domingo, 7 de outubro de 2012

Vamos começar com um TETO: Por uma sociedade justa e sem pobreza





Publicado em 25/07/2012 por 
Colaborando, seu nome será gravado em um prego que vai erguer uma casa emergencial no lugar de um barraco. Uma forma de você estar na casa e na vida de uma família.
Doe: www.teto.org.br/pregos



http://www.teto.org.br/brasil/







O QUE É TETO

TETO é uma or­ga­ni­zação pre­sente na Amé­rica La­tina e Ca­ribe, que busca su­perar a si­tu­ação de po­breza em que vivem mi­lhões de pes­soas nas co­mu­ni­dades pre­cá­rias, através da ação con­junta de seus mo­ra­dores e jo­vens vo­lun­tá­rios.
TETO tem a con­vicção de que a po­breza pode ser su­pe­rada de­fi­ni­ti­va­mente se a so­ci­e­dade em con­junto re­co­nhecer que este é um pro­blema pri­o­ri­tário e tra­ba­lhar ati­va­mente para re­solvê-lo.
Por isso, TETO possui três ob­je­tivos es­tra­té­gicos:
(1) O fo­mento ao de­sen­vol­vi­mento co­mu­ni­tário em co­mu­ni­dades pre­cá­rias, através de um pro­cesso de for­ta­le­ci­mento da co­mu­ni­dade, que de­sen­volva li­de­ranças va­li­dadas e re­pre­sen­ta­tivas, e que es­ti­mule a or­ga­ni­zação e par­ti­ci­pação de mi­lhares de mo­ra­dores de co­mu­ni­dades para a ge­ração de so­lu­ções para os seus pro­blemas. O de­sen­vol­vi­mento co­mu­ni­tário é con­si­de­rado o eixo trans­versal da in­ter­venção do TETO.
(2) A pro­moção da cons­ci­ência e ação so­cial, com ên­fase es­pe­cial na for­mação mas­siva do vo­lun­ta­riado crí­tico e pro­po­si­tivo, tra­ba­lhando em campo com os mo­ra­dores das co­mu­ni­dades e en­vol­vendo di­fe­rentes atores da so­ci­e­dade no de­sen­vol­vi­mento de so­lu­ções con­cretas para er­ra­dicar a po­breza.
(3) In­ci­dência em po­lí­tica, que pro­mova as mu­danças es­tru­tu­rais ne­ces­sá­rias para que a po­breza não con­tinue avan­çando e di­minua ra­pi­da­mente.
TETO em nú­meros – Amé­rica La­tina
85.000 fa­mí­lias de co­mu­ni­dades pre­cá­rias tra­ba­lharam em con­junto com os vo­lun­tá­rios na cons­trução de casas de emer­gência.
500.000 vo­lun­tá­rios mo­bi­li­zados na Amé­rica La­tina para acabar com a po­breza e a ex­clusão.
452 postos de tra­balho im­ple­men­tados em co­mu­ni­dades pre­cá­rias.
8.600 mo­ra­dores ca­pa­ci­tados em ofí­cios.
344 sedes co­mu­ni­tá­rias cons­truídas em co­mu­ni­dades pre­cá­rias.
15.000 cri­anças que vivem em co­mu­ni­dades pre­cá­rias par­ti­ci­param de pro­gramas edu­ca­ci­o­nais.
3.310 mo­ra­dias de­fi­ni­tivas  mo­ra­dias de­fi­ni­tivas en­tre­gues.



HISTÓRIA

Em 1997 um grupo de jo­vens co­meçou a tra­ba­lhar pelo sonho de su­perar a si­tu­ação de po­breza em que vi­viam mi­lhões de pes­soas. O sen­tido de ur­gência nas co­mu­ni­dades pre­cá­rias os mo­bi­lizou mas­si­va­mente a cons­truir mo­ra­dias de emer­gência em con­junto com as fa­mí­lias que vi­viam em con­di­ções ina­cei­tá­veis e a focar sua energia em busca de so­lu­ções con­cretas para os pro­blemas que as co­mu­ni­dades en­fren­tavam a cada dia.
Esta ini­ci­a­tiva se con­verteu em um de­safio ins­ti­tu­ci­onal que hoje é com­par­ti­lhado em todo o con­ti­nente. Desde o início no Chile, se­guido por El Sal­vador e Peru, TETO em­pre­endeu uma ex­pansão e após 15 anos mantém ope­ração em 19 países da Amé­rica La­tina: Ar­gen­tina, Bo­lívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, Gua­te­mala, Haiti, Hon­duras, Mé­xico, Ni­ca­rágua, Pa­namá, Pa­ra­guai, Re­pú­blica Do­mi­ni­cana, Uru­guai e Ve­ne­zuela.




MODELO DE INTERVENÇÃO

in­ter­venção co­mu­ni­tária do TETO é fo­cada nas co­mu­ni­dades pre­cá­rias mais ex­cluídas, sendo seu prin­cipal motor a ação con­junta de seus mo­ra­dores e jo­vens vo­lun­tá­rios, os quais tra­ba­lham para gerar so­lu­ções con­cretas para o pro­blema da po­breza. TETO es­ti­mula um pro­cesso con­tínuo de for­ta­le­ci­mento da co­mu­ni­dade, con­si­de­rando o de­sen­vol­vi­mento co­mu­ni­tário como eixo trans­versal da in­ter­venção.
A fase ini­cial desse pro­cesso con­siste na en­trada nas co­mu­ni­dades pre­cá­rias e no de­sen­vol­vi­mento de um di­ag­nós­tico, no qual são iden­ti­fi­cadas e ca­rac­te­ri­zadas as con­di­ções de vul­ne­ra­bi­li­dade dos mesmos. Os jo­vens vo­lun­tá­rios têm um pri­meiro con­tato com a re­a­li­dade que se vive nas co­mu­ni­dades, tra­ba­lhando em campo para o de­sen­vol­vi­mento do di­ag­nós­tico e para in­cen­tivar a li­de­rança de mo­ra­dores, que pro­movam a or­ga­ni­zação, par­ti­ci­pação e cor­res­pon­sa­bi­li­dade da co­mu­ni­dade em todo o pro­cesso.
Em uma se­gunda fase, como res­posta às ne­ces­si­dades iden­ti­fi­cadas na co­mu­ni­dade, são im­ple­men­tadas so­lu­ções nas áreas de mo­radia (ha­bi­ta­bi­li­dade), edu­cação, tra­balho e ou­tras que re­solvam os pro­blemas exis­tentes. Estas so­lu­ções são de­sen­vol­vidas através de um tra­balho con­junto entre vo­lun­tá­rios e mo­ra­dores, po­ten­ci­a­lizam ca­pa­ci­dades in­di­vi­duais e co­le­tivas de au­to­gestão na co­mu­ni­dade, e en­volvem os jo­vens vo­lun­tá­rios em um pro­cesso de sen­si­bi­li­zação e cons­ci­en­ti­zação em torno da po­breza e suas causas, que os levem a atuar e se mo­bi­lizar para gerar mu­danças reais.
Dentro desta fase, des­taca-se a cons­trução de casas de emer­gência, que res­ponde a uma ne­ces­si­dade que é pri­o­ri­tária e ur­gente na mai­oria dos co­mu­ni­dades pre­cá­rias e que gera vín­culos de con­fi­ança entre os vo­lun­tá­rios e a co­mu­ni­dade, por ser uma so­lução con­creta, tan­gível e re­a­li­zável em curto prazo. A casa de emer­gência do TETO é um mó­dulo pré-fa­bri­cado de 18 me­tros qua­drados, que se cons­trói em dois dias, com a par­ti­ci­pação mas­siva de jo­vens vo­lun­tá­rios e fa­mí­lias da co­mu­ni­dade. O pro­cesso de cons­trução gera um en­contro entre estas duas re­a­li­dades, pro­mo­vendo uma re­flexão crí­tica e pro­po­si­tiva frente a po­breza. Este pro­cesso se re­a­liza com um en­foque co­mu­ni­tário, que pro­move a or­ga­ni­zação e par­ti­ci­pação da co­mu­ni­dade.
Apro­fun­dando este pro­cesso de for­ta­le­ci­mento da co­mu­ni­dade, im­ple­mentam-se as cha­madas Mesas de Tra­balho, uma ins­tância de reu­nião, diá­logo e dis­cussão entre lí­deres co­mu­ni­tá­rios e jo­vens vo­lun­tá­rios, na qual se iden­ti­ficam pos­sí­veis so­lu­ções para as ne­ces­si­dades pri­o­ri­tá­rias. O TETO se con­centra na im­ple­men­tação de planos de edu­cação; planos re­la­ci­o­nados ao tra­balho e ao fo­mento pro­du­tivo, tais como ca­pa­ci­tação em ofí­cios bá­sicos e for­ne­ci­mento de mi­cro­cré­ditos para o de­sen­vol­vi­mento de em­pre­en­di­mentos; e busca a vin­cu­lação a redes para poder de­sen­volver ou­tros pro­gramas que res­pondam aos ob­je­tivos das co­mu­ni­dades e con­tri­buam para a ge­ração de so­lu­ções in­te­grais.
Como ter­ceira fase da in­ter­venção, pro­move-se a im­ple­men­tação de so­lu­ções de­fi­ni­tivas nas co­mu­ni­dades pre­cá­rias, como a re­gu­la­ri­zação da pro­pri­e­dade, a ins­ta­lação (ou re­gu­la­ri­zação) ser­viços bá­sicos, mo­radia de­fi­ni­tiva, in­fra­es­tru­tura co­mu­ni­tária e de­sen­vol­vi­mento local. O TETO ar­ti­cula e vin­cula mo­ra­dores de co­mu­ni­dades or­ga­ni­zadas a ins­ti­tui­ções do go­verno para exigir seus di­reitos.















O que é o TETO?
TETO é uma organização presente na América Latina e Caribe, que busca superar a situação de pobreza em que vivem milhões de pessoas nas comunidades precárias, através da ação conjunta de seus moradores e jovens voluntários.Com a implementação de um modelo de intervenção focado no desenvolvimento comunitário, TETO busca, através da execução de diferentes planos, construir uma sociedade justa e sem pobreza, onde todas as pessoas tenham a oportunidade de desenvolver suas capacidades e possam exercer plenamente seus direitos.
Qual é o principal objetivo do TETO?
O principal objetivo do TETO é superar a pobreza e, como dito em sua visão, ter uma sociedade justa e sem pobreza, onde todas as pessoas tenham oportunidades para desenvolver suas capacidades e possam exercer plenamente seus direitos.
“TETO” é o mesmo que “Um Teto para meu País”?
Sim. Somos a mesma instituição que passou por uma série de mudanças internas, desde uma etapa de fundação a uma etapa de consolidação, graças à reconfiguração da identidade e da cultura organizacional, que se buscou representar por uma mudança de imagem.
Que definição utilizam para comunidades precárias?
O TETO define comunidade precária como um grupo de 8 ou mais famílias que vivem em um terreno que possui uma situação irregular em termos legais e que carece de pelo menos um serviço básico, como eletricidade, água e esgoto.
Estão vinculados ou são parte da igreja católica?
O TETO nasceu como uma iniciativa de jovens voluntários apoiada de perto pela Companhia de Jesus, e mesmo que dentro da organização exista a figura do Capelão, cargo ocupado por Cristián del Campo SJ, a Igreja Católica não possui nenhuma influência no trabalho que o TETO realiza nas comunidades. No TETO, todas as pessoas que tenham diferentes crenças, culturas e orientação sexual podem participar sem serem discriminadas.
Estão vinculados a algum partido político?
Não. O TETO é uma organização apartidária, mas que através de todo o trabalho dos moradores e voluntários busca fazer política e gerar incidência, com o objetivo de mudar a situação de pobreza em que vivem milhões de pessoas no continente.
Em que países estão presentes?
O TETO está presente em 19 países da América Latina: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Costa Rica, Colômbia, Equador, El Salvador, Guatemala, Haiti, Honduras, México, Nicarágua, Paraguai, Panamá, Peru, República Dominicana, Uruguai e Venezuela.
2. MODELO INTERVENÇÃO COMUNITÁRIO
Qual é o enfoque do modelo de intervenção do TETO?
A intervenção comunitária do TETO tem como foco as comunidades precárias mais excluídas, sendo seu motor essencial a ação conjunta de seus moradores e jovens voluntários, que trabalham para gerar soluções concretas à problemática da pobreza. TETO impulsiona o processo contínuo de fortalecimento da comunidade, considerando o desenvolvimento comunitário como o eixo transversal da intervenção.
Quem pode ter acesso aos planos e programas do TETO?
Todas as famílias que vivem em comunidades que queiram trabalhar com o TETO podem ter acesso, propor e participar dos programas do modelo de intervenção que a organização oferece.
Como é a participação real das famílias em toda a implementação de seu modelo?
As famílias das comunidades participam desde o primeiro momento de nossa intervenção, já que são elas mesmas que se organizam para que o TETO comece a intervenção junto a elas.
3. VOLUNTARIADO
Quem são os voluntários do TETO?
Um voluntário do TETO é aquele que se compromete com a realidade de seu país e tem a convicção de que superar a pobreza é possível.
Ser voluntário do TETO é trabalhar nas comunidades precárias, lado a lado com as pessoas que vivem em condições inaceitáveis, é se sensibilizar com a realidade do outro, é tomar consciência sobre as causas estruturais que produzem a pobreza e as atitudes que contribuem para mantê-la, é atuar e se mobilizar para gerar soluções e mudanças reais.O voluntariado é um mecanismo de participação cidadã, que busca a mobilização e o envolvimento de jovens e de todos os atores da sociedade.
O que os caracteriza?
Os voluntários do TETO se caracterizam por serem jovens que possuem uma grande convicção de que se pode gerar uma mudança em seus países e superar a pobreza no continente. Estão comprometidos com as famílias das comunidades com as quais trabalham.
O que o TETO pede a seus voluntários?
O TETO espera que os voluntários estejam comprometidos com o trabalho que vão realizar nas comunidades e que este seja contínuo, isto é, se assumirem um compromisso, que ele seja tomado com profissionalismo, cumprindo com tudo o que ele implica.
Quem pode ser voluntário?
Mesmo que todas as pessoas que desejam possam ser voluntárias do TETO, nosso foco está nos jovens de até 30 anos. Todas as nossas campanhas de captação de voluntários se realizam em faculdades/universidades.
O que buscam com seus voluntários?
No TETO se trabalha com três eixos na Formação do voluntariado, que têm a ver com:
o   Pessoal: entendimento da pobreza, suas causas e consequências, compromisso com esta realidade, coerência nas ações dos voluntários.
o   Técnica: conhecimento do modelo de intervenção e de suas ferramentas, atitude de denúncia, investigação e conhecimento do sistema político e social do país.
o   Cidadania: fortalecimento da democracia, participação cidadã focada nos direitos humanos.
Em quais datas têm atividades?
As distintas atividades que se realizam nas comunidades correspondem aos planejamentos próprios dos países, portanto, para saber as atividades do país em que reside, entre em contato com o escritório local.
Como posso participar?
Inscrevendo-se no site de seu país e preenchendo o formulário disponibilizado. Se você não tem tempo, mas quer de toda maneira colaborar com o trabalho do TETO, pode tornar-se sócio na seção “Faça sua doação” e contribuir mensalmente com uma quantia em dinheiro.
4. FINANCIAMENTO
Como se financiam?
Através de diferentes alianças com empresas, cooperação internacional, indivíduos que contribuem doando ao plano de sócios e com a realização de diferentes campanhas e eventos de arrecadação.
Quais são seus principais parceiros?
Os principais parceiros do TETO são o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) através do Fundo Multilateral de Investimentos, a agência Burson&Marsteller, o BCG, a auditoria Deloitte e a agência Young & Rubicam.
Como posso contribuir?
Você pode contribuir através da seção “Faça sua doação” no site do TETO. Se quiser entrar em contato conosco, pode enviar um e-mail para recursos.brasil@teto.org.br.

info.brasil@teto.org.br
(11) 2366-5053/3675-3287
rua Artur Riedel,99 - São Paulo

sábado, 6 de outubro de 2012

Vídeo da Hora do Planeta 2013


Apagão | 05/10/2012 10:56

WWF divulga vídeo da Hora do Planeta 2013 ao som de Guetta

O apagar mundial das luzes acontecerá no sábado 23 de março, com o objetivo de mobilizar a sociedade em torno da luta contra o aquecimento global




Reprodução/You Tube
Menina segurando vela na campanha Hora do Planeta
Na edição 2012, o evento foi abraçado por mais de 7 mil cidades em 152 países
São Paulo – A Hora do Planeta 2013 já tem data e hora marcadas: sábado, 23 março, das 20h30 às 21h30. O grupo WWF divulgou o vídeo oficial do evento, que traz trilha sonora do DJ e produtor francês, David Guetta. Ao som da música “Without You”, o filme reúne alguma das melhores imagens da celebração de 2012 e introduz o novo tema da Hora do Planeta, “Eu vou se você for” (do inglês, I will if you will).
O vídeo começa e termina com imagens inspiradoras do nosso mundo feitas pela Estação Espacial Internacional, um lembrete visual e emotivo daquilo que nos une a todos - o planeta Terra. Co-fundador e CEO da Hora do Planeta, Andy Ridley diz que a nova campanha reflete o próximo passo em direção a uma comunidade global interconectada, que compartilha as oportunidades e desafios de um futuro sustentável.
“O vídeo mostra como cada indivíduo pode se tornar a inspiração para sua própria família, amigos e colegas, comunicando o que eles estão dispostos a fazer para salvar o meio ambiente", diz.
O apagar das luzes é um ato simbólico que a Hora do Planeta estabeleceu para sinalizar aos governantes do mundo sobre a necessidade urgente de colocar em prática ações contra o aquecimento global. A campanha começou 2007 a partir de uma iniciativa da cidade de Sidney, na Austrália, e vem crescendo para se tornar a maior ação voluntária pelo planeta.
Na edição 2012, o evento foi abraçado por mais de 7 mil cidades em 152 países nos sete continentes. Ao todo, 133 cidades brasileiras aderiram ao movimento, que este ano contou com a participação de todas as capitais do país. Nas cidades que participaram do evento, 580 monumentos tiveram suas luzes apagadas.

Gasolina é quase de graça, mas não tem água potável nas edificações da Venezuela!


Apenas dez dias em Caracas e Isla Margarida não são conclusivos, mas infelizmente, os indícios da "insustentabilidade" foram muito fortes...







Parque Generalísimo Francisco de Miranda (ex-Parque Del Este) em Caracas
de autoria de Burle Marx
Fotos: Parquessustentáveis


Planta do parque del Este, o principal trabalho de Burle Marx fora do Brasil. 
Fonte: Fernando Serapião Saiba mais: http://www.arcoweb.com.br/artigos/fernando-serapiao-parque-del-23-10-2008.html




 Fotos: Parquessustentáveis























Parque Nacional Laguna de La Restinga - Isla Margarita









Incrível: A gasolina é quase de graça, mas não tem água potável nas edificações da Venezuela! 


Para beber ou cozinhar: Só água mineral engarrafada...


Detalhe da água não potável para descarga de sanitários...e não tem captação de água de chuva, reciclagem ou educação ambiental...Estão na década de 80...




Sem comentários...




A agência de viagem...Caraca! Nada sustentável!

A começar pela agência de viagens Ávilatutur , que lhe cabe perfeitamente a propaganda "la garantia soy yo!": Foi um total desastre devido à falta de preparo e compromisso para atender turistas brasileiros e "chinos", como são denominados os asiáticos por lá. 
Em que pese a situação economica da Venezuela, fomos literalmente enganados, desprezados, abandonados, ignorados, discriminados nos 10 dias de estadia...destacando a péssima qualidade (ou será amadorismo?) dos serviços prestados pela equipe venezuelana desta empresa Ávilatutur, com filial em São Paulo. 
O Hotel La Floresta de Caracas (*) e Hotel Puerta Del Sol Porlamar (***) em Isla Margarita,  indicados pela empresa são de categoria muuuito inferior e o atendimento foi pior ainda para nós, brasileiros "chinos", chegando à discriminação.
O transporte da Ávilatutur eram terceirizados com veículos improvisados, sem guias turísticos, equipe de suporte e de passeio de jipe "meia boca", com banheiros sem água ou papel, comida ruim e descortesia da equipe Ávilatutur. 

Conclusão: Foi a pior viagem que fizemos. A Ávilatutur é "chinfrim", não é confiável e não recomendo nem para turismo ecológico. A referência do melhor deles, para nós é o pior. Não são acolhedores, não dão retorno e nem conseguem resolver problemas. 
Os guias do catamarã nem tiraram nossas fotos para "recuerdos"...
Não tratam bem os brasileiros e odeiam asiáticos (e são parceiros da China... dá para entender?).
Não recomendo!  Nada sustentável!.



Protestos contra e a favor de Maduro registram ao menos três mortes na Venezuela

http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2014/02/1411342-protestos-contra-e-a-favor-de-maduro-registram-um-morto-na-venezuela.shtml


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Um suposto militante chavista, ex-membro da Polícia Municipal de Caracas (Policaracas), um estudante de comércio e um de direito morreram ontem durante enfrentamentos ocorridos em marcha realizada na capital da Venezuela, Caracas, no chamado Dia da Juventude.
O confronto eleva a tensão no país e pode levar a retaliação do governo contra opositores, uma vez que o ex-policial era um líder importante do chavismo.
A passeata no centro da cidade, que reuniu milhares de pessoas, foi organizada por estudantes para reivindicar mais segurança no país. Também pediam a libertação de estudantes que haviam sido presos em protestos recentes.
O presidente do Parlamento da Venezuela, Diosdado Cabello, confirmou a morte do militante e atribuiu-a ao fascismo.
"O fascismo estava ali, ali no Ministério Público, e o estavam caçando, um camarada íntegro, lutador (...). Ele foi brutamente assassinado pelo fascismo", disse Cabello ao fazer o anúncio da morte durante uma cerimônia no Estado de Aragua (na região centro-norte do país).
O Ministério Público disse que o homem morto era um lutador revolucionário, que fazia parte de um grupo chavista do bairro 23 de Janeiro, um reduto tradicional do oficialismo venezuelano.
A data de 23 de janeiro remete à queda da ditadura de Marcos Pérez Jiménez, em 1958.
Segundo fontes oficiais, a vítima é Juan Montoya, 40, membro do Coletivo José Leonardo Pirela do 23 de Janeiro.

Protestos antigoverno na Venezuela

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Jorge Silva/Reuters
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Manifestantes jogam pedras contra os policias
De acordo com o relato do presidente da Assembleia, a morte ocorreu na zona oeste de Caracas, num local conhecido como Candelária, onde fica o Ministério Público, local terminou a marcha convocada pelos estudantes e pela oposição.
Em resposta à marcha antigovernista, apoiadores do governo também realizaram passeatas ontem.
O ex-integrante da Policaracas morreu em consequência de dois disparos, um na cabeça e um no peito, durante enfrentamentos entre membros armados dos Coletivos 23 de Janeiro e estudantes.
Esses coletivos são considerados controversos por se envolverem em episódios de violência e porque, para os críticos do governo, são grupos armados paraestatais, espécies de "milícias" governamentais.
Cabello aproveitou para pedir "calma e cordura" aos Coletivos de 23 de Janeiro, pois "isso é uma provocação da direita". Ele, no entanto, disse que "os assassinos deste camarada, deste compatriota, pagarão pelo ato".
A fala do presidente do Parlamento foi transmitida pela televisão estatal.
ATAQUES
Maduro, um ex-motorista de ônibus e sindicalista, afirmou que as manifestações pretendem destituí-lo do poder, apenas dez meses depois de ter assumido o cargo.
"Querem derrubar o governo legítimo que eu comando. Não vão poder, mas vão causar danos à Venezuela", disse Maduro durante um discurso na noite de terça-feira.
"Retratem-se a tempo, e depois, se não se retratarem, não se declarem perseguidos políticos, porque eu vou aplicar a lei e a Constituição com severidade absoluta contra golpistas, desestabilizadores e setores violentos", acrescentou.
Mas os manifestantes, na maioria estudantes, responderam com firmeza. "Quanto mais repressão, os estudantes seguirão mais e mais para a rua", disse a dirigente estudantil Tamy Suárez, em Caracas.
Em 2002, protestos massivos da oposição terminaram levando a um breve golpe de Estado que tirou do poder o falecido presidente Hugo Chávez por 36 horas, mas o líder voltou respaldado por um grupo leal do Exército e graças a partidários que inundaram as ruas pedindo a sua permanência no cargo. 

19/09/2012 - 12h51

Venezuela é o pior lugar do mundo para negócios, aponta pesquisa


DA FRANCE PRESSE, EM WASHINGTON
DE SÃO PAULO


Atualizado às 15h17.
A Venezuela é o pior lugar do mundo em termos de facilidade para se abrir uma empresa ou exercer a liberdade econômica, segundo um relatório sobre 144 nações divulgado nesta quarta-feira pelo liberal Instituto Cato.
O Brasil ocupa a 105ª posição, bem abaixo do Chile (10ª posição), o Paraguai (81ª posição) e o México (91ª), para citar somente seus pares latino-americanos. A Argentina está na 127ª posição.
Hong Kong lidera a lista da Liberdade Econômica, com nota 8,90 em uma escala de 0 a 10, segundo a metodologia deste instituto e com base em dados de 2010. Em seguida, estão Cingapura (8,69) e Nova Zelândia (8,36).
Os Estados Unidos, que costumava estar entre os primeiros colocados nos anos 1980, foi caindo até ficar na posição 18.
O instituto americano defende os postulados de economistas como Milton Friedman (1913-2006) ou o austríaco Friedrich Hayek (1899-1992), ambos Prêmios Nobel e partidários do máximo de liberdade econômica possível e de um papel limitado do Estado.
A Venezuela ostenta uma pontuação de 4,07 pontos.
Em penúltimo lugar, está Mianmar (4,29) e, em antepenúltimo, Zimbábue (4,35), ambos países sujeitos a sanções da comunidade internacional.
Venezuela, Argentina, Islândia e Estados Unidos registram as piores quedas na lista desde 2000, destaca o Instituto Cato.

RICO EM RECURSOS
"A Venezuela é um país rico em recursos e com as piores instituições econômica da América Latina", criticam os autores, que recordam que o Banco Mundial também situa este país no último lugar em seu índice anual sobre liberdade empresarial.
Para estabelecer sua lista, o Instituto Cato e os economistas associados ao projeto levam em conta 24 variáveis, agrupadas em cinco categorias: o peso do governo, o sistema legal, a política monetária e os dados econômicos, e a liberdade comercial e a regulação.
Na América Latina, os países mais livres economicamente são o Chile, o Peru, o Panamá, a Colômbia e o México.
"Comparados a outros países, a maioria das nações latino-americanas têm governos cujo porte é pequeno, mas seus sistemas legais estão politizados", explica o texto.

RANKING

Confira a posição das maiores economias

- Estados Unidos: 18º lugar
- Japão: 20º lugar
- Alemanha: 31º lugar
- França: 47º lugar
- Itália: 83º lugar
- México: 91º lugar
- Rússia: 95º lugar
- Brasil: 105º lugar
- China: 107º lugar
- Índia: 111º lugar
Fonte: Instituto Cato


04/10/2012 - 18h43

Venezuela reduz desigualdade, mas sofre com escalada da violência

ABRAHAM ZAMORANO
DA BBC MUNDO, EM CARACAS



Venezuela Vota
Ele gosta de ser chamado de Kevin. Tem 25 anos, mora em um subúrbio de Caracas, se autodenomina bandido e considera natural roubar e matar. "Isto é uma guerra de poder. É preciso se fazer respeitar. Se alguém faz algo louco, [como] um massacre, mata dois ou três com tiros na cara, o outro vê como exemplo e quer fazer algo pior", diz ele.

Kevin já não vive no bairro onde cresceu porque "ficou perigoso demais". "Havia gangues que matavam gente inocente, e nós começamos a nos defender. Por isso você se mete em problema: ou morre, ou mata."
O jovem é um dos muitíssimos venezuelanos que interiorizaram uma situação que mais se assemelha a um filme do velho oeste. Mas não se considera um dos "maus que gostam de matar inocentes".
Parte de uma família desestruturada, educado em áreas urbanas em que reinam as drogas e faltam condições de moradia, Kevin vive sob a certeza de que por muito tempo seus atos permanecerão impunes, apenas engordando as estatísticas que colocam a Venezuela entre os países mais perigosos da América Latina.
Não é à toa, portanto, que a insegurança seja um dos temas-chave da campanha eleitoral para o pleito presidencial que será disputado no próximo domingo, quando o presidente Hugo Chávez enfrentará nas urnas o opositor Henrique Capriles.

PROBLEMA
A Venezuela está mais perigosa e, ao mesmo tempo, menos desigual. Um recente estudo do braço de moradia das Nações Unidas apontou que o país tem a menor desigualdade de renda na América Latina. Sendo assim, o caso venezuelano parece mostrar que a origem da violência não é necessariamente a pobreza; ou, ao menos, que o fenômeno é muito mais complexo.
Não há estatísticas oficiais sobre violência nos últimos sete anos. A cifra mais recente é do ministro de Interior e Justiça, Tareck el Aissami, que falou em 48 homicídios a cada 100 mil habitantes em 2010. Mas o número é menor do que o fornecido pela ONG Observatório Venezuelano da Violência, que calcula que haja 57 homicídios para cada 100 mil pessoas no mesmo ano.
Chávez já admitiu que o problema é "grave" e reagiu com a criação do plano "Grande missão para toda a vida", prometendo prevenção, investimentos em forças de segurança e reforma judicial.
O presidente afirma que, nos seus 14 anos no poder, seu governo tem combatido a criminalidade por meio de programas de redução da pobreza. Mas reconheceu que "a Venezuela é um exemplo de que não bastam políticas sociais para reduzir os índices de violência criminal."
Mas afirma que o maior crescimento da criminalidade ocorreu na década de 90, "por culpa de políticas neoliberais".
DESIGUALDADE
Segundo a ONU, o índice de Gini (que mede a desigualdade) da Venezuela é de 0,41, o melhor da América Latina (quanto mais próximo de 1, maior a desigualdade). A taxa de pobreza urbana no país passou de 49% em 1999 para 29% em 2010. A taxa é um pouco menor que a do México (32%), país que, mesmo em plena "guerra contra o narcotráfico", registra uma taxa de homicídios muito menor, estimada em 18 a cada 100 mil habitantes.
Para Roberto Briceño, responsável pelo Observatório Venezuelano da Violência, a situação é "trágica".
"[A Venezuela] É o único país que, em 12 anos, triplicou a taxa de homicídios, sem haver guerras ou eventos 'espetaculares'. É trágico pela falta de resposta das autoridades e a falta de proteção aos cidadãos", afirmou, alegando que, no mesmo período, cidades como São Paulo e metrópoles colombianas reduziram suas taxas de homicídio.
Briceño afirma que, "ao considerar que a violência e o crime têm sua origem na pobreza e no capitalismo", o governo optou por "não se mostrar como repressivo" à criminalidade.
"A noção de que diminuir a pobreza reduzirá a violência é falsa, a explicação não está na desigualdade", opina. "A explicação está na institucionalidade, nas regras do jogo que regem a sociedade."
O "nível" de impunidade também contribui para esse cenário, diz ele. "Em 1998, para cada cem homicídios, houve 118 detenções. Em 2011, esse número caiu para nove. Isso quer dizer que a impunidade é total -em 91% dos casos, sendo otimista. Não há processos nem condenações. Não há motivos para não delinquir na Venezuela."



COEFICIENTE DE GINI DA VENEZUELA É 0,39...







Reeleito pela 3ª vez, Chávez deve nacionalizar bancos, indústria alimentícia e saúde

Lourival Sant´Anna analisa a campanha intensa do presidente da Venezuela, que lhe deu nova vitória, mas ressalta desempenho da oposição. Eleição venezuelana representa sobrevida ao governo cubano.


24/05/2013 - 23h21

Capriles lamenta piadas sobre falta de papel higiênico na Venezuela



"Somos uma piada nos outros países. Já me ligaram de outros países para me perguntar, surpresos, porque não entendem como é que agora não se consegue papel higiênico na Venezuela. Eu não tenho como explicar isso", disse Capriles em um comício na cidade de Barquisimeto (oeste).

Há quase um mês, o papel higiênico sumiu das prateleiras dos supermercados de todo o país, devido a uma baixa na produção e nas importações. O problema foi debatido pelo primeiro escalão do governo venezuelano, seguido pelo anúncio do Ministério do Comércio da importação de 39 milhões de rolos.

A operação foi discutida e aprovada na Assembleia Nacional na última terça.

Para Capriles, as importações do governo não vão resolver o problema, porque a Venezuela conta com uma população de pouco mais de 29 milhões de habitantes.

"Teremos de andar com uma rolha, ou ninguém come, porque, além disso, dizem no governo que não tem papel, porque as pessoas comem muito e por isso vão muito ao banheiro", ironizou Capriles.

Nos últimos anos, os venezuelanos vêm enfrentando o desabastecimento periódico de diferentes alimentos e produtos, principalmente importados.

A cotação oficial do bolívar é 6,3 por dólar, mas o controle cambial disposto pelo governo fomenta um mercado paralelo, no qual o dólar chega quase a quintuplicar seu valor.







Jornal | 08/11/2013 22:45

Jornalista do Miami Herald está sob custódia na Venezuela


Correspondente foi detido por soldados da Guarda Nacional enquanto realizava uma reportagem sobre a escassez de produtos

Robert Sullivan/AFP
Sede do Miami Herald
Sede do Miami Herald: segundo informou, depois da detenção, o jornalista foi transferido à Direção Geral de Inteligência Militar (DGIM)
Miami - O correspondente-chefe para a região andina do jornal "The Miami Herald", Jim Wyss, foi detido ontem na Venezuela por soldados da Guarda Nacional enquanto realizava uma reportagem sobre a escassez de produtos e as próximas eleições municipais nesse país.
Segundo informou "The Miami Herald" nesta sexta-feira, depois de sua detenção o jornalista foi transferido à Direção Geral de Inteligência Militar (DGIM) em San Cristóbal, no estado de Táchira, onde se encontra detido sob custódia.
Os editores do principal jornal do sul da Flórida mantiveram diversas conversas com funcionários do governo venezuelano para conseguir que Wyss seja posto em liberdade, enquanto o Ministério do Poder Popular para a Comunicação e a Informação da Venezuela não pôde esclarecer as causas da detenção.
"Estamos muito preocupados", declarou a diretora-executiva do "Herald", Aminda Marqués Gonzalez, que ressaltou que não existem indícios para a detenção do repórter.
"Estamos tentando determinar o que é o que está acontecendo. Estamos pedindo que Jim Wyss seja libertado imediatamente", ressaltou.
De acordo com declarações de alguns jornalistas na cidade de San Cristóbal, Wyss foi visto em custódia na tarde de hoje.
"Esteve aí por mais de 12 horas e segue sob custódia", disse a jornalista do jornal venezuelano "El Universal", Lorena Arráiz, em declarações recolhidas pelo "Herald".
Arráiz confirmou que conseguiu ver ao repórter, que " parecia bem", embora não tenham deixado que outros jornalistas se aproximassem para fazer perguntas.

10 Most Corrupt Countries





Preços | 31/12/2013 09:06

Venezuela termina 2013 com inflação mais alta da AL



Inflação na Venezuela chegou a 56,2% em 2013, a mais alta da América Latina e quase o triplo da registrada há um ano

Marcelo Daniel Brusa, da 
Juan Barreto/AFP
Presidente venezuelano Nicolás Maduro durante coletiva de imprensa
Presidente venezuelano Nicolás Maduro: 2013 encerra com "inflação acumulada, especulativa (...) criada por uma economia capitalista parasitária, de 56,2%", afirmou
Caracas - A inflação na Venezuela chegou a 56,2% em 2013, a mais alta da América Latina e quase o triplo da registrada há um ano, informou o presidente Nicolás Maduro nesta segunda-feira.
O ano de 2013 encerra com uma "inflação acumulada, especulativa (...) criada por uma economia capitalista parasitária, de 56,2%", afirmou Maduro, em uma entrevista coletiva.
Pouco antes, com quase um mês de atraso, o Banco Central da Venezuela (BCV) havia publicado o índice de inflação de novembro - de 4,8% - junto com o de dezembro - de 2,2%.
O BCV destacou a "paulatina tendência à desaceleração do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC)", em comparação com os 5,1% registrados em outubro.
Para enfrentar a "guerra econômica", antes das eleições municipais de 8 de dezembro último, o herdeiro político de Hugo Chávez ordenou cortes nos preços de eletrodomésticos, roupas, carros, móveis e brinquedos, sob a ameaça de prender os comerciantes.
"Se a Venezuela não estivesse sujeita a essa guerra econômica, teríamos uma inflação de um dígito, e não de 56%", justificou Maduro.
O presidente também afirmou que os controles do governo detectaram "uma bolha inflacionária no setor de alimentos acima de 3.000%. Se não existisse o sistema alimentar (subsidiado pelo governo), teria havido fome", garantiu.
O presidente advertiu que "2014 será o ano da instauração de uma nova ordem econômica interna", na transição para o socialismo e, nesse processo, "um elemento poderosíssimo será a nova Lei de Custos, Lucros e Preços Justos".
No âmbito dos poderes especiais que permitem ao presidente governar por decreto durante um ano em temas ligados à economia, a nova lei fixará as margens de lucro em todas as etapas da cadeia produtiva.
18/02/2013 17:54

Brasileiro é morto em assalto na Venezuela

Ernandes Gomes foi baleado ao fazer uma parada em uma estrada entre as cidades de Anaco e El Tigre

Morador de Boa Vista, em Roraima, Ernandes levou um tiro de escopeta no pescoço / Reprodução/Facebook

O brasileiro Ernandes da Silva Gomes morreu durante um assalto numa estrada entre as cidades de Anaco e El Tigre, no estado de Anzoátegui, na Venezuela. Morador de Boa Vista, em Roraima, Ernandes estava em Ilha Margarita e voltava para a casa com a esposa, Nice, o filho, Mateus, e um amigo. No caminho, eles fizeram uma parada e, quando entravam novamente no carro, um homem anunciou o assalto. O brasileiro levou um tiro de escopeta no pescoço, segundo relato de amigos e familiares no Facebook.
Relato/ Nice, Mateus e o amigo de Ernandes não foram feridos e passam bem. O filho do brasileiro relatou na rede social, no domingo, o ocorrido: “Não tenho palavras para descrever o que acaba de acontecer nem de onde estou tirando forças para escrever isso. Na volta de Margarita para Boa Vista, na estrada próximo a El Tigre, fomos vítimas de um assalto onde meu pai, Ernandes da Silva Gomes, foi baleado covardemente e veio a falecer. Depois de horas esperando ajuda e dando depoimentos, estamos em um hotel para logo em seguida tentar resolver nossa delicada situação com o consulado. Estamos muito abalados”, disse Mateus, na rede social.
Em relatos no Facebook, amigos informam que o corpo foi encaminhado para autópsia em El Tigre. O governo de Roraima confirmou ter disponibilizado uma aeronave para fazer o traslado do brasileiro.