sábado, 16 de março de 2013

Mais empregos ou salários menores?


16/03/2013 - 03h00

Brasil reconhecerá diploma de engenheiros e arquitetos portugueses

http://www1.folha.uol.com.br/educacao/1247099-brasil-reconhecera-diploma-de-engenheiros-e-arquitetos-portugueses.shtml

FLÁVIA FOREQUE
DE BRASÍLIA

Engenheiros e arquitetos portugueses poderão ter o diploma reconhecido de forma quase automática no Brasil.
A mudança, no primeiro momento, ficará restrita a um grupo de universidades federais --cabe às instituições públicas reconhecer o diploma de graduação estrangeiro. É um primeiro passo que pode repercutir em outros cursos.
A intenção é assinar convênio entre universidades nacionais e portuguesas na próxima semana, durante visita ao Brasil do ministro de Educação e Ciência de Portugal, Nuno Crato. O Ministério da Educação brasileiro apoia a iniciativa.
Na prática, a alteração será sentida "em três, quatro meses", estima o reitor da UFScar (Universidade Federal de São Carlos), Targino Araújo, presidente da comissão de Relações Internacionais da Andifes (associação de reitores). "É para facilitar esse processo. A questão da internacionalização [dos profissionais] é um fato."
Nos anos 1990, restrições a dentistas brasileiros em Portugal criaram rusgas diplomáticas. O imbróglio levou dez anos para ser resolvido.
A demanda para acelerar o reconhecimento de diplomas portugueses é antiga, mas ganhou força diante da crise econômica na Europa.
A revalidação não garantirá ao profissional o direito de atuar no país: isso depende de registro profissional dado pelos conselhos regionais. O Confea (Conselho Federal de Engenharia e Agronomia) diz que não fará objeção ao pedido de registro de portugueses.
Em média, a entrega do registro acontece em três meses, independentemente da nacionalidade do profissional.
A entidade reconhece que o ritmo de formação de engenheiros está abaixo da demanda dos próximos anos, com investimentos em Copa e Olimpíadas. Pondera, porém, que a procura por cursos de exatas tem sido cada vez maior.

SISTEMA ONLINE
Quando um estrangeiro quer revalidar seu diploma no Brasil, independentemente do curso, o processo cabe às universidades públicas. A Andifes quer criar um sistema online para que essas instituições tenham acesso a processos em análise em todo o país e, assim, reduzam o tempo gasto.
Exemplo: uma universidade no AM poderá ver que outra do RS já revalidou diploma de jornalismo de uma faculdade estrangeira. Esse histórico poderá acelerar o trâmite do pedido de outro aluno da mesma instituição.
"Se o currículo do aluno já foi analisado antes, será rapidíssimo", diz Araújo.

Veja a lista de universidades que integrarão o acordo entre Brasil e Portugal
Brasil
UFScar (Universidade Federal de São Carlos)
UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte)
UFAL (Universidade Federal de Alagoas)
UFPA (Universidade Federal do Pará)
UFG (Universidade Federal de Goiás)
UFPR (Universidade Federal do Paraná)

Portugal
Universidade de Coimbra
Universidade de Lisboa
Universidade do Porto
Universidade Técnica de Lisboa
Universidade Nova de Lisboa
Universidade de Aveiro
Universidade do Minho
Universidade de Évora
Universidade de Açores
Universidade do Algarve
Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro
Universidade da Beira Interior
Universidade da Madeira
Universidade Aberta
Universidade Católica Portuguesa

Obras de acessibilidade nos municípios paulistas ganham linha de crédito sem juros

15/Março/2013

Obras de acessibilidade nos municípios paulistas ganham linha de crédito sem juros


http://www.piniweb.com.br/construcao/sustentabilidade/obras-de-acessibilidade-nos-municipios-paulistas-ganham-linha-de-credito-279388-1.asp

Iniciativa da Desenvolve SP pretende viabilizar intervenções para inclusão social em municípios carentes


Gustavo Jazra


Konstantin Yolshin/Shutterstock
Na última quinta-feira (14), a Agência de Desenvolvimento Paulista lançou uma linha de crédito sem juros para a implantação de planos de acessibilidade em prédios e espaços públicos municipais. Denominado Linha de Acessibilidade Urbana, o programa conta com juros subsidiados pelo governo estadual e prazo de até 72 meses para prefeituras e órgãos da administração municipal.
A nova linha contempla o financiamento de projetos de acessibilidade a pessoas com deficiência visual, física, motora ou intelectual nos espaços públicos. Além de melhorias nos prédios e espaços públicos, como reformas e adequações que promovam acessibilidade, a linha prevê a implantação de sistemas de iluminação, sonorização ou comunicação visual, aquisição de máquinas e equipamentos.
De acordo com o presidente da Desenvolve SP, Milton Luiz de Melo Santos, a iniciativa pretende oferecer oportunidade aos municípios que não têm condições de executar obras que proporcionam a inclusão social das pessoas com deficiência.
A liberação do crédito depende do resultado da análise financeira e da capacidade de endividamento da prefeitura, além da aprovação da secretaria do Tesouro Nacional, usando como garantias as cotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Autarquias e fundações instituídas ou mantidas pelos municípios podem ter acesso à linha de crédito.

sexta-feira, 15 de março de 2013

GBC põe em prática projeto piloto para referencial de casas sustentáveis

4/Março/2013

GBC põe em prática projeto piloto para referencial de casas sustentáveis


http://www.piniweb.com.br/construcao/sustentabilidade/gbc-poe-em-pratica-projeto-piloto-para-referencial-de-casas-278868-1.asp

Nove habitações com diferentes sistemas construtivos serão avaliadas ao longo do ano para a criação de selo de sustentabilidade. Três obras já estão em execução


Gustavo Jazra

Três dos nove projetos piloto para o Referencial de Casas Sustentáveis do Green Building Council (GBC) Brasil já entraram em fase de execução, e os outros seis deverão iniciar as obras em breve. As casas devem ser entregues no final de 2013, independente dos sistemas construtivos utilizados, que variam de sistema em EPS, na Vila Maresias, em São Sebastião, a Steel Frame em Brasília, passando por estruturas de madeira, alvenaria comum e sistema de tijolo solo-cimento.

Divulgação

O projeto lançado em setembro do ano passado, com o objetivo de criar parâmetros nacionais de sustentabilidade para residências, deve confirmar as estimativas da organização para encarecimento de 1% a 7% no valor para casas sustentáveis, garantindo certa viabilidade econômica e conscientização dos envolvidos no setor. "Este aumento de valor depende sempre de como as equipes se organizam e quais materiais são especificados", afirma a coordenadora técnica do GBC Brasil, Maria Carolina Fujihara.
Ainda de acordo com a coordenadora, este relativo acréscimo no orçamento das obras é revertido rapidamente durante a operação das residências, uma vez que terão consumo de água e energia mais baixos do que em casas tradicionais. "Além disso, quando o proprietário ou investidor quiser vender esta residência, ela terá um valor maior embutido por ter sido projetada e construída com princípios de sustentabilidade, ainda dispondo de um selo que ateste essa vantagem", disse.
A iniciativa de um sistema de referência nacional na construção de casas sustentáveis surgiu a partir da alta demanda pelas avaliações de edificações que se encaixam na categoria. Com base em leis a normativas brasileiras, e projetos em três das cinco regiões, o referencial tem a pretensão de ser totalmente adaptável a qualquer clima e região do território nacional. "Ele conta não somente com a função de atender ao mercado habitacional, mas também de estimular a criação de leis e incentivos fiscais para toda construção que contenha itens de sustentabilidade", explica Fujihara sobre o fomento da indústria verde.
Além de servir como referência para casas, o sistema vai avaliar um apartamento na cidade de São Paulo, proporcionando assim a certificação de apartamentos únicos ou até de prédios inteiros.
O selo só valerá para novas construções ou grandes reformas, em decorrência da maior dificuldade de se avaliar casas já construídas. Apesar disso, o GBC Brasil planeja lançar um referencial que avalia operação e manutenção de construções residenciais.
Confira os projetos escolhidos pelo Green Building Council Brasil para participar do Referencial da Casas Sustentáveis:
Residência Sustentável de Brasília - Brasília (DF)

Divulgação

Residência Hilgert Silveira - Viamão (RS)

Divulgação

Vila Maresias - São Sebastião (SP)
Apartamento Sustentável - São Paulo (SP)
Casas Doke - Sumaré (SP)

Divulgação

Casa Madagascar - Brasília (DF)
Casa da Chapada - Chapada Guimarães (MT)
Catuçaba Ecovila - São Luiz do Paraitinga (SP)

Divulgação

Green Loft - São Roque (SP)

Usina que faz o lixo desaparecer




Por Luiz Sugimoto, do Jornal da Unicamp - Uma usina que faz o lixo da cidade simplesmente desaparecer. Pesquisa de doutorado apresentada na Unicamp analisa os aspectos econômicos e socioambientais da implantação da WPC – Waste Processing Center, ou Central de Processamento de Lixo – em municípios brasileiros. O processo permite a separação e a correta destinação dos resíduos (materiais recicláveis) hoje depositados em lixões e aterros e, mais que isso, a utilização dos rejeitos (o lixo propriamente dito)
como matéria-prima para a geração de energia elétrica, bem como o tratamento e reuso da água extraída neste processo. O processo WPC é um desenvolvimento avançado do sistema WTE – Waste to Energy, ou Energia a partir do Lixo – que já está bem disseminado na Europa, Japão, China e Estados Unidos, ao passo que no Brasil esta opção sequer começou a ser discutida.

“A usina é a melhor maneira de aproveitar o lixo hoje”, diz convicto o engenheiro Sérgio Augusto Lucke, que defendeu a tese na Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo (FEC), sob a orientação do professor Carlos Alberto Mariottoni. “A nova Política Nacional de Resíduos Sólidos, homologada em 2010, traz uma revolução em termos ambientais. Os prefeitos não podem mais ficar omissos em relação ao lixo, pois se tornou obrigatória a sua coleta e proibido o seu descarte em lixões”, acrescenta o autor, sugerindo que os municípios têm nestas usinas uma ótima alternativa para cumprir as novas normas.
Lucke afirma que a legislação faz uma clara distinção entre rejeitos (aquilo que não pode mais ser processado) e resíduos (o
que pode ser reciclado). “Tudo estava indo para lixões, aterros controlados ou aterros sanitários, que agora devem receber apenas
os rejeitos, enquanto os resíduos precisam ter destinação e processamento adequados. A lei também é clara quanto à inclusão
social de milhares de pessoas que ganham a vida no lixão, através da promoção do emprego formal, com carteira assinada e demais
benefícios. Outro grande diferencial é o incentivo à logística reversa.”

Segundo o engenheiro, as prefeituras que descumprirem a legislação não terão acesso aos mecanismos de financiamento do governo. “Foram estabelecidos metas e prazos, cumpridos por apenas 10% dos municípios, que apresentaram inventários sobre a geração de lixo e planos de ação. Os 90% que não realizaram este trabalho passam a ser questionados pelos governos estadual e federal: se não há
planos e inventários, para quê financiamento?”.

Sérgio Lucke informa que 12% do lixo gerado nas mais de 5 mil cidades brasileiras deixam de ser coletados; do que é coletado, a
metade vai para lixões e aterros controlados e outra metade para aterros sanitários. “A cidade de São Paulo gera 16 mil toneladas de
lixo por dia; em Campinas, são mil toneladas/dia. O que estamos colocando nestes depósitos é um material valioso: recursos e
energia. Um cálculo referendado no ano passado pelo Ipea [Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada] é de que o país desperdiça, com isso, aproximadamente 4 bilhões de dólares por ano, aí considerando os recicláveis.”

O processo - Do lixo urbano que chega à WPC, conforme explica o pesquisador, são separados os resíduos para as empresas
recicladoras, enquanto os rejeitos são processados para retirada da umidade. “O lixo urbano possui cerca de 40% do seu peso em água, que é tratada e parcialmente utilizada na própria usina, podendo ainda ser disponibilizada ao poder público e indústrias da
vizinhança. Sobra uma massa quase seca, cuja combustão aquece a água na caldeira e produz o vapor que vai pela turbina movimentar o gerador, obtendo-se na ponta a energia elétrica que é colocada na rede. Outra opção é aproveitar o gás da combustão.”

aterro sanitário
Lucke calcula que Campinas, por exemplo, teria 15% a mais de energia elétrica em relação ao que consome, caso contasse com uma
usina para incinerar suas 1.050 toneladas diárias de lixo. “Existe ainda a vantagem de ser uma geração local, pois não se está
produzindo energia aqui para enviar a outros estados. Com isso, não se sobrecarrega tanto as linhas de transmissão, quando o governo
diz que o problema não é gerar, mas transmitir e depois distribuir energia. Se a margem para evitar o risco de apagão é de 3% ou 4%,
15% oferecem muita segurança.”

Para chegar a este e tantos outros resultados, o pesquisador colheu dados dos 645 municípios do Estado de São Paulo (de 2005 a 2010), além de previsões até 2020, analisando aspectos como geração de lixo, PIB e população de cada um deles. Ao mesmo tempo, levantou os investimentos e custos de instalação de usinas de variados portes, considerando equipamentos, construção civil, logística, operação, manutenção e folha de pagamento, entre outros. “Uma usina média, com capacidade para 260 toneladas/dia, custaria ao redor de 290 milhões de reais. Ela poderia gerar 120 megawatt/dia, atendendo de 40 a 50 mil habitantes e oferecendo 120 empregos diretos, além dos indiretos e do estímulo à economia regional.”
Consórcios - Sérgio Lucke concluiu logo de início que a maioria dos municípios paulistas não tem porte suficiente para acomodar uma usina, dando o exemplo de Borá, que mal chega a 1.000 habitantes e gera 200 gramas de lixo per capita – na Capital o índice beira 1,5 quilo. “É necessário formar consórcios para que cidades de uma região atinjam um volume de lixo comum a ser processado. Mas isso pede novos cálculos, pois se no início o custo maior é de investimento, depois passa a ser de logística: conforme aumenta o
número de consorciados, aumenta a distância entre as cidades, advindo problemas como de transporte e mão-de-obra. É preciso
dosar, otimizando o processo.”

Pelas projeções do autor da tese, o ideal seria que o Estado de São Paulo implantasse usinas de forma descentralizada, sejam pequenas,
médias ou grandes, a fim de atender a diferentes demandas de suas 15 regiões administrativas. A própria Capital precisaria de um
mínimo de 10 usinas descentralizadas para processar o lixo gerado.

“Fato é que precisamos resolver o problema do lixo, que em outros países já vem sendo inclusive exportado. O lixo de Nova York é
transportado em containers embarcados em trens para um percurso de 1.000 a 2.000 quilômetros até o interior do país, onde é em parte aterrado, em parte incinerado. Os Estados Unidos gastam 26 bilhões de dólares só nesse tipo de logística, sem contar o custo do
processamento.”

A implantação - Lucke assegura que o Brasil detém tecnologia para implantar usinas de processamento de lixo imediatamente. E
acrescenta que não fala como teórico, mas como um empresário que tem 40 anos no mercado, sendo 15 anos nesta área específica.
Formado em engenharia mecânica pela Unicamp em 1973, ele partiu para três anos de especialização profissional na Alemanha, onde
absorveu bastante de uma mentalidade sobre meio ambiente que na época já era bem avançada. Depois de duas décadas consolidando a vida empresarial, retomou contato com pesquisadores alemães e suíços, desenvolvendo trabalhos conjuntos nesta área desde 1998.

“Estamos agregando o conhecimento dos parceiros europeus ao nosso e adequando-os ao mercado brasileiro, que apresenta enorme potencial para aplicação desta tecnologia”, observa o pesquisador. “Já desenvolvemos muitos equipamentos e podemos fabricar aqui os outros que forem necessários. Importaríamos apenas a parte de controle de emissões, mais sensível e precisa, a fim de garantir o cumprimento das normais ambientais. Seria possível começar a implantar uma usina daqui a meia hora”, assegura o pesquisador.
Da incineração poluidora aos benefícios ambientais - O engenheiro Sérgio Lucke recorda que o Japão, enfrentando sérios problemas de espaço para depositar o lixo urbano, foi o primeiro país a incinerá-lo em caldeiras gigantescas, aterrando as cinzas em alguma ilha mais isolada – e nisso foram seguidos pelos americanos. Partiu dos alemães, ao perceberem que se estava queimando gás e óleo para queimar lixo, a idéia de recuperar a energia (WTE). Hoje existem cerca de 700 usinas de incineração com geração de energia WTE espalhadas por Europa, Japão, China e Estados Unidos.
Entretanto, como observa o pesquisador, as primeiras instalações deixaram o estigma de que incineração é poluição, visto que a
preocupação não era a mesma de hoje e elas não sofriam um controle rígido. “Muitos componentes das emissões só foram descobertos após a instalação das plantas, como dioxinas e furanos. Mas, nos últimos 15 anos, a evolução tecnológica tornou a incineração o processo mais seguro existente, tanto que o maior nível de emissões das usinas não chega a 20% do valor exigido pelas normas. Há usinas queimando até mil toneladas de lixo por dia, mesmo no centro de cidades como Viena, Osaka e Zurique, sem qualquer problema de odor ou poluição. Um aterro hoje polui muito mais que uma usina.”

Na opinião de Sérgio Lucke, as centrais de processamento de lixo também ajudariam a amenizar os problemas representados pelos
aterros, a começar pelos relacionados à saúde. “O Estado de São Paulo gasta 380 milhões de dólares por ano para atender pessoas
afetadas por problemas de saúde oriundos do lixo, como água contaminada pelo chorume e contato direto ou indireto com os
vetores de doenças como ratos e insetos. Na verdade, esta tecnologia pode ser aplicada inclusive para recuperar áreas de
aterros desativados ou em operação, fazendo-se a mineração e processamento de todo o material ali depositado. Considerando que a
cada dez toneladas de lixo perde-se um metro quadrado de terreno, ganharíamos muito espaço para fins mais nobres, como de lazer e
habitação.”

Publicações
Tese: “O resíduo sólido urbano como fonte renovável para geração de energia elétrica: aspectos econômicos e sócio-ambientais”
Autor: Sérgio Augusto Lucke
Orientador: Carlos Alberto Mariotoni
Unidade: Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo (FEC)

Fotos: Antonio Scarpinetti

quinta-feira, 14 de março de 2013

Iluminação pública com energia solar e eólica



canoas_baram_energia
A prefeitura de Canoas e o Grupo Baram assinaram, na semana passada,termo de cooperação para projeto piloto e pioneiro no país na área de energia limpa. O acordo prevê a substituição de dois postes para iluminação pública da Rodovia Federal/BR-116 – o segundo mais movimentado do Brasil, que liga Canoas a capital e a cidades do interior do Estado, por dois postes híbridos (energia
eólica e solar) com quatro luminárias LED de 100 W instaladas a 18 metros de altura; aerogerador de 3000 W e nove placas solares de 90 W, em formato circular, totalizando 810 W. Os equipamentos serão instalados em até 40 dias e, após seis meses, serão feitos testes de avaliação daeficiência energética.

De acordo com o diretor-presidente do Grupo Baram, Josely Rosa, considerando esses parâmetros, o sistema somado irá gerar para seu próprio consumo 724 kW/mês e evitará a emissão, durante os seis meses de teste, de 4,44 ton CO? (Dióxido de carbono).
A iluminação pública atual da BR-116, trecho Canoas tem, aproximadamente, 220 postes e consumo anual de energia elétrica em
torno de 1.670.000 kW/ano. Considerando classe de tarifação B4 – Iluminação Pública (R$/kWh), o gasto anual gira em torno de R$
234.000,00.

Além de o sistema emitir na atmosfera, através de usinas de geração de energia, mais de 970 ton CO² (Dióxido de
carbono). “Isso significa economia de energia e de recursos para o município, que poderão ser destinados para outras áreas”, destaca o prefeito Jairo Jorge, que ressalta ainda a ação inédita da cidade em todo o país. “Não existe no Brasil uma iniciativa semelhante de
alternativa para iluminação pública nas rodovias, tema de extrema relevância e preocupação de todas as prefeituras do país”.

O sistema somado gerará para seu próprio consumo 428.000 kW/ano, quatro vezes menos do atual. A equipe de manutenção será acionada de duas a três vezes menos devido ao longo tempo de vida útil do quipamento, eliminando custos e aumentando a disponibilidade de equipes. “Ainda podemos preservar 6130 árvores que seriam
necessárias para compensar a emissão anual de mais 970 ton CO”, lembra Josely.

Por que utilizar o sistema híbrido? Caso haja falta de energia elétrica a rodovia continuará iluminada, aumentando a segurança.
Alta flexibilidade de geração de energia devido às características climáticas da região sul que são bem favoráveis ao sistema. Alta
confiabilidade através do sistema de backup, pois o banco de baterias supre a não geração por cinco dias, podendo ser ampliado
conforme a necessidade do projeto.

Vantagens - luminárias LED: Tempo de vida útil maior que 50 mil horas (entre dez e quinze anos) | Muito econômicas comparadas com lâmpadas vapor de sódio |Elevada eficiência luminosa e índice de reprodução de cores; Menor atração de insetos noturnos, pois não emitem raios infravermelhos e geram muito menos calor que os sistemas existentes |Compromisso com o meio ambiente – não demanda tratamento especial em sua fabricação ou descarte. Não tem em sua composição substâncias tóxicas, nem filamentos; Efeito flash ou acendimento imediato.
A Baram Energy é uma empresa do Grupo Baram que busca a conciliação entre a sociedade, crescimento econômico e a preservação ambiental. “Na Baram Energy acreditamos que o desenvolvimento sustentável é possível e assumimos o compromisso de orientar a nossa atividade pelos princípios de desenvolvimento sustentável do Grupo Baram”, destaca Josely.
Grupo Baram: Novo parque industrial da empresa que será inaugurado na cidade de Sapucaia do Sul – Rio Grande do Sul- Com 12 anos de atuação no mercado da construção civil, o Grupo Baram é líder nacional na fabricação de equipamentos de acesso. Possui dois
parques industriais no país: um em Fortaleza e outro na cidade de Sapucaia do Sul, na região metropolitana de Porto Alegre. No
segundo semestre de 2013, uma nova unidade fabril será inaugurada em Sapucaia que, somada, dará ao Grupo o total de 30 mil m² de
fábrica para atender a produção crescente de equipamentos, entre balancins elétricos e manuais, mini-gruas, máquina para acabamento de parede, tapume ecológico, gruas, elevadores de cremalheira, caçamba motorizada, dutos para entulhos e, agora, aerogeradores de energia.

A matriz da empresa está localizada no município de Esteio (RS) e o Grupo mantém filiais em seis outros estados, entre eles São Paulo.
Criada em agosto de 2000, a empresa conta com 190 funcionários em todo o Brasil. Além do Brasil, a Baram exporta para países da
América Latina, como Paraguai, Venezuela, Chile e Uruguai.

O futuro do nosso planeta...

Marte já teve ambiente favorável para vida microbiana
Redação do Site Inovação Tecnológica - 12/03/2013
SITE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Marte já teve ambiente favorável para vida microbiana. 12/03/2013. Online. Disponível em www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=marte-vida-microbiana. Capturado em 13/03/2013. 
Marte pode ter tido ambiente favorável para vida microbiana no passado
Reservatório do Curiosity cheio do pó produzido pela perfuração da rocha argilosa - o depósito tem 4,5 centímetros de largura. Em seguida, o pó foi colocado no laboratório de análises do robô, produzindo os resultados divulgados hoje.[Imagem: NASA/JPL-Caltech/MSSS]
Micróbios marcianos
Análises de uma amostra de rocha coletada pelo robô Curiosity em Marte revelaram que o ambiente pode ter apresentado condições para vida microbiana no passado.
Os cientistas identificaram enxofre, nitrogênio, hidrogênio, oxigênio, fósforo e carbono no pó que o Curiosity recolheu depois de perfurar uma rocha sedimentar perto do que se acredita ser um antigo leito aquoso.
Embora ninguém duvidasse que esses elementos estivessem presentes em Marte, a novidade é que eles se organizam em um tipo de rocha cuja formação ocorre associada com a água.
"Uma questão fundamental para esta missão é se Marte poderia ter suportado um ambiente habitável. Pelo que sabemos agora, a resposta é sim," disse Michael Meyer, cientista-chefe da missão.
Os dados indicam que a área que o robô está explorando pode ser ou a foz de um antigo rio ou um lago temporário, que poderia ter suprido a energia química e outras condições favoráveis para os micróbios.
O robô fez esta que foi sua primeira perfuração em Marte, próximo ao local onde já havia sido identificado o leito seco de um antigo rio marciano.
Argila marciana
A rocha é composta por minerais de argila, sulfatos e outros compostos químicos.
Marte pode ter tido ambiente favorável para vida microbiana no passado
Comparação das rochas encontradas pelos robôs Opportunity (esquerda) e Curiosity (direita) em dois locais diferentes de Marte. [Imagem: NASA/JPL-Caltech/Cornell/MSSS]
O ambiente onde a rocha se formou, ao contrário de outros locais já estudados em Marte, não apresenta fortes condições oxidantes, ácidas, ou muito salgadas.
"Os minerais de argila compõem, no mínimo, 20% da amostra," disse David Blake, responsável pelo instrumento CheMin do robô.
Esses minerais de argila são um produto da reação de água relativamente fresca com minerais ígneos, tais como a olivina, também presente no sedimento.
A reação pode ocorrer dentro de um depósito sedimentar, durante o transporte dos sedimentos ou na região da fonte do sedimento. A presença do sulfato de cálcio, juntamente com a argila, sugere que o solo era neutro ou ligeiramente alcalino.
Os cientistas ficaram surpresos ao encontrar uma mistura de compostos oxidados, menos oxidados, e mesmo não oxidados, mostrando um gradiente de energia do tipo que muitos micróbios da Terra exploram para viver. Esta oxidação parcial ficou clara assim que o pó da rocha perfurada mostrou-se cinza em vez de vermelho.
"A variedade de ingredientes químicos que identificamos na amostra é impressionante, sugerindo pares tais como sulfatos e sulfetos, que indicam uma possível fonte de energia química para microrganismos," disse Paul Mahaffy, outro cientista da missão.

A China está construindo um Stargate?


A China está construindo um Stargate?


Olha só que coisa curiosa essa magnífica escultura gigantesca que está sendo erguida na China.
stargate A China está construindo um Stargate?   Curiosidades
A curiosa construção vem despertando um misto de estupefação e desconfiança no povo chinês. Alguns tabloides locais sustentam que o governo estaria (não ria!) erguendo portais interdimensionais  no centro de suas cidades. Não é de espantar que alguns abilolados pensem assim, já que essa seria uma divertida  especulação para esta estrutura de 157 metros, feita de metal e erguida a toque de caixa, na cidade de Fushun na província de Liaoning, no nordeste da China.
A desconfiança com o estranho elemento paisagístico surgiu porque ele está sendo erguido numa das muitas “cidades fantasma” na China.
s74053637 A China está construindo um Stargate?   Curiosidades
Pode parecer estranho pra nós, brasileiros, habituados a décadas e décadas de completa falta de planejamento e crescimento desorganizado, que um país resolva do nada construir cidades completas, sem ninguém em áreas distantes. Ocorre que a explosão de crescimento que a China viveu nas últimas duas décadas, propiciou um aumento sem precedentes da classe média. Não demorou, muitos chineses perceberam que com dinheiro no bolso iriam poder morar melhor. As grandes cidades superpopulosas já não comportavam mais prédios. Muitos chineses resolveram investir suas economias e apostar em rendimentos financeiros advindos do déficit residencial. Assim, literalmente, cidades inteiras foram construídas, e estão lá, prontinhas, apenas esperando que as pessoas se mudem pra lá. São bairros completos, com casas chiques, praças, e até, como vemos pelo “stargate”, monumentos impressionantes.
Com a crise, a China começou a desacelerar seu ritmo de crescimento, e mais e mais “cidades fantasmas”, compostas de milhares de edifícios em liquidação ficaram pendentes.
Na criação da estrutura do anel, o “stargate” foram gastas 3.000 toneladas de aço. Ele será iluminada à noite, através do emprego de 12.000 lâmpadas de LED.
Funcionários do governo municipal dizem que a estrutura titânica não tem outra finalidade senão a de servir como “cartão postal” do lugar.
Eles argumentam que será algo tão incrível olhar lá de cima como é na Torre Eiffel. A construção tem o nome oficialmente intitulado de “Anel da vida”, mas é chamado também de “círculo do céu” e “o caminho para o paraíso celestial.”
0 9330b 7fc2f02d XL 1 A China está construindo um Stargate?   Curiosidades
O “anel da vida” será usado para observação em alta altitude, e quatro elevadores conduzirão os visitantes ao topo do anel. Claro que os meios de comunicação chineses submeteram a obra a uma dura crítica. Isso não é de surpreender, já que essa coisa custou US$ 16 milhões e foi erguido num lugar onde ainda não mora quase ninguém. Foi isso que despertou a desconfiança de que talvez houvesse uma “agenda oculta” por trás do Stargate, já que a cidade chinesa carece de hospitais e outras instituições sociais.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Lâmpadas fluorescentes compactas são produtos perigosos, dizem cientistas


Lâmpadas fluorescentes compactas são produtos perigosos, dizem cientistas

Redação do Site Inovação Tecnológica - 24/01/2013
SITE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. Lâmpadas fluorescentes compactas são produtos perigosos, dizem cientistas. 24/01/2013. Online. Disponível em www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=lampadas-fluorescentes-compactas-devem-banidas. Capturado em 12/03/2013. 
Lâmpadas fluorescentes compactas devem ser banidas, dizem cientistas
Antes restrito a locais determinados e de mais fácil controle, o mercúrio finalmente se espalhou "democraticamente" por todo o globo por meio das lâmpadas fluorescentes compactas (CFLs). [Imagem: ACS]
Democratização do risco
Há poucos anos, ambientalistas pressionavam os legisladores de todo o mundo para banir as lâmpadas incandescentes, reconhecidamente grandes consumidoras de energia - seu grande problema é que elas desperdiçam muita energia na forma de calor.
Em seu lugar, foram adotadas as lâmpadas fluorescentes compactas, que gastam menos energia.
O problema é que essas lâmpadas aparentemente mais econômicas levam em seu interior não apenas o tóxico mercúrio, mas também uma série de outros metais pesados, usados na fabricação dos seus circuitos eletrônicos.
Antes restrito a locais determinados e de mais fácil controle, o mercúrio finalmente se espalhou "democraticamente" por todo o globo.

Antes restrito a locais determinados e de mais fácil controle, o mercúrio finalmente se espalhou "democraticamente" por todo o globo.
Riscos das lâmpadas fluorescentes compactas
Agora, as tão recomendadas lâmpadas fluorescentes compactas precisam ser banidas - pelo menos é o que os cientistas estão dizendo.
E eles não estão usando meias-palavras: um novo estudo alerta que as lâmpadas fluorescentes compactas, assim como os LEDs, deveriam entrar para a lista de produtos perigosos.
Mas Seong-Rin Lim e seus colegas da Universidade da Califórnia, em Davis e Irvine, mostraram que o problema é bem maior.
Enquanto o limite para a liberação de chumbo no ambiente é de 5 mg/l, as lâmpadas fluorescentes compactas podem liberar 132 mg/l, e os LEDs 44 mg/l.
O limite de segurança para o cobre é de 2.500 mg/kg, mas as duas fontes de iluminação atingem 111.000 e 31.600 mg/kg, respectivamente.
Tanto lâmpadas fluorescentes compactas, quanto LEDs, usam ainda alumínio, ouro, prata e zinco - as lâmpadas incandescentes, por outro lado, usam quantidades mínimas desses metais, sobretudo daqueles que são tóxicos.
O resultado não mudou nem mesmo quando os pesquisadores analisaram todo o ciclo de vida dos três tipos de lâmpadas.
Em comparação com as lâmpadas incandescentes, as lâmpadas fluorescentes compactas têm 26 vezes mais riscos de efeitos danosos ao meio ambiente por causa da toxicidade dos metais usados em sua fabricação - os LEDs têm um risco 3 vezes maior do que as lâmpadas incandescentes.
Convenção de Minamata sobre Mercúrio
A recém-negociada Convenção de Minamata sobre Mercúrio estabeleceu metas para o banimento de diversos usos do mercúrio, de longe o maior risco contido nas lâmpadas fluorescentes compactas.
A proposta de banimento desses usos até 2020 cita "Determinados tipos de lâmpadas fluorescentes compactas (CFLs)", mas o texto final ainda não foi divulgado - o documento só deverá assinado pelos 140 países que negociaram o acordo a partir de Outubro.
Não é a primeira vez que as tentativas de driblar problemas ambientais dão resultados opostos aos esperados: recentemente os cientistas anunciaram que os mesmos gases que salvaram a camada de ozônio agora ameaçam o clima - de resto, avisos contundentes para os apressados proponentes da geoengenharia.
Bibliografia:


Potential Environmental Impacts from the Metals in Incandescent, Compact Fluorescent Lamp (CFL), and Light-Emitting Diode (LED) Bulbs
Seong-Rin Lim, Daniel Kang, Oladele A. Ogunseitan, Julie M. Schoenung
Environmental Science and Technology
Vol.: 47 (2), pp 1040-1047
DOI: 10.1021/es302886m

Marcada por atrasos, obra de Angra 3 prossegue apesar de Fukushima


BRASIL

Marcada por atrasos, obra de Angra 3 prossegue apesar de Fukushima

O acidente de Fukushima não teve nenhum reflexo no Brasil, que segue investindo em energia nuclear com a construção de Angra 3. Garantia do governo alemão para a obra, porém, é cada vez mais incerta.

O cronograma de construção da terceira usina nuclear brasileira, Angra 3, é marcado por atrasos. Mas a falta de pontualidade não tem qualquer relação com o acidente de Fukushima, no Japão, que completa dois anos nesta segunda-feira (11/03). Enquanto o desastre desencadeou uma oposição forte a essa fonte de energia em várias partes do mundo, o Brasil decidiu avançar com os investimentos na indústria nuclear.
"Isso [o acidente de Fukushima] não tem nada a ver com o que está acontecendo no Brasil", disse o superintendente de construção da Eletrobrás Eletronuclear, José Eduardo Costa Mattos, sobre Angra 3.
A construção da central foi iniciada ainda na década de 1980, paralisada em 1986 e, em 2008, recebeu a licença ambiental prévia do Ibama. Em 2011, o canteiro de obras cresceu e o prazo para que a usina entrasse em operação era dezembro de 2015. A data foi adiada para julho de 2016 e, agora, fala-se em dezembro de 2016.
Mattos justifica a demora: o edital de serviço de montagem eletromecânica do reator ficou muito tempo suspenso devido a problemas financeiros, mas as obras já estão, novamente, em andamento. A usina, que já tem 40% de sua estrutura construída, terá potência de 1.405 megawatts (MW).
Os parâmetros de segurança estão em primeiro plano, garante Mattos, além da proteção do meio ambiente. "Entre os materiais utilizados pela construtora estão madeira e plástico reciclados. O armazenamento do lixo que sobra das obras também é direcionado a empresas aptas para fazer o armazenamento de forma correta", disse em entrevista à DW Brasil.
Alemanha deve sair de cena
Meses depois da catástrofe de Fukushima, o governo alemão decidiu fechar todas as suas 17 usinas nucleares até 2022. Ao mesmo tempo, o país aparecia na lista de fiadores da obra de Angra 3. Em fevereiro de 2010, a Alemanha havia prometido à francesa Areva NP (que na época pertencia em parte ao grupo alemão Siemens) a chamada garantia Hermes, no valor de 1,3 bilhão de euros. Na prática isso significa que, se o Brasil desse um calote na empresa, o governo alemão assumiria o prejuízo.
No entanto, a pressão da opinião pública alemã está fazendo o governo rever sua posição. Em novembro, uma comissão suprapartidária do Bundestag (câmara baixa do Parlamento alemão) manifestou-se contra a garantia. Ainda não há uma posição final da coalizão liderada pela chanceler federal Angela Merkel, mas as chances de que a garantia não saia são cada vez maiores. A decisão, segundo Barbara Happe, da organização alemã Urgewald, já teria sido tomada, apesar de ainda não haver um documento oficial assinado.
A justificativa para a não-assinatura do contrato, declarou Happe à DW Brasil, deve-se ao fato de os alemães concluírem que as obras de Angra 3 não atendem às expectativas de segurança. A Eletronuclear não comenta o assunto.
Diante do provável recuo alemão, as autoridades brasileiras tiveram que assumir o compromisso. Segundo o superintendente de construção da Eletrobrás, os financiamentos serão feitos pelo BNDES, juntamente com a Caixa Econômica Federal. Angra 3 vai ser financiada em 3,8 bilhões de reais pela Caixa e em 6,1 bilhões pelo BNDES para a compra de máquinas, equipamentos importados e para a contratação de serviços estrangeiros.
Mattos ressalta que todos os documentos de garantia de financiamento, assinados no passado pela Alemanha, foram repassados para a Areva francesa.
Laços alemães
A ampliação da energia nuclear no Brasil não teria sido possível sem a ajuda da Alemanha. Uma década antes de a primeira central ser ativada, em 1985, os governos dos dois países se aproximaram e assinaram um acordo de cooperação. O Brasil queria ter acesso ao ciclo completo de abastecimento.
Em 2001 a segunda central entrou em operação, com o reator tipo PWR (Pressurizer Water Reactor), ou reator a água pressurizada, comprado da KWU, então subsidiária da Siemens. A terceira usina contará com o mesmo reator, comprado há duas décadas pelo governo brasileiro.

DW.DE

e-cigarette: Cigarro sustentável?


09 DE MARÇO DE 2013
Apesar de incertezas sobre riscos à saúde, cigarro eletrônico vira moda em Paris

Cigarro eletrônico pode ter aparência semelhante ao de um cigarro normal, mas os mais vendidos são os tamanhos maiores.
Cigarro eletrônico pode ter aparência semelhante ao de um cigarro normal, mas os mais vendidos são os tamanhos maiores.
Flickr/ Creative Commons
Lúcia Müzell

Nos últimos anos, um verdadeiro cerco aos fumantes impôs restrições ao cigarro na maioria dos lugares públicos. Mas a tecnologia abriu as portas, pelo menos por enquanto, para uma revanche dos fumantes: é o cigarro eletrônico, que na França está invadindo bares, cafés e muitos outros lugares onde o produto tradicional é proibido.
O cigarro eletrônico não tem alcatrão nem tacabo, portanto o produto aspirado é menos nocivo para a saúde, segundo as fabricantes. Muitos usuários adotaram o e-cigarette para tentar deixar de fumar ou por se preocuparem com a saúde. O problema é que ainda não existem assuntos conclusivos sobre o tema. Por causa das incertezas, a venda do produto ainda é proibida no Brasil. Saiba os detalhes ouvindo a reportagem.







 

   

      Apesar de incertezas sobre riscos à saúde, cigarro eletrônico vira moda em Paris    
          (04:59)