sexta-feira, 16 de maio de 2014

TCM suspende licitação da nova inspeção veicular de São Paulo...O proprietário do veículo deveria pagar

TCM suspende licitação da nova inspeção veicular de São Paulo


Tribunal de Contas do Município aponta falhas em edital elaborado pela gestão Fernando Haddad (PT) para contratação estimada em R$ 642,7 milhões. Envelopes seriam abertos nesta sexta-feira

15 de maio de 2014 | 16h 15

Fabio Leite - O Estado de S. Paulo
SÃO PAULO - O Tribunal de Contas do Município (TCM) decidiu suspender por 15 dias o edital de licitação da nova inspeção veicular da capital, lançado há cerca de um mês pela gestão Fernando Haddad (PT). Os envelopes da concorrência, estimada em R$ 642,7 milhões por cinco anos de contrato, seriam abertos nesta sexta-feira, 16, pela Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente. 
A suspensão foi decretada pelo conselheiro João Antonio, ex-secretário de Haddad, no dia 8 de maio, e referendada por unanimidade no plenário do TCM nessa quarta-feira, 14. O órgão apontou, ao todo, 19 falhas no edital que poderiam causar prejuízos aos cofres públicos e que devem ser sanadas antes da abertura do certame licitatório.
Entre os problemas apontados estão a falta de justificativa para o preço de referência da inspeção, ausência de estudo de impacto orçamentário, falta de planilha de custos e infringências a dispositivos legais, cuja manutenção poderia provocar prejuízos aos cofres públicos. A secretaria tem 15 dias para sanar as questões levantadas pelo órgão.
A decisão do TCM deve atrasar novamente a retomada do programa de inspeção veicular, suspenso pela gestão Haddad no fim de janeiro após a rescisão do contrato com a empresa Controlar assinado pela gestão Gilberto Kassab (PSD) e suspeito de fraude. A última previsão da Prefeitura de São Paulo era reiniciar a inspeção neste mês.
Segundo o novo edital, apenas os motoristas que tiverem os veículos reprovados na vistoria pagarão pelo serviço, uma espécie de multa com valor máximo de R$ 40,86. A prefeitura vai escolher quatro empresas para assumir o serviço e cada uma ficará responsável por uma região da cidade: norte, sul, centro-oeste e zona leste.
Trata-se do segundo revés sofrido por Haddad no órgão. Em janeiro, o TCM já havia suspendido a licitação de R$ 4,7 bilhões para a construção de 150 quilômetros de novos corredores de ônibus, principal promessa de campanha de Haddad. O órgão alegou que faltavam o projeto básico e recursos assegurados no orçamento para executar a obra.
Em nota, a Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente informou que "pretende prestar todos os esclarecimentos necessários ao Tribunal de Contas para poder dar continuidade ao processo".

Haddad abre licitação para nova inspeção veicular


Valor máximo da tarifa não poderá passar de R$ 40,86; se prazos forem cumpridos, vistorias voltam ainda neste ano

16 de abril de 2014 | 13h 36
Adriana Ferraz - O Estado de S. Paulo
Atualizada às 21h38
SÃO PAULO - São Paulo vai retomar o programa de inspeção veicular com uma novidade: a partir deste ano, apenas os motoristas que tiverem os veículos reprovados na vistoria pagarão pelo serviço. Segundo informações da Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente, a taxa será transformada em uma espécie de multa. Nesse caso, o valor máximo será de R$ 40,86.
Com dois meses de atraso, foi lançado nesta quarta-feira, 16, o edital da nova inspeção veicular. A ordem de início da licitação foi publicada na terça-feira, 15, no Diário Oficial da Cidade. A Prefeitura vai escolher quatro empresas para assumir o serviço, conforme anunciado em janeiro pelo prefeito Fernando Haddad (PT). Cada uma ficará responsável por uma região da cidade: norte, sul, centro-oeste e zona leste.
Se o cronograma estabelecido pela Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente for obedecido, o resultado da licitação será conhecido em maio, mas a volta da inspeção é prevista apenas para o segundo semestre. Na análise mais otimista, isso deve ocorrer entre agosto e setembro. Isso porque o edital prevê que as vencedoras comecem a oferecer a vistoria de forma gradual 90 dias após a assinatura do contrato. Depois, ao longo de 180 meses, todos os centros devem estar em completo funcionamento.
Cada vencedora terá de montar ao menos quatro centros de inspeção por lote - os antigos já foram desativados pela Controlar. Única empresa que ofereceu o teste na capital, a Controlar suspendeu suas atividades em 31 de janeiro, depois de a gestão Haddad ter considerado o contrato extinto. Desde então, o serviço está suspenso.
Os novos centros terão de funcionar de segunda a sábado, das 7h às 19h. O edital prevê que as empresas vencedoras realizem o serviço em, no máximo, 30 minutos. O calendário, porém, ainda não está definido pela secretaria. O início do agendamento vai depender do cronograma de operação dos novos centros de inspeção. A marcação será feita pela internet e sem qualquer tipo de custo.
Regras. Segundo legislação aprovada pela Câmara Municipal no ano passado, o teste passa a ser exigido apenas de veículos com mais de 3 anos de uso, e de forma bianual. Ou seja: dos quatro aos nove anos de uso, a vistoria será exigida a cada dois anos e, somente a partir do 10.º ano, volta a ser anual. Veículos movidos a diesel são exceção. Caminhões, ônibus e vans continuam obrigados a passar pela inspeção todos os anos.
No edital publicado nesta quarta-feira não está claro, no entanto, se o licenciamento dos veículos emplacados na capital voltará a ser condicionado à realização do teste ambiental. Até o ano passado, a inspeção era exigência tanto da Prefeitura quanto do Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) para circular na cidade.
Nos cálculos da Prefeitura, 2,9 milhões de veículos devem ser submetidos à inspeção ainda neste ano, a um custo estimado de R$ 120,6 milhões. A previsão é de que esse número aumente gradualmente nos anos posteriores, até alcançar 3,3 milhões em 2018. O subsídio necessário ao pagamento do serviço já foi reservado no orçamento municipal, mas vai depender da adesão dos motoristas ao novo programa.
Empresas estrangeiras poderão participar da concorrência, desde que comprovem capital inicial mínimo de R$ 10 milhões. Os contratos terão validade de 5 anos e, diferentemente do acordo firmado com a Controlar, não terão caráter de concessão. No início de cada ano, o valor da taxa será reajustado segundo a inflação.
Veja a divisão dos lotes:
Lote 1 - formado pelas Subprefeituras:
Perus, Pirituba/Jaraguá, Freguesia/Brasilândia, Casa Verde/Cachoeirinha, Santana/Tucuruvi, Jaçanã/Tremembé e Vila Maria/Vila Guilherme

Lote 2 - formado pelas Subprefeituras:
Penha, Ermelino Matarazzo, São Miguel Paulista, Itaim Paulista, Itaquera, Guaianases, São Mateus e Cidade Tiradentes

Lote 3 - formado pelas Subprefeituras:
Santo Amaro, Jabaquara, Cidade Ademar, Campo Limpo, M'Boi Mirim, Capela do Socorro e Parelheiros

Lote 4 - formado pelas Subprefeituras:
Lapa, Sé, Butantã, Pinheiros, Vila Mariana, Ipiranga, Mooca, Aricanduva/Formosa/Carrão, Vila Prudente e Sapopemba
...............................................................................................................................................

Fontes oficiais para consulta:


http://e-negocioscidadesp.prefeitura.sp.gov.br/DetalheEvento.aspx?l=OM2BKEyJSSE%3D&e=k9oHUzu2EwE%3D


Prefeitura de São Paulo

PUBLICAÇÃO DE ABERTURA
Área:
Serviços Comuns
Sub-Área:
Outros Serviços Administrativos e Gerais
Orgão:
Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente - SVMA
Modalidade:
CONCORRÊNCIA
Tipo:
Menor Preço
Número:
001/SVMA/2014
Processo:
2013-0.221.702-6
Publicado em:
15/04/2014
Entrega Edital:
16/05/2014 10:00
Recebimento Proposta:
16/05/2014 09:00
Abertura:
16/05/2014 10:00
Local de Execução:
São Paulo
Objeto da Licitação
Contratação de empresas especializada para prestar serviços de inspeção veicular no âmbito do ?Programa de Inspeção e Manutenção de Veículos em uso do Município de São Paulo,? I/M-SP- ?em 4 (quatro) lotes, em atendimento às Leis Municipais nº 11.733/1995, nº 14.717/2008 e 15.688/2013, em estrita concordância com o estabelecido no edital e seus anexos.
Aviso de Licitação
COMUNICADO DE LICITAÇÃO 

PROCESSO nº. 2013.0.221.702-6 

OBJETO: Contratação de empresas especializada para prestar serviços de inspeção veicular no âmbito do "Programa de Inspeção e Manutenção de Veículos em uso do Município de São Paulo," I/M-SP- "em 4 (quatro) lotes, em atendimento às Leis Municipais nº 11.733/1995, nº 14.717/2008 e 15.688/2013, em estrita concordância com o estabelecido no edital e seus anexos. 



A COMISSÃO ESPECIAL DE LICITAÇÃO - CEL torna público no Diário Oficial da Cidade de São Paulo e divulgada no endereço eletrônico http://e-negocioscidadesp.prefeitura.sp.gov.br, a sessão de abertura da Concorrência Pública nº 001/SVMA/2014 no dia 16 de Maio de 2014, às 10:00hs, Local: AV. IV CENTENÁRIO, 1.268 - Portão 7A (pedestre) - Parque do Ibirapuera - São Paulo - SP. Estacionamento - AV. República do Líbano - Portão 7 (Zona Azul). 

O novo caderno de licitação, composto de edital e dos anexos, poderá ser obtido sem custo, através da Internet pelo site http://e-negocioscidadesp.prefeitura.sp.gov.br, ou retirado, mediante a entrega de 1 (um) CD-R ou CD-RW sem uso, na Unidade de Licitação, situada na Rua do Paraíso, n.º 387/389, 9º andar, Paraíso, nesta Capital, das 09h00 às 16h00, tel. 3283.1072 e fax 3171.1802.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

ACOMPANHE COM O URUBÚ, A GREVE DA PMSP "ON LINE", NA CÂMARA MUNICIPAL E NO GABINETE DO PREFEITO




Urubu no Martinelli



Petição Pública Brasil Logotipo

Não queremos a remuneração por subsídio na Prefeitura do Município de São Paulo! 

"PELEGHOST", NÃO!









ASSEMBLEIA DOS ENGENHEIROS E ARQUITETOS MUNICIPAIS NA SEDE DO SEESP, ÀS 11H:

YES, WE CAN!







Auditório do SEESP lotadaço, com mais de 350 engenheiros e arquitetos
Deliberaram por uma nova assembleia no dia 19, se a greve continua no dia 20 de maio.






Quarta, 14 de Maio de 2014 às 12:50

Em greve, trabalhadores da Prefeitura de SP lotam assembleia


Com auditório lotado, engenheiros e arquitetos da Prefeitura de São Paulo, em greve desde a zero hora desta quarta-feira (14/5), se reuniram em Assembleia Geral Extraordinária, no SEESP, instantes antes de seguirem em passeata até a Câmara Municipal. De lá, eles seguem para o viaduto do Chá, em frente ao gabinete do prefeito, onde se concentrarão juntamente com as demais categorias do município que fazem ato a partir das 14h.


Durante a assembleia, os sindicatos dos engenheiros e dos Arquitetos no Estado de São Paulo (Sasp) parabenizaram a mobilização das categorias. "O movimento nasceu pequeno e vem num crescente. Agora temos até trabalhadores mais novos, contratados recentemente. Quero parabenizar a presença de todos e enfatizar que aqui é trabalho, integração e compromiso”, destacou o engenheiro Sergio Souza, delegado sindical do SEESP.



Já o presidente do Sasp, Maurílio Chiaretti, presente na assembleia, lembrou que “não é uma luta por um interesse específico da categoria, mas sim por algo maior, pelo interesse público”.



Ao final, quando os trabalhadores foram convidados a se manifestarem, o engenheiro Mário Ferreira, da Sub-Prefeitura do Ipiranga, disse que a adesão à paralisação é total em sua região e lamentou que a luta dos servidores de São Paulo não ganhe voz na grande mídia. A imprensa deveria estar aqui para nos ouvir, para dar destaque a luta dos trabalhadores”, criticou.



Em assembleia, na quarta (7/5), arquitetos e engenheiros decidiram decretar greve nesta quarta, juntamente com outros servidores públicos municipais. Entre as principais reivindicações estão: alteração da Lei Salarial 13.303/02, que permite ao Executivo não corrigir os salários, com base na inflação - a lei estabelece reajuste de 0.01%, ao ano -, além de repúdio total à proposta da prefeitura de remunerar todos os servidores a partir de um subsídio, equiparando todos em um mesmo patamar.




Deborah Moreira

Imprensa - SEESP
RUMO À CÂMARA MUNICIPAL!





NÃO AO SUBSÍDIO! Os "400"


PLANTIO DE MUDA ÁRVORES NATIVAS NO CANTEIRO CENTRAL DA CÂMARA MUNICIPAL E "APITAÇO"









Greve sustentável



CAMINHADA RUMO AO GABINETE DO PREFEITO





NO GABINETE DO PREFEITO, "OS CAMISETAS PRETAS" ENCONTRA OUTROS SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS: NÃO AO SUBSÍDIO!





Camiseta preta com "grife" da SASP



Arquitetos e urbanistas unidos com os servidores da Prefeitura de São Paulo!

Em nome dos arquitetos e urbanistas da Prefeitura Municipal de São Paulo, o SASP vem a público cobrar do governo Haddad respostas às reivindicações trabalhistas da categoria, já encaminhadas há mais de 1 ano:
  • SALÁRIO INICIAL EQUIVALENTE AO PISO ESTABELECIDO POR LEI FEDERAL;
  • RECOMPOSIÇÃO SALARIAL EM RELAÇÃO ÀS PERDAS INFLACIONÁRIAS;
  • ALTERAÇÃO DA LEI SALARIAL – LEI 13.303/2002 (reajuste na data-base e fim ao 0,001%);
  • MANUTENÇÃO DO ATUAL REGIME DE REMUNERAÇÃO POR VENCIMENTOS (NÃO AO SUBSÍDIO!).

Há várias gestões municipais, os especialistas em desenvolvimento urbano, cargo ocupado principalmente por arquitetos e urbanistas e engenheiros, vêm perdendo direitos e se subjugando frente às alianças políticas e econômicas dos governos com a indústria da construção na cidade. Esses profissionais não recebem reajuste salarial digno há mais de 10 anos, ao tempo que a Prefeitura mantém em seus órgãos arquitetos e engenheiros contratados por gerenciadoras e construtoras que executam parte do serviço público com salários compatíveis aos do mercado. Tal fato, somado ao aumento da receita municipal em mais de 100% no mesmo período, evidencia que existe sim receita que possa garantir as reivindicações dos profissionais!

O que está faltando é orientação coerente com as propostas do mandato, que “garantiu” que ao menos as perdas inflacionárias seriam repostas. Nem isso está acontecendo!
A orientação está errada também no sentido da política macro da cidade. O governo atual entra em contradição ao impor um projeto de lei oposto ao das bandeiras históricas dos trabalhadores. Os servidores da capital paulista querem discutir salário, garantias e direitos e NÃO subsídio, que foi a única proposta enviada até então pelo governo.
Subsídio é para cargo eletivo e não deve ser usado como substituto de salário para servidores.

“Meritocracia” foi outro susto que tivemos neste projeto de lei. Em um contexto de desmonte da máquina pública que cuida do controle urbano da cidade (o projeto de lei do governo também rebaixa o grau desses profissionais de especialistas para analistas), quais seriam os critérios para medir a produtividade desses funcionários? É razoável pensar que a quantidade de autorizações poderia ser um deles, mas isso não seria nada agradável diante dos problemas urbanos que as manifestações de junho de 2013 levantaram nas ruas...

O arrocho no serviço público, acompanhado de uma reestruturação penetrada de interesses do setor da construção, parece ser o pano de fundo dessa situação que permanece. Por isso, o SASP tem a certeza de que conta com o apoio da maioria dos arquitetos e urbanistas do estado de São Paulo e da população paulistana, pois está aqui defendendo não somente os interesses dos colegas da maior prefeitura do Brasil. O SASP defende a cidade e, através dela, defende o interesse público.  
Nós, arquitetos e urbanistas, não concordamos com cidades nas quais arquitetos e engenheiros não possuam condições dignas de exercer sua profissão; condições estas que são, para nós, fundamentais para que tenhamos cidades mais qualificadas, justas e democráticas.

A resposta concreta às questões levantadas só pode ser a valorização destes profissionais que ora representamos.


Maurílio Chiaretti
(Presidente do SASP)




A passeata ocupou totalmente a Rua Líbero Badaró





Praça do Patriarca



Protesto pacífico no gabinete do Prefeito




Direito de imagem. foto: Beatriz Arruda/SEESP





Quinta, 15 de Maio de 2014 às 11:21

Servidores públicos de SP podem parar dia 20 por tempo indeterminado



Fotos: Beatriz Arruda
PMSP camara14052014
 Engenheiros e arquitetos, em greve, em frente à Câmara Municipal de São Paulo

Na quarta-feira (14/5), engenheiros, arquitetos e demais servidores da Prefeitura Municipal de São Paulo (PMSP) paralisaram as atividades por 24 horas como um alerta à administração paulistana de que exigem valorização profissional e do serviço público. Na parte da manhã, mais de 350 engenheiros e arquitetos se reuniram, em assembleia, na sede do SEESP, onde discutiram o movimento e, na sequência, saíram em passeata pelas ruas da cidade até se juntarem às demais categorias em frente ao gabinete do prefeito. Por volta das 14h30, os sindicatos foram chamados por representantes da PMSP para uma reunião, mas não houve qualquer avanço na proposta salarial, segundo o representante do SEESP, Carlos Antonio Hannickel, e o delegado sindical Sérgio Souza. Nova paralisação, desta vez por tempo indeterminado, está programada para o dia 20 próximo.
Os servidores reivindicam, entre outros itens, reposição salarial, mudança da Lei 13.303/02 que permite ao prefeito reajustar os salários em 0,01%, o que tem ocorrido nos últimos dez anos, provocando um arrocho salarial, a partir de 2007, de de 50%. Os engenheiros também querem o cumprimento da lei que estabelece o piso salarial da categoria em 8,5 salários mínimos (4.950-A/66). A prefeitura se dispõe a discutir a Lei 13.303 apenas no segundo semestre deste ano, sem apontar qualquer iniciativa para repor as perdas salariais dos servidores. “Infelizmente, a administração paulistana não apresentou nada de novo e mantém sua intransigência quanto à valorização dos seus funcionários”, critica Hannickel, lembrando que o prefeito Fernando Haddad, em sua campanha eleitoral em 2012, tinha como plataforma de governo acabar com o reajuste de 0,01% e repor as perdas inflacionárias. “Isso não aconteceu em 2013 e quer se repetir neste ano.” Para ele, a greve desta quarta-feira mostrou que as categorias estão unidas e não vão abrir mão de uma negociação salarial séria.

PMSP Eliseu 14MAI2014

Sindicatos são recebidos pelo vereador Eliseu Gabriel (PSB), na Câmara Municipal

Engenheiros e arquitetos realizam assembleia conjunta no dia 19 próximo, às 13h (1ª convocação) e às 13h30 (2ª convocação), na sede do SEESP, para analisar o desenrolar da campanha e referendar a deflagração da greve por tempo indeterminado a partir do dia 20. Também participa da assembleia a Associação dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos Municipais de São Paulo (Seam).



Rosângela Ribeiro Gil

Imprensa - SEESP


É necessário inicialmente, a mudança ...para atitude sustentável dos políticos...




12/05/2014 16h56 - Atualizado em 12/05/2014 16h56

Ação sobre mudança climática não pode mais ser adiada, diz Marina Silva



Para ex-ministra não é mais possível adiar decisões de ações para o clima.
Ambientalista quer que sustentabilidade seja nova 'visão de mundo'.

Do G1 CE
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Marina Silva em visita a Fortaleza (Foto: Diana Vasconcelos/G1)
Marina Silva em visita a Fortaleza
(Foto: Diana Vasconcelos/G1)
Durante discurso de abertura do Third International Climate change Adptation Conference, evento que ocorre em Fortaleza a partir desta segunda-feira (12), a ex-ministra Marina Silva disse não ser mais possível “protelar” a implementação da sustentabilidade no Brasil e no mundo. “Se continuarmos protelando o que os cientistas estão falando, não vamos estar sendo clínicos”, destacou Marina, citando o sociólogo Zygmunt Bauman.
Afirmando partilhar uma experiência de vida e não conhecimento científico, Marina disse acreditar ser necessário "encarar" a sustentabilidade como uma “maneira de ser” e não de “fazer”. Para  a ambientalista, assim como na visão Revolução Francesa o lema “liberdade, igualdade e fraternidade” trouxeram “um berço vigoro de novas significações para o mundo”, a sustentabilidade também deve trazer. “Ela deve ser uma visão uma visão de mundo”, afirmou.
A ex-ministra destacou ainda que o mundo vive cinco crises na atualidade, uma econômica e que se arrasta desde 2008; uma social, onde dois bilhões de pessoas sobrevivem com cerca de US$ 2 por dia; uma crise política, em que as pessoas exigem qualidade de representatividade; uma crise ambiental; e uma crise de valores. “Temos problemas e precisamos dar respostas a esses problemas”, disse Marina, afirmando que a questão da sustentabilidade acaba por influenciar todos estes setores.
Além da ex-ministra, participaram o evento representantes de instituições de pesquisa de  mais de 50 países. Ao longo desta semana, a conferência vai discutir os impactos do clima e as opções de adaptação, vai reunir cientistas e profissionais de países desenvolvidos e em desenvolvimento para compartilhar abordagens de pesquisa, métodos e resultados. O objetivo é explorar métodos para dirimir os impactos das mudanças climáticas.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Dia 12 de maio, Inauguração da Iluminação Pública no Parque do Carmo!







Modelo de turismo sustentável em parques é isso?

Parques nacionais do Piauí poderão ser privatizados

Acordo de cooperação para a realização de PPP foi assinado em 2011

11/05/2014 12:36 - Atualizado em 11/05/2014 14:27
 
Os parques nacionais de Sete Cidades e Serra das Confusões, no Piauí estão inclusos em um projeto de privatização que inclui também a cidade de Jericoacoara, no Ceará. O Governo Federal anunciou recentemente que as unidades de conservação seriam administradas por empresas que mantivessem uma parceria público-privada (PPP).

Parque Nacional de Sete Cidades
Embora tenha sido apresentado a pouco tempo, o acordo de cooperação para a realização de PPP nos parques federais foi assinado em 2011 pelos Ministérios do Planejamento e Meio Ambiente e atende à determinação da presidente Dilma Rousseff de priorizar a gestão desses espaços em seu governo.
Segundo divulgado no site do Extra, a ganhadora da seleção ficaria responsável não só pelo controle de acesso, mas pela arrecadação de entradas e pelo apoio à visitação. Ela também teria o direito de construir restaurantes e pousadas, o que desagrada aos moradores.
Até o momento, três reuniões foram feitas para discutir o assunto. Nelas estavam representantes do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMbio), técnicos do Ministério do Planejamento e da empresa Idom, contratada pelo governo federal para elaborar estudos sobre a área. O texto do projeto e o estudo da Idom seguem, no entanto, desconhecidos do público em geral.
Segundo o Ministério do Planejamento, o instituto tem orçamento anual de R$ 200 milhões e gere mais de trezentas Unidades de Conservação país afora. A pasta considera o valor insuficiente para gestão adequada dessas áreas e defende a implementação da PPP.
Fonte: Extra
Edição: PortalODia.com

domingo, 11 de maio de 2014

Dia 14, não esqueçam da nossa greve!

No Diário de São Paulo de domingo, 11/05/2014.

Exibindo CYMERA_20140511_140758.jpg

O custo do remédio vai aumentar...


09 de maio de 2014 • 19h25 • atualizado às 19h26

Ex-funcionários alegam problemas de saúde após contaminação por metais pesados

As fabricantes de medicamentos Eli Lilly do Brasil e Antibióticos do Brasil foram condenadas a pagar R$ 1 bilhão em indenizações por contaminar os funcionários com metais pesados como chumbo e mercúrio, em Cosmópolis (SP), segundo informações do Ministério Público do Trabalho (MPT). 
Conforme o MPT, 80 ex-funcionários se submeteram a exames de sangue e apenas três não apresentaram contaminação. Segundo relato de trabalhadores, a empresa incinerava resíduos de terceiros no local para aproveitar a capacidade ociosa da instalação. 
Em nota, a Eli Lilly, que operou a unidade de 1970 a 2000, afirma que recorrerá da sentença. Ela admite que houve contaminação do solo devido a “subprodutos do processo produtivo”, mas nega a presença de metais pesados que teriam provocado problemas de saúde em funcionários.
“Há laudos de especialistas atestando não haver nenhuma base científica que comprove que as substâncias encontradas causem as doenças alegadas e muito menos que provoquem danos irreparáveis aos ex-funcionários ou terceiros”, afirma a empresa em nota.