terça-feira, 16 de outubro de 2012

Ciclofaixa agora vai ligar centro à zona norte


Segundo o prefeito Gilberto Kassab, ideia é que novo trecho passe pelos principais pontos turísticos da cidade
Prefeitura inaugurou ontem trecho de 500 m que interliga ciclovia da Braz Leme à ciclofaixa de lazer da região


DO “AGORA”

O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD), anunciou ontem que a ciclofaixa de lazer da zona norte, que tem 8,5 km de extensão, vai ser ligada ao centro da cidade a partir do próximo mês, passando pelos principais pontos turísticos da capital.
Kassab falou sobre a ampliação ontem, durante a inauguração de um trecho de 500 metros que interliga a ciclovia da avenida Braz Leme, em Santana (zona norte), à ciclofaixa de lazer da região.
"Conversei com o pessoal da CET [Companhia de Engenharia de Tráfego], da SPTuris e da subprefeitura e definimos que vamos ampliar a ciclofaixa mais uma vez."
A interligação vai começar a funcionar no dia 4 de novembro. O trajeto dela já foi planejado pela prefeitura.
"A ideia é interligar essa ciclofaixa pela avenida Tiradentes, integrando o Museu da Língua Portuguesa, a Pinacoteca e a Sala São Paulo nesse trajeto", explica o diretor de planejamento da CET, Irineu Gnecco Filho.
Para chegar à avenida Tiradentes, a ciclofaixa de lazer da zona norte vai passar pela avenida Santos Dumont e pela praça Campo de Bagatelle. O percurso terminará no parque da Luz.
O trânsito intenso na rotatória da praça Campo de Bagatelle, que poderia ser afetado pela ciclofaixa ou trazer riscos para os ciclistas, não será um problema, segundo o diretor da SPTuris (empresa municipal de promoção do turismo), Arley Ayres.
"A ciclofaixa vai passar pela praça, mas isso será feito com planejamento e não teremos problemas. Já fizemos projetos em regiões mais difíceis", afirmou o diretor.
Ayres justifica a escolha do trecho que será usado: "A avenida Tiradentes é o melhor caminho para fazer essa ligação, porque o trajeto será feito em uma reta".
Amanhã, será inaugurada a expansão da ciclofaixa centro-Paulista, que vai receber um novo trecho de 300 m até a praça Dom José Gaspar.

Psiu: Vizinho pode tornar a vida um inferno, diz alvo de reclamação

São Paulo, sábado, 13 de outubro de 2012Cotidiano

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidiano/71777-vizinho-pode-tornar-a-vida-um-inferno-diz-alvo-de-reclamacao.shtml



Notificação do condomínio por excesso de barulho foi dada quando família de engenheiro estava viajando

Em outro caso, uma moradora reclamou do ruído da TV, mas empresário não tem o aparelho em casa
DE SÃO PAULO


fonte: folha de s. Paulo c4 COTIDIANO 13/10/2012
"Eu me impressionei com o poder que um vizinho tem para tornar a vida da gente um inferno", diz o engenheiro Luiz Souza, 27, morador de um prédio na Barra Funda.
Ele recebeu uma notificação listando cinco datas em que supostamente incomodou o vizinho. "Em uma delas, não tinha ninguém em casa, estávamos viajando."
No caso do empresário Víktor Waewell, 27, a vizinha chegou a chamar a polícia e fez 20 reclamações em seis meses, por causa da "televisão alta demais". Ele teve que explicar aos policiais que nem tinha televisão em casa.
Outro que chamou a polícia foi um morador da Granja Julieta (zona sul), que já havia até brigado com o vizinho no elevador, segundo o síndico do prédio, Aldo Busuletti. "Quando a polícia chegou ao apartamento, viu que todos estavam dormindo."
"Diante da prova, mesmo vendo que estão erradas, é muito difícil as pessoas pedirem desculpas", diz Busuletti.
Enquanto isso, ambos vivem no incômodo: um, sofrendo com o barulho que "ouve"; o outro, sofrendo com a reclamação e "pisando em ovos" em casa.
Foi o que aconteceu com a pesquisadora econômica Aline Braga, 25, moradora do Morumbi. "Estava um baita silêncio aqui. Eram 21h e eu estava apenas organizando a casa, quando a vizinha interfonou reclamando."
Ela agora só anda em casa de chinelos.


13/10/2012-04h00

30% das queixas de barulho não existem, dizem síndicos


DE SÃO PAULO

"Escuta! Escuta! Está ouvindo?", insistia a moradora de um condomínio de Moema, zona sul paulistana. Mas só havia o silêncio absoluto.
Das 2h às 4h da madrugada, o síndico profissional Aldo Busuletti, 49, se viu sentado no sofá do apartamento da moradora, à espera dos barulhos que o vizinho de cima sempre provocava, segundo ela. Não ouviu nada.
Vizinho pode tornar a vida um inferno, diz alvo de reclamação
Análise: Quem tem menos prazer e lazer quer mais é destruir o prazer do outro
Antes disso, Aldo já havia advertido e multado o morador de cima (R$ 380), atendendo às reclamações incessantes da vizinha. Como não funcionou, decidiu testemunhar os ruídos e se deslocou de Santana, a 14 km de distância, até aquele sofá.
Karime Xavier/Folhapress
O síndico profissional Aldo Busuletti, que lida com reclamações sobre barulhos
O síndico profissional Aldo Busuletti, que lida com reclamações sobre barulhos
"Tive que pedir desculpas ao morador de cima, retirar sua multa e converter em advertência para a moradora que sempre reclamava."
Assim como ele, outros síndicos e administradoras responsáveis por 1.500 dos cerca de 20 mil condomínios na capital paulista ouvidos pela Folha estimam que até um terço das reclamações de barulho --as campeãs em todos os condomínios-- sejam fruto da imaginação.
"Acho que a pessoa trabalha o dia inteiro na rua, ouve tanta buzina e agito, que à noite sonha com barulho", analisa Aldo, que gerencia 37 condomínios da cidade e atua como síndico profissional há 20 anos. "É estresse."
O psiquiatra Elko Perissinotti, do Hospital das Clínicas da USP, atribui os "ruídos fantasmagóricos" ao "estresse, angústia, depressão e frustrações" das pessoas.

HIDROMASSAGEM
Os barulhos "imaginários" mais comumente ouvidos são o arrastar de móveis ou saltos de sapato batendo no chão, madrugada adentro.
Mas a reportagem ouviu casos que vão de banheira de hidromassagem à TV em volume muito alto.
Há vizinhos que chegam a chamar a polícia ou até brigam fisicamente.
Para tentar contornar o problema, os síndicos apelam para várias táticas. Alguns chegam a inspecionar os apartamentos, em busca da fonte dos barulhos.
Segundo Márcia Romão, gerente de relacionamento da Lello Condomínios, não é incomum que o "reclamão" acabe, ele próprio, multado por perturbação do sossego.
José Roberto Iampolsky,
diretor-geral da Paris Condomínios, diz que, quando o síndico não sabe como resolver o impasse, ele pode convocar uma assembleia extraordinária para que os condôminos julguem, após ouvir os envolvidos.
"No fim, até os dois vizinhos podem ser multados", explica.




13/10/2012-04h00

Análise: Quem tem menos prazer e lazer quer mais é destruir o prazer do outro


ELKO PERISSINOTTI é psicanalista, psiquiatra e vice-diretor do Hospital-Dia do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP

Viver em condomínios não difere em nada da vida em família, no trabalho, no lazer.
Os desentendimentos dizem respeito ao campo da cultura, da civilização, da história do homem e de seu tempo.
30% das queixas de barulho não existem, dizem síndico
Vizinho pode tornar a vida um inferno, diz alvo de reclamação
Barulhos de quaisquer espécies, intensos ou pequenos ruídos, verdadeiros ou imaginários, ativam nossos focos de ira e intolerância; podemos dizer, egocentrismo e autoritarismo, ou ainda, narcisismo narcotizado com autoamputação existencial e inveja.
Pouco importa se a festa do vizinho é escandalosa ou bem comportada, se é antes ou depois das 22h, o fato é que quanto menos prazer e lazer temos na vida, mais temos que destruir o do outro.
Pior ainda, se forem jovens e mulheres bonitas festejando, pois aí nos vem a imagem da maconha e do bacanal que nunca tivemos; "toda uma vida que poderia ter sido e que não foi" (Manuel Bandeira).
Nem sei se deveríamos falar das grandes importunações, uma vez que a falta de limites e respeito é tão óbvia que tangencia o comportamento psicopático perverso.
Mas o que dizer das queixas do barulho do salto alto da moça do andar superior que está chegando de uma festa, ou mesmo indo para o trabalho? Quantos segundos dura esse ruído (invejado) entre o quarto e a porta de saída?
Os maus-tratos da solidão e do inexorável sofrimento humano nos deixam enlouquecidos e quem paga a conta de nossas contradições é sempre o vizinho.
Qualidade de vida sem pequenos ruídos (mesmo os das profundezas do inconsciente) não existe.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Economia Verde é tema de festival online de documentários


Quem gosta de documentários com tema ambiental tem um cardápio diversificado com o Green Up Film Festival. São 26 produções disponíveis no site do projeto (http://www.greenupfilmfestival.com/), todos com temas voltados para a Economia Verde e os seguintes subtemas:
* Economia;
* Água;
* Resíduo/Poluição;
* Comida/Agricultura;
* Biodiversidade e
* Energia
O Festival é online e os vídeos ficarão disponíveis até 23 de outubro. A ideia é fazer as pessoas pensarem sobre o papel delas na conservação do meio ambiente. “Como não é mais possível desassociar a economia e o meio ambiente em um mundo globalizado e em transformação, a Economia Verde se apresenta como um tema abrangente que merece ser disseminado”, disse Anne-Laure Detilleux, diretor do festival.
Ah, como o festival é europeu, há documentários em inglês e francês.
O evento tem o apoio do PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente).

Ciclofaixas impulsionam venda de bike para passeio




Com área de lazer em expansão em São Paulo, lojas aumentam o faturamento
Bicicletas voltadas para a cidade, conhecidas como 'confort', já representam 70% das vendas em algumas lojas

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidiano/71856-ciclofaixas-impulsionam-venda-de-bike-para-passeio.shtml

São Paulo, domingo, 14 de outubro de 2012Cotidiano
FERNANDA PEREIRA NEVES
DE SÃO PAULO
DANIELA ARAI
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA


Das simples e baratas às turbinadas e caríssimas, as bicicletas estão cada vez mais presentes nas ruas de São Paulo aos domingos e feriados, desde que a prefeitura decidiu ampliar suas ciclofaixas.
De um tímido trajeto de 5 km inaugurado em agosto de 2009, entre os parques do Povo, Ibirapuera e das Bicicletas, as áreas de lazer saltaram para 81,5 km no final do mês passado, com a ligação entre a Paulista e a região central.
Além dos ciclistas, os lojistas têm motivo para comemorar: em alguns casos, o faturamento com vendas -especialmente das bicicletas de passeio- e manutenção das magrelas aumentou em até 45%.
O motivo, segundo comerciantes, está nas ciclofaixas, que têm atraído em média 100 mil pessoas por domingo, de acordo com a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego).
"Muita gente tinha as bikes encostadas em casa e agora vê a oportunidade de usar de novo", diz William José Alves Rodrigues, 27, que trabalha na loja General Bike, na região de Moema (zona sul). Segundo ele, o lucro da loja aumentou em 45%.
Em muitas lojas, a melhora no faturamento foi puxada pelas bicicletas de passeio, conhecidas como "confort".
Rafael Nascimento, da Bike Town, em Campo Belo (zona sul), conta que, nos fins de semana, o movimento subiu, e as "confort" já representam 70% das vendas.
Outros modelos, para outros tipos de superfície, também registraram aumento na venda, mas não tão grande.
Na loja Sport Star, na região dos Jardins, a saída das bikes de passeio triplicou, de acordo com funcionários.
Além da venda e da customização das bikes, a Tag and Juice, aberta em 2010 na Vila Madalena (zona oeste), apostou na diversificação de serviços para atrair mais clientes. A loja reúne moda, arte, livros e filmes ligados ao universo da mobilidade urbana, em um espaço com um café e uma pequena galeria de arte.
"Sentimos um aumento da demanda desde que inauguramos", afirma Billy Castilho, um dos donos, segundo o qual, neste ano, o faturamento aumentou em 70%, impulsionado pelas ciclofaixas.
Para Paulo Renato Krafucki Gomes, 44, proprietário da Casa Alberto, que desde 1968 está no centro da capital, a recente ciclofaixa que leva à região central ainda não fez efeito. "Mudou só para quem está perto da ciclofaixas. Tem até gente abrindo lojas perto delas", afirma.

domingo, 14 de outubro de 2012

Planejamento para os próximos 50 anos: Projeto Brasília 2060 com bairros-parque

4/Outubro/2012

Governo do Distrito Federal contrata empresa de Cingapura para fazer planejamento de Brasília



Projeto Brasília 2060 prevê a criação de bairros-parque com áreas para trabalho, moradia, lazer e estudo



Aline Rocha



gary yim/shutterstock
Na última quarta-feira (3), o Governo do Distrito Federal (GDF) assinou contrato com a Jurong Consultants, empresa de Cingapura, para que seja feito o planejamento estratégico da cidade de Brasília para os próximos 50 anos. O investimento para o projeto Brasília 2060 é de 4,25 milhões de dólares. 

A empresa começará a pesquisa já na próxima semana, em visita oficial à capital brasiliense. Nos próximos 24 meses, a equipe vai levantar características topográficas, sociais e econômicas de todo o Distrito Federal.
Após a produção de relatórios e estudos, o planejamento estratégico detalhado será entregue ao governo. A expectativa é de que o material fique pronto em abril de 2014.
O levantamento vai criar uma espinha dorsal para integrar quatro eixos: a cidade-aeroportuária, programada para ser instalada próximo de Planaltina; o polo logístico entre Samambaia e Recanto das Emas; o centro financeiro internacional, em São Sebastião; e a ampliação do Polo JK, em Santa Maria.
A ideia é planejar, em cada um desses locais, um bairro-parque, no qual as pessoas poderão morar, trabalhar, estudar e se divertir. Os empreendimentos serão semelhantes ao complexo One North Park, em Cingapura, um conjunto de quatro grandes bairros também planejados pela Jurong.
O GDF também assinou uma parceria com o Governo de Cingapura para um treinamento gratuito de gestores públicos do Distrito Federal. O projeto prevê, inicialmente, que uma equipe de 20 servidores sejam enviados para a Ásia para cursos de gestão e planejamento.


sábado, 13 de outubro de 2012

"Cidades no Futuro: o ser humano em primeiro plano"

1/Outubro/2012

São Paulo pode perder competitividade, acredita arquiteta dinamarquesa


Helle Søholt, do escritório Gehl Architects, alerta que problema de mobilidade pode culminar na fuga de empresas e de pessoas e faz algumas recomendações para a cidade







Luciana Tamaki, da revista AU





A arquiteta dinamarquesa Helle Søholt, sócia-fundadora e CEO do escritório Gehl Architects, alerta que o problema de mobilidade na cidade de São Paulo pode trazer perda de competitividade, culminando em perdas econômicas e fuga de pessoas. Helle participou da quinta edição do Aula São Paulo, evento promovido pela Secretaria de Desenvolvimento Metropolitano e pela Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano (Emplasa), na última quinta-feira (27).



Carsten Nedom Madsen/Shutterstock
A rua Nyhavn, em Copenhague, Dinamarca, é um exemplo de ocupação pelas pessoas após se tornar exclusivamente de pedestres


Durante a palestra "Cidades no Futuro: o ser humano em primeiro plano", a arquiteta urbanista mostrou sua preocupação com o futuro da cidade e do País. "Esta cidade vai ser engolida pelo tráfego e vai morrer no tráfego. Empresas se mudarão para outras cidades, pessoas se mudarão, se puderem", alertou a CEO. A consequência seria a perda de competitividade para outras cidades que consigam se tornar mais prósperas e viáveis.
Embora São Paulo seja, ainda, a principal cidade para investimentos, o desenvolvimento econômico pode sair daqui. "Isso seria perigoso não só para São Paulo como para todo o País. São Paulo gera 11% do PIB de todo o País, então, toda oportunidade de trabalho que se cria aqui tem um impacto enorme no resto das cidades brasileiras", conclui.
É preciso escolher agora qual o paradigma que deve ser implementado. "Aqui [no Brasil], se está copiando um modelo norte-americano de planejamento e o mundo está começando a ver o final deste modelo", ressaltou a arquiteta.
O escritório de Helle tem casos bem-sucedidos de planejamento urbano, como Copenhague, cidade famosa por apresentar 35% dos trajetos em bicicleta, além de Melbourne e Nova York - especificamente a rua Broadway e a Times Square. Lá, com medidas como separar as ruas das passagens de pedestres e praças com pintura no chão, os acidentes diminuíram em 63%; a presença de pedestres na pista de rolamento diminuiu em 80%; e até mesmo a velocidade média dos carros aumentou em 17%, tudo em dois anos.
O fundamental, em qualquer caso, é que as pessoas estejam no centro das mudanças, defende Helle Søholt. Para o caso da cidade de São Paulo, a CEO faz três recomendações que seriam fundamentais para mudanças:



a) planejamento regional ao "nível do olho"
"Ouço uma tendência, em resposta a tudo que digo - como mobilidade - que isso não seria tão importante, pois aqui há muitas questões urgentes como pobreza, crescimento econômico, saúde, saneamento... todas essas questões são de fato muito maiores. Mas é preciso conectar todas as grandes questões no 'nível do olho', onde as pessoas se sentem seguras e confortáveis para usá-las. É preciso fazer o planejamento regional neste 'nível do olho'."




b) unir pensamentos e ações
"Há um departamento de planejamento que planeja, um departamento de tráfego que lida com tráfego, um departamento de parques e áreas verdes que lida com árvores... e segrega-se tudo nas cidades. Mas o espaço público é onde todas essas questões se unem. É preciso trabalhar junto, com comunicação, workshops, envolver os cidadãos."




c) melhores práticas e aplicação do conhecimento
"O Brasil tem dinheiro, know-how, conhecimento. É preciso aplicar este conhecimento e criar exemplos de melhores práticas no Brasil, de forma que aqui se faça de modo diferente. São Paulo é a principal cidade do Brasil. O Brasil inteiro olha para o que se faz aqui. Se vocês fizerem espaços maravilhosos, podem criar um movimento sobre a forma de se pensar em todo o Brasil. Esta é sua realidade, e sua oportunidade. É possível colocar as pessoas no centro do planejamento. É possível criar cidades mais atrativas, seguras, que incluam a todos, cidades que promovam a vivência saudável e sustentável. Todas essas questões também somam ao crescimento econômico das cidades."


Sobre a afirmação de que os espaços públicos são um luxo, que Helle costuma ouvir, ela rebate dizendo que eles são uma necessidade: "são como uma cola na sociedade". Veja abaixo os principais temas abordados pela arquiteta em sua palestra e na coletiva de imprensa que se seguiu.



Elementos de convencimento
"Não vejo uma cidade mudar sem um bom líder", diz. Para convencimento de figuras do poder público, segundo ela, é preciso levantar muitos dados ("hard core data") que provem, garantidamente, os benefícios da mudança de paradigma.


Para esse levantamento e análise de dados, o escritório costuma contar com auxílio de universidades, entre professores e alunos. Na cidade do México, foram cerca de 40 pessoas; em Nova York, 80. Além de professores e universitários, também é importante agentes de diversos departamentos da Prefeitura, que doem uma hora por dia por semana para mensuração de pedestres, por exemplo.



BRT
Embora seja uma boa solução, a arquiteta critica que em São Paulo não há, ainda, boa conexão com os bairros: "não há calçadas em certos trechos nem infraestrutura para bicicletas. É difícil chegar até as estações". Os projetos de infraestrutura não são suficientes por si só; eles devem vir acompanhados com soluções que o integrem a cada bairro.




Centro esvaziado
A arquiteta mostrou o exemplo de Melbourne, cujo centro, assim como São Paulo, era esvaziado. Ela chama de "cidade Donut", com um vazio no meio e um entorno repleto. Nessa cidade, as mudanças ainda estão ocorrendo, e não só no centro, como também nesse anel sufocado.


Helle defende o espaço público como parte da solução: "Os empregos devem estar onde estão as pessoas, os bairros devem ter escolas, bibliotecas, lojas, deve-se aumentar a quantidade de espaços públicos e sua conectividade com esses lugares. Paralelamente, tornar o centro viável para morar".



Legado da Copa e Olimpíadas
Os jogos que serão sediados no Brasil podem deixar um legado fantástico para o país. A arquiteta cita os bons exemplos de Barcelona (Olimpíadas 1992) e de Londres e a reconstrução de sua "Zona Leste" para as Olimpíadas deste ano.


Não é, porém, o que a CEO viu no Rio de Janeiro. A vila olímpica, aponta ela, está desconectada da cidade, segregada, com foco nos automóveis, sem conexões para bicicletas ou pedestres. É como se tudo tivesse sido feito tão rápido, que simplesmente repetiu o modelo antigo.



Cidades médias
Cidades médias têm um potencial fantástico por seu tamanho. Nas cidades grandes os problemas aumentam em escala, são mais complexos. Os desafios são os mesmos que nas grandes cidades, como a cultura de priorizar os carros, tirar as pessoas da pobreza. "Tantas pessoas querem seu carro para se sentirem pertencentes à classe média. É preciso mudar essas prioridades, olhar para a liberdade individual e qualidade de vida de modos diferentes, não se focar nos carros como único modo de transporte", defende Helle.


Outra vantagem das cidades médias é que, por seu tamanho, e pelo tamanho dos governos municipais, seria mais fácil conectar a liderança política com a sociedade civil. Em cidades maiores, há mais distância entre os agentes que tomam decisões e as comunidades locais.
Para Helle, as cidades médias podem liderar as grandes cidades, mostrando o caminho das mudanças de paradigma.





http://www.youtube.com/watch?v=jxgXLM0znYQ

Enviado por  em 28/12/2009








Matéria muito interessante que mostra a situação caótica do transito da cidade de São Paulo, e possíveis soluções para o futuro.


Enviado por  em 05/01/2010












sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Calçada acessível em rua inclinada

Obra no porto de Santos faz dragagem de resíduos contaminados com uso de geobags

10/Outubro/2012

Entre os materiais recolhidos estão prata, enxofre e cádmio, que são compactados nos sacos geossintéticos



Carlos Carvalho, da Infraestrutura Urbana
A Empresa Brasileira de Terminais Portuários (Embraport) está aplicando uma técnica com geobags para reutilizar o material sólido contaminado presente na área onde constrói um novo terminal portuário, na margem esquerda do porto de Santos.
Divulgação: Odebrecht












Com a utilização de uma draga, esses materiais contaminados são retirados do mar e transportados até uma planta química, onde recebem tratamento para serem alocados nas geobags. "Usamos uma draga de sucção e recalque, que permite dragar cerca de 1.500 m³/h de material contaminado, que é, então, encaminhado até uma central onde recebe a adição de um polímero responsável por aglutinar esse material e impedir que ele atravesse os poros da geobag", explica o gerente de produção e responsável pela obra Giorgio Bullaty Neto, da Odebrecht Infraestrutura.
Depois de passar pela adição de polímero, o material é depositado nas geobags em um procedimento sequencial de enchimento, drenagem e novo enchimento, até que toda a área de cada uma das 169 geobags esteja completamente preenchida de material contaminado. Cada geobag é produzida com material geossintético e tem 64 m de comprimento, 16 m de largura e 2,5 m de altura. "Embaixo desses sacos, criamos o que chamamos de tapete drenante, com 25 cm de brita, para garantir o escoamento da água pela parte inferior das geobags", explica Bullaty.
Após seu enchimento completo, as geobags também recebem uma camada semelhante de brita em sua parte superior, além de serem aterradas com 5 m de material sólido temporário, que vai ajudar na compactação dos resíduos contaminados depositados nas geobags, já que seu peso contribui para o processo de drenagem da água contida nos sacos escoe pelos poros.
"Para garantir que as geobags vão secar completamente e terão uma capacidade de suportar altas cargas, já que em cima delas haverá um pátio de contêineres, é feita uma sobrecarga de 5 t/m² que garante toda a drenagem, preparando esse material para estar apto a receber um aterro em cima dele", diz Bullaty. Aproximadamente, depois de seis meses, esse sobrepeso é retirado e a área passa a servir de subleito para o pavimento do terminal de carga. "Ao longo de todo esse aterro, são colocadas placas de recalque e vamos acompanhando a compactação no corpo do aterro. Há uma curva que indica a descida e quando ela se estabiliza, o aterro já pode ser retirado", completa.
De acordo com o responsável pela obra, a água proveniente dessa drenagem é analisada antes de ser devolvida ao estuário. "Toda a água vai para um tanque de acumulação. Essa água é bombeada para a estação de tratamento da obra a fim de se checar se há a necessidade de decantação, aeração e ajuste de nível de pH. Se houver a necessidade de algum desses tratamentos, ele é realizado e só então a água é devolvida ao estuário", explica Bullaty.
Segundo o gerente da obra, a Embraport conta com vários poços de inspeção nos quais são feitos controles periódicos com relatórios mensais para o Ibama com o comparativo da qualidade da água em três pontos: durante a coleta, depois de passada pelas geobags e no momento em que ela for devolvida ao estuário. Ao todo, 580 mil m³ de material contaminado já foi dragado e depositado nas geobags e faltam apenas 25 mil m³ para que o processo seja completamente finalizado, de acordo com Bullaty. A previsão é de que esta etapa da obra seja concluída em dezembro deste ano.
A origem dos contaminantes é desconhecida. "Costumamos dizer que retiramos uma tabela periódica inteira da água. Há mercúrio, prata, cádmio, enxofre, uma gama de metais pesados, fruto de meados do século passado, onde as indústrias não tinham essa consciência de responsabilidade ambiental e não havia muita fiscalização", diz Bullaty.
O novo porto que está sendo construído pela Embraport na margem do porto de Santos terá capacidade para movimentar 2 milhões de TEU (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) e 2 bilhões de litros de granéis líquidos.
Marcelo Scandaroli
Material sólido contaminado é retido nas geobags, enquanto água drenada segue para tratamento antes de ser devolvido ao estuário














Marcelo Scandaroli
Tapete drenante de brita garante escoamento da água depois da passagem pelas geobags













Marcelo Scandaroli
Estação de tratamento para adição de polímero ao material dragado. Compósito aumenta consistência do corpo sólido para retenção nas geobags

A falta que bons engenheiros fazem



A falta que bons engenheiros fazem

A escassez de bons engenheiros não atrapalha apenas o aumento da produção — é um fator do baixo desempenho brasileiro em inovação

Patricia Ikeda, de 

http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/1023/noticias/a-falta-que-eles-fazem



Germano Lüders/EXAME.com
Professores e alunos do ITA
Engenheiros em ação: professores e alunos do ITA desenvolvem robôs para automatizar parte da produção de aviões da Embraer
São Paulo - O Brasil não é conhecido pela habilidade de criar novos produtos, por isso mesmo chama a atenção o fato de o país ter ganhado projeção recente por causa de alguns inventos. Uma das criações foi o Pig Palito, mecanismo que percorre os dutos de transporte de petróleo e gás para detectar avarias e evitar vazamentos.

Os instrumentos do gênero são usados no setor desde 1970, mas o brasileiro é o primeiro que opera sob a pressão de águas profundas. Foi premiado pela Sociedade Americana de Engenharia Mecânica e, desde 2005, quando chegou ao mercado, é utilizado por petroleiras em paí­ses como Estados Unidos, Canadá e Malásia.
Outro invento de destaque é o plástico verde da Braskem. Por ser produzido do etanol da cana-de-açúcar e ser reciclável, conquistou o primeiro lugar no European Bioplastics Award de 2007, da Associação Europeia de Bioplástico, entidade que reúne fabricantes e consumidores de plástico, como DuPont e Kraft.
Sucesso de vendas internacionais, está em produtos tão distintos quanto as embalagens de perfume da Carolina Herrera e as cadeiras do Amsterdam Arena, na Holanda. Apesar de bem diferentes, há um elemento que une os dois produtos: ambos foram concebidos porengenheiros.
O Pig Palito é uma criação do centro de pesquisa da Petrobras, no Rio de Janeiro, coordenada pelo engenheiro mecânico Claudio Camerini. A ideia do plástico verde foi do engenheiro químico Antonio Morschbacker, que, ao confirmar a viabilidade do produto, o sugeriu à diretoria da Braskem.
Mas Petrobras e Braskem, Pig Palito e plástico verde, bem como Camerini e Morschbacker, são exceções — uma pequena demonstração do que o Brasil seria capaz de fazer se levasse mais a sério a formação de um profissional básico para o desenvolvimento industrial: o engenheiro.
Pesquisas indicam que há uma relação direta entre a capacidade de as empresas e os países criarem inovação e o número e a qualidade dos engenheiros dos quais dispõem. Na Coreia do Sul, dos 125 000 profissionais que trabalham com pesquisa, 90 000 são engenheiros e técnicos com formação ligada à engenharia. 
Não é à toa que o país concentra algumas das maiores empresas de ponta em seus setores no mundo, como a Sam­sung, em eletrônica, e a Hyundai, nos automóveis. Nos Estados Unidos, estão seis das dez melhores faculdades de engenharia do mundo e a sede de empresas como HP, Boeing e Apple.

Lá são 750 000 os pesquisadores debruçados sobre novos produtos — dois terços deles, engenheiros. No total, há mais de 5 milhões de engenheiros no país. Não faltam exemplos para ilustrar sua relevância. A fase decisiva das pesquisas do primeiro grão transgênico comercial, a soja da Monsanto, foi coordenada pelo engenheiro agrônomo americano Robert Fraley.
O também americano Larry Page cursou engenharia da computação antes de ingressar no doutorado que o levaria, ao lado do russo Sergey Brin, a criar o Google. “Inovação e engenharia são sinônimos”, diz Joel Schindall, coordenador do programa de liderança para engenheiros do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, o mítico MIT. “Quase tudo que nos cerca hoje é resultado direto da inovação de um engenheiro. Automóveis, aviões, computadores, celulares e vacinas existem não apenas porque os governos legislaram ou as empresas produziram, mas porque os engenheiros tiveram ideias novas e ousadas e fizeram o trabalho duro para torná-las reais.”
No mapa global da engenharia, o Brasil é uma espécie de contraexemplo. O país forma hoje pouco mais de 40 000 deles por ano — bem menos do que a demanda, causando um déficit de 150 000 profissionais no mercado, pela estimativa da Confederação Nacional da Indústria.
Pior ainda é o problema da baixa qualidade da formação. Na lista das 50 melhores faculdades de engenharia do mundo, não consta nenhuma do Brasil. Há apenas 10 000 profissionais dedicados a pesquisa e desenvolvimento e um total de 583 000 engenheiros registrados no país. Resultado: o Brasil é 11º colocado na requisição de patentes.
Em 2010, fez apenas 23 000 pedidos de registro, de acordo com a Organização Mundial de Propriedade Intelectual. Quase 90% deles foram apresentados por estrangeiros. Os Estados Unidos, país líder em pedidos, fizeram 490 000 requisições, 49% de autoria de americanos. 
Parte do problema — a falta de engenheiros — está sendo resolvida pelo movimento natural do mercado. À medida que crescem a demanda e os salários pagos na área, os cursos de engenharia atraem cada vez mais estudantes. Em 2001, 65 000 ingressaram nas faculdades da área.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Dia das Crianças no Parque do Carmo!




11/10/2012 10h01 - Atualizado em 11/10/2012 11h41

Veja sugestões para aproveitar o Dia das Crianças em SP

Cidade oferece uma seleção especial para curtir a data.
Entre os destaques está apresentação gratuita de Balé, no Ibirapuera.




Do G1 SP

Pais poderão levar filhos para ver peça interativa e gratuita no Itaú Cultural, na Avenida Paulista (Foto: Divulgação/Renato Mangolin)Pais poderão levar filhos para ver peça interativa e gratuita no Itaú Cultural, na Avenida Paulista (Foto: Divulgação/Renato Mangolin)
A cidade de São Paulo tem muitas opções para quem quer aproveitar o feriado do dia 12 de outubro com as crianças. Entre programas gratuitos e pagos, o G1 fez uma seleção de passeios ao ar livre e em locais fechados para os pais fazerem com os filhos.
Entre os destaques, estão as apresentações de dança contemporânea gratuita para crianças no Instituto Itaú Cultural, na Avenida Paulista, e também as atividades em diversos parques públicos da cidade. No Parque do Carmo, na Zona Leste, por exemplo, as crianças terão oito horas de atividades gratuitas, entre teatro, pinturas, danças, brincadeiras, contadores de histórias, apresentações musicais e atividades esportivas.
Veja abaixo opções de programação para curtir o Dia das Crianças na capital paulista.
Peças são gratuitas e acontecem às 16h no Itaú Cultural (Foto: Divulgação/Maura Carvalho)Peças são gratuitas e acontecem às 16h no Itaú
Cultural (Foto: Divulgação/Maura Carvalho)
Dança para Crianças
Entre os dias 12 e 14 de outubro, o Instituto Itaú Cultural receberá espetáculos de dança contemporâneos para crianças. O “Dança para Crianças” é gratuito e leva aos palcos historinhas coreografas por Denise Stutz e Felipe Ribeiro, da Meia Ponta Cia. de Dança e da Companhia Giz de Cena, sempre às 16h. No próprio Dia das Crianças, o espetáculo interativo “Espalha para Geral!” convida a plateia a participar da história de um menino que não sabe dançar e de uma menina que não conhece o mar. As peças são feitas com poesia, dança, música e vídeo.
Dança para Crianças
Quando: de 12 a 14 de outubro.
Horário: 16h
Onde: Sala Itaú Cultural – Instituto Itaú Cultural
Endereço: Avenida Paulista, 149.
Entrada franca (retirar ingresso com meia hora de antecedência).
Bailarinos contam a hsitória de uma terra desconhecida através da dança (Foto: Divulgação/João Mussolin)Bailarinos contam a hsitória de uma terra selvagem
através da dança (Foto: Divulgação/João Mussolin)
Balé da Cidade de São Paulo
Para os pais e filhos que gostam de teatro e dança, um bom programa para o Dia das Crianças é a apresentação do espetáculo “Terra Papagallis”, no Auditório Ibirapuera. Na peça, 15 bailarinos da companhia Balé da Cidade de São Paulo que, através da dança, contam a história de uma menina que naufraga em uma terra desconhecida e cheia de animais, como papagaios, onças e insetos. O espetáculo cheio de cores tem como objetivo manter o encantamento das crianças com a floresta e os animais brasileiros.
Terra Papagallis
Quando: de 12 a 14 de outubro
Horário: 16h
Onde: Auditório Ibirapuera
Endereço: Avenida Pedro Álvares Cabral, s/n, (Portão 2 do Parque do Ibirapuera)
Entrada franca (distribuição de ingressos uma hora e meia antes da apresentação)
Parque na Zona Leste terá apresentações musicais e aulas de circo (Foto: Divulgação)Parque na Zona Leste terá apresentações
musicais e aulas de circo (Foto: Divulgação)
Dia das Crianças no Parque
O Parque do Carmo, na Zona Leste, vai aproveitar o feriado para comemorar o Dia das Crianças com um evento especial. Ao todo, serão oito horas de atividades gratuitas, entre teatro, pinturas, danças, brincadeiras, contadores de histórias, apresentações musicais e esportes. Uma série de brinquedos infláveis vão estar espalhados pelo parque, bem como oficinas ecológicas e espaços de aulas de circo. Durante a tarde, o evento ainda vai contar com um show de cachorros da Turma do Agility.
Dia das Crianças no Parque 
Quando: 12 de outubro
Horário: das 9h às 17h
Onde: Parque do Carmo
Endereço: Av. Afonso Sampaio e Souza, 951, Itaquera
Entrada Franca
Memorial da América Latina vai sediar parque no final de semana (Foto: Douglas Cometti/Folhapress)Memorial da América Latina vai sediar parque no
fim de semana (Foto: Douglas Cometti/Folhapress)
1º Parque da Criança no Memorial
A Fundação Memorial da América Latina recebe nos dias 12, 13 e 14 de outubro o 1º Parque da Criança, que deve reviver programas infantis antigos, como o festival da Criança, feito no Playcenter. Nos três dias de programação, o evento contará com a apresentação de 18 peças teatrais, como “Cocoricó – O Musical”, “O Mágico de Oz”, “A Pequena Sereia”, um parque com brinquedos infláveis, brinquedoteca, oficinas artísticas, apresentação de filmes e animações, entre outras atividades.
1º Parque da CriançaQuando: de 12 a 14 de outubro
Horário: das 11h às 20h
Onde: Memorial da América Latina
Endereço: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664, Barra Funda
Ingressos: R$ 58 (inteira) / R$ 29 (meia) (vendas no site do Ingresso Rápido)
Parque terá apresentações musical e de kung fu nesta sexta-feira (Foto: G1)Parque terá apresentações musical e de Kung-Fu
nesta sexta-feira (Foto: G1)
Dia das Crianças no Parque Linear Tiquatira
Também na Zona Leste, as crianças vão poder aproveitar a programação especial do Parque Linear Tiquatira, na Penha, durante a sexta-feira. As atividades vão desde oficina de reciclagem, até apresentação de música instrumental dançante e exibição artística de Kung-Fu. Há também uma feira de artesanato, uma pista de skate e de bicicross, e ciclofaixa para que os pais possam aproveitar o dia ao ar livre com os filhos.
Dia das Crianças no Parque Linear Tiquatira
Quando: 12 de outubro
Horário: a partir das 9h30
Onde: Praça de Eventos do Parque Linear Tiquatira
Endereço: Avenida Governador Carvalho Pinto, s/n, Penha
Entrada Franca
Boom Kids Festival
A casa de shows Via Funchal, na Vila Olímpia, vai sediar o Boom Kids Festival, um evento com brinquedos e apresentações voltadas para o público infantil. As crianças terão direito a Pula-pula, malabares, pinturas, balões e comidinhas diversas. Além disso, as atrações incluem um show da Turma da Mônica, a apresentação do espetáculo “A Aventura dos Piratas”, com os integrantes do Lazy Town, e a cantora Giovanna Vampesi. O evento contará também com a participação de uma trupe circense que animará os participantes na recepção do público e durante os intervalos dos shows.
Boom Kids Festival
Quando: 12 de outubro
Horário: a partir das 15h30
Onde: Via Funchal
Endereço: R. Funchal, 65, Vila Olímpia
Ingressos: de R$ 80 a R$ 170 (bilheteria no local ou pelo site da casa de shows)
Crianças poderão descobrir histórias do Sítio em dia interativo (Foto: Divulgação/ Espaço Temático)Crianças poderão descobrir histórias do Sítio em
dia interativo (Foto: Divulgação/ Espaço Temático)
Sítio do Pica Pau Amarelo, Mairiporã
Durante o dia todo, os visitantes poderão acompanhar os personagens do conto infantil em atividades realizadas nas bases temáticas que recriam os ambientes originais da obra. A programação especial contará ainda com oficinas lúdicas de jardinagem, culinária, reciclagem e construção de pipas, com a participação da Emília, Narizinho, Pedrinho e seus amigos. No espaço são recriados os cenários da Gruta da Cuca, da Casa da Dona Benta, do Laboratório do Visconde, da Cabana do Tio Barnabé e do Reino das Águas Claras.
Sítio do Pica Pau Amarelo, Mairiporã
Quando: 12 de outubro
Horário: das 9h30 às 17h
Onde: Espaço Temático Sítio do Picapau Amarelo
Endereço: Estrada Armando Barbosa de Almeida, 8035 – Caceia, Mairiporã
Ingressos: Adultos - R$ 110,00 Crianças - R$ 95,00

Espaço vai ter oficinas e atrações especiais para Dia das Crianças (Foto: Divulgação/SP Diversões)Espaço vai ter oficinas e atrações especiais para
Dia das Crianças (Foto: Divulgação/SP Diversões)
SP Diversões
De 12 a 14 de outubro, o SP Diversões, na Zona Oeste da capital, preparou uma programação especial para tornar a comemoração do Dia das Crianças mais animada. A principal atração é o chamado Cine Action 6D, uma cabine de cinema que promete exibições de filmes em seis dimensões. Oficinas de escultura de balões, pintura de rosto e sorteio de brindes especiais também fazem parte da programação. O espaço também tem 18 pistas de bolice, pista de kart e mais de 150 opções de brinquedos e jogos eletrônicos. Para os menores, há os tradicionais carrossel e a mini montanha russa.
SP Diversões
Quando: de 12 a 14 de outubro
Horário: Das 12h às 4h
Onde: SP Diversões
Endereço: Rua Santa Rosa Junior, 189, Butantã
Ingressos: Entrada gratuita até as 18h; depois, R$ 4.
parque_ibirapuera (Foto: Divulgação/SVMA)Parque vai ter programação para Dia das Crianças
(Foto: Divulgação/SVMA)
Parque do Ibirapuera
No Dia das Crianças, os pequenos poderão participar de oficinas de reciclagem e do lançamento do programa Meu Prato Saudável, que vai acontecer no Parque do Ibirapuera, das 9h às 17h. O evento vai ter avaliação nutricional, distribuição de cartilhas, realização de jogos e dinâmicas com atores mirins e personagens da Turma da Mônica. Já os pais contarão com avaliação nutricional para adultos, além de exames grátis e atividades para interagir com os filhos.

Meu Prato Saudável

Quando: 12 de outubro
Horário: Das 9h às 17h
Onde: Parque do Ibirapuera
Endereço: Avenida Pedro Álvares Cabral, s/n
Entrada franca
Museu da Língua Portuguesa está entre os mais visitados da América Latina 2 (Foto: Divulgação / Museu da Língua Portuguesa)Museu terá programação especial neste Dia das
Crianças (Foto: Divulgação / Museu da Língua
Portuguesa)
Museu da Língua PortuguesaAs crianças que forem ao museu, que fica na Praça da Luz, nesta sexta-feira, poderão participar de oficinas que prometem potencializar e estimular a criatividade delas. Os pequenos poderão descobrir as origens das palavras e curiosidades sobre elas. Os ingressos custam R$ 6 e dão direito também à visita ao acervo. A oficina "Palavras Animais" também acontecerá no sábado e no domingo.

Museu da Língua Portuguesa
Quando: 12, 13 e 14 de outubro
Horário: Das 10h às 18h
Onde: Praça da Luz, Centro
Entrada: R$ 6 - aos sábados, a entrada é gratuita
Museu terá jogos educativos e oficinas para os pequenos (Foto: Divulgação/Museu do Futebol)Museu terá jogos educativos e oficinas para os
pequenos (Foto: Divulgação/Museu do Futebol)
Museu do Futebol
O Museu do Futebol preparou ações especiais para comemorar o Dia das Crianças. Para receber o público mirim e também os adultos, o Museu oferecerá jogos educativos relacionados ao tema futebol e também oficinas de futebol de mesa. na brincadeira “Qual Jogador Sou Eu?”, o visitante é convidado a testar sua memória sobre jogadores, goleiros e treinadores que fizeram e ainda fazem a história do futebol nacional.

Dia das Crianças no Museu do Futebol

Quando: 12, 13 e 14 de outubro
Onde: Museu do Futebol
Endereço: Praça Charles Miller, s/n
Ingressos: R$ 6 (inteira) /R$ 3 (meia)
Programação: dias 12, 13 e 14 de outubro - Jogos educativos: das 11h às 12h30 e das 14h às 15h30 / dias 12 e 13 de outubro - Oficinas de futebol de botão: das 9h às 12h e das 13h às 16h
Sesc Pompeia
A programação para o Dia das Crianças no Sesc Pompeia acontece nos dias 12, 13 e 14 de outubro, com atividade do grupo acrobático Fratelli, as estripulias do palhaço Gil Caetano, da Cia Estripulias Imagináveis e do mágico Julyano Kampos, com seu show “Mágicas de Pertinho”. As atrações são gratuitas.
SESC Pompeia
Quando: 12, 13 e 14 de outubro
Horário: variados
Onde: Sesc Pompeia
Endereço: Rua Clélia, 93
Entrada franca
- Acrobático Fratelli - Bichos Muito Loucos / Nas passarelas e paredes do Conjunto Esportivo e Deck, às 17h30
- Mágicas de Pertinho / Área de Convivência, às 11h; 13h30; 16h
- Estripulias Imagináveis / Área de Convivência, Rua Central e Deck, às 10h; 12h30; 15h
Palavra Cantada E Osesp - Concertos a preços populares
Em uma parceria inédita, a Osesp e a Palavra Cantada apresentam uma programação especial para a Semana das Crianças. São quatro concertos a preços populares, com a participação dos sopros (madeiras e metais), harpa e percussão da Orquestra, além do Coro Infantil da Osesp e do Coral Infantil da Palavra Cantada.
Palavra Cantada E Osesp
Quando: 12 e 13 de outubro
Horário: às 11h e às 16h30
Onde: Sala São Paulo
Endereço: Rua Júlio Prestes, 16
Ingressos: R$ 15 (aposentados, pessoas acima de 60 anos, estudantes e professores da rede pública têm 50% de desconto, mediante comprovação)
Galinha Pintadinha
Para celebrar o Dia das Crianças, todas as apresentações da Galinha Pintadinha em outubro terão valores promocionais a partir de R$ 50. No dia 12 de outubro, haverá sessões especiais às 15h e 17h. As apresentações acontecem no Teatro das Artes.
Galinha Pintadinha
Quando: até 25 de novembro (Dia 12 de outubro haverá sessão especial – 15h e 17h)
Horários: sábado e domingo, às 15h e às 17h
Onde: Teatro das Artes – Shopping Eldorado
Endereço: Avenida Rebouças, 3970 – 3º piso
Preço promocional em outubro: a partir de R$ 50
Shows de Mágica no Catavento Cultural e Educacional
O mágico Edoo realiza espetáculo cheio de humor e diversão no auditório do Catavento Cultural nos dias 12, 13 e 14 de outubro. Serão duas apresentações diárias, uma às 14h e outra às 16h.
Shows de Mágica no Catavento Cultural e Educacional
Quando: 12, 13 e 14 de outubro
Horários: às 14h e às 16h
Onde: Palácio das Indústrias
Endereço: Praça Cívica Ulisses Guimarães, s/no (Av. Mercúrio), Parque Dom Pedro II
Entrada: show – gratuito / Museu R$ 6 e meia-entrada para estudantes, idosos e portadores de deficiência
Maratona Infantil no MIS - Museu da Imagem e do Som
Quando: 14 de outubro
Horário: das 10h às 17h30
Onde: Área externa do MIS, Auditório LABMIS, Auditório MIS e Espaço Expositivo
Endereço: Avenida Europa, 158 – Pinheiros
Entrada franca
Programação
- 10h às 17h: Intervenções circenses
- 10h às 11h, 13h às 14h e 15h às 16h: Oficina "Detalhe Fotográfico"
- 10h às 11h e 14h às 15h: Contação de histórias
- 11h às 12h e 14h às 15h: Espetáculo "Poemas para brincar"
- 12h às 13h e 15h às 16h: Espetáculo "Esperando Gordô"
- 16h30 às 17h30: Espetáculo "Chapeuzinho Vermelho"
Folclore e cultura popular na Casa das Rosas
Quando: 13 de outubro
Horário: 14h (A Moça de Bambuluá); 15h30 (Sarauzinho da Casa)
Onde: Casa das Rosas
Endereço: Avenida Paulista, 37 - Bela Vista
Entrada franca
Dia das Crianças no Museu da Casa Brasileira
Quando: 12 de outubro
Horários: 11h (Show: Brasileirinhos 2); 14h30 (Oficina: Bicho de fantoche, brincadeira de bicho)
Onde: Museu da Casa Brasileira
Endereço: Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2705, Jardim Paulistano
Entrada franca
Circo Zanni
Quando: a partir de 12 de outubro (estreia às 17h)
Horários: sexta-feira, às 20h30; sábado, às 17h e 20h30; domingo, às 17h e 19h30
Onde: Memorial da América Latina
Endereço: Avenida Auro Soares de Moura Andrade, 664
Bilheteria no próprio local, aberta 2h antes do início de cada espetáculo
Ingressos: sexta-feira – R$ 15 (preço único); sábado, domingo e feriado – R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)