sexta-feira, 5 de junho de 2020

O Dia Mundial do Meio Ambiente, o Covid19 e o desmatamento da Amazônia...

Uma singela homenagem aos guerreiros ambientais do IBAMA que defendem o nosso meio ambiente, apesar de todas as dificuldades enfrentadas. Obrigado!

 

Ibama comemora Dia Mundial do Meio Ambiente com livro e debates

Publicado em 01/06/2020 15h10 Atualizado em 05/06/2020 15h11
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Brasília (DF) - De 1 a 5 de junho, o instituto promove a Semana do Meio Ambiente. Programação vai contar com vídeos diários sobre temas como saúde, comunidades tradicionais e educação ambiental para crianças
Em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente (5/6), o Ibama vai promover, de segunda (1/6) a sexta-feira (5/6), a Semana do Meio Ambiente. Temas como saúde, comunidades tradicionais, fogo e educação ambiental para crianças serão abordados em vídeos com a participação de analistas ambientais e técnicos do Instituto, além de outros especialistas da área ambiental. Cada dia, um vídeo será postado na página do Ibama na internet. Acesse neste link.
Devido à pandemia de covid-19, a programação neste ano será apenas on-line. Além dos vídeos, também será publicado o livro Trajetórias, perspectivas e desafios da gestão ambiental pública, escrito por servidores do Instituto. A publicação traz artigos científicos sobre temas como governança ambiental, licenciamento ambiental, agrotóxicos, emergências ambientais (impactos na fauna) e recuperação e reparação ambiental da biodiversidade e florestas.
“Esse material traz informação especializada sobre diversas temáticas abordadas no Ibama, orientando e conduzindo a uma melhor utilização dos recursos naturais e sua proteção”, explica Jakeline Souza, coordenadora do Comitê Intersetorial Permanente de Educação Ambiental do Ibama (Cipea), que promove o evento em parceria com a Coordenação de Gestão da Informação Ambiental (Cogia). Para ela, investir tempo nos temas ambientais proporciona uma visão mais ampla das estratégias que podem ser usadas por cada cidadão na proteção ao meio ambiente e de que forma isso pode impactar a sociedade.

Dia Mundial do Meio Ambiente


Em 1972, durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, em Estocolmo, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu o Dia Mundial do Meio Ambiente, que passou a ser comemorado em 5 de junho, mesmo dia em que foi realizada a abertura do evento.


Abertura da Semana do Meio Ambiente 2020

01/06/2020
De 1 a 5 de junho, o instituto promove a Semana do Meio Ambiente. Programação vai contar com vídeos diários sobre temas como saúde, comunidades tradicionais e educação ambiental para crianças.
Em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente (5/6), o Ibama vai promover, de segunda (1/6) a sexta-feira (5/6), a Semana do Meio Ambiente. Temas como saúde, comunidades tradicionais, fogo e educação ambiental para crianças serão abordados em vídeos com a participação de analistas ambientais e técnicos do Instituto, além de outros especialistas da área ambiental. Cada dia, um vídeo será postado na página do Ibama na internet.
O vídeo de hoje traz a roda de conversa de abertura, com os participantes abaixo:
Facilitadora:
-Jakeline Souza - coordenadora do Comitê Intersetorial Permanente de Educação Ambiental (Cipea) do Ibama
Participantes:
-Pedro Bignelli, coordenador-geral do Centro Nacional de Monitoramento e Informações Ambientais (Cenima) do Ibama
-Rosana Ribeiro, coordenadora de Gestão da Informação Ambiental (Cogia) do Ibama
-Daniela Amorim, analista ambiental do Ibama
Vídeo:



O meio ambiente e a saúde

01/06/2020
No tema de hoje, “Meio ambiente e saúde”, será discutida a importância da conservação do meio ambiente e dos recursos naturais para garantia da sobrevivência das espécies, inclusive a humana, de forma sustentável e ética.
Ao abordar a relação direta entre as agressões à natureza e os reflexos na saúde humana, o objetivo é demonstrar a ligação entre atitudes irresponsáveis frente ao meio ambiente, com ênfase no trato com os animais silvestres e a pandemia da COVID-19 enfrentada na atualidade, vírus que muito provavelmente habitava um animal silvestre e chegou até os humanos, assim como o vírus HIV e diversos outros agentes patológicos provenientes de animais.
Também será comentado o trabalho desenvolvido pelo Ibama na prevenção destas ocorrências, seja no controle dos desmatamentos, na fiscalização que visa barrar o tráfico, o consumo e a posse ilegal de animais, até o cadastro e controle do uso de substâncias potencialmente poluidoras, o licenciamento ambiental e todas as ações de educação ambiental promovidas pelos núcleos do Ibama em todas as regiões do país.
No vídeo de hoje, a roda de conversa contará com os participantes abaixo:
-João Marcelo, médico-veterinário do Hospital Veterinário da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA)
-Rosana Ribeiro, coordenadora de Gestão da Informação Ambiental (Cogia) do Ibama
-Fabiano Pessoa, analista ambiental do Ibama
-Airton De Grande, analista ambiental do Ibama
-Isis Akemi, analista ambiental do Ibama
-Thaís Fernandes, analista ambiental do Ibama
-Daniel Vilela, analista Ambiental do Ibama
Vídeo:



Meio ambiente e comunidades tradicionais - Depoimentos das ações

02/06/2020
No tema de hoje, “Meio ambiente e comunidades tradicionais”, o vídeo mostra depoimentos que abordam o trabalho da Educação Ambiental do Ibama em interface com as comunidades tradicionais, explicando a importância do trabalho do Instituto. Os participantes comentarão os resultados que a Educação Ambiental pode render a as boas práticas socioambientais em geral. Participam do vídeo servidores do Ibama que atuam na área de educação ambiental e também parceiros das comunidades tradicionais que fazem este trabalho dentro de suas comunidades.
O vídeo conta com depoimentos dos participantes abaixo:
- Eduardo Fiorentini Votta, analista ambiental no Ibama/BA
- Maria José Colaço Rocha, analista ambiental no Ibama/CE
- Rômulo George de Sales e Silveira, analista ambiental no Ibama/CE
- Ana Rosa Marques, analista ambiental no Ibama/MA
Parceiros em educação ambiental de Comunidades Tradicionais:
- Alan Machado, pescador presidente da Colônia de Pesca de Caravelas/BA
- Katyre Bayxu, brigadista indígena pataxó de brigada do Prevfogo/Ibama em Porto Seguro/BA
- Roberto Carmino do Santos, brigadista indígena pataxó de brigada do Prevfogo/Ibama em Porto Seguro/BA
- Alda Maria Figueiredo: pescadora e presidente da Colônia de Pesca de Xique Xique/BA
- Vera Lúcia Oliveira: pescadora e liderança comunitária da Ilha do Miradouro, em Xique Xique/BA
- Leonardo Cordeiro de Sousa, pescador, atualmente coordenador de pesca e recursos hídricos, pela Seagro (Secretaria de Agropecuária, Pesca e Recursos Hídricos da prefeitura de Paraipaba/CE)
-Lindomar Alcântara, educador e monitor ambiental, servidor público municipal em Paracuru/CE
- Rivanda, liderança pesqueira de Fortim/CE
- Ademar Braga Amorim, colaborador eventual e orientador em Manejo Integrado de SAFs e Viveiros de mudas nativas no Maranhão
- Celiana Cypcwjy Krikati, chefe da Brigada Indígena KriKati, da Aldeia São José, Terra Indígena Krikati, município de Montes Altos/MA
- Cristo Reis Ferreira da Silva Guajajara, chefe da Brigada Especializada com sede em Grajaú/MA, indígena da aldeia Ponta D'água, Terra Indígena Araribóia
- Domingos Mariano, Comunidade Quilombola São Bento do Juvenal, Peritoró (MA)
- Maria Ribeiro Povoas (Kinha), Associação de Saúde da Periferia do Maranhão (ASP/MA), em Peritoró/MA
- Samuel Lima Guajajara, Chefe de Brigada Prevfogo/Ibama , indígena da Aldeia Juçaral, Terra Indígena Araribóia, Sul do Maranhão
Vídeo:


Meio ambiente e crianças

03/06/2020
No tema de hoje, “Meio ambiente e crianças”, a equipe de Educação Ambiental do Ibama, em parceria com o Serviço Social do Comercial (Sesc) de Sergipe, Colégio Amadeus, em Aracaju (SE), e outros convidados traz a temática ambiental em linguagem acessível para as crianças.
Aline Pinto, professora de ciências do Sesc, apresenta oficinas de origami; na sequência, as professoras Adriana Feitosa e Daniela Tamires, do Colégio Amadeus, fazem contação com ilustração sobre a cartilha Lei de Crimes Ambientais para Crianças; logo após, a mestre em educação Giselle Frufrek traz uma experiência sensorial com uso de música; Tio Dalberto, professor de filosofia ,vem na sequência com a apresentação "Bio em busca dos R’s perdidos ", usando de fantoches como personagens; o vídeo finaliza com a escritora Renata Bonfim falando sobre o tema "Crianças, guardiãs da natureza".
Demais participantes:
- Maria Helena, analista ambiental do Ibama em Sergipe
- Manoel Araújo, analista ambiental do Ibama na Coordenação de Gestão da Informação Ambiental (Cogia) do Instituto
Vídeo:




Meio ambiente e o fogo

04/06/2020
O vídeo de hoje apresenta as estratégias do Ibama adotadas no âmbito do Centro Nacional de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais (Prevfogo) como enfrentamento das queimadas, principalmente durante o período da seca.
Participam da discussão o chefe nacional do Prevfogo, Gabriel Constantino, e técnicos e analistas do Ibama que atuam em núcleos de Educação Ambiental do Instituto em todo o país.
Facilitadora:
- Thaís Michele Fernandes, analista ambiental na superintendência do Ibama no Paraná
Participantes:
- Gabriel Constantino, chefe nacional do Prevfogo
- Ricardo Augusto de Souza, coordenador do Núcleo de Comunicação e Educação Ambiental (NCEA) do Prevfogo
- Nicélio Acácio, analista Ambiental na sede do Prevfogo
- Marcos Antônio Teles, técnico administrativo do NCEA/Prevfogo
- Ana Rosa Marques, analista ambiental na superintendência do Ibama no Maranhão
- Eduardo Votta, analista ambiental na superintendência do Ibama na Bahia
- Katherine de Oliveira, analista ambiental na superintendência do Ibama no Pará
Alexandre de Matos, analista ambiental do Prevfogo em Mato Grosso do Sul
Jocelita Giordani, analista ambiental da Unidade Téccnica do Ibama em Alta Floresta/MT
Bruna Stefanny Sangel, técnica administrativa na superintendência do Ibama no Amapá
Maria Isolda, técnica administrativa na superintendência do Ibama no Piauí
Vídeo:


Roda de conversa sobre artigos científicos e publicação de livro

05/06/2020
No último vídeo da Semana do Meio Ambiente do Ibama, realizada em razão do Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado nesta sexta-feira (05/06), analistas ambientais do Instituto discutem artigos científicos da série "Trajetórias, perspectivas e desafios da gestão ambiental pública do Ibama". Os autores dos artigos são os próprios analistas, que realizaram o debate com o objetivo de promover o aprofundamento e a divulgação dos conhecimentos sobre questões essenciais da área ambiental e da atuação do Ibama, além de dar suporte à tomada de decisões e à definição de políticas e metas para o setor.
Vídeo:


Os artigos debatidos no vídeo resultaram na publicação do livro nº 2 da série de Gestão da Informação Ambiental com o tema "Trajetórias, perspectivas e desafios da gestão ambiental pública", do Ibama.
Facilitadora:
-Rosana de Souza Ribeiro Freitas, coordenadora de Gestão da Informação Ambiental do Ibama
Participantes:
- Tomas Bredariol, analista ambiental do Ibama
- Francisco Carneiro, analista ambiental do Ibama
- Tiara Carvalho, analista ambiental do Ibama
- Aline Borges, analista ambiental do Ibama
- Janaina Carneiro, analista ambiental do Ibama
Acesse:

sábado, 4 de abril de 2020

Hoje, os moradores de rua não têm opção: Morrer de fome ou pelo Coronavírus. Você pode fazer a diferença! Ajude a entidade da sua cidade!


Leitores e seguidores,

Tudo indica que o governo não tem como ajudar todos eles. 
Falta comida, máscaras, álcool em gel, sabonete, etc.  para os moradores de rua da nossa cidade.
Mas nós podemos! 
Faça a sua doação para a entidade da sua escolha na sua cidade e vamos minimizar o sofrimento deles.
Eles também têm direito à vida!



Moradores de rua enganam estômago com água e esperam horas no sol por comida

Doações à população de rua desapareceram e serviços de alimentação não são suficientes


Autores: Artur Rodrigues e Lalo de Almeida

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2020/04/moradores-de-rua-enganam-estomago-com-agua-e-esperam-horas-no-sol-por-comida.shtml



Fila de moradores de rua para receber uma marmita de comida em uma tenda montada pelos padres franciscanos no Largo Francisco



SÃO PAULO
Usando uma máscara e com uma Bíblia na mão, Marinaldo Fiuza de Santana, 38, observa a fila dos famintos se formar no Largo São Francisco, no centro de São Paulo.
“Você vai ver onde essa fila vai daqui a pouco, rapaz”, diz o homem, sentado na esquina onde costuma passar o dia todo, à reportagem. Algumas dezenas se multiplicam para centenas, no tipo de aglomeração que os especialistas consideram arriscada para a contaminação por coronavírus.
Embora alguns usem máscaras doadas, a preocupação ali é mais imediata: matar a fome. Essa pode ser a única refeição do dia para aqueles, que, em anos vivendo na rua, dizem nunca ter visto tamanha escassez de comida.
Folha inicia neste sábado uma série sobre a fome nos tempos de coronavírus. O primeiro capítulo mostra a situação dos moradores de rua, impossibilitados de fazer quarentena. No entanto, com a cidade parada e sem reservas, eles foram os primeiros atingidos por ela.
Dependendo de doações, coleta de materiais recicláveis ou venda de balas, viram a renda e os alimentos desaparecerem subitamente. Agora, gritam por socorro nas ruas da cidade e levantam caixas de papelão com frases como “estou comendo lixo”.
“Eu mesmo passei muita fome aqui, só bebendo água”, diz Marinaldo, um baiano que veio parar na metrópole porque que “se for para sofrer, que seja em São Paulo”. “Teve dia com umas 200 pessoas nesta situação.”


O morador de rua Marinaldo Santana, 38, aguarda comida lendo a Bíblia na calçada; ele diz que passou dias só bebendo água
O morador de rua Marinaldo Santana, 38, aguarda comida lendo a Bíblia na calçada; ele diz que houve dias em que só bebeu água - Lalo de Almeida/ Folhapress
A fila em frente à Faculdade de Direito da USP já dá voltas. “Pessoal, não vão embora, logo vão chegar mais 150 quentinhas”, avisa o frei Diego Melo, do Sefras (Serviço Franciscano de Solidariedade).
Os franciscanos administram um serviço conveniado com a prefeitura próximo dali, o Chá do Padre, que atende 700 pessoas por dia. No entanto, segundo o frei, a demanda triplicou.
“Com a questão do coronavírus, ONGs, coletivos, instituições, pastorais que entregavam quentinha pela região central passaram a não vir mais por medo do contato. E aí essa população ficou totalmente desassistida e vulnerável”, diz.
O estande no largo foi uma tentativa de garantir que os doadores habituais e outros entregassem apenas o material, para que fosse preparado na igreja e servido ali mesmo na rua. Muitas vezes não é suficiente, e alguns chegam de manhã para conseguir a comida depois das 13h, debaixo de sol forte.
No domingo (29), conta o frei, não chegou nenhuma doação. “Nós fomos tentando enganar com pão, lanche, mas não chegou refeição”, diz.
A falta de comida gera uma peregrinação até os poucos lugares que oferecem um prato, sempre lotados. Cadeirante, Ivandete Silva Marques, 52, usa ciclovias para se deslocar da região da Luz, onde dorme nas ruas, até a Sé para conseguir comida. É a única refeição que terá no dia.
“Eu como esse prato aqui. Guardo a fruta e o suco para comer de noite”, diz. Ela tem uma série de problemas de saúde, como osteoporose e artrite, que são agravados pela fome.
“[Sem alimentação adequada], essa população terá deficiência nutricional e ficará mais suscetível não só ao coronavírus como a outras doenças”, diz Rosana Perim, gerente de nutrição do hospital HCor. Segundo ela, as condições de higiene precária e doenças pré-existentes podem agravar mais ainda a situação dos moradores de rua.
De acordo censo municipal de São Paulo, a população de rua na cidade chegou a 24.344 pessoas em 2019 —um salto de 53% em quatro anos. Em 2015, as pessoas nessa situação somavam 15,9 mil. Do total registrado, 2.210 estão no grupo de maior risco, acima dos 60 anos.
“O censo oficial fala de 24 mil, mas nós sabemos que são mais de 30 mil. Pelo próprio censo da prefeitura, mais de 50% não estão em acolhimento”, diz o padre Julio Lancelloti, coordenador da Pastoral do Povo de Rua, da Igreja Católica.
Padre Julio afirma que, devido à doença, há grande tensão entre essa população. “Eles estão com medo. O medo, a insegurança, aumentam a fome”, diz.
O medo não é só do vírus e da fome, mas dos outros. Embora os primeiros casos de coronavírus tenham sido detectados na população de alta renda, os moradores de rua passaram a ser vistos também como ameaça e possíveis vetores da doença.
Além disso, circulam boatos de que, com fome, os moradores de rua estariam fazendo arrastões pela cidade. Apesar de não haver qualquer evidência de ambos os pontos, é o suficiente para que eles sejam alvos de agressão.
Padre Julio afirma ainda que os serviços públicos que oferecem comida diminuíram as porções, ao mesmo tempo que passaram a atender mais pessoas. Para exemplificar, o padre mandou à Folha fotos de uma refeição do Bom Prato, do governo estadual, e uma da Pastoral de Rua, na qual a segunda é bem mais generosa.
Como muitas vezes a refeição que recebem é a única que vão conseguir no dia, as pessoas em situação de rua, algumas vezes, não chegam a ficar saciadas em nenhum período do dia.
O governo João Doria afirmou à Folha que lançou o serviço Bom Prato Express, com a distribuição ampliada das refeições em embalagens descartáveis com talheres. “Todas as 59 unidades do Estado oferecem as três refeições —café da manhã, almoço e jantar—, com o atendimento todos os dias da semana, inclusive feriados, garantindo a alimentação principalmente dos moradores de rua. A medida aumenta em 1,2 milhão o número de refeições servidas por mês, e será mantida até 1º de junho”, afirma o governo.
Já a gestão municipal de Bruno Covas (PSDB) anunciou a criação de seis serviços de acolhimento aos moradores de rua, incluindo um voltado aos diagnosticados com a Covid-19. Além disso, afirma que lançou um edital para credenciar restaurantes para distribuir comida aos moradores de rua, em um projeto chamado Rede Cozinha Cidadã.
Enquanto os locais não são montados, os pontos voltados a oferecer alimento a moradores de rua passam a receber cada vez mais pessoas que perderam a renda durante a quarentena; gente que não está na rua, mas com um pé nela.
O chapeiro Fabiano Augusto, 39, por exemplo, ficou desempregado em fevereiro. “Normalmente, ninguém fica desempregado nessa área. Mas agora está tudo fechado”, diz ele, que também esperava por almoço gratuito na quarta. “Eu acordo muito triste por ser alguém que serve alimento e hoje não ter.”

PARA DOAÇÕES

O Sefras aceita doações de mantimentos no largo São Francisco. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 11 97739-0146 ou no site da entidade.
Consulte outras entidades que estão nesta luta. Contribua:

https://catracalivre.com.br/cidadania/veja-como-ajudar-os-moradores-de-rua-de-sao-paulo/

https://saopaulosao.com.br/nossas-acoes/4587-conhe%C3%A7a-ongs-que-ajudam-os-moradores-de-rua-de-s%C3%A3o-paulo-e-saiba-como-participar.html

https://medium.com/minhasampa/12-iniciativas-que-cuidam-de-pessoas-em-situa%C3%A7%C3%A3o-de-rua-e-voc%C3%AA-precisa-conhecer-4e849982b07b





sábado, 21 de março de 2020

A NATUREZA SE REBELOU!

A NATUREZA SE REBELOU!




Até dezembro de 2019 o ser humano estava destruindo o planeta. 
Mudamos o mundo com tecnologia, o "desenvolvimento sustentável", e esquecemos de priorizar o socioambiental. 
As guerras entre os povos continuam, por interesses econômicos ou intolerâncias religiosas.
De repente, tudo mudou! Todos estão reclusos!
A natureza se manifestou! O mundo parou de poluir, de destruir!
Descobrimos que nós humanos somos vulneráveis ao Coronavirus: O CONVID19, parece "ticker" da bolsa de valores mundial que está em alta! 
E a saúde e economia global está em baixa.
Os animais e plantas estão salvos, mas nós não!
Não temos um lugar para fugir!
Não temos como nos esconder!
Não adianta tentar encontrar os culpados...
É um inimigo invisível, silencioso e letal para os idosos e para os moradores de rua. É a seleção natural. Primeiro eles, depois os outros. 
Todos nós estamos na lista de espera...O dinheiro vai acabar e a comida vai dar para todos?
A sensação da morte se aproximando...mascara...álcool gel...valem mais do que petróleo!
Lembramos de Deus nestas horas...Ele deve estar sobrecarregado!
Tem gente aqui no Brasil que acha que esta doença é uma "gripezinha" e outros países estão a beira do colapso! Não tem como enterrar os seus mortos!
Muito triste!

Daí, transcrevo a mensagem a seguir e divulgar para o mundo.
Depois vamos  pedir perdão para a mãe Natureza e orar enquanto estivermos respirando!
Quem sobreviver, repense num novo modelo de desenvolvimento socioambiental para o planeta!



world Corona virus attack concept. world/earth put mask to fight against Corona virus. Concept of fight against virus, danger and public health risk disease.Many Virus attack isolated on green


Para refletirmos

De: Autoria desconhecida. 


"Qualquer contexto que envolva uma cura profunda , exige da raça humana nova postura e consciência. 

Que tal começarmos entendendo que a mãe terra, mesmo doente, continua sendo nossa casa?

A nave mãe ainda está sendo gestada, isto quer quer dizer que, mesmo pulsante, ainda está incompleta. 

Requer cuidado, respeito, proteção. 

Neste momento de sofrimento ela está fazendo uma manobra difícil, numa tentativa peculiar de restaurar a homeostase no planeta, em ressonância com suas próprias leis, que diga se de passagem, há tempos vem sendo alteradas.

É tempo de recolhimento...Mas também pode ser tempo de luz!
Se nossa economia entrou em declínio, a poluição já diminuiu consideravelmente. 
Estamos fingindo há muitos séculos que somos separados pela raça, pela cor, pela religião, nacionalidade, orientação sexual. 

Somos a grande espécie preconceituosa, competitiva, mas ainda assim, nascemos no mesmo planeta, portanto uma grande família, que neste momento paga um preço alto por seus conflitos mal resolvidos.
Este vírus teimoso, persistente, nos fez sentir o gosto amargo da discriminação. Somos uma humanidade envolvidos no mesmo enredo. Somos filhos  rebeldes da mãe, perdemos o direito e a permissão de cruzar fronteiras e desbravar o velho mundo simplesmente porque podemos infectar ou sermos infectados. O Covid 19 nos igualou, nos mostrou a fragilidade de nossas posses, de nosso ouro.
Escancarou nossa fragilidade e finitude. 
A vida só é previsível em nossas fantasias infantis. Nunca tivemos controle de absolutamente nada e agora quem sabe perceberemos isso como realidade?
Como é usar o nosso valioso tempo com o que é essencial? Podemos partir a qualquer momento!

Tornamos nossos filhos dependentes das escolas, creches,  instituições,  babás e um vírus invisível devolveu da noite para o dia as crianças de volta aos seus lares.
Isolados no ventre da mãe terra estamos redescobrindo como o "micro interfere na cura do "macro”. É tempo de resgatar a potência do coletivo.
Somos forçados a enxergar o valor de  algo tão simples como o abraço, que antes de ser abraço já era sentimento. 

Podemos fazer muito neste momento de pandemia. Se envolver na quarentena é gesto de nobreza e cooperação com o mundo.  Somos "todos" co criadores desta história que será lembrada por muitas gerações posteriores. Enquanto colocarmos a culpa nas costas da China, continuaremos na criança prepotente que não assumiu seus atos.
Pergunte à sua alma tão antiga mas amedrontada neste momento:

Mãe terra como eu posso fazer diferente?

Ahoooo"

domingo, 5 de janeiro de 2020

Feng Shui e a Natureza


Equilíbrio do ambiente: Como fazer da decoração um elemento de criação de bons pensamentos em harmonia com a natureza

Autoria: por Redação do Fórum da Construção






Muitas civilizações já ligavam o local de moradia do ser humano com a energia que o ambiente poderia proporcionar ao mesmo, sendo este um resultado da organização dos elementos da natureza em relação a disposição dos locais e com mais a inter-relação dos elementos existentes fora do ambiente  mas que devem ser vistos como uma forca que gera interferência na energia da parte interna da  construção.
Fazer da sua casa um lugar de equilíbrio é transformar um ambiente de moradia em um lugar agradável.
A utilização de água corrente deve sempre levar em consideração os tipos de ambientes que esta será colocada, assim como o sentido em que o fio de água estará correndo para que a energia da água possa direcionar os bons sentimentos ou vibrações.
A técnica de decoração utilizando a organização dos elementos da natureza é o Feng Shui, que tem como objetivo organizar os elementos naturais de um ambiente de forma a trazer boas energias.
Esse tipo de decoração vem ganhando cada vez mais espaço com a utilização de produtos e objetos alternativos para a decoração, uma vez que é baseada em elementos naturais e que por sua vez possui um valor de comercialização bem mais baixo do que os tradicionais elementos decorativos, como quadros, vasos tapetes entre outros.
Existe uma ligação muito próxima entre o Feng Shui e a decoração Japonesa e Oriental em Geral. As civilizações orientais sempre tiveram uma forte ligação com os elementos da natureza em sua organização dos espaços, sejam em jardins ornamentais ou em salas e dormitórios simples d suas residências.
A harmonização dos ambientes passa pouco a pouco a ser uma preocupação também das áreas de trabalho, onde começa a existir uma preocupação na organização dos espaços de trabalho com o objetivo de uma decoração simples e que melhore o desempenho dos funcionários com o objetivo de oferecer aos colaboradores uma melhor qualidade de vida no trabalho com o objetivo de melhorar seu desempenho e diminuir seu stress.
A utilização de vasos de planta é uma forma de humanizar áreas de produção e até mesmo áreas de escritório com grande quantidade de pessoas e mobiliário. A área de trabalho deve seguir algumas recomendações especiais, onde a utilização de água deve verificar a existência de equipamentos elétricos, e toda área que não tem funcionalidade com o objetivo do trabalho voltada ä decoração deve ser a menor possível, pois quando maior as áreas destinadas a trabalho maior o custo de manutenção e construção.
A harmonização dos ambientes deve levar em consideração principalmente a funcionalidade do local, seguindo as regras de simplicidade e conforto.

Fonte:casadecoracaoearquitetura.com.br

https://arquiteturadeluzholistica.wordpress.com