domingo, 10 de março de 2013

Taxa da água vai criar fundo milionário a partir de 201


Taxa da água vai criar fundo milionário a partir de 2014

Ribeirão e outros 26 municípios da bacia do Pardo terão verba anual de R$ 11 milhões 

phttp://www.jornalacidade.com.br/noticias/cidades/NOT,2,2,825593,Taxa+da+agua+vai+criar+fundo+milionario+a+partir+de+2014.aspxara financiamento de projetos

09/03/2013 - 22:05



F.L Piton / A Cidade
Carlos Alencastre, secretário-executivo do comitê do rio Pardo, diz que Daerp pode ficar sem recursos a partir de 2014 (Foto: F. L. Piton)
A partir de 2014, Ribeirão Preto poderá ter acesso a um fundo de mais de R$ 11 milhões, destinado a financiar projetos em praticamente todas as áreas da administração pública, com alguma ligação com o meio ambiente.
Para a maioria dos 27 municípios que integram a bacia do Pardo essa é uma ótima notícia. No caso de Ribeirão Preto, pode ser um pesadelo.
Isso porque para pôr a mão nessa dinheirama, o Departamento de Água e Esgotos de Ribeirão Preto (Daerp) terá de escapar da ameaça de inadimplência, que pode ser declarada pelo Fundo Estadual de Recursos Hídricos (Fehidro). (Veja ao lado).
Água
A bolada milionária que pode escorrer das mãos do Daerp vai entrar todos os anos em uma conta do Fehidro, em nome do Comitê da Bacia Hidrográfica do Pardo, do qual Ribeirão faz parte. Cerca de R$ 4 milhões já estão lá, oriundos de royalties pagos pelas companhias de energia. Os outros R$ 7 milhões passam a entrar a partir de janeiro de 2014, fruto do que se vai arrecadar com a cobrança pelo uso da água na bacia do Pardo, principalmente o Aquífero Guarani.

Cerca de R$ 1,8 milhão vão sair do bolso do Daerp para esse fundo, cobrados pelo Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado de São Paulo (Daee).
O valor médio cobrado será de R$ 0,015 (um centavo e meio) por cada mil litros de água captada, mas também envolve o consumo e o lançamento de efluentes. O Daerp tem hoje 104 poços em atividade no município, que captam 123 mil metros cúbicos de água/ano.
Além deles, ainda existem, pelo menos, outros 400 explorados pela indústria, comércio e o setor de serviços. Ribeirão Preto é totalmente abastecida pela água retirada do aquífero.
Financiamento prevê verbas a fundo perdido

Praticamente todo projeto que tenha alguma ligação com o ambiente pode ser financiado com recursos do Fundo Estadual de Recursos Hídricos (Fehidro), que banca 80% - a fundo perdido - do valor pleiteado. 
Uma consulta à base de dados do Sistema de Informações para o Gerenciamento de Recursos Hídricos  do Estado de São Paulo (Sigrh) mostra uma verdadeira Babel ambiental.  
Ali, podem ser encontrados projetos de criação de controles de perdas de água (Ribeirão Preto), obras contra inundações (Cássia dos Coqueiros), aterros sanitários (Caconde), perfuração de poços (Jardinópolis) ou interceptores de esgotos (Sertãozinho). 
A análise dos projetos é feita por uma ou pelas quatro câmaras temáticas do comitê de cada bacia.
Após a aprovação, a instituição que pediu o financiamento recebe a primeira parcela. A contrapartida é o rigor no cumprimento do cronograma de obras.  
Se isso não ocorrer, o autor do projeto pode ser declarado inadimplente e obrigado a devolver o dinheiro já recebido.

Secretaria de Saneamento e Recursos HídricosPortal do Governo do Estado de São Paulo


Informações Gerais de Interesse do Tomador




Cartão amarelo para o Ronaldo!


Sem fumaça07/03/2013 | 18h09

Fifa proíbe cigarro nos estádios da Copa do Mundo e das Confederações

Anúncio foi feito hoje, no Rio, pelo secretário-geral, Jérôme Valcke, e pelo ex-jogador Ronaldo


Fifa proíbe cigarro nos estádios da Copa do Mundo e das Confederações VANDERLEI ALMEIDA/AFP

Ronaldo e Valcke, no Rio: Fifa diz estar seguindo orientação da Organização Mundial de SaúdeFoto: VANDERLEI ALMEIDA / AFP

Será proibido fumar nos estádios durante os jogos da Copa das Confederações, em junho, e da Copa de 2014.
A decisão foi anunciada nesta quinta-feira, no Rio, pelo secretário-geral da entidade, Jérôme Valcke e pelo integrante do conselho do Comitê Organizador Local (COL), Ronaldo.
— A decisão de livrar a Copa das Confederações de 2013 e a Copa do Mundo de 2014 do tabaco é um passo natural na história de nossos principais torneios. A Fifa e o COL estão orgulhosos de mais uma vez seguir as recomendações da Organização Mundial de Saúde a respeito disso — disse Valcke, lembrando que essa proibição já foi adotada em outras ocasiões pela entidade.
Curiosamente, o próprio Ronaldo é fumante — na foto, ele exibe um cartaz com a proibição. O ex-jogador brincou com a situação.
— Isso me dará mais um incentivo para parar de fumar — disse Ronaldo.
Nos estádios, haverá locais destinados a pessoas que pretendam fumar nos intervalos das partidas.

sábado, 9 de março de 2013

Parque Nacional de Potatso - China

Parque Nacional de Potatso
http://portuguese.cri.cn/623/2013/03/08/1s163523_1.htm
  2013-03-08 09:52:07  cri


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Seguro ambiental compulsório cobrirá mais indústrias de alto risco

Seguro ambiental compulsório cobrirá mais indústrias de alto risco
  2013-02-28 09:29:12  cri

O governo chinês divulgou uma diretirz para promover um programa experimental de seguro compulsório para as indústrias pesadas e outras empresas que apresentam altos riscos ambientais.Segundo a diretriz divulgada em conjunto pelo Ministério da Proteção Ambiental e pela Comissão Reguladora de Seguros da China, o projeto de seguro visa ajudar essas indústrias a melhor prevenir a poluição e fornecer indenizações para prejuízos causados por acidentes de poluição.
O projeto piloto cobre atualmente mais de 2 mil empresas com graves riscos ambientais, com cerca de 20 bilhões de yuans (US$ 3,2 bilhões) subscritos, segundo o ministério.
O documento especifica a categoria de empresas que devem participar da apólice de seguro, incluindo as das indústrias de mineração e fundição, fabricantes de baterias acumuladoras de chumbo, produtores de couro e fábricas químicas.
Enquanto isso, as empresas petroquímicas e aquelas envolvidas em produtos químicos perigosos e lixos perigosos são incentivadas a participar do seguro.
Segundo a diretriz, fundos especiais de proteção ambiental serão alocados em favor das empresas participantes, que também desfrutarão de prioridade na solicitação de empréstimos bancários.
As companhias que não comprarem o seguro podem enfrentar avaliação negativa sobre impactos ambientais e rebaixamento de credibilidade, o que, por sua vez, pode impedir o desenvolvimento futuro dessas empresas, segundo o ministério.
A China enfrenta recentemente uma crescente pressão em relação à poluição. Em janeiro, um vazamento químico de uma companhia química carvoeira na Província de Shanxi, norte do país, contaminou um rio que passa pelas províncias vizinhas de Hebei e Henan, deixando milhares de pessoas sem água potável por dias. (por xinhua)

Bombas de roda d'água


http://www.zmbombas.com/bomba-de-roda-dagua/





Tabela de Produção
Selecione abaixo o modelo e ao lado aparecerá a respectiva tabela de produção.





sexta-feira, 8 de março de 2013

Derretimento sem volta


07/03/2013 - 17h30

Geleiras do Ártico canadense podem estar sofrendo derretimento sem volta, diz estudo

DA REUTERS

http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/1242475-geleiras-do-artico-canadense-podem-estar-sofrendo-derretimento-sem-volta-diz-estudo.shtml


As geleiras canadenses, terceiro maior depósito de gelo depois da Antártida e da Groenlândia, podem estar sofrendo um derretimento sem volta que deve aumentar o nível do mar, afirmaram cientistas nesta quinta (7).
Cerca de 20% das geleiras no norte do Canadá podem desaparecer até o fim do século 21, num derretimento que pode acrescentar 3,5 cm aos nível do mar.
Reuters
Geleira canadense fotografada por avião da Nasa em 2011
Geleira canadense fotografada por avião da Nasa em 2011
"Acreditamos que a perda de gelo é irreversível no futuro próximo", escrevem os pesquisadores na revista "Geophysical Research Letters"
A tendência parece irreversível, dizem os autores, liderados por Jan Lenaerts, da Universidade de Utrecht, porque o derretimento de geleiras brancas exporia a tundra escura que tende a absorver mais calor e acelerar o derretimento.
O painel do clima da ONU estima um aumento do nível do mar entre 18 cm e 59 cm neste século, ou mais se a cobertura de gelo da Antártida e da Groenlândia começarem a derreter mais rápido.
A projeção de perda de 20% do volume de gelo no Canadá se baseou em um cenário com aumento de temperatura médio de 3ºC neste século e de 8ºC no Ártico canadense, dentro das previsões da ONU.

Quem mediu a temperatura em diversos pontos do planeta há 11.300 anos?


08/03/2013 - 05h14

Terra se aproxima de maiores temperaturas em 11 mil anos

SALVADOR NOGUEIRA
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/1242703-terra-se-aproxima-de-maiores-temperaturas-em-11-mil-anos.shtml

Um novo estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Estadual do Oregon e da Universidade Harvard, ambas nos EUA, reconstruiu a temperatura média da Terra nos últimos 11,3 mil anos para compará-la aos níveis atuais.
A boa notícia: a Terra hoje está mais fria do que já esteve em sua época mais quente desse período. A má: se os modelos dos climatologistas estiverem certos, atingiremos um novo recorde de calor até o final do século.
O trabalho, publicado na revista "Science", reuniu dados de 73 localidades ao redor do mundo para estimar a temperatura global (e local) no período geológico conhecido como Holoceno, que começou ao final da última era do gelo, há 11 mil anos.
Depois de consolidar todas as informações, em sua maioria provenientes de amostras de fósseis em sedimentos oceânicos, num único quadro --além de usar técnicas matemáticas para preencher os "buracos" encontrados nas diversas fontes usadas para estimar a temperatura no passado--, os cientistas puderam recriar uma "pequena história da variação climática da Terra".
Diz-se pequena porque os resultados não permitem enxergar a variação ocorrida em uns poucos anos. É como se cada ponto nos dados representasse a temperatura em um período de 120 anos.
Editoria de arte/Folhapress
A HISTÓRIA
Os dados confirmam uma velha desconfiança dos cientistas: a de que a Terra passou por um período de aquecimento que começou cerca de 11 mil anos atrás. Em 1,5 mil anos, o planeta esquentou cerca de 0,6ºC e assim se estabilizou, durante cerca de 5.000 anos.
Então, 5,5 mil anos atrás, começou um novo processo de esfriamento --que terminou há 200 anos, com o que ficou conhecido como a "pequena era do gelo". O planeta ficou 0,7ºC mais frio.
Entram em cena a industrialização acelerada e o século 20. O planeta volta a se esquentar. No momento, ele ainda não bateu o recorde de temperatura visto no início do Holoceno, mas já está mais quente que em 75% dos últimos 11 mil anos.
Assim, o estudo confirma que a temperatura da Terra está subindo em tempos recentes e mostra que a subida é muito mais rápida do que se pensava.
"Essa pesquisa mostra que já experimentamos quase a mesma faixa de mudança de temperatura desde o início da Revolução Industrial que foi vista nos 11 mil anos anteriores da história da Terra --mas essa mudança aconteceu muito mais depressa", comenta Candace Major, diretor da divisão de Ciências Oceanográficas da Fundação Nacional de Ciência dos EUA, que financiou o estudo.
Por outro lado, a baixa resolução temporal do estudo (é impossível distinguir efeitos de poucos anos) dificulta a comparação com o atual fenômeno de aquecimento.
Para a mudança climática atual se tornar relevante na escala de tempo analisada pelo modelo de reconstrução dos últimos 11 mil anos, ela precisa continuar no próximo século. Segundo os modelos do IPCC (Painel Intergovernamental para Mudança Climática), da ONU, é isso que vai acontecer.
Contudo, ainda há incertezas sobre a magnitude do fenômeno. De toda forma, mesmo pelas estimativas mais otimistas, quando chegarmos a 2100, se nada for feito, provavelmente estaremos vivendo o período mais quente dos últimos 11 mil anos.

quinta-feira, 7 de março de 2013

Wapusk National Park of Canada




Wapusk National Park of Canada


Polar bears
Wapusk means "White Bear" in Cree. The park earns its name because it protects one of the world's largest known polar bear maternity denning areas. It represents the Hudson James Lowlands natural region bordering on Hudson Bay. The park lies on the transition between boreal forest and Arctic tundra. The geology, biodiversity, and cultural history of the area all contribute to the unique wilderness character of Wapusk National Park of Canada.
Plan your experience here


quarta-feira, 6 de março de 2013

Curso gratuito a distância sobre resíduos sólidos




https://www.ambienteenergia.com.br/loja/?p=2184


O curso é  gratuito e desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o ICLEI-Brasil com apoio da Embaixada Britânica.
Tem a finalidade de apoiar e preparar os gestores para produzirem seus planos e aperfeiçoarem a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos e  é dividido em módulos, onde são sugeridos textos e vídeos complementares, bem como atividades e fóruns de discussão para que o aluno conheça e se aprofunde nos principais conceitos para elaboração de qualificado um plano de gestão.
Os participantes devem se dedicar, em média, dez horas semanais durante um mês. O curso é oferecido por meio de plataforma com acesso restrito aos alunos onde os módulos ficam disponíveis. Cada participante acessa a plataforma e cursa as aulas nos horários que lhe for mais conveniente. Após o início, são 30 dias para finalizar o curso todo.


  1. MMA faz curso a distância sobre resíduos sólidos

Semínário dia 12/3/2013: Cenários de emissões de gases de efeito estufa do Município de São Paulo

terça-feira, 5 de março de 2013

Outdoor gera água potável no Peru usando ar


Outdoor gera água potável no Peru usando ar

Parte de uma campanha da Universidade de Engenharia e Tecnologia (UTEC) para atrair novos alunos, projeto ajuda a melhorar a vida de comunidades carentes de Lima






Divulgação/Utec
Outdoor que produz água em Lima, no Peru
São Paulo - O acesso à água potável é um problema que assola comunidades carentes nos arredores da cidade de Lima, no Peru. Por isso, muitos moradores acabam recorrendo à água de poço, expondo-se ao risco de contaminação.
Pela proximidade com o deserto, quase nunca chove nessas regiões, mas a umidade atmosférica chega a 98%. Atenta a essas características naturais, a Universidade de Engenharia e Tecnologia (UTEC) de Lima se uniu a uma agência de publicidade para bolar uma campanha que servisse a dois objetivos: atraír novos alunos para o ano letivo e melhor a condição de vida dessas comunidades.
Dessa parceria nasceu o primeiro outdoor capaz de produzir água potável a partir da umidade do ar. A estrutura conta com cinco purificadores de água e um tanque de armazenamento. Em três meses de operação, o outdoor já gerou 9450 litros de água, que abastecem centenas de famílias por mês. Por dia, o outdoor produz cerca de 100 litros de água própria para consumo humano, dali mesmo, direto da fonte. É só colocar o copo sob a torneira e beber.
Em seu site oficial, a unversidade diz que “o painel reflete a proposta educativa de desenvolver o gênio e o talento dos alunos, para que eles possam se tranformar em profisisonais de alto nível, capazes de aplicar a ciência, a tecnologia e a inovação em benefício do desenvolvimento sustentável do Peru”.




segunda-feira, 4 de março de 2013

Green goal sem cigarro!


01/03/2013 - 18h01

Fifa vai proibir cigarro nos estádios da Copa


 Fifa vai proibir o fumo nos estádios da Copa das Confederações, em junho, e da Copa do Mundo, em 2014.
O COL (Comitê Organizador Local) vai fazer um anúncio, na semana que vem, trazendo detalhes sobre a medida. Devem ser criados fumódromos nas arenas.
Depois de leis municipais e estaduais abordarem o tema, a presidente Dilma Rousseff promulgou em 2011 lei federal proibindo fumo em locais fechados em todo o país, sejam eles públicos ou privados.
O texto se refere a "local fechado, de acesso público, destinado a permanente utilização simultânea por várias pessoas". Estádios de futebol, por serem considerados ambientes abertos, não estão incluídos. A proibição para as duas competições é iniciativa da Fifa.
Curiosamente, a venda de cerveja, proibida pela legislação brasileira, foi liberada na Copa do Mundo e na Copa das Confederações após longa negociação entre Fifa e governo.
Os torneios são patrocinados por uma marca de cerveja.

domingo, 3 de março de 2013

Ainda em evolução...


02/03/2013 - 04h30

Ambientalistas se dividem entre mico-leão-dourado e o muriqui para mascote da Rio-16

http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/1239656-ambientalistas-se-dividem-entre-primatas-para-mascote-da-rio-16.shtml

GIULIANA MIRANDA
DE SÃO PAULO

As Olimpíadas de 2016 ainda estão longe de começar, mas já têm uma grande disputa. Simpáticos, atléticos e 100% brasileiros, o mico-leão-dourado e o muriqui competem pela vaga de mascote oficial do evento.
Os dois têm argumentos de peso. São carismáticos, endêmicos da mata atlântica e seriamente ameaçados.
Espécie de pop star da fauna brasileira, o mico-leão-dourado tem a seu favor justamente essa fama.
A agressiva campanha para salvar a espécie, que dominou a mídia há 20 anos -quando as discussões ambientais ainda eram bem menos comuns- tornou sua juba avermelhada conhecida em vários cantos do planeta.
"Esse animal é a cara do sucesso. Tem uma história linda, de engajamento da sociedade. Vem gente de todo lugar do mundo só para conhecê-lo", diz Luís Paulo Ferraz, diretor-executivo da ONG Associação do Mico-Leão-Dourado, que encabeça a campanha do macaquinho.
Editoria de Arte/Folhapress
O esforço para salvar o animal tem reconhecimento em todo o mundo. Em pouco mais de duas décadas, a população na natureza saltou de cerca de 200 indivíduos para os atuais 1.700. Uma vitória conseguida principalmente pela proteção e recuperação da área de mata atlântica na qual eles vivem.
"E, além de tudo isso, o mico-leão-dourado ainda é da cor da medalha de ouro", brinca o ambientalista.
Modesta, a campanha pelo loiro-ruivo mais famoso das florestas se apoia principalmente nas redes sociais.
Do outro lado da disputa, o muriqui, maior primata das Américas, tem um time estrelado de apoiadores, como Gilberto Gil e Chico Buarque, que aparecem em um caprichado vídeo de divulgação da campanha, encabeçada pelo Instituto Ecoatlântica.
"O muriqui está para o Brasil como o panda gigante está para a China", diz Russell Mittermeier, presidente da Conservação Internacional e estudioso de primatas.
Mittermeier e a ONG estão ajudando na internacionalização da campanha do muriqui, que tem ainda o apoio do governo do Rio de Janeiro.
"Justamente por ser um animal menos conhecido, ele merece essa chance de aparecer. O mico também está ameaçado, mas a situação do muriqui é alarmante", diz Mittermeier. A estimativa é que, no Estado do Rio de Janeiro, haja apenas 160 deles.
Apesar da repercussão de ambas as campanhas, não há garantia de que uma das espécies seja a escolhida.
Não existe uma candidatura oficial, e o tema do mascote é livre. Ele será escolhido entre as propostas apresentadas pelas 15 agências de comunicação convidadas pela organização das Olimpíadas para enviar propostas de aparência e conceito.
Ou seja, antes de conquistar o mundo, muriqui e mico-leão terão de conquistar os publicitários participantes.
O resultado só sai em 2014, mas os cientistas estão otimistas. A definição do tatu-bola, também muito ameaçado, como mascote da Copa de 2014 é considerada um sinal de que a questão ambiental será determinante.
Já os apoiadores dos dois primatas vão além: torcem para que haja mais de um mascote oficial.

QUEM SERÁ O MASCOTE?
A escolha será feita em 2014. O comitê organizador pediu para que 15 agências de comunicação pensassem no visual de mascotes que representassem o Brasil e o espírito olímpico, mas não existe uma lista pré-definida de candidatos

Casa modular


Casa modular


28/02/2013 | Notícia | Revista Infraestrutura Urbana - Março 2013

Governo do Rio de Janeiro adota módulos metálicos e constrói uma habitação a cada quatro dias, ao custo de R$ 57 mil a unidade. Moradias serão doadas às vítimas das cheias da região serrana
Casas montadas no município de Nova Friburgo, na região serrana do Rio de Janeiro, uma das cidades afetadas pelas chuvas de 2011
O Governo do Rio de Janeiro vai construir 694 casas na região serrana do Estado para abrigar as vítimas das chuvas ocorridas na região em 2011. As moradias já estão em construção e a primeira etapa da obra será concluída neste mês, com a entrega de 150 unidades no município de Nova Friburgo.
Apesar da demora entre a tragédia e o início das construções, a escolha pelo sistema construtivo aponta uma alternativa para a edificação rápida de habitações populares de interesse social: o mobile steel, sistema de módulos metálicos autoportantes constituído de painéis estruturais do tipo sanduíche (aço galvalume + poliuretano + aço galvalume) que formam as paredes interna e externa da casa. As portas e esquadrias metálicas integram os painéis, e a cobertura é composta por telhas termoacústicas de aço preenchidas por poliestireno expandido (EPS). Como todo o conjunto é modular, os componentes dos sistemas elétrico e hidráulico são embutidos nos próprios painéis, evitando quebras no canteiro e agilizando a instalação.
"A grande vantagem da utilização desse método na construção das casas, principalmente as da região serrana do Rio de Janeiro, é a rapidez na montagem do sistema, que permite a entrega de uma unidade pronta em quatro dias, além da limpeza no canteiro", diz o engenheiro civil Diogo Visconti, da Irmãos Fischer, empresa responsável pela tecnologia.
O custo-benefício da solução construtiva também é competitivo. "Trabalhamos com um custo, aproximadamente, 20% abaixo do de uma construção em alvenaria convencional", completa Visconti. Contratada via pregão presencial do tipo menor preço, a construtora Cohabita receberá R$ 39 milhões para a construção das 694 moradias nas cidades de Nova Friburgo, São José do Vale do Rio Preto, Sumidouro, Bom Jardim, Petrópolis e Teresópolis. Em resumo, o custo por unidade da casa modular é de R$ 57 mil.
Normas e avaliações de desempenho
O modelo de casa modular passou por testes para garantir as condições ideais de uso. As avaliações foram realizadas pela Fundação Luiz Englert e pelo Laboratório de Segurança ao Fogo do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). Confira os resultados:
  • Ensaio de impacto de corpo duro: a parede ensaiada apresenta nível de desempenho compatível com a classificação M (mínimo) da norma NBR 15.575/2010, sendo adequada para o uso pretendido, em relação a impactos de corpo duro.
  • Ensaio de impacto de corpo mole: a parede ensaiada apresenta nível de desempenho compatível com a classificação M (mínimo) da norma NBR 15.575/2010, sendo adequada para o uso pretendido.
  • Ensaio de compressão axial de painéis: carga crítica de esmagamento da base do painel na ordem de 92 kN, o que corresponde a uma tensão de 1,39 MPa para a seção transversal total (6 cm x 110 cm), adequada para o uso pretendido.
  • Ensaio de compressão excêntrica de painéis: atende às prescrições e ao anexo A da NBR 15.575-2:2008.
  • Impacto de corpo mole e fechamento brusco de portas: a interação das portas com o sistema de vedação vertical externo e interno apresenta desempenho M (mínimo), sendo adequada para o uso pretendido.
  • Segurança ao fogo: excelente desempenho ao fogo, atendendo aos requisitos para fuga dos usuários, satisfazendo as demandas de resistência ao fogo da estrutura e apresentando desempenho superior em termos de impacto sobre a vizinhança.
  • Determinação da ignitabilidade do poliuretano expandido (P.U.): chama não atingiu a marca de 150 mm, o que corresponde ao atendimento da norma BS EN ISO 11.925-2.
  • Desempenho quanto à reação ao fogo do poliuretano expandido (P.U.): classificação III-A da Instrução Técnica nº10 do Decreto no 56.819.
    Estanqueidade: compatível com o nível de desempenho I (intermediário) - sem manchas na face oposta à incidência de água -, sendo plenamente adequada para o uso pretendido.
    Conforto térmico: ótimo potencial para edificações com adequado desempenho térmico.
  • Desempenho térmico: atende às oito zonas bioclimáticas brasileiras.
  • Comportamento de SVVE de painéis à ação de calor e choque térmico: desempenho M (mínimo) e plenamente adequado para o uso pretendido em relação à ação do calor e de choque térmico.
  • Conforto acústico: obtido nível de desempenho compatível com a categoria M (mínimo) da NBR 15.575/2010, adequado para o uso pretendido.
  • Durabilidade: mostra-se adequada, em termos de durabilidade, para fins pretendidos, em ambientes urbanos, rurais, marítimos e industriais.
  • Capacidade de suporte a peças suspensas: a parede ensaiada é compatível com o nível de desempenho M (mínimo), sendo plenamente adequada para o uso pretendido em relação à capacidade de cargas suspensas, considerando o dispositivo de fixação ensaiado.
  • Segurança ao vento (análise teórica): a casa está ancorada à fundação e os parafusos são adequados para ancorar o telhado nas paredes. Flexão de parede lateral submetida à carga de vento: atende aos requisitos da NBR 15.575-2 em relação aos deslocamentos laterais máximos e suportam de forma adequada a ação de vento para uma velocidade básica de Vo = 50 m/s (180 km/h).
  • Flexão de telhas submetidas à carga de vento: atende aos requisitos da NBR 15.575-2 em relação aos deslocamentos laterais máximos e suportam de forma adequada a ação de vento para uma velocidade básica de Vo = 50 m/s (180 km/h), correspondendo à pior situação do mapa de isopletas do Brasil.
  • Arrancamento da parede lateral submetida pela ação de vento: resiste com segurança à carga de tração produzida pela ação de sucção do vento na cobertura. Essa ação do vento corresponde às regiões mais críticas do Brasil, com velocidade básica de Vo = 50 m/s (180 km/h).
  • Ensaio de flexão do telhado: resiste com segurança à carga de tração produzida pela ação de sucção do vento na cobertura. Essa ação do vento corresponde às regiões mais críticas do Brasil, com velocidade básica de Vo
Construção industrial
O projeto do governo carioca prevê uma unidade habitacional composta por sala e cozinha, com 16,08 m², dois dormitórios - sendo um com 8,58 m² e outro com 10 m² - e banheiro de 2,68 m². As paredes têm 6 cm de espessura e os módulos metálicos variam de 30 cm a 1,10 m de largura e 2,45 m de altura. Em média, são utilizados 62 painéis modulares para a estrutura da casa, já com portas e janelas.
As portas são do mesmo sistema das paredes, em módulos de aço. As janelas são de alumínio especial, para que não ocorra oxidação e ionização junto ao painel. Todos os kits de esquadrias já vêm com dobradiças, fechaduras e vidros.
Unidade habitacional é composta por dois dormitórios, cozinha e sala compartilhadas, e banheiro
A cobertura é constituída por 16 módulos de telhas. "A telha, por ser sanduíche, dá um acabamento de forro na parte de baixo. Não há laje, de dentro da casa você vê a própria telha em um perfilado que se assemelha a um forro inclinado de PVC", diz o engenheiro. O pé-direito da unidade tem 2,60 m de altura nas laterais e pode chegar a 3,60 m de altura no centro das paredes, por conta do telhado.
As instalações elétricas e hidráulicas também são compostas por conjuntos pré-fabricados na indústria. "O kit elétrico é composto por chicotes e os ramais já vêm prontos, com os terminais e as fitas isolantes para o acabamento", diz Visconti. A fiação da casa é embutida nos painéis, que já contêm conduítes por onde passam os cabos elétricos.
As instalações hidráulicas se concentram na região do banheiro, segundo Visconti. "Esse é o único cômodo da casa que recebe um forro de PVC, que fica nivelado à altura de 2,60 m. Em cima desse forro é instalada uma caixa-d'água de polietileno ou fibra de vidro de 500 l", diz o engenheiro. A parede que faz a divisa entre o banheiro e a cozinha é chamada de parede hidráulica. É nela que se concentra toda a tubulação hidráulica da habitação modular.
Módulos são fabricados na indústria e já chegam prontos para montagem em canteiro
Montagem
Segundo o coordenador das obras em Nova Friburgo, na região serrana do Rio de Janeiro, Nilson Campos, as casas modulares são instaladas em terrenos doados pela prefeitura e com padrões de acordo com o plano diretor de cada município. "Em Nova Friburgo, por exemplo, onde as obras estão mais avançadas, elas estão montadas em terrenos de 10 m x 10 m, mas isso pode variar de cidade para cidade", diz Campos. Para a montagem das casas, são necessários apenas quatro profissionais, que montam uma casa em quatro dias, divididos da seguinte forma: dia 1 - fundação; dias 2 e 3 - montagem de paredes, cobertura e instalações elétricas e hidráulicas; dia 4 - fechamento dos shafts elétricos, limpeza, retirada das películas dos painéis e aplicação de piso cerâmico.
Antes de serem realizadas as etapas de montagem, a prefeitura da cidade onde são instaladas as casas modulares deve realizar o preparo do terreno. Nessa etapa de pré-montagem, é feito o nivelamento do terreno, a terraplanagem e a compactação do solo, se necessário. Só aí é que começam os serviços para a montagem da casa modular, a seguir:
Fundação
A fundação é do tipo radier e possui dimensões de 5,90 m x 6,68 m e espessura de 20 cm. "Não utilizamos madeira de caixaria. A fundação é feita em fôrmas metálicas específicas para a casa modular. Isso reduz o lixo e a sujeira no canteiro", diz o engenheiro Diogo Visconti. O radier recebe a adição de uma tela com vergalhões de aço com espaçamento de 10 cm x 10 cm e a concretagem é executada com concreto de fck 20.
Estrutura
Os painéis modulares chegam ao canteiro direto da fábrica em paletes e começam a ser montados pela região do banheiro, onde recebem as instalações hidráulicas. São três tipos básicos de painéis: módulo "liso", que são as paredes convencionais; módulo "L", que são as peças destinadas aos cantos das paredes; e o módulo "T", com os painéis que fazem a intersecção entre as paredes.
Os painéis são unidos entre si por meio de encaixes macho/fêmea e amarração com cabos de aço, na parte superior, próxima ao telhado, e inferior, próxima ao piso. As peças são fixadas na fundação com a utilização de uma calha em formato "U" de PVC, com fixadores especiais.
Cobertura
A cobertura é composta por 16 telhas sanduíche trapezoidais TPR 35, de aço galvalume preenchido por EPS, pintadas a pó. O EPS garante o isolamento termoacústico ao conjunto, que fica apoiado sobre as paredes e é preso por parafusos. A casa não possui forro interno, pois as telhas já dão esse tipo de acabamento. Segundo o engenheiro Diogo Visconti, do lado de dentro da habitação, as telhas parecem um perfilado que se assemelha a um forro de PVC.
Acabamento
O piso recebe revestimento cerâmico de 40 cm x 40 cm em todos os cômodos da casa. O material é aplicado sobre cimento colante e rejuntamento com argamassa. Para acabamento, utiliza-se rodapé de etileno vinílico acetato (EVA), com altura de 4 cm nos dois dormitórios e sala/cozinha, e rodapé de piso cerâmico com 7 cm de altura no banheiro.
Mobile steel no Minha Casa, Minha Vida
O sistema mobile steel é homologado pela Caixa Econômica Federal na Gerência de Desenvolvimento Urbano (Gidur) de Florianópolis e na Gerência Nacional de Gestão, Padronização e Normas Técnicas (Gepad) do Distrito Federal. A partir dessa homologação, o sistema tem viabilidade prévia para ser utilizado em projetos do programa Minha Casa, Minha Vida, mas mediante limite de até 500 unidades habitacionais. Atualmente, a tecnologia está em processo de aprovação no Sistema Nacional de Avaliação Técnica (Sinat), no Ministério das Cidades, para a obtenção da viabilidade definitiva, que possibilitará o uso do mobile steel em projetos habitacionais de porte superior a 500 unidades. Depois de publicada a Diretriz Sinat é que será definido o instituto técnico avaliador responsável pela elaboração do Documento Técnico de Avaliação (DATec), necessário à concessão de créditos para empreendimentos habitacionais desse tipo.
Reportagem: Carlos Carvalho
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Brasil promove cidades da Copa em feira de turismo portuguesa


BRASIL - 
Artigo publicado em 01 de Março de 2013 - Atualizado em 01 de Março de 2013

Brasil promove cidades da Copa em feira de turismo portuguesa


As cidades-sede da Copa, como o Rio de Janeiro, são o carro-chefe da promoção do turismo no Brasil.
As cidades-sede da Copa, como o Rio de Janeiro, são o carro-chefe da promoção do turismo no Brasil.
Reuters

RFI
As cidades-sedes da Copa do Mundo de 2014 são o principal atrativo do Brasil para o próximo ano no mercado do turismo internacional. Até o dia 3 de março o país mostra na 25ª edição da BTL, Bolsa de Turismo de Lisboa, maior evento do setor em Portugal, todos os pontos fortes desses doze destinos (Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Recife e Salvador).

Os turistas portugueses ficam em décimo lugar entre os que mais visitam o Brasil, com um total de 183 mil pessoas. Portugal é o país que possui o maior número de conexões aéreas para cidades brasileiras, são 70 voos semanais e trajetos sem escalas para oito capitais.
Além da importante participação do país na feira de Lisboa, até o mês de junho está prevista uma intensa programação para promover o intercâmbio científico, cultural e econômico entre os países, como parte das celebrações do ano do Brasil em Portugal.

De acordo com dados da Embratur, 76,7% dos turistas portugueses já visitaram o país outras vezes e 95% deles querem voltar. Durante o evento, o presidente da Embratur, Flávio Dino, garantiu que mesmo com a crise no continente europeu “Portugal ainda é um mercado de altíssima prioridade para o Brasil”. Segundo Dino, o país deve continuar sendo um foco de investimentos para a promoção dos destinos turísticos do Brasil.