sábado, 9 de junho de 2012

O que pensa hoje a menina que calou os poderosos na Eco-92


Aos 32 anos, Severn Suzuki chega para a Rio+20 para participar de evento paralelo à conferência, e diz estar 'não muito otimista' em relação aos resultados do encontro

Luís Bulcão
Vinte anos depois de ter "calado o mundo por seis minutos" com um discurso dirigido aos chefes de governo durante a Rio- 92 — quando tinha apenas 12 anos —, Severn Cullis-Suzuky prepara as malas para retornar ao Rio de Janeiro. Hoje com 32 anos, mãe de dois filhos, ela diz que aquele momento mudou sua vida. Em entrevista por Skype ao site de Veja, Severn, que mora nas ilhas Queen Charlotte, no Canadá, mostrou que ainda guarda o mesmo entusiasmo romântico pela causa ambiental que marcou o espírito da Rio-92 e a tornou famosa. Depois de ter se formado em biologia, ela considera que o mundo continua no caminho errado, e acredita que a mensagem precisa ser repetida: "Nós precisamos ficar chocados", diz. 
Severn chega ao Brasil na próxima semana, sem maiores expectativas em relação aos resultados da conferência. Ela não tem participação prevista na agenda do Riocentro, onde ocorre a cúpula de líderes da Rio+20. Vai participar de diversas atividades paralelas e discursar na TEDxRio+20, evento que ocorre nos dias 11 e 12, no Forte de Copacabana.

Que lembrança você guarda da Rio-92?
Éramos um pequeno grupo de crianças. Juntamos o dinheiro para a viagem vendendo coisas. Membros da comunidade doaram fundos. Também tivemos muito apoio da Raffi, um cantor de música infantil. Nós queríamos falar para os líderes do mundo. Esse era o nosso objetivo de ir ao Rio. Acho que nós conseguimos. Fazer o discurso foi um momento muito poderoso. Eu me lembro que eu me senti muito confiante. Eu entendia muito bem o motivo de estar ali e o que eu tinha que fazer. Eu também estava indignada. Queria me certificar de que eu agiria como consciência para os líderes. Queria fazê-los pensar sobre suas próprias crianças. Me lembro de estar bem calma e focada. 


Você ficou conhecida como a garota que "silenciou o mundo" por seis minutos. Como se sente por ter feito parte daquele momento na história? 
É muito interessante. Eu fiz muitas coisas em 20 anos. Mas aquele foi o momento mais famoso e certamente mudou a minha vida. Acho fascinante. As pessoas responderam de maneira tão forte àquele discurso porque a imagem, a ideia e a realidade de uma criança falando a verdade ao poder é uma mensagem que faz as pessoas pensarem sobre suas próprias crianças, sobre as gerações futuras, pelas quais somos responsáveis. É uma conexão com algo muito profundo. Agora, como mãe, eu entendo porque as pessoas se emocionam tanto quando assistem ao discurso. É porque ele fala sobre justiça para outras gerações, fala sobre o futuro, sobre as nossas crianças. Nós precisamos mais mensagens como essa. Nós precisamos ficar chocados. Precisamos realmente saber o que está acontecendo e o que estamos fazendo com o nosso planeta. Eu li hoje na revista científica Nature um artigo em que cientistas ao redor do mundo dizem que nós estamos direcionando o nosso ecossistema para um formato completamente diferente, onde presenciaremos extinções em massa, mudanças atmosféricas, de temperatura, nível do mar aumentando. Estamos chegando a um ponto onde não vai haver retorno. Isso é o que os nossos cientistas estão nos dizendo e nós estamos ignorando completamente. Nós temos que encontrar formas de alertar as pessoas e vencer a relutância das pessoas em ver o que está acontecendo. 




Você se tornou uma ambientalista. Estudou isso ao longo dos anos. Nós sabemos que houve muito alarmismo quando o assunto é meio ambiente. Como você vê o movimento ambiental hoje? 
Acho que o ambientalismo é um movimento de justiça humana. Acredito que está finalmente sendo retomado. Nós não podemos dar atenção à saúde humana sem dar atenção ao meio ambiente, e não podemos lidar com o meio ambiente sem justiça social. Claro que existe alarmismo. Mas temos que nos focar em construir o mundo que queremos. E esse é o grande tema do Rio, o futuro que queremos. 


Vinte anos passaram desde a Rio 92. Você acredita que as coisas pelas quais você lutou foram levadas adiante? Como você vê esses últimos 20 anos em termos de ação global? 
A liderança global em meio ambiente decaiu desde a conferência. Nós simplesmente não fizemos essa transformação. Tivemos alguns avanços. Mas eles são muito pequenos diante da agenda coorporativa e de crescimento econômico em que o nosso mundo se encontra hoje. 



Se você fosse falar na ONU novamente. O que você diria hoje aos líderes globais? 
Estou trabalhando nisso justamente agora. Vinte anos se passaram. Temos que avaliar honestamente a situação em que nos encontramos. O que eu continuo dizendo é que nós não conseguimos justiça entre as diferentes gerações. Não encaramos o futuro como prioridade. Em um mundo em que 50% da população está abaixo da idade de 30 anos, não damos atenção às gerações futuras. Isso é uma insanidade. Pelo mesmo motivo, temos que dar ouvidos aos alertas dos cientistas. Temos que dar valor a essas duas coisas para poder avançar. 



Você esteve no Brasil desde 1992? Como vê o país no aspecto ambiental?
Passei dois meses em uma estação de pesquisa na Amazônia em 2001. Foi uma ótima experiência. Passei algum tempo na floresta tropical com os índios Caiapós. Realmente me entristece saber sobre a construção da hidrelétrica de Belo Monte e sobre o Código Florestal. O Brasil tem a oportunidade de ser líder como membro de uma economia. Mas não pode seguir o caminho das economias já desenvolvidas. Nós sujamos o planeta e não podemos deixar o nosso exemplo ser seguido. 

Como vê o abandono do Protocolo de Kyoto pelo Canadá?
Estou envergonhada do meu governo, do meu país. É de cortar o coração ver a liderança que nós tínhamos em 1992 e onde estamos agora. Somos conhecidos internacionalmente como os "retardatários ambientais", somos conhecidos como destrutivos. Estamos jogando fora todo o nosso trabalho científico em termos de governança política. Estamos levando nossa democracia à ruína. Nosso país está em profunda crise democrática agora. Essa é uma das outras razões pelas quais estou indo para o Rio. Estou acompanhando um grupo chamado "Nós o Canadá", onde nos dedicamos a instigar o governo a realmente nos representar.


O que você espera da Rio+20? Acredita em uma resposta efetiva? 
Espero que sim. Mas não estou muito otimista. Precisamos de uma mudança de paradigma para que o planeta tenha chance de sobreviver. Não sei qual será o legado da conferência. Nós vamos descobrir logo.


As 10 melhores cidades do mundo para um passeio no parque


O contato com a natureza é um luxo para quem mora nos grandes centros urbanos, sem falar dos benefícios à saúde. Para os fãs da paisagem, o guia Frommer's listou as dez cidades do mundo que cuidam de seus parques e áreas verdes de forma exemplar




  

Ciclos da Vida...

Estudo relaciona tomografias na juventude a maior risco de câncer






07/06/2012 - 11h04

DÉBORA MISMETTI
EDITORA-ASSISTENTE DE "CIÊNCIA+SAÚDE"

http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1101561-estudo-relaciona-tomografias-na-juventude-a-maior-risco-de-cancer.shtml


Um estudo na revista "Lancet" realizou, pela primeira vez, uma medida direta da exposição à radiação por exames médicos na juventude e o aumento do risco de câncer.
O estudo viu dados de 180 mil pessoas de até 22 anos submetidas a tomografias entre 1985 e 2002 e mediu a ocorrência de câncer no cérebro e leucemias anos depois.
De acordo com os médicos do Reino Unido e dos EUA, doses de radiação equivalentes a duas ou três tomografias de cabeça aumentam em até três vezes a incidência de câncer no cérebro em relação a quem recebeu doses mais baixas.
A probabilidade de desenvolver leucemia triplica entre os submetidos a doses maiores, comparáveis a mais de cinco exames.
Mas a chance de ter câncer, mesmo assim, é pequena: foram achados 74 casos de leucemia e 135 de câncer no cérebro nas 180 mil pessoas.
Para os autores, apesar de as tomografias computadorizadas serem instrumentos diagnósticos valiosos, é preciso usá-las somente quando há motivo suficiente e se outros testes com baixa radiação, como radiografias, ou sem, como ressonância magnética, não forem adequados.
Segundo Rubens Chojniak, do Hospital A.C. Camargo, a própria indústria vem desenvolvendo máquinas que minimizam as doses de radiação e as ajustam automaticamente de acordo com a anatomia do paciente.
Chojniak diz que não há como estabelecer um número máximo de exames que possa ser considerado seguro. "Mas a tomografia bem indicada traz muito mais benefícios do que riscos."


Telha de fibrocimento X telha de aço



Telha de fibrocimento X telha de aço



Confira a opinião de duas construtoras e de uma professora da Poli-USP sobre estes dois tipos de cobertura

http://revista.construcaomercado.com.br/guia/habitacao-financiamento-imobiliario/131/telha-de-fibrocimento-x-telha-de-aco-confira-a-259985-1.asp

Aline Mariane

Fotos: Marcelo Scandaroli
Telha de fibrocimento
PRÓSCONTRAS
Luiz Alexandre Reis Silva engenheiro civil da Brasal Incorporações
As telhas de fibrocimento estão disponíveis em diversos tamanhos e espessuras. São duráveis e de fácil manuseio. Podem ser pintadas para melhorar a estética ou o comportamento térmico do telhado. São resistentes a atmosferas agressivas, não sofrendo, por exemplo, o efeito da corrosão. Apresentam ótimo desempenho acústico e elevada resistência mecânica.
Oferecem menor conforto térmico. Em alguns casos podem trincar por conta das vibrações da estrutura. Acumulam umidade, o que aumenta o peso da telha.




Felipe Fujinami Omuro engenheiro civil do departamento de engenharia e planejamento da incorporadora e construtora MBigucci
As telhas de fibrocimento se destacam devido ao ótimo desempenho acústico. Certos modelos podem ser utilizados para fechamento lateral. Apresentam diversos tamanhos e espessuras, além de alta resistência mecânica. Apresentam também um conjunto de peças complementares para fixação e acabamento nas diversas partes do telhado.
Se o projeto da edificação não for executado com cautela, há risco de os ambientes ficarem pouco ventilados e as temperaturas internas subirem demais. Embora as telhas de fibrocimento sejam relativamente baratas, algumas peças são mais pesadas que as telhas de outros materiais (cerca de 170 N/m² a 250 N/m²), o que pode tornar o custo da estrutura mais alto, em especial, nas terças e tesouras.
Mercia Maria Bottura de Barros docente do departamento de engenharia de construção civil da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo
Apenas se pode falar em desempenho de produto aplicado. Não se avalia o desempenho de telhas, mas sim o do telhado. São inúmeros os tipos de telhas de aço e de fibrocimento que, se adequadamente associadas a outros elementos do telhado, podem fornecer ao edifício desempenho semelhante.
As telhas de fibrocimento têm um custo unitário menor que as de aço. Por isso são muito mais utilizadas em construções de baixo custo. Mas o fato de serem mais baratas não significa, necessariamente, que o telhado também o será, pois o telhado é uma composição do custo da telha e dos elementos de estruturação. Telhas de fibrocimento de maiores dimensões (tipo calhetão, por exemplo) podem vencer grandes vãos. É um material de fácil manuseio, tal qual a telha de aço.
Têm maior espessura que a telha de aço, o que pode implicar aumento do peso. Além disso, telhas de fibrocimento de grandes dimensões são mais caras que as tradicionais onduladas do mesmo material.

















Telha de aço
PRÓSCONTRAS
Luiz Alexandre Reis Silva
A telha de aço é incombustível, ou seja, não propaga fogo. É fornecida sob medida, possui alta resistência e durabilidade e não retém umidade. Não trinca com o tempo em estruturas sujeitas a vibrações. Proporciona maior conforto térmico. Possibilita a utilização de estruturas de aço mais leves, ajudando a reduzir os custos do sistema.
Oferece menor conforto acústico. Dependendo do meio onde for aplicada, sofre efeitos de corrosão.




Felipe Fujinami Omuro
A MBigucci não utiliza este material e preferiu não se pronunciar a respeito.
Mercia Maria Bottura de Barros
A telha metálica pode ser utilizada em grandes vãos, pela sua leveza e forma. Existem telhas metálicas do tipo sanduíche, isto é, com uma camada isolante térmica e acústica entre duas lâminas metálicas. Isso pode resultar numa cobertura com desempenho térmico e acústico superior aos dos telhados de fibrocimento. Pode ser mais leve que a telha de fibrocimento e é de fácil manuseio. Os componentes metálicos podem ser produzidos em comprimentos segundo o projeto, o que pode minimizar a necessidade de sobreposição; por isso, podem ter uma inclinação ainda menor que as de fibrocimento.
Têm custo unitário maior que as de fibrocimento. Além disso, a cobertura metálica pode ter desempenho acústico muito inferior, sobretudo em situações de chuva. Para evitar este problema, a telha deverá ser provida de material isolante.








Programa “Uma Vida Sustentável”


Kraft Foods leva ao Rio de Janeiro casa itinerante

Exposição inaugurada em 2011 chega à capital carioca pela primeira vez e mostra as mudanças no estilo de vida da família brasileira nas últimas décadas


Sylvia de Sá, do 

Divulgação
Exposição Uma casa, mil olhares
Ação faz parte do programa “Uma Vida Sustentável”, criado pela Kraft Foods Brasil em 2009
Rio de Janeiro - A Kraft Foods aproveita a realização da conferência Rio+20, a partir do dia 13, para levar a exposição “Uma Casa, Mil Olhares” ao Rio de Janeiro pela primeira vez.
Desenvolvida pela empresa em parceria com a Evoluir – Educação e Sustentabilidade e o Instituto Akatu, a casa itinerante mostra as mudanças no estilo de vida da família brasileira nas últimas décadas e estará no Museu da República, entre os dias 14 e 24.
No local, o público poderá participar de atividades interativas, em ambientes que abordam aspectos como consumo de energia, moda, alimentos, uso racional da água, convivência no espaço público e reciclagem.
A ação faz parte do programa “Uma Vida Sustentável”, criado pela Kraft Foods Brasil em 2009. Inaugurada em 2011, a casa mede cerca de 100 metros quadrados e já passou por cidades dos estados de São Paulo e Pernambuco.
Entre 6 e 29 de julho será a vez do público paulistano visitar a obra, que estará na arena de eventos do Shopping Eldorado, na capital paulista.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Desmatamento?

Biodiversidade

http://discoverybrasil.uol.com.br/experiencia/contenidos/biodiversidade/




A ação do homem sobre o meio natural gerou grandes frutos se observamos a história da humanidade nos últimos séculos, e mais especificamente, os últimos 50 anos. Grandes saltos culturais e tecnológicos ocorreram como resultado da constante disposição humana para a criação. No entanto, nem tudo foi feito corretamente e as consequências são visíveis. A contaminação do ar nas grandes cidades; a extensão dos danos causados ao solo pelo sistema de monocultura; a caça descontrolada de animais; a derrubada de florestas; o uso indiscriminado de um recurso tão vital e precioso como a água; o aumento da população mundial, são todos fatores que geram consequências para o futuro do planeta. Em outras palavras, a artificialização do meio natural colocou em perigo a biodiversidade.

Falar de diversidade biológica é falar da variedade de formas de vida que habitam o planeta, sejam pessoas, plantas, animais, ecossistemas, microorganismos e até seu material genético. E a biodiversidade refere-se a milhões de anos de evolução que nos conduziram ao momento presente, o ponto em que a riqueza alcança seu maior nível. No entanto, o que estamos fazendo para proteger a biodiversidade?

Saber aproveitar os recursos naturais sem exigir mais do que a Terra pode dar significa preservar a biodiversidade e, portanto, garantir o futuro da nossa espécie. Será possível mudar o rumo atual?

Dilma lança pacote que cria parques e nova política para terras indígenas


http://www.forumamazoniasustentavel.org.br/?p=2808

O Estado de S. Paulo/ Tânia Monteiro


A duas semanas do início da Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, e prestes a enfrentar mais uma batalha no Congresso, a presidente Dilma Rousseff lançou nesta terça um pacote ambiental com nove medidas que incluem assinatura de decretos de criação de parques nacionais no Rio Grande do Sul e Paraná e de ampliação de outros na Bahia, Espírito Santo e Ceará.


Dilma aproveitou a ocasião para desengavetar uma série de ações aguardadas há anos. Instituiu a Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas (PNGATI) e enviou mensagem ao Congresso sobre o Protocolo de Nagoya, que trata de acesso a recursos genéticos e repartição justa de benefícios derivados de sua utilização. A mensagem poderia ter sido enviada desde o final de 2010, quando o acordo foi assinado durante conferência das Nações Unidas.



A presidente também assinou decreto de homologação de sete áreas indígenas na Amazônia. Esta é a primeira vez que Dilma anuncia a criação de unidades de conservação. Presidentes anteriores haviam tomado tal medida no primeiro ano do mandato.
O esperado anúncio das medidas para que o País acabe com os lixões até 2014 não foi feito. Segundo a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, o assunto será tratado depois.



Recado. Em seu discurso, a presidente aproveitou para dar um recado aos ruralistas que reclamam que a proteção ao meio ambiente está prejudicando a produção de alimentos no País, por causa do texto do novo Código Florestal. “A nossa agricultura, para ser eficiente e com alta produtividade, terá de ser sustentável”, disse a presidente, acrescentando que “proteger nossos rios, criar e preservar matas ciliares é fundamental para a continuidade da produção no País”.



Dilma comemorou que “o Brasil tornou-se, de fato, ao longo da última década, um dos países que mais avançou na preservação de sua biodiversidade, na adoção de uma agenda ambiental moderna e na construção de um modelo de desenvolvimento sustentável”. Mas, reconheceu, que ainda há muito o que fazer.



Compras sustentáveis. A presidente aproveitou para anunciar ainda uma nova política de compras sustentáveis pelos ministérios. Izabella explicou que o governo brasileiro vai privilegiar compras verdes, “buscando vantagem comparativa em preços”. Citou que o impacto das compras do Estado é 16% do PIB e com isso, espera induzir novas praticas em relação aos chamados bens e serviços sustentáveis.



Ao defender a tese de que é viável crescer protegendo o meio ambiente, Dilma citou que, em uma década, o PIB brasileiro cresceu mais de 40% e, neste período, 40 milhões de pessoas ascenderam às classes médias e dezenas de milhões saíram da pobreza. “Soubemos crescer, incluir sem abusar dos nossos recursos naturais. Crescemos, incluímos e, ao mesmo tempo, nos transformamos recursos naturais. Crescemos, incluímos e, ao mesmo tempo, nos transformamos em uma referência em preservação ambiental.”

Roda de bicicleta

http://discoverybrasil.uol.com.br/experiencia/contenidos/ruedas/


Não há dúvida: a roda é um dos grandes inventos da história da humanidade. E ela já assumiu as mais distintas e curiosas formas, segundo as aplicações que lhe foram dadas. As primeiras rodas de bicicleta eram parecidas com as das carruagens, possuíam um disco fixo de ferro, raios de madeira, e uma superfície giratória revestida de ferro sobre uma roda de madeira. Já as rodas modernas usam raios de arame metálico, aros de metal e um revestimento de borracha que contém uma câmara pneumática. Isso faz com que as rodas modernas sejam bem mais leves e proporcionem maior comodidade e capacidade de deslocamento, com menor esforço para os ciclistas.

Existem dois recordes de velocidade máxima alcançada por uma bicicleta. O "honesto" foi quebrado pelo recordista Sam Whittingham em um a pista reta, sem vento. Ele superou os 130 km/h. O recorde com "jeitinho" ocorreu em 2007 no Chile, quando o austríaco Markus Stoeckl "voou" a mais de 210 km por hora em uma bicicleta... mas num declive de 45 graus.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

O Decreto Federal nº 7.746/12 criou a Comissão Interministerial de Sustentabilidade na Administração Pública – CISAP nas Compras Públicas Sustentáveis...Só falta a megacidade de São Paulo, que ainda não tem!





Dilma assina decreto para estimular compra governamental 'sustentável'


Por Yvna Sousa, Fernando Exman e Azelma Rodrigues | Valor
BRASÍLIA - 
No Dia Mundial do Meio Ambiente, a presidente Dilma Rousseff assinou um decreto que pretende tornar as compras governamentais sustentáveis, dando preferência aos produtos verdes, criados em processos de fabricação sustentáveis. Atualmente, as compras do governo representam 16% do Produto Interno Bruto (PIB).

O anúncio foi feito em evento comemorativo no Palácio do Planalto, onde anunciada ainda a criação de duas unidades de conservação: a Reserva Biológica Bom Jesus, no Paraná, e o Parque Nacional Furna Feia, no Rio Grande do Norte, totalizando mais de 46,6 mil hectares. Também foram ampliadas em pouco mais de 2,3 mil hectares as áreas de três unidades na Bahia, Ceará e Espírito Santo.
A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, anunciou a criação da Política Nacional de Gestão Ambiental e Territorial em Terras Indígenas e do Comitê Integrado de Gestão da Saúde Indígena. Também foram homologados sete áreas indígenas. As medidas foram comemoradas e aplaudidas por dezenas de indíos presentes ao evento.
O “pacote ambiental” inclui ainda o encaminhamento de mensagem da presidente Dilma Rousseff ao Congresso Nacional, pedindo a homologação de dois protocolos assinados pelo Brasil: o de Nagoia, criado em 2010, que trata de biopirataria, comércio internacional de biogenéticos e patrimônio natural dos signatários. E o de Bonn, que pretende proteger espécies migratórias de animais silvestres.
Um decreto presidencial criará um comitê para acompanhar questões ligadas à Bacia Hidrográfica do Rio Paranapanema, que fica em São Paulo. A área agrega 247 municípios e 4,6 milhões de habitantes.
(Yvna Sousa, Fernando Exman e Azelma Rodrigues | Valor)

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DECRETO CONSOLIDA E AMPLIA PROGRAMA DE CONTRATAÇÕES SUSTENTÁVEIS


Brasília, 5/6/2012 - Para comemorar o Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado nesta terça-feira, 5, a presidenta Dilma Roussef assinou, em cerimônia realizada no Palácio do Planalto, uma série de medidas para desenvolver políticas de sustentabilidade no Brasil. Entre elas está o decreto nº 7.746 que consolida e amplia o Programa de Contratações Sustentáveis, do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG). A norma será publicada no Diário Oficial desta quarta-feira.
De acordo com a presidenta, o governo federal definiu uma política muito concreta ao estabelecer por decreto a prioridade de compra de produtos sustentáveis. “Ao fazer isso sinalizamos a importância que economicamente o meio ambiente tem para o governo federal no que se refere ao fornecimento de bens e serviços”, disse.
Pela nova regulamentação, os órgãos e entidades da administração pública federal direta, autárquica e fundacional poderão adquirir bens e contratar serviços e obras considerando critérios e práticas de sustentabilidade. Estes devem estar justificados e estabelecidos no edital da contratação ou compra.
A partir de agora, os órgãos públicos devem seguir diretrizes de sustentabilidade determinadas pelo decreto. São elas: menor impacto sobre recursos naturais como flora, fauna, ar, solo e água; preferência para materiais, tecnologias e matérias-primas de origem local; maior eficiência na utilização de recursos naturais como água e energia; maior geração de empregos, preferencialmente com mão de obra local; maior vida útil e menor custo de manutenção do bem e da obra; uso de inovações que reduzam a pressão sobre recursos naturais; e origem ambientalmente regular dos recursos naturais utilizados nos bens, serviços e obras.
Desde o início do Programa de Contratações Sustentáveis, realizado há aproximadamente dois anos, a administração pública federal já investiu mais de R$ 34 milhões no setor. Somente no primeiro trimestre de 2012, já foram adquiridos cerca de R$ 12 milhões em produtos e serviços que promovem a sustentabilidade. Dados do Sistema Integrado de Administração de Serviços Gerais (Siasg) revelam que o governo federal já realizou 1.490 licitações utilizando esses critérios. Atualmente, 550 produtos são considerados sustentáveis.

Comissão
Para implementar os critérios, práticas e ações de sustentabilidade no âmbito da administração pública federal, o decreto cria a Comissão Interministerial de Sustentabilidade na Administração Pública (CISAP). Esta comissão será formada por representantes do MPOG e também dos seguintes ministérios: Casa Civil; Meio Ambiente; Minas e Energia; Ciência Tecnologia e Inovação; Fazenda; Desenvolvimento, Indústria e Comércio; e Controladoria-Geral da União.
A Secretária de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) presidirá a CISAP e será responsável por expedir normas complementares sobre critérios e práticas de sustentabilidade. O secretário de logística e tecnologia da informação, Delfino Natal de Souza, destaca a nova regulamentação para as contratações públicas sustentáveis. “Não existem mais de 10 países com uma legislação tão forte sobre o tema”, explica.
A CISAP proporá regras para a elaboração dos Planos de Gestão de Logística Sustentável, no prazo de noventa dias a partir da sua instituição. Todos os órgãos da administração pública federal deverão elaborar o seu plano. Este deve conter, por exemplo, a atualização do inventário de bens e materiais do órgão e a identificação de similares de menor impacto ambiental para a sua substituição, e também práticas de sustentabilidade e de racionalização do uso de materiais e serviços.





Regulamenta o art. 3o da Lei no 8.666, de 21 de junho de 1993, para estabelecer critérios, práticas e diretrizes para a promoção do desenvolvimento nacional sustentável nas contratações realizadas pela administração pública federal, e institui a Comissão Interministerial de Sustentabilidade na Administração Pública – CISAP.

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, caput, incisos IV e VI, alínea “a”, da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 3o da Lei no 8.666, de 21 de junho de 1993,

DECRETA:
Art. 1o Este Decreto regulamenta o art. 3o da Lei no 8.666, de 21 de junho de 1993, para estabelecer critérios, práticas e diretrizes gerais para a promoção do desenvolvimento nacional sustentável por meio das contratações realizadas pela administração pública federal direta, autárquica e fundacional e pelas empresas estatais dependentes, e institui a Comissão Interministerial de Sustentabilidade na Administração Pública – CISAP.
Art. 2o A administração pública federal direta, autárquica e fundacional e as empresas estatais dependentes poderão adquirir bens e contratar serviços e obras considerando critérios e práticas de sustentabilidade objetivamente definidos no instrumento convocatório, conforme o disposto neste Decreto.
Parágrafo Único. A adoção de critérios e práticas de sustentabilidade deverá ser justificada nos autos e preservar o caráter competitivo do certame.
Art. 3o Os critérios e práticas de sustentabilidade de que trata o art. 2o serão veiculados como especificação técnica do objeto ou como obrigação da contratada.
Parágrafo único. A CISAP poderá propor à Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão o estabelecimento de outras formas de veiculação dos critérios e práticas de sustentabilidade nas contratações.
Art. 4o São diretrizes de sustentabilidade, entre outras:
I – menor impacto sobre recursos naturais como flora, fauna, ar, solo e água;
II – preferência para materiais, tecnologias e matérias-primas de origem local;
III – maior eficiência na utilização de recursos naturais como água e energia;
IV – maior geração de empregos, preferencialmente com mão de obra local;
V – maior vida útil e menor custo de manutenção do bem e da obra;
VI – uso de inovações que reduzam a pressão sobre recursos naturais; e
VII – origem ambientalmente regular dos recursos naturais utilizados nos bens, serviços e obras.
Art. 5º A administração pública federal direta, autárquica e fundacional e as empresas estatais dependentes poderão exigir no instrumento convocatório para a aquisição de bens que estes sejam constituídos por material reciclado, atóxico ou biodegradável, entre outros critérios de sustentabilidade.
Art. 6º As especificações e demais exigências do projeto básico ou executivo para contratação de obras e serviços de engenharia devem ser elaboradas, nos termos do art. 12 da Lei nº 8.666, de 1993, de modo a proporcionar a economia da manutenção e operacionalização da edificação e a redução do consumo de energia e água, por meio de tecnologias, práticas e materiais que reduzam o impacto ambiental.
Art. 7o O instrumento convocatório poderá prever que o contratado adote práticas de sustentabilidade na execução dos serviços contratados e critérios de sustentabilidade no fornecimento dos bens.
Art. 8o A comprovação das exigências contidas no instrumento convocatório poderá ser feita mediante certificação emitida por instituição pública oficial ou instituição credenciada, ou por qualquer outro meio definido no instrumento convocatório.
§ 1o Em caso de inexistência da certificação referida no caput, o instrumento convocatório estabelecerá que, após a seleção da proposta e antes da adjudicação do objeto, o contratante poderá realizar diligências para verificar a adequação do bem ou serviço às exigências do instrumento convocatório.
§ 2o Caso o bem ou serviço seja considerado inadequado em relação às exigências do instrumento convocatório, o contratante deverá apresentar razões técnicas, assegurado o direito de manifestação do licitante vencedor.
Art. 9o Fica instituída a Comissão Interministerial de Sustentabilidade na Administração Pública – CISAP, de natureza consultiva e caráter permanente, vinculada à Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação, com a finalidade de propor a implementação de critérios, práticas e ações de logística sustentável no âmbito da administração pública federal direta, autárquica e fundacional e das empresas estatais dependentes.
Art. 10. A CISAP será composta por:
I – dois representantes do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, sendo:
a) um representante da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação, que a presidirá; e
b) um representante da Secretaria de Orçamento Federal;
II – um representante do Ministério do Meio Ambiente, que exercerá a vice-presidência;
III – um representante da Casa Civil da Presidência da República;
IV – um representante do Ministério de Minas e Energia;
V – um representante do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior;
VI – um representante do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação;
VII – um representante do Ministério da Fazenda; e
VIII – um representante da Controladoria-Geral da União.
§ 1o Os membros titulares da CISAP deverão ocupar cargo de Secretário, Diretor ou cargos equivalentes no órgão que representam, possuindo cada um deles um suplente.
§ 2o Os representantes, titulares e suplentes, dos órgãos referidos nos incisos II a VIII do caput serão designados, no prazo de trinta dias contado da data de publicação deste Decreto, por ato do Ministro de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão.
Art. 11. Compete à CISAP:
I – propor à Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação:
a) normas para elaboração de ações de logística sustentável;
b) regras para a elaboração dos Planos de Gestão de Logística Sustentável, de que trata o art. 16, no prazo de noventa dias a partir da instituição da CISAP;
c) planos de incentivos para órgãos e entidades que se destacarem na execução de seus Planos de Gestão de Logística Sustentável;
d) critérios e práticas de sustentabilidade nas aquisições, contratações, utilização dos recursos públicos, desfazimento e descarte;
e) estratégias de sensibilização e capacitação de servidores para a correta utilização dos recursos públicos e para a execução da gestão logística de forma sustentável;
f) cronograma para a implantação de sistema integrado de informações para acompanhar a execução das ações de sustentabilidade; e
g) ações para a divulgação das práticas de sustentabilidade; e
II – elaborar seu regimento interno.
Art. 12. A CISAP poderá constituir Grupo de Apoio Técnico, formado por técnicos indicados pelos órgãos referidos no art. 10, com o objetivo de assessorá-la no desempenho de suas funções, nos termos do seu regimento interno.
Art. 13. Poderão ser convidados a participar das reuniões da CISAP especialistas, pesquisadores e representantes de órgãos e entidades públicas ou privadas.
Art. 14. A participação na CISAP é considerada prestação de serviço público relevante, não remunerada.
Art. 15. Compete à Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação, como órgão central do Sistema de Serviços Gerais – SISG, expedir normas complementares sobre critérios e práticas de sustentabilidade, a partir das proposições da CISAP.
§ 1o As proposições da CISAP serão avaliadas com base nas diretrizes gerais de logística e compras da administração pública federal.
§ 2o A Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação exercerá a função de Secretaria-Executiva da CISAP.
Art. 16. A administração pública federal direta, autárquica e fundacional e as empresas estatais dependentes deverão elaborar e implementar Planos de Gestão de Logística Sustentável, no prazo estipulado pela Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação, prevendo, no mínimo:
I – atualização do inventário de bens e materiais do órgão e identificação de similares de menor impacto ambiental para substituição;
II – práticas de sustentabilidade e de racionalização do uso de materiais e serviços;
III – responsabilidades, metodologia de implementação e avaliação do plano; e
IV – ações de divulgação, conscientização e capacitação.
Art. 17. Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 5 de junho de 2012; 191o da Independência e 124o da República.
DILMA ROUSSEFF
Miriam Belchior
Izabella Mônica Vieira Teixeira


Evento Pré-Cúpula dos Povos-10 de junho de 2012 – 12h às 17h VALE DO ANHANGABAÚ


Evento Pré-Cúpula dos Povos-10 de junho de 2012 – 12h às 17h VALE DO ANHANGABAÚ



Pré-Cúpula dos Povos SP
10 de junho de 2012, das 12h às 17h
no VALE DO ANHANGABAÚ


“Apenas 11,5% ouviram falar da Rio+20, evento mundial sobre economia verde*”
Instituições, associações, movimentos sociais, ONGs, coletivos, grupos, cidadãos e cidadãs que se dedicam ou se identificam com as práticas sociais, culturais, educacionais e ambientais:
Tendo em vista o baixo nível de conhecimento e informação da população sobre a realização desta importante Conferência da ONU, convidamos a todos e todas para juntos construirmos uma nossa ação coletiva por UM MUNDO EM DEFESA DA VIDA.
Vamos juntos ocupar o Vale do Anhangabaú no dia 10 de junho de 2012.
A Crise Capitalista e a Justiça Social e Ambiental.
Será um ato de responsabilidade cívica, mas também desejamos impregná-lo de uma atmosfera lúdica, onde suas indignações serão tão importantes quanto suas paixões e emoções. Estarão abertos espaços para oficinas de arte, músicas e construção de ÁRVORES DOS SONHOS. Traga seus instrumentos musicais.
Convidamos também artistas plásticos e artesãos que trabalhem com materiais recicláveis para ministrarem coletivamente uma oficina para a confecção de muitas ÁRVORES DOS SONHOS.

Pré-Cúpula dos Povos SP no Vale do AnhangabaúRelease: http://forumsocialsp.org.br/noticias/precupsp/
Facebook: https://www.facebook.com/events/289653377798365
Grupo de Articulação do Comitê Paulista Rumo à Rio+20www.sp.cupuladospovos.org.br
Coletivo de Facilitadores do Fórum Social São Paulo
www.forumsocialsp.org.br

OS LIMITES DO NOSSO PLANETA


A        Câmara Técnica de Meio Ambiente e Mudanças Climáticas da ABES -        SP, em        parceria com a SABESP - Companhia de Saneamento Básico do Estado        de de        São Paulo  e CETESB - Companhia Ambiental do Estado de São        Paulo,        convidam para a Palestra Técnica:



OS LIMITES DO NOSSO PLANETA


Data: 11 de          junho de 2012
Horário: 8h30
Local: Sabesp Complexo        Costa        Carvalho
        Auditório  Tauzer Garcia Quinderê
        Rua Nicolau Gagliardi, 313
        Pinheiros - São Paulo - SP

 Palestrante:      Dr. Juan Carlos          Sánchez M.

Doutor do        Institut National des Sciences Appliquées de Toulouse, França. Consultor        ambiental, professor da Faculdade de Engenharia da Universidade        Central        da        Venezuela. Co-autor da Primeira Comunicação Nacional de Mudanças        Climáticas da        Venezuela, e autor do livro “El Cambio Climático y su Impacto en        Venezuela”.        Participa do Painel Intergovernamental de Especialista em Mudanças          Climáticas        das Nações Unidas desde 2003, sendo co-ganhador do Prêmio Nobel        da Paz        2007.


        Inscrições gratuitas: comunicação@abes-sp.org.br
        Maiores informações no telefone da ABES: 11-3814-1872




   



Os automóveis do futuro


http://discoverybrasil.uol.com.br/experiencia/contenidos/carros/

Se você é fanático por motores, esta infografia irá surpreendê-lo com as últimas propostas de inovação do setor automotivo. São carros que, além de transporte, oferecem novos conceitos em design.

E para comprovar que estas são realmente propostas novas, propomos um jogo de livre associação. Se perguntasse a seus avós que palavras viriam à mente ao procurar um carro, as respostas geralmente iriam variar entre: segurança, velocidade e design. Mas estes conceitos já estão estabelecidos, e os carros de hoje apontam para novos caminhos: sustentabilidade, impacto sobre o meio ambiente, energia alternativa e também a incorporação de novas tecnologias.

Ou seja: construir carros acessíveis, com itens dignos de um sonho de James Bond e com o menor impacto ambiental possível. 

Apesar de não se expressar em todos os casos, esta tendência "verde" está ganhando cada vez mais espaço na indústria automotiva. Descubra você mesmo nesta infografia e comprove que o futuro será rápido e verde.