura de Barueri.
Estimativa da prefeitura aponta para a redução de 90% do volume de lixo que vai para o aterro.
O projeto da usina, que vai queimar o lixo a 800º C, ganhou o primeiro aval da Cetesb, a agência ambiental paulista, no fim de 2012.
Segundo Pugliesi, a usina é fechada e os gases da incineração do lixo estão dentro dos padrões considerados seguros pelos órgãos ambientais.
A energia gerada com a queima do lixo deve produzir também parte da eletricidade consumida em Barueri.
PARCERIA
Também na Grande São Paulo, Mogi das Cruzes e mais cinco municípios (Salesópolis, Biritiba-Mirim, Guararema, Arujá e Suzano) montaram um projeto conjunto com características gerais semelhantes ao de Barueri.
"Nós temos um acordo inicial com a Sabesp. Ela está interessada em fazer uma usina de pirólise [tratamento de lixo com fogo] na região", afirma Marco Bertaiolli (PSD), prefeito de Mogi das Cruzes.
Para ele, o consórcio entre os seis municípios é a única saída para viabilizar o destino final de pelo menos 500 toneladas de lixo por dia.
"Mesmo que a Sabesp saia do acordo, o consórcio de municípios vai tocar a construção da usina", diz.
Bertaiolli afirma que não há mais lugar para a construção de aterros na região.

Parque do Chuvisco


05/04/2013 17h12 - Atualizado em 05/04/2013 17h43

Ex-clube de funcionários da Varig vai virar parque municipal em SP

Concluída licitação para parque no Campo Belo que custará R$ 17 milhões.
Área verde ficará na Avenida Jornalista Roberto Marinho, na Zona Sul.




Márcio PinhoDo G1 São Paulo



Área antes frequentada por funcionários da Varig (Foto: Divulgação/Prefeitura de São Paulo)Área antes frequentada por funcionários da Varig (Foto: Divulgação/Prefeitura de São Paulo)
A Prefeitura de São Paulo concluiu a licitação para a implantação do Parque do Chuvisco, no Campo Belo, Zona Sul de São Paulo, e as obras deverão começar em até 90 dias. A empresa Lemam Construções e Comércio foi homologada a vencedora em publicação no Diário Oficial da quinta-feira (4) e terá 12 meses para concluir a instalação do parque a partir do início das obras.
O terreno tem 35 mil metros quadrados, o equivalente a mais de quatro campos de futebol, e fica na beira da Avenida Jornalista Roberto Marinho. A área verde abrigava anteriormente o Clube do Chuvisco, que era frequentado por funcionários da extinta empresa aérea Varig e foi doada à prefeitura.
Os espaços remanescentes serão reformados para a construção de um núcleo de vivência que abrigará uma gibiteca, brinquedoteca, sala de jogos, área de estar, sala de computadores, café e varandas, além de um auditório para 60 pessoas. Os visitantes terão ainda uma pista de patinação, parede de escalada para crianças, quadras poliesportivas, praças, quiosques, ciclovia e equipamentos para idosos, entre outras estruturas.
Segundo a SPObras, empresa da Prefeitura responsável por intervenções de infra-estrutura na cidade, a implantação do parque acontece por meio de recursos advindos da Operação Urbana Água Espraiada. O custo estimado é de R$ 17 milhões. Caso não haja recursos administrativos de empresas contestando o resultado da licitação, o parque deverá estar funcionando no meio de 2014.
A nova área também integrará a Creche Jardim Aeroporto, situada na Avenida Dr. Lino de Moraes Leme e terá um playground de apoio à creche. Todo o quarteirão situado nessa avenida, entre a Rua Ipiranga e a Avenida Jornalista Roberto Marinho, será anexado ao projeto do novo parque.
Túnel
A criação do Parque do Chuvisco é uma das intervenções que a área irá receber. Atualmente o governo do Estado constrói na Avenida Jornalista Roberto Marinho a linha 17-Ouro do Metrô, que funcionará em sistema de monotrilho. A linha vai interligar as regiões do Morumbi, Jabaquara e o aeroporto de Congonhas.
A Prefeitura também tem outros projetos para a região. Entre eles está a construção de um túnel ligando a Avenida Jornalista Roberto Marinho à Rodovia dos Imigrantes e um parque linear que ficará sobre o túnel. A obra terá forte impacto social, já que milhares de famílias que moram em favelas na região terão de sair do local.



Papel reciclado português "floresce" depois de usado


Terça-feira, 02 de Abril de 2013

Papel reciclado português "floresce" depois de usado


Papel reciclado português "floresce" depois de usado
Fotos © Papel Florescente
A "causa ambiental" e a "preocupação com a sustentabilidade" sempre estiveram presentes no dia-a-dia de Nuno Bernardes e Mónica Oliveira. Foi com estes ideais como pano de fundo que nasceu, o ano passado, a Papel Florescente, uma empresa portuguesa que produz folhas de papel reciclado especiais: depois de usadas, podem ser semeadas e dão origem às mais variadas flores e plantas.
por Catarina Ferreira
Se a ideia de utilizar, por exemplo, o papel de uma carta recebida pelo correio como "matéria-prima" para cultivar, em casa, folhas de chá de camomila, agrião ou cravos franceses pode parecer remota à primeira vista, está agora mais perto graças ao trabalho destes dois portugueses, com formação em Economia e Marketing, que decidiram contribuir para tornar a vida na Terra mais ecológica.
"Sempre admirámos as iniciativas que iam surgindo em prol da sustentabilidade do planeta e sempre ambicionámos poder vir, um dia, a explorar áreas ou os recursos que ele nos oferece sem grandes impactos negativos", conta Nuno Bernardes, de 35 anos, em entrevista ao Boas Notícias.
Foi por esta razão que, quando, em conversa com a sócia Mónica Oliveira, de 34, a ideia de criar folhas de papel reciclado com sementes incorporadas surgiu, ambos se entusiasmaram de imediato com a possibilidade, já utilizada em tempos passados. "A ideia era tão desafiadora, tão excitante e inovadora que era impossível não avançar", confessa o empreendedor português.
Mas, afinal, o que distingue estas folhas? Em suma, a principal novidade está na utilização das sementes, que são "aplicadas no papel na altura em que a folha está a ser produzida". A folha final é o resultado de uma folha dupla e, no meio, estão as sementes que vão dar vida ao papel que, de outra forma, acabaria no lixo, esclarece Nuno Bernardes. 


Produção é "totalmente" artesanal e amiga do ambiente
A produção é feita de modo "totalmente ecológico e artesanal": primeiro, "o papel é selecionado e moído em água até formar uma pasta"; depois, "acrescenta-se ainda uma espécie de cola, desenvolvida especialmente para este papel para não ferir as sementes" e estas são inseridas entre as duas "camadas".
"De um modo geral escolhemos sementes, devidamente selecionadas e certificadas, que sejam pequenas, que facilitem o processo de impressão e que ofereçam maior garantia de germinação", explicam os responsáveis da Papel Florescente.

As folhas produzidas pela empresa "possuem uma variedade vasta de escolhas entre flores, 'gourmet' ou chás" - que permitem cultivar cravo francês, boca de leão, cosmea, chá de camomila, agrião, rúcula, salsinha, manjericão e pimenta - mas, segundo Nuno Bernardes, "as sementes maiores não podem ser utilizadas para impressão".
De qualquer das formas, garante, a empresa está sempre disponível para trabalhar "com outras sementes que sejam sugeridas pelos clientes", embora seja necessária uma análise prévia do que será possível fazer.
Para já, estas folhas de papel que "florescem" depois de usadas estão apenas à venda nas cores branca e parda, mas brevemente estará disponível a oferta "de papel com outras cores e padrões diferenciados", desvenda Nuno ao Boas Notícias.
No que toca a preços, uma folha A4, sem qualquer impressão, tem, em média, o custo de 1,90€, "independentemente da gramagem, da cor (branca ou parda) e da semente", sendo as folhas vendidas em pacotes de 10 unidades.
"Comercializamos também noutros tamanhos, como, por exemplo, A5 e A6, pelos valores de 0,95€ e 0,65€, respetivamente", adianta o empresário, acrescentando que "o preço das restantes peças varia conforme os trabalhos, formas, quantidades pedidas e impressão - simples ou dupla".


Os primeiros sinais das plantas começam a brotar das folhas de papel depois de rasgadas e regadas regularmente



Adesão ao produto está a superar as expetativas
Embora o projeto tenha apenas arrancado em Novembro de 2012, Nuno e Mónica mostram-se satisfeitos com os resultados obtidos até ao momento, reconhecendo que "os portugueses, tanto em termos individuais como a nível empresarial, estão cada vez mais conscientes da necessidade de um mundo sustentável", estando, portanto, "bastante recetivos a este tipo de produto".
"Acreditamos que fizemos uma boa avaliação do mercado português e que existe lugar para o nosso produto", destacam os fundadores da Papel Florescente, sublinhando a existência de "um número interessante de empresas com projetos focados na área da sustentabilidade e que procuram diminuir o impacto ambiental que causam", algo que também "já é uma preocupação nos governos corporativos". 
De acordo com Nuno Bernardes, "as empresas têm reconhecido a vantagem" deste "papel ecológico e artesanal como instrumento primordial, de comunicação corporativa, em termos sociais e ambientais" e as reações têm sido "mais que positivas" desde o início da comercialização destas folhas de papel com sementes. 
O próximo passo será continuar "a fazer a divulgação do produto e a alertar para a necessidade da utilização de materiais sustentáveis", com o objetivo de ampliar a utilização do Papel Florescente, cujo sucesso inicial está já "bastante acima" das expetativas, concluem.


Clique AQUI para aceder ao site da Papel Florescente e AQUI para visitar a página oficial da empresa no Facebook. 

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Terreno cedido pela CSN está contaminado com substâncias cancerígenas no Rio


04/04/2013 - 14h57

Terreno cedido pela CSN está contaminado com substâncias cancerígenas no Rio


DIANA BRITO
DO RIO

Atualizado às 17h15.
Um terreno cedido pela CSN (Companhia Siderúrgica Nacional) para a construção de casas de funcionários, em Volta Redonda, está contaminado com substâncias cancerígenas, de acordo com a Secretaria de Estado do Meio Ambiente do Rio de Janeiro.
O local fica na região sul-fluminense do Rio, a cerca de 200 metros do rio Paraiba do Sul. As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (4) pela secretaria após obter resultado de análise do solo feita pelo Inea (Instituto Estadual do Ambiente).
De acordo com o Inea, ficou comprovado, por meio da análise do solo, que cerca de 750 pessoas que moram em 200 casas na região estão expostas a substâncias perigosas ao organismo, como metais pesados (cádmio e cromo total) e ascarel, substância cancerígena.

Gráfico da área contaminada por material tóxico em Volta Redonda (RJ)

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Reprodução Inea
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Gráfico da área contaminada por material tóxico em Volta Redonda (RJ)
O número de moradores que tem contato com essas substâncias pode ser ainda maior porque há 2.257 moradores no condomínio Volta Grande 4, que fica junto ao terreno cedido pela CSN.
Segundo a secretaria, Volta Grande 4 tem 255 mil m², enquanto a área onde foi identificado o maior grau de infectação tem 10 mil m², o que equivale a um hectare.
O secretário de Meio Ambiente, Carlos Minc, disse que as análises do Inea mostram que o terreno apresenta contaminação em nível intolerável à saúde das pessoas que moram ali. Ele disse ainda que a CSN pode ser multada em até R$ 50 milhões, mas que esse valor será confirmado apenas na segunda-feira (8), após uma reunião com diretores do Inea.
Segundo a CSN, a empresa já realizou, sob supervisão dos órgãos ambientais, "mais de cinco amplos estudos nos últimos 13 anos a respeito do Bairro Volta Grande IV e nenhum deles apontou perigo ou risco iminente à saúde dos moradores."
A siderúrgica disse ainda desconhecer o conteúdo do laudo divulgado hoje pela Secretaria do Meio Ambiente do Rio e não fez comentários sobre a possível multa.
COQUETEL DE LIXO QUÍMICO
"Talvez seja o assunto mais espinhoso dos últimos anos. Tem um monte de gente morando em cima de um coquetel de lixo químico. A gente não tem certeza se eles [moradores da região] estão doentes ou não", disse Minc.
A secretaria divulgou que já notificou o Ministério Público Estadual e a 3ª Vara Cível da Comarca de Volta Redonda sobre a situação. O secretário disse que também cobrou da CSN a remoção do lixo siderúrgico enterrado irregularmente no local, a indenização e a análise clínica dos moradores.
As investigações sobre a contaminação do solo na área surgiu após uma denúncia do Ministério Público Estadual há cerca de um ano. A CSN contratou uma empresa particular, a Nickol do Brasil, para fazer uma análise do solo. O estudo, que ficou pronto em outubro do ano passado, "amenizava" os riscos de contaminação, segundo Minc.
Entretanto, a primeira parte da análise feita pelo Inea revelou que substâncias enterradas sem proteção trazem um "risco alto" para os moradores da região.
A Secretaria do Meio Ambiente disse ter informado ontem (3) o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, e a Secretaria de Estado da Saúde para fazer exames e para saber se as pessoas que moram na área estão de fato contaminadas.
As pessoas podem se contaminar com os materiais tóxicos por meio da água, frutas e outros alimentos ingeridos. O secretário do Meio Ambiente informou que há plantações de acerola, laranja e coco para consumo dos moradores no terreno contaminado.
Segundo a Secretaria de Meio Ambiente, a CSN foi privatizada em 1993. Em 1998, a empresa doou para o Sindicato dos Metalúrgicos o terreno contaminado. "Doação exclusiva para a construção de casas", afirmou Minc.
O Estado não soube informar, no entanto, quando o material irregular foi depositado no local. "A gente acredita que foi entre 93 e 98 ou antes de 93", disse o secretário.

Mãe incentiva o vício do cigarro em parque na China...


02/04/2013 09h33 - Atualizado em 02/04/2013 10h38

Mãe é vista acendendo cigarro para bebê em parque na China

Jornalista registrou cena no Parque Fuxing, em Xangai.
Hart Hagerty contou que mulher 'sorria' ao ver criança fumando.



Hart Hagerty, jornalista e blogueira de moda situada em Xangai na China, ficou chocada ao registrar uma mãe acendendo um cigarro para uma criança, enquanto brincavam no Parque Fuxing, considerado um espaço familiar da região.
Hart Hagerty ficou chocada ao ver mãe acendendo cigarro para bebê em parque na China (Foto: Hart Hagerty/Shangai Style File)Hart Hagerty ficou chocada ao ver mãe acendendo cigarro para bebê em parque na China (Foto: Hart Hagerty/Shangai Style File)
Hagerty contou em seu blog “Shangai Style File” que seus amigos tentaram fazer com que os pais interviessem, entretanto, tudo o que faziam era se divertir com a cena.
“A mãe deu o cigarro, acendeu para ele e sorriu enquanto o bebê fumava, e ria depois que a criança caiu no chão enjoada”, escreveu a jornalista.
“Não poderia deixar de compartilhar isso”, concluiu.
Jornalista afirmou que mulher 'ria' ao ver criança fumando cigarro (Foto: Hart Hagerty/Shangai Style File)Jornalista afirmou que mulher 'ria' ao ver criança fumando cigarro (Foto: Hart Hagerty/Xangai Style File)
Cena foi registrada em parque em Shangai, conhecido por ser um espaço familiar (Foto: Hart Hagerty/Shangai Style File)Cena foi registrada em parque em Xangai, conhecido por ser um espaço familiar (Foto: Hart Hagerty/Shangai Style File)

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Fogo é controlado em parque ecológico no RS


03/04/2013 - 20h06

Fogo é controlado em parque ecológico no RS

DE PORTO ALEGRE

http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/1256902-fogo-e-controlado-em-parque-ecologico-no-rs.shtml


Com a ajuda da chuva, o incêndio que atingia a estação ecológica do Taim, no extremo sul do Rio Grande do Sul, foi controlado nesta quarta-feira (3), segundo a equipe da reserva.
Brigadistas e três aviões haviam sido deslocados à região para atuar nos trabalhos de combate ao fogo, que se espalhou pela vegetação por uma semana.
Um levantamento sobre o total da área atingida ainda será produzido pelo Instituto Chico Mendes, órgão federal responsável pela unidade. Ao menos 4.000 hectares foram afetados --parte em regiões fora do perímetro da estação.
O vento e a dificuldade de acesso a áreas de banhado acabaram prejudicando o combate às chamas.
Há cinco anos, um outro incêndio havia atingido uma área ainda maior da mesma reserva no Rio Grande do Sul.
A unidade, que fica nos municípios de Santa Vitória do Palmar e Rio Grande, é habitat de espécies de jacaré e de capivaras. Também é um local de passagem de aves migratórias.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Bangalô dá lugar a casa de contêineres para abrigar família


Bangalô dá lugar a casa de contêineres para abrigar família


03/04/2013 - 08h32 
STEVEN KURUTZ
DO "NEW YORK TIMES", EM LOS ANGELES

Vista de fora, a casa de David e Dorothy parece ter dois contêineres elegantemente dispostos Leia mais


A casa de David e Dorothy Measer em Los Angeles não é nem um bangalô e nem um ninho de homem solteiro, mas nove anos atrás, quando os dois se conheceram, essa seria uma descrição aceitável.

Em 2003, David Measer, executivo de publicidade, pagou US$ 760 mil por uma casinha em um terreno de esquina no bairro de Venice. Ele tinha 33 anos, estava solteiro e queria morar em um lugar bacana, mas se viu "na casa mais feminina de todos os tempos".
"As paredes eram rosa, púrpura, lavanda. Havia rosas e hortênsias no jardim", conta.
Mesmo quando mandou pintar os cômodos de um tom cinzento, sua casa nova não parecia disposta a se tornar máscula. O sol que batia em determinados horários revelava o rosa por sob a tinta cinzenta.
Frustrado, ele convidou uma mulher, uma "especialista em iluminação" de que seus amigos tinham lhe falado, na esperança de que ela descobrisse como dar à casa um colorido másculo.
"Eu não tinha grande expectativa", conta Measer. "E quando abri a porta, lá estava Dorothy. Minha estrutura molecular inteira reagiu com força".
Dorothy Measer tinha 34 anos, então, e era proprietária do DK Design House, um escritório de decoração. Ela sentiu a mesma conexão. O sentimento foi confirmado quando eles se encontraram por acaso na rua, no mesmo dia, e uma vez mais em seu primeiro encontro romântico, naquela noite.
Casaram-se sete meses mais tarde, e tiveram um filho, Luca, em 2006, e uma filha, Phoebe, em 2009.
Mas o lugar que não havia funcionado bem como moradia de solteiro logo se tornou pequeno demais para uma família em expansão. Os Measer começaram, sem muito ânimo, a procurar uma casa nova, mas na realidade não queriam sair do bairro. Em lugar disso, recorreram à arquiteta da família para criar uma nova casa para eles no mesmo espaço.
Não há nada de bangalô na casa de 300 metros quadrados que Dorothy Measer projetou, com custo pouco inferior a US$ 3.000 o metro quadrado. Com suas amplas janelas e revestimento metalizado, a casa parece ser formada por dois elegantes contêineres de navegação empilhados.
Cercada por um muro baixo de concreto e ocupando quase todo o terreno (na diagonal, para aproveitar luz natural e o controle passivo do calor), a casa cria uma sensação de abertura para rua.
Nas palavras de David Measer, "Venice é uma área em que as pessoas constroem grandes cercas porque os terrenos são realmente pequenos. Mas nós queríamos muito um lugar que parecesse parte da comunidade".
O casal também queria evitar barreiras interiores, deixando de lado os aposentos quadrados com funções predeterminadas e optando por um grande cômodo no térreo para abrigar a cozinha, a área de estar e a de jantar.
No centro desse espaço fica o elemento que organiza o projeto, um objeto cilíndrico com 13 metros de circunferência, se estendendo do primeiro ao segundo piso. Ainda que pareça ser uma coluna estrutural, o objeto esconde a escada e a infraestrutura da casa (incluindo o encanamento, um lavabo, um closet e uma despensa, no térreo, e um segundo closet e equipamento audiovisual, no piso superior).
A monumental coluna --e a escada metálica que a divide ao meio, pintada de laranja metálico, foi inspirada pela infância de Dorothy Measer no oeste do Michigan, onde ela via grandes tanques da janela, na fábrica de alumínio anodizado que sua família operava.
"Eu desenhei a coluna propositadamente para que fosse possível sentir o poder do objeto no espaço", diz ela. "Cresci vendo beleza e me sentindo confortável naquele ambiente industrial".
Os interiores, especialmente no piso superior, são mais suaves e refletem a inspiração original do casal para construir a casa, diz David Measer. "Nosso objetivo era criar uma fusão de design moderno e industrial em um formato que as crianças amassem e onde pudessem brincar", diz ele, acrescentando que sua filha e filho, de três e seis anos, logo estariam andado de patinete em torno da grande coluna.
Alguns elementos do bangalô foram mantidos, como as gavetas e as peças reaproveitadas de velhos armários e de um forno. Mas casado e com dois filhos pequenos, a vida de David Measer é bem diferente da que imaginava ao comprar a casinha de esquina.
Perguntado sobre quanto tempo morou no bangalô mais feminino do mundo, ele respondeu rindo. "Algumas semanas", disse. "Talvez dois meses".
E ele não parecia ter saudades daqueles dias.
Tradução de PAULO MIGLIACCI

terça-feira, 2 de abril de 2013

"Abrir os parques para o turismo significa gasto, então o governo prefere mantê-los fechados"......


Pesquisa revela que 21% dos parques abertos do País não recebem turistas

Levantamento mostrou que em 44% não há visitação e em 80% dos parques não foi registrada qualquer receita gerada pelo uso público

30 de março de 2013 | 2h 05


Bruno Deiro - O Estado de S.Paulo
Um levantamento em quase cem parques nacionais, estaduais e municipais do País revela que 80% não têm receita gerada por visitação e 21% nem sequer recebem turistas. O estudo, do Instituto Semeia, avaliou o uso público destas e de outras unidades de conservação (UCs) abertas ao turismo a partir de questionários enviados a 443 gestores.
O relatório, em versão preliminar, mostrou ainda que mais da metade dos parques (58%) recebe menos de 50 mil visitas por ano. Em outros tipos de UCs abertos ao público, como Florestas Nacionais e Áreas de Proteção Ambiental, o aproveitamento é ainda menor: 88% não têm receita de turismo e 44% não recebem visitantes.
"Não foi uma surpresa, esperávamos resultado semelhante", admite Ana Luisa Da Riva, diretora executiva do instituto. "Abrir os parques para o turismo significa gasto, então o governo prefere mantê-los fechados."
Segundo ela, uma das explicações para o baixo índice de visitação em UCs, especialmente nos parques, é a estrutura precária para receber o público. "O perfil do visitante atual é o ecoturista, que vai muito mais por aventura. Não há infraestrutura para receber famílias e pessoas comuns", afirma Riva. "Em muito locais não há nem mesmo serviço para atender os visitantes. Ainda há o problema da falta de planejamento. No Parque Estadual de Ilhabela, por exemplo, ainda não há plano de manejo, o que compromete o potencial de uso público."
O relatório aponta que dois terços dos gestores das 200 unidades de conservação analisadas se mostram abertos a parcerias para ajudar na conservação e fomentar o desenvolvimento econômico da região onde estão inseridas as UCs. "É fundamental engajar os gestores, que trabalham com poucos recursos e equipe reduzida para fazer a conservação. Eles enxergam a abertura dos parques como uma coisa positiva", afirma Riva.
Entre as 1.649 unidades existentes no País, pouco mais de mil pertencem a órgãos públicos. A proposta do Instituto Semeia é de promover a integração do setor privado na gestão de UCs. "Os recursos públicos não serão capazes de cumprir as metas estabelecidas de conservação", diz Ana Luisa Da Riva. "O setor privado está de ouvido aberto, mas é um mercado muito novo. O conceito de parceria para conservação como fim principal, e não o turismo, ainda carece de garantias e regulamentações por parte do governo."
Nesta perspectiva, o governo serviria como regulador e operador das unidades de conservação, cabendo às empresas privadas apenas gerenciar os serviços. O modelo segue o que já ocorre em outros setores como saúde, educação e até mesmo administração de presídio. O turismo é apenas um dos aproveitamentos possíveis - um exemplo prático de uso alternativo ocorre na Costa Rica, onde existem centros universitários funcionando no interior de parques.
Crescimento. Dos 69 parques nacionais, 26 estão abertos ao turismo e são administrados pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), criado em 2007 para diversificar as atividades de ecoturismo e recreação locais.
Os exemplos de gestão compartilhada mais bem-sucedidos ocorrem no Parque Nacional do Iguaçu, no Paraná, e no Parque Nacional da Tijuca, no Rio, que autorizaram a diversas empresas a concessão de exploração de serviços e turismo.
A estrutura adequada, aliada ao grande apelo de seus atrativos naturais, se traduz nos números. Com 1.5 milhão e 2,5 milhões de visitantes, respectivamente, Iguaçu e Tijuca foram responsáveis por cerca de 90% do total de visitações em parques nacionais no País em 2012.
Nos EUA, 2 unidades atraem o triplo de visitas
Enquanto o País registrou seu recorde histórico de 5,5 milhões de visitas em parques nacionais no ano passado, nos EUA há oito parques que, sozinhos, superaram este número. O Sistema Nacional de Parques norte-americano recebeu um total de 282,7 milhões visitantes em 2012 - os dados, porém, incluem uma variedade maior de modalidades, que vão desde sítios históricos a áreas militares.
Existentes desde 1872, com a criação do Yellowstone National Park, os parques nacionais dos EUA abrigam 630 concessionárias que oferecem aos visitantes serviços como hospedagem, transporte e alimentação.
Mas os fortes investimentos do governo americano no setor, apontados como principal fator de sucesso na gestão dos parques no país, criaram uma relação de dependência que tem sido colocada à prova.
No Estado da Califórnia, que passa por graves dificuldades econômicas, o governo chegou a anunciar no ano passado o fechamento de 70 parques - quase um quarto dos parques estaduais locais - para cortar gastos de US$ 22 milhões. Graças ao protesto de ambientalistas e o investimento do setor privado, a medida não foi levada adiante.
Para evitar esta dependência de recursos públicos, Ana Luísa Da Riva, diretora executiva do Instituto Semeia, diz que o País terá de buscar soluções diferentes. "Não é possível copiar nos mesmos moldes porque a realidade é completamente diferente. Historicamente, os parques dos EUA receberam muitos recursos públicos e o governo teve participação decisiva nos modelos de gestão", afirma ela. "O que podemos é aprender com os erros e acertos do sistema norte-americano, que possui mais de 100 anos de conhecimento de gestão dos empreendimentos."
Outro fator apontado pela especialista envolve questões culturais. "Os parques nos EUA são um símbolo de patriotismo. Fazem parte do imaginário e criam até personagens infantis como o Zé Colmeia, que vive em um parque. No Brasil, ainda há um distanciamento muito grande em relação ao público."
Ainda baixos, os números da visitação de parques nacionais no Brasil aumentaram desde que eles começaram a ser coordenados pelo ICMBio, em 2007: em 2006, o total de visitantes era de apenas 1,9 milhão. A meta do instituto é chegar a 8 milhões de turistas por ano até 2016. 

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Sanitário Seco faz sucesso entre os ambientalistas

Sanitário Seco faz sucesso entre os ambientalistas

30/12/2009
Andres Vera

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI113493-15228,00.html

A privada que não usa água e ainda recicla seu conteúdo virou uma bandeira contra o desperdício



O vaso sanitário como o conhecemos pode estar com os dias contados. Se depender de um grupo de ecologistas que está fazendo barulho contra as privadas atuais, no futuro nenhuma gota de água será desperdiçada e, como bônus, todos terão fertilizante grátis para o jardim. Como? Simples. Vá ao banheiro, faça o que precisa ser feito e, em vez de dar a descarga, carregue uma pá com serragem para despejar no fundo do vaso sanitário. Em condições ideais de umidade e temperatura, essa mistura vai se decompor e virar adubo dentro de um compartimento sob a própria privada. 


"O único problema contra a compostagem humana é o preconceito", diz o escritor e marceneiro americano Joseph Jenkins, de 57 anos, principal porta-voz do "sanitário seco", também conhecido como "sanitário de compostagem" (o nome técnico da decomposição de matéria orgânica para a produção de adubo). Jenkins ficou conhecido como Mr. Humanure (trocadilho com human, "humano", e manure, "excremento"). 



O grande trunfo do sistema é evitar a contaminação da água. É com essa bandeira ambiental que Jenkins vende a ideia do cocô reciclado. Seu livro Humanure handbook: a guide to composting human manure (algo como Manual para compostar excremento humano) faz sucesso entre ambientalistas. 



Depois do livro, algumas iniciativas surgiram nos Estados Unidos para colocar a ideia em prática. Em julho, a ONG Rizhome Collective ganhou uma licença para construir o primeiro banheiro ecológico "oficial" do Texas. Parte da população achou a ideia nojenta. Mas um argumento derrubou a resistência: o sanitário seco economizaria energia gasta no tratamento de água e esgoto. A prefeitura cedeu. Na Califórnia, a empresa McPoop (em inglês, poop é cocô) fez um acordo para montar banheiros secos em eventos públicos. Para convencer a vigilância sanitária, usaram o argumento de que um banheiro químico é a versão moderna da fossa medi


>SAIBA MAIS

E qual é o cheiro do sanitário seco? Supostamente, nenhum. Quando o sistema funciona corretamente, uma reação química entre o nitrogênio das fezes e o carbono da serragem cria uma mistura estável e inodora. Para convencer as pessoas a aderir ao W.C. seco, ativistas fizeram em Chicago, nos EUA, uma experiência. Propuseram o uso do banheiro seco a 35 vizinhos: 22 deles aceitaram. O resultado foi uma "doação" de mais de 7 mil litros de excremento. No Brasil, já existe uma iniciativa: em Pirenópolis, Goiás, o Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado criou um projeto de nome sugestivo: Húmus Sapiens. São banheiros secos, de alvenaria, que custam metade do valor de um banheiro tradicional. 



Nenhuma dessas ideias, no entanto, prenuncia a abolição da descarga. "A maioria das leis sanitárias diz que você deve se livrar dos dejetos humanos", diz Jenkins. "Isso impede projetos em larga escala." Outro entrave é a necessidade, no caso dos sanitários secos compactos, de um compartimento externo para a compostagem propriamente dita. Num apartamento pequeno, a reciclagem de fezes é inviável. Ao menos para quem não quer encrenca com a vigilância sanitária. 



A ideia do sanitário seco é antiga. Em 1869, impressionado com o perigo de contaminação das fossas abertas, o padre inglês Henry Moule criou um sanitário seco parecido com os atuais. Com a invenção da válvula de descarga, no início do século XX, o sanitário seco caiu em desuso. Mas os discípulos de Moule ainda existem. Joseph Jenkins é um deles. Além de escrever, ele vende seus próprios sanitários compactos. Com aparência de um cubo de madeira, custam R$ 350. O assento acolchoado é opcional.