domingo, 2 de fevereiro de 2014

Biólogos vão acompanhar visitas de grupos em parques de Uberaba

02/02/2014 08h15 - Atualizado em 02/02/2014 08h15

Biólogos vão acompanhar visitas de grupos em parques de Uberaba



Técnicos farão monitoramento visando educação ambiental, diz Prefeitura.
Agendamentos começam segunda-feira (3), com visitas a partir do dia 17.



Do G1 Triângulo Mineiro
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Parque do Ipê Uberaba (Foto: Sebastião Santos / Prefeitura de Uberaba)Parque do Ipê passou por reformas recentemente
(Foto: Sebastião Santos / Prefeitura de Uberaba)
Biólogos de Uberaba vão acompanhar trilhas agendadas nos parques do Zoológico Parque do Jacarandá e na Mata do Ipê, recentemente reformada. Ficou determinado que a partir do dia 17 de fevereiro os técnicos biólogos da Secretaria Municipal e Meio Ambiente e Turismo (Semat) farão monitoramento durante as visitas.

O plano faz parte do processo de Educação Ambiental do município. A ideia, segundo a diretora do Departamento de Recursos Ambientais da Semat, Luciana Polati, é expandir a educação ambiental para outros segmentos, além dos estudantes, como grupos de profissionais liberais, associações e demais organizações.

Os grupos interessados podem agendar visita a partir da próxima segunda-feira (3), pelo telefone do Semat: (34) 3318-0325 ou (34) 3318-0326, de segunda a sexta-feira, em horário comercial, das 8h às 18h.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Cohousings: vilas comunitárias

Vc ja ouviu falar de Cohousings: vilas comunitárias?

                        Cohousings: vilas comunitárias chegam ao Brasil


 
 
 
 

Criadas na Dinamarca, as cohousings espalham-se pelo mundo e chegam ao Brasil, pregando um morar leve no planeta e que descomplica a rotina das famílias

 
É quase um condomínio, no qual cada família tem seuespaço privativo. A diferença está na possibilidade de reduzir o tamanho das casas ou dos apartamentos em troca de ambientes usados por todos. Um exemplo é alavanderia comunitária, em que três ou quatro máquinas de lavar resolvem a demanda de dez ou mais grupos.

Nas cohousings - que surgiram na Dinamarca nos anos 70 e hoje são comuns principalmente na Europa, nos Estados Unidos e no Canadá -, é assim também com a biblioteca, a horta, a oficina, a brinquedoteca, o refeitório, a sala de TV e, em alguns casos, até os carros. 

 
 
"Compartilhar diminui o consumo e o impacto ambiental, além de facilitar o dia a dia dos moradores, que ganham qualidade de vida, com menos necessidade de trabalho e dinheiro", afirma o arquiteto Rodrigo Munhoz, do escritório Guaxo Projetos Sustentáveis, de Piracicaba, SP."Desse modo, as pessoas se sentem mais seguras, num clima de vida no interior, embora tenham acesso a tudo o que a cidade grande oferece", completa Munhoz, que está formando um grupo para criar em sua cidade a primeira cohousing brasileira, com habitações sustentáveis, princípios de boa vizinhança e cotidiano menos dispendioso.

SELO VERDE
Abandonado, o projeto Eastern Village Cohousing, da Eco Housing Corporation, em Silver Spring, nos Estados Unidos, renasceu em 2004 com 54 apartamentos. Recebeu o selo do Conselho de Green Building pela boa performance ambiental, que inclui
telhado verde, pátio interno com jardins no lugar do antigo estacionamento e soluções de reúso da água da chuva. Ah, as unidades são aquecidas com energia geotérmica.

CENTRO DE EDUCAÇÃO
Na zona rural de Gillingham, na Inglaterra, o The Threshold Centre organiza cursos para disseminar seu modo de vida partilhado, com alternativas que suavizam os danos aomeio ambiente das 14 residências e dos espaços comuns. Há placas fotovoltaicas, sistema de reaproveitamento de água da chuva para abastecer a lavanderia comunitária e hortas orgânicas. Na vila, inclusive bicicletas e carros são divididos.

VERSÃO COMPACTA
Dezenove apartamentos, um salão de encontros e uma área comercial se distribuem em apenas mil m². É assim que os moradores da Quayside Village, em Vancouver, no Canadá, desfrutam das trocas e facilidades de morar numa comunidade sem perder o que a metrópole tem de melhor. E de uma forma sustentável: reutilizando os materiais das construções originais do terreno e reciclando a água da chuva.(Giuliana Capello
Casa.com - 26/09/2013)

Fonte: 
Planeta Sustentável 


Leia mais https://www.cohousing.org/what_is_cohousing

GESTÃO ESTRATÉGICA DA SUSTENTABILIDADE E INOVAÇÃO

GESTÃO ESTRATÉGICA DA SUSTENTABILIDADE E INOVAÇÃO


Vanessa Cuzziol Pinsky, João Luiz Dias, Isak Kruglianskas

RESUMO


O desenvolvimento sustentável, a competitividade global e a rápida transformação tecnológica desafiam cada vez mais as empresas a inovar com foco na sustentabilidade. Os objetivos deste estudo foram mapear os fatores críticos de sucesso na gestão empresarial e identificar os desafios para a criação de produtos sustentáveis. Trata-se de uma pesquisa exploratória, de natureza qualitativa e descritiva, que utilizou o método de estudo de caso. Os dados foram coletados por meio de entrevistas semiestruturadas e em profundidade com executivos das áreas de marketing e inovação e complementados com fontes secundárias. A análise do conteúdo evidenciou os fatores críticos de sucesso para a criação de produtos sustentáveis, dos quais se destacaram o engajamento da alta liderança, o estabelecimento de metas, a visão de longo prazo, o envolvimento da cadeia de valor na busca de soluções sustentáveis e a determinação de metas de sustentabilidade. Os principais desafios identificados estão relacionados com o envolvimento da cadeia de suprimentos, a utilização dos princípios da análise de ciclo de vida de produto, a comunicação e a mensuração dos resultados e dos benefícios ambientais.

Texto completo: PDF 

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Revista de Administração da UFSM.Brazilian Journal of Management
Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, Rio Grande do Sul, Brasil, eISSN 1983-4659 Fone/fax: (55)32209242

A natureza avisa...

Assuntos relacionados: dilma penaracionamentoáguasabespconscientizaçãodci

Economizar água é urgente, diz presidente da Sabesp


SÃO PAULO - Segundo Dilma Pena, falta de chuva e calor deixaram o sistema Cantareira no nível mais baixo em 84 anos...

Claudia Bozzo
foto: DivulgaçãoDilma Pena, presidente da Sabesp
Dilma Pena, presidente da Sabesp
SÃO PAULO - “Estamos atravessando um período de eventos extremos. Em 84 anos de medição, o índice pluviométrico em São Paulo está nos menores níveis, afetando os reservatórios de água. Na verdade estamos consumindo agora a água que deveria estar sendo armazenada para o período seco, que vai de abril a setembro. E o calor, também acima da média, agrava a situação, elevando a evaporação nos reservatórios.” 
O alerta é da presidente da Sabesp, Dilma Pena, que renova o apelo à população para que use a água da forma mais racional possível, economizando ao máximo. Segundo a presidente, as quatro represas do Sistema Cantareira, que fornece água para nove milhões de pessoas, em 42% das cidades da Grande São Paulo, está com 22,9% de sua capacidade.
“No sistema, a mínima registrada há oito décadas era de 125 milímetros e nós atingimos no mês de janeiro 87 milímetros de chuva. Isso é absolutamente inédito. O momento exige conscientização de todos. Todos devem ser guardiões da água”,  diz Dilma Pena.
Na última sexta-feira (31) e último dia do mês de janeiro a temperatura na região de Campinas chegou à marca de 34 graus e a baixa umidade do ar e de chuva está levando a Defesa Civil a avaliar a possibilidade de antecipar a operação estiagem, que tradicionalmente tem início em maio.
Desde a última quinta-feira têm sido realizadas reuniões com especialistas para avaliar as previsões de chuva e decidir se os esquemas que visam evitar incêndios e minimizar os efeitos do clima seco à população,  serão antecipados.

Tendências de sustentabilidade para os pequenos negócios

31/01/2014 17:18:32

Tendências de sustentabilidade para os pequenos negócios

Sebrae
A sustentabilidade tem se solidificado nos últimos dez anos como a força propulsora de novos modelos econômicos que se pautam no equilíbrio de valores financeiros, sociais e ecológicos

No palco das mudanças para uma economia sustentável, estamos assistindo ao protagonismo crescente dos pequenos negócios. Muito do que antes se atribuía às grandes corporações na mudança de práticas produtivas e modelos de negócios, passa a ser valor reconhecido dos pequenos negócios em suas respostas mais rápidas às demandas em curso.
A inovação passa a constituir ferramental da sustentabilidade, considerando a preservação ambiental e inclusão social: tecnologias para todos (crowdsourcing) a serviço do meio ambiente (tecnologias verdes) e da sociedade (tecnologias sociais) não precisam ser privilégio dos grandes produtores: pela maior proximidade com as realidades socioambientais, a inovação sustentável passa a ser condição estratégica para os pequenos negócios. Confira neste relatório as tendências do setor de Sustentabilidade!
(Sebrae)

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Primeiro estudo sobre a sustentabilidade da arquitetura tradicional portuguesa


Primeiro estudo sobre a sustentabilidade da arquitetura tradicional portuguesa


BRAGA
A Escola de Engenharia da Universidade do Minho (UMinho) está a quantificar o contributo dos princípios utilizados na arquitetura tradicional portuguesa para a sustentabilidade do setor dos edifícios, nomeadamente ao nível do comportamento térmico passivo. É o primeiro estudo do género no país e é financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia.
 
A equipa vai avaliar qualitativa e quantitativamente as vantagens da arquitetura tradicional (baseada na observação e na experiência de gerações) e procurar adaptá-las à construção atual, nomeadamente na reabilitação e preservação do património existente. O projeto vai avaliar até 2015 o desempenho térmico e caracterizar as tecnologias usadas em diferentes climas, como as casas de granito com varandas envidraçadas (Beira Alta), os Palheiros de Mira (Litoral Centro) e as casas-pátio em terra (Alentejo).
 
“Estes edifícios tradicionais eram em geral concebidos de modo a garantir o nível máximo de conforto possível, utilizando os parcos recursos existentes à época e recorrendo principalmente a estratégias passivas de climatização, pois não havia energia elétrica nem os convencionais sistemas de climatização. Sabemo-lo hoje cientificamente porquê, mas os nossos antepassados já o faziam graças aos seus conhecimentos empíricos”, diz o investigador responsável Ricardo Mateus, do Centro do Território, Ambiente e Construção (C-TAC) da UMinho, que participa no projeto c
om Luís Bragança e Jorge Fernandes.
 
Construções adaptam-se ao clima e à região
 
As tecnologias dos edifícios tradicionais são desconhecidas por muitos arquitetos e engenheiros. “Há reconstruções em que se substitui erradamente taipa por tijolo”, diz Ricardo Mateus, esperando que o estudo ajude a sensibilizar a comunidade e a indústria. Os investigadores vão monitorizar três casos: a casa granítica da Beira Alta, com varanda envidraçada orientada a sul para aproveitar o sol, compartimentos com poucas aberturas para o exterior e organizados em redor da lareira; os palheiros de Mira, na costa do distrito de Coimbra, são casas de pescadores em madeira, numa zona em que abundavam pinhais, que atingiam até três pisos; e a casa-pátio do Alentejo, com o pátio, as fontes e a vegetação interior, as paredes espessas e os vãos pequenos a limitarem a entrada do sol durante o verão.
 
A pesquisa dos três cientistas da UMinho venceu recentemente o prémio de melhor artigo na conferência internacional “Vernacular Heritage & Earthen Architecture: Contributions for Sustainable Development”, uma das principais no mundo nesta área. O trabalho “The potential of vernacular materials to the sustainable building design” foi distinguido entre os 400 a concurso, avaliados por 280 peritos, e foi publicado pela editora CRC Press/Taylor & Francis.

*** Nota da Universidade do Minho ***

Bateria doce deixa aparelhos cheios de energia

Bateria de açúcar deixa aparelhos cheios de energia

Redação do Site Inovação Tecnológica - 29/01/2014
Bateria de açúcar deixa aparelhos cheios de energia
Os pesquisadores estimam que a bateria de açúcar poderá estar no mercado em três anos. [Imagem: Virginia Tech]
Bateria de açúcar
Na natureza - nas plantas e no seu corpo - os açúcares são perfeitos para armazenar energia.
"Então, é muito lógico que nós tentemos domar essa capacidade natural para criar uma forma ambientalmente amigável de fabricar uma bateria," disse o professor Percival Zhang, da Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos.
O projeto parece estar dando certo.
O primeiro protótipo da bateria de açúcar da equipe apresentou uma densidade de energia sem precedentes.
Já existem vários experimentos com baterias de açúcar, inclusive um feito pela Sony, mas nenhuma delas atingiu a capacidade de armazenamento alcançada agora - o protótipo superou suas antecessoras em mais de 10 vezes.
Melhor do que isso, para recarregar a bateria de açúcar, basta adicionar mais açúcar.
Essa conjugação de alta densidade de energia e facilidade de recarregamento levou os pesquisadores a estimar que sua nova bateria poderá estar no mercado nos próximos três anos.
Célula a combustível enzimática
O avanço foi obtido na sequência de um trabalho divulgado no ano passado, quando a combinação criativa de enzimas permitiu desenvolver um processo para produzir hidrogênio a partir de qualquer planta.
Essa rota enzimática sintética foi agora usada para capturar todos os potenciais de carga das moléculas de açúcar, usando-os para produzir uma corrente elétrica - tecnicamente não se trata de uma bateria, mas de uma célula a combustível enzimática.
Como todas as células de combustível, a "bateria de açúcar" combina o combustível - neste caso, a maltodextrina, um polissacarídeo resultante da hidrólise parcial do amido - com o ar atmosférico para gerar eletricidade e água.
"Nós estamos liberando todas as cargas de elétrons armazenadas na solução de açúcar lentamente, passo a passo, usando uma cascata de enzimas," disse Zhang.
São liberados 24 elétrons por unidade de maltodextrina, usando uma rota sintética formada por 13 enzimas. Isso resulta em uma potência máxima de 0,8 mW cm-2 e uma densidade máxima de corrente de 6 mA cm-2.
Bibliografia:

A high-energy-density sugar biobattery based on a synthetic enzymatic pathway
Zhiguang Zhu, Tsz Kin Tam, Fangfang Sun, Chun You, Y. -H. Percival Zhang
Nature Communications
Vol.: 5, Article number: 3026
DOI: 10.1038/ncomms4026

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL NO CONTEXTO HOSPITALAR: ESTUDO EM UM HOSPITAL DO RIO GRANDE DO SUL

SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL NO CONTEXTO HOSPITALAR: ESTUDO EM UM HOSPITAL DO RIO GRANDE DO SUL

Carlos Eduardo Alarcon Pizzorno, Vivian Osmari Uhlmann, Elisete Dahmer Pfitscher

Resumo


O objetivo geral do estudo consiste em verificar a sustentabilidade ambiental de um hospital do Estado do Rio Grande do Sul, por meio da aplicação parcial do Sistema Contábil Gerencial Ambiental–SICOGEA-Geração 3. O processo de coleta de dados ocorreu com a aplicação de uma lista de verificação, com 134 questões divididas por grupos-chave e subgrupos. Com base nos resultados alcançados, foi verificado um índice de sustentabilidade geral de 30,60%, que é considerado fraco. Isto indica que o processo de prestação dos serviços hospitalares pode estar causando impactos ambientais negativos. Cabe ressaltar que o grupo-chave que mais contribuiu para o índice geral foi o de “Prestação de Serviço”, com 35,61%. Por outro lado, o grupo-chave que apresentou o pior resultado foi “Finanças e Contabilidade”, com 12,78%, isto se deve ao fato do hospital não possuir um Sistema de Gestão Ambiental, tampouco existir um plano de qualidade ambiental. Após identificar os pontos críticos quanto à sustentabilidade, estruturou-se um Plano Resumido de Gestão Ambiental, que contemplou ações para melhorar o desempenho ambiental, como a de elaborar e implantar um manual com metas e indicadores de eficiência.

Texto completo:

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