domingo, 4 de agosto de 2013

Flagrado em manifestação, aliado de Marina se afasta da Rede...Isso é sustentável?

Publicado em 02 de Agosto de 2013, às 18h33min

http://www.diariodeguarapuava.com.br/noticias/politica/18,32863,02,08,flagrado-em-manifestacao-aliado-de-marina-se-afasta-da-rede.shtml
BRASÍLIA, DF, 2 de agosto (Folhapress) - Aliado de Marina Silva e flagrado segurando uma barra de ferro durante manifestação que acabou em quebradeira em Brasília, o sociólogo Pedro Piccolo pediu afastamento da Executiva Nacional Provisória da Rede Sustentabilidade.
Em nota divulgada na tarde de hoje, o partido informou que Piccolo se afastou do comando da Rede "até que os fatos sejam apurados".
Apesar de admitir que estava na porta do Itamaraty com uma barra de ferro nas mãos e o rosto coberto por uma camiseta do partido no protesto do dia 20 de junho, Piccolo nega ter depredado o prédio e também protestado em nome da Rede. Ele diz estar arrependido por ter, nas próprias palavras, se excedido.
Piccolo já prestou depoimento à Polícia Civil do Distrito Federal. Na próxima semana, ele também deve ser ouvido pela Polícia Federal, que é a instituição responsável pelo inquérito que apura dano ao patrimônio da União.
"Em decorrência da investigação iniciada pela Polícia Federal sobre sua suposta participação nos atos de depredação do Itamaraty, Pedro Piccolo Contesini, membro da Executiva Nacional Provisória da Rede Sustentabilidade, pediu nesta tarde o afastamento do cargo até que os fatos sejam apurados. A Executiva Nacional Provisória acata e respeita a decisão de Piccolo", diz a nota da Rede.
O partido já havia soltado nota reiterando repúdio a qualquer tipo de violência nas manifestações que tomaram conta do país. Havia também anunciado que o caso de Piccolo seria discutido numa reunião do partido na próxima semana.
O integrante da Rede, contudo, se antecipou e pediu o afastamento da Executiva Nacional.
À reportagem ele disse que outros integrantes da Rede participaram da manifestação, mas somente ele usava a camiseta com a logomarca porque, antes do protesto, estava trabalhando no recolhimento de assinaturas para a formação do partido.
"Cometi muitos erros, mas só pude ter plena consciência deles retrospectivamente. O primeiro foi usar na manifestação a camiseta da Rede Sustentabilidade, que eu vestia porque vinha de uma atividade de coleta de assinaturas para a formação do partido", escreveu Piccolo no próprio Facebook.
Além de Piccolo, outras duas pessoas foram identificadas e devem ser intimadas a prestar depoimento para a Polícia Federal já na próxima semana.
Dois manifestantes que confessaram à Polícia Civil ter participado da quebradeira não foram localizados pela Polícia Federal, mas já estão indiciados indiretamente.
Flagrados em fotografias e vídeos, Samuel Ferreira Souza de Jesus, 19, e Cláudio Roberto Borges de Souza, 32, devem responder a processo por dano ao patrimônio público federal. Outros dois manifestantes prestaram depoimento, mas os agentes federais afirmaram não haver provas contra eles.
A Marinha, por sua vez, puniu com prisão o fuzileiro naval que estava entre os manifestantes na hora do quebra-quebra.  

Invokana: nova opção de tratamento para diabéticos tipo 2 aprovada pelo FDA

terça-feira, 30 de julho de 2013

Invokana: nova opção de tratamento para diabéticos tipo 2 aprovada pelo FDA





Food and Drug Administration (FDA) aprovou um novo medicamento para tratamento do diabetes mellitus tipo 2, a canagliflozina. Com nome comercial de Invokana, ele age sobre a reabsorção renal de glicose e faz parte de uma nova classe de medicamentos conhecida como inibidores da proteína cotransportadora de sódio e glicose 2 (SGLT2).
Fisiologicamente, a glicose filtrada pelos rins é reabsorvida no túbulo contorcido proximal através da ação da SGLT2. A canagliflozina bloqueia a reabsorção da glicosepelo rim, aumentando a excreção de glicose e reduzindo os níveis de açúcar no sangue. O medicamento é ingerido uma vez ao dia.
A aprovação foi baseada em nove estudos multicêntricos, randomizados, que envolveram cerca de 10.300 pacientes e avaliaram a segurança e a eficácia da canagliflozina. Os estudos mostraram redução dos níveis de hemoglobina glicosilada e da glicemia de jejum.
O medicamento está contraindicado em pacientes com diabetes tipo 1, pacientes comcetonúria ou naqueles com grave comprometimento renal. Os principais efeitos colaterais observados incluem candidíase vulvovaginal, infecção urinária e hipotensão postural, principalmente nos primeiros três meses de tratamento.
A Invokana é comercializada pela Janssen Pharms.
NEWS.MED.BR, 2013. Invokana: nova opção de tratamento para diabéticos tipo 2 aprovada pelo FDA. Disponível em: . Acesso em: 3 ago. 2013.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Balão sinalizador de vagas em estacionamentos

Deixem a medicina para os médicos!

Governo desiste de dois anos a mais no curso de Medicina

Ministro da Educação agora defende proposta de comissão de especialistas para que os dois anos adicionais se transformem em residência médica no SUS

31 de julho de 2013 | 15h 27


Ricardo Della Coletta - Agência Estado
BRASÍLIA - O governo desistiu de ampliar os cursos de Medicina de seis para oito anos, conforme previsto na Medida Provisória dos Mais Médicos, que tinha sido alvo de críticas, e vai apoiar agora a proposta trazida à mesa por uma comissão de especialistas para que os dois anos adicionais se transformem em residência médica. "(A diretriz é que) após a formação do médico na graduação, em seis anos, a residência médica assegure essa vivência na urgência e emergência e na atenção primária", disse o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, após participar de uma reunião com o titular da Saúde, Alexandre Padilha, e representantes de faculdades de Medicina federais do País, em Brasília.
Veja também:

Mercadante defende que a Medida Provisória 621, que trata do Mais Médicos e tramita no Congresso, já previa a possibilidade de que os dois anos adicionais se convertessem em residência médica. O Conselho Nacional de Educação (CNE) também deverá propor novas diretrizes para os cursos de Medicina a partir das modificações estabelecidas pela MP.
O ministro disse ainda que, pela posição do governo, toda a residência médica deverá ocorrer no Sistema Único de Saúde. Além disso, o primeiro ano da residência terá foco na atenção básica e na urgência e na emergência, já com orientação na especialidade que o formado queira adotar. "Toda a residência será no SUS. No primeiro ano da pediatria, (ele) vai fazer (a residência em) atenção básica, já orientada para a especialização como pediatra".


quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Maior edifício do mundo será maior que Mônaco

Maior edifício do mundo será maior que Mônaco

Redação do Site Inovação Tecnológica - 16/07/2013

Maior edifício do mundo será maior que Mônaco
A construção tem 100 metros de altura, 500 metros de comprimento e 400 metros de largura. [Imagem: Divulgação]

O gosto pelos recordes em obras civis parece acompanhar os chineses há milênios, desde a inauguração da Grande Muralha.
Agora foi a vez do maior edifício do mundo em área, inaugurado na cidade de Chengdu, capital da província de Sichuan, no sudoeste do país.
O "Novo Centro Global do Século" (New Century Global Centre) conta com 1,760 milhão de metros quadrados de espaço para compras, entretenimento e escritórios.
Isso é espaço suficiente para acomodar quatro Vaticanos, ou 20 Óperas de Sydney (Austrália), ou 3 vezes o Pentágono (EUA), ou ainda quase a área total de Mônaco.
A construção tem 100 metros de altura, 500 metros de comprimento e 400 metros de largura.
O núcleo central do edifício é um parque aquático com uma praia artificial de 5.000 metros quadrados, que terá a maior tela do mundo, com 150 metros de comprimento e 40 metros de altura, que irá formar o horizonte e oferecer amanheceres e entardeceres ao gosto dos fregueses, independentemente do horário.
Se você não gosta de praia, poderá fazer rafting em um rio artificial com 500 metros de comprimento.
Ou fazer compras pelos 400.000 metros quadrados de lojas.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Estágio nas comunidades carentes

Direito pode incluir estágio em favela

OAB propôs ao Ministério da Educação alteração nos cursos; para a Ordem, hoje essas experiências não passam de ‘faz de conta’

30 de julho de 2013 | 23h 14


Lisandra Paraguassu
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) propôs ao Ministério da Educação uma alteração no currículo dos cursos de Direito, que poderão incluir um estágio em comunidades carentes do País. O estágio, de seis meses, seria dentro do período do curso.
Veja também:

A proposta foi apresentada nesta segunda-feira, 29, pelo presidente da OAB, Marcus Vinícius Coelho, durante evento em Teresina. "A grade curricular do curso é do século 19, e a metodologia e o sistema de avaliação são precários. Queremos um curso de Direito que prepare cidadãos conscientes de seu papel no mundo e não meramente burocratas ou tecnocratas", disse ele.
A OAB propõe ainda um aumento de disciplinas para o curso. Nesse período, os estudantes teriam de fazer um estágio "de verdade", segundo Coelho. Hoje, o estágio já é previsto na grade curricular e deve ser realizado em fóruns, juizados e tribunais, mas são experiências de "faz de conta", de acordo com o presidente da Ordem.
Ao Estado, Coelho disse que o estágio não deverá ser obrigatoriamente em comunidades carentes, mas terá de dar aos estudantes experiência prática no exercício do Direito. "O estágio será em favelas, em empresas, em escritórios, em tribunais, enfim, onde o estudante tiver sua vocação e sua afinidade. Vivemos em um país democrático e plural, onde a liberdade das pessoas desenvolverem suas potencialidades deve ser respeitada."
A criação de novos cursos de Direito está suspensa desde o início deste ano, quando a OAB e o Ministério da Educação firmaram um acordo para criar um marco regulatório para a área. Por 12 meses, a criação de novas faculdades ficará parada, até que a OAB apresente e o MEC aprove um novo currículo para a área. Segundo Coelho, a maioria dos alunos sai das instituições de ensino superior sem conhecimentos básicos, como processo eletrônico e prática do Direito. Procurado, o MEC não se pronunciou sobre a proposta da OAB de incluir estágio em comunidades carentes.
Médicos
A ideia de propor que estudantes façam algum trabalho social veio à tona com a decisão do governo federal de incluir na formação de médicos dois anos de trabalho remunerado no Sistema Único de Saúde (SUS). Os dois casos, no entanto, são diferentes. O estágio em comunidades carentes seria uma alternativa ao que já existe hoje, e não um período extra.