sexta-feira, 3 de junho de 2011

Veja 20 programas bacanas da Virada Sustentável


Veja 20 programas bacanas da Virada Sustentável

03/06/2011 - 02h30

As informações estão atualizadas até a data acima. Sugerimos contatar o local para confirmar as informações
Guia selecionou 20 programas bacanas para aproveitar a Virada Sustentável neste fim de semana, em São Paulo. Todas as atividades são gratuitas. Confira a programação completa nosite oficial do evento.
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Parque do Ibirapuera
Construção de Mandala
Folhas, sementes, tampas plásticas e papéis de bala serão a matéria-prima para mandala construída coletivamente. A iniciativa será encabeçada pelos participantes do projeto Casa de Cultura e Cidadania. Em frente ao Planetário.
Domingo (5): das 10h às 13h.

Jogão do Planeta
Em um jogo de tabuleiro gigante, equipes terão que tomar decisões para ações de melhoria do planeta. Na Antiga Serraria.
Sábado (4) e domingo (5): das 10h às 18h.

Bate Lata
A banda oferece oficinas de percussão, canto, dança, capoeira, inclusão digital e violão para jovens de 16 a 23 anos, como forma de inclusão social. Na Arena de eventos (portão 10).
Sábado (4): das 10h às 11h30.

Homem Refluxo - Experiência ReFluX
O grupo passou uma semana armazenando lixo pessoal em roupas especiais. O resultado pode ser conferido na performance, que ficará circulando pelo parque.
Sábado (4): das 15h às 17h.

Txai e banda
O músico e ambientalista Txai, acompanhado de sua banda, apresenta o mesmo repertório do show realizado na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, em Copenhague. Em frente à recepção do MAM.
Sábado (4): 18h.

Piquenique no Jardim de Esculturas
Crianças e adultos são convidados a observar a arquitetura e a natureza do parque. A atividade é embalada por música ao vivo. No Jardim de Esculturas do MAM.
Domingo (5): das 15h às 18h.

Parque do Ibirapuera - av. Pedro Álvares Cabral, s/ nº, zona sul, São Paulo, SP, tel.: 0/xx/11/5574-5177. Estac. (sistema zona azul - portão 3). Grátis.
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Divulgação
"O Retorno do Menino Navarro" integra a mostra de cinema, que acontece na Matilha Cultural sábado (4) e domingo (5)
"O Retorno do Menino Navarro" (foto) integra a mostra de cinema, que acontece na Matilha Cultural, neste sábado (4) e domingo (5)
Parque Villa-Lobos
Greenpeace na Virada
Voluntários da ONG realizam atividades de conscientização ambiental. Bicicleta solar, teatro, desenho infantil e pintura de rosto fazem parte da programação. No espaço, exposição fotográfica e teatro itinerante. Na Ilha Musical.
Sábado (4) e domingo (5): das 10h às 16h.

Escola de Samba Leandro de Itaquera
A tradicional escola paulistana lança o samba-enredo do Carnaval 2012, com o tema "Meio Ambiente - Um Caminho de Solidariedade e Sustentabilidade".
Domingo (5): das 10h às 11h.

Um Teto para Meu País
A ONG Um Teto Para o Meu País lança a estudantes universitários o desafio de encontrar soluções para a construção de uma casa popular de 18 m² barata e digna, a partir de conceitos sustentáveis de construção e inclusão social. Na Ilha Musical.
Sábado (4) e domingo (5): das 8h às 18h.

Parque Villa-Lobos - av. Prof. Fonseca Rodrigues, 2.001, Alto de Pinheiros, zona oeste, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11/3023-0316. Tem acesso para deficiente. Estac.: grátis. Grátis.
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Parque da Água Branca
Programação zen
Durante os dias da Virada, atividades de yoga, meditação, tai chi chuan, danças circulares e kirtans (shows de música indiana). No Bambuzal. Cada atividade terá uma hora de duração.
Sábado (4) e domingo (5): a partir das 8h.

Balé de Cegos Fernanda Bianchini
A apresentação de balé é realizada por um corpo de 40 bailarinas com deficiência visual. O projeto é coordenado por Fernanda Bianchini. No Espaço Cultural Tattersal.
Sábado (4): das 15h às 15h40.

Espantaxim e os Guardiões da Natureza
A escritora Dulce Auriemo apresenta as canções do Projeto Espantaxim. A atividade contará com a apresentação dos personagens de Makiko e Tatuiuiú, além de show do grupo Som na Lata. No Espaço Cultural Tattersal.
Domingo (5): das 11h às 12h.

Parque da Água Branca Espaço Cultural Tattersal - av. Francisco Matarazzo, 455 - Água Branca, zona oeste, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11/3865-4130.
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Parque Trianon
Trilha noturna com observação do céu
A Secretaria do Verde e Meio Ambiente de São Paulo, em parceria com a Argonavis Astroclube, promove uma trilha urbana no Parque Trianon, com observação do céu.
Sábado (4): das 18h às 20h.

Parque Trianon - r. Peixoto Gomide, 949, alt. do n° 1.700 da Paulista, Jardim Paulista, zona oeste, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11/3289-2160. Grátis.
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Biblioteca São Paulo
Ateliê da Alegria
O artesão Paulo Marino Egídio cria brinquedos e objetos com sucatas. Robôs, relógios, carrinhos e outras utilidades feitas com material que é descartado no dia a dia, como latas, garrafas pet, calotas de carros e muito mais. Na tenda da biblioteca.
Sábado (4) e domingo (5): das 10h às 19h. Visitas guiadas: 10h; 11h; 12h; 14h30; 15h30; 16h30; 17h30 e 18h30.

Exibição do filme "Cocoricó - Sabendo Usar Não Vai Faltar"
Exibição da película com bate-papo e distribuição de brindes. Sinopse do filme: o pessoal da fazenda está preocupado com a falta de chuva e com as consequências que a seca tem nas plantações e na vida de uma cidade.
Sábado (4): 17h.

Biblioteca São Paulo (Parque da Juventude) - av. Cruzeiro do Sul, 2.630, Canindé, zona norte, São Paulo, SP. Tel: 0/xx/11/2089-0800. Grátis.
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Casa das Rosas
Feira de Troca de livros infantis, gibis e brinquedos
As crianças trocam livros, gibis e brinquedos entre si. Não vale livro didático, nem brinquedo quebrado.
Domingo (5): das 13h às 15h.

Casa das Rosas - av. Paulista, 37, Bela Vista, zona sul, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11//3285-6986. Grátis.
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Casa Jaya
Oficina de compostagem
Promovida pela Casa Jaya, a oficina ensinará os participantes a entender e produzir um sistema de compostagem, tratando seus resíduos orgânicos de forma simples e eficaz e tendo como produto final um adubo riquíssimo em nutrientes. Capacidade de 20 participantes.
Sábado (4): das 15h às 16h30.

Casa Jaya - r. Capote Valente, 305, Jardim Paulista, zona oeste, São Paulo, SP. S/ tel. Grátis.
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Cinemateca Brasileira
Festival Internacional de Filmes de Florestas
O evento é o "avant-Première" do Festival Internacional de Florestas e contará com a exibição de 11 filmes vencedores do concurso realizado pelo Jackson Hole Wildlife Film Festival. No fim de semana, serão sete longas e quato curtas participantes do concurso em celebração ao Ano Internacional da Floresta, promovida pelo Secretariado Geral das Nações Unidas.
Sábado (4): das 15h30 às 20h30.

Cinemateca Brasileira - lgo. Senador Raul Cardoso, 207, Vila Clementino, zona sul, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11/3512-6104. Grátis.
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Livraria Cultura do Shopping Bourbon
Oficina de customização de roupas
A consultora Silvia Campiello ensina como reaproveitar velhas peças de roupas, bordando trechos de poemas. Os participantes devem levar uma peça de roupa e um poema. No auditório da livraria.
Quando: Sábado (4), das 15h às 17h.

Bourbon Shopping - r. Turiaçu, 2.100, Perdizes, zona oeste, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11/4003-1212. Estac. (R$ 8 p/ 2 h mais h adicional).
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Matilha Cultural
Festival "Urânio em Movi(e)mento"
É o primeiro festival internacional dedicado a filmes sobre energia nuclear. O objetivo é informar a sociedade e estimular produções sobre os riscos da radioatividade e sobre as práticas relacionadas ao urânio. Na programação:

Sábado (4)
18h: "Castor Não", 2007, com direção de Sylvain Darou (43 min)
19h: "Urânio 238: A Bomba Suja do Pentágono", 2009, com direção de Pablo Ortega (28 min)
20h: "O Retorno do Menino Navarro", 2000-2008 (57 min)
21h10: "Vozes de Muckaty", 2010, com direção de Natalie Wasley (10 min)
21h30: "Deserto de Urânio", 2010, com direção de Norbert G. Suchanek & Marcia Gomes de Oliveira (27 min)
22h30 às 23h15 - "Mineração de Urânio em Caetité Alemanha", 2011, com direção de Ralph Weihermann (43 min)

Domingo (5)
17h: "Da Cinza ao Mel: em Busca de um Futuro Sustentável", Japão, 2010, 116 min. Dir. Hitomi Kamanaka.
19h10: "O Pesadelo É Azul", Brasil, 24 min, Dir. Ângelo Lima.
19h50: "Césio 137. O pesadelo de Goiânia", 1989, com direção de Roberto Pires (95 min)

"The Cove - A Baía da Vergonha"
O documentário, com direção de Louie Psihoyos, expõe de forma dramática a matança dos golfinhos em Taiji no Japão. Onde: Matilha Cultural.
Sábado (4): às 23h50-1h10, domingo (5): às 15h.

Matilha Cultural - r. Rêgo Freitas, 542, centro, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11/3256-2636. Sáb (4): das 18h às 23h15. Dom. (5): das 17h às 21h25. Grátis.
Acesse o site Catraca Livre para saber informações sobre eventos gratuitos ou populares.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

C40: Cidades trocam ideias 'verdes'

Cidades trocam ideias 'verdes'


Evento em São Paulo debate o combate às mudanças climáticas por governos locais

01 de junho de 2011 | 10h 23
Autoria: Afra Balazina - O Estado de S. Paulo

Representantes de 59 grandes cidades estão em São Paulo para debater como os governos locais podem combater as mudanças climáticas. A conferência da Rede C40 começou ontem, com 40 cidades participantes e 19 afiliadas, e vai até sexta-feira. A organização se reúne a cada dois anos.
A troca de experiências entre os governos é um dos pontos altos do encontro. As metrópoles compartilham projetos que tiveram como resultado a redução das emissões de gases-estufa.
Em Los Angeles (EUA), por exemplo, o consumidor já pode escolher se quer receber energia renovável, como a eólica, em sua casa. O custo mensal extra é de cerca de US$ 3,3 (R$ 5,26) na conta de luz.
O gasto fica ainda menor, pois quem adere ao programa da cidade americana ganha duas lâmpadas fluorescentes, mais eficientes que as incandescentes. Assim, o custo é, em média, de apenas US$ 1,91 (R$ 3,05) por mês para garantir que a energia vem de fonte mais sustentável.
Em Seul, na Coreia do Sul, está em vigor um rodízio voluntário de veículos: a prefeitura incentiva a população a deixar o carro em casa um dia da semana e, em troca, é oferecido estacionamento grátis para outra data e descontos em impostos.
Os motoristas recebem uma etiqueta para colocar no veículo e a fiscalização é feita com um equipamento de identificação por radiofrequência. A redução das emissões de gases-estufa com a medida foi de 10% em um ano.
Esses são alguns dos exemplos de ações de grandes cidades que têm tido resultado positivo. As metrópoles costumam ter uma frota enorme de veículos, alto gasto de energia, emitir muitos gases poluentes para a atmosfera e produzir grande quantidade de lixo. Tudo isso contribui para o aquecimento global.
Para tentar diminuir esse impacto negativo, cada vez mais elas têm projetos voltados para a sustentabilidade. Chicago mostra, por exemplo, que um programa para substituir as luzes de semáforos por LED gerou uma economia de energia de 85% ao ano. Houve uma redução de US$ 2,5 milhões anuais na conta de energia e de US$ 100 mil em materiais. A cidade possui em torno de 2,9 mil semáforos e até agora cerca de um terço foi trocado - o projeto será concluído em três anos.
Em Amsterdã (Holanda) há um projeto para estimular os moradores a ter carros elétricos. Há cerca de cem pontos públicos de recarga da bateria, nos quais o consumidor, até 31 de março de 2012, não pagará pela energia (que vem de usinas eólicas e de biomassa, além de painéis solares).
O plano é ter 10 mil veículos elétricos até 2015 e 40 mil até 2020. E os motoristas de carros elétricos também têm vagas gratuitas de estacionamento.
Adaptação. Urbanistas ouvidos pelo Estado ressaltam que as grandes cidades brasileiras, como São Paulo e Rio, devem priorizar iniciativas de adaptação - ou seja, preparar-se para os impactos inevitáveis das mudanças climáticas, como o aumento de temporais, a desertificação e a subida do nível do mar.
É o que defende, por exemplo, a professora de urbanismo Maria Fernanda Lemos, da PUC-Rio. Para ela, é complicado copiar ou se inspirar em projetos de outras cidades, já que cada uma tem características peculiares. O secretário municipal do Verde e do Meio Ambiente, Eduardo Jorge, concorda que o tema da adaptação deve ter grande espaço no encontro.
Simon Reddy, diretor executivo da C40, admite que os problemas de cada cidade são diferentes, mas diz que é importante compartilhar conhecimentos. "Há cidades no norte da Europa muito verdes e ricas, como Copenhague e Estocolmo. Elas não podem ser comparadas com cidades muito maiores e mais pobres", diz. Segundo ele, várias das cidades que participam da C40 têm planos de combate ao aquecimento. Mas, para garantir, ele avalia que todas deveriam adotar metas de corte de emissão.
Entrevista - Sten Nordin, prefeito de Estocolmo
‘Maioria hoje aprova pedágio urbano’
O pedágio urbano, em geral, é bastante impopular. Ele tem funcionado em Estocolmo?

Desde 2006, a medida reduziu o tráfego em 20%, os tempos de viagem foram reduzidos entre 30% e 40% e qualidade do ar melhorou entre 10% e 14%. O pedágio também tem sido uma força importante para o aumento das vendas de carros limpos (que não pagam a taxa). O pedágio foi introduzido como experiência em 2006 e, na época, foi muito criticado pelos cidadãos. A maioria não conseguia ver os efeitos positivos, até que ele foi colocado em prática. Agora, a opinião pública mudou. Uma clara maioria da população está a favor do sistema e vemos mais bicicletas nas ruas, mais pessoas também usando transporte público.

Estocolmo foi a primeira cidade eleita capital verde da Europa. Qual foi o fator decisivo para o reconhecimento? 

É uma questão muito difícil de responder, mas eu diria que os moradores de Estocolmo têm um papel importante nisso. Nossos cidadãos esperam muita coisa de nós, políticos. Alguns podem pensar que impusemos essas metas duras de eficiência energética, de corte de emissões. Mas é o contrário. Eles demandam uma cidade sustentável, eles nos pressionam para termos ciclovias ainda melhores, monitoram nossas políticas e esperam que forneçamos instalações adequadas para reciclagem, entre outras coisas.

Quantos quilômetros de ciclovia existem em Estocolmo hoje?
Temos 760 quilômetros de ciclovias (São Paulo, por exemplo, tem 35,7 quilômetros). E temos um plano de longo prazo para ampliar ainda mais essas vias para bicicletas, tanto no centro como para quem vem da periferia.
E quanto há de verde no município?
Temos grande abundância de parques. Aproximadamente 90% da população vive a menos de 300 metros de áreas verdes e corpos d’água. Os espaços verdes são populares para a recreação, a prática de esportes, os eventos sociais e outras atividades ao ar livre. E os lagos oferecem uma boa oportunidade para natação, pesca e passeios de barco.
Qual é a importância da troca de experiências entre as cidades no combate às mudanças climáticas?
A poluição e os gases de efeito estufa não reconhecem fronteiras municipais. Isso ressalta a importância e os benefícios mútuos da cooperação além das fronteiras. Queremos ajudar a divulgar as soluções locais e, dessa forma, contribuir para responder aos desafios globais das mudanças climáticas.
Para nós, a C40 tem grande prioridade. Além da troca de experiências, é uma oportunidade para os políticos se encontrarem e firmarem compromissos e acordos.
O que o senhor sugere para uma cidade como São Paulo?
Eu sugeriria um plano de ação para o longo prazo. Olhando para o futuro, Estocolmo tem metas climáticas muito ambiciosas. Há uma unidade política ampla para a cidade se tornar livre de combustíveis fósseis em 2050. Em 2015, a cidade tem como objetivo a redução das emissões de dióxido de carbono (CO2) em 43% em relação a 1990.
Para cada habitante, isso significa reduzir as emissões de 5,3 toneladas de CO2 em 1990 para 3 toneladas em 2015. Essa redução significativa vai ocorrer, apesar do crescimento da população e da economia, principalmente com a diminuição do uso de combustíveis fósseis nos sistemas de aquecimento urbano.

Londres mostra o caminho (not long, nor winding road) : bicicleta


Londres mostra o caminho (not long, nor winding road)


02/06/2011 - 07h04

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/joseluizportella/924190-londres-mostra-o-caminho-not-long-nor-winding-road.shtml


autor: José Luiz Portella


Estive em Londres para ver de perto políticas de transporte e cobrir a decisão da Copa dos Campeões. No futebol, o Barcelona mostrou o caminho: toque de bola. Isso já foi argentino e já foi brasileiro.
Em 1958, o mundo descobriu o Brasil por conta do futebol. Uma seleção que tinha no toque de bola, comandado por uma geração de craques como Pelé, com 17 anos, Didi, Garrincha, Zito, Nílton Santos e Djalma Santos, bem assessorados por Vavá, Orlando, Bellini, Zagalo, com Gilmar no gol, a grande arma.
O país recuperou-se um tanto do complexo de vira-latas, batizado por Nélson Rodrigues e que nos acompanhou por anos.
Hoje, esse toque de bola já não é o mesmo por aqui. Em Londres 2011, percebeu-se que ele --espero que só por pouco tempo-- atravessou o mar e fez um desembarque triunfante em Barcelona, no maior show da terra.
Mas Londres também mostrou o caminho no transporte. Um caminho britânico nada parecido com "The Long and Winding Road", dos Beatles. Curto e direto. Três experiências que São Paulo e outras capitais do Brasil podem absorver sem grandes dificuldades.
Ruas do centro com tráfego permitido só para transporte coletivo, priorizando, de fato, o transporte público. A única exceção é o táxi.
Uma região da cidade destacada para não ter poluição, uma área central onde os londrinos mais frequentam, chamada de Low Emission Zone, que foi implantada em 2008, e, agora, terá níveis mais rigorosos de controle a partir de janeiro de 2012, ano olímpico. Lá só podem entrar veículos com motores de energia limpa ou de baixa emissão de carbono. Esses motores já saem de fábrica com padrão estabelecido pela Comunidade Européia. Quem estiver acima dos padrões, paga caro.
Stefan Wermuth - 31.mar.2011/Reuters
Prefeito de Londres, Boris Johnson, e Arnold Schwarzenegger andam de bicicleta em ciclovia inaugurada na capital britânica
Prefeito de Londres, Boris Johnson, e Arnold Schwarzenegger andam de bicicleta em ciclovia inaugurada na capital britânica

A terceira é o meio de transporte sugerido oficialmente para se chegar ao Parque Olímpico. Não é o metrô, apesar das linhas para West Ham. É a bicicleta, em mais uma demonstração de que esse modal cada vez mais se impõe nas grandes metrópoles; não só como meio não poluidor, mas, também, como forma mais prazerosa e humana de se curtir a cidade.
A bicicleta faz ver o que há em volta. Pedalando, o cidadão desfruta o que a cidade tem de bom, em vez de acelerar velozmente, aguçando um ritmo de vida corrosivo e nada saudável.
Em construção, ciclovias para se chegar ao Parque Olímpico. Lá dentro há todo um sistema prioritário, inclusive separado do pedestre, para bicicletas. Para se mover de um ginásio a outro, vai-se de bike.
Londres não tem tudo perfeito. Sofre várias tensões naturais das grandes cidades. E, às vezes, apanha. Embora exceções, há calçadas sujas e em mau estado, além de outros problemas. Mas não se rende. A cidade tem uma filosofia: resistir às agressões.
Como os ingleses fizeram estoicamente contra Hitler, Londres enfrenta, de cabeça erguida, os bombardeios do mundo moderno. A filosofia: é respeito ao cidadão.
Do nosso jeito, deveríamos fazer o mesmo.


Papel aceita tudo: Condicionantes de Belo Monte foram 'satisfeitas', aponta Ibama


Condicionantes de Belo Monte foram 'satisfeitas', aponta Ibama


01/06/2011 - 16h55




autoria: SOFIA FERNANDES
DE BRASÍLIA


O presidente do Ibama, Curt Trennepohl, afirmou nesta quarta-feira que as 40 condicionantes exigidas na licença prévia de Belo Monte foram "satisteitas", e que não é possível afirmar que todas foram cumpridas porque algumas se estendem ao longo do tempo, inclusive para depois da operação da usina hidrelétrica.


A licença de instalação para o empreendimento foi liberada hoje pelo órgão ambiental. O documento, essencial para o início das obras, impõe 23 condicionantes para a empresa Norte Energia, responsável pela construção da usina.
Algumas coincidem com as condicionantes da licença prévia, disse o presidente. Entre as atuais, está o tratamento de 100% do esgoto das cidades de Vitória do Xingu e Altamira, afirmou Trennepohl.
IMPACTO AMBIENTAL
O presidente do Ibama não descarta impacto ambiental com a obra. "Evidentemente ocorrerá impacto, mas as medidas compensatórias fazem com que esse impacto deixe de ser um prejuízo. As medidas reduzem o prejuízo ambiental", disse.
Ele também disse estar preparado para eventuais novos questionamentos do Ministério Público. "É evidente que Ministério Público, como fiscal da lei, pode questionar judicialmente a licença, mas temos segurança técnica e jurídica", disse.
O presidente afirmou que a licença é "tecnicamente, juridicamente e, principalmente ambientalmente sustentável, e retrata exatamente o que é necessário em termos ambientais".
Em entrevista coletiva na sede do órgão, em Brasília, entidades contestaram a liberação da licença.
Marcelo Salazar, um dos coordenadores do ISA (Instituto Socioambiental), acusou o Ibama de liberar a licença tomando como base dados fornecidos pela própria empresa responsável pelo empreendimento, e que poucas condicionantes foram atendidas.
O Ibama negou a acusação, afirmando que dez técnicos estiveram na região da usina por 11 dias, verificando o cumprimento das exigências.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

17ª Feira Internacional de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação, Aquecimento e Tratamento de Ar


Caso não esteja visualizando corretamente 'acesse'

http://news.reedalcantara.com.br/3/s/?15788.5333116.7585.0.a261485


Febrava 2011


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Confira as empresas que já confirmaram presença:





Veja a lista de expositores


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Proibida a entrada para menores de 16 anos, mesmo que acompanhados. O visitante que comparecer ao evento sem convite ou sem pré-credenciamento feito, deverá solicitar a emissão de sua credencial no local ao custo de R$50,00.

Apoios
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Primeira lâmpada LED equivalente a 100 Watts é anunciada

Primeira lâmpada LED equivalente a 100 Watts é anunciada


Autoria e fonte: http://eco4planet.uol.com.br/blog/2011/05/primeira-lampada-led-equivalente-a-100-watts-e-anunciada/



Essa linda lâmpadinha aí em cima é o primeiro modelo de lâmpada LED que chega ao equivalente de 100 Watts.
Criação da Switch, uma empresa só de LEDs, a lâmpada foi apresentada ao mundo na LightFair International 2011 (uma das maiores feiras do setor de iluminação).
Nós gostamos de LED e ainda mais dessa linha, já que é toda produzida com materiais reciclados.
A empresa ainda apresentou o projeto “City Of Light” que mostra como é possível utilizar LED para iluminar uma cidade inteira.
A lâmpada potente deve começar a ser vendida ainda em 2011, já as cidades que só usem iluminação LED devem, infelizmente, demorar mais.

C40 São Paulo summit




PHOTOS: C40, WORLD BANK ANNOUNCEMENT





Mayor Kassab of Sao Paulo opens the C40 Cities Mayors Summit


 




Mayor Bloomberg's opening remarks at the C40 Cities Climate Leadership Group Mayors Summit


Mayor Bloomberg: “We are global centers of commerce, communication, and culture. And on this rapidly urbanizing planet, what our cities do, individually and in unison, increasingly sets the agenda for people everywhere. That’s especially true in meeting all the ominous challenges arising from global climate change.”



Mayor Bloomberg and World Bank President Zoelick sign historic partnership agreement

President Zoellick says agreement is a natural extension of the World Bank’s relationship with individual C40 cities. Cities are “seizing the opportunity” to tackle climate change


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President Clinton addresses C40 Cities Mayors Summit


President Clinton: “Not every issue in building a sustainable future has an easy answer.”
“A sustainable future is good economics” says President Bill Clinton, noting the partnership’s potential to encourage cites who haven’t had access to project financing to do more.












Uma árvore de cada vez

01 June 2011

http://www.c40saopaulosummit.com/site/conteudo/index.php?in_secao=27&ib_home=1

Chile, Rússia e Nigéria apresentam projetos para arborização urbana


Na sessão para discutir os benefícios dos programas de arborização urbana representantes do Chile, Rússia e Nigéria, mediados por um enviado da Etiópia se uniram para mostrar boas iniciativas em seus países.

Representante do Chile contou um pouco sobre o programa “Clima Adaptación Santiago” que a capital do país fez para analisar as mudanças climáticas da cidade. Há uma incansável força para reflorestar a área metropolitana e em 2010 foi lançada a campanha “Um árbol um chileno”, que prevê plantar uma árvore para cada habitante no país. 

Em Moscou há 120 parques, 272 boulevards, 392 praças, 236 áreas preservadas, num total de 1270 locais verdes, formando 30% de toda a cidade é formada por áreas verdes. A intenção é aumentar para 40% do total da cidade nos próximos cinco anos.

A Nigéria tem o objetivo de plantar no mínimo 500 mil árvores anualmente. Eles institucionalizaram o dia 14 de julho como o dia para plantar uma árvore. Com isso, mais de 2,8 milhões de árvores foram plantadas desde 2008. A meta é cinco milhões de árvores plantadas.



Menos é mais

01 June 2011

Cidades compactas são alternativa eficiente e de baixo custo


Cidades compactas permitem que se reduza a ocupação da terra, dando espaço para construções, uma variedade de oportunidades fornecimento de infraestrutura, incluindo soluções de transporte público eficiente e de baixo custo, além de outros sistemas de eficiência energética. Estes, por sua vez, permitem que os residentes e as empresas aproveitem a proximidade com espaços verdes e públicos de qualidade, bem como uma mistura social, econômica e cultural dos usos. Essa sessão explorou diferentes abordagens para a compacidade, que evoluíram ao longo de muitos séculos na Europa, e que foram concebidos para estar em algumas partes da América do Norte e Ásia, bem como abordagens emergentes em outras regiões.

O moderador foi Wiert-Jan de Raaf, de Rotterdam; com speakers de São Paulo, Miguel Bucalem; de Paris, Anne Hidalgo; Barcelona, Toni P{ujol e Portland, Sam Adams.

Engajamento público

01 June 2011

Governança global e ações imediatas norteam as soluções climáticas

Há um reconhecimento crescente de que o aquecimento global não é apenas um problema para gerações futuras, assim como não se trata de uma questão que os governos das cidades podem resolver sozinhos. Reconhecendo a importância da ação individual, as cidades estão lançando campanhas de engajamento público, que visa incentivar os residentes, empresas e organizações da comunidade para participar de soluções climáticas. Esta sessão explorou o estado atual das pesquisas de mercado que podem ajudar a informar essas campanhas inovadoras já em curso, e áreas para oportunidades futuras.

O mediador foi ROya Kazemi; e os speakers Mike Obrien, de Seattle e Kazuya Naito, de Tokyo.



Clima e saúde em megacidades

01 June 2011

Responsabilidade pública abrange todos os aspectos da saúde e bem-estar humano

As mudanças climáticas globais e a saúde urbana das megacidades são de extrema relevância, em um momento quando grande parte da população mundial vive em áreas urbanas. Especialmente nas megacidades de países em desenvolvimento, nas quais encontram-se os maiores índices de crescimento urbano. Nesta sessão foi discutido os diversos modos como os ambientes urbanos influenciaram quase todos os aspectos da saúde e bem-estar humanos, como cidades estão associadas com os efeitos, tanto positivos, como negativos, da saúde pública também, como oferecem inovações na saúde pública, fornecem melhorias no cuidado de serviços de saúde e oferecem mais informações sobre as doenças causadas pelo clima.


Energia renovável

01 June 2011

Alternativas para o ambiente urbano

Esta sessão apresentou projetos e programas sobre utilização de tecnologia e energias renováveis e sua aplicação em diversos ambientes urbanos e suburbanos, com ênfase na utilização de energia fotovoltaica, energia solar térmica, bio-energia – diferentes tipos de aplicações de bio-combustíveis (aquecimento e em transporte) e os usos de Microturbinas eólicas – tecnologia de turbinas eólicas convencionais praa a maioria de consumidores residenciais em áreas urbanas.

A mediadora foi Johanna Partin, de San Francisco; e os speakers Michael Geissler, de Berlin; Elisa Barahona, de Madrid, Allan Jones, de Sydney.


Sistemas educacionais

01 June 2011

Educação é a principal meta para o desenvolvimento sustentável

É mundialmente reconhecido que lidar com as mudanças do nosso planeta é um dos maiores e mais importantes desafios intelectuais da humanidade. Esse desafio demanda ações vigorosas para melhorar as condições climáticas e os sistemas educacionais de todos os níveis, assim como, aumentar o conhecimento do público geral. Nessa sessão foi discutida a importância das instituições de ensino assumirem a liderança no uso de recursos criativos, dinâmicos e multi-disciplinares, desenvolvendo programas customizados para o compartilhamento de melhores práticas e ações positivas com criatividade, flexibilidade e progressão efetiva, ao longo dos anos.





C40: Prefeitos plantam mudas no Parque do Ibirapuera

Prefeitos plantam mudas no Ibirapuera




Plantio marcou abertura do C40, reúne prefeitos de 40 municípios para discutir sustentabilidade nas cidades

31 de maio de 2011 | 20h 55



Autoria: Circe Bonatelli e Gustavo Bonfiglioli
Prefeitos de 17 cidades brasileiras e de outros países participaram na tarde de terça-feira no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, de um trabalho coletivo ao ar livre: o plantio de árvores. A ação fez parte da abertura da C40, reunião de mais de 40 prefeitos e representantes de cidades do mundo todo para discussão de projetos e soluções ligados ao meio ambiente. A C40 ocorre a cada dois anos e está em sua quarta edição, tendo a capital paulista como sede este ano.
O plantio de árvores no Ibirapuera hoje foi comandado pelo prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, e pelo prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, que preside atualmente a C40. Eles chegaram juntos ao parque em um carro elétrico e foram ao gramado ao lado do Auditório Ibirapuera, onde plantaram duas das 59 mudas de 12 espécies diferentes de árvores, entre elas ipê branco, embaúba, pau-brasil, quaresmeira, todas da flora nativa brasileira, que vão compor o chamado bosque
C40.

Kassab e o prefeito de Nova York também trocaram bancos. O "presente" oferecido por Kassab à Prefeitura de Nova York foi um volumoso banco feito de pequi, árvore nativa que pode viver mais de 1 mil anos e resistir ao fogo.
Hoje ela está na lista de árvores em extinção. O banco de pequi é uma obra do artista plástico Hugo França, que disse ter utilizado na produção árvores consideradas como resíduos florestais (sobra de queimadas ou de desmatamento). Já o presente de Nova York para São Paulo foi um banco simples de praça, exemplar comum do Central Park.
"O C40 é a oportunidade de reivindicar à ONU o reconhecimento das cidades na luta contra o aquecimento global", disse o prefeito Gilberto Kassab. "São Paulo cresceu sem planejamento nem preservação ambiental adequada, mas a prefeitura vem conseguindo avanços, com a inspeção veicular, e a ampliação de áreas verdes na cidade."
Para o prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, o evento é uma boa maneira de trocar informações e aprender com iniciativas de outras cidades. "Mas também é o momento de admitir erros passaos na gestão ambiental das cidades e rever as tentativas que não deram certo." Ele cita as negociações climáticas como exemplo.
"As últimas negociações do clima não deram certo, mas precisamos utltrapassar as barreiras políticas globais. À medida que o mundo se torna mais urbanizado, os prefeitos tem de encarar desafios maiores, acredita.
A comitiva de prefeitos participantes do evento inclui representantes de outras cidades como Amsterdã e Copenhague. O prefeito de Curitiba, Luciano Ducci, também participou do evento no Parque do Ibirapuera.

OMS anuncia que celular pode aumentar risco de câncer


OMS anuncia que celular pode aumentar risco de câncer


31/05/2011 - 14h00


COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

A radiação* de telefones celulares pode causar câncer, anunciou a OMS (Organização Mundial de Saúde) nesta terça-feira. A agência lista o uso do telefone móvel como "possivelmente cancerígeno", mesma categoria do chumbo, escapamento de motor de carro e clorofórmio. A informação foi publicada no site CNN Health.
Antes do anúncio de hoje, a OMS havia garantido aos consumidores que a radiação não tinha sido relacionada a nenhum efeito nocivo à saúde.

Uma equipe de 31 cientistas de 14 países, incluindo Estados Unidos, tomou a decisão depois de analisar estudos revisados por especialistas sobre a segurança de telefones celulares.
A equipe encontrou provas suficientes para classificar a exposição pessoal como "possivelmente cancerígena para os seres humanos."
Isto significa que não existem estudos suficientes a longo prazo para concluir se a radiação dos telefones celulares é segura, mas há dados suficientes que mostram uma possível conexão, e que os consumidores devem ser alertados.
O tipo de radiação que sai de um telefone celular é chamado de não ionizante. Não é como um raio-X, mas mais como um forno de micro-ondas de baixa potência.
"O que a radiação do celular faz, em termos mais simples, é semelhante ao que acontece aos alimentos no micro-ondas: cozinha o cérebro", disse Keith Black ao site da CNN, neurologista do Centro Médico Cedars-Sinai, em Los Angeles.
A OMS classifica os fatores do ambiente em quatro grupos: cancerígenos --ou causadores de câncer-- para o homem; possivelmente cancerígeno para os seres humanos; não classificados quanto ao risco de câncer para o homem; e provavelmente não cancerígeno para os seres humanos.
O tabaco e o amianto estão na categoria "cancerígeno para os seres humanos". Chumbo, escapamento do carro e clorofórmio estão listados como "possivelmente cancerígeno para os seres humanos".
O anúncio foi feito do escritório da OMS em Lyon, na França, após o número crescente de pedidos de cautela sobre o risco potencial da radiação do celular.
A Agência Europeia do Ambiente pediu mais estudos, dizendo que os telefones celulares podem ser tão nocivos para a saúde pública quanto o tabaco, o amianto e a gasolina.
O líder de um instituto de pesquisa do câncer da Universidade de Pittsburgh enviou um memorando a todos os funcionários, pedindo a diminuição do uso do celular por causa de um possível risco de câncer.
A indústria de telefonia celular afirma que não há provas conclusivas de que a radiação dos aparelhos cause impacto sobre a saúde dos usuários.
O anúncio de hoje pode ser um divisor de águas para as normas de segurança. Os governos costumam usar a lista da Organização Mundial de classificação de risco cancerígeno como orientação para as recomendações de regulamentação ou ações.


Obs.: Radiação* não ionizante